"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

INFORMAÇÃO VERDADEIRA É A ARMA MAIS EFICAZ PARA DETONAR O CRIMINOSO ESQUEMA ESQUERDISTA QUE VEM SENDO ARMADO PARA O PLEITO PRESIDENCIAL DE 2018




Para evitar que o Brasil de repente vire uma nova Venezuela torna-se importante que cada cidadão brasileiro saiba o que de fato está acontecendo em termos políticos em nível global. Para isso é necessário um flash-back para saber onde e quando começou essa campanha de desestabilização da nossa Cultura Ocidental e qual a sua finalidade. Um bom começo para entender realmente o que está ocorrendo e com quais propósitos é ler o já famoso livro “Desinformação” que inclusive pode ser comprado aqui mesmo neste blog clicando sobre a foto de capa do livro na coluna ao lado, indo diretamente para a livraria Amazon. 
 


E, para informação dos prezados leitores, publico logo abaixo resenha desse livro do site norte-americano The Blaze com tradução de Ítalo Lorenzon. Esta postagem não é nova, já que há uns dois anos postei aqui no blog. Mas nunca este livro deixará de ser essencial, porquanto desmonta o tabu construído pelo jornalismo fake news da grande mídia. E na antevéspera de uma eleição presidencial que selará o futuro do Brasil em 2018, os brasileiros precisam muito, como nunca, de quebrar esse maldito tabu que pretende fazer crer que o comunismo não existe mais. Sim, porque em nenhum momento a grande mídia alude aos fatos que conduziram agora a Venezuela a uma ditadura comunista. Fatos que são iguais aos que vêm acontecendo no Brasil e que começaram lá atrás, quando foram debelados pelos governos militares. Mas foi só entregar o poder para os civis que a esculhambação e a roubalheira dos cofres públicos recomeçaram.

Creio que posts com este são muito mais importantes do que as fofoquinhas políticas veiculadas pelos sites da grande mídia, useiros e vezeiros na promoção da desinformação em detrimento da informação verdadeira. Faça como o editor deste blog: cuspa na cara dos comunistas vagabundos e não gaste mais nem um tostão para adquirir esse jornalões e muito menos para acessar seus portais e emissoras de televisão. Esses capachos do PT já começaram a definhar igual ao Lula. Eles e seus jornalões sabem que têm os dias contados pelo efeito corrosivo da internet, das redes sociais e dos blogs independentes. Mais adiante serão as grandes redes de televisão e rádios a irem para o vinagre. Não sobrará ninguém para continuar promovendo a desinformação criminosa. Leiam esta resenha desse importante livro do desertor tenente-general romeno Ion Pacepa. Leiam:



A GRANDE MENTIRA


“Disinformation” é a história da “Grande Mentira”. Contada na narrativa do mais patenteado desertor da KGB da história, o Tenente-General romeno Ion Pacepa, somos expostos à arte da desinformação e nos meios pelos quais esquerdistas e jihadistas, a partir da KGB, que foi edificada sobre métodos anteriores de enganação russos, vêm usando com grande efeito para enganar ou explorar de outra forma o mundo e auxiliarem seus fins totalitários. Numa era na qual a desinformação agora surge organicamente, correndo solta na mídia e em ambientes acadêmicos ao redor do Ocidente sem a necessidade de que a União Soviética continue a propaga-la, essa é uma leitura vital para qualquer um preocupado com nossa cultura, economia, defesa e, em última análise, sobrevivência como nação.

Desinformação não é apenas uma estratégia defunta da Guerra Fria. Ela se aplica rotineiramente na América no enquadramento de histórias pela grande mídia, campanhas de difamação contra candidatos e discursos feitos por líderes estrangeiros. “Disinformation” de Ion Pacepa e Ronald Rychlak apresenta a história por trás da estratégia, e como ela foi aperfeiçoada em algumas das mais desonestas mas efetivas campanhas de todos os tempos, incluindo a fomentação do antissemitismo islâmico no Oriente Médio no começo dos anos 1970, a difamação por muitas décadas do Papa Pio XII como “Papa de Hitler”, apesar de ter salvo a vida de milhares de judeus durante o Holocausto, e centenas de outros movimentos projetados para minar o mundo ocidental e favorecer os objetivos dos Comunistas. Com impecável clareza e anedotas que só poderiam ser fornecidas por alguém que tenha executados a estratégia do topo do sistema da KGB e praticado seus métodos, o Tenente-General Pacepa nos fornece uma história indispensável de como a União Soviética veio a empregar mais agentes de desinformação e propaganda do que espiões tradicionais ao redor do mundo durante o ápice da Guerra Fria. Essa estratégia foi elaborada para voltar o ocidente contra si mesmo e dominar seu espírito coletivo, com efeitos devastadores que são claramente evidentes hoje.



