"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

O PERIGO MORA AO LADO

Não resta a menor dúvida de que boa parte do PMDB trabalha pela interrupção do mandato da presidente Dilma Rousseff. Com uma passada rápida por Brasília constata-se isso. As confabulações acontecem quase que a céu aberto. E quanto mais o vice-presidente diz que não, mais seus atos (falhos?) deixam transparecer o que se passa em seu partido.

Até aí estamos entendidos. Movimentação não tão aparente assim, mas visível aos olhos vivos e faros finos que circulam pela Esplanada e adjacências, conspira ainda mais pela sucessão de fracassos que mantém o governo nas cordas e tem origem nas disputas internas do PT.

A briga envolve as duas maiores correntes do partido: a liderada pelo presidente Rui Falcão, integrada (entre outros) pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, e o grupo ligado ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro e aqueles petistas que desde o escândalo do mensalão defendem a tese da “refundação do partido”.

A primeira ala luta pelo domínio do governo em curso e a segunda, até agora minoritária, batalha pelo espólio do PT a fim de assumir o comando no lugar dos atuais “capas-pretas”. Nessa história há uma dimensão política e outra de caráter, digamos, econômico-ideológico, contrária à permanência de Joaquim Levy no ministério da Fazenda. E isso tudo envolve o entorno mais próximo da presidente Dilma Rousseff, formando uma rede de intrigas, cuja produção é obviamente deletéria para o governo.

Em certos setores da oposição defende-se a ideia de que o melhor é deixar a autofagia do PT e a rebelião no PMDB fazerem o papel de adversários de fato, robustecendo o desgaste. A oposição continuaria na condição de quase espectadora do espetáculo sentada no conforto do camarote VIP.

No campo da política, os “refundadores” apostam nos resultados da Operação Lava Jato para enfraquecer os adversários internos. Não veem com maus olhos as investigações muito menos resultados tais como a abertura de inquéritos que agora atingem Mercadante e o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva. Essa ala também incentiva o atrito com o presidente da Câmara. Dela, partem ataques a Eduardo Cunha a fim de dificultar uma reaproximação com o Palácio do Planalto e manter o deputado na trincheira oposicionista.

O grupo cujo alvo é a política executada por Joaquim Levy quer que prevaleçam as ideias em vigor no primeiro mandato da presidente, pois com Levy seu poder de influência fica reduzido. Um episódio traduz bem a situação: o presidente do PT, Rui Falcão, trabalhou explicitamente contra a hipótese de o ex-presidente Lula vir a substituir Dilma como candidato em 2014 porque, com ela na Presidência de 2011 a 2014, foi muito mais ouvido do que fora nos oito anos anteriores.

Diante desse quadro, qualquer pessoa dotada de mínimo bom senso e racionalidade colocaria no debate a seguinte questão: sendo essas disputas tão prejudiciais ao governo, sendo elas um fator de desestabilização e em boa parte a razão das decisões erráticas da presidente, qual o interesse do PT em pôr em risco sua permanência no poder?

Duas hipóteses são levadas em conta por analistas (petistas e governistas não petistas) do cenário. A primeira: quando se trata de PT, não existe o fator racionalidade; a irracionalidade impera. A segunda hipótese, hoje com muitos adeptos: ao partido em geral e a Lula em particular a única chance de sobrevivência seria passar três anos na oposição, longe da responsabilidade de resolver, cobrando do sucessor uma solução.

9 de setembro de 2015
Dora Kramer

ALIMENTANDO A FOGUEIRA COM GASOLINA


Vale pegar carona com o Tiririca e concluir que a presidente Dilma, quanto mais se explica, pior fica. Foi lamentável sua mais recente intervenção, fugindo da televisão e apelando para as redes sociais, dia 7. Disse ser possível que tenha cometido erros na condução da economia, mas errou para preservar empregos. Acrescentou não ter percebido que a situação era tão ruim como se descreveu.
Madame deixou de perceber por falta de observação ou, como parece mais provável, errou para garantir a reeleição? Agora, apela para a redução de direitos trabalhistas, retira benefícios que não deveria ter concedido ao empresariado e anuncia aumento de impostos. Resultado: desemprego em massa e elevação do custo de vida. Tudo ao contrário.
A gente fica pensando no dia seguinte, que sempre consegue ficar um pouquinho pior do que a véspera. A recessão é um fato, a inflação também. Enquanto isso, continuamos sem um projeto estratégico. Como ao PT também falta uma visão nacional, a principal colaboração do partido é pedir a cabeça do ministro da Fazenda. Para convocar quem? Aloísio Mercadante, com certeza.
Com atraso de alguns anos, no fim do mês a presidente vai enxugar o ministério. Mas continuará privilegiando os partidos, aceitando indicações fisiológicas e ministros sem competência. Alimentar a fogueira com gasolina virou moda.
CIRO NA DISPUTA
Entre o PT e o PSDB, começa a surgir a terceira via. É o ex-governador Ciro Gomes, recém-ingresso no PDT. Tudo indica que o Lula disputará pelos companheiros, dividindo-se os tucanos entre Aécio Neves, Geraldo Alckmin e José Serra. Em 2002 Ciro despontava como opção para quem temia o PT e reagia à possibilidade de mais um paulista. No fim, desfez-se a hipótese que agora ressurge. Mais experimentado, mais gordo, longe do cigarro, o antigo ministro da Fazenda, responsável pela implantação do Plano Real, estaria preparando um projeto capaz de tirar o país da crise. Vale prestar atenção.

