"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 21 de abril de 2015

NO BALCÃO DE NEGÓCIOS, A PECHINCHA CONTINUA...

FUNDO PARTIDÁRIO
DILMA SANCIONA SEM VETOS ASSALTO DOS PARTIDOS AO CONTRIBUINTE
DILMA SANCIONA O FUNDO PARTIDÁRIO TRIPLICADO: R$ 867 MILHÕES


ENQUANTO O POVO GRITA, NÓIS Ó... SÓ NO FIOFÓ!

Em meio aos desdobramentos da Operação Lava Jato e apesar das restrições impostas pelo ajuste fiscal em curso, a presidente Dilma Rousseff manteve o aumento da verba orçamentária destinada aos partidos políticos. Os recursos destinados ao fundo partidário foram triplicados para R$ 867,5 milhões por meio de emenda ao Orçamento da União. O PT, partido de Dilma, será o que receberá o maior volume de recursos públicos: R$ 116 milhões.

A proposta original do Orçamento da União já previa absurdos R$ 289,5 milhões ao fundo, mas, em março, o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o relator, elevou a dotação do fundo a R$ 867,5 milhões com uma emenda de plenário.

Representantes de partidos, como o ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD), e o presidente do PT, Rui Falcão, pediram à presidente a manutenção da emenda ao Orçamento que multiplicou por três os recursos destinados ao fundo, principal forma de financiamento das legendas. Em março, o Estado antecipou o movimento das siglas pela elevação dos recursos.

A sanção deve-se à fragilidade política de Dilma, evitando novos atritos com o Congresso, em um momento crucial para a aprovação das Medidas Provisórias do ajuste fiscal, ainda que o aumento do valor do fundo revela a falta de comprometimento dos próprios partidos com o corte de despesas.



21 de abril de2015
diario do podeer

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