"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 23 de junho de 2018

CIRO GOMES DISSE QUE A VENEZUELA É UMA DEMOCRACIA

MARCO ANTONIO VILLA CHAMA CIRO GOMES DE MALUCO DOIDO DE PEDRA



Marco Antonio Villa Chama Ciro Gomes de Maluco Doido de Pedra


23 de junho de 2018

BOLSONARO 1 x 0 CIRO GOMES



Bolsonaro 1 x 0 Ciro Gomes

23 de junho de 2018

DEBATE: O VIÉS AUTORITÁRIO DE CIRO GOMES



Debate: O viés autoritário de Ciro Gomes


23 de junho de 2018

CIRO GOMES: QUANDO A DÍVIDA PÚBLICA CHEGAR A 100% DO PIB



Ciro Gomes - Quando a dívida pública chegar a 100% do PIB


23 de junho de 2018

CIRO GOMES EXPLICA COMO VAI PAGAR A DÍVIDA BRASILEIRA. GORDINHO RINDO...

Ciro Gomes explica como vai pagar a dívida brasileira. Gordinho rindo ...

https://www.youtube.com/watch?v=win7aZGab3U
37 min atrás - Vídeo enviado por Bruno Jonssen
Vamos rir com o Ciro Gomes na entrevista da rádio Jovem Pan. Ajude o canal: https://apoia.se ...

23 de junho de 2018
m.americo

OLHA SÓ O QUE ACHARAM NA CELA DO DIRCEU NA PAPUDA

HOJE EU QUERO ME DIRIGIR AO POVO BRASILEIRO

CIRO GOMES EXPLICA COMO VAI PAGAR A DÍVIDA BRASILEIRA. GORDINHO RINDO!

REPORTAGEM BOMBA DE ISTOÉ REVELA QUE A CORRUPÇÃO TAMBÉM ESTÁ POR TRÁS DAS INVASÕES DO MST, ESQUEMA DIABÓLICO.




Reportagem bomba da revista ISTOÉ, revela que o grupo terrorista Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) vinculado ao PT, vai além da invasão de fazendas. Segundo o jornalista Ary Filgueira, autor da reportagem, a Polícia Federal investiga um grande esquema imobiliário que tem o MST com ator principal. 
Como área da União invadida virou prioritária para regularização, o movimento ocupa as propriedades, em troca de dinheiro, facilitando a criação de prósperos negócios nos locais. Não é o único caso escabroso envolvendo os ditos 'sem-terra', mas como se nota além do ataque a propriedades rurais, o MST estaria envolvido também com corrupção, como indica a investigação da Polícia Federal! Leiam:

Os imóveis da União viraram alvo de toda sorte de cobiça, mas não só. ISTOÉ havia revelado, em 30 de maio, que um balcão de negócios foi arquitetado a partir da edição de uma medida provisória destinada a regularizar terras da União em litígio – sob orientação do senador Romero Jucá (MDB-RR). 
O que agora a Polícia Federal descobriu é mais escabroso. Trata-se da existência de um perigoso conluio entre empresas interessadas nesses imóveis e o MST. Grupos ligados ao movimento estariam sendo arregimentados por empreiteiras, fazendeiros e políticos para invadirem propriedades passíveis de regularização, em troca de pagamentos em dinheiro. 
A medida provisória, criada com as bênçãos de Jucá, é um facilitador para que o esquema possa fluir como mel. Por ela, terras da União que estiverem invadidas passaram a ter prioridade na regularização. Segundo as investigações da PF, os sem-terra invadem as propriedades, criam situações de fato, que, depois, são resolvidas a partir das regras determinadas pela MP. Feita a regularização, lucram todos: os especuladores imobiliários e os líderes do movimento.

