"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

BASTA DE PT !!!

 
15 DE OUTUBRO DE 2014


ELEIÇÕES 2014: LULA AGRADECE AO CRIADOR DO BOLSA FAMÍLIA

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ByzytkDOx2A
 
O discurso em que Lula afirma que Bolsa Família deixa o sujeito vagabundo, sem vontade de plantar macaxeira!!! E a prova documental de quem foi o criador do programa

Havia quatro programas de renda do governo FHC: Auxílio-Gás, Bolsa Alimentação, Bolsa Escola e Bolsa Renda. Lula os juntou depois e os chamou de Bolsa Família.
Isso é história. Mas, antes de fazê-lo, falou muita bobagem. E depois também. Francisco Amado

 
OUTRA PROVA
enviado por Eduardo Oliveira
A Dilma falou tanto do processo de ação civil pública, por ato de improbidade administrativa do Aécio em Minas Gerais, que eu fui checar o site do TJMG

Ela mentiu o debate inteiro! Aqui está o link no qual o referido processo é julgado extinto:
 
http://www4.tjmg.jus.br/juridico/sf/proc_peca_movimentacao.jsp?id=312453&hash=7cc3b4b04747873c59275212d555a220 ...

Ver mais
OUTRA INVERDADE QUE DILMA CITOU SOBRE A IRMÃ DE AÉCIO NEVES....
Foto de Eduardo Oliveira.
 
15 de outubro de 2014
movcc
 

"O GRANDE PROBLEMA É A IMPUNIDADE."

 

No debate “Democracia no Brasil: limites e desafios”, promovido pelo Instituto Millenium (Imil), Maria Celina D’Araujo criticou a falta de transparência e a incapacidade dos governos de darem respostas à sociedade. “O grande problema do Brasil é a impunidade”, disse a cientista política, durante o evento realizado em 16 de setembro, na sede do Imil, no centro do Rio.

Maria Celina também ressaltou os pontos positivos do sistema político brasileiro, como liberdade de expressão e de imprensa, direito a voto, além de eleições livres e periódicas. “Desde o Império, aliás, desde a Colônia, a organização política do país se faz por meio de eleições.

Só não votamos por sete anos, durante o Estado Novo. Votamos até no regime militar. Isso quer dizer que há um entendimento entre a elite política brasileira de que o conflito político se resolve pela eleição e isso é positivo”, disse. Assista ao vídeo.
 

https://www.youtube.com/watch?v=K5F6qI3Ojsw&feature=player_embedded


15 de outubro de 2014
IMIL

O PROBLEMA DE 1939

Artigos - Globalismo

"É extremamente difícil para um psicólogo acreditar no valor de qualquer ideologia social baseada em premissas psicológicas simplificadas."Andrew M. Lobaczewski, em 'Ponerologia: psicopatas no poder'.
Em 1939, os países ocidentais, ao avaliar vis-à-vis a situação da Alemanha nazista e da Rússia comunista, erraram tão horrorosamente nos seus prognósticos que, para dizer a verdade, a guerra que se seguiu foi muito pior que a política do apaziguamento, pois esta última tinha como fim ganhar o tempo necessário para se preparar para a guerra. Como acabou por acontecer, os Aliados ocidentais declararam guerra quando não deviam e quando não estavam fortes o bastante, ajudando assim a criar a aliança germano-soviética que subjugou a Polônia, a França e mais alguns outros países. O Ocidente subestimou a força militar alemã e escolheu o pior momento possível para desafiar Hitler. Se eles tivessem esperado apenas mais um ano eles estariam fortes o bastante para não sofrerem derrotas.
A mesma lógica se aplica hoje. A Rússia vem sofrendo revezes econômicos. Talvez seja possível criticar a administração Obama por não enviar armamento pesado para a Ucrânia; mas, e depois, se essas armas causassem um efeito alarmista sobre o povo russo? Putin então poderia usar esse fato como justificativa para desencadear uma perigosa sequência de ações? Pode-se até argumentar que uma OTAN agressiva seria justificativa para a paranoia anti-Ocidental de Putin. Devemos neste caso aprender a verdadeira lição de 1939, especialmente considerando que nossas forças estão num nível muito baixo e que guerra não é o que queremos.
Em relação a isso, há toda razão para acreditar que não entendemos apropriadamente a situação estratégica. A China está com a Rússia ou é neutra? A OTAN é forte ou são apenas aparências? O poderio militar americano está no mesmo nível dos velhos padrões ou estamos enfraquecidos? As pessoas presumem que os Estados Unidos são invencíveis. Contudo, recentemente o governo americano admitiu que a Rússia tem mais ogivas nucleares que os Estados Unidos. E ainda nem contamos as ogivas nucleares chinesas.
Continuando as coisas como estão, penso que os russos estão planejando ações futuras para quando a temperatura esfriar. Outra insurreição pode estar em perspectiva, sendo que ela será seguida por uma intervenção militar maciça. Todavia, há outro enredo se desenvolvendo. Estão até sugerindo que a Rússia admitiu a derrota na Ucrânia. Há até rumores de que Putin está sendo colocado de lado e, por conseguinte, perdendo sua posição como líder russo. É o caso de perguntar se virá por aí outra NEP ou outro ciclo de “democratização russa”. Isso seria, claro, uma notícia boa, não fosse a certeza de voltarmos a cair no velho padrão de relaxamento em relação aos perigos — o velho hábito do pensamento utópico, que se baseia em premissas psicológicas ingênuas.
As pessoas que governam a Rússia têm uma psicologia criminosa. Não são pessoas “normais” e nós jamais devemos considerá-las tais. O governo russo não possui freios e contrapesos. Não há verdadeira separação de poderes, não há a força das leis. E essa é a circunstância a qual o poder corrompe e corrompe absolutamente. Essa é a circunstância que tem de mudar na Rússia se o resto do mundo quiser ter paz. E essa é a circunstância que, uma vez mudada, teria como maior beneficiado o povo russo.
Mas como conquistaremos essa mudança? Sob estas circunstâncias, a mudança pode vir apenas por meio de uma amostra de benevolência salvaguardada por uma política justa porém firme. O povo russo não é nosso inimigo, mas sim nosso potencial aliado. Eles querem a mesma coisa que queremos, ou seja, paz. Assim, se o gás natural é usado por Moscou como arma para intimidar a Europa, a coisa a se fazer é estender uma mão amiga para encorajar a solidariedade da OTAN, porquanto a estratégia mais visível da Rússia consiste em dividir a Europa da América por meio da pressão econômica.
O regime criminoso em Moscou também irá, no fim, ameaçar o bem estar americano, pois a KGB acredita que o conforto é o nosso ponto fraco. Faz sentido, portanto, atacar-nos economicamente. Como todos sabem, o dólar é vulnerável e nossa economia está estagnando. Um ciberataque contra os grandes bancos, ou um ataque terrorista, poderia ferir seriamente a economia americana. O que faríamos então para recuperar nossa prosperidade? Cortar nossos laços com a Europa? Nos fecharmos em uma redoma? O pesquisador polonês Andrew Lobaczewski observou que “Em geral [...] particularmente em sociedades hedonistas, as pessoas possuem uma tendência a buscar refúgio na ignorância ou em doutrinas ingênuas. Algumas pessoas até sentem um certo desprezo pelas pessoas que sofrem.”
A América não deve ter desprezo pelas pessoas que sofrem. Logo em breve estaremos entre os sofredores. É assim que nos salvamos e é assim que as nações se salvam.

