"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 22 de abril de 2014

O HUMOR DO DUKE

 
22 de abril de 2014


QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE

 
22 de abril de 2014


MANOBRAS CONTRA A CPI DA PETROBRAS SÓ REFORÇAM SUSPEITAS DE FALCATRUAS NA ESTATAL, DIZ LÍDER DO PPS

 

rubens_bueno_17Linha de tiro – Líder do PPS na Câmara dos Deputados, Rubens Bueno (PR) afirmou, nesta terça-feira (22), que a sequência de manobras do governo petista de Dilma Rousseff para impedir a instalação no Congresso Nacional de uma CPI para investigar denúncias de corrupção, má gestão e superfaturamentos em negócios da Petrobras só faz aumentar as suspeitas de falcatruas na estatal.

Após tentar embaralhar a criação da comissão ao propor uma investigação ampla, que inclui o cartel de trens em São Paulo e as obras do Porto de Suape, o Palácio Planalto já trabalha para levar o caso ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), caso a ministra Rosa Weber decida por uma CPI centrada na Petrobras, como determina a Constituição Federal e defende a oposição.

“Essa posição do governo só levanta mais suspeitas sobre o que o PT fez com a Petrobras. O caso da compra da refinaria de Pasadena, com todas as suas versões contraditórias, é apenas a ponta do iceberg. O fato de a presidente Dilma Rousseff não se entender com seus companheiros de partido, como o ex-presidente da Petrobras (José Sérgio Gabrielli), revela que o descontrole na gestão da empresa foi completo e que interesses escusos estavam por trás dos negócios da estatal”, disse Rubens Bueno.

Para o deputado paranaense, somente uma CPI Mista, com a participação de deputados e senadores, poderá abrir a caixa preta em que se transformou a Petrobras. “A sociedade cobra respostas enquanto a presidente da República e seus companheiros batem boca na imprensa sobre a responsabilidade pela compra de Pasadena, um negócio que trouxe um prejuízo bilionário para a estatal. São versões que não convencem ninguém. O correto, num governo sério, seria apoiar uma CPI.
As manobras para sepultá-la só desgastam ainda mais o governo, a presidente e a Petrobras”, afirmou o líder.
Bueno acredita que o STF determinará a instalação da comissão. “Como guardião da Constituição, o Supremo vai garantir o direito de a Minoria investigar os atos do Executivo.”, finalizou.

A inexplicável compra da refinaria de Pasadena acabou se transformando em um imbróglio de grandes proporções, depois que a presidente da República decidiu responder ao jornal “O Estado de S. Paulo” sobre a sua participação na decisão do Conselho de administração da estatal de autorizar a transação que custou US$ 1,25 bilhão. A resposta foi pouco convincente a abriu enorme flanco para críticas da oposição e da opinião pública, já cansada de tantos desmandos no País.

Como se não bastasse a confusão advinda da compra da refinaria texana, a Petrobras tornou-se alvo da Operação Lava-Jato, da Polícia Federal, que identificou uma rede de corrupção comandada por integrantes de uma quadrilha comandada pelo doleiro Alberto Youssef, que movimentou pelo menos R$ 10 bilhões à sombra de transações mais que suspeitas.

22 de abril de 2014
ucho.info

DITA BRANDA: O CAVALO DE TROIA

Marco Civil da Internet é o novo cavalo de Troia criado do governo do PT e culminará com a censura

internet_17Aprovado sob pressão no Senado Federal, o Marco Civil da Internet é um cavalo de Troia criado pelo desgoverno do PT, que continua em seu projeto que busca o controle da imprensa, mas que agora interferirá na geração de conteúdo para a rede mundial de computadores, colocando em risco a garantia constitucional da livre manifestação do pensamento.

Ao mesmo tempo em que traz alguns detalhes importantes para a neutralidade da rede, o Marco Civil da Internet esconde uma série de armadilhas que servirá para calar os que ousarem opinar contra os atuais ocupantes do poder central, que avançam na empreitada de transformar o Brasil em uma versão agigantada da Venezuela, onde a liberdade de expressão simplesmente inexiste.

Ninho de corrupção e usina de desmandos, o governo federal busca uma forma de calar os que a ele se opõe. Para isso, usará todas as armadilhas que foram enxertadas no projeto do Marco Civil da Internet, aprovado sob elogios mentirosos de falsos democratas.

O pior nessa ópera bufa, que custará muito caro ao povo brasileiro, foi o discurso do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), que após a aprovação da matéria falou sobre o momento considerado histórico. Que Eduardo Braga tem comportamento pífio como político todos os amazonenses sabem, mas a sua essência galhofeira foi uma grande novidade ao País. Braga disse que a votação do PLC 21/2014, que trata do Marco Civil da Internet, ocorreu de forma democrática.

Uma mentira sem tamanho, pois é sabido que o Palácio do Planalto acionou o rolo compressor para fazer a vontade da truculenta Dilma Rousseff, que no IV Fórum da Internet era de apresentar um troféu aos participantes, como se o seu governo fosse um exemplo de excelência.

