"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 5 de abril de 2015

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE...

                           O 'ovo surpresa' da Páscoa de Lula!


05 de abril de 2015

A GRANDE MOBILIZAÇÃO DO DIA 12 DE ABRIL

EXPLODE NAS REDES SOCIAIS GRANDE MOBILIZAÇÃO NACIONAL ANTI-PT PREPARANDO O MEGA PROTESTO DE 12 DE ABRIL EM TODO O TERRITÓRIO NACIONAL CONTRA A BOLIVARIANIZAÇÃO DO BRASIL



Passados os festejos de Páscoa as redes sociais viverão até dia 12 de Abril, data do mega protesto anti-PT, um período de intensa agitação quando milhões de brasileiros estarão postando milhares de mensagens durante as 24 horas do dia sem parar. O objetivo é um só: convocar os cidadãos para irem às ruas de todo o Brasil para exigir o imediato impeachment de Dilma Rousseff e a proscrição do PT e de todos os demais partidos e viés comunista revolucionário. 

No início da noite deste sábado este blog já começou a receber informações de grupos que se articulam nas redes sociais e de ativistas que já estão trabalhando e construíndo arcos de apoio para viabilizar carros de som de alta potência que ajudarão a difundir as propostas para mudar o Brasil. Esses grupos são todos apartidários e todo o trabalho de mobilização acontece graças aos milhares de ativistas voluntários que atuam nas redes sociais. Pela primeira vez na história do Brasil se registra mobilização de massa em nível nacional sem o apoio de partidos políticos, ONGs e/ou entidades assemelhadas.

Isto já ocorreu na mega manifestação de 15 de Março que surpreendeu o mundo inteiro. A expectativa para o Mega Protesto Anti-PT de 12 de Abril é que deverão ir às ruas simultaneamente em vários pontos do Brasil mais de 2 milhões de brasileiros batendo o recorde de eventos desta natureza no Brasil. 

A tentativa do PT de melar a operação lava-jato e acobertar as roubalheiras na Petrobras, Casa Civil, BNDES e outros órgãos estatais, totalmente aparelhados pelo PT, aquece o combustível que movimenta as massas rumo às ruas no dia 12 de Abril.

Pelas redes sociais já começam a aparecer manifestos de diversos grupos que se unem num só objetivo: desalojar o PT do poder para sempre. A pauta de reivindicações vai além do impeachment da Dilma. O povo brasileiro quer o desmonte total e a proscrição de todos os partidos de viés comunista revolucionário. O mega protesto do dia 12 de março exigirá também o banimento do Foro de São Paulo, do qual Lula e Fidel Castro são os fundadores. Lula é o chefão, o presidente máximo dessa organização comunista destinada a cubanizar todo o continente latino-americano.

Agora à noite este blog recebeu o manifesto do recém fundado "Movimento Civil XV de Março", que já tem página no Facebook e deflagrou uma ampla campanha de mobilização para o dia 12 de Abril.

Transcrevo, como segue, o manifesto desse movimento que se junta a tantos outros com a finalidade de banir o PT e seus satélites da vida política brasileira. Leiam:

MANIFESTO DO MOVIMENTO CIVIL XV DE MARÇO.
POR UMA CIVILIZAÇÃO UNIDA CONTRA O TOTALITARISMO BOLIVARIANO
A humanidade, mesmo com as lições históricas emanadas pelas péssimas experiências vividas em razão da ideologia marxista-lenilista, bem como pelo modelo nacional-socialista (nazismo), agora se depara com uma nova e urgente necessidade de renovação política.
O motivo: a ascensão do socialismo bolivariano.
Trata-se de uma nova forma de autoritarismo, embasada num modelo social baseado em postulados perpétuos, que, onde quer que esteja sendo aplicado, o resultado obtido foi exatamente o mesmo em comparação àquele alcançado pelo Comunismo e pelo Nazismo: O retrocesso, a regressão da razão e a barbárie.
É isso o que esses tiranos, ditos BOLIVARIANOS, pretendem nos oferecer.
A razão para que resistamos às suas intenções covardes é que essa ideologia trai o direito do Ser Humano à liberdade e sua necessidade de autodeterminação.
Suas origens estão naquelas que são umas das páginas mais negras da História.
Seu discurso enganoso propõe uma “doutrina da salvação”, a qual segue um pensamento monológico, e, por conseguinte, impede o cidadão de exercer e expressar seu pensamento livremente, obrigando-o a crer num discurso ÚNICO, odioso e retrógrado.
O que eles detestam é a liberdade de opinião e de expressão – justamente a base da Democracia.
Eles são dominadores, não líderes.
Eles promovem a divisão, não a reunião.
Fomentam o conflito, não a Paz!
Nós, que aqui estamos, acreditamos que nada justifica a escolha do obscurantismo e do totalitarismo – este fundado no ódio e na luta de classes.
Nós, que aqui estamos, nos recusamos a renunciar ao nosso espírito crítico.
Condenamos o relativismo cultural e renovamos nossa crença na universalidade da liberdade, especialmente a de expressão, para que o pensamento e o espírito crítico sejam exercidos mundialmente e se sobressaiam em relação à ditadura do discurso único.
Apelamos a todos os homens e mulheres livres, de todos os países, de todos os povos, para que defendam a sociedade desse Mal conhecido por “Bolivarianismo”.
Exigimos a queda de Dilma Roussef e do Partido dos Trabalhadores. Exigimos a queda do ditador Maduro. Exigimos a queda de todos os partidos socialistas e comunistas bem como tudo o que eles representam.
Exigimos a dissolução do Foro de São Paulo, que é uma entidade antihumanista e antiliberdade, que promove o mais absoluto retrocesso das sociedades onde, feito um parasita, veio a se implantar.
Exigimos o respeito ao cidadão e aos trabalhadores, vítimas de impostos extorsivos e sem nenhum retorno – sendo, portanto, um verdadeiro roubo institucionalizado.
Exigimos que todos aqueles corruptos que roubam o dinheiro do trabalhador para si sejam rigorosamente punidos.
Exigimos o fim da carnificina que mata nossas mulheres, nossas crianças e nossos pais de família, deixando um saldo de quase 60 mil cadáveres ao ano, perante os quais o governo age com criminosa indiferença.
Exigimos o respeito à nossa liberdade e ao nosso direito de defendermos nossas vidas e nosso patrimônio sem que sejamos punidos por isso.
Levantemo-nos!
Que as luzes da Razão se sobreponham, hoje e sempre, ao obscurantismo bolivariano!

05 de abril de 2015
Escrito por Cristine Nicolau

ATÉ QUANDO CONTINUARÁ LIVRE, LEVE E SOLTO? MILHÕES DE BRASILEIROS ASSISTEM ESTARRECIDOS O CINISMO DO PETRALHA

LAVA JATO: DINHEIRAMA DO BNDES QUE FINANCIOU METRÔ VENEZUELA ESTÁ SOB INVESTIGAÇÃO E ENVOLVE LULA E A EMPREITEIRA ODEBRECHT.

