"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

23 DE SETEMBRO: A VERDADE

https://www.youtube.com/watch?v=vQ22qLnVwNY22 set. 2015 ... A Verdade sobre o mês de setembro. Querem te distrair com o 23 de setembro. Fique esperto. Diga NÃO às resoluções da ONU. Diga NÃO às ...
18 de setembro de 2017posado por m.americo

TROPAS DE ASSALTO. CARAVANA DE LULA PELO NORDESTE RECEBERÁ REFORÇO DE GRUPOS ESQUERDISTAS

Militantes de movimentos de esquerda escoltarão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a caravana que fará pelo Nordeste brasileiro a partir da próxima quinta-feira (17). Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e de sindicatos rurais acompanharão, em suas motos, a chegada de Lula às cidades do interior do Brasil.

Segundo petistas, o cortejo tem dupla função: atrair atenção e intimidar os opositores do ex-presidente. Os dirigentes nacionais do MST se dividirão para coordenar a recepção a Lula, que visitará 25 cidades.

Embora a segurança do ex-presidente fique a cargo da GSI (Gabinete de Segurança Institucional), da Presidência, uma equipe do Instituto Lula procurou as Casas Militares dos governos estaduais para discutir medidas complementares para sua proteção.

Presidente do instituto, Paulo Okamotto, afirma que foi um “mero gesto de educação”. A assessoria do ex-presidente explica que é um procedimento de praxe.

A Casa Militar do governo de Pernambuco, por exemplo, informou ter recebido solicitação, por parte da Secretaria-Geral da Presidência da República, de apoio operacional à visita.

Em Pernambuco, Lula visitará a comunidade de Brasília Teimosa e participará de ato no parque Dona Lindu. Em Sergipe, fará de barco uma travessia do rio São Francisco. Antes participará de atividade ao lado de mulheres catadoras de aratu.

Em Salvador, embarcará em vagão do metrô ao lado do governador Rui Costa e do ex-ministro Jaques Wagner. Um dos responsáveis pela organização da caravana e vice-presidente do PT, Márcio Macedo, afirma que uma equipe será encarregada de vistoriar as cidades visitadas antes da chegada de Lula.

“Haverá precursora política, de comunicação, e de segurança, como em todos os atos em que o presidente Lula participa”, diz Macedo.

Escalado no PT para organização da viagem, Macedo diz também que “a segurança de Lula é compatível com o fato de ele ser ex-presidente da República e a maior liderança política e popular do país”.

Ao longo da caravana, o ex-presidente se reunirá com líderes políticos de diferentes matizes partidárias. Na quarta, jantará com o governador Renan Filho e o senador Renan Calheiros (PMDB), em Maceió. Também está prevista uma reunião com integrantes do PMDB da Paraíba, onde se reunirá com o governador Ricardo Coutinho (PSB).

Sua caravana já produziu tremores no Ceará, onde o governador Camilo Santana (PT) é aliado dos irmãos Ciro e Cid Gomes. Potencial candidato a presidente pelo PDT, Ciro está, segundo aliados, contrariado com a acolhida dedicada a Lula.

Ciro já avisou que não participará de atividades dedicadas a Lula em seu Estado. Ao responder se acredita na hipótese de obter apoio petista na corrida presidencial, Ciro é nada otimista. “Só se eu vencer e passar ao segundo turno, e eles não”.

Embora tenha sido condenado pelo juiz Sergio Moro em primeira instância, Lula deu sinais de esperança na manutenção de sua candidatura ao traçar seu roteiro pelo Nordeste. Segundo colaboradores, recomendou que fossem selecionadas cidades que não possa visitar durante a campanha presidencial de 2018.

Lula também pediu um levantamento de todas as realizações dos governos petistas nas regiões visitadas. E fez um pedido: pernoitar em hotéis para evitar que crianças sejam tiradas de suas camas para acomodar um ex-presidente.


