Que o fim deste ano não seja apenas um fechar de datas, mas um instante - de silêncio daqueles que a gente olha para dentro e reconhece o que resistiu, o que doeu, o que ainda pulsa.
Que levemos conosco menos certezas rígidas e mais perguntas honestas. Menos pressa. Mais presença.
O novo ano não promete milagres, mas oferece algo ainda mais raro: a chance de recomeçar com lucidez, de escolher as palavras, os afetos, e os silêncios.
Que venha o próximo ciclo - não como fuga, mas como continuação consciente de quem seguimos tantando ser.
Gratidão aos amigos que andam por aqui.
Último dia do ano de 2025.
prof. mario moura
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