"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O QUE LULA NÃO TEM



Viver e muito perigoso. Mas viver no limite da irresponsabilidade é muito mais. Há quem goste. Soa como um desafio. Exemplo: quanto não deve excitar Lula a proximidade da sombra da Lava- Jato? As informações reunidas pelo juiz Sérgio Moro comprometem Lula com o que começou de fato a acontecer durante o seu segundo governo. Era preciso pagar dívidas da campanha de 2006. A saída? Roubar a Petrobras.

LULA É UM sobrevivente (cuidado com sobreviventes. Acham-se capazes de tudo). Sobreviveu à seca no Nordeste, à miséria em São Paulo, aos riscos da vida sindical na ditadura de 64, e a três derrotas seguidas para presidente. O candidato antes favorável à limitação do direito de propriedade privada, ao aborto e à estatização dos bancos virou o Lulinha Paz e Amor e, afinal, elegeu-se.

UM DOS segredos do seu sucesso: a falta de princípios. 

Poderia repetir a sério o que o comediante norte-americano Groucho Marx afirmou fazendo graça: "Esses são meus princípios. Mas se você não gosta deles, tenho outros". Lula por ele: "Sou uma metamorfose ambulante" Lula por Hélio Bicudo, fundador do PT: "Ele só está em busca de vantagem para ele e para sua família"

NA SEMANA PASSADA, Lula reuniu-se com Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados. Pediu-lhe que segurasse qualquer pedido de impeachment contra Dilma. Indecorosa atitude! Um pedido de impeachment que respeite os preceitos legais deve ser mandado adiante. O presidente da Câmara exorbitaria dos seus poderes se o retivesse.

SE SABE disso, Lula não se importa. No seu primeiro governo, telefonou para José Viegas, ministro da Defesa, intercedendo pelo advogado Roberto Teixeira. Havia morado de graça em um apartamento dele em São Bernardo. Pediu a Viegas para facilitar a vida de Teixeira, interessado nos espaços ocupados pela massa falida da Transbrasil em aeroportos país afora. Um ótimo negócio.

A DELÚBIO SOARES, ex-tesoureiro do PT condenado no caso do mensalão, Lula pedia para esconder acesa a cigarrilha que fumava quando era alvo de fotógrafos. Ao senador que o procurou em 2006 dizendo que Marcos Valério, operador do mensalão, queria dinheiro para ficar calado, Lula limitou-se a perguntar: "Você procurou Okamotto?" Paulo Okamotto, hoje, preside o Instituto Lula.

VALÉRIO JAMAIS abriu a boca. Quando tentou, era tarde. Pegou 40 anos de cadeia. Lula escapou depois de se dizer traído pelos mensaleiros e entregar a cabeça de José Dirceu. Nega-se a admitir que o mensalão existiu. Mas pediu o voto de quatro ministros do Supremo Tribunal Federal em favor dos mensaleiros. Um dos ministros: Gilmar Mendes.

O MESMO QUE assistiu, certa vez, a uma cena inesquecível. Estava na antessala do gabinete de Lula, no Palácio do Planalto, quando o viu sair acompanhado de José Sérgio Gabrielli, então presidente da Petrobras. "Veja só, Gilmar. Um procurador da Fazenda, no Rio, está chantageando a Petrobras", narrou Lula. "Eu falei pro Gabrielli: Por que você não manda grampear ele?" Grampo é crime.

LULA NÃO VÊ nada demais em ter informado ao Exército, ao completar 18 anos, que media dois centímetros a mais do que media. Nem vê nada demais no fato do seu filho mais velho ter enriquecido enquanto ele presidia o país. Lula considera natural ter enriquecido prestando serviços a empresários, e de nessa condição aspirar a um novo mandato de presidente. Ilegal não seria. Seria imoral.



23 de setembro de 2015
Ricardo Noblat, O Globo

NOTA AO PÉ DO TEXTO

Em apenas uma frase, Noblat encontrou o nó que caracteriza Lula: "FALTA DE PRINCÍPIOS".
Desse ponto em diante, tudo é permitido. E sabe-se que o centro de toda a desordem e corrupção que se instalou no país, tem apenas um nome: lulismo. O resto dos incautos e espertos que superlotam os escândalos e as falcatruas, é apenas o resto, efeito colateral de um sujeito nefasto, o grande vetor da doença pública chamada corrupção.
O mal que se produziu no país, desde a ascensão de Lula ao poder, é incalculável, não apenas economicamente, mas moralmente.
O Brasil ficou com uma cara desfigurada, atropelado por tanto cinismo, por tanta improbidade, por tanta desonestidade, por tanta corrupção.
Hoje, diante do risco iminente de invalidar o que é, ineditamente, uma demonstração legal de que ninguém está acima da lei; hoje, quando assistimos o cumprimento da Lei, doa a quem doer; hoje, quando o nosso coração se enche de esperança; hoje, quando a espada de Dámocles paira sobre a cabeça da mais importante operação de faxina que esse país já assistiu (um fato inédito para os princípios éticos que até então regiam os escândalos cometidos pelas "celebridades" sempre impunes); hoje tememos a sabotagem que se arma para desmontar a Lava Jato, e libertar das garras da Lei, os ladrões milionários que lesaram, descaradamente, com a cumplicidade do governo, essa pobre República chamada Brasil, apelidada de Banânia pelos que já perderam a esperança de conquistar um país decente.
Esperamos que não se cumpra a armação do STF para libertar essa cambada, que a PF, o MPF e o digníssimo Juiz Sérgio Moro, lutam por manter atrás das grades.
Pior: o nó do lulismo, como uma doença contagiosa, contaminou o caráter nacional, disseminando o tal "gosto de levar vantagem em tudo", sempre bem acompanhado do também notório "jeitinho brasileiro de burlar o direito".
Quem viver verá...
m.americo











