"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

BLACK BLOKS BRASIL... UM OUTRO BBB!


 
 



O Partido dos Trabalhadores (PT) transformou o brasileiro em um ser insignificante e desinteressante.
O PT enlixou o povo brasileiro e os brasileiros do Brasil do PT são pessoas absolutamente substituíveis que não possuem coisa ímpar alguma; são seres genéricos que podem ser trocados sem reflexão por tantos outros de mesma forma genéricos.
O socialismo e o comunismo fazem isto.

O PT fez com que o brasileiro achasse mais valor em um famoso desconhecido do que na centelha divina que está dentro do seu próprio coração.

O brasileiro do Brasil do PT não sabe quem é, mas sabe a data de nascimento dos membros do grupo musical que ele idolatra.
 
O brasileiro do Brasil do PT não sabe de onde veio, mas sabe qual a comida favorita do escritor que ele louva.
 
O brasileiro do Brasil do PT não sabe porque está aqui, mas sabe se a atriz que ele venera gosta de cores quentes ou frias.
 
O brasileiro do Brasil do PT não sabe para onde vai, mas sabe todos os títulos do time de futebol que ele endeusa.
 
O brasileiro do Brasil do PT não sabe coisa alguma sobre o seu verdadeiro Eu, mas sabe tudo sobre o falso Eu dos outros.
 
O brasileiro do Brasil do PT não vê graça alguma em seu verdadeiro Eu, mas acha o máximo o falso Eu dos outros.
 
O brasileiro do Brasil do PT vive nas mentiras e nas ilusões da matéria e a futilidade já impregnou o seu Ser.
 
O PT transformou o brasileiro em um ser integralmente desinteressante que nada tem sobre si e cujos únicos “troféus” que tem a exibir dizem respeito aos outros.
 
É por isto que há pessoas que a “melhor” coisa que têm em si é que são “fãs” de algo ou alguém.
O Brasil está tão entorpecido pelo petismo que não sente o cheiro desta mediocridade.
21 de outubro de 2013
Ray Pinheiro


PEQUIM É AQUI...

 
 


Faz 50 anos. Diante da movimentação das Ligas Camponesas, do desafio à hierarquia militar, de anúncios de gente ligada ao Governo sobre reformas “na lei ou na marra”, o governador paulista Adhemar de Barros advertiu: “Vai chover”. Choveu. A chuva inundou o Brasil por 21 anos, e tem consequências até hoje.
 
Dilma Rousseff teve de chamar o Exército para garantir o leilão do campo petrolífero de Libra, no pré-sal, marcado para esta segunda. Os petroleiros decidiram entrar em greve contra o leilão, acusando as elites brasileiras de vender o país aos estrangeiros ─ de novo, a ligação entre o que chamam de A Zelite e U Zianque.
Este leilão é defendido por um especialista no ramo, Haroldo Lima, líder histórico do Partido Comunista do Brasil, que pode ser tudo menos amigo du Zianque. Aliás, muitas das grandes empresas petrolíferas ocidentais preferiram ficar fora; mas as grandes estatais petrolíferas chinesas estão na disputa. Sejam suas alegações falsas ou não, a greve dos petroleiros é explosiva: pode parar o país ─ como, em 1973, a greve dos caminhoneiros parou o Chile. E deu no que deu.

Um Governo que, para cumprir sua decisão, precisa chamar o Exército, mostra que não se sente forte. Instituições que não conseguem impedir o MST e o MTST, as Ligas Camponesas de hoje, de invadir prédios do Governo e ocupar áreas privadas, nem se sentem em condições de enfrentar mascarados que usam porretes, marretas, estilingues e pedras, mostram fragilidade. Exército e Polícias estão descontentes com verbas e salários.

O clima é instável, sujeito a chuvas.
Pequim é aqui
O Windsor Barra Hotel, um dos mais luxuosos do Rio, com 338 apartamentos de frente para o mar, está inteiramente tomado por chineses. Por coincidência, este é o hotel em que será realizado o leilão do campo petrolífero de Libra.


21 de outubro de 2013
graça no país das maravilhas

MAIS FALCATRUAS DESTE PT



DESCOBERTA MAIS UMA FALCATRUA REPUGNANTE E NAUSEABUNDA DE MAIS UM CAPANGA DE LULLALAU LULLARÁPIO TRAVESTIDO DE "MINISTRO":
 
SARAIVA FELIPE É PEGO COM AS CUECAS NA MÃO, COBRANDO PEDÁGIO DE UMA DISTRIBUIDORA DE MEDICAMENTOS PARA FACILITAR OS "NEGÓCIOS" JUNTO AO MINISTÉRIO DA DOENÇA DILLMOLULLOPETRALLHA E À ANVISA! CANALHA! ORDINÁRIO! ASSASSINO! É POR ISSO QUE A POPULAÇÃO POBRE BRASILEIRA ESTÁ MORRENDO À MÍNGUA SEM MEDICAMENTOS E SEM ASSISTÊNCIA MÉDICA DECENTE! ISSO É GRAVÍSSIMO!
 
BRASILEIROS.... BASTA! VAMOS ARRANCAR ESSA FACÇÃO CRIMINOSA DO PODER, JÁ! PT E BASE ALUGADA NUNCA MAIS!

21 de outubro de 2013
ANDRE MARCIO MURAD

O HUMOR DO DUKE

Charge O Tempo 21/10
 
 
21 de outubro de 2013

 

LIBRA: DILMA ABUSA DO UFANISMO E DA DESFAÇATEZ AO FALAR DO SUCESSO DE LEILÃO COM APENAS UM INTERESSADO

 

Conversa mole – No discurso que fez à nação para falar sobre o leilão do Campo de Libra, realizado na tarde desta segunda-feira (21) no Rio de Janeiro, a presidente Dilma Rousseff disse que a operação foi um sucesso.

Um palavrório que já era esperado, pois afinal a presidente precisa manter no ar o mote populista “o petróleo é nosso”, não importando a grave situação financeira da Petrobras, que integra o consórcio que explorará o campo petrolífero no pré-sal.

