"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

AÉCIO DESMONTA MAIS UMA CALÚNIA PETISTA


Aécio em entrevista para Reinaldo Azevedo na Jovem Pan de São Paulo.
 
A matéria abaixo é do Estadão, com comentários:
 
A oito dias de o grupo do senador Aécio Neves (PSDB) deixar o comando de Minas Gerais, o governo estadual divulgou nesta terça-feira, 23, os dados relacionados aos gastos com publicidade feitos pela administração desde 2003. Os dados mostram que, entre 2003 e 2011, o Estado repassou mais de R$ 1,1 milhão às três emissoras de rádio e ao jornal da família do tucano.
 
O Estadão usa de má fé em busca de um lead. Se dividisse este R$ 1,1 milhão por quatro, teria R$  275 mil pagos por veículo de comunicação. Se dividisse pelo período de tempo, teria R$ 30,5 mil anuais. Se usasse um critério normal de programação de mídia em termos de período, o valor investido seria de pouco mais de R$ 2,5 mil mensais em cada veículo  de comunicação. Um valor ridículo perto, por exemplo, do custo de um anúncio de página no tradicional jornal paulista: R$ 416 mil aos domingos. Tudo o que os veículos de comunicação receberam ao longo de nove anos equivale a menos de três páginas de anúncio no Estadão.
 
A iniciativa teve como objetivo desmontar acusações do PT e investigações em curso do Ministério Público. A partir de janeiro, o petista Fernando Pimentel assume o Estado no lugar de Alberto Pinto Coelho (PP), ex-vice-governador de Antonio Anastasia (PSDB), futuro colega de Aécio no Senado.
 
O diretório mineiro do PSDB alegou, por meio de nota, que os investimentos em publicidade feitos nas rádios e jornal da família Neves não levaram em conta “privilégios ou discriminações”. Citou, por exemplo, que rádios pertencentes a adversários políticos, como os peemedebistas ex-senador Hélio Costa (Rádio Sucesso FM) e o ex-deputado Antônio Júlio (Rádio Espacial) não só receberam recursos do governo de Minas, mas em valores superiores.
 
De 2003 a 2011, a Rádio Arco Íris, que detém uma franquia da Rádio Jovem Pan FM em Belo Horizonte, teria recebido R$ 1,06 milhão. A Rádio São João del Rei S/A e Vertentes FM, ambas em João del Rei, receberam juntas R$ 51, 8 mil. E o jornal Gazeta de São João del Rei, R$ 45,5 mil entre 2003 e 2011.
 
O Estadão poderia ter informado que uma inserção de 30 segundos, indeterminado, na tabela de preços da Jovem Pan custa R$ 227. Ao todo, teriam sido inseridos, em nove anos, 4.669 inserções. Uma média de 518 inserções por ano, 43 inserções por mês, 1,4 por dia, o que é uma frequência ridícula. Qualquer patrocínio de programa de rádio prevê abertura, encerramento e três comerciais por dia.
 
O caso passou a ser investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE) em 2011, após Aécio ter sido parado em uma blitz da Lei Seca no Rio de Janeiro. Ele dirigia um veículo registrado em nome da Arco Íris. O PT, desde então, vem acusando o governo de Minas de beneficiar os negócios da família do tucano.
Desde que o PT teve o seu secretário pego no Mensalão porque recebeu uma Land Rover de um fornecedor da Petrobras, a GDK, acha que todos  são corruptos como alguns dos seus dirigentes presos e de outros que irão em cana nos próximos meses. Quem esquece do Silvinho Land Rover? No Mensalão já tinha Petrolão!
 
Por meio de nota, o diretório estadual do PSDB informou que o governo mineiro utiliza critérios “técnicos” para definir seus investimentos em publicidade. A abertura das contas publicitárias, disse o texto, servirá para “desmontar falsas acusações do PT”. 
 
“A transparência do governo de Minas comprova mais uma calúnia inventada contra o senador Aécio Neves por lideranças do PT. No caso, a de que o governo do Estado teria beneficiado os quatro veículos de comunicação nos investimentos publicitários realizados pelo Estado”, diz a nota. 
 
No texto, o diretório ainda argumenta que as empresas de comunicação pertencem à família de Aécio muito antes de ele ter sido governador de Minas, de 2003 a 2010. Também informa que essas empresas pediram a sua retirada do cadastro da Subsecretaria de Comunicação do Governo de Minas em 2011, quando surgiram as acusações do PT. A mesma subsecretaria está fazendo um levantamento interno sobre os repasses.

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