Marcelo Odebrecht, Lula e o finado tiranete Hugo Chávez: investigações levantam suspeitas sobre o montante de dinheiro do BNDES recebido pela Odebrecht via governo chavista segundo reportagem da revista Época.
Foi no fio do bigode, com a informalidade que marcou alguns negócios do Brasil com a Venezuela de Hugo Chávez
Em 26 de maio de 2009, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou ao subsolo do hotel Pestana, na orla de Salvador, para encontrar o líder venezuelano. Conversa vai, conversa vem, os companheiros acertaram que o BNDES desembolsaria US$ 747 milhões para financiar a construção de linhas do metrô de Caracas, na Venezuela. 
Combinou-se que a obra seria tocada pela construtora baianaOdebrecht. Seis anos depois (e dois anos após a morte de Chávez), surgem indícios de irregularidades na operação, escondidas na quase impenetrável opacidade dos financiamentos do BNDES no exterior. Documentos reservados do Tribunal de Contas da União, obtidos por ÉPOCA, revelam que a construtora e o governo venezuelano receberam do banco mais dinheiro do que precisavam para executar as obras, sem apresentar as garantiasnecessárias para cobrir o risco do calote.
A operação de crédito orquestrada por Lula e Chávez levanta duas suspeitas principais. A primeira tem a ver com a aprovação do empréstimo do BNDES. Para liberar os US$ 747 milhões, o banco ignorou suas regras e abriu exceções camaradas: dispensou a exigência de garantias por parte da Odebrecht e assumiu o risco de calote acima dos limites estabelecidos em sua própria resolução. 
O segundo indício de irregularidade detectado pelo TCU se relaciona à “incompatibilidade entre os avanços físicos e financeiros do projeto”. Em outras palavras, o BNDES mandou dinheiro para as obras da Odebrecht mesmo quando elas não avançavam conforme o combinado. Assim, produziram-se saldos em dólares no exterior, embolsados pelo governo venezuelano e repassados à empreiteira para executar obras. 
Segundo cálculos do TCU, cerca de US$ 201 milhões foram “antecipados sem justificativa na regular evolução da obra” da linha Los Teques, o mais caro dos projetos. Entre janeiro e abril de 2010, a Odebrecht só havia gastado 8,15% do valor total do empreendimento. Mesmo assim, recebeu centenas de milhões de dólares do cofre do BNDES, via governo da Venezuela.
força-tarefa da Lava Jato já obteve fortes evidências de que a Odebrecht pagava propina a políticos e burocratas brasileiros por meio de empresas do grupo sediadas no exterior – o que inclui a Venezuela. A dinheirama para as obras no metrô está sob investigação. 


05 de abril de 2015
in aluizio amorim

"NUNCA VI UM GOVERNO TÃO DESGASTADO" - DIZ CHICO ALENCAR

http://s0.ejesa.ig.com.br/img/be/articles/foto_pagina/15012014_chico_alencar_andre_luiz_mello.jpg
Chico votou em Dilma e está decepcionado
Há dez anos, o deputado federal Chico Alencar anunciava, em meio a um conturbado processo eleitoral para a presidência do PT, sua desfiliação do partido. 
Ele seguiu o rumo tomado por outros colegas fundadores da legenda, como Plínio de Arruda Sampaio e Ivan Valente, e embarcou de cabeça no PSOL.
O Partido Socialismo e Liberdade havia sido fundado três meses antes, também por ex-petistas, como Luciana Genro e Heloísa Helena – expulsos do partido por votarem contra projetos de interesse do governo Lula. 

De lá para cá, Chico foi reeleito três vezes para o cargo de deputado federal e se tornou a principal referência da legenda. Em 2014, foi o segundo candidato mais bem votado do Rio de Janeiro, com 240 mil votos em uma campanha baseada em doações do partido e pessoas físicas. O PSOL é contra o financiamento empresarial e recusa doações de pessoa jurídica nas eleições e fora delas.
Chico Alencar participa de quatro comissões na Câmara dos Deputados, incluindo a de Constituição e Justiça e a que discute a reforma política. Compareceu a todas as 24 sessões ordinárias e extraordinárias da Câmara.
Qual a posição do PSOL sobre a reforma política?
Defendemos a proposta liderada pela OAB e a CNBB e mais de cem entidades. O projeto defende o sistema proporcional. Primeiro, o eleitor vota no partido da sua preferência, e, de acordo com a votação, o partido tem um determinado número de vagas. Depois, o próprio eleitor vota em uma lista fechada nos nomes que vão ocupar essas cadeiras. Pela proposta, é provável que o modelo aceito seja o “distritão”, em que os mais votados ocupam as cadeiras. Nossa proposta vai na contramão do “distritão”, que eu prefiro chamar de “detritão”, que personaliza a eleição, a torna mais individualista, mata a ideia de partido. O eleitor vai votar nas pessoas individualmente e em cada uma. É um baita retrocesso.
E por que o PMDB está capitaneando essa proposta?
O PMDB é o partido do senso comum. Hoje o senso comum é o do “voto em pessoas, odeio partidos”. O PMDB é um partido anódino, cujo programa de governo é estar no governo, independentemente de qual. Provavelmente o PMDB imagina que possa ter uma boa votação com o “distritão”, já que é um partido de caciques regionais muito enraizados no Brasil.
Qual sua avaliação sobre esses três primeiros meses do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff?
Deplorável. Eu nunca vi um governo eleito tão envelhecido, desgastado, desnorteado, sem sustentação parlamentar, chantageado e que não consegue impor sua pauta e que gera muito desencanto mesmo para seus eleitores. Isso é ruim para o país, um governo com três anos e meio pela frente e tão enfraquecido. Que está meio prisioneiro de um certo parlamentarismo de pressão.
No segundo turno das eleições, o PSOL recomendou voto branco, nulo ou em Dilma. Há algum arrependimento?
Não. Até porque todos nós que votamos na Dilma no segundo turno, eu me incluo, tínhamos uma visão crítica e sem expectativa. Só não sabia que ela teria adotado, tão rapidamente, o programa econômico do Aécio. Falar uma coisa na campanha e, imediatamente, fazer outra soa como estelionato eleitoral. E ninguém gosta de estelionato.
O senhor falou dos eleitores do PT descontentes. Como o PSOL pode se beneficiar dessa parcela do eleitorado?
A gente não parte de uma lógica de “capturar os descontentes”. O PSOL quer crescer e se consolidar como partido alternativo à forma de fazer política, com boa atuação de seus parlamentares, de forma independente, com uma conduta ética irretocável e de contestação a esse sistema. Há uma juventude muito simpática ao PSOL. Nossa tarefa é reencantar a todos os desiludidos com a política.
O partido discute se vai ou não expulsar o deputado Cabo Daciolo, que propôs incluir na Constituição a frase “todo poder emana de Deus” e que vai totalmente contra a laicidade do Estado defendida pelo partido. O PSOL erra ao filiar pessoas que não são identificadas com as bandeiras?
Sempre nesses casos, a gente percebe que é menos rigoroso do que deveria ser em relação a conhecer efetivamente o filiado. Mas é vivendo e aprendendo também, e não dá para controlar tudo. “A opinião pública é muito volátil. E isso interfere diretamente no comportamento dos parlamentares, até mesmo dos mais conservadores. Temos os próximos meses para reverter esse suposto apoio da opinião pública ao projeto que reduz a maioridade penal.”

