"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 1 de abril de 2014

PERSPECTIVAS DE DILMA SER DERROTADA ANIMA MERCADOS: CPI DA PETROBRAS FAZ DISPARAR AÇÕES DA EMPRESA

                              E dois textos premonitórios

Já não há menor dúvida: hoje, temos um governo que atrapalha o país. Bastou o Ibope demonstrar a queda de popularidade do governo Dilma, o que obviamente acena com a possibilidade de ela ser derrotada nas eleições de outubro, e os indicadores econômicos melhoraram substancialmente.

Na semana passada, as ações das estatais já haviam se valorizado porque circulou forte o boato de que a pesquisa Ibope mostraria uma queda nas intenções de voto em Dilma. Essa queda não se verificou. A pesquisa desta quinta, que é só de avaliação do governo e do desempenho pessoal da presidente, trouxe essa perspectiva.
 
01 de abril de 2014
graça no país das maravilhas

SENADOR MARIO COUTO PROTOCOLA PEDIDO DE IMPEACHMENT DE DILMA


 

Senador Mário Couto protocola pedido de impeachment de Dilma

http://youtu.be/7rNi36D5_y4

Plenário do Senado, 25 de março de 2014, o Senador Mário Couto (PSDB-PA) protocola pedido de impeachment de Dilma. Acusou petistas de interferir na decisão do Supremo Tribunal Federal sobre caso do mensalão e alertou a nação para a instalação de uma ditadura branca no País. O Senador Tucano falou ainda da promessa dos petistas aos aposentados que não se cumpriu em contrapartida aos empréstimos externos a ditaduras comunistas.

Comentário do Jornal dos Amigos

Essa é uma notícia que provavelmente a mídia não veiculará. O senador teve iniciativa de pedir o impeachment e descreveu toda a justificativa. Resta agora o que sobrou de ares democráticos do Congresso de dar seguimento ao pedido e que se revogue todas as normas arbitrárias rumo ao comunismo. Jornal dos Amigos 
 
01 de abril de 2014
graça no país das maravilhas

NO FUNDO DA ARAPUCA DA DESEDUCAÇÃO

 

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Foi tocar no assunto no artigo anterior e os fatos vieram em meu socorro.
A discussão sobre a última medida tomada da indigência educacional brasileira na Globonews, o canal de notícias com que a Globo mira a elite intelectual brasileira, mostrou que ela é ainda muito mais profunda do que registrou o último “Pisa”, um exame internacional que, este ano, deixou de lado as avaliações mais técnicas que costumava fazer em torno dos temas Leitura, Matemática e Ciências para se concentrar na solução de problemas de lógica e raciocínio.

Entre 44 países que participaram do certame testando alunos de 15 anos de idade, o Brasil ficou em 38º lugar…

A Globonews mobilizou seus amplos recursos entrevistando os “especialistas” do costume no Brasil e no exterior, que falaram longamente nas “causas” também do costume da tragédia educacional brasileira, incluindo no rol os salários dos professores, a falta de verbas, a “inadequação do currículo à realidade do cotidiano dos estudantes”, etc., etc. e tal.

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Mas, como de hábito, a todos passou despercebida a “pista” que, lá do início da lista de classificação, clamava aos céus a razão essencial pela qual não saímos dessa miséria, ao contrário, afundamos cada vez mais nela.

Quem são, pela enésima vez, os primeiros classificados nesse exame? Os asiáticos. Quais asiáticos? Aqueles que, tendo partido de situações infinitamente mais calamitosas que a do Brasil de hoje, importaram tecnologias institucionais modernas – uns depois de perder uma guerra mundial e levar duas bombas atômicas na cabeça, outros a partir de condições nacionais de semi-selvageria e miséria absoluta – e, graças a isso, colheram o mesmo resultado que tinham colhido, pela mesmíssima razão, os países que as tinham adotado antes deles.

Até a sequência dos três primeiros colocados aponta nessa direção. O último dos três a importá-las – Cingapura – é o primeiro colocado, o penúltimo – a Coréia do Sul – é o segundo, e o que as importou ha mais tempo – o Japão – é o terceiro.

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São as consequências naturais da acomodação na abundância de quem a conquistou duas ou três gerações antes dos outros contra a disposição para a luta mais aguerrida em quem a tem desfrutado ha menos tempo.

Mas o que há de comum entre esses três países é que todos transplantaram para suas realidades os elementos básicos do ferramental institucional norte-americano, aquele que, no melhor momento da cultura da Humanidade, foi especialmente desenhado pela elite do Iluminismo fugida para a América para fundar uma sociedade que deveria ser a antítese da Europa feudal onde tudo que valia era ser amigo do rei, num processo revolucionário cujo sentido pode ser sintetizado na frase “nenhum dinheiro e nenhum poder que não seja fruto do mérito”.
A educação, que este teste procura medir, foi a faísca inicial da Revolução Americana.

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Tudo começou pela perda momentânea do controle que a Igreja e os monarcas absolutistas mantinham sobre a circulação da informação provocada pela invenção da prensa de Gutemberg que disseminou para além das trancafiadas bibliotecas de uns poucos conventos edições completas da Bíblia, uma das quais caiu nas mãos de Martinho Lutero que, ao lê-la, deu-se conta de que a versão que davam dela os bispos e os padres de cima de seus púlpitos não tinha nada a ver com o que realmente estava escrito no livro.
Era tudo uma empulhação para justificar pela palavra de “deus em pessoa” a exploração dos muitos pelos poucos espertalhões dispostos aos crimes mais hediondos — sendo o cultivo deliberado da ignorância o maior deles — para manter seus privilégios.

Os primeiros “protestantes” das mentiras até então universalmente aceitas como verdades na Inglaterra, por exemplo, andavam pelos campos encapuzados, à noite, perseguidos de morte que eram, batendo de porta em porta dos camponeses analfabetos para ler-lhes à luz de velas trechos da verdadeira Bíblia e encerrar a visita com sua mensagem subversiva: “Não aceitem as verdades de segunda mão que o poder lhes impinge. Aprendam a ler para ir buscá-las diretamente na fonte. A libertação está na educação”.