Fora isso, não se pode ignorar a atuação do PMDB nos últimos dias, que garantiu ao projeto uma blindagem contra eventuais manifestações contrárias dos partidos de oposição. Isso justifica a reunião que Dilma teve, no último dia 11 de abril, com os senadores Renan Calheiros, Eunício Oliveira, Eduardo Braga, Romero Juca e Vital do Rêgo. Foi nesse encontro que a aprovação do Marco Civil foi acertada, obviamente que com a devida contrapartida por parte do governo, até porque nenhum parlamentar se elege para defender os interesses da nação e dos brasileiros, mas, sim, apenas os próprios

22 de abril de 2014
ucho.info

A TRINCA MUITO VIVA FORMADA POR GLEISE, PAULO BERNARDO E ROBERTO REQUIÃO QUER DISTÂNCIA DO ZUMBI QUE AJUDOU A ELEGER EM 2010


https://www.youtube.com/watch?v=MVdqKfKwTCE&feature=player_embedded

Inquietos com a teimosia do ainda deputado federal André Vargas, que se recusa terminantemente a comparecer ao próprio velório, os companheiros intensificaram a ofensiva destinada a induzi-lo a deitar-se o quanto antes no caixão. “O envolvimento do deputado com um doleiro não encontra justificativa para ter acontecido e acaba impactando no PT e na política”, tornou a recitar nesta terça-feira a senadora Gleisi Hoffmann. O que espera a oposição para liquidar a conversa fiada com dois ou três contragolpes?

O revide poderia começar com a tradução para o português do Brasil de outra criação da novilíngua companheira: “envolver-se com um doleiro”. A expressão significa “tornar-se amigo e comparsa de um bandido para passear de jatinho entre uma e outra negociata no Ministério da Saúde, na Petrobras ou qualquer espaço da máquina federal provido de cofres indefesos”. Caprichando no dilmês vulgar, Gleisi também faz de conta que o prontuário de Vargas ”acaba impactando no PT e na política”.

Coisa de 171. O que a senadora está tentando é terceirizar um escândalo produzido, dirigido e protagonizado por um deputado federal do PT, estrela do elenco completado pelos parceiros de quadrilha. Para não ficar tão mal no retrato, Gleisi procura dividir os estragos causados pelo caso de polícia com quem não tem nada com isso. Politicamente moribundo, André Vargas virou um zumbi pesado demais para gente muito viva que o ajudou a eleger-se em 2010. É o caso de Gleisi e de seu marido Paulo Bernardo, ministro das Comunicações.

“André Vargas é um grande deputado”, diz Paulo Bernardo no vídeo acima, gravado há menos de quatro anos. “Tem sido um grande parceiro no Congresso. É fundamental para ajudar o Paraná e os seus municípios, os nossos municípios, a conseguirem recursos no governo federal”. Revelada a metodologia usada por Vargas para embolsar dinheiro público, o colega de palanque quer escapar do velório. Se teme ficar sozinho, pode convidar para o evento o senador Roberto Requião, do PMDB paranaense, outro animado cabo eleitoral do despachante de doleiro.

“O André é a garantia da defesa do interesse público”, jura Requião no vídeo abaixo. “É a garantia do apoio do governo da Dilma. É um grande articulador. Na última eleição, o André praticamente articulou o apoio ao PT… a nós do PMDB… à minha candidatura no segundo turno. E essa capacidade de articulação do André Vargas será importante para a Dilma (…), será importante pra mim no Senado, que preciso contar com companheiros firmes e com capacidade de articulação na Câmara Federal”.

As jogadas do articulador trapalhão já o despejaram da vice-presidência, vão confiscar-lhe o mandato e, se a Justiça cumprir seu dever, permitirão que mate a saudade de José Dirceu com uma temporada na Papuda. É compreensível que o sempre loquaz Requião tenha perdido a voz. Deverá recuperá-la quando criar coragem para jurar que o vídeo que celebra o “companheiro firme” é mais uma montagem da imprensa golpista.

https://www.youtube.com/watch?v=1wMYi9Ju3yc&feature=player_embedded
 

JUSCELINO KUBITSCHEK - A REELEIÇÃO QUE NUNCA HOUVE (ESPECIAL VEJA)

 

jk
 
Havia seis candidatos a presidente em 1964. Todos, portanto, interessados em chegar até 1965. Ou seja, empurrar a crise até a próxima eleição presidencial. O mais interessado de todos era Juscelino Kubitschek (os outros candidatos eram os governadores Carlos Lacerda, Adhemar de Barros e Miguel Arraes; além do próprio presidente João Goulart e seu cunhado Leonel Brizola, no caso de uma feitiçaria constitucional que os livrasse da inelegibilidade).
 
As pesquisas de opinião já davam 37% dos votos para que ele voltasse à elegante cidade que havia criado do nada, deixando uma nada bela encrenca econômica, mas a imagem de político inovador nas realizações públicas e conciliador nas tratativas particulares. À véspera do golpe, conciliação era uma moeda em falta até mesmo no trato entre dois homens pouco sanguíneos como JK e Jango. A aliança política entre o PTB de Goulart e o PSD de Juscelino estava irreversivelmente deteriorada.

AI QUE PREGUIÇA...


“Não pude fazer (faculdade) em um primeiro momento porque não tinha condições, em um segundo momento porque eu estava cansado, em um terceiro momento porque virei dirigente sindical, em um quarto momento porque virei presidente do PT e em um quinto momento porque virei presidente da República. Quem sabe em um sexto momento, quando eu não for mais nada, eu possa concluir, através da Universidade Aberta, o meu diploma universitário.”
Lula, a uma platéia de trabalhadores rurais na inauguração do auditório da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (faz tempo).

Concluam. Mas, por favor concluam o óbvio da expressão “quando eu não for mais nada” para ter a noção do valor que o apedeuta dá ao estudo, sem contar que, para entrar para uma faculdade, ele teria que estudar mais sete anos, já que estudou só até o quinto ano primário (há quem diga que foi só até o quarto).