18 de agosto de 2017
a direita brasileira de ação, Via Folha de S. Paulo

MARCO FELICIANO ENQUADRA MARIA DO ROSÁRIO, EM DEFESA DE JAIR BOLSONARO

PT AFRONTA O BRASIL MAIS UMA VEZ E COMEÇA A ABSURDA CARAVANA DO LULA PELO NORDESTE

PT AFRONTA O BRASIL MAIS UMA VEZ E COMEÇA A ABSURDA CARAVANA DO LULA PELO NORDESTE -Everton Sodario-

  • 6 horas atrás
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18 de agosto de 2017
postado por m.americo

QUAL A DIFERENÇA ENTRE A CONSTITUINTE DE MADURO E A REFORMA POLÍTICA NO BRASIL?



"É sutil a diferença entre a constituinte de Maduro e a reforma política aprovada pela comissão. Ambas estabelecem regras que conduzem a resultados divergentes da vontade social". 


No poder legislativo federal, agita-se intensamente o submundo do crime que ali atua de modo ostensivo. Por isso, diante do que vejo, torna-se impossível definir com vocábulos brandos as maquinações constitucionais em negociação com vistas às eleições de 2018.

É bom lembrar. No ano passado, ao cabo de campanhas municipais marcadas pela escassez de recursos técnicos, materiais e financeiros, sem militância paga, houve importante renovação e visível encolhimento de alguns partidos. 
Ficou nítida, então, no resultado das urnas, esta mensagem: "Senhores, por obséquio, abandonem o recinto". De lá para cá, a disposição para a faxina só aumentou.

Enquanto governo e oposição se contorcem numa luta virtual em que apenas reduzida militância se envolve, a nação aguarda o momento de exercer sua soberania e mandar todos para o olho da rua, por justa - justíssima! - causa: se querem fazer negócios pessoais, abram uma quitanda. Recente pesquisa do Instituto Ipsos revelou que 94% da população não se sente representada pela classe política e por essa legislatura naufragada no próprio descaramento.
Congressistas que precisam comprar suas cadeiras alarmaram-se com a falta de dinheiro que marcou a campanha de 2016. A quem extorquirão agora? De que servirão os usuais requebros e acenos que sugeriam acesso às facilidades do poder? Onde buscarão os milhões que, bem geridos, enchiam as urnas mais indignas no mercado eleitoral? Tudo indica que a conta sobrará para nós, mediante uma tarrafada legislativa que recolherá, sem dó nem piedade, R$ 3,6 bilhões para a campanha deles no ano que vem. É o preço da democracia", afirmam, simulando nobre proteção a um bem superior. Não, não nos tomem por tão ingênuos. Esse é o preço de vossas cadeiras. É a prudente primeira etapa do "Salvemo-nos todos!".

A segunda etapa pode ser resumida como uma bacanal de interesses escusos, indecência que se imaginaria articulada num ambiente sob mortiça luz vermelha. Refiro-me ao aleijão que recebeu o nome de distritão. Ele transforma em majoritária a eleição proporcional de deputados, na base do cada um por si e o diabo por todos. Elegem-se os mais votados. Ora. para que os atuais detentores de mandato estejam entre os mais votados, basta, então, diminuir radicalmente o número de candidatos, pois quanto maior o número de candidatos, menos votos para cada um; e vice-versa. Se os eleitores querem renovar, feche-se a porta para os novos candidatos. Assim, inverte-se o procedimento usual. Os partidos, comandados pelos seus parlamentares, em vez de buscarem candidatos para ampliar suas nominatas e bancadas, porão a correr os novos pretendentes, assegurando, por falta de alternativa, as cadeiras dos que já têm.

É o mais recente truque da cartola dos corruptos. Corrompe-se a democracia, impedindo que se expresse de modo pleno a firme disposição do eleitorado: "Cavalheiros, abandonem o recinto!". Custo a crer que o STF tolere tão nítida disposição de nossos congressistas de promoverem uma farsa eleitoral. Não perceberá o Supremo, aí, o empenho de inibir, por supressão de alternativas, a expressão da vontade dos cidadãos? Não está, a proposta do distritão, em claro antagonismo com princípios essenciais do regime democrático? Será necessário escancarar ainda mais os sinais de má fé legislativa? É sutil a diferença entre a constituinte de Maduro e a reforma política aprovada pela comissão. Ambas estabelecem regras que conduzem a resultados divergentes da vontade social.