15 de outubro de 2014
Jeffrey Nyquist
Tradução: Leonildo Trombela Junior

PÊNDULO BRASILEIRO E HEGEMONIA ESQUERDISTA


 Artigos - Governo do PT

No que diz respeito aos corpos sociais, no campo da psicologia social, pouco ou quase nada publicou-se sobre as anestesias psicológicas que podem ser aplicadas - e que se vêm aplicando - em nações inteiras e até a blocos regionais de países.

1. Bastou que no primeiro turno das eleições presidenciais o pêndulo político brasileiro se movesse alguns centímetros da esquerda para o centro, para que a atual hegemonia esquerdista ficasse em uma situação psicologicamente instável no Brasil, no Uruguai (onde este mês também haverá eleições presidenciais e onde a oposição tem possibilidade de ganhar da esquerda), assim como em outros países da América Latina atualmente com governos esquerdistas.
 
2. Trata-se de uma hegemonia que se mantém desde longos anos pela inação dos líderes do centro e da direita, é verdade. Porém, que sobretudo conseguia se impor mediante uma misteriosa anestesia psicológica que as esquerdas foram capazes de injetar, em doses graduais, nos públicos dos respectivos países latino-americanos que atualmente governam.


3. Sabe-se que para finalidades cirúrgicas, as anestesias, sejam locais ou totais, possuem um tempo limitado de duração, dentro do qual a respectiva equipe de cirurgiões consegue ou não realizar operações, muitas vezes de alta complexidade em órgãos vitais do corpo humano. No que diz respeito aos corpos sociais, no campo da psicologia social, pouco ou quase nada publicou-se sobre as anestesias psicológicas que podem ser aplicadas - e que se vêm aplicando - em nações inteiras e até a blocos regionais de países.


4. Um dos melhores estudos críticos que se escreveu até o momento a respeito das anestesias sociais, é um livro publicado em 1988 em Madri, intitulado “Espanha, anestesiada sem perceber, amordaçada sem querer, extraviada sem saber - A obra do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE)”, redigido por um conjunto de investigadores da escola de Plinio Corrêa de Oliveira, um intelectual brasileiro que teve um papel fundamental na explicitação das delicadas teses de psicologia social desenvolvidas nesse livro [1]


5. A “psico-cirurgia” do PSOE é analisada lá em câmara lenta, e mostra-se como através de uma estratégia de gradualidade, e não de enfrentamento aberto como faziam os velhos revolucionários, foi-se anestesiando as forças vivas da Espanha, deixando-as inertes durante anos frente a uma ofensiva socialista “pacífica”, consensual e gradual. Tratou-se de uma revolução “tremenda”, “assombrosa”, embora “silenciosa” e “tranqüila”, que se operou na profundeza das mentalidades e das tendências mais que nas estruturas sociais, um novo tipo de revolução incruenta que transformou a Espanha quase inadvertidamente. É o que se descreve em câmara lenta, passo a passo, na referida obra.


6. Oferecemos aos leitores brasileiros e latino-americanos que se interessem pelo tema, um resumo em espanhol de 54 páginas do livro "España, anestesiada sin percibirlo, amordazada sin quererlo, extraviada sin saberlo - La obra del Partido Socialista Obrero Español (PSOE)", em formato PDF. Basta clicar no link que se transcreve no final deste editorial [2]. Boa Leitura.


7. É possível que o leitor brasileiro encontre analogias entre a psico-cirurgia que o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOL) aplicou na Espanha e a desconstrução mental do Brasil ao longo de três governos do Partido dos Trabalhadores (PT), que até o momento leva 12 longos anos no poder. Assim como também o leitor argentino, boliviano, chileno, uruguaio, venezuelano, equatoriano, etc., poderá eventualmente tirar também suas próprias conclusões e traçar suas próprias analogias.