Aliás, outro dia eu assisti a uma entrevista com o presidente da Comlurb, em que uma repórter perguntou o porquê da exigência de segundo grau completo para a função de gari. Resposta: “O gari com segundo grau tende a ter maior noção de meio ambiente, economia de recursos e outras coisas mais”.

Pois muito bem, ou seja, se também quisesse prestar concurso para gari depois de sair da presidência, Lula teria que estudar mais os mesmos sete anos - e passar nas provas -, só para aprender a varrer uma rua, mas, apesar disso, para gerir um orçamento na casa dos trilhões de reais, essa mesma anta foi eleita e reeleita como presidente...
 
22 de abril de 2014

EL PAPAGAYO CUBANO


En Cuba, un niño regresa de la escuela a su casa, cansado y hambriento y le pregunta a su mamá:
- Mamá, que hay de comer?
- Nada, mi hijo.
El niño mira hacia el papagayo que tienen y pregunta:
- Mamá, por qué no papagayo con arroz?
- No hay arroz.
- ¿Y papagayo al horno?
- No hay gas.
- ¿Y papagayo en la parrilla eléctrica?
- No hay electricidad.
- ¿Y papagayo frito?
- No hay aceite.
El papagayo contentísimo gritó:
- ¡¡¡VIVA FIDEL!!! ¡¡¡VIVA LA REVOLUCIÓN!!!
 
 
22 de abril de 2014
in Ricardo Froes

O GOVERNO FOI PARA CIMA DO TCU DISPOSTO A TRANSFORMAR UM PRONTUÁRIO EM MINISTRO.

Tropeçou na altivez de um gaúcho que não aceita a companhia de condenados

Augusto Nardes
Augusto Nardes

No meio da missa negra celebrada neste 8 de abril em intenção dos blogueiros estatizados, o chefe supremo ordenou o início da guerra nada santa: “Vamos para cima”, disse Lula a seus discípulos. Para cima da CPI que ameaça devassar as catacumbas da Petrobras. E para cima de qualquer indívíduo, partido ou entidade que insista na devassa das incontáveis delinquências que vêm tornando ainda mais complicada a reeleição de Dilma Rousseff.

Excitados pela palavra do mestre, sacerdotes companheiros e sacristãos alugados resolveram ampliar a ofensiva com a multiplicação das frentes de combate. A estratégia naufragou, informa o balanço dos confrontos. Pela primeira vez, líderes da oposição e descontentes em geral não renunciaram à troca de chumbo, e receberam o inesperado apoio de brasileiros convencidos de que é preciso impor limites a uma seita fora da lei. E o exército lulopetista acumulou fracassos suficientes para que o país soubesse que é dirigido por um punhado de generais da banda.

Enquanto senadores do PT e do PMDB iam para cima da CPI da Petrobras, adversários do governo recorreram ao Supremo Tribunal Federal para garantir a sobrevivência de um instrumento de investigação indispensável à democracia. Enquanto Dilma retomava a louvação do nacionalismo em barris, agentes da Polícia Federal invadiram a sede da empresa empunhando mandados de busca e apreensão. Como instrumento eleitoreiro, a estatal devastada pela necrose administrativa e moral hoje é tão valiosa quanto a sucata bilionária de Pasadena.

É possível que a CPI morra nos trabalhos de parto. Nem por isso Graça Foster escapou de comparecer ao Congresso para explicar a transformação de uma grande empresa petroleira em usina de negociatas. A essas derrotas somaram-se dois reveses produzidos por súditos mais realistas que o reizinho nu.
A presidente do IBGE, Wasmália Bivar, por exemplo, resolveu ir para cima da PNAD contínua, que desmoralizou os índices ufanistas invocados para mascar a verdadeira taxa de desemprego real. Colidiu com diretores inconformados com a revogação do método que estende a centenas de municípios um levantamento até agora restrito a seis regiões administrativas.

Nenhum dos fracassos foi tão desconcertante para o Planalto quanto o ocorrido no Tribunal de Contas da União. Por exigir que o governo faça o que lei determina e deixa de fazer o que a lei proíbe, a instituição tem barrado o avanço de obras viciadas por grosseiras irregularidades e pela corrupção institucionalizada. Compreensivelmente, figura desde 2003 entre os alvos preferenciais dos donos do poder. Decidida a concretizar o sonho de Lula, Dilma resolveu encurtar o caminho com a remoção dos intermediários. E ordenou aos ministros Ricardo Berzoini e Aloizio Mercadante que fossem para cima do TCU com a candidatura do senador Gim Argello a uma vaga prestes a ser aberta.

A tropa reforçada pelo senador Renan Calheiros tropeçou na altivez do presidente do Tribunal, Augusto Nardes. Deputado federal pelo PP gaúcho de 1986 a 2005, Nardes sabe quem é quem em Brasília. E compreendeu que todos os limites seriam ultrapassados se um prontuário ambulante fosse promovido a juiz da gastança do patrão a quem presta vassalagem. “Reuni todos os ministros para tomarmos uma posição”, revelou em entrevista ao Estadão. “Propus que não deveríamos aceitar simplesmente a indicação, pelo fato de que estava se descumprindo a legislação brasileira.”

Com o aval dos colegas, Nardes divulgou uma nota aconselhando ao Senado “a observância dos requisitos constitucionais previstos para a posse de qualquer cidadão que venha a ser membro da corte”. Um dos requisitos é “reputação ilibada”. Em conversas reservadas com parlamentares governistas, Nardes avisou que o TCU “não podia aceitar um condenado”. Também revelou que, caso a afronta se consumasse, não daria posse a Gim Argello. O ultraje ao Tribunal de Contas da União morreu sem ter nascido.