18 de agosto de 2017
Percival Puggina

FUNDO DE FINANCIAMENTO DA DEMOCRACIA É COISA DE LADRÃO

Um bando de criminosos protegido pelo foro privilegiado tenta parir às pressas o programa Bolsa Deputado
Final da votação do processo contra o presidente Michel Temer, na Câmara dos Deputados, em Brasília (Evaristo Sa/AFP)


Todos os jornalistas de todas as redações deveriam oferecer a quem os lê, ouve ou vê mais mais informações consistentes e menos análises tão profundas que a formiguinha de Nelson Rodrigues poderia atravessá-las com água pelas canelas. Mais notícias amparadas em investigações cuidadosas e menos palpites que apenas traem as preferências políticas ou ideológicas de profissionais que, desprovidos do sentimento da vergonha, tratam leitores, ouvintes e espectadores como se lidassem com um bando de idiotas.

Se o conteúdo do noticiário é de doer, a forma (Nelson Rodrigues, de novo) é de fazer quem preza a língua portuguesa sentar-se no meio fio e chorar lágrimas de esguicho. Não vale a pena perder tempo com os modismos, tão pedantes quanto desnecessários, que o rebanho de colunistas adota tão logo um candidato a sinuelo lança a novidade da estação. Todas têm vida curta.

O velho e bom resistente, por exemplo, vai retomando o lugar de onde foi desterrado há dois ou três anos por um esquisito resiliente (que acabo de escrever pela primeira vez). Embora o S e o T que sumiram sejam bem menos franzinos que o I e o L, alguém decidiu que a coisa ficava mais forte com a troca de uma vogal e uma consoante. Tampouco vai demorar o retorno da simpática versão, aposentada há quase dois anos pela hoje onipresente narrativa — que voltará a significar o que sempre significou.

O que precisa ser banido de todos os textos é o uso de expressões que não existem, ou debocham do mundo real, ou agridem os fatos — ou tudo isso ao mesmo tempo. A legislação brasileira, por exemplo, não menciona em nenhum artigo, parágrafo ou inciso a agora popularíssima delação premiada. O que a lei premia é a colaboração com a Justiça. Os jornalistas preferiram a expressão inexistente porque remete à figura do delator, invariavelmente estigmatizada pela História.

Chamar as coisas pelo nome certo, eis aí um dever ignorado por 99 em cada 100 profissionais das redações. Se todos contassem o caso como o caso foi, ninguém ousaria informar, por exemplo, que “a maioria dos deputados pretende criar um Fundo Especial de Financiamento da Democracia”. Isso mesmo: em maiúsculas. Haja deboche. O que os brasileiros merecem ler ou ouvir é a verdade repugnante: um bando de criminosos com imunidade parlamentar e protegidos pelo foro privilegiado tenta parir às pressas o Programa Bolsa Deputado.

É tão simples e prático quanto obsceno. Os pagadores de impostos bancam a conta bilionária, eles se reelegem e, assim que surge a chance, aumentam de novo a carta tributária. O que está em curso na Câmara não é uma reforma política. É uma sucessão de bofetadas na cara da nação. É um assalto aos bolsos dos brasileiros tramado pelo clube dos cafajestes impunes. É coisa de ladrão.


18 de agosto de 2017
Augusto Nunes, VEJA

FHC, O TAGARELA AMBULANTE

FHC, o Tagarela – acusado de ter recebido “vantagens indevidas” do propinoduto da Odebrecht para financiar suas campanhas presidenciais -, entrou direto na Lista Fachin. Decoreba da charlatanice marxista, o ex-presidente (duas vezes), diante do adverso, adota deste sempre o modelo da genuína parolagem do político “gauche” (no duplo sentido da palavra). No entanto, mesmo refinado na arte de iludir, sofismar e fantasiar, a “dialética sem síntese” de FHC, a julgar pelo andar da carruagem, está dando com os burros n’água.

Por exemplo: no caso específico do uso das mencionadas “vantagens indevidas” (reconhecido urbi et orbi como puro e simples suborno), FHC, sem perder o ar professoral, apelou: “É preciso separar o joio do trigo. Uma coisa é a propina, outra é o caixa 2 puro. O caixa 2 não é crime, é um erro. Então, é preciso separar delitos diferentes”.

