"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

A PAUTA-BOMBA DO CUNHA

Você sabe qual é a pauta bomba de Eduardo Cunha?


A pauta bomba de Eduardo Cunha nada mais é do que a pauta que os petistas SEMPRE defendem quando estão ou na oposição ou em protestos de rua. É por isso que os petistas tem tanta raiva do presidente da Câmara dos Deputados. Cunha trata os petistas da mesma maneira que os petistas tratavam o governo quando estavam na oposição.

Tome por exemplo o reajuste da correção do FGTS. Cunha CORRETAMENTE diz que o dinheiro do FGTS é dos trabalhadores, e não do governo. Cunha diz CORRETAMENTE que tal dinheiro não é para o governo gastar com grandes empresários via juros subsidiados aos "campeões nacionais". Alguém consegue imaginar o PT, caso estivesse na oposição, indo contra uma correção mais justa do FGTS?

A imprensa chama a pauta de Cunha de pauta bomba. ERRADO!!! Essa sempre foi a pauta do PT quando estava na oposição. Se os petistas acham isso irresponsabilidade, então é de se perguntar o porque de terem defendido pautas semelhantes no passado.

Interessante é a cumplicidade da imprensa. Sempre pronta a cobrar coerência de Cunha e da oposição, mas sempre negligente e benevolente para com o PT que, quando na oposição, era o campeão das pautas bomba.

18 de agosto de 2015
Adolfo Sachsida

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