As páginas reservadas ao noticiário político-policial confinaram em poucos centímetros um dos fatos mais relevantes desse começo de abril com cara de antigos agostos. O gesto de Nardes – endossado por todos os ministros do TCU, insista-se – demonstrou que o país em aparente decomposição pode recuperar a saúde se os brasileiros decentes reaprenderem a dizer não.

A pesquisa do Ibope prova que Lula teve uma péssima ideia. Ao ordenar que a turma fosse para cima, mandou Dilma para baixo.

22 de abril de 2014
 

HEIL HIPÓCRITAS!!!


 
 
Em Itajaí, SC, apareceram em postes da cidade cartazes com a imagem de Adolph Hitler no dia que seria a data de anoversário do traste AUSTRIACO que acabou se tornando o líder do povo alemão na segunda guerra...E deu no que deu...

Bem, li nas redes sociais a indignação de muita gente sentindo-se ofendidíssimos com "homenagem" ao traste AUSTRIACO.
Entendo que alguns simpatizantes do regime nazista representem perigo à sociedade, são tarados ideológicos movidos a ódio e muito preconceito racial. Claro, não esquecendo de citar a obtusidade e ignorância de gente que adora um assassino histórico.

A hipocrisia que toma conta das pessoas beira o surreal. Criticam, quem mesmo que perigosamente, idolatra Hitler e segue seus pensamentos, mas não sentem-se incomodados com a exposição e a prática dos pensamentos e atos de gente tão vagabunda quanto o louco .
Expõe e seguem Marx, Fidel, Chavez, Guevara. 
E pior, Guevara, ainda usam sua imagem como símbolo de luta e revolucionismo de araque. austríaco.

O PCdoBosta com a Foice e o Martelo que são símbolos tão créis quanto a Suástica deveria ser proibido de atuar..

Os regimes nazista e comunista mataram MILHÕES de pessoas, e aqui na Pocilga proibiram os símbolos nazistas e liberaram os comunistas com...um quase...ufano-romantismo. 

A cara de Hitler grudada em um poste em Itajaí, para mim é tão ofensivo quanto a bandeira com a foice e o martelo em um comício na praça da Sé em SP.

O que acontece é que os comunistas conseguiram escrever parte da história à moda deles é claro. Hitler covardemente se matou e levou junto milhares de seus seguidores, e a industria da lavagem cerebral DUZAMERICANUS em Hollywood tornaram o nazismo uma aberração e esqueceram dos comunistas.
Claro que o mundo sabe que na Hollywood do pós guerra o número de comunista por M² era muito maior que os da USP de hoje.

Na minha opinião, ou se libera o uso dos símbolos nazistas no Brasil, ou se proíbe o uso dos comunistas. Pois, assassino por assassino, o comunismo continua oprimindo, empobrecendo e matando. 

Ontem durante o jornal da cultura foram entrevistar um professorzinho "vermelhota" de história, e ao fundo um poster de Marx.
Ninguém notou, ou se notou ficou calado, agora se fosse a imagem de Hitler....POTAQUEPAREU, o "profa" tava phudido.
Povo hipócrita já é uma merda, mas povo bovino é de phoder!!!
Entendo que apologia ao nazismo seja um crime na Pocilga, mas pq ao comunismo não é? 

Dois pesos e duas medidas para a mesma situação em "times" diferentes soa meio estranho ou justifica o porra nenhuma.
E PHOD@-SE!!!
............................
MEA CULPA..
 
Este blogueiro cometeu um deslize absurdo.
Apesar de conhecer a história, não sei de onde veio a idéia de que Hitler era Polonês e confirmei isso na postagem por duas vezes.
Na verdade Hitler era AUSTRIACO de uma cidadezinha fronteiriça a Alemanha.

Obrigado ao leitor Thiago Ramilo por haver chamado atenção para essa mancada.
Erro já corrigido.
 
