"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

CHILIQUES DO REINALDO AZEVEDO

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O movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado para garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.

Para aqueles que acompanham a página Canal da Direita, não são novidade os alertas que temos feito a respeito da constituição de uma falsa direita, composta por luminares da grande mídia pró-PSDB, editoras de indisfarçável perfil esquerdista e personalidades de alguns movimentos sociais, notadamente aqueles de cunho mais liberal e libertário.
Conforme constava no caderno de teses do PT, o ataque à figura de Jair Bolsonaro é primordial, já que a esquerda teme o crescimento de uma verdadeira direita, apta a se lançar à presidência da república e desacelerar a revolução bolivariana. Há muito a esquerda vem estudando o fenômeno do crescimento do conservadorismo no Brasil, traçando estratégias para dissolvê-lo, todas sem sucesso.
Percebendo que quanto mais ataca as novas forças direitistas mais perde terreno, e tendo sua imagem pública devassada por escândalos de corrupção cada vez maiores e mais surpreendentes, a esquerda passou a utilizar outra estratégia a fim de minar o conservadorismo no Brasil. A tática é enxertar para dentro do direitismo as ideias e influências da esquerda social-democrata/fabiana, com o objetivo de confundir e desviar a atenção das fileiras direitistas.
Aliando-se a alguns grupos libertários, em troca de favores como colunas na mídia amestrada e livros publicados em editoras sob seu controle, a esquerda fabiana foi aos poucos não só roubando o protagonismo do povo, como passou a controlar até mesmo a linguagem de seus inimigos, os quais utilizam agora os velhos jargões dóceis à causa progressista, como ‘esquerda democrática’, ‘bom funcionamento das instituições’ e, pasmem, ‘fascismo de direita’.
Tudo isso foi explicado detalhadamente em alguns artigos que publicamos no Canal da Direita, como "Reinaldo Azevedo ataca Bolsonaro e defende MBL: completa inversão da realidade" e outros (http://tinyurl.com/zue55kp), (http://tinyurl.com/jrn9gnx), não deixando margem a dúvidas de que esse movimento de aproximação dos tucanos com alguns liberais é arquitetado de forma a garantir aos esquerdistas o controle da disputa ideológica.
Neste contexto, destaca-se a figura do jornalista Reinaldo Azevedo, de inegável inclinação tucana, e que tem se dedicado a uma cruzada anti-conservadora e anti-Bolsonaro nas últimas semanas. Ao mesmo tempo em que profere toda a sorte de calúnias (dizendo que Bolsonaro e seus simpatizantes são fascistas e defendem a implantação de uma ditadura no Brasil), o jornalista se recusa a revelar fatos constrangedores aos seus patrões da Jovem Pan, como denunciado pelo jornalista Alex Pereira, da Rádio Vox.
Em uma entrevista recente, o senhor Reinaldo Azevedo afirma que teria sofrido agressão de milicos durante o período do regime militar, por, segundo ele próprio, ‘ter lutado a favor da democracia’. Ora, isso não pode ter sido verdade, já que, na referida época, o jornalista era militante trotskista, ligado ao grupo Liberdade e Luta – Libelu (http://tinyurl.com/h8bzsv4), do qual participavam também sinistras figuras como Luís Gushiken (ex-ministro do governo Lula), Cynara Menezes (a Socialista Morena, da Carta Capital), Antonio Palocci, Clara Ant (assessora de Lula), Markus Sokol e vários outros.
Sabendo que o socialismo é incompatível com a democracia, segundo o próprio intelectual orgânico do PT, Aldo Fornazzieri (http://tinyurl.com/jbo3up5), como é que podemos aceitar a tese furada do senhor Reinaldo Azevedo, de que lutava para restaurar o ideal democrático no Brasil ao mesmo tempo em que militava pela revolução permanente trotskista? Não é mais plausível crer que o jornalista sofreu as medidas enérgicas (se é que sofreu) devidas às atividades subversivas do grupo de anarco-comunistas terroristas do qual fazia parte?
É estranho que o homem que se diz representante da direita no Brasil tenha como tática principal atacar o maior expoente político da direita, cumprindo, assim, a agenda programada pelo caderno de teses do PT, assim como lança desconfiança sobre o filósofo Olavo de Carvalho que, desde 1993 (http://tinyurl.com/de6j2l), vem nos alertando sobre a estratégia de dominação gramsciana no Brasil e a destruição inevitável de nossa sociedade.
Não esqueçamos, também, que a dita mídia mais reacionária do país, a revista Veja, tem como editor-chefe o senhor Fábio Altman, irmão de Breno Altman, do panfleto comunista Diário do Centro do Mundo. Além disso, o próprio grupo Abril, através de sua revista Nova Escola, endossa a agenda de ideologia de gêneros promovida pela MEC nas escolas de educação fundamental (http://tinyurl.com/z5wwyvu).
Portanto, pode-se dizer tudo deste conglomerado midiático e de seus funcionários, menos que sejam direitistas reacionários. Antes, o contrário. Parece-nos claro que tanto o senhor Reinaldo Azevedo quanto o grupo para a qual trabalha são apenas agentes de desinformação, os quais buscam promover a agenda esquerdista que sempre os seduziu, desde o tempo em que Mino Carta era diretor de redação da revista Veja [http://tinyurl.com/z448yuk].
Assim, concluímos este comentário apenas para dizer que nós, o povo independente, é que somos a verdadeira e única direita neste país. O senhor Reinaldo Azevedo segue sendo o mesmo trotskista de sempre, a favor das forças esquerdistas que o sustentam. E os seus aliados são, na melhor das hipóteses, ora idiotas-úteis, ora oportunistas, que não pensam duas vezes antes de rifar a esperança do povo em troca de prestígio na mídia.
05 de fevereiro de 2016
PAULO DE TARSO IRIZAGA
Publicado no Canal da Direita.