Em cadeia de rádio e televisão, a presidente afirmou que o leilão dará ao Brasil mais soberania, assim como aos brasileiros garantirá um futuro melhor.
Dilma disse que em 35 anos a União receberá da operação, da operação decorrente do leilão de Libra, pouco mais de R$ 1 trilhão, valor que o Estado brasileiro, como um todo, arrecada anualmente em impostos.
Ou seja, muito pouco dinheiro para período tão longo. Esse montante mencionado por Dilma é composto da seguinte forma: R$ 15 bilhões do bônus de assinatura, R$ 270 bilhões em royalties e R$ 736 bilhões em excedente de óleo. A presidente falou também em batida de martelo no leilão, o que não acontece quando existe apenas um interessado.

Além da Petrobras, que detém 40% do consórcio (30% obrigatórios), participam da operação a anglo-holandesa Shell (20%), a francesa Total (20%) e as estatais chinesas CNPC (10%) e CNOOC (10%).

O que se especula no mercado financeiro é que o governo chinês, por meio de suas estatais do setor, poderá injetar no negócio o dinheiro que é de responsabilidade da Petrobras, recebendo o valor investido em petróleo. O governo de Pequim adiantou um grande volume de dinheiro à Venezuela, que está devolvendo o montante em remessas diárias de 600 mil barris de petróleo.

A presidente pode falar o que bem quiser acerca do leilão, que não pode ser rotulado como tal porque só teve um interessado. Não custa lembrar que o governo brasileiro esperava a participação de pelo menos 40 empresas do setor no leilão do Campo de Libra, mas apenas 11 pagaram R$ 2 milhões para obter o edital e habilitar-se automaticamente. As três maiores empresas petroleiras do planeta – ExxonMobil, British Petroleum e British Gas – desistiram de participar da disputa.

Das onze empresas habilitadas, uma delas, a espanhola Repsol, desistiu horas antes do início do leilão, que contou com um esquema de segurança típico de país em guerra civil.

Considerando o desinteresse em cadeia por parte das maiores petroleiras internacionais, falar em sucesso é devaneio em último grau. Mesmo assim, a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Magda Chambriard, não se conteve e disparou durante entrevista concedida no Rio: “Sucesso maior que esse é difícil de imaginar”. Em suma, o que não faltou foi ufanismo e desfaçatez no vácuo do leilão (sic) do Campo de Libra.

21 de outubro de 2013
ucho.info

LÁ DAS BANDAS DO SANATÓRIO...

JÁ ERA
Tá feito o carreto! Acabou o primeiro leilão de exploração do pré-sal. Como é para o bem do povo e felicidade geral do governo, diga-se ao povo que 70% da produção do Campo de Libra, maior bacia de petróleo do Brasil vão para as mãos das multinacionais Total e Shell e caem no colo dos chineses que atendem pelo nome de CNOOC.

O CAPITALISMO PODE SER SALVO?


          Artigos - Economia 
A sociedade humana é imperfeita; seria tolice quebrar a banca para tentar transformar o círculo em quadrado. O socialismo, como religião que é, quer fazer exatamente essa transformação.

O capitalismo, como sistema de liberdade econômica, corre o risco de ser derrubado. Esse é um fato que muitas pessoas não estão a par, pois ele está no domínio da economia, assunto ao qual está além da compreensão da maioria dos cidadãos. A liberdade econômica e o livre mercado estão em declínio porque novamente o socialismo está avançando. “O socialismo é a palavra de ordem e o lema dos nossos dias”, escreveu Ludwig von Mises em sua clássica obra sobre o socialismo (1)
. “A ideia socialista domina o espírito moderno. As massas aprovam-na. Ela expressa os pensamentos e os sentimentos de todos; [ela] estabeleceu sua marca sobre a nossa era.”
As forças que ameaçam o mercado são muitas. Quem se atreve a pará-las? Os defensores do livre mercado parecem estar sobrepujados, embora a causa possa ser eloquentemente defendida. Os leitores tirariam bom proveito se vissem o clássico vídeo “If I Wanted America to Fail” [NT.: Se eu quisesse que a América fracassasse] do site freemarketamerica.com (2).
O vídeo faz um resumo das políticas invertidas que prejudicam o bom funcionamento do nosso sistema de mercado. E como a América depende da liberdade para prosperar, a limitação gradual da liberdade econômica sugere um perigo ainda pior, isto é, o fim da liberdade política. “Seu país está em perigo”, disse o autor e pesquisador neozelandês Trevor Loudon em uma conferência recente para o America’s Survival (3). “Pequenos grupos marxistas estão (atualmente) comandando seu país”, explicou.
Os sindicatos foram tomados por marxistas ortodoxos nos anos 1990 e isso afetou a trajetória de um dos dois grandes partidos, de modo que isso acabou por direcionar o país para um caminho mais marxista. Dia após dia, momento após momento, os freios e contrapesos dos Pais Fundadores estão sendo quebrados. Um sistema socialista altamente centralizado está envolvendo o velho sistema de livre mercado. A bancarrota nacional parece ser parte integrante do plano deles.
“O marxismo é uma religião”, escreveu o economista Joseph Schumpeter na obra Capitalism Socialism and Democracy“Para o fiel, ele se apresenta primeiro como um sistema de fins derradeiros que incorporam o sentido da vida e servem como padrão absoluto para julgar eventos e ações; depois, ele se apresenta como um guia para aqueles cujos fins implicam um plano de salvação e indicação do mal do qual a humanidade [...] será salva”. Para o marxista, esse mal é a liberdade econômica; a liberdade de comprar e vender, de traçar seu próprio curso na economia. O malfeitor na ideologia marxista é o homem rico, pois ele não é tido como benfeitor da civilização, mas sim como um malfeitor cuja grande riqueza deve ser suprimida.
As grandes batalhas políticas do nosso tempo podem ser vistas como disputas entre socialismo e capitalismo, com este último sendo incapaz de lutar consistentemente em seu próprio favor. “Em princípio, não há oposição ao socialismo”, escreveu Mises há mais de 80 anos. E assim parece ser até hoje, pois o regime de regulamentações e controle econômico parece amontoar novas leis e novas taxas a cada década, conforme emergem novas políticas e novos cenários. Para se ter ideia, para qualquer medida anticapitalista revogada sob Reagan ou Tatcher, três vieram em seu lugar. “A palavra ‘capitalismo’ expressa, na nossa era, a soma de todos os males”, escreveu Mises. “Mesmo os oponentes do socialismo são dominados por ideias socialistas”.
Em setembro, a revista The New Criterion publicou o texto “A sociedade interesseira” de Kenneth Minogue (4), que explora alguns aspectos desse mesmo dilema. Refazer o mundo à imagem da utopia socialista é muito caro, sugeriu Minogue. “E politicamente, não há dúvida sobre qual rumo tomarão os gastos. Eles se elevarão desenfreadamente. As classes vulneráveis se multiplicarão e as demandas por dinheiro público aumentarão para que seja possível lidar com problemas que as gerações anteriores adequavam ao âmbito das exigências familiares”. Minogue acrescenta que muitos dos estados ricos do Ocidente estão sendo levados a “uma condição de falência crônica”.
A solução deveria ser óbvia, pois ela é oferecida tanto por Mises quanto por Minogue. A sociedade humana é imperfeita; seria tolice quebrar a banca para tentar transformar o círculo em quadrado. O socialismo, como religião que é, quer fazer exatamente essa transformação.
Quantia nenhuma em gastos estatais corrigirá as imperfeições da sociedade ou fará dela uma utopia concretizada. O máximo que pode acontecer é um governo tão grande, e as pessoas tão dependentes dele, que a própria liberdade será posta em perigo. Tudo que a despesa descontrolada pode fazer é nos levar à falência até estarmos escravizados por uma ditadura política. Levando em conta a quantidade de cadáveres atribuídos ao socialismo e a expectativa da debacle universal, Minogue concluiu que “a inevitável conclusão que me ocorre é deixar as economias se abrirem [i. e. correrem livremente], seja o quanto for que desaprovemos suas consequências, [ainda assim] é uma opção muito melhor”.
O capitalismo pode ser salvo – e apenas continuará a existir – se nossa civilização colocar de lado a noção de progresso como a eliminação dos problemas do mundo. Como seres humanos deveríamos reconhecer a absurdidade de tal perfeccionismo. “Parece-me”, escreveu Minogue, “que nossa preocupação com os defeitos da nossa civilização é uma preocupação permanente e perigosa que nos faz recorrer à autoridade civil para lidar com o que poderíamos ser persuadidos a entender como imperfeições sociais”. Deixe a generosidade individual tomar o lugar do estado de bem-estar social que mira uma arma na cabeça de todos os contribuintes em nome daquilo que Minogue chama de “classes vulneráveis”. E o mais importante: não devemos, conforme avisa Minogue, “começar a conceber as sociedades modernas como associações de incompetentes e defeituosos”. Não é apenas uma questão de o que se pode fazer, é também uma questão de o que nos tornaremos se estivermos sob tal sistema.
 


