"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O MILAGRE DO CRESCIMENTO DOS ASSISTIDOS PELO BOLSA FAMÍLIA



O governo alterou dados oficiais, públicos, depois que uma reportagem de VEJA mostrou que quase 800 000 famílias perderam o Bolsa Família entre dezembro do ano passado e julho deste ano.

Além disso, retirou do site do Ministério do Desenvolvimento Social o link para a consulta desses dados. O link só voltou ao ar depois de a revista ter questionado o motivo do sumiço.

Até a semana passada, uma página do site do Ministério do Desenvolvimento Social direcionava para o site da Caixa quem quisesse consultar o número oficial de famílias beneficiadas pelo Bolsa Família.

O banco é o responsável por fazer o pagamento do benefício. No site da Caixa, os dados referentes a julho deste ano mostravam um total de 13 221 128 famílias beneficiadas – essa informação foi utilizada na reportagem de VEJA, que mostrou a queda nos beneficiários baseada na informação, também fornecida pelo ministério, de que eram 14 003 441 as famílias autorizadas a receber o dinheiro em dezembro.

Ontem, no entanto, o governo – que divulgou nota na segunda-feira contestando a reportagem de VEJA — alterou os dados sem nenhuma explicação.

Depois de ficar fora do ar por algumas horas, o site da Caixa voltou exibindo um número diferente de beneficiados em julho: 13 827 369 (veja nesta página as duas imagens do site, antes e depois da publicação da reportagem).

Com esse novo dado, o número de famílias favorecidas pelo programa se mantém praticamente estável, em vez de diminuir.



17 de setembro de 2015
Reinaldo Azevedo

CUNHA PODE IR NOVAMENTE À JUSTIÇA CONTRA CID E CIRO GOMES

"JÁ GANHEI UMA ONTEM E CERTAMENTE VOU GANHAR OUTRAS", DISSE

"JÁ GANHEI UMA ONTEM E CERTAMENTE VOU GANHAR OUTRAS", DISSE (FOTO: ALEX FERREIRA/ CÂMARA DOS DEPUTADOS)


Um dia após ganhar ação na Justiça contra o ex-ministro Cid Gomes e ser alvo de ataques de seu irmão Ciro Gomes, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que "não perde tempo" com os dois e que a solução dos problemas é dada com ações judiciais. "Já ganhei uma ontem e certamente vou ganhar outras", disse.

Nesta quarta-feira, em ato de filiação ao PDT, Ciro Gomes afirmou que o deputado "representa uma maioria de corruptos" e que é o "maior vagabundo de todos". Segundo Cunha, qualquer declaração ofensiva vinda de um dos irmãos será objeto de ação judicial. 
"Não perco tempo com essa dupla. Essa dupla é na Justiça".

Ontem, Cid foi condenado a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais a Cunha. No início do ano, ele afirmou em seminário que a Câmara tinha entre 300 e 400 achacadores. Depois, confirmou no plenário da Casa o que havia dito.

Em tom de ironia, Cunha alfinetou os dois irmãos, que já governaram o Ceará, ao comentar o que poderia fazer com o dinheiro proveniente de indenizações. "Provavelmente até para fazer doações para instituições do Ceará que não foram bem atendidas no governo", disse.

Governo

O presidente da Câmara também voltou a fazer críticas à condução do ajuste econômico pelo governo Dilma Rousseff. Para ele, o governo deveria equilibrar as contas com cortes de gastos, e não com criação de impostos e com transferência de despesas. 
"O governo está errado em não resolver o déficit cortando despesas", disse. "O governo vai começar a recuperar confiança quando mostrar ação, e não com impostos", completou. (AE)


17 de setembro de 2015
diário do poder

O ÚLTIMO ATO

O anúncio atabalhoado do pacote que prevê um corte de R$ 26 bilhões nas despesas do governo e propõe um aumento de cerca de R$ 40 bilhões na arrecadação, com R$ 32 bilhões provenientes de uma nova CPMF, desnudou mais uma vez o quanto Dilma Rousseff e sua equipe econômica estão desnorteadas e não têm capacidade de oferecer alternativas concretas para o país sair da crise. As medidas anunciadas pelos ministros da Fazenda e do Planejamento, que dependem em sua quase totalidade do Congresso Nacional, revelam que o PT pretende jogar sobre os ombros dos brasileiros a enorme fatura por sua própria incompetência nos últimos 13 anos.