LULA: DA MARACUTAIA AO PIXULECO


ipojuca_pontes_13Quando o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, avançou para apanhar a propina de milhões de reais das mãos do empresário Ricardo Pessoa (dono da UTC Engenharia e um dos integrantes do cartel que desviou R$ 6 bilhões dos cofres da Petrobras), foi curto e grosso: “Cadê meu pixuleco?”
Tipo sinistro, orgulhoso de sua acentuada testa à Lênin, Vaccari, mesmo arrolado na faxina da Operação Lava-Jato, firmou-se como homem de confiança do ex-presidente Lula e da cúpula do PT. (Talvez por isso tenha sido contemplado com a boca rica do Conselho da Itaipu Binacional, que lhe rendia dividendos excepcionais).
O fato é o seguinte: o tesoureiro, na sua incessante tarefa de recolher o dinheiro sujo para abarrotar o saco sem fundo do PT, quem sabe por cautela, habituou-se a chamar a propina pelo nome de “pixuleco”. Foi um achado. Sem querer, o petista, ao vulgarizar o neologismo pitoresco, terminou por enriquecer o já vasto vocabulário da safadeza tupiniquim.
Pixuleco aqui, pixuleco acolá – e a cachoeira de pixulecos contagiou o cotidiano (vexatório) da nação. “Pixuleco” virou a palavra da moda, incorporada às conversas dos lares, esquinas e botequins, a estigmatizar uma era de dissolução política e miséria moral. De fato, mais do que significar a reles soma de caraminguás, “pixuleco” tornou-se sinônimo de negociata, a maneira criminosa de como empresários capciosos e partidos políticos no poder passaram a ordenhar, sem pudor, as tetas do Erário.
Na sua carga de sabedoria corrosiva, a população de imediato associou “Pixuleco” ao alegórico Lula Inflável, boneco tratado pelo senso comum como um espantalho para malhação pública nas manifestações de protesto que tomam conta do território nacional.
Em retrospecto, é preciso dizer que muito antes de surgir o termo vulgarizado por Vaccari, o vosso PT e o próprio Lula já tinham inflacionado a língua com a sonora “maracutaia”, sinônimo de fraude, tramoia, espoliação. Basta rememorar: “maracutaia” foi a moeda corrente nos dois mandatos do Dr. Lula. Por trás do sinônimo fraudulento, corria o propinoduto do “mensalão” que estabeleceu a corrupção como forma de hegemonia política e sustentação de poder. Sob o império da compra e venda do voto parlamentar – “maracutaia” típica -, o PT se deu a conhecer como a sigla política mais rica da América Latina e sua cúpula partidária – Zé Dirceu, Genuíno, Palocci, Delúbio, entre outros tantos – como a mais devastadora quadrilha organizada do continente.
Na verdade, não há novidade alguma na adoção do “pixuleco” e da “maracutaia” como prática corrente na “ação política” dos comunistas. Isso vem de longe. De fato, ao longo da trajetória comunista, o roubo, a violência e a mendacidade formam o seu imperativo categórico.
Lênin, o cínico, com sua voz de taboca rachada, gostava de afirmar que “os comunistas estão acima das leis”. Certa vez, na mira de aniquilar os mencheviques liderados pelo rival Kerensky, ensinou ao assecla Sverdlov, também assassino e assaltante, sua técnica de debate: – “Yakov, acuse-os do que você é!”
Já Marx, pai do “socialismo cientifico”, fez pacto com o Diabo no culto à violência. Velhaco recalcitrante, respondeu à bala ao credor que veio lhe cobrar débito antigo. Stalin, genocida feroz, traiu, torturou e mandou fuzilar milhares de “camaradas” com a facilidade de quem bebe um copo d’água. Mao, o “grande timoneiro” que matou mais de cem milhões de pessoas, cometeu atrocidades inimagináveis para tomar e manter o poder. Inventou até uma “revolução cultural” para massacrar os dissidentes. Já velho, virou pedófilo e ia para a cama cercado de adolescentes aos quais violentava com prazer sádico. E Fidel, quando estudante de direito, segundo o jornalista Carlos Franqui, fez nome como sicário, matando sindicalistas cubanos em troca de alguns pesos.
O fato concreto é que os comunistas fazem de tudo para manter o poder: roubam, matam e mentem com método e disciplina inexcedíveis. Entre nós, no controle do Estado, empregam o populismo extorsionário, patrocinam a violência social e manipulam as “instituições vigentes” ao sabor dos seus vis interesses.
Acredite: a única forma de expulsá-los do mando vem pela sublevação da população indignada – e lhe lá! Pois sempre há a ameaça do retorno de um “putin” qualquer.
23 de setembro de 2015
Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.