Notas:
 21 de outubro de 2013
Jeffrey Nyquist
Publicado no Financial Sense.

VÍDECONFERÊNCIA DE LANÇAMENTO DE "O MÍNIMO QUE VOCE PRECISA SABER PARA NÃO SER UM IDIOTA"

                  
          Artigos - Cultura        

AULA DE VIDA EM 2 HORAS: infância, juventude, pais, filhos, vocação, sentido da vida, pobreza, amor, Brasil... É o mínimo, porra! A videoconferência do Olavo mediada por mim. Compartilhe e eduque os amigos.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=0oc65pBVNhc

21 de outubro de 2013
Olavo de Carvalho
Realizada neste sábado (19), em São Paulo.
Comentário de Felipe Moura Brasil:




















QUADRILHA


FAZ NOJO O QUANTO O BRASIL ESTÁ SENDO ROUBADO POR ESSA QUADRILHA CRIMINOSA NO PODER.

SE VOCÊ NÃO QUISER LER TODO O ARTIGO, LEIA DA PÁGINA 18 EM DIANTE E OBSERVE QUE É UM CUPINCHA DE LULA-DILMA-PT, SOCIALISTA QUE ATÉ CITA E ELOGIA LENIN E UNIÃO SOVIÉTICA:

http://www.slideshare.net/arykara7002/sauer-exhomem-do-governo-do-pt-conta-como-z-dirceu-lula-e-dilma-ajudaram-eike-batista-na-rapinagem-do-prsa
 
 
 
21 de outubro de 2013

O FENÔMENO DILMA


          Artigos - Governo do PT        

Não é uma sedutora?

Uma pulga passeava, irrequieta, atrás da minha orelha. Dilma Rousseff ponteia as pesquisas. Mantido o panorama atual, vencerá sem dificuldade a eleição do ano que vem. Datafolha credita-lhe, nos vários cenários, o apoio bastante firme de 40% do eleitorado. A tal pulga ia para lá e para cá, desassossegada: como pode?

Foi um feito de Lula, a primeira eleição da presidente. Guerrilheira que um dia sonhara tomar o poder pelas armas, Dilma haveria de receber esse poder - quem diria? - como um regalo de amigo. Coisa tipo - "Lembrei-me de você!".

Em 2010, Lula tomou-a pela mão e saiu a apresentá-la aos brasileiros. "Muito prazer, Dilma Rousseff", dizia ela. "Mas pode chamá-la de mãe do PAC", completava ele, pimpão. Assim, de mão em mão, de grão em grão, as urnas foram enchendo o papo e Dilma subiu a rampa catapultada pelo voto de 55,7 milhões de brasileiros. Agora, quando seu governo sacoleja no trecho final, deve estar mandando lavar, passar e engomar a faixa presidencial para nova entronização.

Contar com quarenta por cento dos 140 milhões de eleitores brasileiros significa que Dilma inicia a nova campanha com um estoque equivalente aos votos que obteve no segundo turno de 2010. Pois bem, o que eu me proponho trazer à apreciação dos leitores é a explicação para esse fenômeno. Fácil, como se verá.

O SUS, sabe-se bem, caminha para a perfeição. Todos são atendidos a tempo e hora, em condições adequadas. Não há bom médico, no mundo, que não queira trabalhar aqui. A longa espera nas emergências tem se revelado um excelente meio de integração social e formação de novas camaradagens.
Os finais de turno não deveriam ser brindados com champanha? A marcação de consultas especializadas e cirurgias segue cronograma rigoroso. Pontual e mortal. Doravante, insatisfeitos, procurem Raúl Castro! Aposentados do INSS providenciam passaportes e trotam mundo afora, efetivando aquele direito que Lula oposicionista apontava como coisa normal à velhice dos povos civilizados.