O desmantelo é tão evidente que, há menos de um mês, Dilma enviou ao Congresso uma proposta de Orçamento deficitário em mais de R$ 30 bilhões justamente porque não teve a coragem de assumir o ajuste que agora apresenta como a solução para todos os males do Brasil. Nesta nova investida para recuperar a credibilidade perdida, o governo se dispõe a fazer um corte de gastos insignificante, muito menor que a previsão de receita advinda dos novos impostos. O pacote se ancora, fundamentalmente, no aumento de uma carga tributária já obscena e na recriação da CPMF, amplamente rejeitada pelos brasileiros e que certamente não será aprovada no Parlamento.

É quase um delírio imaginar que um governo inepto, acuado e reprovado pela população conte com o beneplácito do Legislativo em seu intuito de tungar o cidadão e fazê-lo pagar a conta pela inoperância dos que levaram a economia brasileira ao buraco. Talvez só seja possível discutir um pacote de austeridade ou mesmo o aumento da carga tributária em um outro ambiente político, sob novas bases, com uma liderança que tenha o respeito da sociedade. Sob Dilma, o ajuste fiscal tem um sabor amargo de fraude e não passa de uma tentativa de escamotear a irresponsabilidade lulopetista e ludibriar novamente a nação.

O estelionato eleitoral praticado pela presidente da República, que agora se vê obrigada a levar a cabo tudo aquilo que acusou seus adversários de fazerem caso eleitos (cortar gastos, reduzir programas sociais, suspender concursos públicos, adiar o reajuste dos servidores etc.), diminui ainda mais a confiança da população na gestão que aí está. O PT nunca teve um projeto de desenvolvimento para o país, mas sempre contou com uma máquina de propaganda eficiente capaz de “fazer o diabo” para vencer eleições. O conto de fadas chegou ao fim, o país está no chão e os brasileiros não se deixam mais enganar por quem mostra a cada dia que não tem condições políticas e morais de comandar coisa alguma.

O último ato do governo de Dilma Rousseff já começou a ser escrito e, ao que tudo indica, não deve se transformar em um capítulo tão longo. O Brasil exige uma saída rápida e um desfecho democrático para a grave crise que atravessa. O processo constitucional do impeachment já foi deflagrado no Congresso Nacional e hoje se impõe como uma necessidade absoluta para resgatarmos a confiança no futuro e retomarmos o caminho do desenvolvimento. É o que a sociedade deseja, é o que o país precisa.


17 de setembro de 2015
Roberto Freire é deputado federal por São Paulo e presidente nacional do PPS

CPMF?? SEM CHANCE!!!

ALIADOS DIZEM A DILMA QUE NÃO HÁ MAIORIA PARA APROVAR CPMF
PRESIDENTE PRECISA DE 308 VOTOS PARA APROVAR PEC RECRIANDO CPMF


PRESIDENTE PRECISA DE 308 VOTOS PARA APROVAR PEC RECRIANDO CPMF. FOTO: ROBERTO STUCKERT FILHO


Em reunião no Palácio do Planalto na manhã desta quinta-feira, 17, líderes da base aliada na Câmara disseram à presidente da República, Dilma Rousseff, que ela não tem hoje os 308 votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda à Constituição que recria a CPMF. 
No encontro, os líderes voltaram a demonstrar insatisfação com o direcionamento das emendas parlamentares a obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A expectativa dos governistas é que Dilma recue nesse ponto. "Ela sinalizou que entende essa questão, mas não deu resposta definitiva", disse o líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ). 
A expectativa é que a questão seja tratada na próxima segunda-feira, 21, em reunião com o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, que esta semana passou a cuidar da articulação política do governo.

Segundo o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), a presidente estava serena e passou a conduzir pessoalmente a relação política com o Congresso. 
O parlamentar disse que a presidente garantiu que passaria a ter muito mais contato com as bancadas na tentativa de reestruturar a base e garantir a aprovação das medidas do ajuste fiscal. 
"Ao querer receber de forma mais direta o termômetro da Casa, ela está mais disposta a dialogar", disse Rosso.

O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), afirmou que a presidente não abordou com os líderes a reforma ministerial, prevista para ser anunciada até a próxima quarta-feira, 23. Guimarães também disse que não se tratou do movimento pró-impeachment conduzido pela oposição. 
"Não estou preocupado com esta agenda dos conspiradores", comentou o deputado.