8. Faltam ainda vários dias para o segundo turno eleitoral no Brasil, que se realizará no próximo dia 26 de outubro. Não sabe-se o que pode acontecer até a data da votação e é realmente difícil prever o resultado final, entre outros motivos, porque o público brasileiro, do mesmo modo que o público de países da região atualmente sob governos de esquerda, está ainda bastante anestesiado, instável e volúvel, o que torna difícil fazer previsões. 12 anos de hegemonia esquerdista não transcorrem em vão.


9. De qualquer maneira, é desejável que esse movimento pendular iniciado no Brasil sirva para infringir uma derrota eleitoral ao atual governo, assim como um debilitamento da hegemonia política esquerdista nesse país e em outros países da região. Uma eventual vitória da oposição no Brasil, dependendo da evolução dos fatos, poderia chegar a ter um efeito similar ao que teve a queda do muro de Berlim sobre as esquerdas européias. Esse resultado não seria pouca coisa. Sobretudo se consegue-se um antídoto eficaz contra as anestesias e as psico-cirurgias sociais que ameaçam conduzir-nos sem perceber ao abismo da desconstrução mental, política e cultural mais espantosa. Uma eventual derrota do governo do Partido dos Trabalhadores no Brasil e o conseqüente debilitamento de sua hegemonia, não pode nos levar a dormir nos lauréis de uma vitória apenas eleitoral.
 
Apontamentos de Destaque Internacional. Sexta-feira, 10 de outubro de 2014. Responsável: Javier González. Para encaminhar sua valiosa opinião, pedido de subscrição ou cancelamento, etc., envie um e-mail para  destaque2016@gmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
 
Notas do autor:


1. Biblioteca on line muito completa com escritos de Plinio Corrêa de Oliveira: www.pliniocorreadeoliveira.info
 
 
15 de outubro de 2014
Escrito por Cubdest
Tradução: Graça Salgueiro

A SÍNDROME DE ESAÚ DO POVO BRASILEIRO

 Artigos - Cultura 
A questão principal é, sem dúvida, a tentativa de tomada do país por um grupo ideológico, que, além de tudo, age como uma máfia.

Esta campanha política, relativa à corrida presidencial, apesar de estar se tornando uma disputa acirrada, como não foi vista nas eleições anteriores, em seu conteúdo, porém, não tem sido muito diferente de outras que acompanhamos a cada 4 anos.

A tônica principal, de fato, sempre gira em torno de dois temas básicos: economia e corrupção.
De alguma maneira, são realmente as duas grandes preocupações do brasileiro e, não coincidentemente, as duas envolvem dinheiro.

O brasileiro, ainda que não esteja entre os cidadãos mais abastados do mundo, valoriza demais sua vida material. Ele é, sem nenhuma dúvida, um consumista. Ele, certamente, mede seu sucesso e seu fracasso pelas conquistas financeiras que obtém.

Não que isso seja um problema, de antemão. A questão é que, diferente de outras nações, que experimentaram a abundância material como consequência da liberdade, o brasileiro está disposto a abandonar a sua, que já não é grande coisa, em favor de uma, ainda que pequena, pretensa prosperidade econômica.

Tanto que não importa o quanto fique claro que o atual governo impõe sobre o país um projeto de poder que beneficia apenas sua rede de conchavos e seus grupos de interesses. Parece que quanto mais se prova que os mandatários do momento fazem parte de uma quadrilha, que tem como uma de suas principais atividades expropriar as riquezas da nação em favor de seu partido, mais algumas pessoas se convencem que eles devem continuar no poder.

E que não venham me dizer que tais pessoas não têm acesso à informação, pois os fatos estão abundantemente sendo divulgados em jornais e na tevê, que alcançam todas as parcelas da população.
O fato é que o brasileiro, em geral, não está muito preocupado com isso. Ele até se incomoda com a corrupção, mas só quando sente que está sendo prejudicado por ela.
Se, porém, junto à corrupção vierem benesses estatais que garantam o churrasquinho do final de semana, isso basta para arrefecer muito do descontentamento que poderia surgir.

As campanhas presidenciais giram, de uma maneira ou de outra, em volta do tema financeiro. Isso porque as pessoas têm a convicção que é o dinheiro que resolve todos os problemas de uma nação. Aqueles, no entanto, que valorizam aquilo que há de mais importante sabem que, antes de tudo, a liberdade é a maior riqueza que um indivíduo pode ter. E isso nenhum dinheiro compra.

É uma vergonha, diante dos fatos que têm tomado conta dos noticiários nos últimos anos, que ainda se debata economia. Este já se tornou um assunto menor diante do perigo que o Estado brasileiro está enfrentando. A questão principal é, sem dúvida, a tentativa de tomada do país por um grupo ideológico, que, além de tudo, age como uma máfia.

Quem escolhe um governante porque ele oferece um prato de comida, ainda que isso lhe custe a liberdade, certamente sofre do que eu chamaria de Síndrome de Esaú.
No meu caso, porém, ainda que houvesse conquistas econômicas, elas não me convenceriam a querer que tiranos conduzam minha nação.
Não troco meus direitos, incluída aí minha liberdade, por um prato de lentilhas.

15 de outubro de 2014
Fabio Blanco

http://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/2014/10/a-sindrome-de-esau-do-povo-brasileiro.html
 

MISTERIOSO NÚMERO 2014 APARECE NAS PEDRAS GUIAS DA GEORGIA - EBOLA

DEBATE DA BAND: DILMA MENTIU DESCARADAMENTE SOBRE AUMENTO DE VIOLÊNCIA EM MINAS GERAIS.

              O blog desmascara a presidente leviana.