9 de setembro de 2015
 Carlos Chagas

PLANALTO DESOBEDECE LULA E JÁ ADMITE CORTAR GASTOS SOCIAIS




O Palácio do Planalto já admite publicamente que programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida, uma das principais bandeiras do governo, serão afetados pela proposta Orçamentária entregue ao Congresso na semana passada com um déficit primário inédito de R$ 30,5 bilhões.
Após reunião da coordenação política do núcleo da presidente Dilma Rousseff, o ministro Ricardo Berzoini (Comunicações) disse que programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, serão “absolutamente preservados”, mas aqueles “com investimentos físicos”, de educação, saúde e habitação, terão que passar por um “alinhamento” com a atual proposta Orçamentária.
“Ainda tem mais de 1,4 milhão de casas para serem entregues da fase 2 do Minha Casa, Minha Vida. Ou seja, é um programa de grande impacto social, grande impacto orçamentário. A fase 3, certamente, vai dar continuidade a isso. Evidentemente, ajustada à disponibilidade orçamentária”, declarou o ministro.
NÃO SABE O QUE CORTAR
Berzoini afirmou ainda que a presidente pediu mais uma vez que o governo se empenhe na busca por corte de gastos e alternativas para cobrir o rombo fiscal. O Planalto insiste na ideia de que as saídas precisam ser construídas “junto com o Congresso e com a sociedade”.
Os presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já disseram que votarão as propostas orçamentárias que visam melhorar as contas da União, mas não querem ficar com o ônus da criação de novos impostos, alternativa que não foi descartada pela presidente Dilma.
“Não queremos apresentar uma coisa e depois ver a reação”, disse Berzoini.
O governo, porém, já ensaiou recriar a CPMF, o chamado imposto do cheque, antes mesmo de apresentar a proposta de Orçamento ao Congresso, mas desistiu diante da repercussão negativa entre políticos e empresários.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Lula acaba de pedir que não façam cortes nos gastos sociais, mas parece que ele não apita mais nada no governo. A gente fica até em dúvida se ainda existe governo. 


9 de setembro de 2015
Deu na Folha

ONU PEDE QUE PAÍSES FORA DA EUROPA TAMBÉM ACOLHAM REFUGIADOS



É preciso lembrar por que essa tragédia 




















Todos os países do mundo, inclusive os Estados Unidos e as nações latino-americanas, deveriam acolher refugiados sírios, segundo afirmou nesta terça-feira o enviado especial da ONU para Imigração e Desenvolvimento, Peter Sutherland.
O enviado do secretário-geral da Nações Unidas explicou que a situação de desespero dos sírios não deixa nenhuma dúvida necessidade imperante de que sejam amparados e pediu a todos os países do mundo que responda com pró-atividade.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A ONU, na verdade, é uma instituição totalmente obsoleta. Embora ainda não se possa acabar com a excrescência chamada Conselho de Segurança e seu poder individual de veto, a ONU bem que poderia ter uma atuação mais ativa contra as guerras e em defesa dos refugiados. Os grandes responsáveis pela tragédia atual precisam ser nominados e responsabilizados, especialmente, Estados Unidos, Grã-Bretanha, Itália, Canadá, França, Suécia, Arábia Saudita e outros países que apóiam as invasões dos marines e contribuem para o surgimento de um fenômeno aterrador chamado de Estado Islâmico. Se depender da ONU, os Estados fazem do mundo o que bem entenderem. (C.N.)

9 de setembro de 2015
Deu na Agência EFE

FUGITIVO OU INVASORES?

“No Ocidente a burrice tem um passado glorioso e um futuro promissor” (apud Roberto Campos).

Muammar Qaddafi há três décadas dizia a um repórter que os muçulmanos iriam dominar a Europa novamente, porém, sem levantar uma arma. O repórter lhe perguntou como isso seria possível, tendo recebido como resposta o seguinte: enviando muçulmanos para lá e aproveitando-se de suas leis.

E eu complemento: e de suas fraquezas lacrimejantes. Bastou a foto de um menininho morto jogado numa praia turca para desencadear um frêmito de solidariedade num Ocidente que cada dia que passa assassina milhões de crianças nos ventres maternos, ou até quando já estão fora dele. Solidariedade falsa, portanto.

Qaddafi sabia disto, o “califa” al-Baghdadi sabe também, assim como Assad e os Ayatollahs. Eles matam centenas de milhares de Cristãos, fazem reféns e os decapitam à vontade, e cadê a solidariedade Ocidental? Nem o Papa, o Chefe Espiritual dos decapitados, condena com a mesma veemência com que defende que o Islam é uma “religião da paz”.

Ninguém se pergunta por que os países ricos do Golfo, transbordantes de petróleo e moedas fortes, não se mostram solidários e aceitam os refugiados, teoricamente seus irmãos na “religião da paz”? Só os diabólicos infiéis, permanentes candidatos à submissão ou morte, devem se mostrar amorosos? Por que o “campeão do Cristianismo” Vladimir Putin, com população decrescente e espaço interminável, não se oferece para abriga-los?

Serão tão perseguidos e esfaimados assim que portando smartphones e outras bugigangas eletrônicas, podem recusar comida só porque vem embalada pela Cruz Vermelha, esta Cruz que eles dizem odiar, mas à qual realmente temem por serem seus principais traidores? São como diz o velho ditado popular: “fogem, como o diabo foge da Cruz”.

Depois da burrice Ocidental, sob o comando consciente de Barak Hussein e seus asseclas, ter desencadeado e se regozijado com a abertura da Caixa de Pandora apelidada de “primavera árabe” – um verdadeiro inferno! – agora este mesmo inferno bate às portas da Europa numa invasão incruenta como planejara Qaddafi. Os Europeus, inicialmente reconhecendo o perigo, tomavam medidas, mas se debulharam em lágrimas pela foto de Alan Kurdi.Esta foto em si mesma já seria um “case” – como se diz modernamente – para uma tese de Doutorado sobre o uso do jornalismo desinformativo.