É dose. Mas entendam que deitando essa baba de quiabo, o vosso Tagarela-mor quer não só livrar a própria cara (de pau), mas, de igual modo, as dos parceiros Aécio Neves, o “Mineirinho”, e Zé Serra, o “Vizinho” – ambos untados pela grana suja da Odebrecht e atolados até os ossos nas investigações da Lava-Jato.

Já se disse que FHC e Lula – assim como PSDB e PT – são faces de uma mesma moeda (furada). Nada a discordar. Ambos, partidos e figuraças, navegam (e se afogam) nas mesmas águas turvas do socialismo (“científico” ou gramsciano, pouco importa), nos mesmos lamaçais de corrupção, nas similares urdiduras do embuste ideológico para manter o poder e o controle social em nome da “igualdade” e da “justiça social”, palavras indispensáveis para manipulação das massas aflitas.

Neste arreglo de serpentes, Lula, cangaceiro sem peias, representa a imagem do comunista primitivo e bárbaro. FHC, por sua vez, vendendo falso saber, interpreta o papel do comunista light, moderno, globalista.

Abrindo parêntese, convém lembrar o fato de que um ano antes de concluir o seu desastroso segundo mandato (para a conquista do qual corrompeu bom número de parlamentares), FHC reformou o Alvorada e chamou Lula para uns comes e bebes. No Palácio, o Tagarela introduziu o “bon vivant” (apud Golberi, seu protetor) no luxuoso banheiro da suíte presidencial e apontou as torneiras douradas do lavabo: – “Olhe, Lula, está vendo? Fiz esta reforma para você”.

Parafraseando Euclides da Cunha, autor do clássico “Os Sertões” (cerne da nacionalidade que ninguém mais lê), o Brasil esconde, para todo o sempre, vilanias espantosas.

Eis o fato: nos últimos anos, o presidente de honra do PSDB vem exercendo o papel de office boy do globalismo, projeto de controle mundial agenciado pela terceiro-mundista ONU e financiado pelas ONGs InterAmerican Dialogue e a Open Society Foundations, de George Soros, o mega especulador que, segundo denúncia comprovada da revista Executive Intelligence Review (EIR), lidera o ranking dos pesos pesados do narcotráfico internacional – o que talvez explique o fato de ser ele, Soros, um dos grandes acionistas da Vale do Rio Doce (reserva Carajás), a maior empresa mineradora do mundo, subavaliada e vendida a preço de banana no governo do socialdemocrata.

Com efeito, a agenda globalista para implosão do Estado Nacional encontrou em FHC, desde o primeiro reinado, um vassalo cioso – já enquanto presidente, desapropriou para ONGs vastidões de terras e bancou com bilhões de reais a malandragem virulenta do MST.
Tem mais: no repasse do programa globalista, introduziu a sanha das cotas raciais para acirrar o processo de lutas de classes que extingue o mérito e privilegia a cor da pele em detrimento do saber.

Por sua vez, na sua permissividade administrativa, além de elevar o déficit público aos cornos da lua, fez recrudescer a inflação, aviltando a moeda que diz ter criado, em cujo valor se apóia a soberania de uma nação.

Para completar, impôs a CPMF, o “imposto do cheque”, criado para “solucionar o problema da saúde”, repudiado em gênero, número e grau pela população, em especial quando se percebeu que o “problema da saúde” havia piorado e os “gastos sigilosos” com as mordomias de praxe estavam “bombando”.

Em países como China, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Egito, Líbia etc., talvez FHC estivesse curtindo uma cana braba. Ou, quem sabe, como queria Jair Bolsonaro, no muro de fuzilamento próprio dos que cometem crimes de alta traição. No Brasil, somos diferentes, ou melhor: “excêntricos”. Agora mesmo criam-se esquemas judiciais para livrar o milionário Zé Dirceu da cadeia.

E FHC, o office boy do globalismo financiado por Soros, está cada vez mais falante na bulha pela liberação da droga, assunto do próximo artigo.


(*) Ipojuca Pontes, ex-secretário nacional da Cultura, é cineasta, destacado documentarista do cinema nacional, jornalista, escritor, cronista e um dos grandes pensadores brasileiros de todos os tempos.


