"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ASSIM COMO DILMA, MARINA SILVA TAMBÉM AMEAÇA A DEMOCRACIA COM CONTROLE SOCIAL

 

 
No Código Florestal, mesmo derrotada por mais de 90% dos votos, Marina Silva contestou o Congresso Nacional, incentivando pressões até mesmo físicas e ataques levianos contra os parlamentares. Moveu uma campanha nacional e internacional para peitar o Legislativo e afrontar a democracia. Essa é Marina Silva. No seu programa de governo está lá  o fim da democracia representativa.

"Pessoas da equipe estavam sistematizando informações que ainda não haviam passado nem por Neca nem por Maurício, que são os coordenadores do programa, e muito menos por mim e Eduardo", disse Marina em referência ao ex-governador Eduardo Campos, morto no dia 13 de agosto em acidente de avião em Santos.

"O documento a que tiveram acesso não é o documento que eu e Eduardo revisamos, então eu não posso falar de coisas que não é o documento oficial da campanha", disse Marina, que fez corpo a corpo no Centro de Tradições Nordestinas durante cerca de duas horas.

Conforme mostrou o Estado neste domingo, o texto prévio do programa, que ainda pode sofrer alterações pela campanha, defende a ampliação dos canais de democracia direta, como plebiscitos e consultas populares, e o controle das atividades dos políticos por conselhos sociais.

As mudanças pretendem ser a resposta da candidatura às manifestações populares de junho do ano passado. "Elas revelaram ao mesmo tempo o distanciamento entre governos e população e o desejo de mudança na forma de administrar", diz o documento.

Indagada sobre como a democracia participativa que propõe vai ser incluída no programa de campanha, a candidata disse: "O nosso documento fala de aprofundar a democracia. Aprofundar a democracia significa a valorização das instituições e que essas instituições e as representações políticas possam estar ligadas à sociedade brasileira".

"Para isso é preciso que existam meios de conectar os representantes e os representados, esse é o esforço que nós estamos fazendo, respeitando sobretudo o desejo que a sociedade tem de melhorar a qualidade da política, de melhorar a qualidade das instituições públicas", completou.

(Estadão)

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