O que fazer?

Como estas hordas já batem às portas da América e do Brasil creio que as fronteiras devam ser fechadas – se ainda sobram FFAA no Brasil para isto, depois da devastação tucano-petista de seus meio bélicos. Na Europa, estava com razão o Primeiro Ministro húngaro, Viktor Orbán antes das reações lacrimejantes: podem passar se quiserem ir para a Alemanha e França, países que ainda não purgaram – se é que um dia o farão – suas culpas pelo Holocausto. Que passem também para a tolerantíssima Escandinávia – tolerantes até verem suas famílias reais orando em mesquitas, e suas mulheres de burca. Putin, Coronel da mais sangrenta divisão do KGB, também teria contas a prestar pelo Gulag, mas comunistas não reconhecem culpas, pois tudo fizeram pelo bem da humanidade, e não aceitarão reparar erros que não acreditam ter cometido.

O ISIS tem proclamado que está inundando o Ocidente com seus combatentes. Seria rematada tolice não acreditar já que a maioria dos invasores é constituída de homens jovens e fortes.

Às favas as lágrimas de crocodilo do Ocidente!



9 de setembro de 2015
Heitor de Paola

O PETROLÃO CHEGA AO PLANALTO

O escândalo do petrolão chegou ao núcleo duro do governo de Dilma Rousseff. Estão sendo investigados dois dos principais ministros da presidente, os petistas Aloizio Mercadante, da Casa Civil, e Edinho Silva, da Comunicação Social – responsáveis diretos pela chamada “cozinha” do Planalto, onde todos os passos políticos do governo são decididos. Com o escândalo instalado na sala ao lado, Dilma, se tiver bom senso, pode afastar os dois imediatamente e proteger o mínimo que lhe resta de governabilidade ou então pode mantê-los e aceitar as consequências de ter assessores tão próximos sob o escrutínio da Justiça e da opinião pública, correndo o risco, ela mesma, de se ver salpicada de lama.

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki autorizou a abertura de investigação contra Edinho, que foi tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff à reeleição. Ele teria recebido R$ 7,5 milhões em propinas da UTC Engenharia, segundo declarou o dono da empreiteira, Ricardo Pessoa, em delação premiada.

Em seu depoimento, Pessoa afirmou que deu o dinheiro a Edinho depois que o tesoureiro fez ameaças veladas sobre a possibilidade de perder contratos com a Petrobrás caso a campanha de Dilma não recebesse os recursos. “Você tem obras na Petrobrás. O senhor quer continuar tendo?”, perguntou Edinho a Pessoa, segundo a revista Veja. O empreiteiro também informou que, entre 2010 e 2014, repassou dinheiro ao tesoureiro da campanha de Dilma em 2010, José de Filippi, e ao então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, além de ter dado recursos para a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência em 2006. Por esse motivo, a Procuradoria-Geral da República pediu que fossem investigadas todas as campanhas presidenciais petistas desde aquela de 2006.

Já Mercadante será investigado por ter recebido R$ 250 mil de Pessoa para sua campanha ao governo de São Paulo em 2010. Ele sustenta que a doação foi legal, mas Pessoa alega que se tratou de propina disfarçada de doação eleitoral, para lhe garantir contratos com a Petrobrás.

Tornou-se recorrente a suspeita de que as campanhas eleitorais petistas receberam dinheiro ilegal, fruto de pagamentos de suborno no escândalo da Petrobrás. Há tempos multiplicam-se as evidências de que toda a arquitetura da roubalheira na estatal foi pensada para financiar os esforços do PT para se manter no poder e, de quebra, abastecer os cofres de partidos aliados e os bolsos dos chamados “operadores” do esquema.

O PT, como resposta-padrão, insiste em que o dinheiro é resultado de doações devidamente registradas em suas prestações de contas. Para os procuradores e policiais que trabalham para desvendar o esquema, porém, as doações “legais” nada mais são do que truque para branquear o dinheiro da propina. O empreiteiro Pessoa chegou a dizer que depositava o dinheiro da propina “oficialmente numa conta do Partido dos Trabalhadores”.

Para uma presidente que precisa desesperadamente de alguma tranquilidade e que procura demarcar seu governo como um terreno a salvo da corrupção, é no mínimo imprudente manter Edinho e Mercadante como ministros. Os dois poderiam pedir licença de seus cargos enquanto se desenvolvem as investigações, a exemplo do que fez, em 1993, o então chefe da Casa Civil, Henrique Hargreaves, citado na CPI que apurava o escândalo do Orçamento. Amigo do então presidente, Itamar Franco, Hargreaves poupou-o do constrangimento de se ver investigado enquanto exercia uma importante função de Estado. Três meses depois, quando ficou claro que ele nada tinha a ver com a história, Hargreaves foi reconduzido à Casa Civil.

Já os ministros petistas parecem dispostos a permanecer exatamente onde estão, na presunção de que um eventual afastamento seria como uma confissão de culpa. Ao alegarem que investigado não é o mesmo que culpado, eles preferem acrescentar ainda mais desgaste ao cotidiano de uma presidente que vive o inferno da queda de popularidade combinada com uma profunda crise econômica. Para que a tempestade ficasse perfeita, faltava apenas que as ondas do mar de lama quebrassem no Planalto. Agora não falta mais.


9 de setembro de 2015
O Estado de SP

MENSAGENS DE OLAVO DE CARVALHO


 
PROMETAM SER

MENSAGEM DE OLAVO DE CARVAlho A SEUS ALUNOS
 
 
 
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9 de setembro de 2015
in graça no país das maravilhas

SÓ "VAMOS SUPERAR" ERROS (E CRIMES) SE DILMA SAIR DO GOVERNO


A coluna 'Veja Bem' com Felipe Moura Brasil analisa o discurso de Dilma Rousseff no dia da Independência.
A fala traduz o orgulho da gastança consolidada por Lula – e sempre paga pela população brasileira.