"SE PAGARES O MAL COM O BEM, COM O QUE PAGARÁS O BEM?!?"



Em 1984, depois de viver sete anos em Brasília - fazendo rádio, passando pelo jornal O Globo, exercendo assessoria de imprensa nos ministérios do Interior, Saúde e na então recém-criada Secom da Presidência da República, sempre sem nenhuma filiação partidária, deixei a Capital Federal e voltei o para o Rio Grande Sul. 

Durante um ano e pouco realizei um projeto de unificação da programação de quatro emissoras de rádio, em Cachoeira do Sul, a convite do já falecido Pedrinho Germano, então deputado federal e um dos donos daquela rede local de emissoras.

De lá, retornei a Pelotas - a pátria pequena que tenho no Sul - com o projeto "O 4°Poder" embaixo do braço e saltitando na cabeça. Era uma trilogia de comunicação: um programa de rádio, uma página de jornal e um espaço de entrevistas na TV. Tudo diário, de segundas a sextas-feiras.

Durante 12 anos ininterruptos - de 1985 a 1997 - executei o projeto. Era tempo de governo FHC em Brasília e de Bernardo Souza, Anselmo Governaço e Irajá Andara Rodrigues, na minha cidade.
Para encurtar a história, fui o tempo todo acusado de ser petista, esquerdista e coisas quetais, pelos políticos e pelos que não compartilhavam com a minha visão de administração pública, igualdade e justiça social.

Os políticos, criaturas de seus partidos, são todos ótimos, honestos e justos; só não gostam de ser contrariados. E foi só o que fiz durante aqueles 13 anos em que exerci o jornalismo com a mais plena liberdade de expressão. Quando essa liberdade passou a ser cerceada, fiz as malas e voltei a Brasília.

Cumpri então quase 5 anos como assessor de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro, onde recebi as maiores e melhores lições na arte da convivência natural com o que se convencionou chamar de diferenças sociais.

A vida atropelou, passei pelo tempo e hoje, aposentado mas não inativo, determinado a não ser e nem ter patrão, faço meu jornalismo independente, opinativo, crítico, sem isenção e sem qualquer necessidade de obediência às tesouradas das linhas editoriais.

Quero o que, hoje eu sei, sempre quis na vida e no jornalismo, profissão que escolhi por vocação: justiça.

Não estranhem, pois, minha sistemática carga de notícias, opiniões e críticas aos partidos políticos, aos governos que correm e que fizeram e fazem do crime organizado o próprio Estado; não me rotulem como um cara de direita, de centro ou de esquerda, porque vão dar com os burros n'água.

Não sou daqueles que andam à cata de uma ideologia para viver; nem sou dos que se conformam porque, se não estamos numa ditadura, então vivemos uma democracia de fachada, e cínica, uma democracia de gabinetes e de patifarias que cabem dentro de suas gavetas.

Meu jornalismo anda ainda hoje à procura de justiça. Acho que Lula é o Reizinho, o mentor e autor da implantação da "estratégia de coalizão pela governabilidade" - balcão de compra e venda de canalhices em nome dessa democracia, não merece mais do que justiça; nada mais do que justiça. 

Ainda há de existir alguém que se lembre da Enciclopédia Delta Larousse; pois, eu me lembro da coleção literária Tesouro da Juventude, com introdução de Clóvis Beviláqua.
Pois foi ali, no período das primaveras, que me deparei com uma historieta singela e rápida que tinha como personagem central Kung Fu Tse, o bem intencionado pensador chinês conhecido popularmente por Confúcio.

