"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 21 de fevereiro de 2015

SÉRGIO GABRIELLI SÓ VAI DEPOR SOBRE A PETROBRAS EM 25 DE MARÇO




Na videoconferência, Sergio Gabrielli vai tentar explicar o inexplicável
O juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato, intimou hoje (19) o ex-presidente da Petrobras José Sergio Gabrielli a depor na condição de testemunha de defesa. Gabrielli prestará depoimento à Justiça Federal em 25 de março, mas não precisará ir a Curitiba porque poderá falar por meio de videoconferência.
O ex-presidente da estatal foi arrolado como testemunha de defesa por dois réus da Operação Lava Jato: o ex-diretor Internacional da Petrobras Nestor Cerveró e o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano. O despacho de Sérgio Moro não explica as razões por que os acusados pediram o depoimento de Gabrielli.
Cerveró e Baiano respondem por lavagem de dinheiro e corrupção contra o sistema financeiro. Segundo a denúncia do Ministério Público, eles são acusados de ter recebido propinas entre 2006 e 2012. Em um dos casos, na contratação de navios-sonda pela Petrobras para a perfuração em águas profundas na costa da África e do México, os dois teriam recebido US$ 40 milhões em propina em 2006 e 2007.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Bem, este será apenas o primeiro depoimento de Gabrielli. Outros se seguirão, mas na condição de réu. Quando era presidente da Petrobras, ele acreditava tanto em sua gestão que investiu mais de R$ 1 milhão em ações, mas comprou apenas R$ 250 em papéis da estatal… (C.N.)

21 de fevereiro de 2015
Deu no Correio Braziliense

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