DILMA: DIDI MOCÓ E DEDÉ NO PODER, SEGUNDO DELFIM


Regime democrático não é pôquer jogado a cada quatro anos, como a presidente gostaria

jose_neumanne_17Com experiência de professor aposentado da USP, ex-czar da economia na ditadura, ex-constituinte, ex-parlamentar e ex-espírito santo de orelha de dois presidentes nos (até agora) 12 anos e 9 meses de lulopetismo no governo federal, Delfim Netto garantiu, em entrevista a Eliane Cantanhêde, no Estado: “A Dilma é simplesmente uma trapalhona”. Didi Mocó e Dedé no poder. E honesta! Mas definiu sua proposta de Orçamento com déficit primário (mais gastos a pagar do que rendas a arrecadar) como uma “barbeiragem”. E o pacote fiscal para debelar a crise, uma “fraude”.
O papa de uma patota de economistas tidos e havidos como da maior competência (até hoje atuantes), dono de uma inteligência comparável à de Lula da Silva e uma cultura invejável, que o outro não tem, pelo visto perdeu a paciência com madama gerenta incompetenta. Mas o brilho de seu raciocínio não impede que se enxergue a impropriedade dessa mistureba, que seu velho inspirador em lógica, Aristóteles, não aceitaria. Déficit em Orçamento é ilícito, pois viola a Lei de Responsabilidade Fiscal. E fraude não é sinônimo de honestidade nem no mais permissivo dos dicionários.
No fragor da batalha pelo controle da Constituição de 1988, Delfim, que então já se dizia “socialista fabiano”, fez uma profecia que hoje se mostra sábia, mas, ao contrário do que se podia deduzir à época, menos devastadora do que de fato viria a ser. Para ele, convinha dar o poder ao Partido dos Trabalhadores, de seu colega parlamentar Luiz Inácio Lula da Silva, de vez que só assim o País se livraria do mal que o mito de santidade da esquerda fazia. Em 2014, às vésperas de uma eleição que ainda parecia indefinida entre a presidente petista e o líder tucano da oposição, Aécio Neves, Delfim vaticinou a interlocutores mais próximos que ela ganharia a eleição. Mas, em seu segundo mandato, os resultados da “nova política econômica” (conforme a inspiração leninista) produziriam tal crise que o governo chegaria ao fim antes dos quatro anos previstos.
Por incrível que pareça, as duas profecias são coerentes entre si. Embora o profeta tenha aconselhado o padim Lula Romão Batista de Caetés em seus dois mandatos e também tenha sido ouvido pela afilhada e sucessora deste, não há como cobrar de Delfim o fato de tal purgatório ter durado tanto. O bom senso do Macunaíma do ABC, com a economia tutelada por Antônio Palocci e Henrique Meirelles, guiou a nau capitânia por mares sem procelas. E, assim, a navegação continuou beneficiada pelo vento de popa, usando a metáfora náutica que deu título às memórias de outro célebre economista da época do milagre econômico da ditadura militar e ex-colega dos dois no Legislativo, Roberto Campos.
O vento de proa que impulsionou a nau sem rumo para a tempestade a pegou no pior momento: quando ao leme estava uma capitã sem habilidades para comandar uma canoa de pescador e completamente inabilitada para dar rumo ao bote salva-vidas que é a situação de momento. Na crise produzida pelo delírio consumista de seu padroeiro ou pelas próprias convicções intervencionistas, a comandanta faz sua “travessia” sem Moisés nem a bonança da conjuntura internacional favorável. Se ela içar as bujarronas, o temporal destroçará o barco. Se as recolher, o afundará por inércia.
Faltam-lhe perícia, humildade e sensatez. Resta-lhe apelar para a boia à mão: a velha democracia burguesa, que ela sempre odiou, tal como Robespierre e Marat. “Ei, vocês aí da oposição: não venham de borzeguins ao leito. Fui eleita pela maioria dos cidadãos e vocês têm de aceitar a vontade das urnas” – berra, teimosamente, essa meia-verdade. Mas é cada vez menos ouvida, pois a tempestade rugindo e os vagalhões minando a estrutura do barquinho sem rumo tornam sua gritaria, normalmente incompreensível, uma algaravia incapaz de iludir náufragos ameaçados pelo afogamento.
A tarefa dela não é fácil. Enquanto se agarra ao bote repetindo “eu sou a democracia”, bagagens e outros passageiros são jogados ao mar sem dó. Há 15 dias, neste pedaço de página, referi-me a 1 milhão de trabalhadores perdendo o emprego neste primeiro ano de segundo desgoverno. Agora, já se fala em 1,6 milhão – 60% mais!
E como instrumento de navegação ela só dispõe da ilusão de que é A democracia. Pois, favorita dos mortadelas, ela teve mais votos do que o candidato dos coxinhas há dez meses e meio. Mas sua democracia não é a de Danton e Jefferson. Em sua cabeça, entorpecida por Marx, Lenin, Stalin, Lula e devotos do pixuleco, ela a encara como um pôquer disputado a cada quatro anos, com cacife assegurado pelo período intermediário para criar ministérios e outros penduricalhos para a barganha com aliados.
Ela se diz heroína da liberdade, ainda que a ditadura que ela combatia e a que ela almejava fossem siamesas, embora antípodas. A mentira bastaria para desqualificar sua versão do regime, que não é o menos ruim de todos (apud Churchill), mas o melhor para a cupinchada. E há quem reze “diuturnamente e noturnamente” para ela pedir perdão, pagar penitência dividindo o doce e prosseguir!
Até hoje, lendo no tele-prompter patacoadas de seu marqueteiro Patinhas, Dilma garante que arriscou a vida pela liberdade, mas não se sente na obrigação de mostrar nenhum dos muitos documentos de grupos armados contra os milicos que tenha citado uma vez só a palavra “democracia”. Isso já faz tempo e ela está ocupada demais para rememorar inconveniências. Mas quando é que ela vai enfrentar os panelaços num pronunciamento público em cadeia de rádio e televisão para execrar o que Genoino, Dirceu e Delúbio fizeram do PT? E afastar Edinho, Oliva e outros acusados dessa confusão criminosa entre coisa pública e república (hospedaria) de quem aderiu ao capitalismo do propinoduto? Podia até aproveitar e exigir atitude similar dos adversários tucanos com o Aloysio lá deles, ora!
23 de setembro de 2015
José Nêumanne Pinto é jornalista, poeta e escritor.

