"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

BOMBA! TRUMP ODENOU QUEDA DE MORAES E LULA ACEITOU - O QUE HÁ POR TRÁS DA FRITURA DE MORAES

 

DENÚNCIAS EXPLODEM NO CONGRESSO E LULINHA VIRA O CENTRO DA CRISE

 26 de dezembro de 2025

Promiscuidade, imoralidade; nada a ver com o Natal - Alexandre Garcia

 

O plano de Lula que para fechar comércios e shoppings no Brasil / OUÇA ESSA

 

VOCÊ É BUDISTA E NÃO SABE...

 26 de dezembro de 2025

Deus no Comando - Seguir com Fé 🙏

 

MORAES DECIDIU SOZINHO E ANULOU O VOTO DE 500 DEPUTADOS DA CÂMARA! O QUE VOCÊ ACHA?

 26 de dezembro de 2025

NATAL COM COMPROMISSO, MAS SEM PROMESSAS...


Se Cristo nasceu, não foi para decorar calendários.

Nasceu para inquietar consciências,

desorganizar certezas, e lembrar que amar dá trabalho.

Natal não é conforto - é compromisso.

Que a manjedoura não seja símbolo, mas espelho.

E que a fé, se existir, seja prática.

 Enquanto o Natal vira produto, talvez seja urgente resgatá-lo do consumo.

Menos vitrines.

Menos frases prontas.

Menos felicidade obrigatória.

Mais consciência.

Mais presença.

Mais humanidae. sem propaganda.

Natal não é negar o caos, é reconhecer que ele existe e ainda assim recusar a indiferença.

Celebrar hoje, pode ser um ato de resistência.

 Natal chega devagar, como quem não quer incomodar.

Não bate à porta com fogos, entra pela fresta, no silêncio depois da ceia, no olhar que demora.

É quando a noite pesa e mesmo assim, a gente acende uma vela - não para iluminar o mundo, mas para não se perder nele.

Que este Natal seja pequeno, quase invisível, mas verdadeiro o bastante para durar além da data.

 Neste Natal, talvez não seja o dia de fingir harmonia, nem de embrulhar ausências com fitas douradas. 

Talvez seja o dia de admitir o cansaço, a dúvida, a fé que oscila, o amor que falha - e ainda escolher ficar.

Natal pode ser isso: uma pausa honesta no ruído, um silêncio onde a gente se escuta de novo

Se houver perdas, que sejam lembradas.

Se houve erros, que sejam compreendidos.

Se houve distância, que ela ensine algo.

Que a luz não venha dos enfeites, mas do gesto mínimo: escutar sem pressa, perdoar sem discurso, seguir sem cinismo.

Se Cristo nasceu, que seja dentro - não como promessa fácil, mas como coragem diária.

Feliz Natal. Sem excessos. Sem máscaras. Com verdade.

 26 de dezembro de 2025

Prof. Mario Moura

Por que os Lúcidos Estão Desaparecendo da Sociedade em Silêncio | Albert Camus

 

O Risco de Evoluir Quando Ninguém Está Pronto Para Te Acompanhar | Albert Camus

 

O preço de enxergar o mundo como ele realmente é | Albert Camus