"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 5 de abril de 2018

MAIS UM MALUCO A SOLTA...

DIRIGENTE DO MST ANUNCIA QUE AGORA "É PORRADA, É GUERRA, É LUTA E VENCEREMOS"

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Voto de Rosa Weber revoltou os militantes do MSTApós o voto contrário a Lula dado pela ministra Rosa Weber, o dirigente do MST (Movimento Sem Terra) Alexandre Conceição prometeu nesta quarta-feira (4) ocupar “todos os prédios públicos” e “todas as terras”, com “porrada, guerra e luta”. A fala arrematou o ato desta quarta-feira (4), em Brasília, em desagravo ao ex-presidente — que teve seu habeas corpus julgado pelo Supremo Tribunal Federal.
O fim do protesto seria antecipado após um “grave comunicado”, avisou o locutor, explicando em seguida que Rosa Weber tinha esmagado as chances de vitória na corte, já que dificilmente Cármen Lúcia votaria em prol de Lula.
SEM ARREGO – “Não haverá terra que não será ocupada, não haverá arrego. Não haverá nenhum prédio público que não será ocupado”, afirmou o militante do MST em tom exaltado, para uma plateia na qual muitos choravam.
“Não tem mais valsa. É porrada, é guerra, é luta e venceremos”, acrescentou depois. Lembrando de líderes progressistas assassinados, do pastor americano Martin Luther King  à vereadora carioca Marielle Franco, ele defendeu que haja “um abril vermelho”.
O discurso de Conceição oscilou entre o bélico e o apaziguador. A certa altura, disse não estar “chamando ninguém para a guerra” e pregou “paz, democracia, não intervenção militar”.
AMEAÇA À GLOBO – Em seguida contrapôs os “únicos dois lados desta história”: “O dos negros, pobres, o povo humilhado” contra “o daqueles que nos chicotearam, que nos meteram tiros, ovos e bala” (referência a ataques contra caravana lulista no Paraná).
Ele ainda fez ameaças à Rede Globo: “Ocupar e tocar fogo neste jornal e nesta emissora”, responsabilizada por “permitir que nosso povo seja humilhado”.
A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), participou do ato, caminhando entre os manifestantes. Com outros parlamentares da sigla, ela fez um vídeo gritando “Lula livre” em coro. A poucos metros, ouvia-se o “Hino Nacional” e gritos de comemoração vindos de um ato anti-Lula.

05 de abril de 2018
Anna Virginia Balloussier, Angela Boldrini e Gustavo Uribe

Folha

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