O POVO NÃO AGUENTA MAIS ESSES COMUNISTAS DO MST INVASORES DA PROPRIEDADE ALHEIA

Stédile, ‘chefe’ do MST, é escorraçado ao chegar ao Aeroporto de Fortaleza e sai em carro de luxo


POR FAVOR JURISTAS DO BRASIL..O COMUNISMO MATOU MAIS QUE O NAZISMO. QUE TAL A MESMA LEI! Ser NAZISTA é crime... É preciso ter uma Lei que considere que,ser COMUNISTA é crime, assim como, ser NAZISTA é crime...O COMUNISMO MATOU muito mais que o NAZISMO...

ESSA ORGANIZAÇÃO DE COMUNISTAS DO MST CRIADA POR LULA DA SILVA OBEDECE OS MESMOS MOLDES em conflito social que os BOLCHEVIQUES. Lançaram à época na Rússia comunista o lema Pão, Paz e TERRA com o intuito de angariar apoio popular.

Enfim, tudo devia ser VERMELHO, assim como, para os atrasados do nosso mundo moderno que insistem em trazer o mundo da desgraça para todos. Hoje, vivemos sob o TERROR de perder tudo que conseguimos ao longo da vida TRABALHANDO..

É exatamente assim que, esse sujeito da nossa atualidade, o número 1 do MST, imagina o seu futuro em ser o grande COMANDANTE VERMELHO DO BRASIL.. E, é, evidente que a MATANÇA de seres humanos entraria em pauta, igual ao NAZISMO e o COMUNISMO.


RESERVAS DO BRASIL SÃO DE U$ 370 BILHÕES. SÓ A DÍVIDA DA PETROBRAS É DE U$ 513 BILHÕES. SOMOS UM PAISECO QUEBRADO.


Petrobrás passa por crise financeira

Somente a dívida em dólar da Petrobras equivale a quase 10% do PIB do país. E supera em quase 40% todas as reservas cambiais do país. Imaginem as dívidas das outras empresas. Se o Brasil quiser pagar a dívida apenas da estatal roubada pelos petistas, acaba  o dinheiro. Esta comparação destrói certas lendas contadas pelo PT de que temos uma situação sólida. Mentira. Podemos quebrar a qualquer momento. A disparada do dólar, que atingiu nesta terça-feira a maior cotação do Plano Real, agravou ainda mais a situação financeira da Petrobrás. Desde de junho, a estatal já contabilizou uma alta de cerca de R$ 100 bilhões nas dívidas em moeda estrangeira. 

As estimativas foram feitas pela consultoria Economática, a pedido do Estado, e considera a cotação de R$ 4,04 para a moeda americana. Nesta terça-feira, diante das incertezas sobre os rumos da política econômica brasileira, o dólar comercial fechou a R$ 4,05.

Com mais de 70% de sua dívida em moeda estrangeira, a estatal é extremamente vulnerável à variação cambial. A reação dos mercados, nesta terça-feira, foi imediata. As ações da Petrobrás amargaram os menores preços desde 2004, fechando o pregão da BM&FBovespa com queda de 3,13% nas ordinárias e de 4,52% nas ações preferenciais.

23 de setenbri de 2015
in coroneLeaks

CORRUPTOS DA LAVA JATO ESCAPAM DO JUIZ MORO. O STF PETISTA CUMPRE A SUA MISSÃO.


(O Globo) O Supremo Tribunal Federal (STF) desvinculou totalmente da Operação Lava-Jato nesta quinta-feira a investigação contra a senadora Gleisi Hoffman (PT-PR). Ficou decidido que os supostos desvios de dinheiro do Ministério do Planejamento, pelos quais a parlamentar é investigada, não têm relação com o esquema de corrupção na Petrobras. Com isso, a investigação contra a senadora ficará no STF, mas não sob a relatoria do ministro Teori Zavascki, que conduz inquéritos da Lava-Jato. Outros suspeitos de participar do mesmo esquema sem direito ao foro especial terão inquéritos abertos na Justiça Federal em São Paulo; e não na Vara de Curitiba comandada pelo juiz Sérgio Moro.


Os indícios contra Gleisi surgiram a partir de depoimentos em delação premiada na Lava-Jato. Com a decisão desta quarta-feira, o STF abre caminho para que crimes descobertos em decorrência da Lava-Jato sejam considerados casos independentes, sem vinculação com a investigação central. Voz minoritária no plenário, o ministro Gilmar Mendes alertou para o risco desse tipo de decisão enfraquecer as investigações.

- É uma questão de grande relevo. Do contrário, não estaria tendo essa disputa no próprio âmbito do tribunal. No fundo, o que se espera é que o processo saia de Curitiba e não tenha a devida sequência em outros lugares. Vamos dizer em português bem claro - afirmou o ministro.

Segundo Gilmar, o esquema no Ministério do Planejamento tem relação com o da Petrobras. Ele concordou com o argumento do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, de que os operadores são os mesmos e também a forma de agir. Para o ministro, se Moro perder a condução do processo, a investigação poderá ser prejudicada, porque o novo juiz não conhece os casos da Lava-Jato em profundidade.