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Não é por outra razão que, desde sempre, o maior esforço de todo tirano é manter a informação controlada e fazer do sistema educacional uma máquina de falsificação da verdade.

O teste internacional “Pisa” mede precisamente a eficácia com que os tiranos brasileiros têm conseguido atingir esse objetivo, o que hoje depende essencialmente de manter todos longe da “prensa de Gutemberg” da hora, que é a internet.
Não chega a ser uma tarefa hercúlea como pode parecer à primeira vista posto que, estando aqui dentro “tudo dominado”, o que resulta em que a esmagadora maioria mal fala português, é só deixá-la longe do inglês que eles só terão acesso ao que o poder constituído quiser lhes dizer.

O controle absoluto das escolas e da imprensa – mais da primeira que da segunda porque uma coisa conduz naturalmente à outra – já dizia Antonio Gramsci, é o elemento essencial desse esquema de dominação.

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A educação é o instrumento essencial da meritocracia. E a meritocracia a antítese do “amiguismo”, do “emprego sem trabalho” mas com aposentadoria gorda e precoce, e do “jeitinho” para se conseguir tudo isso.

Logo, os privilegiados de hoje fogem da meritocracia como o diabo da cruz.

Agora pense bem. Lembra-se de quando José Serra decidiu dar aumentos de salário por aferição de desempenho para os professores de São Paulo, ainda que sendo só um adicional sobre os aumentos automáticos que eles arrancam anualmente só na mumunha sindical?

O Palácio dos Bandeirantes foi cercado pela milícia do sindicato dos professores, o mais agressivo e radicalmente ideologizado entre todos do país, que por diversas vezes tentou invadi-lo, derrubou seus muros, agrediu quem tentava entrar e sair de suas dependências e jurou de morte o então governador.
E como professores que nunca na vida foram submetidos a qualquer avaliação de desempenho poderiam formar alunos para enfrentar a competição global onde o que desempata o jogo é o desempenho e o esforço individual minuciosamente medidos e aferidos?

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Que incentivo tem o estudante brasileiro para ser mais que o 38º do mundo se o que decide quem vai se dar bem ou mal na vida neste país continua sendo a proximidade que as mãos dos contendores estão do saco de “el rei” e se a diferença entre ficar ou não exposto à intempérie está em conseguir ou não saltar para dentro da nau dos exploradores entrando para o “serviço público” o que explica o fenômeno único no mundo da nossa juventude “concurseira”, que dedica a vida a entrar para o redil do Estado na base da água mole em pedra dura?

A primeira vítima dessa arapuca, ironicamente, são os próprios professores, já que salário não pode ser outra coisa, de forma sustentável, que função de resultado.

Mas como mudar isso se mais da metade da população já está direta ou indiretamente embarcada no Estado recebendo seu chequinho e vivendo de explorar a única minoria realmente discriminada deste país que é a que tem de trabalhar para viver?

Um dia inteiro de discussões na Globonews sobre o nosso vergonhoso desempenho no “Pisa” sem que a palavra “meritocracia” – um arranjo de sociedade que não admite meio termo: ou é ou não é – fosse mencionada uma vez sequer dá a medida do buraco. Porque reformas, mesmo nas democracias mais avançadas, só com a liderança da imprensa. E no entanto a imprensa…

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Leia mais sobre instituições modernas neste link
 
01 DE ABRIL DE 2014
vespeiro

EX-PRESIDENTE DA PETROBRAS AMERICA SE OPÔS A PREÇO DE REFINARIA DE PASADENA


Presidente da Petrobras América entre 2007 e 2008, o engenheiro Alberto Guimarães se opôs à proposta da estatal de comprar 100% da refinaria de Pasadena. Ele também se mostrou preocupado com o valor oferecido para a sócia belga Astra Oil.

Sob o comando de José Sérgio Gabrielli, a Petrobras comprou 50% de Pasadena em 2006 por US$ 360 milhões e ofereceu US$ 700 milhões aos belgas para ficar com toda a refinaria em dezembro de 2007.

Quem assinou a proposta foi o então diretor da área internacional, Nestor Cerveró. Em setembro, porém, o então presidente da Petrobras América, braço da estatal nos EUA, fez os alertas por e-mail aos executivos do Brasil.

Guimarães havia assumido o cargo em 1.º de janeiro de 2007. Em outubro de 2008 ele acabou substituído por José Orlando Azevedo, primo de Gabrielli. Naquela época, a Petrobras e Astra Oil já haviam se desentendido e estavam em litígio.

Azevedo ocupou o cargo até 2012, quando a estatal brasileira foi obrigada pela Justiça dos EUA a comprar os 50% da empresa belga, num negócio que superou US$ 1,2 bilhão.

Funcionário de carreira da estatal, o primo de Gabrielli foi afastado do cargo que vinha ocupando em uma subsidiária da Petrobras na quinta-feira passada, um dia após o jornal O Estado de S. Paulo revelar seu parentesco com o hoje ex-presidente da estatal.

Ordens

Trocas de e-mails reproduzidas em um dos processos do litígio revelam a oposição de Guimarães e sua resignação diante da orientação dada pela cúpula da Petrobras no Brasil. “Ordens são ordens”, escreveu numa mensagem eletrônica de 28 de setembro de 2007.
Os documentos foram apresentados na ação que a Astra Oil iniciou em 1.º de julho de 2008 para exigir o cumprimento do acordo de US$ 700 milhões, assinado no dia 5 de dezembro de 2007 por Cerveró e Gilles Samyn, CEO da Transcor Astra, a empresa que controla a Astra Oil.

Documentos

Na ação em que buscava obrigar a Petrobras a cumprir o acordo de US$ 700 milhões, os advogados da Astra apresentaram uma série de trocas de e-mails entre dirigentes da Petrobras nos EUA e no Brasil.

Com esses documentos, eles procuravam demonstrar que a negociação havia sido feita por executivos nos EUA sob orientação da cúpula da empresa no Brasil.