E lhes repasso aqui, o que li quando tinha 14 ou 15 anos de idade e que jamais esqueci. 

Guardo comigo até hoje aquele diálogo de Confúcio com um aldeão que tinha ido ao seu encontro. 
Foi assim que se deu a páginas tantas:

- Se pagares o mal com o bem, com o que pagarás o bem?
- Ora, pagarei o bem com o bem e o mal com o bem - disse o homem querendo agradar ao mestre parecendo-lhe bondoso e de boa paz.
- Não. Pagues o bem com o bem e o mal com a justiça. 


Simples assim. E foi assim que li e nunca mais esqueci. Se você pagar com o bem aquele que te fez mal, tu não estarás sendo bondoso com quem te trata mal, e muito pior que isso, estarás sendo injusto com aquele que te trata bem.

Pelo mal que Lula faz ao povo, sempre ao povo que é a parte mais fraca da sociedade, o povo deve lhe pagar com a justiça. Lula merece justiça; nada mais do que justiça. Se isso não me faz parecer-lhes bondoso, pelo menos saibam que não me importo se acham que não sou de boa paz


05 de fevereiro de 2016
sanatório da notícia

MILIANOS DO PT RESOLVEM INTIMIDAR PR, MPF, MPE E JUSTIÇA.

Exigem a inimputabilidade de Lula
Esbirros do partido decidem fazer manifestações públicas, incluindo uma marcha, com ameaça velada de atos violentos



Que bonitinho!

Os milicianos do PT agora decidiram constranger a Polícia Federal, o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual e a Justiça.

Reportagem da Folha informa que os ditos movimentos sociais estão planejando um ato em defesa de Lula no dia em que o ex-presidente prestará depoimento sobre o tríplex no Guarujá.

Adivinhem quem são os organizadores dessa manifestação… CUT e MTST. Membros desses grupos pretendem fazer um corredor em frente ao Fórum da Barra Funda, em São Paulo, na quarta-feira, dia 17.

A ideia é que Lula caminhe entre seus apoiadores, que estarão gritando o seguinte: “Lula é meu amigo. Mexeu com ele, mexeu comigo”. É claro que é uma ameaça velada.

A esquerda petista promete se mobilizar por Lula. Dois dias antes, na reunião do conselho da presidência do PT, na capital paulista, o PT deve fazer um ato de desagravo ao ex-presidente.

O petista também será defendido publicamente na festa de 36 anos do partido, que será realizada no fim deste mês, no Rio

Além disso, os ditos movimentos sociais preparam uma marcha em Brasília no dia 16 de março. Lula será o foco.


