"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

PARA CAIADO, A LAVA JATO COMEÇA A CHEGAR AO BNDES

"PRISÃO DE PALOCCI É O INÍCIO DE UMA NOVA INVESTIGAÇÃO", DISSE
"A OPERAÇÃO LAVA JATO CHEGA AO BNDES, USADO NOS GOVERNOS PETISTAS EM TRANSAÇÕES NADA REPUBLICANAS", DISSE (FOTO: AGÊNCIA SENADO)

O líder do Democratas no Senado Federal Ronaldo Caiado (GO) comentou a mais nova fase da Operação Lava Jato que levou à prisão do ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil, Antonio Palocci, nesta segunda-feira (26/09).

Para o senador, a 35ª Fase, nominada "Ormetá", é um indício de que a Força Tarefa do Ministério Público Federal começa a chegar nas operações fraudulentas realizadas pelo Governo PT no BNDES.

"A operação Lava Jato chega ao BNDES, usado nos governos petistas em transações nada republicanas. A prisão de Palocci é o início de uma nova investigação que vai revelar o quanto os comandos do PT e de seus governos lesaram o nosso banco de desenvolvimento", comentou Caiado.

O democrata ressaltou que a função principal do banco foi desvirtuada nos últimos anos do governo petista para atender especificamente a interesses do partido. "Em vez de ter como prioridade desenvolver o país e ajudar nossas grandes empresas, a finalidade do banco sob o PT foi direcionar recursos para operações corrompidas e países alinhados ideológicos de Lula e Dilma", afirmou.

CPI

Ronaldo Caiado também relembrou a sua articulação no Senado Federal em 2015 para abrir uma CPI do BNDES, que investigaria justamente os indícios de irregularidades nos repasses dos bancos; "O Governo Dilma fez de tudo para abafar a CPI, inclusive com o presidente na época Luciano Coutinho passando de gabinete em gabinete tentando constranger os senadores contra a instalação de nossa comissão.", concluiu.



26 de setembro de 2016
diário do poder

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