22 de abril de 2014
omascate

HACKER DE 19 ANOS MOSTROU COMO FEZ PARA FRAUDAR ELEIÇÕES NO RIO DE JANEIRO


 
Você confia nas urnas eletrônicas?
As últimas informações dão conta que o Hacker que demonstrou as falhas das urnas no RJ está sob proteção policial. A identidade do mesmo não é revelada pelas forças policiais qu acompanham o caso, em face do risco à vida do jovem.
O registro do caso é oficial e ocorreu durante as eleições Municipais em 2012, no Rio de Janeiro.
Acompanhado por um especialista em transmissão de dados, Reinaldo Mendonça, e de um delegado de polícia, Alexandre Neto, um jovem hacker de 19 anos, identificado apenas como Rangel por questões de segurança, mostrou como — através de acesso ilegal e privilegiado à intranet da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro, sob a responsabilidade técnica da empresa Oi – interceptou os dados alimentadores do sistema de totalização e, após o retardo do envio desses dados aos computadores da Justiça Eleitoral, modificou resultados beneficiando candidatos em detrimento de outros – sem nada ser oficialmente detectado.
Fácil, fácil, diz o Hacker
“A gente entra na rede da Justiça Eleitoral quando os resultados estão sendo transmitidos para a totalização e depois que 50% dos dados já foram transmitidos, atuamos. Modificamos resultados  mesmo quando a totalização está prestes a ser fechada”, explicou Rangel, ao detalhar em linhas gerais como atuava para fraudar resultados.
Especialistas ficaram de boca aberta após demonstração
O depoimento do hacker – disposto a colaborar com as autoridades –  foi chocante até para os palestrantes convidados para o seminário, como a Dra. Maria Aparecida Cortiz, advogada que há dez anos representa o PDT no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para assuntos relacionados à urna eletrônica; o professor da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, Pedro Antônio Dourado de Rezende, que estuda as fragilidades do voto eletrônico no Brasil, também há mais de dez anos; e o jornalista Osvaldo Maneschy, coordenador e organizador do livro Burla Eletrônica, escrito em 2002 ao término do primeiro seminário independente sobre o sistema eletrônico de votação em uso no país desde 1996.
Sob proteção policial 24 horas por dia...
Rangel, que está vivendo sob proteção policial e já prestou depoimento na Polícia Federal, declarou aos presentes que não atuava sozinho: fazia parte de pequeno grupo que – através de acessos privilegiados à rede de dados da Oi – alterava votações antes que elas fossem oficialmente computadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE).
Fraude em benefícios de políticos locais...
A fraude, acrescentou, era feita em benefício de políticos com base eleitoral na Região dos Lagos – sendo um dos beneficiários diretos dela, ele o citou explicitamente, o atual presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), o deputado Paulo Melo (PMDB). A deputada Clarissa Garotinho, que  também fazia parte da mesa, depois de dirigir algumas perguntas a Rangel  - afirmou que se informará mais sobre o assunto e não pretende deixar a denúncia de Rangel cair no vazio.
Fernando Peregrino, coordenador do seminário onde foi apresentado como foi burlada a eleição, por sua vez, cobrou providências:
“Um crime grave foi cometido nas eleições municipais deste ano, Rangel o está denunciando com todas as letras –  mas infelizmente até agora a Polícia Federal não tem dado a este caso a importância que ele merece porque  ele atinge a essência da própria democracia no Brasil, o voto dos brasileiros” – argumentou Peregrino. 
22 de abril de 2014
FCS Brasil
Fonte: Eu Vi o Mundo, Galileu, Youtube, AnonBrasil e outros

SOCIALISMO É BARBÁRIE


 
E grande parte da intelligentsia que deveria dar essas opções está cooptada pela falácia socialista, levando o país à beira de uma virada para a pré-história política, fingindo que são vanguarda política. O socialismo é tão pré-histórico quanto a
escravatura.
 
 
Se eu pregar que todos que discordam de mim devem morrer ou ficarem trancados em casa com medo, eu sou um genocida que usa o nome da política como desculpa para genocídio. No século 20, a maioria dos assassinos em massa fez isso.
 
O Brasil, sim, precisa de política. Não se resolve o drama que estamos vivendo com polícia apenas. Mas me desespera ver que estamos na pré-história discutindo ideias do "século passado". Tem gente que ainda relaciona "socialismo e liberdade", como se a experiência histórica não provasse o contrário. Parece papo das assembleias da PUC do passado, manipuladoras e autoritárias, como sempre.
 
O ditador socialista Maduro está espancando gente contra o socialismo nas ruas da Venezuela. Ele pode? Alguns setores do pensamento político brasileiro são mesmo atrasados, e querem que pensemos que a esquerda representa a liberdade. Mentira.
 
A maioria de nós, pelo menos quem é responsável pelo seu sustento e da sua família, não concorda com o socialismo autoritário que a "nova" esquerda atual quer impor ao país. A esquerda é totalitária. Quer nos convencer que não, mas mente. Basta ver como reage ao encontrar gente inteligente que não tem medo dela.
 
Ninguém precisa da esquerda para fazer uma sociedade ser menos terrível, basta que os políticos sejam menos corruptos (os da esquerda quase todos foram e são), que técnicos competentes cuidem da gestão pública e que a economia seja deixada em paz, porque nós somos a economia, cada vez que saímos de casa para gerar nosso sustento.
 
Ela, a esquerda, constrói para si a imagem de "humanista", de superioridade moral, e de que quem discorda dela o faz porque é mau. Ela está em pânico porque estava acostumada a dominar o debate público tido como "inteligente" e agora está sendo obrigada a conviver com gente tão preparada quanto ela (ou mais), que leu tanto quanto ela, que escreve tanto quanto ela, que conhece seus cacoetes intelectuais, e sua história assassina e autoritária.

Professores pautados por esta mentira filosófica chamada socialismo mentem para os alunos sobre história e perseguem colegas, fechando o mercado de trabalho, se definindo como os arautos da justiça, do bem e do belo.
 
A esquerda nunca entendeu de gente real, mas facilmente ganha os mais fragilizados com seu discurso mentiroso e sedutor, afirmando que, sim, a vida pode ser garantida e que, sim, a sobrevivência virá facilmente se você crer em seus ideólogos defensores da "violência criadora".
Ela sempre foi especialista em tornar as pessoas dependentes, ressentidas, iludidas e incapazes de cuidar da sua própria vida. Ela ama a preguiça, a inveja e a censura.
 
Recomendo a leitura do best-seller mundial, recém publicado no Brasil pela editora Agir, "O Livro Politicamente Incorreto da Esquerda e do Socialismo", escrito pelo professor Kevin D. Williamson, do King's College, de Nova York. Esta pérola que desmente todas as "virtudes" que muita gente atrasada ou mal-intencionada no Brasil está tentando nos fazer acreditar mostra detalhes de como o socialismo impregnou sociedades como a americana, degradou o meio ambiente, é militarista (Fidel, Chávez, Maduro), e não deu certo nem na Suécia. O socialismo é um "truque" de gente mau-caráter.
 
As pessoas, sim, estão insatisfeitas com o modo como a vida pública no Brasil tem sido maltratada. Mas isso não faz delas seguidores de intelectuais e artistas chiques da zona oeste de São Paulo ou da zona sul do Rio de Janeiro.
 