05 de abril de 2015
Lucas Pavanelli
O Tempo

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE...



05 de abril de 2015

LAVA JATO INSPIRA PROPOSTA DE MUDANÇA NA JUSTIÇA




É comum a qualquer análise sobre as causas de elevadas taxas de delinquência o destaque ao papel da impunidade. Em todo tipo de crime. Nos de corrupção, a relação desequilibrada entre custo e benefício do delito — lucros nas alturas para punições leves ou até mesmo inexistentes —, a contribuição da impunidade é, então, muito visível.

Basta relacionar a história dos dois grandes escândalos ocorridos até agora nos governos do PT, o mensalão e o petrolão. Chama a atenção o fato de, durante um período, a partir de 2005, o esquema de assalto à Petrobras ter transcorrido ao mesmo tempo em que mensaleiros eram julgados, condenados e começavam a cumprir pena.

Em nenhum momento a ação do Congresso nas CPIs, do Ministério Público no encaminhamento das denúncias, da PF em investigações complementares e do próprio Supremo nas condenações serviu de freio para a quadrilha que assaltava a Petrobras. PT, PP, PMDB, políticos em geral , diretores da estatal, empreiteiros, operadores financeiros continuaram o saque, sem temor. Este é um indicador preciso da imensa sensação de impunidade dos participantes do petrolão, como em outros esquemas de corrupção. Demonstraram ter certeza de que não teriam o destino dos mensaleiros.

Com base nesse tipo de percepção, o juiz Sérgio Moro, da Operação Lava-Jato, do petrolão, e Antônio Bochenek, presidente da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe), publicaram artigo no jornal “O Estado de S.Paulo” com proposta radical: para aumentar a eficiência da Justiça e, portanto, acabar com a impunidade, grande incentivadora do crime continuado, a sentença tem de ser executada já na decisão de primeira instância. Os juízes citam como exemplos os Estados Unidos e França.

Os condenados recorreriam atrás das grades. A proposta é tentadora, devido à característica da Justiça brasileira, em que advogados competentes conseguem retardar tanto a tramitação dos processos que os clientes se beneficiam da prescrição do crime. Porém, há de se cuidar do preceito constitucional da presunção da inocência. Não se deve combater a indesejada morosidade com ritos que se aproximem de execuções sumárias de regimes fechados. Mesmo que sejam praticadas em democracias desenvolvidas.

Mas a preocupação de Moro e Bochenek é consensual. Porém, é preciso buscar um ponto de equilíbrio, como o da Lei da Ficha Limpa: considerar como veredicto para efeito de início de cumprimento de pena o de segunda instância. Diluem-se com o colegiado de magistrados os riscos de injustiças embutidos no julgamento por uma única pessoa. Feito isso, começa-se a executar a pena. O Congresso precisa discutir o tema. E lá já se encontra proposta de emenda constitucional defendida pelo ex-ministro e presidente do Supremo Cezar Peluso que limita a um recurso a apelação de condenados na justiça criminal. O assunto é relevante.

05 de abril de 2015
Editorial de O Globo em 4 de abril de 2015.

AFINAL, ALGUÉM TEM QUE COMEÇAR




A legião dos mais idosos, onde me incluo, se lembrará de um comercial de cigarros, exibido há algumas décadas, no qual o jogador Gerson reafirmava as virtudes e o baixo preço da marca, incentivando os telespectadores, com a garantia de que, ao adotá-la, levariam vantagem.
"Leve vantagem você também", era o mote que fechava a mensagem. 
A sociedade, surpresa, não aprovou o fato de que um excelente atleta, exemplo para a juventude, se dispusesse a promover um produto, à época, já identificado como prejudicial ao desempenho físico e, pior ainda, interpretasse seu uso como um grande trunfo. 

A resposta veio através da criação de uma expressão estigmatizante que ficou incorporada ao jargão popular, "a lei de Gerson", denotando o aproveitamento a qualquer custo de uma situação aparentemente favorável, o vale-tudo. 

De lá para cá, a sociedade mudou, os meios de comunicação se transformaram em verdadeiros conglomerados empresariais e, na televisão, surgiram núcleos especializados em produzir eventos interativos e novelas retratando histórias saídas das cabeças dos autores, praticamente os mesmos de hoje, que veladamente se julgavam e ainda se julgam, moldadores de novos comportamentos, alguns chocantes para significativos segmentos.

A prática do vale-tudo se intensificou e hoje a sociedade assiste, por exemplo, a um apresentador, Pedro Bial, antes visto como intelectual exemplar, excelente poeta, declamador de mensagens edificantes, fazer o papel de animador de um show degradante que bestializa o alienado telespectador mas rende milhões, um excelente negócio. 

Ou, que tal o beijo explícito, na boca, de duas personagens interpretadas por excelentes atrizes, ambas octogenárias, buscando provar não se sabe o que, e, ainda, o comercial de um frigorífico encenado pelo maior cantor popular do país, que se diz vegetariano. 

O fato é que o vale-tudo se propaga, transformando, segundo a visão de seus protagonistas, a resistência a ações desse tipo, às vezes legais porém imorais, em preconceitos. 

Justificam suas atitudes com uma relativação revoltante, ao argumentar que o país está tão repleto de imoralidades que pouco adianta perder tempo com as deles. 

Mas... que tal, aproveitando o carisma popular, promoverem a mudança? 

Afinal, alguém tem que começar.

05 de abril de 2015
Paulo Roberto Gotaç é Capitão de Mar e Guerra, reformado.

