"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

MAIS UM NA CONTA DE MACHADO

HENRIQUE ALVES NÃO RESISTE À DELAÇÃO DE MACHADO E DEIXA O GOVERNO
DELAÇÃO DE SÉRGIO MACHADO DERRUBA O MINISTRO HENRIQUE ALVES


DELAÇÃO DE SÉRGIO MACHADO LEVA MINISTRO A PEDIR DEMISSÃO DO CARGO. FOTO: EBC


Enrolado até o pescoço na Lava Jato, segundo delatores, o ministro do Turismo, Henrique Alves, acaba de pedir demissão do cargo. A Secretaria de Imprensa da Presidência da República confirmou oficialmente a saída do peemedebista antes mesmo da entrega da carta (abaixo).

Os motivos da saída de Henrique Alves, terceiro ministro a deixar o governo em pouco mais de um mês, não foram revelados, mas a gota d’água foi a delação do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, na Operação Lava Jato, que revelou repasse de R$ 1,55 milhão em propina entre 2008 e 2014.

Mais cedo, Alves classificou as declarações de Machado como levianas e irresponsáveis e repetiu o mantra de todos os acusados de receber propina para financiar campanha: todas as doações foram oficiais e as contas foram aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

O agora ex-ministro tem dois pedidos de abertura de inquérito contra ele feitos pelo procurador-geral da União, Rodrigo Janot, pelo envolvimento na roubalheira revelada pela Lava Jato. O Supremo Tribunal Federal ainda não analisou os pedidos, mas com a saída do ministério e perda do foro privilegiado, Alves deve ser mais um político nas mãos do juiz federal Sérgio Moro.


17 de junho de 2016
diário do poder

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