 
A estratégia de Dilma foi uma só no debate da Band: mentir. Aliás, toda a campanha petista é baseada em mentiras. E sobre as inverdades, eles constroem os programas e comerciais de TV.

Uma das afirmações descabidas de Dilma foi sobre o aumento da violência em Minas Gerais nos governos de Aécio. Mentiu! Não aumentou. Diminuiu.
Mas a técnica de Dilma é mentir para colocar o adversário na defesa. Não há jogo mais sujo. Mas o que esperar de um partido que rouba e de uma presidente que abafa os malfeitos, proclamando que está combatendo a corrupção? Vamos aos números.

No período de 2004 a 2010, os índices de violência de Minas Gerais caíram 20,1%, enquanto no país eles foram reduzidos em apenas 3,1%.

Estes números foram colhidos no Mapa da Violência 2012, que fez este levantamento.
O mesmo Mapa da Violência citado de forma mentirosa por Dilma Rousseff. Vejam a tabela abaixo, retirada da página 142 da publicação. Onde está escrito UF (unidade da Federação) refere-se a Minas Gerais.

 
CLIQUE PARA AUMENTAR
 
Observar que Aécio iniciou o seu primeiro mandato em 2003. No começo do governo, antes que Aécio colocasse a segurança pública nos trilhos, os índices de violência aumentaram.
Posteriormente, foram sendo reduzidos, graças à boa gestão imprimida àquela área.
Durante toda a gestão, a partir de 2004, a violência foi reduzida.
Abaixo, segue o gráfico dos homicídios. Em vermelho são os índices nacionais. Em ocre, os índices de Minas Gerais.
 
CLIQUE PARA AUMENTAR
 
Para conhecer mais mentiras da Dilma sobre Minas Gerais, clique aqui.
É o Mapa da Violência que ela sugeriu consultar.

15 de outubro de 2014
in coroneLeaks  



MACROMÉTRICA, BASEADA EM MODELO DO RENOMADO NATE SILVER, AFIRMA QUE AÉCIO SERÁ PRESIDENTE COM 52% DOS VOTOS


 
Projeção realizada pela consultoria Macrométrica, do ex-diretor do Banco Central Francisco Lopes, indica que o candidato do PSDB, Aécio Neves, deve vencer a presidente Dilma Rousseff (PT) na disputa do segundo turno por quatro pontos percentuais de diferença, mais do que apontam as primeiras pesquisas no segundo turno e do que as projeções feitas no primeiro turno, mas ainda assim em confronto acirrado.

Pelas contas da consultoria do ex-diretor do Banco Central Francisco Lopes, serão cerca de 4,2 milhões de votos a mais, contingente equivalente aos eleitores de Goiás. Em agosto, na véspera do acidente que matou o então candidato do PSB, Eduardo Campos, a Macrométrica projetou a vitória de Aécio por uma diferença de 2,6 pontos percentuais. Para isso, usou o modelo de análise do editor-chefe do site "FiveThirtyEight", Nate Silver, famoso por acertar o resultado em todos os 50 Estados na eleição presidencial americana de 2012.

Com a morte de Campos, Aécio caiu para terceira posição com a entrada de Marina Silva na disputa, e as projeções passaram a apontar a vitória da candidata do PSB no segundo turno por 53,1% a 46,9%. Na nova projeção, que já leva em conta a conversão dos votos de Marina no segundo turno, Aécio chegará com 51,9% e Dilma com 48,1%.

De acordo com a análise de Macrométrica, o percentual de votos não comprometidos caiu de 32,1% no primeiro turno para 10% nas primeiras pesquisas do Ibope e do Datafolha. Aécio também registrou um fator de conversão de 71% contra 29% de Dilma.

Para que a atual presidente reverta essa tendência, a taxa de conversão de Aécio precisa cair para 64%. Isso equivale a um esforço para recuperar pelo menos 1,5 ponto percentual ou 2,1 milhões de votos, um pouco menos do que o número de eleitores do Espírito Santo. Nesse caso, as pesquisas apontariam Dilma à frente com 45,5% dos votos contra 44,5% para Aécio.

No relatório distribuído pela consultoria aos clientes, o maior risco ao candidato do PSDB apontado é que a recente onda favorável a Aécio seja reflexo da recuperação conseguida pelo candidato no primeiro turno, que pode perder força, principalmente entre os eleitores menos informados. "A história da campanha de Marina no primeiro turno não nos permite descartar essa possibilidade", afirma.

(Valor Econômico)

CONLUIO CRIMINOSO ENTRE PT E BAND


 
Em um dos intervalos comerciais do debate de ontem à noite, exatamente quando Dilma falava sobre o fato de Aécio ter "perdido" as eleições em Minas Gerais, a Band veiculou três comerciais virulentos e mentirosos, exatamente  com este conteúdo, em sequência, todos da campanha petista.

E nenhum comercial de Aécio Neves.

Obviamente, em conluio com o PT. Cabe por parte do PSDB uma representação junto ao TSE, para evitar, por exemplo, que o mesmo se repita nos próximos debates do SBT e da Record.

Eles prometeram fazer o diabo para vencer as eleições. Estão cumprindo. A Band merece todo o repúdio. Jogou baixo e sujo. No clima da campanha mentirosa e safada de Dilma Rousseff.
 
15 de outubro de 2014

MANIFESTO DE 164 ECONOMISTAS DO MUNDO INTEIRO DESMONTA AS MENTIRAS DA DILMA


 
Um grupo de 164 economistas da academia, professores universitários que dão aulas no Brasil e no exterior, divulgaram na tarde desta terça-feira (14) um manifesto com críticas ao discurso econômico da campanha do PT.