A presidente também demonstrou aos líderes da base preocupação com a análise dos vetos, que deve ocorrer em sessão do Congresso marcada para a próxima semana. 
Os líderes cobraram do governo que divulgue o impacto financeiro da eventual derrubada dos vetos para que eles apresentem os dados às suas bancadas. (AE)


17 de setembro de 2015
diário do poder

NOTAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Dilma, que nunca lutou pela democracia, mobiliza militância para ampliar a ditadura nazicomunopetralha



A decadente e impopular Dilma Rousseff, absolutamente insustentável na Presidência da República, comprovou ontem porque sempre praticou a demagogia de pregar que lutou contra "uma ditadura", sem nunca ter lutado pela defesa da democracia de verdade. O ato falho de proclamar que "faremos de tudo" contra o que chama de "processos não democráticos" foi mais uma dica de Dilma para antecipar que o grupo que a sustenta no poder se prepara uma radicalização. Dilma sabe que só tem "salvação" se conseguir aplicar uma espécie de "golpe de Estado", no melhor estilo bolivariano, para continuar (des)governando. Como tem certeza de que sua saída é questão de pouco tempo, fomenta ameaças a quem é oposição.

Joga contra os interesses de Dilma e seu grupinho o acelerado processo de desconstrução do corrupto regime nazicomunopetralha promovido pelas ações judiciais da Lava Jato. Ontem, no mesmo dia em que José Dirceu (o velho guerreiro do povo brasileiro), o tesoureiro João Vaccari e mais 13 viraram réus no Petrolão, o Supremo Tribunal Federal tomou a inadiável decisão de pedir ao Ministério Público Federal que analise o pedido da Polícia Federal para ouvir, oficialmente, Luiz Inácio Lula da Silva, a partir da suspeita de que o ex-Presidente possa ter sido beneficiado por propinas.

Além disso, novas delações premiadas vão abalando o PT, o PMDB e o PP, com alto risco de atingir Dilma - que foi presidente do Conselho de Administração da Petrobras quando a maior parte das falcatruas foram promovidas contra a estatal de economia mista. Dilma tem grande chance de ser responsabilizada, direta ou indiretamente, pelo prejuízo estimado de R$ 370 bilhões que roubalheira na petrolífera causou à empresa e aos investidores nacionais e estrangeiros. Documentos em poder da Força-Tarefa da Lava Jato comprovam que Dilma, demais conselheiros e diretores da Petrobras foram, no mínimo, omissos diante das denúncias (feitas oficialmente em assembleias) sobre irregularidades na gestão da companhia.

Pelo menos ontem, durante o lançamento (em São Paulo) da campanha "10 medidas contra a corrupção", promovida pelo Ministério Público Federal, o Procurador da República Deltan Dellagnol fez uma previsão otimista: "Na Lava-Jato existe uma perspectiva concreta de punição daquelas pessoas. Como o mensalão, a Lava-Jato é um ponto fora da curva, em razão da pressão da mídia, da pressão social e da opinião pública em relação ao caso". O Procurador explicou por que o MPF tem conseguido celebrar tantos acordos de "colaboração premiada" nos processos, a partir do exemplo do publicitário que se transformou no principal bode expiatório no escândalo do Mensalão: "Um dos múltiplos fatores que colaboraram foi o chamado efeito Marcos Valério, condenado a duras penas no mensalão. E ninguém quer ser um segundo Marcos Valério".

Enquanto a Lava Jato ainda não limpa a corrupção no topo do poder, o desgoverno continua infernizando a vida dos brasileiros, insistindo na tese canalha de aumentar mais os impostos em tempos bicudos de crise política, econômica e moral. Por isso, aproveitando que Dilma vai se desgastar ainda mais com isto, o inimigo dela, Eduardo Cunha, presidente da Câmara, pediu ao jurista Hélio Bicudo, fundador histórico do PT, que faça adequações no pedido de impeachment que apresentou. O texto dele receberá um aditamento de argumentos feitos pelo também jurista Miguel Reale Júnior, outro que se arrependeu do apoio dado ao PT em passado recente.

Dilma está com medo do que chama de "golpe" e prepara o verdadeiro golpe dela. O bicho vai pegar... Definitivamente, os brasileiros ainda não viram nada desta imensa crise - que vai longe, se uma intervenção constitucional, pelo poder instituinte do povo, não ocorrer o mais urgente possível.

Golpe sem militares


Dilma collorida


Quem está sentindo?




Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

17 de setembro de 2015
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

VALE O DESTAQUE PELA ESTUPIDEZ IRRADIANTE...