Segundo a Astra Oil, o documento final era um contrato acabado e executável. A Petrobras sustentava que ele era apenas um acordo preliminar, cujo cumprimento não poderia ser exigido judicialmente nos EUA.

É nesse contexto que as declarações de Guimarães aparecem, reproduzidas durante depoimento dos advogados da Astra. Neles, fica evidente a resistência do representante da estatal nos EUA às negociações e às orientações vindas do Brasil. Também é clara sua cautela ao pedir instruções por escrito para avançar nas conversas.

“Acho que é pouco provável que com esse preço e também pelo fato de que vamos ter que segurar o dinheiro em um ano tão bom que nós avancemos muito nessa negociação, mas ordens são ordens”, escreveu Guimarães no e-mail de dia 28 de setembro de 2007, de acordo com transcrição do e-mail feita no depoimento dos advogados.

Obrigações

Quando fecham contratos e assumem obrigações futuras, as empresas listadas em Bolsa são obrigadas a fazer provisões para os pagamentos, o que diminuiu o seu lucro ou o capital para investimentos. A narrativa das mensagens de Guimarães apresentada pelo advogado da Astra, Gerald Novack, vai na mesma direção.

“O sr. Guimarães, em várias ocasiões, tem e-mails dele para o sr. Cerveró, nos quais ele diz ‘eu discordo disso. Eu não acho que o que você está fazendo é certo.

Eu não acho que isso será bem-sucedido’. Mas então ele diz, ‘bem, ordens são ordens’ ou ‘eu vou obedecer a qualquer ordem que vocês me derem. Eu preciso de instruções’”, disse Novack com suas próprias palavras, que não refletem necessariamente o teor exato das mensagens do então presidente da Petrobras América.

A estatal disse ontem que não se manifestaria sobre o assunto. Antes do veto do Conselho de Administração, em maio, a Petrobras agiu como se o acordo de US$ 700 milhões fosse definitivo. No dia 1.º de fevereiro de 2008, a estatal brasileira e a Astra apresentaram o documento para aprovação do Comitê de Investimentos Estrangeiros nos EUA, subordinado ao Departamento do Tesouro.
No processo, a estatal admitiu que submeteu o documento ao órgão regulador e que, na época, não alegou que seu caráter era não vinculante. Esse argumento só surgiu depois do veto do Conselho de Administração.

01 de abril de 2014
Agência Brasil
 

RENAN ANUNCIA A CRIAÇÃO DA CPI DA PETROBRAS, MAS GOVERNISTAS PEDEM IMPUGNAÇÃO

 

 O requerimento de criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, para investigação de denúncias de irregularidades na empresa, foi lido hoje (1º) no plenário do Senado. O presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que o documento tem número suficiente de assinaturas e que a comissão será instalada.

Logo após a leitura do requerimento, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) apresentou questão de ordem à Mesa Diretora do Senado pedindo a impugnação da comissão. Na questão, Gleisi alegou que, apesar de todos os argumentos apresentados tratarem da Petrobras, eles não guardam relação entre si, o que tornaria a CPI antirregimental e inconstitucional.

O líder do PSDB, Aloysio Nunes Ferreira (SP), contra-argumentou citando outras CPIs que já ocorreram com base em fatores semelhantes aos apresentados no requerimento lido hoje. Ele lembrou que é prerrogativa do Congresso fazer a investigação parlamentar diante das graves denúncias de irregularidades na empresa, que tem como principal acionista a União.
Renan disse que a Mesa Diretora responderá à questão de ordem na sessão de amanhã (2).

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGParece incrível, mas Renan Calheiros está agindo certo. Poderia ficar embromando, mas não quis aproveitar as brechas do regimento para atrasar a CPI. Sua jogada é politicamente rentável. Ele sabe que, quanto mais problemas tiver o governo, melhor para o PMDB. A situação está ficando divertida cada vez mais divertida e interessante.(C.N.)

01 de abril de 2014
Mariana JungmannAgência Brasil 

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE

 
 
01 DE ABRIL DE 2014


PESQUISA FRESQUINHA DO DATAFOLHA: DITADURA E DEMOCRACIA

A democracia segue sendo defendida como o melhor sistema de governo, em qualquer circunstância, pela maioria dos brasileiros, mas há fissuras nesta relação: no momento em que se completa 50 anos do golpe militar de 1964, os brasileiros veem a situação política daquela época melhor do que atualmente, e estão um pouco ou muito insatisfeitos com o funcionamento da democracia, na qual veem alguns problemas, como corrupção e insegurança.
Esses e outros dados fazem parte de pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha com o objetivo de consultar a opinião pública brasileira sobre seus valores democráticos e a respeito do regime militar que vigorou no país a partir de abril de 1964. As entrevistas com 2614 brasileiros com 16 anos ou mais foram feitas entre os dias 19 e 20 de fevereiro de 2014. Os resultados para o total da amostra tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A comparação direta entre democracia e ditadura segue favorável à primeira: 62% dos brasileiros acreditam que a democracia é sempre melhor que qualquer outra forma de governo, patamar similar ao verificado em dezembro de 2008 (61%) e, numericamente, o mais alto já atingido na série histórica do Datafolha sobre o tema.
Os menores foram registrados em fevereiro de 1992 (42% defendiam a democracia ante outras formas de governo) e em setembro de 1989 (43%). Atualmente, há ainda 16% para quem tanto faz se o governo ou é uma democracia ou uma ditadura (em 2008, 19%); 14% que defendem que em certas circunstâncias é melhor uma ditadura do que um regime democrático (eram 11% em 2008); e 8% que não souberam responder.
 
A pesquisa é bem abrangente e extensa. Quem quiser ler o texto é aqui, a pesquisa em PDF é aqui.