A tragédia política no Brasil está inclusive no fato de que inexistem opções partidárias que não sejam fisiológicas ou autoritárias do espectro socialista. Nas próximas eleições teremos poucas esperanças contra a desilusão geral do país.
 
E grande parte da intelligentsia que deveria dar essas opções está cooptada pela falácia socialista, levando o país à beira de uma virada para a pré-história política, fingindo que são vanguarda política. O socialismo é tão pré-histórico quanto a escravatura.
 
Mas a esquerda não detém mais o monopólio do pensamento público no Brasil. Não temos mais medo dela. 

22 de abril de 2014
Luiz Felipe Pondé, Folha de SP

ADHEMAR DE BARROS, O HOMEM DO COFRE


 
 
 
“Ademá, Ademá, é mió e num faz má”. Com sotaque arrastadamente caipira, a dupla Alvarenga e Ranchinho parodiava o comercial do mais conhecido analgésico da época. Quem mais gostava era o próprio Adhemar de Barrros, o governador paulista com uma trajetória política convoluta: médico e culto, fazia-se de bronco; de engajado na Revolução Constitucionalista em 1932 , em 1938 já era interventor em São Paulo nomeado justamente por Getúlio Vargas; populista criador original do “rouba mas faz”, rejeitado pelas elites paulistas, assumiu ao lado delas uma das correntes de apoio à conspiração anti-Jango e chegou a março de 1964 com tudo encadeado, inclusive um manifesto de sua autoria assinado por outros seis governadores para os quais a situação nacional ia de “má a piorrr”, para ficar no dialeto.
“Esta revolução vem atrasada de um ano”, disse no Palácio dos Campos Elíseos, na manhã de 31 de março. Ele próprio era um adesista relativamente recente: só entrou de cara, mas sempre com uma margem de segurança, quando viu que era impossível uma aliança com o PTB de Jango que o levasse à Presidência, perdida no voto para Jânio Quadros.
A conspiração em São Paulo tinha um alto nível de organização, envolvendo políticos, militares, empresários e estudantes anticomunistas ─ numa de suas manifestações, a lista de clubes onde armazenavam faixas é conhecida até hoje por frequentadores das classes endinheiradas: São Paulo Golf Club, Jockey, Pinheiros, Monte Líbano, Ipê, Harmonia e Paulistano. Nada porém se comparou à gigantesca Marcha da Família com Deus pela Liberdade, montada em apenas cinco dias, como reação ao comício de 13 de março da Central do Brasil, com a participação de meio milhão de pessoas (“Verde e amarelo, sem foice e martelo”, dizia uma das inúmeras faixas). Representado na Marcha pela mulher, Leonor, Adhemar sobrevoou-a de helicóptero. Segundo o historiador Hélio Silva, “Adhemar pensava que o movimento revolucionário implantaria um triunvirato: um general, um ministro do Supremo Tribunal Federal e um elemento civil da conspiração, que seria ele.
Nos seus planos, haveria divergências e, em seis meses, dominaria o triunvirato e chegaria a chefe da Nação”. Na verdade, dois anos depois do golpe ele estava cassado. Morreu em 1969, de um ataque cardíaco sofrido durante visita ao santuário de Lourdes. Quatro meses depois, um comando da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares roubou um cofre, com 2,5 milhões de dólares não contabilizados, que estava na mansão de uma amante de Adhemar de Barros, no Rio.
A ação armada foi comandada por Carlos Araújo, com apoio de retaguarda de sua companheira e namorada, uma jovem militante de óculos de fundo de garrafa chamada Dilma Vana Rousseff.
22 de abril de 2014
Augusto Nunes - Veja Online
 
Colaboradores: André Petry, Augusto Nunes, Carlos Graieb, Diogo Schelp, Duda Teixeira, Eurípedes Alcântara, Fábio Altman, Giuliano Guandalini, Jerônimo Teixeira, Juliana Linhares, Leslie Lestão, Otávio Cabral, Pedro Dias, Rinaldo Gama, Thaís Oyama e Vilma Gryzinski.

OS MARAJÁS DA PETROBRAS E O ESCÂNDALO ABAFADO.


 
 
Acima Dilma presidindo o Conselho da Petrobras. Abaixo uma das festas da estatal para cenas de marketing e os bons momentos de Sérgio Gabrielli com Graça Foster.
Em 2007 a oposição tentou em vão aprovar uma CPI para investigar uma série de irregularidades na Petrobras. Na ocasião o senador Alvaro Dias, baseado em documentação enviada ao Ministério da Previdência e à Receita Federal revelando que os supersalários dos marajás da estatal, que fecharam 2007 em torno de R$ 710 mil, ou seja, uma média mensal salarial de Cr$ 60 mil. 
 
Em 2007, Dilma Rousseff presidia o Conselho de Administração da Petrobras. Naquela época, como agora, a CPI foi abortada. Lula era então o todo poderoso e vivia embalado pelo marketing aparecendo em fotos com as mãos sujas de petróleo e alardeava que sob o seu reinado o Brasil atingia a autosuficiência na produção de petróleo.
 