05 de fevereiro de 2016
Reinaldo Azevedo

APOIO FORMAL DA FIESP AO IMPEACHMENT DE DILMA

LULA SEMPRE SE ENVOLVEU EM NEGOCIAÇÕES SUSPEITAS COM IMÓVEIS





O provérbio “amigos, amigos, negócios à parte” não vale para a família do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Desde o fim dos anos 1980, ele e seus filhos se utilizam de amizades para emprestar ou adquirir imóveis. Quase sempre, nos negócios, surge alguma relação que gera suspeita de órgãos de fiscalização. Na semana passada, o Ministério Público decidiu que vai ouvir o ex-presidente sobre o negócio envolvendo um apartamento tríplex no Guarujá (SP) construído pela OAS Empreendimentos. Por meio de nota, Lula confirmou que visitou o imóvel ao lado do então presidente da empresa, Léo Pinheiro.
Há 18 anos, Lula teve de explicar à Polícia Civil e ao MP como comprou um apartamento de cobertura em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, com a ajuda do advogado Roberto Teixeira. Compadre do ex-presidente, ele ajudou Lula a adquirir dois outros imóveis na cidade. Em 1989, Teixeira ficou conhecido nacionalmente por emprestar uma casa para Lula morar quando ele disputou pela primeira vez a Presidência da República. Entre 1996 e 2001, Teixeira ajudou Lula a adquirir três imóveis em São Bernardo do Campo. Em todos os casos, há o envolvimento de empresas em situação falimentar para as quais Teixeira prestou serviços advocatícios.
Moradia oficial dos Lula da Silva, o apartamento de cobertura no edifício Green Hill foi comprado por sugestão de Teixeira. Ele trabalhava para Dalmiro Lorenzoni, dono da empreiteira que fez o prédio. Em 1998, o Ministério Público abriu um inquérito para apurar um suposto crime de sonegação fiscal envolvendo Lula, Teixeira e a empresa.
DESAPROPRIAÇÃO
Na oportunidade, suspeitou-se que a incorporadora foi beneficiada por uma decisão da prefeitura de São Bernardo do Campo, anos antes, em 1991, quando administrada pelo PT. Então prefeito interino, Djalma Bom (PT) revogou a desapropriação de uma área de 3,3 mil da empresa de Dalmiro.
Quatro anos depois, parte da área legalizada foi comprada pelo então vice-presidente nacional do PT, Luiz Eduardo Greenhalgh. Um ano depois, em 1996, Lula comprou um apartamento em construção pela mesma Construtora Dalmiro Lorenzoni Construções. Lula comprou o imóvel de Luiz Roberto Satriani, que prestava serviços de terraplenagem para Dalmiro. Em 1997, questionado na época, Satriani afirmou que vendeu o apartamento porque não tinha dinheiro para pagar o restante das parcelas.
Aberto a pedido do Ministério Público em 1998, o inquérito policial só foi encerrado em 2003, quando Lula já havia tomado posse como presidente da República e Greenhalgh era deputado federal. Por conta disso, os autos foram remetidos para o Supremo Tribunal Federal.
Um ano depois, a Procuradoria-Geral da República solicitou o arquivamento e o STF atendeu ao pedido. Em 2005, o caso foi arquivado. Nem Teixeira nem Lorenzoni sofreram ações. Procurados pela reportagem nesta quarta-feira, dia 3, Lula e Greenhalgh não quiseram se manifestar. Lorenzoni não foi encontrado.
NOTA DE TEIXEIRA
Procurado pela reportagem, o advogado Roberto Teixeira afirmou, por meio de nota, que “nunca houve intermediação” de imóveis para Lula. “Atuo como advogado do presidente e foi nessa condição que o orientei na aquisição dos imóveis”, disse. Sobre negócios com empresas em situação falimentar, Teixeira afirmou que “não houve nenhum problema jurídico na aquisição dos imóveis”.
O advogado disse ainda ser alvo de “um claro movimento que busca atacar” sua “honra”. (as informações são do jornal O Estado de S. Paulo)

05 de fevereiro de 2016
Deu no Correio Braziliense

CRISE ESTÁ LEVANDO O PAÍS PARA BAIXO E PARA O RIDÍCULO



Charge de Fernando Cabral, reprodução da internet



















Poucas vezes tivemos crise como a que atravessamos. Não é dramática como a de 1954, que provocou o suicídio de um presidente. Nem sanguinária (até agora), como os golpes de 1964 e 1968. A atual é uma crise que seria apenas ridícula se não trouxesse os males que a nação está sofrendo desde que se inaugurou o governo do PT, em especial, o governo de dona Dilma, que ainda obriga seus auxiliares a chamá-la de “presidenta” e, se conseguiu emagrecer fisicamente, está fazendo o país emagrecer.
Tirante alguns petistas alucinados, que teimam em defendê-la e em defender o seu partido, a nação como um todo está perdendo a dignidade que se exige de um país que pretende ter um papel importante no cenário internacional.
Vemos todos os dias, nas mídias, que o Brasil está caindo cada vez mais no saco de gatos onde os países mirins se ferem uns aos outros e só produzem notas ao pé de página nos livros sobre o nosso tempo.
LEMBRANDO 1929
Tenho a impressão de que o povo, em sua maioria, não despertou para a realidade atual e sobretudo dos dias de amanhã, ou seja 2016. A situação de hoje já está há muito tempo trazendo o desespero para todas as classes, inclusive a classe média que foi promovida ficticiamente pelo governo anterior, também do PT.
O desemprego está começando a lembrar os dias de fome da crise de 1929, nos Estados Unidos. As demissões são feitas às toneladas, e diariamente. A violência, apesar de não ser instalada exclusivamente pelo governo do PT, continua alcançando índices alarmantes. E o problema da saúde, com hospitais desaparelhados, chega ao ponto de ameaçar a Olimpíada, forçando a desistência de grupos internacionais que estão cancelando suas reservas.
E o pior: a crise atual não levará o Brasil para cima, pelo contrário, está levando o país para baixo e para o ridículo.
(artigo enviado pelo comentarista Mário Assis Causanilhas)