PF SUSPEITA QUE O PETISTA ANDRÉ VARGAS É SÓCIO DO DOLEIRO PRESO NA LAVA JATO


 
Nas conversas interceptadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, o doleiro Alberto Youssef e o vice-presidente da Câmara, André Vargas, demonstram ter muito mais do que uma relação de amizade. Em quase cinquenta mensagens registradas pela PF, Vargas recebe orientações do doleiro, combina reuniões com Youssef e chega a passar informações das conversas que ele, como parlamentar do PT, mantinha com integrantes do governo. Como é natural nesses diálogos nem sempre edificantes flagrados pela polícia, Vargas e Youssef adotam a precaução de conversar em códigos. Para Polícia Federal, no entanto, os registros colhidos na operação mostram que Vargas faz parte de projetos de Youssef e usa sua influência no governo em benefício do parceiro.

Nas mensagens obtidas pela polícia, Vargas e Youssef tratam de interesses do laboratório Labogen Química Fina e Biotecnologia no Ministério da Saúde. Como VEJA revelou há duas semanas, a Labogen é uma das empresas do esquema do doleiro. A Polícia Federal já descobriu que a empresa – que está no nome de um laranja de Youssef e é tudo menos um laboratório farmacêutico – já havia conseguido fechar uma parceria com o Ministério da Saúde pela qual receberia 150 milhões de reais em vendas de remédios para o governo. 

No dia 26 de fevereiro deste ano, Vargas escreve para Yousseff: “Reunião com Gadelha foi boa demais... Ele garantiu que vai nos ajudar, que sabe da importância, e encaminhou reunião decisiva dia 18, mas pediu que entregássemos os medicamentos da primeira PDP (Parceria para o Desenvolvimento Produtivo) e concluíssemos Anvisa, boas práticas aqui em BSB”. O doleiro elogia o empenho de Vargas: “Que bom. Parabéns.” E diz que já estão prontos para a Anvisa. “Muito bom”, finaliza Vargas.

Para a Polícia Federal os termos da conversa não deixam dúvidas: “Os indícios presentes nesta conversa apontam que o interlocutor não identificado (André Vargas) faz parte do projeto da Labogen junto ao Ministério da Saúde, e possivelmente atua exercendo influência junto aos responsáveis pela contratação do governo.” Falando sempre em códigos, André Vargas e o doleiro falam da necessidade de marcar uma reunião com um interlocutor identificado por Vargas pelas iniciais “PP”. Aparece na conversa também o nome de um certo “Marcos”.

No dia 7 de março, outra conversa chama atenção dos investigadores. Até então, os agentes da Polícia Federal consideravam a possibilidade de André Vargas ser apenas um homônimo do vice-presidente da Câmara. As evidências de que se trata mesmo do deputado federal petista aparecem quando o próprio Vargas combina um encontro com Youssef: “Quer fazer eu, você e Marcos segunda de noite em Brasília (sic)?”, pergunta o doleiro. “Tenho reunião com deputados. PP falou de fazermos na quinta”, responde André Vargas. “A partir dessa afirmação, ficam contundentes os indícios de que o interlocutor possui contatos no Congresso, pois tem marcada uma reunião com deputados, provavelmente em Brasília”, registra a PF no relatório.

Ainda segundo a PF, as negociações entre André Vargas e o doleiro no Ministério da Saúde eram realizadas a partir do secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do ministério, Carlos Augusto Grabois Gadelha, e de Eduardo Jorge Valadares, diretor do Departamento do Complexo Industrial e Inovação em Saúde da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, órgão do Ministério da Saúde. Além dos servidores, o próprio ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, atualmente pré-candidato petista ao governo de São Paulo, é citado nominalmente no inquérito da Polícia Federal justamente por ter assinado o contrato com o laboratório do doleiro.

Ao jornal Folha de S.Paulo, que revelou parte das conversas hoje, Vargas negou qualquer contato com os servidores citados pela Polícia Federal. Na semana passada, porém, o vice-presidente da Câmara também negava ter participado de qualquer reunião com o doleiro em Brasília ou intermediado qualquer interesse de Youssef. “Eu só conversava com o Youssef em Londrina, no aeroporto ou num posto de gasolina. Como eu sou um cara que tenho muita influência no partido do governo, ele queria saber o que estava acontecendo na política, na economia. Ele queria saber dos cenários econômicos, políticos e eu só dava os meus pitacos”, disse Vargas. Com o lobby e as reuniões de Vargas em favor do doleiro escancaradas, tem-se agora a demonstração do que pode estar por trás de um simples “pitaco”.
 
(VEJA)
 
01 de abril de 2014
in coroneLeaks

AÉCIO PROMETE NÃO AUMENTAR IMPOSTOS E DEFENDE CINCO ANOS DE MANDATO

 
 


Em jantar para empresários e banqueiros na casa de João Doria, do Lide, ontem, Aécio Neves , depois de discursar, respondeu perguntas da platéia. A que foi feita por Jorge Gerdau mereceu uma resposta-promessa.
Tendo ao lado o ex-BC Armínio Fraga, o tucano se comprometeu a não aumentar os impostos no País caso venha a se eleger este ano.
 
Já indagação de Viviane Senna resultou em um pedido respeitoso do pré-candidato tucano a FHC para que a resposta fosse dada.
Com o consentimento do ex-presidente, Aécio defendeu mandato de cinco anos e consequente fim da reeleição.
 
Os presentes aplaudiram de pé.
 
01 de abril de 2014
Do blog Direto da Fonte

DEPUTADO ADMITE QUE LULA TINHA "CONTATO DIRETO" COM EX-DIRETOR DA PETROBRAS PRESO

 


Paulo Roberto Costa, o ex-diretor da Petrobras preso pela Polícia Federal por suspeita de lavagem de dinheiro, “tinha contato direto” com Lula, relata o deputado federal baiano Mário Negromonte, do PP.
Ex-ministro das Cidades na gestão Dilma Rousseff , o parlamentar conta que, no mundo partidário, as relações de Costa não se restringiam ao PP, legenda que o apadrinhou na diretoria de Abastecimento da estatal petroleira.
O preso se dava também com o PMDB e o PT, disse Negromonte, em entrevista ao repórter Adriano Ceolin.
A conversa foi veiculada por Veja. Vai reproduzida abaixo:
 
— Como era a relação de Paulo Roberto com o PP? Quem indicou o Paulo Roberto, na época, foi [José] Janene [ex-líder do PP, mensaleiro, morto em 2010]. Mas o Paulo Roberto tinha um relacionamento muito bom no Congresso com todos os partidos, PMDB, PT, PP…
 
— De onde veio essa relação? Ele comandava uma diretoria muito importante. Havia muitos interesses. Todo mundo tinha um problema.
 