MISTIFICADORES PROFISSIONAIS


Como membros do Tea Party, amantes da liberdade e tementes à Deus tornaram-se terroristas, incendiários e extremistas, enquanto a Irmandade Islâmica é tratada como um parceiro diplomático legítimo? Como Mitt Romney tornou-se um oligarca destruidor de empregos, enquanto Barack Obama é considerado o salvador da economia? Como partes consideráveis do mundo consideram Israel racista, um estado de Apartheid, enquanto a mídia boicota as perseguições e a escravidão de cristãos em andamento no resto do Oriente Médio?

“Disinformation” é a história de como essas mentiras tornaram-se verdade. É a história de como a União Soviética por séculos desenvolveu uma estratégia que poderia desarmar a racionalidade e o juízo do Ocidente e provou-se uma arma tão efetiva quanto bombas. É a estratégia que, no auge da Guerra Fria recebeu atenção, recursos e pessoal, desproporcionais da KGB em relação a outras operações de Inteligência.

“Disinformation” é a história contada pelos olhos de Ion Mihai Pacepa, o Tenente-General romeno e o oficial de mais alta patente à desertar na historia das grandes operações de desinformação, e como a KGB buscou derrotar o ocidente, jogando seu povo contra seu próprio governo, contra a Igreja e contra os Judeus.

Contando com perspicácia e clareza penetrantes, Pacepa cobre as operações de desinformação da Guerra Fria da difamação por décadas do Papa Pio XII como “Papa de Hitler”, apesar de suas heroicas ações que salvaram a vida de milhares de judeus durante o Holocausto, à desinformação inerente ao próprio conceito de Glasnost, que para o Ocidente aparentou ser uma abertura da União Soviética às ideias ocidentais, mas na Rússia na verdade tratou-se de construir uma fachada pública para ganhar aceitação e reverencia entre o povo que ela buscava penetrar e derrotar.

A desinformação que Pacepa descreve não é somente relevante por proporcionar uma visão de uma tática “Alinskyana” que continua a ser usada efetivamente nos dias de hoje mas por explicar como a América e o Ocidente no geral tornou-se progressista.

DESCOBRINDO OS CAFAJESTES

Se você quiser entender a natureza antissemita e pró-islâmica da esquerda, você não precisa olhar além das sementes que foram plantadas nos anos 70 quando a KGB enfocou seus objetivos em deslegitimar Israel através de sua propaganda e apoiou a OLP (Organização de Libertação da Palestina) e outros contra as forças “Sionistas”.

Se você quiser entender a reação reflexiva Anti-Guerra do Iraque da esquerda, não é preciso olhar além da “Operação Ares” quando a União Soviética buscou fabricar uma resistência americana a Guerra do Vietnam, os filhos de tal movimento como John Kerry agora ocupando altas posições do governo americano.

Se você quiser entende como Rouhani pode ser chamado de “moderado”, e porque ele está trabalhando para atrair o ocidente, você pode olhar para os episódios históricos de Yasser Arafat, Gorbachev e Ceausceau que assumiram fachadas públicas similares enquanto enganavam o ocidente.

Para enfrentar um inimigo, é preciso entender sua natureza, seus objetivos e suas táticas. Ion Pacepa e Ronald Rychlak elaboraram um livro que proporciona uma visão sobre os três. Ele foca em detalhes dolorosos para mostrar a eficiência devastadora em particular das táticas de desinformação e difamação, como exemplificadas em operações que ainda são relevantes hoje. Em um mundo em que esquerdistas e jihadistas estão em marcha, a consciência da estratégia de desinformação nunca foi tão essencial para aqueles que buscam preservar e proteger a civilização Ocidental.


17 de agosto de 2017
in aluizio amorim

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