- Se espalharmos o processo para São Paulo, Uberaba ou Cuiabá, certamente estaremos contribuindo para essa grande confusão. Nunca lidamos com uma organização criminosa e não tem, na história desse país, nenhuma notícia de uma organização criminosa desse jaez, fato que nos envergonha por completo. Estamos falando do maior caso de corrupção do mundo - afirmou Gilmar.

O relator da questão, ministro Dias Toffoli, afirmou categoricamente que não há qualquer relação entre os desvios pelos quais Gleisi responde e o esquema de fraudes na Petrobras. Por isso, Zavascki não poderia ser o relator. Toffoli também questionou a preferência do Ministério Público por Moro, como se ele fosse o único juiz no Brasil com capacidade para conduzir um processo desse tipo.

- Verifica-se não existir condição de incindibilidade entre o evento Petrobras e os demais. O simples fato de a Polícia Federal denominar de fases as Operação Lava-Jato não se sobrepõe às normas técnicas legais disciplinadores da competência. Há Polícia Federal e há juiz federal em todos os estados do Brasil. Não há que se dizer que só haja um juízo que tenha idoneidade para fazer investigação ou para seu julgamento. Só há um juiz no Brasil? Estão todos os outros juízes demitidos de sua competência? Vamos nos sobrepor às normas técnicas processuais? - questionou Toffoli.

JUSTIÇA DE SP CONDUZIRÁ PROCESSO
Em seu voto, Toffoli afirmou que uma prova obtida por delação premiada em uma investigação específica pode ser usada para respaldar outra investigação, de um assunto totalmente diferente. Nesse caso, o juiz responsável pelo caso não precisaria ser o mesmo da investigação original. Na semana passada, concordando com essa tese, o presidente do tribunal, Ricardo Lewandowski, sorteou o caso para um novo relator – no caso, Toffoli.

O relator escolheu a Justiça Federal de São Paulo para conduzir o processo porque a maior parte dos contratos alvo da investigação foi firmada em São Paulo. Outro motivo seria o fato de a Consist ter sede em São Paulo. A empresa firmou contratos com o Ministério do Planejamento e teria desviado dinheiro para custear a campanha de Gleisi ao governo do estado no ano passado. Segundo as investigações, o ex-vereador do PT Alexandre Romano, preso na Lava-Jato, era o operador dos repasses. O caso de Romano, que estava nas mãos de Moro, passará à Justiça Federal paulista.

Além de Toffoli, votaram para a remessa do processo para São Paulo outros seis ministros: Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Cármen Lúcia, Marco Aurélio e Lewandowski. Gilmar e Celso de Mello defenderam a devolução do caso para Moro e que Zavascki fosse o relator do caso Gleisi. Luís Roberto Barroso declarou que não caberia ao STF definir o juiz indicado para julgar essas pessoas. Por isso, ele queria que os autos fossem devolvidos a Moro, que definiria o responsável pelas investigações. O ministro Luiz Fux não estava presente.

Por ter direito ao foro especial, os documentos referentes ao caso Gleisi foram enviados ao STF e registradas como petição. Os autos foram encaminhados a Zavascki, por ser ele o relator dos inquéritos da Lava-Jato. No entanto, o ministro verificou que não havia conexão com o caso e enviou os documentos a Lewandowski – que, por sua vez, sorteou um novo relator para a petição: Toffoli.

O procurador-geral da República insiste em vincular o caso Gleisi à Lava-Jato. Ele queria que as apurações contra a senadora ficassem nas mãos de Zavascki e que as pessoas sem foro ficassem sob a condução de Moro. Janot ressaltou que, embora os contratos tenham sido assinados em São Paulo, o dinheiro desviado serviu para pagar despesas em Curitiba.

- Essa investigação não se dirige a pessoas ou empresas, mas a uma organização criminosa com vários ramos, que opera de maneira uniforme, com modus operandi idêntico, com vários atores, e opera em diversas frentes - disse o procurador-geral.

Sem contar com Gleisi, que ainda não teve inquérito formalmente aberto no STF, são 58 os investigados na Lava-Jato no tribunal. Desses, 23 são deputados federais e 13 são senadores. Entre os alvos dos inquéritos estão o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Fernando Collor (PTB-AL) e o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva. O inquérito de Edinho está oculto – ou seja, sem a divulgação de qualquer andamento processual. Há outros inquéritos ocultos na Lava-Jato sobre os quais não se sabe nem o nome dos investigados

23 de setembro de 2015
in coroneLeaks

NOTA AO PÉ DO TEXTO
Trago os comentários, reveladores do que pensa o eleitor e cidadão brasileiro.
m.americo