— Problema? Por exemplo: havia um deputado que tinha posto de gasolina. Outro tinha uma usina de álcool. Então, a gente tinha contato direto com a Petrobras para falar.
 
— Mas agora ele está preso… Isso foi uma surpresa muito desagradável para a gente. Ninguém esperava um negócio desse.
 
— Quem era o principal interlocutor de Paulo Roberto? Quem tinha contato direto com ele era o Lula. É isso que a gente sabe.
 
— Onde eram os encontros com o ex-diretor? Aqui em Brasília. Eu só estive na Petrobras uma vez. Houve encontros na casa dos deputados José Janene (PP-PR), João Pizzolatti (PP-PR) e Luiz Fernando (PP-MG). Acho que Paulo Roberto pode ter ido à minha casa. Não sou muito de fazer festa.
 
— O que se discutia nessas reuniões? Era um bate-papo, para mostrar prestígio, que a gente tinha um diretor. Não era nada específico. Ele também frequentava a casa de outros deputados, do PMDB, do PT.
 
— Qual partido tinha mais ascendência sobre ele? Teve briga com o PMDB, que se dizia padrinho dele. A briga era com o Renan [Calheiros], Eduardo Cunha [líder do PMDB], Henrique Eduardo Alves.
 
— Disputavam o apadrinhamento? Por causa de poder.
 
01 de abril de 2014
 

ESTUDANTE BRASILEIRO É UM DOS QUE MENOS RACIOCINA NO MUNDO



 
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgou nesta terça-feira (1°) o resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), que pela primeira vez avaliou a capacidade de 85 mil estudantes de 15 anos do mundo inteiro para resolver problemas de matemática aplicados à vida real. O Brasil ficou em 38° lugar, com 428 pontos, em um total de 44 países.
 
O resultado do Pisa mostrou ainda que só 2% dos alunos brasileiros conseguiram resolver problemas de matemática mais complexos. Entre os estrangeiros, esse número chegou a 11%.
 
No caso do Brasil, os meninos tiveram desempenho melhor que as meninas. No teste, os rapazes somaram 436 pontos, contra 412 das garotas.
 
No desempenho por região do país, os alunos do Sudeste fizeram 447 pontos, seguido por Centro-Oeste (441), Sul (435), Nordeste (393) e Norte (383).
 
Os líderes do ranking do Pisa são todos asiáticos: Cingapura (562 pontos), Coreia do Sul (561) e Japão (552). Entre os três últimos da lista, estão dois latinos: Uruguai e Colômbia, além da Bulgária. O único país da América do Sul que aparece mais bem colocado que o Brasil é o Chile, na 36ª posição, com 448 pontos.
 
Para chegar a esse resultado, a avaliação incluiu perguntas em que o aluno tinha de, hipoteticamente, manusear um aparelho de MP3 player e, ainda, comprar bilhetes em uma estação de trem em uma máquina.
 
Em uma das perguntas, por exemplo, o estudante devia selecionar no MP3 o estilo rock, no volume 4, usando poucos cliques e sem nenhum botão "reset" (reiniciar).
 
As habilidades não cognitivas – ligadas a características como autonomia, raciocínio crítico, liderança, facilidade de relacionamento e tolerância, entre outras – foram testadas pela primeira vez no Pisa, que é um exame reconhecido mundialmente por avaliar o desempenho de estudantes em matemática, ciências e leitura. A prova é aplicada a cada três anos em alunos que concluem o ciclo básico de ensino.
 
O último resultado do exame foi divulgado em dezembro. Nas três disciplinas, o Brasil teve desempenho baixo entre os países da OCDE. Em matemática, ficou em 58° lugar (foram 65 nações analisadas); em leitura, alcançou a 55ª posição; e em ciências, a 59ª.
 
Ensino Médio Inovador
O presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Francisco Soares, disse em entrevista ao Bom Dia Brasil que o governo quer investir na qualidade do ensino e aumentar a participação de escolas em um programa criado em 2009 para promover a melhoria no currículo e ampliar a carga horária.
 
"Há um programa que é o Ensino Médio Inovador, no qual essa questão de ser capaz de resolver os problemas concretos que a vida coloca está no centro do projeto pedagógico", diz Soares.
 
Na semana passada, o Ministério da Educação (MEC) anunciou a criação, em parceria com o Instituto Ayrton Senna, de cursos de pós-graduação no Brasil e no exterior para formar pesquisadores e professores que estudem os impactos das competências socioemocionais (como otimismo, responsabilidade, determinação e curiosidade) no aprendizado dos alunos.
 
Os detalhes das bolsas, como o número de vagas oferecido, os valores, o tempo de permanência e o perfil de quem poderá se beneficiar será definido em um edital da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes), a ser publicado em até 90 dias.
 
O ministro da Educação, José Henrique Paim, afirmou que os estados e municípios que promoverem iniciativas para valorizar as competências socioemocionais dos estudantes poderão recorrer a financiamentos do governo federal.
 
"É um tema novo não só no Brasil. Essa temática precisa ser estimulada em vários aspectos, seja na pesquisa, para formar massa crítica, seja no aspecto que envolve avaliação e implantação de políticas. Queremos também incentivar iniciativas que alguns estados têm. Aquilo que o ministério achar condizente, vamos financiar", destacou Paim.

