"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 4 de março de 2017

PRESOS NO URUGUAI DOLEIROS QUE LEVAVAM DINHEIRO ROUBADO DE SÉRGIO CABRAL

SÃO ACUSADOS DE LEVAR US$100 MILHÕES DE CABRAL PARA O EXTERIOR
VINICIUS CLARET, O "JUCA BALA", FOI PRESO EM PUNTA DEL ESTE, NO URUGUAI. (FOTO: REPRODUÇÃO DA TV GLOBO)

Dois doleiros acusados de participar de operações de lavagem de dinheiro para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) foram presos na noite desta sexta-feira, 3, em Montevidéu, no Uruguai. Vinícius Claret Vieira Barreto, conhecido pelo apelido de Juca Bala, e Cláudio Fernando Barbosa tinham ordens de prisão assinados por Marcelo Bretas, juiz da 7ª Vara Criminal do Rio, que confirmou à reportagem a prisão de ambos.

Os dois estavam sendo procurados pela Interpol e foram presos durante operação conjunta da polícia uruguaia e da Polícia Federal brasileira. Eles foram levados para a sede da Interpol em Montevidéu e nas próximas horas devem ser encaminhados ao Rio de Janeiro.

Os irmãos Renato e Marcelo Chebar contaram em delação premiada na Operação Calicute que participavam do esquema de lavagem de dinheiro de Cabral e que em 2007, quando os valores se agigantaram, chamaram Barreto para assumir as operações.

Os delatores afirmaram que só falavam com o doleiro através do programa de mensagens Messenger, usando um sistema de criptografia. Renato admitiu ter se encontrado com Barreto em pelo menos três ocasiões, sempre no hotel onde se hospedava em Montevidéu. Segundo os irmãos Chebar, Cabral tem US$ 100 milhões escondidos no exterior.


04 de março de 2017
diario do poder

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