18 de agosto de 2017
ipojuca pontes

DEPUTADOS PETISTAS SÃO ESCULACHADOS PELA PM EM MANIFESTAÇÃO

LULA TEM A RECEPÇÃO AUE MERECE EM SALVADOR

Lula tem a recepção que merece em Salvador


18 de agosto de 2017
postado por m.americo

BOLSONARO COMENTA O ATAQUE DA MILITANTE COMUNISTA CONTRA ELE EM RIBEIRÃO PRETO

Bolsonaro comenta o ataque da militante comunista contra ele em Ribeirão Preto

SENADOR LASIER MARTINS QUER SABER PORQUE É DIFÍCIL ABRIR A CAIXA PRETA DO BNDES

SENADOR LASIER MARTINS QUER SABER PORQUE É DIFÍCIL ABRIR A CAIXA PRETA DO BNDES

O DESESPERO DO PT COM O FIM DO SIGILO DOS EMPRÉSTIMOS DO BNDES!

URUGUAI SE INCOMODA E ACIONA MERCOSUL CONTRA NOVA LEI TRABALHISTA DO BRASIL

Uruguai se incomoda e aciona Mercosul contra nova lei trabalhista do Brasil

PM DISPARA TRÊS VEZES EM CONFUSÃO DURANTE VISITA DE LULA A SALVADOR

RETOMADA DO EMPREGO NADA TEM A VER COM REFORMA DA PREVIDÊNCIA

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Charge do Cicero (cicero.art.blogspot.com)
O projeto de emenda constitucional que o presidente Michel Temer enviou ao Congresso propondo a reforma da Previdência Social não possui qualquer implicação na retomada do nível de emprego. Os ministros Henrique Meirelles e Dyogo Oliveira têm sustentado esta vinculação que só vale no papel e nas telas dos computadores dos Ministérios da Fazenda do Planejamento. Tentativa de iludir a opinião pública.
Nesta quinta-feira, em entrevista a Adriana Fernandez, Idiana Tomazelli e Lorena Rodrigues, em O Estado de São Paulo, o ministro Dyogo Oliveira fez um esforço para rebater as críticas que surgiram e estão surgindo quanto ao pacote de reforma fiscal, voltando a dizer que a Reforma da Previdência Social representa uma solução para os problemas fiscais e de ampliação do mercado de trabalho.
NADA A VER – Cabe a pergunta: o que tem a ver os encargos do INSS com a recuperação de postos perdidos no mercado de trabalho? O nível de desemprego, de acordo com o próprio IBGE, situa-se na escala de 13,5%, quando a taxa satisfatória é de 5 pontos, levando-se em conta para esse cálculo a rotatividade inevitável do sistema produtivo. A reforma da Previdência Social vincula-se, isso sim à redução das despesas públicas. Não interfere na oferta de emprego.
O déficit que o governo Michel Temer anuncia para a Previdência Social, a cargo do INSS, é de 170 bilhões de reais. A projetada reforma previdenciária, este é um aspecto importante, não poderia, por mais radical que fosse diminuir tal parcela de imediato, uma vez que o adiamento de aposentadorias só se faria sentir num espaço de tempo de aproximadamente 10 anos.
SALÁRIO ÍNFIMO – É preciso considerar que o Brasil é um país no qual 54% da força de trabalho recebem entre 1 a 2,5 salários mínimos. A remuneração média das aposentadorias e pensões, portanto, encontra-se contida em torno do mesmo patamar. Enquanto a população cresce 1% a/a, já descontada a taxa de mortalidade, que é de 0,7%, pode-se estimar o número anual de pedidos de aposentadoria na escala de 2%. Aposentam-se, assim, anualmente 2 milhões de trabalhadores e trabalhadoras.
Isso no sistema atual, implantado pelo governo Fernando Henrique Cardoso, que instituiu os fatores 95 e 85 respectivamente para homens e mulheres. Trata-se da soma da idade com o tempo de contribuição para com o INSS. Mas esta é outra questão.
O essencial, claro como um copo d’água é a inexistência da redução de custos governamentais com a ampliação do mercado de trabalho privado.
REDUÇÃO DO MÍNIMO – Vinculação pode ter para o mercado privado a diminuição do salário mínimo, a partir de janeiro, de 979 para 969 reais.  Comprime a folha salarial das empresas, mas tampouco afeta os gastos públicos. Reflete, entretanto, nos encargos do INSS e também na arrecadação do Instituto porque 30% dos que trabalham no Brasil ganham o salário mínimo.
Enquanto, isso o desembolso anual pela rolagem da dívida interna situa-se na esfera de R$ 330 bilhões resultado da incidência da CELIC de 9,25% sobre o total de R$ 3,3 trilhões de reais.
A dívida interna cresce sem parar envolta no silêncio do governo federal.