O principal alvo é o argumento de que o Brasil cresce pouco devido à crise internacional. O governo da presidente Dilma Rousseff (PT) vem culpando a turbulência externa pelo baixo crescimento da economia, que deve ficar perto de 0,2% neste ano. 

No manifesto, os signatários afirmam que "não há crise internacional generalizada": "Entre as 38 economias com estatísticas de crescimento do PIB disponíveis no sítio da OCDE, apenas Brasil, Argentina, Islândia e Itália encontram-se em recessão". 

O professor da PUC-Rio Eduardo Zilberman, um dos criadores do manifesto, diz que as assinaturas começaram a ser reunidas na sexta-feira. "A ideia surgiu do desconforto dos economistas com o discurso falacioso de uma suposta crise internacional".
Embora originário de uma universidade de linha liberal, mais identificada ao discurso do tucano Aécio Neves (PSDB), Zilberman afirma que, entre os signatários, há integrantes de escolas de outras orientações. 

"Cinco professores da Unicamp, berço da heterodoxia no Brasil, assinaram o manifesto", disse.
Na lista, há professores de 75 instituições públicas do Brasil, como USP, Federal do Ceará e Universidade de Brasília, 49 privadas, como PUC-Rio e Insper, e 40 estrangeiras, como London School of Economics. Economistas que contribuíram para as campanhas de Aécio e de Marina Silva (PSB), como Marco Bonomo, do Insper, e Tiago Cavalcanti, de Cambridge, também assinam a lista. (FSP)

15 de outubro de 2014
in coroneLeaks

DILMA USOU PONTO ELETRÔNICO NO DEBATE


 
Começou a circular na internet foto mostrando que Dilma, no debate de ontem na Band, usou ponto eletrônico, por onde um assessor passava as respostas mais complexas, como estatísticas e números de leis.
Lembram que ela gaguejava do nada, de quando em vez?
E às vezes ajeitava o cabelo? Era o ponto eletrônico.
Mais um truque sujo nesta campanha de mentiras do PT.
 
15 de outubro de 2014

CARGA TRIBUTÁRIA: PACOTE DE DILMA DEIXARÁ CONTA DE R$ 30 BILHÕES AO PRÓXIMO GOVERNO

Pacote de incentivos deixará conta de R$ 30 bi com renúncias fiscais para próximo governo
 
A MP 656, encaminhada ao Congresso Nacional, prevê desonerações para diversos setores, como informática, serviços e infraestrutura

 
Isenção de PIS/Confins para a venda de eletroeletrônicos deve gerar renúncia de R$ 25,9 bilhões até 2017
Isenção de PIS/Confins para a venda de eletroeletrônicos deve gerar renúncia de R$ 25,9 bilhões até 2017 (Bruno Domingos/Reuters/VEJA)

O governo federal deixará uma conta no valor de 30 bilhões de reais para o sucessor do Palácio do Planalto no próximo ano devido a uma série de renúncias fiscais anunciadas na quarta-feira. A Medida Provisória 656 encaminhada ao Congresso Nacional prorrogou até 2018 benefícios fiscais para diversos setores com o objetivo de estimular a economia.

A MP 656 prevê isenção de PIS/Confins para a venda de computadores, notebooks, monitores, teclados, mouse, modem, tablets, smartphones e roteadores, com renúncia estimada em 25,9 bilhões de reais até 2017, e isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para projetos de infraestrutura, envolvendo operações de crédito de outros bancos repassadores de recursos do Tesouro Nacional, com renúncia estimada em 29,9 milhões de reais em 2014, 35,11 milhões de reais em 2015 e mais 35,11 milhões de reais em 2016.

O decreto também inclui isenção de PIS/Confins para peças de aerogeradores (que captam energia eólica) fabricadas no país, com renúncia de 51,6 milhões de reais, dedução do INSS no Imposto de Renda do empregado doméstico, com renúncia estimada de 2 bilhões de reais até 2017, e Regime Especial de Tributação (RET) sobre receitas de projetos de incorporação de imóveis residenciais de interesse social, envolvendo o programa Minha Casa Minha Vida, com renúncia de 2 bilhões de reais.
Contas públicas - A queda da arrecadação acontece em um momento de aperto nas contas públicas.

O governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) registrou déficit primário de 10,42 bilhões de reais em agosto, o pior resultado fiscal para o mês em dezoito anos. Para alcançar a meta do superávit primário, o governo central precisaria economizar 76,12 bilhões de reais até o final do ano. Mas a missão é praticamente impossível, uma vez que em períodos de crescimento econômico a maior economia ficou em 38,581 bilhões de reais nos últimos quatro meses do ano.

(Com Estadão Conteúdo)

15 de outubro de 2014
Veja
in caminho21

CPI DA PETROBRAS: GOVERNO BARRA CONVOCAÇÃO DE TESOUREIRO DO PT

Reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras para análise do plano de trabalho e de requerimentos - (14/05/2014)
Adicionar legendaReunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras para análise do plano de trabalho e de requerimentos - (14/05/2014) (Geraldo Magela/Agência Senado/VEJA)
Governistas resistem à tentativa da oposição de levar João Vaccari Neto à CPI para esclarecer participação em denúncias de desvios de verbas da Petrobras
  


Petrolão: governo barra convocação de tesoureiro do PT
 
Deputados e senadores governistas barraram nesta terça-feira a tentativa da oposição de convocar o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, para prestar esclarecimentos à CPI da Petrobras. Vaccari foi apontado pelo ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa como um dos responsáveis pelo duto montado para desviar recursos para políticos e partidos governistas – PT, PMDB e PP.