17 de setembro de 2015

O QUE É AJR? DE NOVO: UM ADENDO FUNDAMENTAL




As mais de 40 organizações guerrilheiras comunistas que nas décadas de 60 e 70 foram desbaratadas pelas Forças Armadas renascem das cinzas, agora revigoradas pelas lições do passado, "o que e o como fazer e não fazer", para, no bojo do bolivarianismo de estado, prosseguirem na luta pela implantação de um regime comunista, cujo primeiro passo já foi dado com a crise econômica-financeira projetada e executada pelo governo federal.

Não se enganem, tantas foram as advertências partidas de estudiosos da economia - que falaram às pedras, haja vista que o governo fez ouvidos de mercador - que prevalece a certeza de que a crise não está aqui por acaso.

Simples assim: os seus arquitetos apenas erraram na dose do veneno, fragilizando, além da conta, a sociedade, sem o apoio da qual a conclusão do projeto de poder bolivariano ficou um pouco prejudicada.

Uma vez superada a crise, o MST, desde já infiltrado no Ministério da Defesa, a AJR, as demais 16 organizações comunistas abaixo relacionadas, e outras tantas que serão criadas e a elas se juntarão, serão os braços ardilosos e fortes com que os tios e tias comunistas do passado contarão para instrumentalizar o projeto bolivariano, dessa vez com o apoio de nações sul-americanas já engajadas nesse insano e burro projeto.

Permito-me sugerir que os senhores dediquem a máxima atenção às revelações do historiador Carlos Azambuja.

Leia e releia: 

O que é AJR?


"Se tu conheces o inimigo e a ti próprio, não precisarás temer o resultado de 100 batalhas. Se tu te conheces, mas não ao inimigo, para cada vitória obtida sofrerás também uma derrota. Mas, se tu não conheces o inimigo e nem a ti próprio, serás sempre derrotado".
(SUN-TZU, Ano 500 A.C.)


“A AJR - Aliança da Juventude Revolucionária – é uma organização política revolucionária e socialista composta por jovens, tanto trabalhadores como estudantes. Seu objetivo é organizar a juventude em torno de um programa definido que defenda suas reivindicações imediatas e as reivindicações históricas da classe operária, tendo em vista a luta pela revolução proletária, o governo operário e o socialismo” (http://www.pco.org.br/ajr/pagina_inicial.php) 

A AJR atua organizando as lutas da juventude nas escolas, universidades, nos locais de trabalho e moradia, nas lutas envolvendo a questão dos negros e das mulheres e também nas questões referentes à arte e à cultura.

Defende um ensino público, gratuito e de qualidade para todos, em todos os níveis, além de outras reivindicações da juventude estudantil, como o fim do vestibular e o livre ingresso na universidade, a constituição de governos tripartites com maioria estudantil nas escolas e universidades etc.

A AJR atua também nas fábricas e no campo, onde organiza a luta contra o desemprego e por aumentos salariais para os jovens trabalhadores, a luta pela reforma agrária com expropriação do latifúndio, jornadas de trabalho reduzidas sem redução dos salários para jovens que estudam e trabalham, entre outras.

Em todos os lugares, a AJR realiza campanhas políticas com temas de interesse dos jovens e de toda a população, a exemplo da campanha contra a repressão aos sem-terra e de defesa do ensino público e gratuito e pela redução da jornada de trabalho para 36 h. semanais sem redução nos salários.

A AJR organiza também palestras e cursos de formação política sobre os mais diversos temas, tais como a história das lutas de Che Guevara, a Revolução Cubana, a Revolução Russa, A História do Socialismo, sobre obras marxistas como O Capital, de Marx, de introdução aos elementos fundamentais da teoria marxista, sobre arte e cultura (Surrealismo), sobre psicologia e sexo na juventude, entre outros.

Duas vezes por ano, a AJR realiza uma de suas principais atividades: os acampamentos de férias de verão e inverno, nos quais participam jovens de várias regiões do país que aproveitam o período de férias escolares e no trabalho para realizarem cursos de formação política.

A AJR participa das atividades do movimento estudantil nacional, os Congressos da UNE e da UBES e das organizações estaduais e municipais dos estudantes, onde intervém com o seu programa.

Além disso, a Aliança da Juventude Revolucionária participa das campanhas políticas, sindicais e outras promovidas pelo Partido da Causa Operária, PCO, e publica um jornal de circulação nacional, além de boletins periódicos que são distribuídos em quase todos os Estados do país.