18 de agosto de 2017
Pedro do Coutto

DE VOLTA À TV, PSDB SEGUE A AUTOCRÍTICA E CRITICA "PRESIDENCIALISMO DE COOPTAÇÃO"

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Jereissati quer tirar os tucanos de cima do muro
Um vídeo avalizado pela presidência do PSDB, e que vai ao ar nesta quinta-feira (dia 17), chama o atual modelo de governo de “presidencialismo de cooptação”. A peça, com dez minutos de duração, é uma continuidade da inserção de 30 segundos apresentada na semana passada, em que a sigla admite ter cometido “erros”.
Em tom de autocrítica dos tucanos, o programa constrói uma narrativa dizendo que o atual modelo, o presidencialismo, faliu. E, por fim, defende que o Brasil adote o parlamentarismo, bandeira do PSDB desde sua fundação, em 1988.
ACERTOS DA SIGLA – O vídeo traz um histórico de ações feitas pelo PSDB, como a criação do Plano Real, do Bolsa Escola (que deu origem ao Bolsa Família) e da Lei de Responsabilidade Fiscal. Tais medidas são apontadas como “acertos” da sigla, mas a cada ponto positivo, um dos narradores pondera: “Mas agora, errou”.
“Quem pensa no Brasil tem que ter coragem para apontar o que está errado”, diz o programa. O narrador diz ainda que as críticas têm de ser feitas sem agressão.
Na sequência são mostrados vídeos em que senadores da oposição trocaram ofensas e ocuparam a mesa diretora do Senado durante a votação da reforma trabalhista, no primeiro semestre.
ASSUMINDO ERROS – “O PSDB sabe que é hora de assumir os seus erros”, diz um narrador, acrescentando que a sigla cedeu ao fisiologismo. Tucanos ocupam atualmente quatro ministérios no governo Michel Temer.
O vídeo fala que o país atravessa a pior crise da história da República. “Depois do mensalão, do petrolão, temos mais um presidente com dificuldade de governar, de unir os brasileiros”, diz o texto no momento em que há apenas uma menção direta a Temer, quando é exibida sua foto.
Para evitar conflitos com o governo, a presidência do PSDB evitou fazer menções diretas ao governo. O senador Tasso Jereissati (CE), presidente interino do partido, disse à Folha que o objetivo não é atacar Temer, mas o sistema atual.
MODELO FALIDO – Por fim, o programa fala que dos quatro presidentes eleitos após a redemocratização, dois sofreram impeachment e que o modelo está falido devido à existência de “muitos vícios”. E vai aumentar a polêmica no partido.
A divulgação de um primeiro vídeo, na semana passada, irritou diferentes alas do PSDB. Deputados que votaram para barrar a denúncia por corrupção contra Temer se sentiram atingidos com a mensagem de “erro”. Já aliados do senador Aécio Neves (MG), entendem que o programa era um ataque indireto ao tucano, alvo de denúncia apresentada ao STF após o escândalo da JBS.
Tasso tem defendido que o PSDB entregue os quatro ministérios ao Palácio do Planalto. O movimento do senador enfrenta barreira entre os ministros e tucanos governistas, especialmente da ala próxima a Aécio.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Não há comparação entre a gestão de Tasso Jereissati e às de seus antecessores Aécio Neves, Sérgio Guerra, José Serra e Eduardo Azeredo, todos envolvidos em atos de corrupção. Jereissati, que é presidente pela terceira vez, está tentando tirar os tucanos de cima do muro, mas enfrenta muitas dificuldades, porque o governo Temer conseguiu cortar as asas da maioria do bando(C.N.)


18 de agosto de 2017
Talita Fernandes
Folha