Oficialmente, o comando do colegiado alegou que não haveria quórum suficiente para aprovar os requerimentos e que ainda busca uma alternativa. A oposição reclamou: “Está claro que estão querendo segurar a ida do Vaccari. Mas alguma coisa tem de acontecer até a próxima semana.
A gente quer uma sessão relevante antes das eleições”, disse o deputado Mendonça Filho (PE), líder do DEM na Câmara dos Deputados. “É evidente que a base do governo está agindo para evitar a ida do tesoureiro. E é mais evidente ainda que a base recebe orientação da presidente Dilma Rousseff, que tenta a reeleição”, afirmou o deputado Antônio Imbassahy (BA), líder do PSDB na Câmara.

Os parlamentares decidiram se reunir nesta terça após as novas revelações feitas à Justiça Federal por Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef. De acordo com Costa, o PT ficava com a maior parte do rateio da propina e o responsável por captar esse dinheiro era João Vaccari Neto. Ainda segundo o ex-diretor da Petrobras, Vaccari negociava diretamente com o então diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque.

No encontro realizado nesta tarde no gabinete do presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), os parlamentares pediram uma reunião emergencial para aprovar a convocação de Duque e Vaccari, cujos pedidos de audiência já foram apresentados, além de agendar a audiência do doleiro Youssef, que já teve a convocação aprovada, para o dia 22. Ness data, também está marcado o depoimento de José Carlos Consenza, diretor de Abastecimento que substituiu Paulo Roberto Costa na estatal.

Vital prometeu entrar em contato com os líderes governistas para checar a viabilidade de uma convocação ainda nesta semana, mas admite ser “difícil” por causa das eleições. Como o colegiado é formado em sua maioria por deputados e senadores aliados do Palácio do Planalto, a presença desses parlamentares é obrigatória para que seja atingido o quórum mínimo para as votações.
“Não há nenhum tipo de pressão. A função de investigação do Congresso Nacional não pode ser contaminada por um processo eleitoral que, em quinze dias, pode trazer consequências que não sejam aquilo que é dever do Congresso, que é apurar de forma limpa e imparcial os fatos”, disse.

Nesta quarta, Vital do Rêgo deve ingressar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para ter acesso à íntegra das delações premiadas.

15 de outubro de 2014
Marcela Mattos - Veja

HERANÇA ELÉTRICA: CONTA DE R$ 66,5 BILHÕES SERÁ PAGA POR NÓS

 
A crise no setor elétrico deve custar ao país R$ 66,5 bilhões, segundo o empresário Walter Fróes, da CMU Comercializadora de Energia. “Isso será pago por todos os brasileiros”.
Ele faz um cálculo pelo valor médio das contas de luz e conclui que cada brasileiro pagará o equivalente a 17 contas a mais até 2017.
A crise, segundo ele, foi em parte criada pelas decisões erradas do governo.

O Brasil tem 75 milhões de unidades consumidoras, em residências, empresas e serviço público. Segundo a Aneel, a fatura média é de R$ 100 no geral; na conta residencial é de R$ 50. Com base nisso, Fróes calcula que, se for feito o rateio do rombo, cada residência estaria devendo R$ 880 para pagar sua parte dessa conta bilionária. Ou seja, 17 meses de contas de luz.

— Sabe o que pode ser feito com R$ 66,5 bilhões? A duplicação da “rodovia da morte", a BR-381, tem um orçamento de R$ 4 bilhões. Poderia ser duplicada 16 vezes. Poderia ser feita sete vezes a transposição do Rio São Francisco. Daria para pagar três anos de Bolsa Família ou para fazer duas vezes todas as obras prometidas para a Copa do Mundo.

Estamos em grave estresse hídrico, mas essa crise não foi causada apenas pela falta de chuva. A conta está subindo pelos desequilíbrios do ano passado, quando choveu normalmente. O setor, porém, foi desorganizado pela MP que antecipou o fim de contratos de concessão e baixou o preço da energia. Os reajustes recentes já anularam a redução e, nos próximos três anos, o consumidor vai pagar pela crise de 2014.

— O governo poderia ter feito uma campanha para diminuir apenas 5% do consumo de energia. Isso reduziria a necessidade de geração térmica em 3.200 MW médios. O custo mensal da geração térmica cairia de R$ 3,7 bilhões para R$ 2,25 bilhões. Uma economia de R$ 1,45 bilhão por mês. Se isso ocorresse de janeiro de 2013 até agosto de 2014, 20 meses, a economia seria de R$ 29 bilhões.

Um estudo mostrou que os aparelhos eletrônicos em stand-by podem representar 15% dos gastos residenciais. Se houvesse uma campanha para desligar esses equipamentos nas casas haveria uma queda de 4,2% do consumo total do Sistema Integrado Nacional.

Poderia também ter sido adotado o sistema de bandeiras tarifárias, que funciona assim: quando as condições hidrológicas ficam menos favoráveis, aciona-se a bandeira amarela, que aumenta em 5% a conta de luz; se a situação é grave, e todas as térmicas são ligadas, aciona-se a bandeira vermelha que implica em aumentar em 10% a tarifa. Os reajustes são revogados quando a situação volta ao normal. Começaria em 2014, mas o governo adiou por causa da eleição.

Se o sistema estivesse em vigor, a bandeira amarela teria sido acionada em janeiro; a vermelha de fevereiro a julho deste ano — meses em que choveu pouco. As distribuidoras teriam arrecadado R$ 543 milhões em janeiro e R$ 6 bilhões entre fevereiro a julho. Isso reduziria o total dos empréstimos que as elas tiveram que tomar — R$ 17,7 bilhões ao todo — e que serão pagos, com os devidos juros, pelo consumidor nos próximos três anos.