15 COMENTÁRIOS:

Anônimo disse...
Essa oposição está dormindo de touca.
Lula como consultor adjunto da Dilma....e ninguém fala nada...
Distribuição de ministérios ao PMDB (venda isso sim!) e ninguém fala nada...
São uns babacas.
Lilyane
Anônimo disse...
Coronel se o Juiz Sérgio Moro ver que isto vai desatar e virar pizza tem que jogar tudo no ventilador , para a população saber e tonar atitudes e não deixar sair barato, isto aqui não vai virar Venezuela.
Anônimo disse...
Um país que depende de um único juiz já está morto e não sabe. Joguem a terra a acabem com isso.
Anônimo disse...
O Brasil está caindo de podre. Ninguém é confiável, todo mundo tem um preço e está à venda. Só a mobilização popular permanente pode por fim a esse estado de promiscuidade.
Anônimo disse...
Quero crer que o Moro não é o único juiz que deseja por na cadeia os corruptos que atuaram durante os governos petistas. Se assim fosse teríamos de abandonar o país, pois a justiça não serviria pra nada e teríamos a lei do mais forte. Se tivermos de depender unicamente do Juiz Moro então o Brasil é um caso perdido.
Anônimo disse...
Desta forma a bonitinha mas ordinária vai escapar fácil.
Reformista disse...
Vamos passar um rolo de moralização nesse país, começando pelo uso de bens e recursos públicos por políticos inescrupulosos.
marcirio disse...
Na verdade o que essa cambada de ministros comprados pelo PT quer é esvaziar o poder do juiz Sergio Moro. Tanto para proteger seus companheiros de partido, como em outra hipótese que não deve ser descartada, é por inveja; por verem que o juiz Moro é um homem sério, acima de quaisquer suspeitas e eles, todo o Brasil sabe, são corruptos vendidos aos bandidos petistas. Estão pagando favores. Canalhas!
Anônimo disse...
Os Joaquim Silvério dos Reis do século 21.

Vão colher amargos frutos deste crime cometido contra 200 milhões de infelizes.
Anônimo disse...
Os tentáculos da orcrim são longos...
roberto7c disse...
É preciso que esses FDP do STF saibam que a operação é a LAVA JATO e não Petrobras.
Anônimo disse...


Para acabar com essa corrupção criminosa no governo é preciso acaba com Lula, para acabar com essa corrupção criminosa na justiça, blindagens dos ladrões do patrimônio brasileiro É PRECISO ACABA COM OS BANDIDOS TOGADOS DAS CÔRTES. Os bandidos togados devem ser banidos antes, porque são mais destruidores da soberania brasileira e sem eles os petistas não escaparão do rigor da Lei.

Se BANDIDOS TOGADOS nas corte, a justiça brasileira voltará a servir ao Brasil.
Anônimo disse...
Eis o motivo principal para o impeachment da vagabunda. Com ela fora do poder, seria possível uma limpeza neste governo e acabar com a impunidade e estas manobras se esvaziariam.
Anônimo disse...
Já havia lido sobre o assunto lá no blog O Antagonista.

Agora, vejo aqui no blog do Coronel.

O PT CONSEGUIU O QUE QUERIA: APARELHAR O STF!

ISTO É UMA VERGONHA!


Chris/SP
Anônimo disse...
ESSE É O STPF (SUPREMO PETRALHA TRIBUNAL FEDERAL),UM COVIL DE BANDIDOS.

TARDA, MAS NÃO FALHA; CAI A MÁSCARA DO VALENTE...

23 DE SETEMBRO DE 2015

EM DESTAQUE: CHICANEIROS COMEMORAM...



AS REDES SOCIAIS REAGEM A DECISÃO DO TRIBUNAL BOLIVARIANO DO BRASIL

23 de setembro de 2015

JOGO DE AZAR...

Adicionar legenda23 DE SETEMBRO DE 2015

LULA E SEUS PETRALHAS CONSEGUIRAM DETONAR A BOVESPA QUE PERDE O POSTO DE MAIOR MERCADO ACIONÁRIO DA AMÉRICA LATINA


A Bovespa perdeu o posto de maior mercado acionário da América Latina para a bolsa de valores do México. Segundo dados da provedora de informações financeiras Economatica, as empresas listadas na bolsa brasileira terminaram nesta quarta-feira valendo 471,6 bilhões de dólares. Na mexicana, o valor somado foi de 478,8 bilhões de dólares.
Ainda segundo a Economatica, o maior valor de mercado das companhias nacionais foi registrado em abril de 2011, em 1,53 trilhão de dólares. Desde então, a Bovespa perdeu 1,05 trilhão de dólares. O resultado de setembro não era visto desde dezembro de 2005, quando as empresas brasileiras valiam 446,6 bilhões de dólares. Já as empresas mexicanas atingiram o seu pico em agosto de 2014, com 625,7 bilhões de dólares.
Um dos fatores que influenciaram a queda de valor de mercado no Brasil foi a valorização do dólar. Considerando a taxa Ptax do período de dezembro de 2010 a 23 de setembro de 2015, o dólar teve alta de 146,31% em relação ao real, enquanto no México a valorização foi de 38,02%. 

23 de setembro de 2015
in aluizio amorim

DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL BOLIVARIANO DO BRASIL ESVAZIA LAVA JATO PARA SOLTAR OS LADRÕES. REDES SOCIAIS REAGEM.

O Ministro Gilmar Mendes lutou até o último segundo para evitar a operação abafa que pode prosperar para livrar os corruptos e ladrões das malhas da lei. Foi seguido por Celso Melo, mas venceu a tese que favorece os bandidos.
Numa decisão que turva o futuro da Operação Lava Jato no Judiciário, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira desmembrar a investigação contra a senadora Gleisi Hoffmann, do PT do Paraná, hoje concentrada nas mãos do ministro Teori Zavascki. Com o entendimento de que o caso da petista não está diretamente conectado ao petrolão, outro ministro deverá analisar as denúncias - José Dias Toffoli foi o escolhido. Outra parte da apuração, que não envolve políticos com mandato, será remetida para a Justiça de primeira instância, em São Paulo.
A decisão do Supremo abre precedente para que a Lava Jato seja toda fatiada e suas ações penais, hoje nas mãos do juiz Sérgio Moro na primeira instância e do ministro Teori Zavascki em Brasília, acabem espalhadas pelas diferentes cortes do país. Em síntese, o Supremo entendeu que os processos deverão ser analisados por juízes instalados nas Varas onde os crimes foram cometidos.
A primeira consequência da decisão de espalhar pedaços da Lava Jato pela Justiça nos estados será tirar parte considerável das investigações da responsabilidade do juiz Sérgio Moro e da equipe de procuradores do Ministério Público Federal do Paraná. A decisão também mina o pilar central da Lava Jato: de que foi uma mesma quadrilha quem operou um contínuo assalto à República, cujo pano de fundo era um projeto de perpetuação do Partido dos Trabalhadores e seus aliados no poder.
As redes sociais já reagem à decisão dos ministro bolivarianos do STF

