"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 30 de junho de 2015

O EMBOLIZADO DA FAZENDA E A RESPIRAÇÃO DO BRASIL

Respirar significa usar oxigênio para produzir energia. Isso é assim tanto para os filiados ao PSOL quanto para os alunos do Olavo de Carvalho. A primeira consequência de respirar é ficar vivo. A segunda; é produzir essa substância diabólica, essa coisa satânica, filiada ao PSDB ou ligada à CIA chamada gás carbônico e que os veados da Costa Leste dos EUA, o Greenpeace e o Bono Vox dizem que produz “aquecimento global”. 
Para que uma pessoa respire é preciso que o ar entre e saia dos pulmões e que o sangue passe pelos pulmões levando gás “bonzinho” (oxigênio) pra frente e trazendo gás “malvado” (gás carbônico) de volta.

Entrada e saída de ar dos pulmões chama-se VENTILAÇÃO. Passagem de sangue pelos pulmões com gás bonzinho ou malvado chama-se PERFUSÃO.
Embolia Pulmonar é uma situação em que a ventilação está normal e a perfusão está ruim. Ela, a perfusão, fica ruim porque tem alguma “coisa” entupindo os vasos do pulmão por onde o tal sangue deve passar.

Talvez o que “entupa” seja um bola de sangue coagulado vindo das pernas, talvez seja talco misturado com a cocaína que a “gente cheira” ou talvez seja café com leite que uma técnica de enfermagem de 17 anos de idade, no interior do Piauí, tenha colocado dentro do soro que botaram “nas veia” da gente ao invés de enfiar naquele “caninho” que entra pelo nariz e leva comida para o estômago chamado “sonda” de alimentação.

Em 21 anos de profissão eu jamais vi alguém entrar num hospital com embolia pulmonar num dia e sair no outro. Isso pode ser explicado pelo fato de eu não trabalhar no hospital em que a elite da vagabundagem petista é atendida. Afinal de contas, eu sou o Dr. Milton - “o Monstro” - que agride médicas de unidades de terapia intensiva do PC do B em Porto Alegre.

Quando alguém tem embolia pulmonar não deve “andar” de avião. Avião é uma coisa que sobe e desce. Quando a gente sobe (em relação ao nível do mar) a pressão atmosférica “em volta” da gente diminui. Quando a gente desce, a tal pressão aumenta. Isso é, de fato, perigoso para alguém com embolia pulmonar e pessoas com esse diagnóstico não devem viajar – ainda mais quando elas podem ir para os EUA e serem constrangidas com perguntas sobre a economia que os marginais petistas destruíram.

Quem leu esse texto até aqui pode dizer: “que coisa antiética que esse Dr. Milton está fazendo. Afinal, ele nem atendeu o paciente e está dizendo que o diagnóstico é falso”. Respondo que não estou excluindo coisa alguma, que estou dizendo O QUE é uma embolia pulmonar e o que são vagabundos petistas e que, se fosse antiético falar sobre pacientes sem os ter atendido, o Drauzio Varella e todos os picaretas que aparecem no Fantástico já deveriam ter sido processados pelo Conselho Federal de Medicina.

O Embolizado da Fazenda não é petista, mas trabalha para vagabundos petistas. Não me interessa se ele teve ou não embolia pulmonar. Interessa dizer como funciona essa doença, como funcionam os vagabundos petistas, e como o diagnóstico da doença, uma vez dado por algum “colega” canalha, pode ajudar, do ponto de vista político, a corja do PT.

Não sei se o Embolizado da Fazenda está ou não doente. Não me interessa! Quem não está respirando bem é o Brasil!

Para o meu amigo, Leudo Costa.

30 de junho de 2015
Milton Pires

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