9 de setembro de 2015
movcc

CHEFONA DAS FORÇAS ARMADAS É MÃO AMIGA DO MST... CONHEÇA A "CUMPANHERA" EVA!




CRISTALVOX

Não há como negar: a esquerda brasileira é ágil, “sorrateira” e competente. Plantou no Ministério da Defesa, no principal posto de comando das Forças Armadas uma militante do MST atuante, preparada e sem medo.

Trata-se de EVA, conhecida no movimento e mulher do “Chicão”, o segundo na hierarquia campesina do Brasil.. A enfermeira catarinense é a única responsável pela “ecatombe” provocada pela edição do Decreto 8.515. Cumpriu seu papel e “criou” o exército de que fala João pedro Stédile. As forças armadas e Lula e do PT.

Conheça EVA, a rainha do MST

“A “companheira” que agiu nos subterrâneos

Eva Maria Cella Dal Chiavon ocupou a secretaria-executiva do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, após exercer o cargo de secretária da Casa Civil do Governo da Bahia, de janeiro de 2007 a outubro de 2011.

De julho de 2005 a dezembro de 2006, foi subchefe-executiva da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. Também exerceu o cargo de secretária-executiva do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, de fevereiro de 2004 a junho de 2005.

No Ministério do Trabalho e Emprego, secretária-executiva, de agosto de 2003 a fevereiro de 2004; e assessora especial de Planejamento, de abril a julho de 2003.

Ocupou de 1999 a 2002, na Prefeitura de Chapecó (SC), os cargos de secretária de Desenvolvimento Comunitário e Habitação, e chefe de Gabinete.

De 1990 a 1998, foi assessora parlamentar na área da Previdência Social do Núcleo Agrário da Bancada do PT na Câmara Federal, chefe de Gabinete dos deputados federais Jaques Wagner, Milton Mendes e Luci Choinacki; coordenadora técnica do Programa de Saúde da Cooperativa Regional Alfa, na região Oeste de Santa Catarina.

É graduada em Enfermagem e Obstetrícia, especialista em Saúde Pública e em Planejamento Estratégico Público Participativo.”


9 de setembro de 2015
Leudo Costa
movcc

OPOSIÇÃO TENTA ATRAIR ALIADOS DO GOVERNO PARA ALAVANCAR IMPEACHMENT


Oposição lança movimento suprapartidário para fazer impeachment de Dilma avançar na Câmara(Rafael Carvalho/Agência Liderança/Twitter)

Deputados de oposição marcaram para quinta-feira um ato para oficializar o movimento pró-impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, onde terá início um eventual processo de afastamento da petista. Em busca de dar amplificação à proposta com o reforço da sociedade, o primeiro passo será lançar um site para captar apoiadores por meio de petições eletrônicas e da publicação de vídeos e textos explicativos, postados também por pessoas comuns. Ao mesmo tempo, os parlamentares vão intensificar o processo de "prospecção" e tentar atrair congressistas de partidos aliados ao governo para atingirem os votos necessários para o prosseguimento da ação.

Fazem parte do movimento pró-impeachment deputados de cinco partidos de oposição: PSDB, DEM, PSC, SD e PPS. Considerando que o apoio ao impeachment seja unânime , os opositores, juntos, somam 116 deputados. Para a abertura de um processo, são necessários ao menos 342 votos. Nos bastidores, já se fala em mais de 200 apoios esperados em partidos como o PMDB, PTB e PP, aliados do Planalto que ocupam o alto escalão, e também entre os independentes, como o PSB.

Para os integrantes do movimento, a insatisfação dos aliados ao governo somada ao rombo nos caixas, o que impossibilita os tradicionais métodos de cooptação, como liberação de emendas e cargos, são a senha para angariar novos apoios. "A gente sabe que o Brasil quebrou com esse método. Como a presidente vai usar a máquina, se temos um déficit de 30 bilhões de reais?", afirma o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). "Quem é capaz de dizer o número da base? Sempre foi a 'base da chantagem', mas agora isso não vai mais funcionar."

Inicialmente, as conversas com os parlamentares considerados da base se darão de forma individual. O "corpo a corpo" já começou nos corredores da Casa - e também em reuniões fora do Parlamento - e a expectativa é que, após o lançamento do site, a mobilização seja ainda maior. "A gente está trabalhando de forma intensa com os partidos numa relação pessoal com os parlamentares, independentemente do partido. Há um eco muito bom e muito favorável. Isso porque é grande a insatisfação com o governo da presidente Dilma e há uma certa percepção de que a ingovernabilidade está estabelecida", afirmou o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

Site - Ainda sem um nome definido, o site que vai concentrar as ações pelo afastamento da presidente Dilma está previsto para ser lançado nesta quinta-feira com um caráter suprapartidário. O objetivo é buscar aproximação com representantes de movimentos sociais, juristas e até celebridades para dar um caráter popular e afastar as críticas de que o movimento seria uma tentativa de "terceiro turno" das eleições.

"Não é um movimento que tem um coordenador. Todos falam em nome do grupo, não somos os protagonistas primeiros. O grande protagonista é a própria sociedade brasileira", afirmou o líder do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP). O projeto também conta com o apoio do senador Aécio Neves (PSDB-MG), adversário de Dilma nas últimas eleições. Nesta tarde, representantes do grupo se reuniram com o tucano para apresentar os últimos detalhes da plataforma digital.