Recolho do site do Estadão matéria datada de 26 de junho de 2007, quando estourou o escândalo dos supersalários da Petrobras que reproduzo abaixo. Tomem uma calculadora e façam as contas atualizando os supersalários dos marajás da estatal tomando como base os aumentos salariais normais dos trabalhadores brasileiros. Sem contar as vantagens diretas e indiretas, diárias, ajudas de custos, jetons e mordomias correlatas auferidas pela casta dos marajás. 
Leiam:
 
Diante da revelação que os integrantes da cúpula da Petrobrás recebem supersalários, o senador Alvaro Dias (PSDB-PR) cobrou ontem a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás já na próxima semana. De acordo com reportagem do jornal Correio Braziliense, documentação enviada pela Petrobrás ao Ministério da Previdência e à Receita Federal mostra que os vencimentos - salários mais bônus - de cada um dos diretores e do presidente da estatal, José Sérgio Gabrielli, fecharam 2007 em torno de R$ 710 mil, uma média mensal salarial de R$ 60 mil.
 
O senador, autor do requerimento de criação da CPI, criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por autorizarem reajustes de até 90%, entre 2003 e 2007, para a diretoria executiva da estatal. A diretoria é em boa parte loteada entre nomes do PT e do PMDB. Indicado pelo PT, o diretor de Operações e Exploração da empresa, Guilherme de Oliveira Estrella, por exemplo, teve rendimentos aumentados de R$ 368.711,36 em 2003, para R$ 701.764,79 em 2007.
 
"É evidente que dirão: ?Mas isto é legal?. Não há dúvida, deve ser legal; afinal, os atos foram praticados em função de normas estabelecidas pela empresa, com o aval do Poder Executivo, já que quem preside o Conselho da Petrobrás é a ministra da Casa Civil. Nós não estamos discutindo a legalidade: nós estamos questionando a moralidade", afirmou Dias.
 
Para ele, a necessidade da CPI estaria mais do que justificada pela irregularidades reveladas nas operações Águas Profundas, Royalties e Castelo de Areia da Polícia Federal. "São fatos relevantes que justificam investigação em profundidade, para a necessária responsabilização civil e criminal, se os ilícitos forem confirmados. A CPI tem a função de colocar o mal à luz para chegar ao conhecimento da população, que pressiona e exige providências" , disse ele, referindo-se a denúncias de superfaturamento e pagamentos indevidos nas obras da refinaria de Pernambuco e na construção de plataformas para exploração de petróleo em alto mar.
 
Ao contrário dos demais servidores da Petrobrás, cujos aumentos salariais são definidos em acordo coletivo da categoria, os vencimentos dos diretores são decididos em assembleia-geral ordinária do conselho administrativo e fiscal da empresa, uma vez por ano. A assembleia deste ano, diz a reportagem, aprovou, em 8 de abril, a destinação de R$ 8,2 milhões para o pagamento de salários e benefícios aos diretores, conselheiros e presidente da estatal.
 
Presidido por Dilma, o conselho de administração da Petrobrás é integrado ainda pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, o próprio Gabrielli, o empresário Jorge Gerdau, e o ex-ministro das Minas e Energia Silas Rondeau.
Do site do Estadão

SOB A INÉRCIA DAS AUTORIDADES, NOVA INVASÃO DE TERRENO EM FLORIANÓPOLIS É REPELIDA PELA PRÓPRIA POPULAÇÃO DO BAIRRO EXPULSANDO OS INVASORES


Dois momentos da invasão: a chegada da polícia dialogando com os invasores. Acima o momento em que os cidadãos da comunidade do Rio Vermelho decidiram expulsar os invasores e queimaram a bandeira comunista vermelha . (Fotos do site da RBS/Diário Catarinense/Hora)
Um bando do PT invadiu em dezembro do ano passado um terreno em Florianópolis, num flagrante esbulho possessório. Sob a patrulha da ideologia politicamente o que deveria ser feito imediatamente, ou seja a reintegração de posse, não ocorreu. O bando se intitula "ocupação Amarildo" em alusão a um elemento de favela do Rio de Janeiro, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas, que desapareceu recentemente e foi o mote, inclusive, para diversos ataques de vandalismo no Rio de Janeiro e São Paulo.

Depois de muitas delongas e "negociações", decidiu abandonar o terreno recentemente, não sem antes ter promovido passeatas e badernas semelhantes nas adjacência da movimentada rodovia SC-405, que liga o centro de Florianópolis às praias do Norte da Ilha. Florianópolis fica em sua maior parte sobre a Ilha de Santa Catarina.

Pois bem. O mesmo bando resolveu voltar a Florianópolis e decidiu neste domingo de Páscoa invadir um terreno na praia do Rio Vermelho, também no Norte da Ilha. Por obra e graça do jornalismo esquerdista que domina as redações dos veículos, os invasores que agem em Florianópolis já são denominados "amarildos" e o cabeça do bando é seguidamente entrevistado pelas televisões, rádios e jornais catarinenses.

Como ocorreu na primeira invasão, a polícia chegou e decidiu (ou decidiram seus superiores) não fazer nada, o que acabou levando a própria população desse bairro de Florianópolis a agir por conta própria, ou seja, fazer justiça com as próprias mãos, fato que degenerou em confusão e obrigou os invasores a abandonar o local.

E notem que os cidadãos que expulsaram os invasores não eram os donos do terreno, que pertence à União. Todavia, fazer justiça com as próprias mãos é algo intolerável num Estado de Direito Democrático.

Entretanto o episódio serve como um alerta. A maioria dos cidadãos de Florianópolis, como de resto do Brasil inteiro, é constituída de gente que trabalha, que rala no dia a dia, que paga impostos. Muitos conseguiram a duras penas adquirir um imóvel.