A Educação, seja na base, cumprindo papel de promoção social e cultural, seja no topo, alinhando o Brasil com a elite tecnológica do planeta, opera prodígios na transformação da nossa realidade. A Economia? É lunática: contabilidade nova, inflação crescente, PIB minguante, carga tributária cheia... E a segurança pública enfim promove, como nunca antes neste país, digamos assim, o encontro dos criminosos com as grades e do povo com a paz social. Corrupção? Tudo intriga, maledicência, coisa de quem não tem o que falar.

Repare como Dilma esbanja carisma. Não é uma sedutora? Que discursos! Palavra fácil, empolgante! Ao final de cada locução, os auditórios se erguem e aplaudem-na em pé, seja em Itapira, seja na ONU. Durante estes anos como "presidenta", não confirmou ela, plenamente, o que Lula assegurava a seu respeito?

Observem como o governo foi bem gerenciado. Vejam o rigor com que se cumprem os prazos e se enxugam os gastos. O Brasil tem programa e cronograma, estratégias, previsões e provisões. Você duvida? Não prometera a presidente, aqui na terrinha, em 2010, que sua Porto Alegre teria, enfim, linha de metrô e nova ponte no Guaíba?
Pois para desgosto dos incrédulos, as obras estão aí, novamente prometidíssimas! Basta que o Estado e o município, nos anos por vir, "casem" os bilhões que faltam. Um sucesso, o governo Dilma. Agora, se os motivos não se acham bem visíveis acima, então só resta procurá-los dentro das bolsas.

21 de agosto de 2013
Percival Puggina

Publicado no jornal Zero Hora.

SÃO PAULO CHAMA

Ainda há pouco, um leitor queria saber por que não fiquei vivendo na Europa. Expus minhas razões. Um outro leitor quer saber porque escolhi para viver a caótica São Paulo. Pela mesma razão que traz tanta gente aqui: trabalho.

Em Porto Alegre, a empresa em que trabalhava, a Caldas Júnior, fora à falência enquanto eu estudava e cronicava de Paris. Fui trabalhar na universidade, em Florianópolis. Ejetado após quatro anos de magistério – e felizmente ejetado, pois a ilha é um breve contra a cultura – fui para Curitiba. Nada encontrando em Curitiba, fiz concurso para redator de Internacional na Folha de São Paulo. Trabalhei depois no Estadão e acabei voltando à Folha. De capital em capital fui subindo, sempre rumo ao trabalho, sempre rumo ao norte. E cá estou, 23 anos depois.

São Paulo chama. Cá está o maior número de empregos do país, os melhores salários. É a cidade que tem o maior número de editoras, de livrarias e de salas de cinema. A redação de qualquer jornal é uma mostragem do país todo. Se você mora em bairro bom e não longe do trabalho, a cidade pode ser aprazível. Com a Veja desta semana, veio junto um suplemento com os melhores – e apenas os melhores – bares e restaurantes da cidade. São cerca de 400 páginas. De tédio não se morre.

Minha primeira imagem à Paulicéia foi em 61, quando eu vinha para um congresso estudantil em Campinas. Eu passava de ônibus pela marginal do Tietê. Não adiantava fechar a janela, o mau cheiro atravessava o vidro. Olhei para o rio. Dois atletas faziam regata tranqüilamente em meio às águas podres. Pensei com meus botões: esta gente se acostuma a tudo, até mesmo ao fedor de um rio poluído. Jamais me acostumarei a isto. Jamais viverei em São Paulo. Santa ingenuidade, que relego ao rol de bobagens que um jovem costuma dizer.

O Brasil não tem respeito algum por suas águas. Enquanto na Europa os rios são componentes do lazer urbano, para nós constituem depósitos de lixo. Em Paris, o Sena faz a alegria da cidade. Em Londres, este papel é desempenhado pelo Tamisa. Já foram rios poluídos, mas tanto britânicos como franceses tiveram o bom senso de recuperá-los. Em 2000, passei um sábado delicioso às margens do Limmat, em Zurique. O bar se chamava Panta Rei, o que me evocou Heráclito. Me lembrei muito de São Paulo naquele sábado.

O rio, que atravessava a cidade, era cristalino, podia-se ver uma moedinha jogada em seu leito. Lá pelas tantas, alguém desceu a rampa e passou uma boa hora nadando. Nadar em um rio que atravessa o centro de uma cidade, para mim, egresso de Porto Alegre e São Paulo, pareceu-me utopia. Não era.

Estou aqui há mais de duas décadas. Daqui não sairei nem de pés juntos, já determinei que meus restos serão cremados no cemitério da Vila Alpina. É a cidade onde vivi mais tempo em minha vida. Abstraí o Tietê. Só o vejo quando vou ou volto de viagem. Durante muitos anos, assim assinei minha coluna: Janer é jornalista e sofre São Paulo. Foi quando um leitor chamou-me a atenção. “Escuta, pelo que conheço de teu perfil, São Paulo é a cidade que melhor se adapta a ti no Brasil”. O leitor tinha razão. Eliminei o bordão de minhas colunas.

É que eu via São Paulo como um todo. Em sua totalidade, a cidade é monstruosa, um emaranhado de favelas e bairros pobres, com algumas ilhas viáveis. Tomei então uma decisão intelectual: eu não vivo em São Paulo. Eu vivo em Higienópolis. Aí minha vida se tornou mais amena. O bairro não é nenhum Saint-Germain-de-Prés, mais on peut survivre, como me dizia um amigo francês.

Meus dias, eu os vivo nesta pequena geografia, muito menor que a geografia de Dom Pedrito. Não gosto de cidades verticais. Mas, enfim, tudo bem. É aqui onde está a maior parte de meus amigos e isto vale muito. Quando sinto necessidade de cafés mais sofisticados, comida diferente, outras arquiteturas, tiro o pó do passaporte e parto.

O espaço que utilizo nesta megalópole é bastante curto, não passa de uns seis quilômetros. É a distância que me separa de Vila Madalena, onde às vezes vou almoçar. No meio do caminho estão Pinheiros e Jardins, que também visito, impelido pelo desejo de bons vinhos e boa comida. Acho que só uma vez em meus dias de Paulicéia fui mais longe. Foi quando fui ao Itaim Bibi em busca de um smörgåsbord em um restaurante escandinavo. Fora isto, nada mais conheço de São Paulo. Conheço melhor Paris e Madri, onde vivi muito menos tempo. Há outros bairros interessantes. Mas ficam muito longe de meu chão. Se é para ir longe, prefiro começar por Cumbica.

