"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

É FANTÁSTICO!!! É INACREDITÁVEL!!! MAS É A DURA REALIDADE...

RESUMINDO A CHANTAGEM...



RESUMINDO...Com seis milhões silenciaram o cara que ameaçava Lula, Zé Dirceu e Gilberto Carvalho de envolvimento no assassinato de Celso Daniel.
Mas para pagar o chantagista tomaram grana de Petrobrás. Não. Eles são tão burros quanto parecem. A regra é negar. Como fez Lula com o Mensalão, como faz agora Dilma com Pasadena, Abreu e Lima e seu subordinado e amigo Paulo Roberto Costa.
No poder, desde as primeiras prefeituras à Presidência da República eles assumiram o Estado brasileiro no estilo MST. Invade e devasta. E a Petrobrás sempre foi a fonte maior da cobiça fascio-lulopetista. Quando atacaram os tucanos em duas eleições anteriores de querer privatizar a empresa o faziam com interesse próprio. E chegaram lá.

6 MILHÕES DE DÓLARES..


POIS É.....Alberto Youssef, o doleiro que PT abandonou à própria sorte caído na Operação Lava Jato, e o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobrás, Paulo Roberto Costa, deu o recado na última semana. Como não está preso ao compromisso de uma delação premiada soltou na praça o documento que comprova que o Marcos Valério, aquele do Mensalão, pagou os R$ 6 milhões que exigia o empresário de ônibus e dono do Diário do Grande ABC para não contar sobre o mando da tortura e assassinato do prefeito de Santo André e, na época, coordenador do Programa Econômico do candidato Luiz Inácio da Silva.


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