PARA PETISTAS, CRIME É VIRTUDE



Em artigo publicado na Revista Época ("O manifesto da virtude não contabilizada"), Guilherme Fiuza analisa o ridículo manifesto produzido pelos petistas, que se apresentam como vítimas. Desavergonhadamente, dizem eles que são atacados por suas "virtudes":

O Brasil estava à deriva, até que veio o encontro nacional do PT em São Paulo. Os presidentes dos 27 diretórios reuniram-se em torno do oráculo, e aí tudo ficou claro como a pele da elite branca. É sempre assim: por mais tenebrosa que seja a tempestade lá fora, quando o PT se junta em torno de Lula da Silva, tudo fica belo e luminoso. Ficamos sabendo que a crise é pura inveja que os ricos têm do povo. E saiu um novo manifesto -atenção, Brasil! - no qual o partido do mensalão e do petrolão ensina aos brasileiros o que é virtude.

É claro que o manifesto do PT não trata da estagnação econômica, nem da previsão de recessão apontada pelo Boletim Focus do Banco Central. Eles estão no Palácio há 12 anos, mas não têm nada com isso. O documento também não trata da mais recente façanha do partido - a inscrição de seu tesoureiro como réu no processo da Lava Jato. Isso é o tipo de coisa que só interessa à imprensa burguesa. E é justamente a imprensa o que preocupa os companheiros em seu mundo dourado. O manifesto propõe um projeto de lei para controlar a mídia (novidade!) - no exato momento em que a presidente dá posse ao novo ministro da Secretaria de Comunicação exaltando a... liberdade de expressão.

Dilma falou que sabe quanto a imprensa livre é importante, porque ela é uma pessoa que viveu sob uma ditadura. Atualmente, no Brasil, praticamente só Dilma viveu sob uma ditadura. Todos aprendemos a acompanhar, contritos, o sofrimento diuturno de Dilma Rousseff em sua resistência implacável aos militares. Quando começamos a achar que a batalha está concluída, o Palácio do Planalto solta mais um release sobre "Os anos de chumbo", e lá vamos nós sofrer mais um pouco ao lado de nossa heroína. Não há nada mais urgente hoje no Brasil do que apoiar Dilma contra o regime militar. Ela há de nos libertar desse inimigo morto e enterrado há 30 anos.

Enquanto a presidente luta heroicamente pela liberdade de expressão, que só ela sabe quanto é valiosa, seu partido costura docemente a mordaça. O PT já tentou colocar rédeas na mídia até através de um pacote de direitos humanos. Agora, o tal manifesto propõe uma nova regulamentação do direito de resposta. Os companheiros só vão sossegar quando a comunicação de massa no país alcançar o padrão de uma assembleia do partido. Chega de perseguição a guerreiros do povo brasileiro como João Vaccari. A cada denúncia publicada sobre as peripécias do tesoureiro na arrecadação de fundos para a revolução progressista, a mídia há de ter que abrir espaço para a resposta do guerreiro. E ele terá o sagrado direito de declarar, como seu antecessor Delúbio no mensalão, que há uma conspiração da direita contra o governo popular.

O manifesto divulgado pelo PT no dia 30 de março explica que o partido está sendo "atacado por suas virtudes". Não esclarece se entre essas virtudes está a formidável capacidade de captação de recursos junto às empresas investigadas na Lava Jato. Ou a invejável capacidade de escolher e cultivar os diretores certos para a Petrobras, sem os quais uma legião de parasitas e picaretas morreria de fome. Talvez por humildade exacerbada, o manifesto do PT não cita entre suas virtudes a façanha de ter jogado a maior empresa brasileira na lona, rebaixando-a ao grau de investimento especulativo. Tamanho virtuosismo realmente só poderia gerar inveja e perseguição.

"A campanha de agora é uma ofensiva de cerco e aniquilamento", diagnostica o manifesto. "Para isso, vale tudo. Inclusive criminalizar o PT." Eis o escândalo: estão criminalizando o PT. Será que não percebem que todos os crimes pelos quais os petistas têm sido indiciados, julgados e condenados são crimes decorrentes das suas virtudes? Será possível que essa elite golpista não aprendeu a distinguir o crime mau do crime bom?

Na reunião de cúpula, o assessor da Presidência, Marco Aurélio Garcia, esclareceu: "Ganhamos a eleição com uma narrativa que a presidente assumiu de forma corajosa". No dia seguinte, no Senado, o ministro da Fazenda tentava salvar a pele do governo com uma narrativa oposta a essa que a presidente assumiu corajosamente. Talvez seja por isso que as multidões voltaram às ruas: entenderam enfim que estão sendo governadas há 12 anos por uma narrativa.

05 de abril de 2015
in orlando tambosi

A ORFANDADE DOS PAIS

A analista de velório ainda não sabe que a mais devastadora forma de orfandade é a vivida pelos pais que perdem um filho

Decidida a transformar cadáveres em instrumentos de caça ao voto, a política profissional Luciana Genro também exerce desde sexta-feira o ofício de analista de velório e obituário. No serviço de estreia, amparou-se na repercussão de uma tragédia ocorrida no Rio e outra em São Paulo para reprovar enfaticamente o comportamento dos brasileiros em geral e da  imprensa em particular. O palavrório de Luciana deu uma ideia de como funciona essa espécie de necrofilia eleitoreira.
Justificadamente, emissoras de TV, jornais, revistas, e sites noticiaram com igual   destaque tanto o assassinato de Eduardo de Jesus Ferreira, o menino de 10 anos baleado na cabeça por um policial no Morro do Alemão, quanto a morte de Thomaz Rodrigues Alckmin, 32, vítima da queda de um helicóptero em Carapicuíba. A especialista em assuntos fúnebres conseguiu enxergar no noticiário outra prova de que a burguesia pouco se importa com dramas protagonizados por gente pobre.
Num dos debates da campanha presidencial, a candidata do PSOL desandou no chilique ao ser qualificada por Aécio Neves de “leviana”. O senador foi excessivamente brando. É muito mais que leviana uma figura que, frente a dores idênticas, gasta o estoque inteiro de lágrimas de esguicho com o menino do morro enquanto contempla sem compaixão o corpo do caçula de um adversário político.
Luciana Genro se tornou mãe aos 15 anos. Aos 44, acaba de deixar claro que não sabe direito o que é isso. E ainda não aprendeu que nenhuma forma de orfandade é mais devastadora que a vivida por quem perde um filho.

05 de abril de 2015
Augusto Nunes, Veja

O BRAÇO ESQUERDO DE DILMA

Erenice Guerra, Era a Chefe da Quadrilha que Assaltava a Receita Federal

De O Antagonista: Sabe quem era o petista na roubalheira da Receita Federal? Erenice Guerra. A Veja, hoje, tem uma reportagem devastadora sobre a operação Zelotes. Erenice Guerra, quando ainda era a principal assessora de Dilma Rousseff, na Casa Civil, recebeu um e-mail de seu irmão com o nome de quatro advogados para compor o conselho do Carf. Ela respondeu: "Estou enviando o currículo dos meninos. Bjs". Os quatro meninos se tornaram conselheiros do Carf. E um deles, José Ricardo da Silva, considerado um dos chefes da quadrilha da Receita Federal, se tornou seu sócio depois que ela foi demitida da Casa Civil. A PF apreendeu um contrato de Erenice Guerra com a Huawei, em que ela se comprometia a prestar "serviços profissionais relativos à defesa fiscal da contraente no âmbito da Administração Tributária Federal", negociando um débito de 705 milhões de reais da empresa com a Receita Federal. José Ricardo da Silva, que na época ainda era conselheiro do Carf, aparece como seu parceiro na transação, de acordo com o contrato de gaveta assinado por Erenice Guerra. O menino nomeado para o Carf por Erenice Guerra era o mesmo menino que trabalhava com Erenice Guerra para abater as multas no Carf.