Leia aqui em site da VEJA



9 de setembro de 2015
in movcc

FORÇAS ARMADAS BRASILEIRAS, DE HERÓIS A VILÕES


Revista Sociedade Militar

O governo federal mantém ha bastante tempo os militares como a categoria com a pior renumeração.

Alguns acham que isso se deve ao evidente revanchismo que membros da “elite” petista têm contra aqueles que impediram a esquerda de mergulhar o país no comunismo. Outros acham que, além do motivo anterior, pesa também o facto dos militares brasileiros, diferente de seus congêneres de países como Venezuela e Bolívia, insistirem em se manter em um posicionamento político-ideológico diametralmente oposto à proposta esquerdista.

Os clubes e associações de militares, que expressam a posição de ativa e reserva, mesmo em campanha salarial, e inteiramente dependentes do executivo, que tem a exclusividade da iniciativa legislativa em relação à remuneração e planos de carreira das Forças Armadas, nunca se furtaram de proferir o discurso duro em relação aos últimos governos, expressando assim o posicionamento da categoria. Para aqueles mais atentos isso deve ser um claro sinal de que aqui nunca será uma Venezuela.

Nos últimos dias, além de grande parte da sociedade de oposição, muitos blogueiros de habilidade reconhecida aparentemente lançaram no lixo do esquecimento todo o respeito e admiração que diziam possuir pelas Forças Armadas brasileiras.

Muitos destes resolveram repentinamente atacar os militares por vários motivos.

Entre eles:

- Não impediram que Dilma emitisse um decreto delegando algumas competências para o Ministro da Defesa.

- Não se recusaram a desfilar em comemoração ao 7 de setembro.

- Pasmem, prestaram continência para a Presidente do Brasil e outros líderes.

- Não empreenderam ainda uma ação armada que deveria fechar o Congresso Nacional e prender os chefes do Poder Executivo Federal.

A mais recente crítica é:

Luciano Ayan essa semana chegou a dizer que não pede INTERVENÇÃO MILITAR pelo facto de acreditar que os militares se dobraram à Dilma Roussef.

Ele disse:

“… Militares servem a quem os paga. No caso é Dilma. Que o golpe da presidente sirva para desmoralizar de uma vez por todas quem ainda acreditava em “rebelião militar”. Por isto mesmo sempre defendi a alternativa civil. Nós, civis, não temos rabo preso com Dilma”.

No passado Ayan fez várias colocações diferentes sobre a intervenção, colocando esse posicionamento como retrógrado, anti-democrático e até como uma espécie de “estupro político”.

Olavo de Carvalho foi outro formador de opinião que nos últimos dias entrou em desatino por conta do “terrível” decreto de Dilma. Ele disse:

“O tal decreto 8.515 não prepara um golpe de Estado. Ele JÁ É o golpe de Estado…
As Forças Armadas, outrora tão honradas e dignas — digo alto e bom som — são hoje traidoras da pátria. Nada se pode esperar delas senão a subserviência canina a tudo o que não presta …”

Olavo de Carvalho, que reside nos Estados Unidos, dono de vasta e útil bibliografia, tem divulgado frases de baixíssimo nível contra as Forças Armadas. Chamando os militares de covardes, omissos e coisas piores o escritor trata a categoria como se fosse alguma espécie sub-humana, que não merece consideração e respeito.

Para que esse país assuma uma rota mais promissora é preciso que muitos desenvolvam a capacidade de construir um posicionamento individual.

Não podemos mais ser levados por discursos eloquentes, sejam de direita ou de esquerda, não podemos embasar nossas ações e declarações sobre pilares alheios.

No momento procuramos um culpado?

Desde o início de nossa história crucificamos pessoas erradas.

Certamente é mais fácil assim.

O decreto do “GOLPE” e as interpretações. (Dec. 8.515/2015)

Esse caso vai entrar para a história. Vemos nesses dias o estrago que uma interpretação equivocada e sem conhecimento de causa pode fazer.

Ainda que o documento, retirado da gaveta sem avisar a ninguém, pareça algo gigantesco, nada deve mudar. Se trata de norma relacionada a questões internas, facilmente interpretada por quem convive ou conviveu na caserna. Mas, aparentemente difícil de entender para quem nunca vestiu uma farda, ou fez isso por pouco tempo.

Nos últimos dias tem surgido muita gente que se autoproclama expert em ciências militares.

A sociedade precisa tomar cuidado com isso. Não basta o indivíduo ter servido o exército, frequentado o CPOR ou algum colégio militar para que embasemos nossas ações em sua opinião.

Continue a leitura em site da Revista Sociedade Militar


9 de setembro de 2015
Revista Sociedade Militar
in movcc

PIMENTEL, O REI DA LARANJA



(O Globo) O Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra) pagou R$ 500 mil à OPR Consultoria, antiga empresa de consultoria do governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel. Os pagamentos ocorreram em 2013, quando Pimentel era ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. A Polícia Federal suspeita que ele era o destinatário final dos recursos. Os pagamentos realizados por entidades patronais mineiras à OPR, empresa que não tinha funcionários para realizar serviços, são investigados no âmbito da Operação Acrônimo. 

Há 10 dias, O GLOBO revelou que o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros Metropolitano (Sintram) pagou R$ 1,1 milhão à firma, a título de “avaliação mercadológica” de patrimônio. Entretanto, associadas negaram ao GLOBO terem tido os bens avaliados.

Os pagamentos do Sindiextra foram realizados em duas parcelas. Uma delas, no valor de R$ 250 mil, foi paga no início de julho de 2013, três meses depois de Pimentel visitar o empresário Fernando Coura, presidente do Sindiextra, na sede do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), que ele também preside. Pimentel é amigo pessoal de Coura. Tentou emplacá-lo para o ministério de Minas e Energia no segundo mandato de Dilma e foi um dos convidados da festa de 60 anos do empresário, no ano passado. O Sindiextra tem interesse direto tanto em decisões tanto do ministério — presidido por Pimentel na época dos pagamentos — quanto no governo de Minas — para o qual o petista já era pré-candidato. 