05 de fevereiro de 2016
Carlos Heitor Cony
Folha

ADVOGADO QUE DEFENDE LULA DE GRAÇA RECEBEU R$ 8;8 MILHÕES



Batista defende a Petrobras
O criminalista Nilo Batista foi contratado pelo ex-presidente Lula recentemente para preparar a defesa do petista na Lava Jato e na Zelotes. Nos últimos anos, o escritório de Batista prosperou na Petrobras, epicentro da Lava Jato. Foi contemplado com quatro contratos, que somam R$ 8,8 milhões. Três deles foram assinados a partir de 2014, depois que a operação já estava na rua. Reservadamente, advogados da Petrobras reclamam do que qualificam ser um conflito de interesses.
Nilo Batista também advoga para a Sete Brasil, envolvida no Petrolão, contra João Carlos Ferraz, num caso em que o ex-presidente da companhia é acusado de ter embolsado indevidamente bônus de R$ 16,3 milhões. Ferraz, diz o lobista Fernando Baiano, afirmou ter conversado com Lula em 2011. Segundo Baiano, Ferraz disse a ele que a conversa com Lula foi “muito boa porque daria mais velocidade a assuntos da empresa (Sete)”.
SEM CONFLITO…
Procurado, Nilo Batista afirmou que os sócios de seu escritório respeitam o Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil e o Código de Ética profissional. Disse ainda que o escritório advoga para Lula porque não há associação do ex-presidente com ex-diretores da Petrobras investigados na Lava Jato.
A Petrobras não respondeu aos questionamentos sobre possível conflito de interesses de Batista.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG –
 O brilhante colunista esqueceu um detalhe importantíssimo: o criminalista disse trabalhar de graça para Lula, em função da identidade ideológica entre os dois. Bem, com R$ 8,8 milhões garantidos na conta bancária, fica mais fácil fazer generosidades e defender gratuitamente um homem pobre como Lula, enquadrado como “cliente pro bono”, que significa “cliente para o bem”. Só que, no caso de Lula, não dá para enxergar o “bem” que Batista tanto apregoa(C.N.)

05 de fevereiro de 2016
Murilo Ramos
Época

MPF DECIDE PELO SEGUIMENTO DA OPERAÇÃO ZELOTES

NO INQUÉRITO É APURADO O ENVOLVIMENTO DE LULA NA VENDA DE MPS

MPF ARGUMENTA QUE A INVESTIGAÇÃO É COMPLEXA, E QUE NÃO FOI POSSÍVEL NO PRIMEIRO INQUÉRITO PRODUZIR TODAS AS PROVAS FOTO: ANDRÉ DUSEK/ ESTADÃO

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu pela continuidade do inquérito que dá seguimento nas investigações da Operação Zelotes, que apura o envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, juntamente com outros servidores públicos, na suposta, venda de medidas provisórias que beneficiaram empresas do setor automotivo.

No aparecer o MPF argumenta que a investigação é complexa, e que não foi possível no primeiro inquérito produzir todas as provas, devido aos prazos judiciais. O ministério também ressalta que a nova investigação não prejudica à defesa, lembrando que as partes podem apresentar novas provas a qualquer momento.

Os advogados de Cristina Mautoni e Mauro Marcondes questionaram a existência do inquérito, pediram que o procedimento fosse interrompido e chamaram esse inquérito de paralelo.



05 de fevereiro de 2016
diário do poder

COMPRA DE SÍTIO EM ATIBAIA FOI LAVRADA EM ESCRITÓRIO DO COMPADRE DE LULA

ELE FECHOU A COMPRA DO SÍTIO E APARECE EM VÁRIOS IMÓVEIS DE LULA

LULA MOROU NUMA CASA QUE SERIA DE TEIEXEIRA, DONO OFICIAL DO APARTAMENTO ONDE MORA UM FILHO DO EX-PRESIDENTE.

A compra do sítio usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Atibaia (SP) foi formalizada no escritório do advogado e empresário Roberto Teixeira, compadre do petista, no bairro dos Jardins, em São Paulo. O imóvel custou R$ 1,5 milhão, em outubro de 2010, dos quais R$ 100 mil (R$ 143 mil em valores atuais) foram pagos em dinheiro em espécie.

Teixeira é amigo de Lula desde os anos 1980 e padrinho de Luís Cláudio, caçula de Lula. Durante anos o ex-presidente morou em uma casa pertencente ao empresário em São Bernardo. Teixeira também intermediou a compra da cobertura duplex onde Lula mora atualmente em São Bernardo do Campo, e está em seu nome o apartamento onde vive Luís Cláudio.

As informações constam das escrituras de compra e venda das duas áreas que compõem o imóvel de 173 mil m², investigado pela Operação Lava Jato sob suspeita de ter sido reformado a mando de empreiteiras que tiveram ex-executivos condenados na Justiça por envolvimento no esquema de desvios e de propinas da Petrobras.

Segundo o documento, Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas (SP) Jacó Bittar, amigo de Lula, pagou R$ 500 mil por uma parte do sítio e Jonas Suassuna, primo do ex-senador Ney Suassuna, arcou com R$ 1 milhão. Ambos são sócios de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula.