CONLUIO DOS CRIMINOSOS

Um dos exemplos desse conluio encontra-se a céu aberto. Fica a cerca de trinta quilômetros do centro de Brasília. Ali, famílias do MST estão acampadas numa fazenda de 19,8 mil hectares desde maio. Parte dessa área é administrada pela Secretaria de Patrimônio da União (SPU), que cuida das terras federais.


A ocupação foi deflagrada justamente após a edição da MP. Por trás da invasão, há um interesse imobiliário. A Fazenda Sálvia, localizada na rodovia DF-440, integra um plano bilionário. Nela, seria construído um setor para 94 mil habitantes batizado de Taquari 2, em alusão a uma cidade homônima de Brasília. O empreendimento, estimado em R$ 30 bilhões, estava pronto para ser realizado pelas empreiteiras JC Gontijo e OAS, esta última envolvida na Lava Jato. 
O negócio foi fechado durante o governo Agnelo Queiroz (PT). E se daria por meio de parceria público-privada, sem licitação.
Tudo parecia perfeito até que a PF desenvolveu a Operação Perímetro. A operação identificou a participação do MST no esquema criminoso. Conforme apurou ISTOÉ, quem coordenou a missão de invasão das terras foi Acilino Ribeiro. 
Ele era responsável por capitanear o grupo do Planalto Central. O líder ocupa hoje a função de subsecretário de Movimentos Sociais do governo. Antes de assumir cargos públicos e políticos, o advogado foi guerrilheiro. Preso duas vezes pela ditadura militar de 1964, exilado no exterior, treinado na Rússia e na Líbia, a ponto de se tornar segurança do ditador Muamar Kadafi. 
Uma primeira invasão havia ocorrido ainda no final do governo petista de Agnelo. Mas, aos poucos, as famílias deixaram a fazenda ao perceberem que a justiça não se pronunciaria tão cedo a respeito da terra. 
A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia embargado o projeto depois de constatar que uma grande parte dessa área era de propriedade da União e não do DF. O processo corre em segredo de justiça, sob o número 0053447.44.2014.4.01.0000. Quando foi editada a MP 759-A, este ano, os sem-terra de pronto retornaram ao local para ocupar a fazenda.

ESQUEMA DIABÓLICO

Há outros elos e coincidências. Acilino é ligado à superintendente da Secretaria de Patrimônio da União no Distrito Federal, Fabiana Torquato. É ela quem administra a propriedade das terras da União. O nome dela foi apoiado por lideranças do MST. Fabiana, por sua vez, foi indicada pelo deputado federal Izalci Lucas (PSDB). 
O controle da SPU-DF foi uma retribuição do senador Romero Jucá pela lealdade e trabalho de Izalci, que presidiu a comissão mista que analisou a MP 759-A. A Fazenda Sálvia não é a única invasão do MST em áreas públicas após a edição do MP. Ainda no DF, um grupo de sem-terra invadiu uma área de 504 hectares destinada à criação do Pólo de Cinema de Brasília. Detalhe: quem escreveu a cartilha de ocupações de terras no DF foi o próprio secretário do Governo. 
Tudo veio a público durante uma operação de retirada de invasores de um hotel abandonado bem no centro de Brasília. No meio da operação, os policiais encontraram o documento com as orientações ao MST assinada por Acilino.

Acilino e os sem-terra do DF usam estratégia semelhante a que vem sendo adotada pelos sem-terra em alguns casos para criar situações de invasões também em propriedades privadas. Neste caso, os fazendeiros arregimentam lideranças do MST para invadirem suas terras, gerando a situação que, amparada na MP, força a desapropriação e a regularização da propriedade. Após receber o subsídio para demarcação e construção das casas, os integrantes vendem a propriedade. Às vezes, para o mesmo fazendeiro. 
A Polícia Federal está no encalço desse tipo de fraude. Já detectou casos em Tocantins e Mato Grosso. Mas não pode revelar os locais para não atrapalhar as investigações. Um fazendeiro de Alexânia, município de Goiás, que não quis se identificar, desnudou o esquema à ISTOÉ. Ele contou que seu irmão recebeu uma proposta para vender a terra para líderes do MST que marchavam para Brasília durante o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016. 
Após ter cinco hectares da terra invadidos pelos membros do movimento, o fazendeiro foi abordado por representantes com a proposta para o negócio. “Isso é um esquema fácil”, teria dito o líder dos sem-terra ao fazendeiro, segundo relato dele. “Vamos fechar, a gente divide o dinheiro. Todos ganham”. O pagamento seria à vista. O fazendeiro não aceitou.