Veja abaixo o ranking completo do Pisa:

1º) Cingapura - 562 pontos
2º) Coreia do Sul - 561
3º) Japão - 552
4º) China/Macau - 540
5º) China/Hong Kong - 540
6º) China/Xangai - 536
7º) China/Taipé - 534
8º) Canadá - 526
9º) Austrália - 523
10º) Finlândia - 523
11º) Reino Unido - 517
12º) Estônia - 515
13º) França - 511
14º) Holanda - 511
15º) Itália - 510
16º) República Tcheca - 509
17º) Alemanha - 509
18º) Estados Unidos - 508
19º) Bélgica - 508
20º) Áustria - 506
21º) Noruega - 503
22º) Irlanda - 498
23º) Dinamarca - 497
24º) Portugal - 494
25º) Suécia - 491
26º) Rússia - 489
27º) Eslováquia - 483
28º) Polônia - 481
29º) Espanha - 477
30º) Eslovênia - 476
31º) Sérvia - 473
32º) Croácia - 466
33º) Hungria - 459
34º) Turquia - 454
35º) Israel - 454
36º) Chile - 448
37º) Chipre - 445
38º) Brasil - 428
39º) Malásia - 422
40º) Emirados Árabes - 411
41º) Montenegro - 407
42º) Uruguai - 403
43º) Bulgária - 402
44º) Colômbia - 399

01 DE ABRIL DE 2014
caminho21

PRIMEIRO DE ABRIL

00rs0401ars

31 DE MARÇO DE 1064. HÁ 50 ANOS...



Hoje faz 50 anos que este grupo de valorosos brasileiros asseguraram a liberdade para o povo.

Apesar de implantarem uma ditadura, para os Brasucas que apenas queriam tocar suas vidas, trabalhar, estudar e viver com dignidade o regime imposto por estes senhores não prejudicou ninguém.
 
Agora, para os idiotas vermelhos que queriam implantar um regime CÚbano, fazer baderna e promover a desordem aqui na terrinha, a coisa ficou feia.
 
Muita gente foi presa e torturada, muitos desapareceram, mas a liberdade do povo brasileiro foi garantida. Hoje vemos prisões, mortes e torturas promovidas pelos "amigos" e companheiros de ideologia de quem os militares combateram, então...
 
Hoje, graças a liberdade assegurada pelos militares ainda consigo escrever este texto sem ser patrulhado de forma hostil, mas o patrulhamento está aí, censurando e retirando páginas, jornalistas e pessoas que pensam do ar.

O interessante é que desses seis senhores nenhum deles teve um filho "ronaldinho" dos negócios que enriqueceu da noite para o dia.

Nenhum deles virou palestrante pago à peso de ouro por empresas que mantém negócios com o governo.
Nenhum deles recebeu inúmeros títulos de Honóris qualquer coisa de universidades aparelhadas e cumpanheras.

TODOS os investimentos que esses senhores, quando no poder fizeram, foi pelo crescimento do país, hoje mandam dinheiro em segredo para ditaduras pela àfrica e inauguram portos em CÚba.

Criaram empresas  que fizeram o país crescer, construíram hidroelétricas, estradas, portos,incentivaram o crescimento apesar da inflação e da economia instável.

No tempo desses senhores TODO brasileiro poderia portar uma arma, seja em casa, no trabalho e dependendo das condições até nas ruas.

Os criminosos não se criavam e a sociedade andava segura pelas ruas. Não havia a bandalheira e a insegurança que o fim do porte de arma desse governo "democrático" decretou na marra à população.

Hoje contamos apenas com a própria sorte, o estado é ausente e a segurança não existe.  Brasucas morrem feito moscas todos os dias nas mãos dos bandidos incentivados pela impunidade de um DESgoverno vagabundo que vive de roubar e pensar na próxima eleição.  Morrem por semana nas mãos da bandidagem mais brasileiros do que os "guerrilheiros" que morreram pelas mãos dos militares nos 25 anos de ditadura.

Vemos os que eles combateram no passado, hoje no poder recebendo polpudas pensões ou em cargos públicos muito bem remunerados ajudando a quebrar o país.

Desafio a qualquer um que venha e prove que algum desses senhores tenha morrido ricos. Ou que tenham deixado bens para os familiares a ponto de nunca mais precisarem trabalhar. Como já sabemos de uma certa família da Silva...
A escola pública nos tempos dos militares era de qualidade, hoje...

Uma ditadura não é boa para um país, mas dos males o menor, melhor a "truculenta" milicada no poder do que a cumpanherada ávida em roer os cofres da nação e roubarem o quanto conseguirem.

31 de Março 1964 - 2014. 50 anos que nos livraram da miséria e da falta de liberdade, e quem não concordar que vá para a CÚba que o pariu!!!.
 
01 de abril de 2014
omascate

5 comentários:

Anônimo disse...
MASCATE, que saudades desses bons tempos, servi ao Exército das Forças Armadas de 1977 até 1978, e antes disso e após isso, subtrai-se do depois disso a era do desgoverno do honorável bandido Sarney e do aloprado e desqualificado Collor, e claro, os últimos 12 anos, só tenho boas lembranças do Povo que em sua maioria viveu os anos de Ouro de forma geral, onde prosperou tudo o que temos de bom até hoje neste País, ao contrário da minoria destes facínoras e marginais vermelhos que queriam implantar o Comunismo, e hoje estão aí no poder graças a um certo Povo de memória curta e sem cidadania que enxerga só para o seu próprio umbigo e ao seu redor estão morrendo centenas de pessoas e de todas as classes da Sociedade todos os dias, através dos diversos e infindáveis meios e formas, onde a Impunidade, Corrupção, Roubalheira, Criminalidade, Tráfico de Drogas e Armas, etc.etc.etc, contaminaram quase tudo e todos, e os Mestres da Marginalidade que estão no poder estão se lixando para o Povo, pois sabem que o Brasil virou o reino do QUEM PODE MAIS CHORA MENOS, ou SALVE-SE QUEM PUDER, e já chegando o tal do OLHO por OLHO, DENTE por DENTE.
E para avacalhar de vez, estão a 12 anos conseguindo aplicar o 171 Eleitoral usando os meios e métodos mais inimagináveis do submundo da marginalidade para se renovar no Poder,onde eles mesmos cinicamente falam e debocham da cara do Povo com o tal de, OS FINS JUSTIFICAM OS MEIOS, isso sim que se pode chamar e se enquadra em uma verdadeira Ditadura paga com o próprio dinheiro do Povo que trabalha 6 meses do ano para os Impostos e Tributos de todos os tipos, e o ano inteiro sendo ameaçado pela BANDIDAGEM de todos os tipos e finalidades que tomaram conta deste País, isto sem contar o CAOS que virou todos os setores de INFRA ESTRUTURA, onde a prioridade desses facínoras é a COPA do MUNDO, não importando que para isso estejam quebrando com a PETROBRÁS, ELETROBRÁS, BNDES e tantas outras instituições.
Para finalizar, esperamos que aquele certo Povo que não acordou para o quadro deplorável que se encontra o Brasil, que o faça o quanto antes, e para isso estão com o que tem de melhor que é o VOTO, e parem de ouvir e assistir a tanto LIXO que apresentam nos meios de Comunicação, principalmente na Televisão e na Internet, onde a única finalidade dos que assim o fazem, é para alienar e deixar o Povo cada vez mais confuso com propagandas enganosas e ilusões fáceis, onde no final da SACANAGEM de forma geral sobra para todos pagarem a conta do DESGOVERNO mais NEFASTO, CORRUPTO e MARGINAL que sem tem conhecimento na História deste País, mas que está a cada dia mais preocupado em extirpar com os seus opositores, desenterrar seus heróis de mentirinha e apoiar os piores Ditadores ao redor do Mundo, exemplo dos tempos de Hitler, Stálin, Mussolini, Mao Se Thung, e tantos outros.

ABS...
Anônimo disse...
Cinco presidentes militares, que saíram da presidência apenas como militares, e tivemos um pobretão que entrou pobre como presidente, e saiu como milionário, trabalhando para milionários,aplaudido por miseráveis, e protegido pela corja que compões a banda podre da imprensa.E falando na imprensa,um jornaléco, mostra hoje uma foto de uma pinguela para passagem de ciclista, feita pela prefeitura de SP, e esconde a obra gigantesca dos monotrilhos, execuitadas pelo Governo do Estado de São Paulo, e quando menciona é só para criticar.Essa esquerda compostas de otários é incorrigível, álias a única obra que talvez que se compare aos monotrilhos, feito pelos petistas no governo federal, seja o porto de Muriel em Cuba.
Anônimo disse...
Ótimo texto! Eu também tenho saudades dos presidentes militares. Havia ordem e respeito. Fiz faculdade, próximo à Major Sertório (boate Love Story) e andava até a avenida São João. Nunca tive problemas. Me sentia segura. Eu e meus amigos estávamos interessados em estudar e trabalhar e não em fazer badernas. Estes comunistas tiveram problemas porque procuraram sarna para se coçar! Para quem gosta de ordem deve ter muitas saudades daquele tempo. Fora PT! Fora comunistas! Fora lixo!
Anônimo disse...
Olá Mascate. Excelente texto. No entanto eles não precisaram de 25 anos pra promover o crescimento que beneficia todos governos que os sucederam até hoje. Mas assim como Vc errou e deu mais 4 anos de lambuja pros ratos, eles também estão errando se pensam que as benesses são infinitas. Medidas paliativas como as que tomam, nos levarão de voltas às trevas. E ainda bem que o povo vagabundo que os apoio a encontrará antes.
 

"ESQUERDA TINHA DITADURAS COMO MODELO"

 

Durante a ditadura, a oposição de esquerda transformou a experiência dos países socialistas em referência de democracia. A ditadura do proletariado foi exaltada como o ápice da liberdade humana e serviu como contraponto ao regime militar. A falácia tinha uma longa história. Desde os anos 1930 brasileiros escreveram libelos em defesa do sistema que libertava o homem da opressão capitalista.

Tudo começou com URSS, Um Novo Mundo, de Caio Prado Júnior, publicado em 1934, resultado de uma viagem de dois meses do autor pela União Soviética. Resolveu escrevê-lo, segundo informa na apresentação, devido ao sucesso das palestras que teria feito em São Paulo descrevendo a viagem. À época já se sabia do massacre de milhões de camponeses (a coletivização forçada do campo, 1929-1933) e a repressão a todas os não bolcheviques.

Prado Júnior justificou a violência, que segundo ele “está nas mãos das classes mais democráticas, a começar pelo proletariado, que delas precisam para destruir a sociedade burguesa e construir a sociedade socialista”. A feroz ditadura foi assim retratada: “O regime soviético representa a mais perfeita comunhão de governados e governantes”. O autor regressou à União Soviética 27 anos depois. Publicou seu relato com o título O Mundo do Socialismo. Logo de início escreveu que estava “convencido dessa transformação (socialista), e que a humanidade toda marcha para ela”.

Em 1960, Caio Prado não poderia ignorar a repressão soviética. A invasão da Hungria e os campos de concentração stalinistas estavam na memória. Mas o historiador exaltava “o que ocorre no terreno da liberdade de expressão do pensamento, oral e escrito”, acrescentando: “Nada há nos países capitalistas que mesmo de longe se compare com o que a respeito ocorre na União Soviética”.
E continua escamoteando a ditadura: “Os aparelhos especiais de repressão interna desapareceram por completo. Tem-se neles a mais total liberdade de movimentos, e não há sinais de restrições além das ordinárias e normais que se encontram em qualquer outro lugar.”

Seguindo pelo mesmo caminho está Jorge Amado, Prêmio Stalin da Paz de 1951. Isso mesmo: o tirano que ordenou o massacre de milhões de soviéticos dava seu nome a um prêmio “da paz”. Antes de visitar a União Soviética e publicar um livro relatando as maravilhas do socialismo – o que ocorreu em 1951 -, Amado escreveu uma laudatória biografia de Luís Carlos Prestes.
A União Soviética foi retratada da seguinte forma: “Pátria dos trabalhadores do mundo, pátria da ciência, da arte, da cultura, da beleza e da liberdade. Pátria da justiça humana, sonho dos poetas que os operários e os camponeses fizeram realidade magnífica”.