Dos R$ 500 mil pagos por Bittar, R$ 100 mil foram "recebidos em boa e corrente moeda nacional". O restante foi pago em dois cheques do Banco do Brasil. O negócio foi formalizado no dia 29 de outubro de 2010, dois dias antes da eleição da presidente Dilma Rousseff, no 19.º andar de um prédio de escritórios na Rua Padre João Manoel, nos Jardins. O endereço é o do escritório de Teixeira.

Conforme revelou o jornal O Estado de S. Paulo, o agrimensor Cláudio Benatti disse ter sido contratado por Teixeira em 18 de dezembro de 2010 para começar os serviços no sítio em 20 de janeiro de 2011, em caráter de urgência no sítio. Lula deixou o Planalto naquele mês e parte da sua mudança foi levada para o sítio. Benatti deve prestar depoimento na semana que vem à Lava Jato.

Mudança de rotina

Conforme os documentos do sítio, a compra havia sido fechada pelo menos dois meses antes, no dia 5 de agosto de 2010, por meio de um Instrumento Particular de Compra e Venda firmado entre os compradores e o antigo dono, Adalton Santarelli, um comerciante de São Paulo.

O sítio usado por Lula e sua família em Atibaia é alvo de investigação da Operação Lava Jato. Segundo relatos de comerciantes locais e prestadores de serviço, parte da reforma foi bancada pelas empreiteiras OAS e Odebrecht, ambas investigadas pela Lava Jato.

Compras

A chegada da Lava Jato mudou a rotina do bairro do Portão, em Atibaia, limite entre a cidade e a área rural onde fica o sítio usado pelo ex-presidente. Vizinhos e comerciantes da região têm sido questionados pelos procuradores do Ministério Público Federal sobre a frequência das visitas, rotina e companhias do petista no local.

No depósito Dias, que forneceu parte do material para a reforma do imóvel, em 2011, os procuradores realizaram duas buscas de documentos e notas fiscais da época. O atual dono, Nestor Neto, que assumiu a loja em 2014, afirmou que o objetivo era encontrar provas e buscar novas informações.

Há suspeita de que a Odebrecht pagou parte da conta. "Os procuradores analisaram algumas documentações antigas, como notas e comprovantes, que ainda estavam na loja. Acessaram salas que estavam fechadas pelo dono do prédio e eu não tinha mais acesso", disse Neto. Duas atendentes da padaria Iannuzzi, que fica no acesso ao sítio, dizem que a ex-primeira-dama Marisa Letícia comprava no local.

'Clientes antigos'


O advogado e empresário Roberto Teixeira disse, por meio de sua assessoria, que a escritura do sítio usado pelo ex-presidente Lula em Atibaia foi lavrada em seu escritório porque Fernando Bittar e Jonas Suassuna são clientes antigos do escritório.

"Ambos já eram nossos clientes", disse ele por e-mail. Teixeira contradiz a escritura ao falar sobre os R$ 100 mil pagos em espécie. Segundo ele, o valor foi pago com o cheque administrativo 218 do Banco do Brasil. "A compra foi paga mediante cheques administrativos pelo valor total da venda, identificados na escritura", afirmou.

A escritura, entretanto, deixa claro que Suassuna pagou R$ 1 milhão em cheque e Bittar quitou R$ 400 mil também em cheque e R$ 100 mil "em boa moeda corrente".



05 de fevereiro de 2016
diário do poder

LULA NÃO É MAIS UM CANDIDATO VIÁVEL EM 2018, DIZ CONSULTORIA DE RISCO EURASIA GROUP

CONSULTORIA DE RISCO CLASSIFICA DE 'INVIÁVEL' O RETORNO DE LULA

"POR QUE OS ELEITORES OPTARIAM POR MANTER O PT NO PODER APÓS 16 ANOS E TENDO PASSADO PELA MAIS PROFUNDA RECESSÃO ECONÔMICA DA HISTÓRIA DO PAÍS?", QUESTIONA A CONSULTORIA (FOTO: MÁRIO ÂNGELO/AE)


O ex-presidente Lula “não representa mais um candidato viável para 2018”, segundo a consultoria de risco político Eurasia Group – uma das mais respeitadas do mundo.

Os números da consultoria revelam que o estrago feito pela Operação Lava Jato na imagem do petista é muito superior ao impacto do mensalão. Enquanto em agosto de 2005, no início do mensalão, 49% consideravam o ex-presidente um político honesto, “agora, esse número caiu para 25%”.