A OPR Consultoria Imobiliária se chamava P-21 Consultoria até 2012 e tinha sociedade composta por Pimentel e seu assessor Otílio Prado. Pimentel deixou a sociedade no mesmo ano em que a empresa mudou de nome e de objeto social. No fim de 2014, depois da eleição do petista, Otílio transferiu a empresa para o seu filho, Alexandre Allan Prado. Atualmente Otílio é assessor especial da Secretaria de Estado da Fazenda em Minas.

Para justificar o pagamento do Sindiextra, a OPR informou em nota fiscal ter realizado “serviço de consultoria”, sem especificar o trabalho. Tanto o Sindiextra quanto Otílio Prado se recusaram a informar ao GLOBO que serviços foram prestados. Em nota, Fernando Coura disse “agradecer a cordialidade do contato” mas afirmou que “não se pronunciará sobre os assuntos mencionados”.

Em nota, Pimentel disse que deixou a empresa de consultoria em 2012 e que, em relação à OPR Consultoria, “nunca participou da referida empresa” e “tampouco tem conhecimento dos contratos firmados ou trabalhos realizados pela mesma”.

9 de setembrode 2015
in coroneLeaks

GOLPE PETISTA E REAÇÃO MILITAR

Dilma tenta golpe, militares reagem e governo volta atrás.


Este blog foi um dos primeiros a comentar o tema, em 5 de setembro passado. 
O tema veio para a grande imprensa no dia 8 de setembro, após episódios ocorridos no palanque do desfile da Independência. 
A notícia abaixo é do Estadão.

Para tentar reverter o problema criado com os comandantes militares, o ministro da Defesa, Jaques Wagner, vai assinar uma portaria devolvendo aos titulares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica o poder de editar atos relativos a pessoal militar, como transferência para a reserva remunerada de oficiais superiores, intermediários e subalternos, reforma de oficiais da ativa e transferências para o exterior.

Esta já era uma delegação dos comandantes mas, na semana passada, a Secretaria-geral do Ministério da Defesa pediu à Casa Civil que encaminhasse o decreto 8515, que tirava poder dos comandantes, para que a presidente Dilma Rousseff o assinasse, antes do dia 7 de setembro. 

A publicação do texto no Diário Oficial na sexta-feira causou enorme insatisfação entre os militares e deixou a presidente irritada. 
Ontem, Dilma pediu a Wagner que corrigisse o erro e a portaria de subdelegação de poderes será assinada por ele. 
O descontentamento com a edição do decreto e o seu teor foi antecipado pelo Estado.

O "conserto" do problema atendeu ao anseio dos militares, mas não deixou de lado a desconfiança que tomou conta de todos, principalmente pela forma "inábil" como foi conduzido. 
Publicar um decreto deste teor, tirando poderes da cúpula militar, sem comunicar aos comandantes foi considerável "inaceitável". Nem mesmo o titular da Marinha, almirante Eduardo Bacelar, que assinava o texto junto com Dilma, por estar exercendo interinamente o cargo de ministro da Defesa, já que Wagner estava na China, foi informado que endossaria o decreto. 

Em momento de grave crise na política e na economia, a presidente e seus auxiliares diretos consideraram "absolutamente desnecessário" criar uma aresta deste tipo com a área militar. 

Novo problema. 

A temperatura havia diminuído até que, no início da noite, quando o Ministério da Defesa distribuiu uma nota, sugerindo que os comandos tinham conhecimento do decreto, o que os oficiais-generais consultados pelo Estado asseguram que não é verdade. 

"A proposta de decreto foi elaborada por um Grupo de Trabalho (GT) instituído em 2013, com a participação de todas as Forças singulares e unidades do Ministério da Defesa com vistas a compatibilizar a Consolidação da Legislação Militar à legislação de criação pasta que completou 16 anos", informa a nota de Wagner.

A justificativa irritou profundamente os militares que vão levar sua insatisfação ao próprio ministro, nesta quarta-feira. A proposta que o grupo de trabalho apresentou aos comandos, no ano passado, dizia que a delegação seria direta para os titulares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e não ao ministro da Defesa, para este, então, subdelegar aos comandantes.

Barreira. 

Este problema se soma a outro que já vem sendo comentado no meio militar: o desconforto que vem causando por causa das inúmeras delegações dadas por Wagner à secretária-geral, Eva Chiavon, que acaba obrigando os comandantes a terem de se reportar a ela, para discutir temas de suas áreas. 

Criou-se, assim, uma nova barreira na hierarquia, quando os militares sempre tiveram um canal direto com o ministro da Defesa. 
Acostumados com hierarquia, os militares entendem que o relacionamento direto e corriqueiro deles têm de ser com o ministro e não com outros secretários da pasta.

A presidente foi surpreendida pela reação negativa do decreto, que foi levada a ela como uma coisa burocrática, que já havia sido combinada com os comandantes militares, conforme a secretária-geral da Defesa, Eva Chiavon informou à Casa Civil. 

Os ministros da Defesa e da Casa Civil, Alozio Mercadante, alegaram desconhecer o texto. Os dois foram procurados pelos comandantes assim que o decreto foi publicado, questionando por que não foram, pelo menos, informados e disseram que iam apurar o ocorrido. 

O texto do decreto estava parado há mais de três anos no Planalto. Todo o episódio gerou imenso desconforto no Ministério da Defesa. Mas não houve efeito prático porque o texto do decreto prevê que ele só entra em vigor em 14 dias. 