Outro erro de gestão foi o governo deixar as distribuidoras com exposição involuntária ao mercado livre. O mesmo governo tentou forçar preços irreais em quatro leilões. Eles fracassaram. As distribuidoras entraram no ano sem ter comprado toda a energia que teriam que entregar. Com a falta de chuva o preço no mercado à vista explodiu e elas tiveram que comprar energia até a R$ 822 para vender a R$ 120.

Tem ainda o problema das geradoras. Há um mecanismo que permite que geradoras comprem energia de outras a custo baixo quando o nível do reservatório cai. O problema é que os reservatórios baixaram em todo o Sudeste e Centro-Oeste. Não havia de quem comprar. Elas tiveram que ir ao mercado à vista para cumprir seus contratos e só no segundo semestre de 2014 ficaram com um rombo de R$ 18 bilhões.

Houve falta de chuva em 2014, mas a crise tem outros motivos. A tentativa de derrubar o preço na marra, o adiamento do sistema de bandeiras tarifárias, a falta de campanhas para economizar eletricidade e o erro ao negociar oferta e demanda de energia criaram o curto-circuito no setor elétrico que vai para o nosso bolso nos próximos anos. É a pesada herança elétrica que começará a ser paga no ano que vem.

15 de outubro de 2014
 Miriam Leitão - O Globo

DATAFOLHA: AÉCIO SEGUE À FRENTE DE DILMA POR 51% X 49%



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A 11 dias do segundo turno, a disputa pela Presidência da República continua extremamente acirrada, mostra pesquisa Datafolha feita na terça-feira (14) e nesta quarta (15). O senador Aécio Neves (PSDB) tem 51% dos votos válidos, a presidente Dilma Rousseff (PT) alcança 49%.
É um empate técnico, com exatamente os mesmos percentuais de voto válido da primeira pesquisa Datafolha do segundo turno, feita nos dias 8 e 9 deste mês. Nos dois casos, a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. 

Em votos totais, Aécio tem 45%; Dilma, 43%. Na rodada anterior, cada um tinha um ponto percentual a mais. Os eleitores dispostos a votar nulo ou em branco oscilaram de 4% para 6%. Os indecisos continuam sendo 6%. O instituto investigou ainda o grau de decisão dos eleitores. Aécio e Dilma também estão empatados na taxa de convicção: 42% afirmam intenção de votar nele "com certeza", o mesmo valor para Dilma.
 
Há 18% que "talvez" possam votar no tucano (eram 22% na pesquisa anterior) ante 15% para Dilma (eram 14%). Já os que não votam em Aécio "de jeito nenhum" são 38% agora (eram 34% no dia 9), enquanto 42% rejeitam votar em Dilma (eram 43%). 

O Datafolha ouviu 9.081 eleitores em 366 municípios. O nível de confiança do levantamento é 95% (em 100 pesquisas com a mesma metodologia, os resultados estarão dentro da margem de erro em 95 ocasiões). O registro do estudo no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR 01098/2014.
 
(Folha Poder)
 
15 de outubro de 2014
in coroneLeaks

ATÉ DEZ VAGAS NO SENADO PODEM IR PARA SUPLENTES, SEM VOTOS E TOTALMENTE DESCONHECIDOS

     



Após o segundo turno das eleições, dez pessoas totalmente desconhecidas podem ganhar mandato de quatro anos no Senado mesmo sem terem recebido sequer um voto nas urnas em outubro.

São os suplentes dos senadores que disputam governos estaduais e a Presidência. Caso sejam eleitos, os senadores terão que renunciar às vagas para assumirem as novas funções em janeiro de 2015.

Como os mandatos no Senado são de oito anos, os eleitos em 2010 podem disputar cargos neste ano sem correr risco de perderem a vaga. Os derrotados continuam na Casa, enquanto os eleitos serão substituídos pelos suplentes.

Dois já garantiram as cadeiras com as eleições, no domingo (5), de Pedro Taques (PDT) e Wellington Dias (PT) para os governos do Mato Grosso e do Piauí.

A ex-bancária Maria Regina Sousa (PT) assumirá a vaga de Dias. Já os dois suplentes de Taques – José Antonio Medeiros (PPS) e Paulo Fiúza Filho (PV) – travam uma batalha jurídica pela vaga.
A confusão começou em 2010, quando Taques se elegeu para o Senado e seu suplente renunciou à vaga. Medeiros foi registrado em seu lugar, mas Fiúza contesta – embora já tenha sofrido sucessivas derrotas na Justiça.

ABUSO SEXUAL

A relação entre o senador Rodrigo Rollemberg (PSB) e seu suplente Hélio da Silva Lima (PSD) também é conturbada desde 2010. Na época, Lima foi acusado pelo próprio senador de ter abusado sexualmente de uma sobrinha, depois que Rollemberg recebeu denúncia do Conselho Tutelar.
Lima respondeu a processo na Justiça do DF, foi inocentado e diz que a denúncia não é verdadeira.
“Isso foi uma calúnia armada e a Justiça comprovou que não ocorreu nada disso. O processo terminou, foi transitado em julgado. Estou pronto para assumir meu mandato”, disse Lima.

EM CASA

Líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB) indicou a própria mulher para a suplência, o que vai garantir a Sandra Braga quatro anos de mandato se o senador for mais uma vez eleito governador do Amazonas. O peemedebista disse que escolheu a mulher porque ela é “militante ativa” do partido.

Vários senadores escolheram empresários para as suas suplências, muitos deles responsáveis por financiar parte das campanhas dos titulares. Podem chegar ao Senado em 2015 os empresários Deca do Atacadão (PSDB) e Pedro Chaves (PSC), suplentes de Cássio Cunha Lima (PSDB) e Delcídio Amaral (PT), que disputam os governos da Paraíba e Mato Grosso do Sul.