O estudo destaca, ainda, que as dificuldades legais de Lula “representam um sério e imediato desafio para o governo Dilma”. E argumenta que “as chances de o PT se manter no governo (na próxima eleição) são extraordinariamente baixas”.

No entanto, a Eurasia afirma que oposição e políticos centristas entendem que o PT como um todo está em apuros, mas eles ainda veem a "ameaça Lula" como real. Segundo a Eurasia, olhando estes critérios, com base nos dados da Ipsos, as chances do PT continuar no poder estão abaixo de 5%.

"Olhando para a eleição de 2018, independente de personalidades políticas, por que os eleitores optariam por manter o PT no poder após 16 anos e tendo passado pela mais profunda recessão econômica da história do País?"

"Em suma, a profundidade do escândalo Lava Jato já rebaixou Lula, aos olhos de 70% da população, para a categoria de mais um político corrupto. Para ter certeza, a sua imagem poderia se recuperar, embora isso exija que se vire a página da Lava Jato. Ele ainda mantém uma base do núcleo de apoio, talvez 20% do eleitorado, composto de sindicatos e as famílias mais pobres que se beneficiaram durante seus dois mandatos. Mas Lula já não representa mais um candidato viável 2018. A única questão real é se Lula e se o PT poderão manter a percepção de possuir um potencial competitivo vivo para este ano e para o próximo. Este último é certamente importante pela própria posição política de Lula, e para manter o PT minimamente energizado", afirma a Eurasia.



05 de fevereiro de 2016
diário do poder

TCU PROÍBE USO DA LEI ROUANET PARA EVENTOS CULTURAIS QUE GERAM LUCROS


O Tribunal de Contas da União (TCU) analisou representação formulada pelo Ministério Público junto ao TCU quanto a indícios de irregularidades no apoio concedido pelo Ministério da Cultura (MinC) ao evento Rock in Rio, em 2011. O tribunal confirmou algumas impropriedades e fez determinações ao MinC.

A análise da representação avaliou, entre outros aspectos, a legalidade e a legitimidade da concessão dos incentivos culturais previstos na Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) a projetos considerados lucrativos e que não teriam dificuldade na obtenção de patrocínios privados. Por meio dessa lei, são realizados incentivos a projetos culturais com abatimento do Imposto de Renda (IR), que pode chegar a 100% do valor aplicado, com o ônus do incentivo suportado integralmente pelo erário.

O evento Rock in Rio 2011 teve autorizada a captação de R$ 12,3 milhões na modalidade patrocínio, dos quais foram efetivamente captados R$ 6,7 milhões. O patrocínio ocorre quando o incentivador o concede com finalidades promocionais e recebe até 10% do produto resultante do projeto apoiado para distribuí-lo, de forma gratuita, como forma de promover sua marca.

Essa gratuidade, no caso do Rock in Rio, gerou renúncia de receita de IR em R$ 2 milhões, ao se considerar o total de ingressos distribuídos. O relator do processo, ministro-substituto Augusto Sherman, comentou que “em uma área como a Cultura, na qual os recursos disponíveis são mais escassos, o apoio a um festival lucrativo como oRock in Rio indica uma inversão de prioridades, com um possível desvirtuamento do sentido da lei de incentivo à cultura”.

O TCU constatou que a autorização de captação de recursos para o Rock in Rio não considerou pareceres técnicos contrários à destinação de verbas públicas a projeto com potencial lucrativo sem a exigência de contrapartida compatível. Os pareceres também haviam alertado para o fato de que um dos objetivos da Lei Rouanet é apoiar projetos com maior dificuldade para conseguir financiamentos.

A Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura (Sefic/MinC) e a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC), na avaliação do tribunal, não fizeram considerações adicionais sobre as ressalvas apresentadas pelos pareceres nem negociaram contrapartidas maiores do proponente. Esses documentos técnicos buscaram justamente maximizar o retorno social do benefício fiscal e exigir medidas concretas para autorizar a captação dos recursos.

O relator considerou também que “a análise de solicitações de incentivos fiscais a projetos que se apresentem lucrativos e autossustentáveis deve ser restritiva”. Para o tribunal, os apoiadores desses projetos poderão optar pelo mecanismo do Fundo de Investimento Cultural e Artístico (Ficart) ou patrociná-los apenas com recursos privados, sem a necessidade de renúncia de receitas pelo setor público.

Ao analisar a representação, o TCU também avaliou a regularidade de autorização para captação de recursos no valor de R$ 6,2 milhões ´para o festival de música SWU em 2011. Apesar de a captação não ter ocorrido, o tribunal constatou que a autorização foi dada de forma apressada e com diversas inconsistências.