A partir dos anos 1970, o foco foi saindo da União Soviética e se dirigindo a outros países socialistas. Em parte devido aos diversos rachas na esquerda brasileira. Cada agrupamento foi escolhendo a sua “referência”, o país-modelo. O Partido Comunista do Brasil (PCdoB) optou pela Albânia. O país mais atrasado da Europa virou a meca dos antigos maoistas, como pode ser visto no livro O Socialismo na Albânia, de Jaime Sautchuk. O jornalista visitou o país e não viu nenhuma repressão. Apresentou um retrato róseo. Ao visitar um apartamento escolhido pelo governo, notou que não havia gás de cozinha.

O fogão funcionava graças à lenha ou ao carvão. Isso foi registrado como algo absolutamente natural.
O culto da personalidade de Enver Hoxha, o tirano albanês, segundo Sautchuk, não era incentivado pelo governo. Era de forma natural que a divinização do líder começava nos jardins de infância onde era chamado de “titio Enver”. As condenações à morte de dirigentes que se opuseram ao ditador foram justificadas por razões de Estado. Assim como a censura à imprensa.

Com o desgaste dos modelos soviético, chinês e albanês, Cuba passou a ocupar o lugar. Teve papel central neste processo o livro A Ilha, do jornalista Fernando Morais, que visitou o país em 1977. Quando perguntado sobre os presos políticos, o ditador Fidel Castro respondeu que “deve haver uns 2 mil ou 3 mil”. Tudo isso foi dito naturalmente ─ e aceito pelo entrevistador.

Um dos piores momentos do livro é quando Morais perguntou para um jornalista se em Cuba existia liberdade de imprensa. A resposta foi uma gargalhada: “Claro que não. Liberdade de imprensa é apenas um eufemismo burguês”. Outro jornalista completou: “Liberdade de imprensa para atacar um governo voltado para o proletariado? Isso nós não temos. E nos orgulhamos muito de não ter”. O silêncio de Morais, para o leitor, é sinal de concordância. O pior é que vivíamos sob o tacão da censura.

O mais estranho é que essa literatura era consumida como um instrumento de combate do regime militar. Causa perplexidade como os valores democráticos resistiram aos golpes do poder (a direita) e de seus opositores (a esquerda).

01 de abril de 2014
Marco Antônio Villa, historiador

AÉCIO EXIGE ESCLARECIMENTO DA DILMA SOBRE ROUBALHEIRA NA PETROBRAS

 E INSISTE QUE CPI É FUNDAMENTAL. LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES DEFLAGRAM 'OPERAÇÃO-ABAFA'
https://www.youtube.com/watch?v=6Y2JBY4ns8Y&feature=player_embedded

Neste vídeo uma entrevista do pré-candidato à Presidência da República e presidente do PSDB, Senador Aécio Neves, que resume tudo sobre a importância fundamental da CPI da Petrobras, enquanto Lula, Dilma e seus sequazes se ocupam da tarefa de acionar a 'operação-abafa', para o que o povo brasileiro não saiba a verdade sobre mais esse escândalo que se resume em monstruosa pilhagem da maior empresa brasileira pelo PT.
 

O JATINHO DO DOLEIRO. EU NÃO SABIA...

JATINHO CEDIDO PELO DOLEIRO ALBERTO YOUSSEF AO PETISTA ANDRÉ VARGAS CUSTO R$ 100 MIL


PRESENTE - O deputado petista André Vargas, em férias, na Paraíba (Fotos do site de Veja)
Quando fretou um avião particular para as férias do vice-presidente da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), o doleiro Alberto Youssef não estava fazendo apenas um favor para um político influente no governo da presidente Dilma Rousseff. Vargas era mais do que isso para o doleiro. Ambos tratavam-se como irmãos.
Nas conversas interceptadas pela Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato, o deputado petista não esconde a euforia ao agradecer Youssef pelo aluguel do jato: “Valeu irmão.”
Um verdadeiro presente de irmão mesmo. Documentos obtidos por VEJA revelam que o aluguel do Learjet 45, fretado para transportar a família do petista de Londrina (PR) a João Pessoa, na Paraíba, custou 100.000 reais.
 
Pivô de um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado até 10 bilhões de reais, o doleiro Alberto Youssef é um antigo conhecido de André Vargas. Como VEJA revela na edição desta semana, Vargas e Youssef moram na mesma cidade, Londrina, se conhecem há vinte anos e, nos últimos anos, com a chegada de André Vargas a cargos importantes no Congresso, conversavam rotineiramente sobre negócios variados.
 
“Ele me procurava para avaliar investimentos, colher informações, trocar ideias”, disse Vargas na semana passada. Nessa “troca de informações” entrariam dados valiosos sobre o programa Minha Casa, Minha Vida – cujo relator foi justamente André Vargas, na Câmara – e negócios do doleiro no Ministério da Saúde.
 
Jatinho luxuoso fretado pelo doleiro Youssef
“VALEU IRMÃO”
 
Foi interceptando o telefone BlackBerry, o mesmo modelo utilizado por André Vargas, que a Polícia Federal estabeleceu o vínculo do doleiro com o deputado petista.
 
No dia 2 de janeiro, véspera da viagem de férias da família, Vargas e Youssef trocaram vinte mensagens sobre o avião. “Tudo certo para amanhã. Daqui a pouco te passo o tel do comandante...
 
Duração do voo: 3h45 minutos, João Pessoa, Paraíba”, avisa Youssef a Vargas. “Tem o telefone da América?”, pergunta o deputado, referindo-se ao hangar aonde o avião chegaria. “Da América, não. Mas é só buzinar no portão que eles abrem”, orientou o doleiro. “Valeu irmão”, devolveu Vargas. “Boa viagem e boas férias abs (sic)”, responde Youssef.