São Paulo tem suas vantagens. A melhor delas: estando aqui, você não precisa fazer escala para ir a Paris. Como disse alguém, fica pertinho do Brasil, não é preciso visto de entrada e todo mundo fala português. Voltando às regatas: hoje ainda, às vezes se vê paulistanos remando em meio ao pútrido. Eu, como não remo, não tenho maiores dificuldades em assumir a cidade.


21 de outubro de 2013
janer cristaldo

POPULISMO IMPRODUTIVO

  

Raul Velloso 2 Populismo improdutivo
Raul Velloso

O Brasil vem operando de acordo com um modelo de forte expansão do consumo, cujos contornos já expliquei neste espaço. No início, a taxa de crescimento potencial da economia brasileira atingiu a quase 4,5% ao ano, acompanhando a expressiva elevação dos investimentos.
De 2009 para cá, contudo, o volume de investimentos, que subira de 14% para 18% do PIB, parou de aumentar. Consequentemente, o crescimento sustentável voltou a cair para uma faixa entre 2 e 3% ao ano.
Passada a crise do subprime, certo amortecimento da força do modelo de expansão do consumo era esperado, resultado de um freio natural na forte expansão do crédito ao consumidor, em resposta ao aumento das taxas de inadimplência.

Outro ajuste viria da desaceleração do crescimento chinês, também previsível, que poria alguma trava no forte aumento dos preços externos de commodities e nos benefícios que isso agregava ao Brasil. Mas nunca se deveria esperar que, tudo o mais constante, a relação investimento/PIB parasse de subir no Brasil, acarretando queda do PIB sustentável, inclusive em comparação com os demais emergentes.

Temo, assim, que boa parte da explicação do pífio desempenho da economia de 2009 para cá esteja na excessiva interferência do governo, algo que se acentuou após a crise, e que poderia perfeitamente ser evitado. Crise que, aliás, foi usada como bode expiatório para justificar o forte incremento nos gastos da União e dos empréstimos do BNDES financiados com a emissão de títulos públicos. Passado o pior, o governo resiste em retirar os instrumentos de exceção.

Nesse contexto, uma ampla lista de ingerências governamentais, com nítido cunho populista, contribuiu para a redução das intenções de investimento. Tal comportamento pautou não apenas parte das empresas localizadas no País, como investidores em potencial, internos ou externos. Um deles foi o congelamento dos preços dos derivados de petróleo, que levou à forte expansão de seu uso, aumento das importações e queda no consumo de etanol, prejudicando a Petrobras e o setor alcooleiro.

Temo que boa parte da explicação do pífio desempenho da economia de 2009 para cá esteja na excessiva interferência do governo
 

Outro foi a redução das tarifas de energia elétrica na confusa operação em que as empresas em final de prazo de concessão foram estimuladas a aderir ao plano do governo, em troca de mais uma renovação. Outro item, ainda na área de controle de preços, foi o adiamento do reajuste das passagens de ônibus urbanos que o governo pediu às principais prefeituras no início do ano, tudo isso implicando a necessidade de uma inflação corretiva entre 2 e 3% ao ano, que, como na Argentina, não aparece nas estatísticas oficiais e aguarda diluição.

Finalmente, diante das manifestações de junho, o governo federal e o de São Paulo preparam-se para adiar o reajuste de pedágios previsto para estes dias, o que pode levar a um represamento ainda maior de inflação. As atuais concessionárias estão, obviamente, com as barbas de molho, esperando algo pior à frente e revendo planos de investimento.

Também bateu de frente com a avaliação de risco do país a criação de novos controles à entrada de capitais externos, que ocorreu no ano passado, com vistas a forçar uma depreciação do real acima da inflação, algo que acabou acontecendo, e aumentar a competitividade da indústria de transformação.

Isso acabou antecipando, de certa forma, um movimento de desvalorização da moeda que acabaria acontecendo de forma natural este ano, diante do anunciado aperto que deverá ocorrer na política monetária americana, mas não parece ter sido capaz de despertar o espírito animal dos empreendedores na indústria.

A piora da percepção de risco — e o resultante desestímulo aos investimentos — veio também da sensação de que o governo havia abandonado a tríade superávit primário alto/meta de inflação/câmbio flutuante, herdada de FHC.
A queda dos superávits resultou em parte do maior aumento dos gastos, mas principalmente da queda inicial de arrecadação, posteriormente acentuada pela desoneração tributária concedida a segmentos escolhidos arbitrariamente. Em vez de explicar que pelo menos parte disso poderia se justificar pela necessidade de responder à crise, o governo manteve a meta de superávit ambiciosa de antes, e introduziu vários artifícios contábeis para esconder a piora fiscal.

Quanto à inflação, parece que o centro do intervalo de metas aumentou informalmente para 5,5% ao ano, e só mais recentemente o Banco Central se mostrou efetivamente empenhado em demonstrar que perseguiria a antiga meta oficial. Nada se disse porém em relação ao “passivo” representado pelos reajustes tarifários não concedidos nas épocas previstas.

Não se pode esquecer a novela das concessões privadas de infraestrutura. O governo sabe que não tem recursos para investir em transportes, se empenhou no lançamento de um parrudo programa de concessões, mas insiste em impor retornos inaceitáveis e outras práticas afugentadoras dos candidatos sérios. Assim não dá.

21 de outubro de 2013
Raul Velloso
Fonte: O Globo, 12/08/2013

GOVERNO DO PT JÁ REPASSOU US$ 6 BILHÕES PARA CUBA E ANGOLA

 DECRETO DA DILMA CARIMBA DE 'SIGILOSA' A OPERAÇÃO.
 
Aqui algumas informações e um comentário do jornalista Reinaldo Azevedo em seu blog que merecem muita atenção, especialmente dos candidatos presidenciais Aécio Neves e Eduardo Campos. Como se vê, não é material bruto, já está limpinho, isto é, revela como todas as letras o que o desgoverno do PT vem fazendo com o dinheiro público, ou seja, doando para ditaduras corruptas e assassinas.
 
Por mais que alguém queira ser otimista é impossível, dado aos fatos relatados. Por isso faço a transcrição. É algo avassalador. Leiam:
 
No dia 9 de abril deste ano, ironizei o fato de o Brasil ter criado a “Comissão da Verdade” — que chamei de “Começão da Verdade” — e a Lei de Acesso à Informação, mas decretar sigilo sobre os empréstimos que o BNDES faz a Cuba e Angola, dois países “socialistas”.
 