05 de abril de 2015
in selva brasilis

CARF E UM PS SOBRE CIVILIDADE


BRASÍLIA - Falta criatividade em quase tudo no Brasil, mas ninguém pode reclamar da nossa classe de delinquentes orbitando a esfera do Estado. Eles sempre inovam.

A bola da vez é o Carf, o opaco órgão subordinado ao Ministério da Fazenda que analisa recursos contra multonas da Receita. Coisa de bilhões de reais, de fazer as roubalheiras na Petrobras parecerem triviais.

Carf? É assim: se o cidadão comum cai na malha fina porque esqueceu de declarar uma bobagem, purgatório e inferno na forma de delegacias da Receita o esperam. Se você é um peixão e deve algumas centenas de milhões, o Carf está lá para lhe dar um vislumbre do paraíso.

Chato, mas do jogo da economia. Até que policiais federais e procuradores descobriram que uma quadrilha, que parece incluir ex-funcionários do Carf e advogados, oferecia a empresas jeitinhos para terem suas multas proteladas ou anuladas, mediante suborno ao colegiado.

Cabe aqui uma palavra de cautela. Pela leitura da representação do caso, fica claro que a PF teve seu trabalho tolhido por diversas negativas judiciais de diligências. Com isso, ainda estamos mais no campo das suspeitas do que das certezas no caso.

É cedo para culpar as grandes empresas que foram aparentemente favorecidas pela quadrilha. Elas sempre poderão alegar que contrataram advogados, não bandidos, e que não sabiam de procedimentos ilícitos. Soa improvável, eu sei.

A investigação precisa avançar.

*

PS - Que as redes sociais expõem o pior do ser humano, isso é uma obviedade. Mas causou especial repulsa nesta sexta (3) ver uma legião de cretinos diminuindo a morte do filho de Lu e Geraldo Alckmin, ao comparar um acidente com o inaceitável assassinato do garoto Eduardo numa "favela pacificada". A dor mais inalcançável é a da perda de um filho. No Alemão ou no Bandeirantes.

05 de abril de 2015
Igor Gielow

A IMBECILIDADE SEM FRONTEIRAS.

JEAN AMARELOU? ELE SÓ TEM 19 ANINHOS...




VALE A PENA VER ESTE RAPAZ DE 19 ANOS ACABAR COM O SEM VERGONHA DO JEAN WYLLIS


Kim Kataguiri, um dos representantes do Movimento Brasil Livre, responde as provocações do desonesto intelectual e discípulo assumido do psicopata Antonio Gramsci, Jean Wyllys (vídeo com provas documentais)

https://www.youtube.com/watch?v=oMVWGlZ-aX4





05 de abril de 2015
GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS

E A ELITE BRANCA SOMOS NÓS... É MUITO CINISMO!








05 de abril de 2015
in GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS

PF INDICA QUE SECRETÁRIO DA RECEITA DO GOVERNO LULA PARTICIPOU DA CORRUPÇÃO NO CARF

NO GOVERNO DILMA, CARTAXO PRESIDIU O CARF E VIROU CASO DE POLÍCIA



A PF APREENDEU R$ 800 MIL EM ESPÉCIE, NA CASA 
DO GENRO DE CARTAXO. (FOTO: AGÊNCIA BRASIL)


A Polícia Federal grampeou, com autorização judicial, ao menos dois telefones de Otacílio Dantas Cartaxo, que no governo Lula foi o "xerife" que chefiou a Secretaria da Receita Federal entre 2009 e 2010. No governo Dilma, presidiu de 2011 até janeiro deste ano o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão responsável por julgar reclamações de contribuintes em débito com a Receita, e alvo das investigações.

Há indícios de que Cartaxo participou do esquema de venda de decisões favoráveis a grandes empresas. A PF acha que ele mantinha relações de proximidade com investigados no esquema, entre eles o próprio genro, Leonardo Siade Manzan.

Nas escutas, lobistas e conselheiros conversam sobre supostas gestões do ex­secretário em favor de empresas suspeitas de pagar propina no órgão. O monitoramento dos telefones de Cartaxo foi necessário, segundo relatório da PF enviado à Justiça Federal, "tendo em vista a suspeita que há sobre este alvo e a sua condição de presidente do Carf".

Os investigadores chegaram a pedir a prorrogação das interceptações. Ex­conselheiro do Carf, o genro de Cartaxo é apontado pela PF como um dos principais integrantes do grupo suspeito de operar o esquema de venda de decisões. Na casa dele, os agentes apreenderam R$ 800 mil em dinheiro.

Manzan é sócio da SBS Consultoria Empresarial, empresa que, segundo a polícia, foi usada para "dissimular atividades criminosas", como corrupção de conselheiros e lavagem de dinheiro do esquema. A relação com o sogro, segundo um dos relatórios, conferia a Manzan "grande prestígio e influência dentro do Carf, o que ele exerce sem pudor".

Os áudios, segundo a PF, indicam que Cartaxo, após deixar a presidência do Carf, "passará a trabalhar na consultoria do seu genro, a SBS Consultoria". As conversas entre os investigados, interceptadas na Operação Zelotes, fazem referências a supostas atividades do ex­chefe da Receita em favor do esquema.

Numa delas, o conselheiro Paulo Roberto Cortez diz a um de seus sócios que recebeu um "recado sutil" de Cartaxo por meio do colega Valmir Sandri. O presidente do conselho queria, segundo Cortez, fazê-­lo "calar a boca" sobre a forma como o processo da Gerdau estava sendo conduzido.

Em vez de ser relatado por um representante da Fazenda no Carf, o caso ficou sob responsabilidade do próprio Valmir. As investigações mostram indícios de que a Gerdau negociou propina para ter decisão favorável no caso, que envolve uma dívida de R$ 4 bilhões.

O processo ainda não foi concluído. A Gerdau informa que não foi comunicada sobre seu envolvimento na Operação Zelotes por nenhuma autoridade. Alega também que contrata "escritórios externos" para auxiliá-­la nos processos que correm no Carf e que ainda não pagou esses prestadores de serviço. O pagamento, segundo a empresa, é condicionado ao êxito e ao "respeito à legalidade". As informações são de reportagem de Fábio Brandt, Murilo Rodrigues Alves e Andraza Matais, do jonal O Estado de S. Paulo deste Sábado (4).


