"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

VACCAREZZA, DEPUTADO DO PT, LANÇA MAIS UMA "NOTA OFICIAL" CONTRA AS ACUSAÇÕES DA VEJA



Deputado Cãndido Vaccarezza: “O vazamento é ilegal e seletivo”
 
Em coletiva de imprensa no começo da tarde desta quarta feira (10/9), o deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) negou ter recebido dinheiro do ex-diretor de abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Vaccarezza teria sido um dos citados por Paulo Roberto Costa em depoimento à Polícia Federal, no processo de delação premiada tentado pelo ex-diretor.

“A notícia não cita a(s) fonte(s) de um vazamento que, além de ilegal, é feito, declaradamente, de forma seletiva, já que, entre dezenas de deputados que teriam sido envolvidos, o meu nome foi destacado”, diz ainda um trecho da nota emitida pelo deputado. Vaccarezza é candidato a um terceiro mandato consecutivo como deputado federal.

“Nunca recebi dinheiro do senhor Paulo Roberto. Então, se alguém está assombrado, esse alguém não sou eu. E não acho correto as pessoas divulgarem isso a três semanas das eleições, fazendo ilações sem ter provas”, disse ele.

Além de Vacarezza, também apareceriam também os nomes dos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Fernando Collor (PTB-AL), além do presidente do Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Ao todo, 25 parlamentares fariam parte do esquema de pagamento de propinas, segundo depoimento de Paulo Roberto Costa.
12 de setembro de 2014
Andre Shalders
Correio Braziliense

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