O filósofo Olavo de Carvalho utilizou as rede sociais para negar que tenha proferido ataques contra o ex-comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas.
“Que farsa monstruosa é essa?”, indagou Olavo acerca de um abaixo-assinado criado por senador tucano Plínio Valério com críticas ao filósofo e em solidariedade ao general da reserva.
“Por que estão ‘se solidarizando’ com o general Vilas-Boas, se até o momento não lhe respondi NADA?”, acrescentou o escritor.
O filósofo brasileiro apresentou mais detalhes sobre a “operação socorro ao Vilas-Boas”:
“Com toda a evidência, a operação ‘socorro ao Vilas-Boas’ já estava pronta com antecedência, para me acusar de ofender um homem doente, e por um pequeno erro de cálculo, desmascarandosse por completo, foi posta em ação ANTES de que eu respondesse ao general. O diabo deixa sempre o rabo à mostra.
É o maior crime de difamação premeditada já cometido neste país.”
Olavo ainda continuou falando sobre o assunto, acusando os próprios militares de desrespeitarem o ex-comandante do Exército:
“Tendo em vista o estado de saúde do general Villas-Boas, o Santos Cruz e seus cúmplices teriam a obrigação moral de não envolvê-lo nas suas brigas, mas, em vez de defender-se a si mesmos como homens, foram se esconder por trás do chefe, usando-o como escudo e porrete. Foram ELES, E NÃO EU, QUEM DESRESPEITOU GRAVEMENTE O COMANDANTE.”
O escritor também envolveu os sites Carta Capital e O Antagonista na trama para difamá-lo:
“A Carta Capetal entra na mesma manobra criminosa do Anta: me acusa de “humilhar” o Villas-Boas ANTES de que eu respondesse ao general uma única palavra.
Com toda a evidência, prepararam tudo para me atacar tão logo eu respondesse ao general, mas se esqueceram de esperar a resposta.
É um TRAMA CRIMINOSA ABJETA.”
08 de maio de 2019
renova mídia
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