05 de abril de 2015
diario do poder

ANTES QUE A VACA TUSSA, BRASILEIROS PRECISAM REAGIR À CORRUPÇÃO

Paris, França – A corrupção no Brasil contaminou praticamente todos os órgãos do governo por um motivo muito simples: a presidência da república está avacalhada, o país está acéfalo e agora alguns servidores públicos conjugam o verbo roubar na primeira pessoa do singular e na primeira do plural como se tivessem aprendendo o bê-á-bá na escola do crime, na verdade, a que mais avançou na terra do Ali Babá, dominada por petistas da república sindical.

Agora é a própria Receita que está na mira da Polícia Federal. Otacílio Dantas Cartaxo, amigo do Lula, que até janeiro deste ano presidiu o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) está sendo investigado. O conselho, sob o seu comando, virou um mafuá de uma quadrilha que recebia propinas milionárias para perdoar as empresas em dividas com o fisco. Em compensação pesava a mão contra os refratários pequenos que não podiam comprá-lo a peso de ouro como fizeram alguns bancos e companhias multinacionais.

No Brasil não se fala mais em projetos na educação, na saúde e na infraestrutura. Não se inaugura sequer escolas, hospitais e postos de saúde. A economia está em frangalhos. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, representante do Bradesco, o mesmo banco que subornou o Carf para se livrar de uma dívida bilionária com o fisco, só fala em arrochar o povão com seus métodos insensíveis, frios e distante da realidade. O que os brasileiros poderiam esperar de um banqueiro à frente da economia que não fosse o massacre à classe trabalhadora?

O BNDES virou a casa da mãe Joana. Distribui bilhões de reais para as ditaduras africanas. Compra médicos cubanos para financiar a ditadura dos irmãos Castro que transformou o país na maior prisão a céu aberto do mundo. A Petrobrás, orgulho dos brasileiros, virou um covil de bandidos. Seus diretores derreteram a empresa para irrigar, com dinheiro roubado, as campanhas da Dilma/Lula e de outros políticos corruptos.

A imprensa dedica-se diariamente a noticiar corrupção nos órgãos do governo. Os delatores cinicamente apontam os ladrões que permanecem soltos e vão ficar assim por muito tempo, porque o nosso STF bolivariano vai empurrar os processos com a barriga até os crimes caírem no esquecimento. O presidiário Zé Dirceu, homem de confiança de Lula, abocanhou 40 milhões das empresas envolvidas nas fraudes da Petrobrás, mas continua desfilando pelas ruas de Brasília, bebendo bons vinhos e desfrutando de uma vida de marajá com o dinheiro que diz ter recebido de consultoria. As investigações concluíram que a grana era entregue por Renato Duque, o diretor ladrão, que estava a seu serviço na Petrobrás.

O tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, é outro envolvido até o gogó com a corrupção. Mas permanece no cargo. Lula não quer afastá-lo. Tem medo da sua delação premiada e de que ele vá para o presidio, a exemplo de Delúbio Soares, outro expoente das finanças do partido, que terminou na Papuda. Não se conhece uma ação do PT para esclarecer tanta bandalheira no país. Ao contrário, os esquerdopatas, aliados do partido, culpam a CIA e os Estados Unidos de querer desestabilizar o governo. É o mesmo método cubano de responsabilizar os americanos pela incapacidade de desenvolver o país, onde se vive prisioneiro em uma ditadura duradora, infame e sangrenta.

O povo precisa reagir a essa anarquia para preservar o pouco que ainda resta das empresas estatais, antes que não sobre nada. Os brasileiros não precisam se amedrontar com as bravatas do Lula que diz ter sob seu comando o “Exército Vermelho” do Stédeli. É preciso reagir para sair dessa indolente submissão e desse marasmo político antes que a vaca tussa.



05 de abril de 2015
Jorge Oliveira

A JOGADINHA DO GALINA

O PMDB é reconhecidamente um dos partidos mais corruptos do país. Mais que PP, PT e PSDB, talvez porque seja o maior.

Agora o senador Luiz Henrique da silveira foi pego numa "advogacia administrativa". Praticando facilidades, usando seu poder politico para furar fila no SUS, favorecendo uma amiga de um cabo eleitoral dono de rádio.

Tem gente falando que isso é pouca coisa perto dos milhões roubados na Petrobras. Roubo é roubo. Não tem pequeno nem grande e o Diabo mora nos detalhes! Quem é e que relação política tinha esse empresário da comunicação com LHS, quando governador? Quem é a mulher que fez redução de estômago, passando na frente de outras pessoas que há tempos esperam pelo benefício?

Mas isso tudo apenas nos mostra a banalização da corrupção no país. É como dizem os petista: Ah! Sempre se roubou no Brasil! O FHC também roubava!

A corrupção está banalizada, escancarada. Os políticos perderam a noção da realidade. Uma prova disso, e que me chamou a atenção de muita gente nesta semana, foi uma notinha do colunista Moacir Pereira, sobre a dança das cadeiras nas secretarias do estado. Vejam:

AS MUDANÇAS

Derly de Anunciação recebeu várias homenagens na despedida da Secretaria da Administração. O ex-deputado João Mattos(PMDB) já é de fato o novo secretário. Permanecerá como secretário adjunto Nelson Nappi. O engenheiro Valter Galina está confirmado na Secretaria da Infraestrutura. Pediu algumas semanas para lançar novas licitações na presidência da Casan. E Vinicius Lummertz se prepara para assumir em seu lugar.

Pediu algumas semanas para lançar novas licitações na presidência da Casan???????!!!!!!

Como assim, meu povo???? O Galina, que está de saida, quer lançar novas licitações, antes da entrada do novo pupilo do senador Luiz Henrique, na presidência da Casan?????

Mas a Casan não tem uma Comissão Permanente de Licitação? Que prepara os editais e as licitações, independente dos indicados políticos na presidência da Casa? Que interesse tem Valter Galina em lançar essas licitações e não deixar que o Vinícios Lummertz as lance, depois de assumir?

É assim que funciona o governo Colombo/Pinho Moreira: Antes de sair quer lançar novas licitações, o engenheiro Galina dos Ovos de Ouro.


05 de abril de 2015
canga blog

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Soluções objetivas contra o Crime



Enquanto o Joaquim Levy "Mão de Tesouraria" manobra para aumentar impostos, e $talinácio segura a onda de seu tesoureiro João Vaccari o Congresso Nacional gasta, por mês, R$ 1 milhão 360 mil com cafezinho, água mineral, refrigerantes e biscoitinhos para os excelentíssimos deputados e senadores. Agora você entende por que os brasileiros otários têm de pagar 92 impostos, taxas e contribuições, junto com milhares de instruções normativas extorsivas, para sustentar a perdulária e corrupta máquina pública cheia de privilégios e mordomias? Os protestos de rua precisam baixar a porrada nos maus políticos e tecnocratas que só sabem aumentar impostos e subir juros para beneficiar a usura dos banqueiros e a sacanagem do desgoverno do crime institucionalizado.