O primeiro é um dos mais autoritários da Terra (sem deixar de ser corrupto); o segundo, um dos mais corruptos (sem deixar de ser autoritário). Trata-se de duas ditaduras “amigas” dos companheiros de Banânia. O que alega o comando do BNDES? Que há cláusula de confidencialidade com os tomadores de empréstimos? É mesmo, é?
 
A dinheirama já chega a US$ 6 bilhões (U$S 1 bilhão para Cuba e US$ 5 bilhões para Angola). Não que petistas pudessem fazer essa coisa horrível de que vou falar agora, mas sabem como é… Cumpre não criar a oportunidade, né?
 
Digamos que pessoas desonestas decidissem transformar 1% dessa bufunfa em, como posso chamar?, “recursos não contabilizados de campanha”… Estaríamos falando de US$ 60 milhões — quase R$ 110 milhões. Digamos que fossem 5%: US$ 300 milhões (R$ 540 milhões). “Você está acusando, Reinaldo?”
 
Não! O mensalão, no entanto, permite a qualquer um ficar desconfiado, não é mesmo? O fato de a administração pública em Angola ser mundialmente reconhecida como espantosamente corrupta e de Cuba, por princípio, não prestar contas a ninguém também não ajuda a eliminar desconfianças. Como esquecer ainda que o “Mais Médicos” vai repassar ao governo cubano R$ 40 milhões por mês — quase R$ 500 milhões por ano?
Em Cuba, isso é assunto da ditadura e do comando do Partido Comunista, que lhe dá sustentação. Por aqui, Alexandre Padilha, ministro da Saúde, já afirmou que isso não é problema nosso — “dos brasileiros”…
 
No dia 15 deste mês, o jornalista José Casado escreveu um artigo no Globo a respeito do assunto. Reproduzo a íntegra.

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Segredos bilionários

Os brasileiros estão obrigados a esperar mais 14 anos, ou seja, até 2027 para ter o direito de saber como seu dinheiro foi usado em negócios bilionários e sigilosos com Angola e Cuba.
 
Pelas estimativas mais conservadoras, o Brasil já deu US$ 6 bilhões em créditos públicos aos governos de Luanda e Havana. Deveriam ser operações comerciais normais, como as realizadas com outros 90 países da África e da América Latina por um agente do Tesouro, o BNDES, que é o principal financiador das exportações brasileiras. No entanto, esses contratos acabaram virando segredo de Estado.
 
Todos os documentos sobre essas transações (atas, protocolos, pareceres, notas técnicas, memorandos e correspondências) permanecem classificados como “secretos” há 15 meses, por decisão do ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, virtual candidato do PT ao governo de Minas Gerais.
 
É insólito, inédito desde o regime militar, e por isso proliferam dúvidas tanto em instituições empresariais quanto no Congresso — a quem a Constituição atribui o poder de fiscalizar os atos do governo em operações financeiras, e manda “sustar” resoluções que “exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa”.
 
Questionado em recente audiência no Senado, o presidente do banco, Luciano Coutinho, esboçou uma defesa hierárquica: “O BNDES não trata essas operações (de exportação) sigilosamente, salvo em casos como esses dois. Por que? Por observância à legislação do país de destino do financiamento.”
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) interveio: “Então, deve o Brasil emprestar dinheiro nessas condições, atendendo às legislações dos países que tomam emprestado, à margem de nossa legislação de transparência absoluta na atividade pública?” O silêncio ecoou no plenário.
 
Dos US$ 6 bilhões em créditos classificados como “secretos”, supõe-se que a maior fatia (US$ 5 bilhões) esteja destinada ao financiamento de vendas de bens e serviços para Angola, onde três dezenas de empresas brasileiras mantêm operações. Isso deixaria o governo angolano na posição de maior beneficiário do fundo para exportações do BNDES. O restante (US$ 1 bilhão) iria para Cuba, dividido entre exportações (US$ 600 milhões) e ajuda alimentar emergencial (US$ 400 milhões).
 
O governo Dilma Rousseff avança entre segredos e embaraços nas relações com tiranos como José Eduardo Santos (Angola), os irmãos Castro (Cuba), Robert Mugabe (Zimbabwe), Teodoro Obiang (Guiné Equatorial), Denis Sassou Nguesso (Congo-Brazzaville), Ali Bongo Odimba (Gabão) e Omar al Bashir (Sudão) — este, condenado por genocídio e com prisão pedida à Interpol pelo Tribunal Penal Internacional.
 
A diferença entre assuntos secretos e embaraçosos, ensinou Winston Churchill, é que uns são perigosos para o país e outros significam desconforto para o governo. Principalmente, durante as temporadas eleitorais.
 
21 de outubro de 2013
in aluizio amorim

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE


                                            Os chineses estão chegando!

 
21 de outubro de 2013

LIVRO SOBRE TENTATIVAS DE TOMADA DO PODER PELO COMUNISMO TRAZ REVELAÇÕES SOBRE REVOLUÇÃO DE 1964 E DEIXA COMUNISTA ARREPIADOS


 
Vendido em apenas quatro livrarias, mas lançado em clubes e círculos militares de 14 cidades, Orvil - Tentativas de Tomada do Poder, versão de oficiais do Centro de Informações do Exército (CIE) sobre a repressão, volta às prateleiras até o fim do mês com uma tiragem de mais dois mil exemplares. As três primeiras remessas, de mil exemplares cada uma, esgotaram-se em três meses.
 
O livro é assinado pelo tenente-coronel reformado Lício Augusto Maciel e pelo tenente reformado José Conegundes Nascimento, que trabalharam sob a coordenação do general Agnaldo Del Nero Augusto, falecido em 2009. Outros oficiais que participaram do projeto não quiseram que seus nomes aparecessem.
 
Disponível pela internet no site da mulher do coronel reformado Carlos Alberto Ustra, que chefiou o DOI- Codi (órgão de informação e repressão do Exército, em São Paulo) e assina a apresentação, o texto original do Projeto Orvil ficou pronto em 1987, mas o então ministro do Exército, general Leônidas Pires Gonçalves, que havia autorizado o levantamento, não permitiu que fosse publicado. A iniciativa CIE pretendia ser uma resposta ao livro Brasil: Nunca Mais, de denúncias de prisões, torturas e assassinatos durante o regime militar, escrito por uma equipe ligada ao cardeal d. Paulo Evaristo Arns.
 