Alguns itens sobre o programa da Aliança da Juventude Revolucionária:

- Não ao salário-mínimo de fome;

-Abaixo a super exploração;

- Que os patrões arquem com os custos da crise e sustentem seu Estado;

- Não às demissões e sim às ocupações de fábricas;

- Não ao pagamento da dívida externa e fora o imperialismo;

- Fim da repressão aos sem-terra e fim dos latifúndios;

- Mobilização revolucionária das massas, pelo socialismo;

- Por uma universidade a serviço da luta de classe do proletariado;

- Por uma nova direção para o movimento estudantil e reconstrução da UNE pela base;

- Pelo fim do ensino pago, por uma universidade gratuita para todos;

- Pela descriminalização do aborto e atendimento às mulheres pela rede médica gratuita;

- Pelo fim da discriminação sexual da mulher;

A Aliança da Juventude Revolucionária compreende que a luta pelo governo operário e pelo socialismo somente poderá ser vitoriosa com a derrota do capitalismo nos países mais avançados e por isso repudia qualquer fantasia reacionária de construir um “socialismo nacional”.
 
A luta revolucionária, hoje mais do que nunca, exige responder ao chamado revolucionário do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels: “Proletários de todos os países, uni-vos!” A AJR defende, nesse sentido, a revolução mundial como a única via para o socialismo.

Para o sucesso da luta contra os capitalistas e seus agentes, as massas precisam de uma direção revolucionária mundial para as suas lutas. Esta direção não pode ser outra que a IV Internacional, continuadora da tradição histórica da luta revolucionária das massas operárias do mundo que vai desde o Manifesto Comunista de Marx e Engels, passando pela II Internacional em sua época revolucionária, até a III Internacional e à Revolução, de Lênin e Trotski, da qual a bandeira da IV Internacional é a continuação viva.

Esta é uma tarefa de hoje, não do amanhã. Por isso, a AJR soma-se ao chamado do Partido da Causa Operária e de outras organizações trotskistas revolucionárias pela refundação imediata da IV Internacional.

O Partido da Causa Operária, que defende os postulados revolucionários da IV Internacional, foi tornado legal pela Justiça Eleitoral.

Além da AJR, dezesseis outras entidades vinculadas a organizações, grupos e partidos políticos nacionais ou estrangeiros atuam no chamado Movimento Estudantil:

1. UJR-UNIÃO DA JUVENTUDE REBELIÃO (Partido Comunista Revolucionário)
 
2. JAL-JUVENTUDE AVANÇAR NA LUTA (Liga Bolchevique Internacionalista)
 
3. JR-JUVENTUDE REBELDE (Partido Comunista Marxista-Leninista)
 
4. JR8-JUVENTUDE REVOLUCIONÁRIA DO MR8 (Movimento Revolucionário Oito de Outubro)
 
5. JR-JUVENTUDE REVOLUÇÃO (O Trabalho)
 
6. UJC-UNIÃO DA JUVENTUDE COMUNISTA (Partido Comunista Brasileiro)
 
7. UJS-UNIÃO DA JUVENTUDE SOCIALISTA (Partido Comunista do Brasil)
 
8. UJR-UNIÃO DA JUVENTUDE REVIRAVOLTA (Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado)
 
9. FER-FRENTE ESTUDANTIL REBELIÃO (Ala Vermelha)
 
10. JUVENTUDE EM LUTA REVOLUCIONÁRIA (integrante do “Bloqueoalca”)
 
11. JUVENTUDE DE COMBATE SOCIALISTA (Corrente Socialista dos Trabalhadores)
 
12. MOVIMENTO REVOLUCIONÁRIO DA JUVENTUDE (Partido Operário Revolucionário Trotskista-Posadista)
 
13. MOVIMENTO ESTUDANTIL POPULAR REVOLUCIONÁRIO (Liga dos Camponeses Pobres)
 
14. COMUNA (CORRENTE MARXISTA UNIVERSITÁRIA EM AÇÃO)
 
15. JUVENTUDE REVOLUÇÃO INDEPENDENTE – Dirigiu em Florianópolis, no início de julho de 2004, os distúrbios de rua contra o aumento das passagens de ônibus. Chefiada por MARCELO POMAR, que foi preso. MARCELO POMAR, 26 anos, nasceu no Pará e reside em Florianópolis há 5 anos. Estuda História na Universidade de Santa Catarina e é dirigente da Juventude Revolucionária Independente. É bisneto de PEDRO POMAR, ex-dirigente do PC do B, e neto de WLADIMIR POMAR, dirigente do PC do B.