A reação desta segunda-feira feriado de Tiradentes, ocorrida no Rio Vermelho, é um aviso claro e evidente. As pessoas de bem não irão tolerar invasão de propriedades privadas de jeito nenhum. Muitas pessoas que reagiram aos invasores sequer possuem propriedades, a mostrar que é apenas uma minoria de gente ligada ao MST, o braço armado do PT, que está sendo acionada dentro do esquema comunista do Foro de São Paulo de promover a agitação e comoção social para abrir o caminho ao que chamam de 'reforma política'. Tal reforma proposta pelo PT, que já noticiei e analisei aqui no blog, prevê a convocação de uma Assembléia Nacional Constituinte destinada a rasgar a Carta Magna de 1988 e no seu lugar erigir uma nova Constituição de forma a transformar o Brasil numa ditadura comunista que inclui a abolição da propriedade privada. Esta é a verdade!

Repito que fazer justiça com as próprias mãos é inaceitável, mas não tem como esconder uma realidade: a leniênica das autoridades constituídas que se submetem, num ato volitivo tolerante e contrário à Lei, aos ditames da ideologia do pensamento politicamente correto, que constitui o principal estratagema utilizado pelo comunismo do século XXI para subverter os valores em que estão ancoradas a lei e a ordem. Grosseiramente isso é denominado "marxismo cultural" e vem sendo aplicado pelo PT e seus acólitos principalmente nas escolas, universidades e por meio da grande mídia.

Episódios de justiça feita com as próprias mãos têm ocorrido em diversas partes do Brasil recentemente, sendo que o caso emblemático diz respeito ao um ladrão que foi amarrado em um poste no Rio de Janeiro. 

Insisto mais uma vez: justiça pelas próprias mãos é intolerável. Porém, esse fenômeno raro (as invasões) em anos atrás começou a se tornar frequente à medida em que a impunidade foi aumentando depois que o PT chegou ao poder. E mais ainda depois que os Direitos Humanos passaram a ser invocados em favor dos bandidos!

Está na hora das autoridades agirem. Sobretudo as polícias, que têm o dever de defender os cidadãos no que respeita ao direito de propriedade e à segurança sob todos os aspectos. 

O que acaba de ocorrer em Florianópolis é um alerta claro e inequívoco: os cidadãos de bem exigem o respeito à lei e à ordem e deploram a anarquia.

CONFIRAM o que noticiou a imprensa de Florianópolis clicando AQUI,  AQUI e AQUI 

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE

                     O enigma da Petrobras está esclarecido!
 
22 de abril de 2014

SEMANA DECISIVA: MANIFESTAÇÃO DO STF SOBRE CPI DA PETROBRAS MOSTRARÁ O GRAU DE APARELHAMENTO DA MAIS ALTA CORTE DE JUSTIÇA PELO PT


Vista parcial da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos comprada pela Petorbras por US$ 1,2 bilhão de dólares
Em uma semana considerada decisiva para a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobrás, a oposição acredita que a entrevista do ex-presidente da estatal José Sérgio Gabrielli ao Estado reforça seus argumentos a favor de uma investigação no Congresso que apure negócios da empresa.
 
Na entrevista, publicada ontem, Gabrielli afirma que a presidente Dilma Rousseff não pode fugir de sua responsabilidade pela decisão da compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos - operação iniciada em 2006 e concluída em 2012, após a Petrobrás perder uma batalha judicial com a empresa belga Astra Oil. A aquisição da refinaria localizada no Texas, ao custo final de US$ 1,2 bilhão, é a principal polêmica que envolve a estatal. Dilma, então ministra da Casa Civil, era a presidente do Conselho de Administração da empresa na época do negócio.
 
"O objetivo dela (a CPI) é exatamente determinar, sem qualquer pré-julgamento, qual é a responsabilidade de cada um nesse caso da refinaria de Pasadena e em outros episódios envolvendo a Petrobrás. A CPI não é uma demanda das oposições, como querem fazer crer alguns governistas, mas sim da sociedade brasileira", afirmou ontem ao Estado o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves.
 
No Palácio do Planalto, a entrevista de Gabrielli foi tratada com discrição. Auxiliares da presidente procuraram minimizar o impacto da fala do ex-presidente da Petrobrás. A avaliação é que se trata de uma linha de defesa adotada por Gabrielli, já que a operação de compra da refinaria de Pasadena está sob investigação da Polícia Federal, do Ministério Público e do Tribunal de Contas da União (TCU) e ele poderá ser chamado a depor.
 
A expectativa é que a ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, decida amanhã se o Congresso pode instalar uma CPI restrita à estatal, como querem os oposicionistas, ou ampliada - para investigar também o cartel dos trens em São Paulo e no Distrito Federal e obras no Porto de Suape, em Pernambuco -, como desejam os governistas.
 
Líder do PSB na Câmara, o deputado Beto Albuquerque (RS) afirmou que, além de mostrar a necessidade de se fazer a CPI para investigar a operação de compra de Pasadena, ficou claro que Gabrielli "deu um puxão de orelhas" em Dilma.
 
"Quando o Gabrielli assume a responsabilidade pela compra de Pasadena, por ser o presidente da companhia, na época, ele está sendo honesto. Não tem como negar que é mesmo o responsável. E não há como negar que Dilma, então presidente do Conselho de Administração, tem responsabilidade igual", disse. "O Gabrielli botou a bola na marca do pênalti."
 
Já para o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), Gabrielli foi muito claro na entrevista. "Ele disse, sem rodeios: 'somos todos responsáveis'. Não adianta achar que uns vão tirar a sardinha do fogo com a mão do gato. Está muito claro que a então ministra Dilma Rousseff era responsável pela decisão da compra da refinaria. Ela era presidente do Conselho de Administração, que aprovou a compra." Leia MAIS

22 de abril de 2014
in aluizio amorim