Se for eleito para o governo do Rio, Marcelo Crivella (PRB) vai levar ao Senado o ministro da Pesca, Eduardo Lopes (PRB), bispo da Igreja Universal que ocupou o seu mandato enquanto ele foi titular da pasta na gestão Dilma. Os dois fizeram a “troca” quando o senador teve que deixar o ministério para disputar o governo do Rio.

Outros que podem deixar o Senado em 2015 são os senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), que disputam a Presidência e a vice-presidência da República na chapa encabeçada pelo mineiro. Se os dois forem eleitos, o PSDB vai perder as duas cadeiras para o DEM e o PMDB, partidos dos suplentes Elmiro Alves do Nascimento e Airton Sandoval Santana.

Nascimento, suplente de Aécio, foi deputado estadual, prefeito e diretor da Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais), indicado em gestões do PSDB no Estado. O suplente de Aloysio também é ex-deputado federal e trabalhou na Prefeitura de Franca (SP).

15 de outubro de 2014
GABRIELA GUERREIRO
Folha

PT CULPA A IMPRENSA PELA SUBIDA DE AÉCIO EM PESQUISAS



O Secretário Nacional de Organização do PT, Florisvaldo Souza, responsabilizou a mídia pelo resultado das pesquisas Ibope/Estadão/TV Globo e Datafolha divulgadas quinta-feira, nas quais o candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, aparece numericamente à frente da presidente Dilma Rousseff (PT). Florisvaldo afirmou que os meios de comunicação promovem “denuncismo” e favorecem o tucano no noticiário.
Tanto o Ibope quanto o Datafolha apontaram Aécio com 51% dos votos válidos e Dilma com 49%. Como a margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos, o que significa que ambos estão empatados tecnicamente.
“Só tem notícia ruim para a Dilma e boa para o Aécio. Explorando o resultado de domingo, falando que o PT perdeu em São Paulo, mas não falam que o Aécio perdeu em Minas Gerais”, disse. “Continua o vazamento ilegal e irresponsável, sem ouvir as pessoas”, acrescentou, citando as denúncias de corrupção envolvendo a Petrobras. Para ele, as sondagens não surpreenderam e, diante do que chamou de “massacre da mídia”, a diferença do tucano sobre Dilma poderia ser até maior.

O governo tem sofrido desgastes com as acusações de corrupção na Petrobras que estão sendo reveladas pelos depoimentos à Justiça do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef, alvo da operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Florisvaldo afirmou que o debate será “equilibrado” com o prosseguimento do programa eleitoral de rádio e televisão do segundo turno, retomado quinta-feira. “Quando o debate ficar mais igual e transparente não tenho dúvidas de que vamos virar e ganhar a eleição”, disse.

15 de outubro de 2014
RICARDO DELLA COLETTAEstadão

ARRANCAR O PT DO PODER É A PRIMEIRA MEDIDA PARA SANEAR O BRASIL

PRIMEIRA COISA PRA SAIR DO BURACO É TIRAR O PT DO PODER, AFIRMA AÉCIO QUE RECEBE NOVOS APOIOS EM SÃO PAULO.
 
O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, rebateu nesta quarta-­feira, 15, as críticas de sua adversária, a presidente e candidata à reeleição pelo PT, Dilma Rousseff, sobre sua gestão no governo de Minas Gerais.
 
Depois de ironizar a petista destacando que ela conhece muito pouco o Estado em que nasceu, ele lembrou um provérbio que diz que se alguém quer sair de um buraco, a primeira coisa a fazer é parar de cavar. "Então, a primeira coisa que precisamos fazer para sair do buraco é tirar o PT do poder."
 
O tucano convocou a presidente a fazer uma campanha propositiva nesta reta final de segundo turno. "Convido Dilma a deixar o gueto da difamação, da calúnia e da infâmia, vamos discutir o Brasil em alto nível, com propostas para a geração de emprego e para a retomada do crescimento", emendou.
 
O presidenciável tucano disse que essa campanha, "talvez influenciada pelo seu
marqueteiro e pelo desespero, de desconstrução, ódio e rancor não levam a nada".
 
E ao citar as propostas que pretende levar à arena política, disse que, se for eleito, quer ser conhecido como o presidente que revolucionou a educação no Brasil. 
 
Aécio participa nesta tarde na capital paulista de encontro com lideranças políticas do Estado que apoiam sua candidatura, além de mais de 200 prefeitos, de várias legendas, como PDT e PSB. "Temos inclusive prefeitos do PT", disse o candidato do PSDB. "Um profundo sentimento de mudança permeia a sociedade brasileira", destacou ao falar dos apoios que tem recebido.
 
Na rápida entrevista coletiva, Aécio disse que nesta quarta, no dia do professor, assumia o compromisso com a educação e com a valorização da categoria. Este tema, aliás, foi usado pela campanha petista, no horário eleitoral do rádio, para criticar a gestão do tucano em Minas Gerais.
 
Antes de participar do ato político, Aécio assinou o documento da Abrinq, de compromissos com a infância e juventude. E disse que foi um dos mais importantes documentos que tinha assinado nesta campanha.
 
No evento, que lotou o auditório de um clube da capital, o então candidato do PSDC à Presidência, José Maria Eymael, também estava presente para dar o seu apoio à candidatura de Aécio. O deputado Beto Albuquerque (PSB­RS), que foi vice na chapa de Marina Silva, também compareceu, além de tradicionais aliados como o governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin, e o senador eleito José Serra.
 
 
15 de outubro de 2014