A publicação de Orvil (Editora Schoba, R$ 72,90), segundo o general reformado Geraldo Luiz Nery da Silva, autor do prefácio, é uma reação à criação da Comissão Nacional da Verdade. "Releva enfatizar neste prólogo", escreve o general, "que os revanchistas da esquerda que estão no poder -- não satisfeitos com as graves restrições de recursos impostas às Forças Armadas e com o tratamento discriminatório dados aos militares sob todos os aspectos, especialmente o financeiro - tiveram a petulância de criar, com o conluio de um inexpressivo Congresso, o que ousaram chamar de comissão da verdade".
 
Volume de 924 páginas, Orvil - livro, escrito ao contrário - destaca o golpe - ou contrarrevolução de 1964, como preferem seus autores - que derrubou o presidente João Goulart e a ação de organizações clandestinas que no período de 1966 a 1975 combateram o regime militar pela luta armada.
 
A primeira parte trata da Intentona Comunista de 1935 e a quarta parte analisa a opção da esquerda por uma nova estratégia - a "doutrinação" pelos meios de comunicação, instituições de ensino, sindicatos e movimentos populares sobre a necessidade da revolução.
 
 

BRIGALHADA DE PETISTAS NO DESEMBARQUE DO GOVERNO DE EDUARDO CAMPOS. PERNAMBUCO CONSEGUIU SE LIVRAR DELES


 
Rachado e em meio a acalorados embates internos, o PT de Pernambuco decidiu neste domingo (20) entregar imediatamente os cargos que o partido mantém no governo do Estado e nas Prefeituras do Recife e de Paulista, na região metropolitana da capital.
 
O anúncio acontece pouco mais de um mês após o governador e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos (PE), desembarcar do governo da presidente Dilma Rousseff, sua provável adversária nas eleições do ano que vem.
 
A direção estadual do PT não soube precisar o número de cargos que tem, mas hoje comanda a Secretaria Estadual de Cultura, a Secretaria-executiva de Agricultura do Estado e a Secretaria de Habitação do Recife.
O secretário estadual de Transportes, Isaltino Nascimento, deixou o PT neste mês para filiar-se ao PSB.
 
O presidente estadual do partido, deputado federal Pedro Eugênio, disse que solicitará nesta segunda-feira (21) uma audiência com o Campos.
"Os cargos devem ser entregues imediatamente", afirmou.
 
Os petistas que se recusarem a deixar seus cargos poderão ser expulsos do partido, segundo a direção estadual do PT.
 
Pedro Eugênio disse que a saída do governo ainda não significa rompimento com o PSB e defendeu que o partido mantenha posição "crítica e de independência" na Assembleia Legislativa e nas Câmaras Municipais.
 
"O PSB, até aqui, não declarou uma oposição sistemática ao governo federal. Aqui não estamos declarando oposição sistemática ao governo estadual", disse o presidente.
 
A situação de outros municípios pernambucanos em que o PT integra administrações socialistas será analisada individualmente.
 

BLOG TRANSMITE ONLINE VIA YOUTUBE HANGOUT COM LOBÃO, OLAVO DE CARVVALHO E DANILO GENTILI!



O hangout, com um bate-papo online sob o comando de Lobão, Olavo de Carvalho e Danilo Gentili, será transmitido aqui no blog. Começa dentro de instantes.

ATENÇÃO: O HANGOUT JÁ TERMINOU EM TEMPO REAL JÁ FOI ENCERRADO. O CONTEÚDO DESTE VÍDEO AGORA É A GRAVAÇÃO COMPLETA DO PROGRAMA. ASSIM, QUEM NÃO PODÊ POR ALGUM MOTIVO VER AO VIVO, PODE AGORA VER A GRAVAÇÃO.
 
21 de outubro de 2013
in aluizio amorim

CHINESES, "LARANJAS" DA OLIGARQUIA ANGLO-AMERICANA, SÃO FAVORITOS PARA FATURAR LEILÃO CAPIMUNISTA DE LIBRA




Só uma nação em decomposição moral, sem rumo político, destituída de Projeto de Nação e cada vez mais sem soberania tem um governo com prazer mórbido de comemorar a entrega, a partir de hoje, às 15h, de uma reserva estratégica de 12 bilhões de barris de petróleo e outros bilhões metros cúbicos de gás – que um dia pode fazer falta.
 
O capimunismo corrupto da petralhada marca mais um gol contra o Brasil, com o leilão da complicada “partilha” do campo de Libra, no pré-sal, que tem tudo para ser vencido pelos “chineses” (na verdade, laranjas da Oligarquia Financeira Transnacional). Ninguém no mercado verá com surpresa um triunfo das chinesas CNOOC e ou China National Petroleum. A aposta maior é na CNOOC Intern. Ltd (chinesa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas). Mas, tanto faz quem ganhar... O Brasil é quem já perdeu...
 
Embora Exxon e Chevron (dos EUA), BP e BG (do Reino Unido), não participem diretamente da leiloagem de hoje no luxuoso Hotel Windsor, na Barra da Tijuca (RJ), junto com a anglo Holandesa Shell, devem ser as fornecedoras de tecnologia para o provável esquema chinês que tem tudo para conquistar o negócio – pela grande necessidade energética da China. E, melhor ainda, é queimar o ouro negro brasileiro, para guardar a reserva anglo-americana... Pouco antes do leilão, no teatro de costume, a Repsol com a Sinopec desistiram do negócio...
 
A negociata com o patrimônio energético do Brasil – que a Presidenta Dilma Rousseff e demais petralhas amestrados têm o prazer de entregar – conta com aspectos ironicamente hilários só proporcionados pelo nosso colonizado e corrupto modelo capimunista tupiniquim. Dilma fez questão de escalar até seu odiado Exército para cumprir a missão de garantir a segurança do evento entreguista – mais uma leve avacalhada com o espírito patriótico das legiões.
 
Além da piada com o EB, tem a ação capimunista sem a menor graça. Os vencedores da negociata terão a parceria obrigatória e indesejada da Petrobrás (que já entra, obrigatoriamente, com 30% de participação em cada poço de visconde do pré-sal). Pior que a estatal de economia mista, que entrará com grana, aumentando sua imensa dívida, é a recém criada PPSA. A estatal Pré-Sal Petróleo, sem nada investir, vai controlar 50% do comitê operacional do consórcio vencedor de Libra (o próprio nome, a moeda inglesa, já conota entreguismo).
 