Então, os sem-terra usaram a propriedade para armazenar pneus e outros artefatos para bloquear a rodovia BR-060, que dá acesso à capital federal e por onde passariam as caravanas de apoio ao impeachment.

O MST É UMA QUADRILHA

Em Unaí (MG), um outro tipo de fraude está sendo investigada pela PF. O MST não consegue comprovar em que aplicou os R$ 3 milhões que o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) destinou ao acampamento denominado Barreirinho. O caso chegou à PF por uma denúncia de um ex-integrantes do MST: o brasiliense José Carlos Rodrigues Teixeira, militante no movimento por cinco anos. 
“Os integrantes do movimento aproveitaram a ascensão do PT para lucrar com a invasão de terras”, denunciou. Depois de invadir e ganhar a posse de Barreirinho, as lideranças do MST recorreram ao governo em busca de subsídios para o projeto. 
Segundo Teixeira, a Caixa Econômica Federal pediu que fosse montada uma cooperativa para a liberação de recursos, já que a legislação exigia a existência de um CNPJ. “Mas, em vez de o dinheiro ser destinado para cada família, os líderes do movimento disseram que seriam eles que administrariam os recursos. Pulei fora, pois eu seria um simples laranja”, afirmou ele. “O MST é uma quadrilha”, disse.

Há ilhas, fazendas e outras propriedades rurais e urbanas alvos da cobiça dos especuladores. 
ISTOÉ apurou que, antes da edição da MP, o senador Romero Jucá solicitou ao ministro do Planejamento uma relação das propriedades mais preciosas da União. 
Obteve um pendrive com as 21 áreas de maior valor na Amazônia, no Mato Grosso e no DF. 
Nos locais a PF suspeita da repetição de irregularidades, que compõem a tempestade perfeita: a união de políticos corruptos e empreiteiras criminosas, com o MST fazendo o jogo das invasões combinadas. Do site da revista IstoÉ

23 de junho de 2018
in aluizio amorim

UMA COISA É DEMOCRACIA, OUTRA COISA MUITO DIFERENTE É A DEMAGOGIA ELEITORAL

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google
A meu ver, foi uma ação demagógica dar direito de voto aos analfabetos funcionais. Dar título de eleitor a todos, indistintamente, sem levar em conta sua capacidade de escolher representantes, é uma irresponsabilidade tão grave quanto dar Carteira Nacional de Habilitação para deficiente visual.
Me perdoem, mas não existe justificativa para esta extensão demagógica do direito de voto a pessoas ignorantes, que não possuem capacidade mental para analisar a situação política e eleger representantes, esta é a realidade. Afinal, alguém entrega a instalação da rede elétrica de sua casa para um pipoqueiro ou prefere contratar um eletricista?
VOTO TIPO BINGO – A democracia ideal, com direito de voto para todos, é muito eficiente em nações que já erradicaram o analfabetismo, suas populações foram educadas a respeitar as leis, todos sabem para onde vão os impostos que pagam.
Voto tipo “bingo” é uma brincadeira. Me permitam dizer: só eleitores medíocres, pilantras ou corruptos podem votar nesta casta de políticos atuais, que em sua maioria não tem condições morais e conhecimentos sociais para exercer mandatos. Desse jeito, iremos sempre escolher os menos piores.
A democracia está em risco não pelos militares, mas pelos civis de merda que temos e em grande quantidade. É por esta razão que precisamos mudar toda a sistemática do voto universal, da organização partidária e do processo eleitoral.
VOTO DE QUALIDADE – A democracia é muito bonita e certamente constitui a melhor forma de administrar estado e sociedade. No entanto, sem qualidade no voto, teremos sempre escolhas desqualificadas, compradas, manipuladas. Se o voto é importante, como distribuí-los entre idiotas?
E por favor, esperar que a educação (familiar), a escolarização (escola) e o bom senso (individual) ajam espontaneamente e que a sociedade se aprimore em termos sociais e morais, isto é sonhar de olhos abertos com algo que jamais iremos presenciar.
Só com qualidade se produz mais qualidade. Com coisa ruim e medíocre, o resultado será sempre mais ruindade e mediocridade.