Em um cenário de flagrante abuso, injustiça e desperdício de dinheiro público o combate à corrupção e a má gestão caem, naturalmente, na boca do povo. Maus exemplos, de gastança, privilégio, roubalheira e impunidade, deixam o cidadão-eleitor-contribuinte cada vez mais pt da vida com a classe política - completamente desqualificada para a coisa pública. Assim, se cria e consolida a perigosa imagem de um "inimigo público número 1". A descrença gerada em relação à Política é uma tragédia civilizatória. No imaginário coletivo, as pessoas passam a acreditar em pretensas "soluções" autoritárias, com mais repressão ainda que o modelo atual, para cuidar dos graves problemas estruturais e conjunturais do Brasil.

Analisemos a questão da violência, enquanto Levy aumenta a PIS-Cofins. Os brasileiros conseguem ficar chocados com o noticiário internacional, sempre que ocorrem massacres de centenas de pessoas, como o recente ato de terror na universidade queniana. No entanto, por desinformação ou anestesia analítica, não percebem que por aqui, em média, são assassinadas centenas de pessoas, todos os dias. Por ano, temos uma média de 56 mil mortes violentas. A drástica estatística, cinicamente, gera baixa preocupação. Só quem é vítima direta ou próxima da violência reclama - se sobreviver a ela. A maioria da sociedade não relaciona nosso real clima de guerra civil no Brasil aos nossos vícios estruturais: violência, corrupção, injustiça, impunidade, falta de Educação e gestão incompetente - não necessariamente nesta ordem.

O radicalismo burro vai se tornando hegemônico nos debates pelas redes sociais. Temas altamente complexos ganham abordagens perigosamente ignorantes. Vide a questão polêmica da redução da maioridade penal. A esquerda romântica, imbecilizada ou comprometida estruturalmente com a bandidagem demoniza a proposta. O triste é que conservadores também embarcam em idêntico erro de avaliação do problema, pregando o simplismo autoritário no sentido inverso. Infelizmente, os dois lados extremos perdem a dimensão do debate real e essencial.

Olhando Levy subir os impostos, o Alerta Total cumpre a dolorosa missão de desagradar gregos e baianos. Falo como alguém que foi criado no pé e dentro de uma grande favela: o inexpugnável Morro do Estado, em Niterói. Novamente, o Brasil discute a questão que não é fundamental. Não adianta mexer na maioridade penal. Ela não é causa essencial da violência fora de controle. Precisamos, sim, acabar com a fábrica de miseráveis, crianças e jovens, que se transformam, todo dia, em inesgotável reserva de mão de obra para a faceta marginal do crime institucionalizado no País da Impunidade.

O caminho da Educação

Investir em escolas de verdade, centros de treinamento esportivo, programas culturais, ações de apoio ao papel da família (verdadeira educadora), junto com uma política de repressão policial inteligente e focada nas áreas que forem imediatamente atendidas pelos serviços públicos, tudo isso combinado, pode resolver o problema. A regra é clara: é preciso conter e impedir a reprodução de mão-de-obra para o crime.

Não existe solução mágica para conter o avanço da criminalidade. Logicamente, sem dúvida, o exemplo correto e o fim da impunidade, sobretudo em crimes de corrupção e não nos casos de ladrões de galinha, ajudariam bastante. É simplista demais crer que reduzir a maioridade penal resolve alguma coisa. Não resolve, porque a fábrica de marginais não pára de produzir e reproduzir.

Abaixe-se a maioridade penal e o que acontecerá, na prática? Bandidos de 15, 14, 13, 12, 11 e até 10 anos ficarão com seu passe valorizado no mundo do crime. A turma a partir de 16 vai superlotar as cadeias medievais que já não comportam mais tanto pobre, preto e favelado. A geração de violência, por ignorância e pura barbárie, não vai cessar. Portanto, mexer na maioridade é atuar sobre o efeito, e não sobre a causa.

Antes que algum neguinho, branquinho ou congênere ouse falar bobagem, vamos desenhar. "Di menor" ou qualquer um que cometa crime tem de ser punido exemplarmente. Se for hediondo, doloso, mais rigor ainda. Só não adianta é ser rigoroso com o pé de chinelo. A Lei tem de valer para todos. Também não basta jogar o infrator em instituições incapazes de recuperá-los e onde eles aprendem mais "tecnologia criminosa".

O negócio é não deixar os meninos e jovens entrarem no crime. Depois que entram e acabam "apreendidos" (cínico termo da novilíngua para designar seu encarceramento prático), poucos terão salvação. A morte é uma "pena"natural para aqueles que, antes do juízo final, deverão ter roubado, matado, sequestrado ou cometido crimes fatais ou capazes de causar infelicidade a pessoas de bem.

Grandes vitimados e penalizados

Crianças e jovens são as maiores vítimas da violência. Acompanhe o caso das favelas do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Os governos federal e estadual venderam à opinião pública e publicada que ali ocorreu, anos atrás, o milagre da pacificação, com a política de ocupação, seguida da implantação das UPPs - Unidades de Polícia Pacificadora. Tudo não passou de uma mistificação marketeira.

Assim, perguntamos: Por que o violento comércio ilegal de drogas, simplificadamente chamado de tráfico, voltou a atormentar os moradores do local, obrigando a Polícia a partir da política de negociação e retornar para a velha prática de enfrentamento - um violento enxugamento de gelo?

A bandidagem volta a reinar e a aterrorizar no Alemão, simplesmente porque não foi retirada de lá, estruturalmente. A entrada teatral e marketeira do estado, via UPP, não eliminou, de lá, a atividade econômica marginal do comércio de drogas.

A explicação é econômica. O consumo e venda continuaram, de forma mais discreta. Nunca cessaram. A demanda por droga também não foi reprimida. Além de não se mexer na relação mercadológica, não se promoveu uma transformação cultural no cenário favelado. A mentalidade "marginal" não foi alterada.

Agora, na hora em que a repressão é obrigada a retornar, a população é induzida a repelir a ação policial - que acaba exagerando na dose contra uma narcoguerrilha mais violenta ainda. No clima de guerra civil, o Alemão se transforma em uma espécie de "Iraque". Mais repressão, mais reação bárbara. Aí, a solução da politicagem é... Mais ocupação... E o vira-lata continua correndo atrás do próprio rabo, sem nada resolver... Morrerão inocentes. Tombarão bandidos. Policiais perecerão inutilmente.