Na nota, o Ministério da Defesa confirma que, "conforme consta do novo decreto, o Ministério da Defesa deverá publicar portarias de delegação de competência aos comandantes militares para a publicação de atos no âmbito de cada Força (Marinha, Exército e Aeronáutica)".

9 de setembro de 2015
in coroneLeaks

LULA DISSE QUE QUERIA TRANSFORMAR O MST EM EXÉRCITO. ERA VERDADE.



A declaração de Lula foi dada no dia 24 de fevereiro, durante um protesto em defesa da Petrobras, no Rio de Janeiro. 
“Nós sabemos brigar também. Sobretudo quando o João Pedro Stédile colocar o exército dele do nosso lado”, disse o ex-presidente.
Não era uma ameaça vã. Era parte de um plano.

O decreto que retirou os poderes dos comandantes militares foi empurrado para as mãos de Dilma por Eva Schiavon, secretária geral do ministério da Defesa, a quem o vagabundo Jacques Wagner, que odeia o trabalho, vem delegando funções, ofendendo os generais. 

Esta senhora é esposa de Fancisco Del Schiavon, presidente da Concrab - Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária no Brasil-, o braço financeiro do MST, o número dois da organização criminosa e terrorista dirigida por João Pedro Stedile. 

Quando Lula falou em Exército do MST, não estava brincando. É um projeto.

9 de setembro de 2015
in coroneLeaks

ESCÂNDALO! JBS É DISPENSADA DE DEPOR NA CPI DO BNDES POR 20 DEPUTADOS QUE RECEBERAM DOAÇÕES DA EMPRESA



Os acionistas da JBS, Wesley e Joesley Batista, em votação nominal dos deputados, tiveram o requerimento para depor na CPI do BNDES rejeitado com 15 votos contrários e apenas 9 a favor. 
A empresa foi uma das maiores financiadoras de campanha na última eleição e recebeu investimentos do BNDES. 

Dos 27 deputados membros da comissão, 20 receberam doação da JBS na última eleição. A empresa doou R$ 352 milhões nas eleições de 2014.

Os deputados que votaram contra a convocação dos acionistas da JBS foram: Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), André Moura (PSC-SE), Carlos Zarattini (PT-SP), Covatti Filho (PP-RS), Davidson Magalhães (PCdoB-BA), Del. Edson Moreira (PTN-MG), Diego Andrade (PSD-MG), Edio Lopes (PMDB-RR), Fabio Reis (PMDB-SE), Marcelo Squassoni (PRB-SP), Paulo Magalhães (PSD-BA), Daniel Vilela (PMDB-GO), Mauro Pereira (PMDB-RS), Paulão (PT-AL) e Reginaldo Lopes (PT-MG).

Os deputados que votaram a favor da convocação dos irmãos Batista foram: Bebeto (PSB-BA), Betinho Gomes (PSDB-PE), Carlos Melles (DEM-MG), Cristiane Brasil (PTB-RJ), José Rocha (PR-BA), Miguel Haddad (PSDB-SP), Heuler Cruvinel (PSD-GO), João Gualberto (PSDB-BA) e Arnaldo Jordy (PPS-PA).

9 de setembro de 2015
in coroneLeaks

205 MILHÕES DE BRASILEIROS VÃO TER QUE TOMAR UM "REMÉDIO AMARGO" MANIPULADO PELA DILMA.

   Não seria mais lógico trocar quem criou a doença?


Dilma Rousseff não tem humildade para reconhecer que cometeu erros imperdoáveis na condução da economia em seu primeiro mandato e disse, ontem, que precisou administrar"remédios amargos" para enfrentar a crise que o país atravessa. 

Isolada politicamente, e agora com dois ministros palacianos investigados sob suspeita de envolvimento com a corrupção na Petrobras, Dilma pediu que as forças políticas colaborem com a superação da crise pondo em "segundo plano interesses individuais ou partidários". Com o povo Dilma não falou, aliás, colocou um Muro da Vergonha impedindo que a população assistisse ao desfile e se manifestasse contra o seu governo.

Também não teve coragem de ir à TV, divulgando seu discurso na internet, numa tentativa de evitar panelaços como os que ocorreram nas últimas vezes em que ela apareceu em cadeia nacional de rádio e TV. 

Disse ela: "Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente. Alguns remédios para essa situação, é verdade, são amargos, mas são indispensáveis", acrescentou.
Leia-se aí: aumento de impostos, redução de investimento em saúde, transporte e educação, aumento de juros, desemprego e inflação. 

A pergunta que fica é: se Dilma é a responsável por tudo que está aí - corrupção, roubalheira, crimes fiscais - porque não trocar a culpada em vez de penalizar, por mais três anos, 204 milhões de brasileiros? 
O único erro que o povo cometeu foi acreditar nas mentiras de Dilma. Está condenado a ser enganado duas vezes ou teremos um Judiciário e um Legislativo com coragem e responsabilidade para retirar este câncer do comando do país?

9 de setembro de 2015
in coroneLeaks

QUAL SERÁ A MENTIRA DE DILMA PARA O MINHA CASA, MINHA VIDA?



Dilma quer lançar a terceira etapa do Minha Casa, Minha Vida. Acontece que desde dezembro não foi autorizada a construção de uma única casa para a faixa 1, onde nós, os contribuintes, praticamente doamos a habitação ao indivíduo com renda familiar até R$ 1,6 mil.

Outros fatos: Dilma ainda deve R$ 1 bilhão para as construtoras; os valores não são reajustados desde 2012;  e existem 1,5 milhão de casas atrasadas, especialmente porque a União não repassa o dinheiro para finalizar as mesmas. Mais grave ainda: até junho, o governo devia R$ 8,3 bilhões ao FGTS. Hoje a dívida já deve passar de R$ 10 bilhões.

