"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

ENTRISMO




Uma das táticas usadas pelos engenheiros da Nova Ordem Mundial é atacar as soberanias nacionais “por dentro”.

Inicialmente escolhem os agentes de alto nível intelectual, sem caráter e com grande ambição, que se dispõem a trair sua pátria por um prato de lentilhas (leia-se: milhões no bolso ou na conta).

Passam por um período de avaliação para comprovar sua “lealdade”. São levados a cometer crimes que, abafados pelos superiores, servirão de apólice de seguro contra futuras traições ou chantagens.

A este primeiro nível dá-se o nome de Agentes Conscientes.

Num segundo degrau está a porcada magra. Sem escrúpulos, como num momento descuidado confessou um antigo ministro. Não tem ideologia, nem moral, nem medo.

O terceiro escalão é a dos idiotas úteis. São movidos pela ideologia (que às vezes nem conhecem bem). Tomam-na como “religião”. São fanáticos e violentos.

O quarto e mais baixo nível até agora detectado, é a massa ignara, movida a sanduíche de “mortandela”.

Os partidos políticos são apenas disfarces para enganar o povo. Cada um tem a sua quota dos personagens acima descritos.

Não há reivindicações “suprapartidárias”. Todos farinha do mesmo saco, divididos em pacotinhos de diferentes marcas por questões de conveniência mercadológica

24 de agosto de 2015
Carlos Maurício Mantiqueira

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