"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

CABRAL É CONDENADO NO RIO POR INCENTIVOS FISCAIS IRREGULARES

O MP ENTENDE QUE OS BENEFÍCIOS SERIAM ILEGAIS: RENÚNCIA

EM NOTA, CABRAL DISSE QUE CONSIDERA A SENTENÇA “EQUIVOCADA” E QUE “CABE RECURSO DEVIDO À SUA ABERRAÇÃO JURÍDICA”. (FOTO: ESTADÃO)



O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e a empresa Michelin foram condenados a ressarcir o estado valores de ICMS que deixaram de ser pagos, por causa da concessão de benefícios fiscais. A decisão é da 12ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio.

Concedidos a partir de 2010, os benefícios adiavam, sem prazo determinado, o recolhimento do imposto devido na compra de equipamentos para a ampliação da fábrica da empresa em Itatiaia, no Sul Fluminense.

Em nota, Cabral disse que considera a sentença “equivocada” e que “cabe recurso devido à sua aberração jurídica”. Segundo ele, a decisão “pode comprometer bilhões de investimentos que serão realizados no estado nos próximos anos, além de gerar insegurança jurídica”. Nenhum representante da Michelin foi encontrado.

Na ação inicial, movida pelo Ministério Público estadual, a alegação era que os benefícios seriam ilegais, configurando renúncia de receita. Como ela foi julgada improcedente, o MP recorreu. No novo julgamento, em março deste ano, foi reconhecida a ilegalidade da isenção fiscal.

Segundo o Ministério Público, o valor das compras feitas pela Michelin é de R$ 600 milhões. O cálculo do total a ser ressarcido depende ainda de informações do estado.



07 de outubro de 2016
diário do poder

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