CHICANEIROS COMEMORAM
Os votos dos ministros foram comemorados por advogados de presos pela operação da Polícia Federal. Tirar os processos das mãos do juiz Sérgio Moro, considerado irredutível e duro, era uma das principais táticas dos defensores para tentar escapar de condenações.
Dos dez ministros presentes na corte - Luiz Fux não estava -, somente Gilmar Mendes e o decano Celso de Mello votaram contra retirar os processos da Lava Jato da Justiça Federal do Paraná. "No fundo, o que se espera é que processos saiam de Curitiba e não e não tenham a devida sequência em outros lugares. É bom que se diga em português claro", advertiu Mendes.
Em um célebre voto, Celso de Mello afirmou: "O Ministério Público Federal destacou que a investigação penal, não obstante fragmentada em diversos inquéritos e procedimentos de apuração de delito, tem por objeto uma vasta organização criminosa de projeção tentacular com métodos homogêneos de atuação, integrada por diversos atores e protagonistas e operando por intermédio de vários núcleos com idêntico ou semelhante modus operandi na captação, operacionalização e distribuição criminosa de vantagens ilícitas".
A ministra Cármen Lúcia, favorável a retirar o caso Gleisi dos juízes originais da Lava Jato, rebateu a interpretação de que a decisão do Supremo comprometa as investigações do petrolão. "Não está a se cogitar em nenhum momento que alguém queira demorar, retardar, desfazer ou fragilizar o que tem que ser fortalecido", disse. O presidente do Supremo, Ricardo Lewandowski, foi além. Para ele, o fatiamento das investigações, ainda que em princípio apenas no caso julgado hoje, tem "caráter eminentemente profilático", já que preveniria possíveis questionamentos futuros sobre a competência de Sergio Moro para julgar todos os casos da Lava Jato.
"Não está se beneficiando quem quer que seja. Está afastando eventuais declarações de nulidade no futuro. Não se trata de querer colocar dificuldades à investigação, mas estamos afastando quaisquer obstáculos que podem surgir no futuro. O comando da operação e o sucesso dessa operação repousa nas mãos do doutor Rodrigo "Janot", disse.
23 de setembro de 2015
in aluizio amorim

LÍDER DO MST, JOÃO PEDRO STEDILE, É HOSTILIZADO AOS GRITOS DE "MST VAI PRA CUBA COM O PT!"

GRUPO PROTESTA E XINGA LÍDER SEM-TERRA NO AEROPORTO DE FORTALEZA

JOÃO PEDRO STÉDILE, COORDENADOR NACIONAL DO MST. FOTO: CAPTURA/YOUTUBE

O dirigente do Movimento dos Sem-Terra João Pedro Stédile, principal liderança do MST, foi hostilizado no desembarque, ontem (22), no aeroporto de Fortaleza. 
Um grupo de cerca de 20 pessoas cercou sem-terra e começaram gritos, apitos e buzinas: 
"MST vai pra Cuba com o PT!", "terrorista!" e "vagabundo!" foram alguns dos xingamentos do manifestantes contra o líder sem-terra, que foi acompanhado pelo grupo até deixar o aeroporto. Veja o vídeo abaixo:


23 de setembro de 2015
diário do poder


CORPO FORA... EI! ALGUÉM SURPRESO PELAÍ? VAI PRA CURITIBA, CARA DE PAU!

CUNHA TIRA CORPO FORA E NÃO QUER IMPEACHMENT COMO DECISÃO SUA
PRESIDENTE DA CÂMARA DIZ QUE DECISÃO SERÁ EXCLUSIVA DO PLENÁRIO


PRESIDENTE DA CÂMARA DIZ QUE DECISÃO SERÁ EXCLUSIVA DO PLENÁRIO. FOTO: DIDA SAMPAIO/ESTADÃO CONTEÚDO


O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), respondeu nesta quarta-feira, 23, à questão de ordem apresentada pela oposição na semana passada questionando o trâmite de um eventual processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. 
Ele não respondeu, no entanto, uma questão de mérito, adiando assim sua manifestação a respeito da possibilidade de atos praticados no mandato anterior poderem ensejar um pedido de impedimento no governo atual.

"Deixo de receber a primeira questão por não envolver 'dúvida sobre a interpretação do regimento na sua prática exclusiva ou relacionada com a Constituição Federal'", respondeu Cunha. "

A indagação sobre a possibilidade de responsabilização do presidente da República reeleito por atos praticados no curso do primeiro mandato, no exercício das funções presidenciais, não se reduz a uma questão de procedimento ou interpretação de norma regimental. 
Trata-se, de fato, do cerne da decisão adotada pelo plenário, a partir do trabalho da comissão especial", diz o presidente na resposta.