Violência não se combate com violência, porque gera mais violência. O raciocínio é tão óbvio, tão ululante, mas não é compreendido por quem raciocina com o intestino ou pensa de forma simplista, meramente repressora e autoritária. Só existe um jeito de conter a expansão comercial do narcotráfico e sua guerrilha urbana. Investir em políticas públicas que mudem, radicalmente, o cenário favelado. Isto não é fácil. Governantes acham caro... Nunca se prioriza dinheiro para isto. A sociedade tem baixo poder de pressão e cobrança.

Soluções criativas e objetivas

Uma pergunta é fundamental: Escolas de verdade e programas esportivos, gerando renda para os jovens, seriam capazes de tirá-los da condição de "mão de obra de reserva da bandidagem?

Experiências bem sucedidas em recantos pouco focados do Brasil indicam que sim... Confira a reportagem de 29 de novembro de 2012, da Band Amazonas. Um projeto piloto em Manaus resolveu dois problemas de uma só vez em um bairro violento da capital: a qualidade duvidosa do ensino na maior escola pública dentro de uma comunidade, na zona oeste e a violência praticada por jovens estudantes. A solução foi militarizar a unidade educacional, que agora está sob a direção de policiais militares. O projeto valoriza os alunos mais inteligentes e capazes. Os estudantes passam a ser protetores da comunidade, e não delinquentes nela.


Não é só no Amazonas que a PM atua com outras "armas". Em Goiás, as secretarias de Educação e de Segurança Pública estabeleceram uma parceria na qual 11 escolas do estado são administradas pela Polícia Militar. Uma reportagem da TV UFG, veiculada pelo Canal Futura em 6 de agosto de 2014. A matéria mostra como esse trabalho está acontecendo na prática a partir de depoimentos de educadores sobre esse modelo militarizado de gestão das escolas. Alunos passam a respeitar o professor, e não a ter medo deles. A frequência subiu. A evasão escolar caiu. O desempenho escolar dos jovens melhora.



O projeto amazonense ou goiano são uma solução aplicável ao violento Rio de Janeiro? Por que não? Qualquer solução que privilegie a cidadania, em detrimento da mera repressão, é válida. A autoridade passa a ser respeitada, porque se dá ao respeito democrático, com respeito, disciplina, ordem e hierarquia. Estudantes aprendem a valorizar a meritocracia. Sentem o quanto vale a pena cumprir deveres para exercer bem seus direitos de cidadãos.

A visão tradicional de esquerda mete o pau em tais projetos. Relaciona o modelo, burra e preconceituosamente, a uma espécie de "ditadura militar em construção". O intelectual canhoto não consegue apresentar soluções práticas que fujam da mera ideologice. Fala-se, vagamente, de medidas preventivas, projetos, programas que não conseguem definir quais são. Enquanto isso, na maioria das "comunidades" em que o narcotráfico tem hegemonia pelo Brasil à fora, a criminalidade e a violência reinam, absolutas, no velho jogo de gato e rato.

O caso específico do Rio de Janeiro merece um parêntesis. O Estado paga caro porque, na década de 80 e 90, a Rede Globo e o Partido dos Trabalhadores foram inimigos sistêmicos da proposta de implantação das escolas de horário integral, no governo Leonel Brizola, cujo modelo de gestão centralizador e improvisado merece todas as críticas. Globo e PT agiram contra os CIEPs (Centros Integrados de Educação Pública), que combinavam escola de dia inteiro, com atividades esportivas e culturais.


Na teoria, lindo. Na prática, problemático. O projeto foi mal implantado pelos brizolistas - que o utilizaram mais como "propaganda" eleitoreira que como política pública essencial. Falhou-se no tripé ensino-cultura-esporte. Além disso, tinha custo alto na comparação com a manutenção das escolas tradicionais da rede. A arquitetura dos CIEPs, no modelo concreto comunista de Oscar Niemeyer, não era a melhor opção. Embora se produzissem escolas em escala industrial, cada uma saia, na época, por R$ 1 milhão. O custo impactava o orçamento falido do estado...

No entanto, a intenção de ocupar a criança e o jovem com a escola de horário integral, se tivesse recebido apoio e tivesse sido implantada de forma competente, teria gerado benefícios sociais inegáveis. Teria ajudado a impedir a fábrica de marginais em que se transformou o Rio de Janeiro - que exportou tecnologia de bandidagem para o resto do Brasil. O projeto dos CIEPs, ideia do polêmico Darcy Ribeiro, foi ideologicamente sabotado por Roberto Marinho e pela petralhada. Quem perdeu foi a sociedade carioca e fluminense - que hoje não sabe como conter a criminalidade.

O caminho parece claro

Escolas que melhoraram sua relação com o público-alvo, que é a sociedade pagadora de impostos, com gestão eficiente e focadas em melhores resultados acadêmicos, fazem a diferença para melhor. Independentemente de serem gerenciadas por um sistema militarizado - ou não. O fundamental é boa gestão. Coisa que não se vê na esmagadora maioria das escolas públicas. Juventude bem ocupada e orientada, junto com repressão policial pontual em comunidades conflagradas, tem dado bons resultados no Amazonas e Goiás.

Por que não replicar o modelo correto de gestão escolar para o resto do Brasil?

Resposta simples: no modelo capimunista, cheio de impostos, perdulário e corrupto, o sistema público de ensino não recebe prioridade real.

Até quando vai prevalecer a demagogia, como a tal "Pátria Educadora" da impopular Dilma - um projeto de pura marketagem, sem planos objetivos?

A sociedade - eu, você, todos nós - temos de dar um basta ao improviso e mudar o modelo brasileiro, de verdade. Vamos implantar a República aqui, imediatamente? Vamos protestar nas ruas para que o Levy não aumente mais impostos? Haja trabalho...

Lugar de corrupto é na cadeia


Quantas notas, Dilma?

Do Coronel na reserva da PM de São Paulo, Arivaldo Sérgio Salgado, uma indagaçãozinha para Dilma Rousseff, sempre paladina dos direitos dos manos, mas nem sempre dos direitos humanos:

"A presidenta Dilma Rousseff divulgou, nesta sexta-feira (3), nota, na qual se solidariza com Terezinha Maria de Jesus, mãe de Eduardo Jesus Ferreira, de 10 anos, que morreu em tiroteio no Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro. Eduardo é uma das quatro pessoas baleadas nos últimos dois dias no complexo de favelas. Quantas notas de solidariedade essa presidAnta enviou aos familiares dos Policiais mortos por marginais????"

Festeiro da Zelite


Festa de aniversário dos 15 anos da neta do Lula (Bia Lula), em 3 de agosto de 2011: não combina com o velho discurso luta de classes de Lula.

Gastos íntimos


Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

 05 de abril de 2015
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.