23 de junho de 2018
Antonio Carlos Fallavena

NOTA AO PÉ DO TEXTO

O tripé da corrupção, que falsifica a democracia, é o voto obrigatório, o voto do analfabeto e do analfabeto funcional e o grande negócio em que se transformou o sistema partidário.
m.americo

DESEMBARGADORA INDEFERE RECURSO E FACHIN ARQUIVA O PEDIDO PARA LIBERTAR LULA

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Vice-presidente do TRF-4 só liberou o recurso ao STJ
O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), julgou prejudicado e retirou da pauta da próxima terça-feira, 26, o pedido de liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O motivo é a decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) de negar, nesta sexta-feira, 22, a admissão do recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal.
A suspensão dos efeitos da condenação imposta pelo TRF-4, que poderiam liberar o petista da cadeia e sua inelegibilidade, era um pedido feito ao STF através do recurso extraordinário, que foi rejeitado nesta sexta pelo tribunal de segunda instância. No jargão jurídico, a defesa de Lula pedia o “efeito suspensivo” ao recurso.
PREJUDICABILIDADE – Em sua decisão, assinada nesta sexta-feira, Fachin apontou a “alteração do quadro processual” após a decisão do TRF-4.
“Com efeito, a modificação do panorama processual interfere no espectro processual objeto de exame deste Supremo Tribunal Federal, revelando, por consequência, a prejudicialidade do pedido defensivo. Diante do exposto, nos termos do art. 21, §1°, RISTF, julgo prejudicada esta petição. Retire-se de pauta. Diligências necessárias. Publique-se. Intime-se. Brasília, 22 de junho de 2018”, determinou o ministro.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A decisão foi da vice-presidente do TRF-4, desembargadora Maria de Fátima Labarrère. Ela aceitou dar seguimento ao recurso especial de Lula ao Superior Tribunal de Justiça, mas não admitiu o recurso extraordinário ao Supremo. Com isso, colocou ordem na bagunça – primeiro, Lula recorre ao STJ e depois ao STF. Mas é claro que a defesa do ex-presidente pode recorrer ao próprio TRF-4, por meio de um agravo, mas caberá à própria desembargadora Maria de Fátima Labarrère decidir se reconsidera ou não seu entendimento, após ouvir parecer do Ministério Público Federal. Qualquer que seja a decisão final da magistrada, admitir ou não admitir os recursos, ela deve remetê-los aos tribunais superiores, que farão uma segunda análise sobre a admissibilidade deles. Portanto, vamos aguardar agora a decisão da Quinta Turma do STJ, que recentemente já se manifestou por unanimidade contra a libertação de Lula. (C.N.)

23 de junho de 2018
Deu no Estadão

CAIU A MAIOR BOMBA NA CABEÇA DE LULA E DO PT COM A HOMOLOGAÇÃO DA DELAÇÃO DE PALOCCI



Caiu a maior bomba na cabeça de Lula e do PT com a homologação da delação de Palocci

23 de junho de 2018

TRF4 PASSA RASTEIRA INESPERADA NO STF E LULA PASSARÁ ANOS NA CADEIA