O resultado do leilão é mero teatrinho do João Minhoca. Quem vencer, não importa quem seja, se associa automaticamente às gigantes do setor, por questões de dependência tecnológica. Assim, são meramente para cumprir tabela, ou para disfarçar o velho esquema do cartel, as participações de outras empresas, como a Repsol (Espanha), Total (França), ONGC (Índia), Mitsui (Japão), Petronas (Malásia), Petrogal (Portugal), Ecopetrol (Colômbia) e até da Petrobrás. No fim das contas, Exxon e Chevron (dos EUA), BP e BG (do Reino Unido), junto com a Shell, decidem a parada do negócio, por debaixo dos poços.
 
O nome diz tudo?
 
Luis Inácio Adams, Advogado Geral da União, zombou ontem que eram praticamente nulas as chances de a Justiça conceder liminares contra o leilão de Libra com base na questão da soberania...
 
O Luis Inácio – com S – parece saber muito bem que a Justiça é frouxa no assunto...
 
Para alegria da turma do Luiz Inácio – com Z, de Zorra, que entrega o Brasil, em continuidade ao que fizeram seus antecessores FHC, Itamar, Collor e Sarney...

 
 
Canoniza o Luiz
 
O Papa Francisco já deve ter dado ordens ontem para que o Vaticano comece um inédito processo de canonização em vida de um santo homem.
 
O santo Luiz Inácio Lula da Silva admitiu ontem ao jornal espanhol El País que o crescimento do PT, em 33 anos (só faltou lembrar que essa era da famosa idade de Cristo), gerou defeitos como a valorização exagerada de cargos públicos e a corrupção...
 
Mesmo sendo chefão do partido, lógico, Lula deu a entender que nada tem a ver com tais problemas, culpando outros companheiros – que preferiu não nominar...
 
Tribunal da Imprensa


 
Dicas Econômicas?


 
Vale a pena deixar o habitat?


 
Respondam se puderem...
 
O que os militares ou outros segmentos esclarecidos da sociedade vão fazer se o STF jogar no lixo a Soberania Brasileira, admitindo que uma decisão da Corte Interamericana de Direitos Humanos vale mais que uma decisão de nossa corte suprema?
 
Releia dois artigos de ontem:

Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus.
 
21 de outubro de 2013
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

A REVOLUÇÃO BEAGLE



 
Em 1900, a China foi varrida por um movimento ultranacionalista que tinha como objetivo expulsar os estrangeiros do país. De caráter fortemente anticristão, o levante atacou missões, igrejas e possessões de outros países naquela nação. Seus integrantes ficaram conhecidos como os “boxers”e costumavam misturar luta política com misticismo. Acreditavam-se, por exemplo, imunes às armas de fogo uma incorporados “espíritos” capazes de lhes proteger. Esse episódio entrou para história da China como a "Revolução Boxer".
Além do fato de “boxer” ser também o nome para designar uma raça de cães, nada disso tem a ver com o que se passou no Brasil semana passada quando ativistas invadiram e destruíram um laboratório para libertar animais usados em experimentos científicos. Imagino que, como os boxers, essas pessoas estavam possuídas por certos “espíritos” capazes de torná-las imunes às consequências legais daquilo que fizeram.

Não sei como deveria eu chamar esses “espíritos”. Escolho aqui o nome de “causa maior”. Por “causa maior” entendo um princípio universal aplicável a qualquer membro da sociedade. Ativista ou não, aquilo que alguém é do ponto de vista moral deve ser medido em termos de sua posição com relação à (ou às) causa maior. Assim, se alguém não apóia a invasão e o salvamento dos cachorrinhos, não pode ser “boa gente”. Da mesmo forma, se alguma pessoa não acredita no aquecimento global, dever ser alguém que está atuando no sentido de provocar o acúmulo dos gases do efeito estufa. A discussão a ser travada repete portanto aquilo que Olavo de Carvalho chama de “guerra assimétrica” e não há – na opinião de alguém que defende uma causa maior – qualquer condição de se discutir seriamente com um opositor.
O que mais frequentemente ocorre quando a sociedade inteira se mobiliza por causa de uma notícia como a dos beagles é esquecer todo o resto. A matéria torna-se pauta do Fantástico, pessoas são entrevistadas nas ruas e reportagens mostrando cãezinhos adotados capazes de comover até Hitler vão ao ar em todos os canais. Nesse meio tempo o país esquece do mensalão, dos médicos cubanos e do incêndio de Santa Maria. Ninguém se comove com os hospitais nem com as crianças sem aula. Ninguém lembra de um policial militar ferido em ação e paraplégico para sempre vivendo de uma pensão ridícula.
Pouco importa saber se é justa ou não a causa dos ativistas ou se deve ser libertada a moça que está presa na Rússia. Nada disso é “causa maior” nem vai definir o futuro de uma nação governada por uma ditadura mensaleira e amiga do narcotráfico. Digo eu que sequer devemos aceitar discutir com esses revolucionários de i-phone 5 e que a maioria não passa de pessoas ingênuas lideradas por canalhas que nada se interessam por bioética ou ecologia. Além de jamais terem estudado esses assuntos, não estudaram nenhum outro e são (querendo ou não) soldados a serviço dessa organização criminosa chamada Partido dos Trabalhadores.
Àqueles que se comovem com as imagens de cada beagle que foi “salvo” recomendo entrar numa enfermaria de pediatria de uma dessas imundícies que são os hospitais públicos do Brasil. Observem as mães dormindo em cadeiras e debruçadas sobre as camas dos filhos, reparem na quantidade de crianças acumuladas, na superlotação, nas condições de higiene e iluminação sintam o cheiro deixado pelos serviços de limpeza terceirizados contratados de maneira fraudulenta para financiar a campanha de algum secretário da saúde e respondam se é procedente numa realidade assim pensar em “andar de bicicleta, salvar cachorros ou invadir propriedades na Rússia”.
Só existem duas explicações para o ativismo no Brasil – uma é a ingenuidade; outra é a má-fé. Cada vez menos eu acredito em ingenuidade. Má-fé é a minha opção preferida pois foi essa a característica dos líderes de todas as revoluções que conheci..Não deve ser diferente na Revolução Beagle...
 
21 de outubro de 2013
Milton Simon Pires é Médico.