Como resultado dos trabalhos, o tribunal determinou à Secretaria Executiva do MinC (SE/MinC) que não autorize a captação de recursos a projetos que apresentem forte potencial lucrativo ou capacidade de atrair suficientes investimentos privados.

Também foi determinado que a SE/MinC, ao deliberar sobre proposta de concessão de incentivos a projetos culturais previstos na Lei Rouanet, manifeste-se expressamente sobre eventuais ressalvas constantes de parecer técnico. A Secretaria também deverá solucionar as inconsistências antes de autorizar captações de recursos, para adequar o projeto às finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura e maximizar as contrapartidas sociais oferecidas.

05 de fevereiro de 2016
in coroneLeaks

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COISAS DE 'CUMPADi'...

Compadre de Lula também envolvido na falcatrua do triplex e do sítio.


A compra do sítio usado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Atibaia (SP) foi formalizada no escritório do advogado e empresário Roberto Teixeira, compadre do petista, no bairro dos Jardins, em São Paulo. O imóvel custou R$ 1,5 milhão, em outubro de 2010, dos quais R$ 100 mil (R$ 143 mil em valores.

As informações constam das escrituras de compra e venda das duas áreas que compõem o imóvel de 173 mil m², investigado pela Operação Lava Jato sob suspeita de ter sido reformado a mando de empreiteiras que tiveram ex-executivos condenados na Justiça por envolvimento no esquema de desvios e de propinas da Petrobrás.

Segundo o documento, Fernando Bittar, filho do ex-prefeito de Campinas (SP) Jacó Bittar, amigo de Lula, pagou R$ 500 mil por uma parte do sítio e Jonas Suassuna, primo do ex-senador Ney Suassuna, arcou com R$ 1 milhão. Ambos são sócios de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula.
Dos R$ 500 mil pagos por Bittar, R$ 100 mil foram “recebidos em boa e corrente moeda nacional”. O restante foi pago em dois cheques do Banco do Brasil. O negócio foi formalizado no dia 29 de outubro de 2010, dois dias antes da eleição da presidente Dilma Rousseff, no 19.º andar de um prédio de escritórios na Rua Padre João Manoel, nos Jardins. O endereço é o do escritório de Teixeira.

Texeira é amigo de Lula desde os anos 1980 e padrinho de Luís Cláudio, caçula de Lula. Durante anos o ex-presidente morou em uma casa pertencente ao empresário em São Bernardo. Teixeira também intermediou a compra da cobertura duplex onde Lula mora atualmente em São Bernardo do Campo e é proprietário do apartamento onde vive Luís Cláudio. 

Conforme revelou o Estado, o agrimensor Cláudio Benatti disse ter sido contratado por Teixeira em 18 de dezembro de 2010 para começar os serviços no sítio em 20 de janeiro de 2011, em caráter de urgência no sítio. Lula deixou o Planalto naquele mês e parte da sua mudança foi levada para o sítio. Benatti deve prestar depoimento na semana que vem à Lava Jato.

Gaveta. Conforme os documentos do sítio, a compra havia sido fechada pelo menos dois meses antes, no dia 5 de agosto de 2010, por meio de um Instrumento Particular de Compra e Venda firmado entre os compradores e o antigo dono, Adalton Santarelli, um comerciante de São Paulo. 

O sítio usado por Lula e sua família em Atibaia é alvo de investigação da Operação Lava Jato. Segundo relatos de comerciantes locais e prestadores de serviço, parte da reforma foi bancada pelas empreiteiras OAS e Odebrecht, ambas investigadas pela Operação Lava Jato. 

A chegada da Lava Jato mudou a rotina do bairro do Portão, em Atibaia, limite entre a cidade e a área rural onde fica o sítio usado pelo ex-presidente. Vizinhos e comerciantes da região têm sido questionados pelos procuradores do Ministério Público Federal sobre a frequência das visitas, rotina e companhias do petista no local.

No depósito Dias, que forneceu parte do material para a reforma do imóvel, em 2011, os procuradores realizaram duas buscas de documentos e notas fiscais da época. O atual dono, Nestor Neto, que assumiu a loja em 2014, afirmou que o objetivo era encontrar provas e buscar novas informações. Há suspeita de que a Odebrecht pagou parte da conta. “Os procuradores analisaram algumas documentações antigas, como notas e comprovantes, que ainda estavam na loja. Acessaram salas que estavam fechadas pelo dono do prédio e eu não tinha mais acesso”, disse Neto. Duas atendentes da padaria Iannuzzi, que fica no acesso ao sítio, dizem que a ex-primeira-dama Marisa Letícia comprava no local. (Estadão)

05 de fevereiro de 2016
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