"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

ÓDIO REVANCHISTA


                   EU VOTO AÉCIO  45




O relato é do que se chama de “memória seletiva”, cuja gênese é a sociopatologia criminosa, vulgarmente conhecida como comunismo.

Forjou-se uma “guerra de versões” e com esse desiderato engendrado pela narrativa falsificada da História, ativa e persistente campanha midiática e até propaganda, foram e são reiteradamente ‘denunciados’ sob o rótulo de crimes da ditadura, torturas, prisões, omitindo-se perversamente os crimes das organizações subversivas, de tendência comunista que pretendiam implantar uma ditadura totalitária nos países países do Cone Sul, modelo cubano.

Segundo esta nova visão, esquerdista – somente os “militares” cometeram crimes e com essa percepção distorcida passam a ‘identificar e a denunciar’ retrospectivamente cada vez mais os ‘excessos da ditadura militar’, superdimensionados unilateralmente para forjar uma “nova memória” - MEMÓRIA SELETIVA em que não teria havido excessos equivalentes que devem ser perdoados reciprocamente por Lei de Anistia. 

  Assim, movidos pelo ódio revanchista querem erigir como ‘verdade’ a existência de um só excesso, um só ‘demônio’, cuja recordação falsificada querem manter permanentemente.

Mas é preciso lembrar que quando os militares deixaram o poder, não pensaram ou pelo menos não articularam nenhuma estratégia para defesa dos “atos revolucionários”, sobretudo a repressão aos grupos e facções subversivas que pretendiam implantar um regime totalitário no País.

Não se pode esquer que o estímulo à luta de (sem) classes conduzidos e financiados pela tríade do mal – Moscou-Pequim-Havana – levou o Cone Sul (Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai) e outros países da América Latina – a enfrentarem e padecerem de uma luta fratricida, em diferentes graus de violência – com assassinatos, inclusive de civis inocentes, forçando os Estados a apelar até a leis de exceção para acabar com o terrorismo dos grupos subversivos que atuavam na época conectados e de acordo com as vinculações e conexões (MOSCOU-HAVANA-CHINA) existentes durante a ‘guerra fria’ e que somente foi superado, posteriormente pela vontade democrática da cidadania – promovendo o perdão e o esquecimento pela anistia aos crimes praticados no período, sancionada com igual espírito – tanto para os responsáveis como pelos membros dos órgãos legalmente incumbidos da repressão. 
 

Porém, quando a falsificação histórica estava consumada como “verdade única”, nega-se os efeitos da Anistia, em muitos países até revogada, negando-se a seguir os mais elementares princípio de direito e de justiça aos acusados pela repressão.

Mas há limites para tudo, algumas vozes depois do “efeito avestruz” passaram a se expressar e, até o Foro de São Paulo foi “descoberto” como mencionado no artigo a seguir - “Denuncian tratos desiguales en los juicios contra militares” ...
 
24 de setembro de 2014
Rivadavia Rosa
in graça no país das maravilhas

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