A oposição queria pressionar Cunha a tomar uma posição em relação à possibilidade de se usar as chamadas "pedaladas fiscais" para justificar o processo de impeachment. 

A manobra de atrasar a transferência de recursos do Tesouro Nacional para a Caixa realizar o pagamento de benefícios sociais é um dos pilares de sustentação do pedido de impedimento apresentado a Cunha na última quinta-feira pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Reale Júnior.

O jornal o Estado de S. Paulo já havia informado na terça-feira, 22, que Cunha não se manifestaria sobre esta questão. O peemedebista havia dito entender que uma "tese" não poderia ser tratada na questão de ordem. "Isso é mérito de decisão. Responder a isso significa responder antecipadamente ao pedido", disse Cunha no início da semana.

Até o final do mês, oposicionistas esperam que Cunha se manifeste sobre o pedido de impeachment de Bicudo, fundador do PT, e Reale Júnior, ex-ministro de Fernando Henrique Cardozo.

O mais provável, dizem aliados de Cunha e defensores do impeachment, é que o presidente da Câmara rejeite o pedido para não se envolver diretamente com a abertura de um processo de impedimento, o que aumentaria ainda mais seu desgaste com o Planalto.

Diante do indeferimento, oposicionistas apresentariam um recurso ao plenário. Para aprová-lo, basta ter maioria simples, ou seja, 50% mais um dos presentes. Caso obtenham sucesso, Cunha é obrigado a criar uma comissão especial, de onde sairá um parecer que será votado em plenário.

A aprovação do parecer exige dois terços de votos favoráveis, o que significa 342 deputados votando a favor da abertura do processo de impeachment. 
Aberto o processo pela Câmara, o presidente da República é afastado e o processo vai ao Senado. 
O julgamento é presidido pelo comandante do Supremo Tribunal Federal (STF). 
Durante o período de afastamento, a Presidência é assumida interinamente pelo vice-presidente. (AE)


23 de setembro de 2015
diário do poder

TOMA LÁ, DA CÁ...

DILMA ADOTA TÁTICA DE CALAR DESCONTENTES COM CARGOS
LÍDER DO PDT QUE 'ROMPEU' COM GOVERNO DILMA VAI VIRAR MINISTRO

LÍDER DO PDT, QUE ANUNCIOU ROMPIMENTO COM GOVERNO, VIRA MINISTRO. FOTO: PDT
O rompimento do PDT com o governo Dilma, anunciado pelo líder na Câmara dos Deputados, André Figueiredo (CE), durou apenas algumas semanas: tempo suficiente para que a presidente oferecesse um cargo de prestígio ao parlamentar. A pasta das Comunicações foi oferecida e aceita pelo deputado cearense, que se reúne com Dilma na noite desta quarta-feira (23) para oficializar a nomeação.
Há pouco mais de um mês, durante o debate sobre o projeto de combate ao terrorismo, o próprio André Figueiredo disse que o PDT havia decidido, por unanimidade, deixar a base de apoio do governo Dilma, pois os parlamentares não admitiam ser chamados de "traidores". André, que até citou o fundador do partido, Leonel Brizola, provou que a independência foi apenas um blefe para ganhar terreno. Confira abaixo o discurso inflamado do líder do PDT, no dia que "rompeu" com o governo.



23 de setembro de 2015
diário do poder


POSSIBILIDADE DE RENÚNCIA DE DILMA ASSUSTA LULA


Quando se trata de Dilma Rousseff, é bom ter cautela nas conclusões, mas ela parece ter compreendido o poder que a renúncia lhe dá. A hipótese de entregar o boné aplacou a sabotagem contra o Planalto que Lula e o PT praticam.
Os companheiros vinham malhando todo ensaio de medida restritiva adotado por seu próprio governo. Na Argentina, 11 dias atrás, Lula condenou o ajuste fiscal.
Preservar a conduta dúbia seria ideal para o lulismo. Manter-se-ia desobstruído o escape de emergência, em caso de impeachment, para um período de recolhimento de cacos em que tudo seria terrível para o PT, menos a faculdade de discursar como vítima de “golpismo”, na oposição a um governo também obrigado a conduzir ações impopulares.
PRÊMIO DE CONSOLAÇÃO
A renúncia da presidente, contudo, anularia até mesmo esse prêmio de consolação ao petismo. Como posar de injustiçado se a criatura voluntariamente desistir de governar? Como opor-se de corpo e alma a algo que terá sobrevindo diante da assunção incontestável de incapacidade?
Lula despenhou-se para Brasília quando começou a cair a ficha de que a renúncia poderia ser uma atitude de rebelião de Dilma contra o progressivo isolamento imposto pelo seu criador. O ex-presidente engoliu tudo o que dissera –como de hábito– e cerrou fileiras com o esfolamento tributário da população, proposto por um palácio atarantado.
MÁRTIR DO IMPEACHMENT
Para o enredo de saída do PT, Dilma precisa ser a mártir do impeachment. A presidente decifrou o jogo e chacoalhou a seu favor a bandeira da renúncia, embora ainda não tenha chegado ao ponto em que abandonar o cargo passa a ser uma cogitação diária do governante acuado.
Quando essa fase começa, o verbo renunciar deixa de ser conjugado apenas na voz ativa. O mandatário, mais ou menos como o paciente terminal diante do suicídio assistido, pondera se é melhor “ser renunciado” e evitar humilhação maior.

23 de setembro de 2015
Vinicius Mota
Folha