Para o próximo ano, o Orçamento da União reserva ao programa R$ 15,6 bilhões, mas a peça orçamentária foi enviada ao Congresso Nacional com inédito déficit de R$ 30,5 bilhões e, diante da reação negativa de parlamentares e do mercado, o governo se comprometeu em encontrar alternativa para cobrir o rombo, via corte de gastos e criação de tributos.

Não há onde cortar a não ser em programas sociais. Ou aumentar impostos, o que o Congresso e a população não aceita. Vamos ver qual a mágica mentirosa que Dilma vai aprontar para o Minha Casa, Minha Vida. O lançamento está previsto para amanhã. 

9 de setembro de 2015
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HOJE O PMDB SE REÚNE PARA VER COMO PODE TIRAR MAIS VANTAGEM DA CRISE POLÍTICA. CARGOS, EMENDAS, MINISTÉRIOS, TUDO MENOS O INTERESSE DO PAÍS


O Vice-presidente da República, Michel Temer

Quem acredita em Michel Temer, Renan Calheiros, Eduardo Cunha e outros assemelhados? Ontem eles já mostraram as garras para o PT. Apenas Helder Barbalho, ministro da Pesca, o ministério mais humilhante da Esplanada, se fez presente ao Desfile da Independência. Nenhum senador, nenhum deputado, o PMDB se resumiu a Michel Temer e ao filho do Jader Barbalho. A notícia abaixo é do Estadão:

O vice-presidente Michel Temer reencontrou nesta segunda-feira, 7, em público a presidente Dilma Rousseff pela primeira vez desde quinta-feira, quando afirmou que a petista não permaneceria no cargo até o fim do mandato se mantiver a popularidade em 7%. A declaração provocou tamanho constrangimento que nem a nota em prol da “união” e do “trabalho”, divulgada anteontem pelo peemedebista, amenizou a desconfiança no Planalto. É com esse espírito que o governo vê o jantar que reunirá hoje o vice, governadores e ministros do PMDB, Eduardo Cunha (RJ) e Renan Calheiros (AL), presidentes da Câmara e do Senado.

No palanque montado para o desfile de Sete de Setembro, Dilma e Temer trocaram beijinhos na chegada e na saída, ficaram lado a lado, mas pouco conversaram. Era visível que ambos não estavam à vontade. Ao fim do desfile, cada um tomou seu rumo. Hoje, presidente e vice e se reencontraram em um compromisso de trabalho: a reunião de coordenação política do governo, no Palácio do Planalto, às 9h.

À noite, Temer receberá no Palácio do Jaburu, sua residência oficial, os seis ministros e os sete governadores do PMDB, além de Cunha e Temer. Oficialmente, o tema será uma extensão da reunião realizada na quinta-feira pelo governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (PMDB), para formular uma política de consenso dos governadores peemedebistas sobre a crise econômica e seus efeitos sobre os Executivos estaduais. No entanto, é voz corrente dentro do partido que a crise política e a tensa relação entre PT e PMDB será um dos pratos principais do jantar.

Pedido. Um parlamentar próximo a Temer disse que ele está “tranquilo” e que o jantar foi pedido pelos governadores, e não pelo vice. O governador do Espírito Santo, Paulo Hartung (PMDB), informou que o jantar servirá para retomar uma agenda de reformas – trabalhista, previdenciária e tributária – que está parada.

No Planalto, a avaliação de que Temer havia dado declarações “desastrosas” sobre a permanência de Dilma no cargo persiste, mesmo após o vice negar conspiração contra a presidente. Em público, os petistas tentam arrefecer a tensão. “O vice-presidente Michel Temer é o maior símbolo dessa união do PT com o PMDB, da construção de um governo de coalizão de muitos partidos”, disse o ministro da Comunicação Social, Edinho Silva, após o desfile de Sete de Setembro.

9 de setembro de 2015
coroneLeaks

VÍDEO IMPERDÍVEL: PIXULECO NA PRISÃO


DILMA PIXULECA E SEUS SABUJOS LEVY E BARBOSA PREPARAM PACOTE DE AUMENTO GERAL DE IMPOSTOS POR DECRETO PARA TAPAR ROMBO DA ROUBALHEIRA DO PT



Diante da dificuldade de fechar as contas de 2016 sem a recriação da CPMF, a área econômica do governo já admite a possibilidade de recorrer à elevação das alíquotas de tributos que não precisam de aprovação do Congresso para tentar reduzir o rombo no Orçamento da União. Estão nessa lista a Cide, incidente sobre combustíveis; o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); e o sobre Operações Financeiras (IOF).
Esses tributos dependem apenas da “caneta” do Executivo e são usados como instrumento regulatório de política econômica para enfrentar determinadas situações conjunturais da economia. Nenhum aumento precisaria de aprovação de deputados e senadores – basta um decreto presidencial para a entrada em vigor.
Há consenso no governo sobre a necessidade de elevação da carga tributária. Caberá à presidente Dilma Rousseff decidir sobre o tributo com menor efeito colateral na economia ou um “mix” de alta das alíquotas de todos eles.
Os estudos mais avançados no Ministério da Fazenda são o que envolvem a alta da Cide-Combustíveis, segundo fontes. Um aumento dos atuais R$ 0,22 por litro para algo em torno de R$ 0,60 representaria uma arrecadação extra para a União de cerca de R$ 12 bilhões. O aumento menor para R$ 0,40 é outra opção em estudo. A dificuldade para a Fazenda é calibrar a alíquota sem fazer um estrago gigantesco na inflação. Leia Mais

9 de setembro de 2015
aluizio amorim