16. GRUPO CONTRAPONTO – Ação Popular Socialista, que atua dentro do PT.

Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

17 de setembro de 2015
Lúcio Wandeck é um cidadão de 82 anos que já viu esse filme antes
...

A DISCIPLINA MILITAR PRESTANTE



Todo militar sabe que a disciplina é o melhor modo de coordenar esforços em combate e que a base da disciplina é a confiança entre chefes e subordinados num Exército normal a confiança é natural e mesmo quando as ordens contrariam o pensamento dos subordinados estes costumam dar um crédito de confiança por saber que na coesão está a sua força, mas quando um comandante declara que nada fará para defender da perseguição esquerdista os que se sacrificaram para cumprir suas missões fica impossível manter a confiança e quem sofreu as consequencias foi seu sucessor, que não recebeu o apoio que merecia ao reequipar o Exército usando os serviços da Engenharia de Construção.

Quando a confiança não mais existe, a disciplina formal torna-se somente uma máscara para encobrir a covadia e a busca de vantagens pessoais e no Exército antes brioso os carreiristas reunem-se em torno dos chefes do momento como as parasitas infestam a árvore frondosa, enfeitando-a com flores enquanto sugam sua seiva. 
Ambos, a árvore e o Exército nestes casos, enfraquecem seus troncos e estão prontos para desabar na primeira tormenta.

O novo comandante assumiu com uma dosagem extra de confiança, quer por sua história de vida  quer por receber um Exército melhor equipado, mas já sentiu que voltará a época de vacas magras. 
Até isto pode ser tolerado, mas surgiu algo que não pode – a humilhação descarada da tentativa de assumir o comando das Forças Armadas por uma enfermeira despreparada, ligada ao "exército" do Stédile, com ou sem o aval do ministro político.

Chegou o momento em que a atitude do chefe definirá se ele assumirá a liderança ou recuará para o Limbo, se não para o inferno. Consta que a enfermeira articulou  o "golpe" sem conhecimento dos superiores dela (consta talvez para livrar a cara do  Ministro). Só isto já é motivo para a exoneração dela.

Não sabemos como se desenrolarão os acontecimentos, mas a atitude que esperamos dos comandantes das Forças é a solicitação (irrevogável) da exoneração da secretária. Nem  sub delegação nem a revogação do decreto é suficiente.

E se a solicitação for recusada? – Então tem que ser a jogada suprema: Que tanto ela como o Ministro sejam presos na hora.

As consequências? Ora, terminaria com a mudança do Governo, mas não nos preocupemos. Nenhum governo seria louco de enfrentar uma justa rebelião militar, muito menos um com a impopularidade que tem. 

De São Mateus 12, 25:

"Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: "Todo reino dividido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá"

Será que isto acontecerá conosco?

17 de setembro de 2015
Gelio Fregapani é Escritor e Coronel da Reserva do EB, atuou na área do serviço de inteligência na região Amazônica, elaborou relatórios como o do GTAM, Grupo de Trabalho da Amazônia. Extrato do Comentário Geopolítico de número 226, de 13 de setembro de 2015.

ÚLTIMA CHANCE



É um velho e macabro ritual na história brasileira. 
Quando o presidente da República está para cair, um jornalão dá o grito em editorial na primeira página. 
E nenhum tem resistido a essas aves de mau agouro. Foi assim com Getúlio, Jânio, Jango, Collor.

by Wellington Soares da Silva, desenhista pernambucano


Domingo, de alto a baixo da primeira página, em letras garrafais, a Folha de São Paulo – tentando disfarçar, mas indisfarçadamente –, anunciou a derrubada de Dilma. 
Não diz como nem quando. Mas ousa:– Última Chance.

17 de setembro de 2015
Sebastião Nery, jornalista

PEDIDO DE IMPEACHMENT DA DILMA

FORMULADO PELOS JURISTAS HÉLIO BICUDO E MIGUEL REALE JÚNIOR É PROTOCOLADO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS


O ato de entrega do pedido de impeachment diretamente ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha na manhã desta quinta-feira. (Foto: O Antagonista)
O pedido de impeachment de Dilma Rousseff formulado pelos juristas Hélio Bicudo e Miguel Real Júnior foi protocolado na Câmara dos Deputados na manhã desta quinta-feira. A foto e a informação é de O Antagonista, enquanto a maioria dos veículos da grande mídia até agora não se referiram ao fato.

Deve-se assinalar que, desta feita, o pedido de impeachment da Dilma tem as digitais também do PSDB, já que o jurista Miguel Reale Júnior é ligado aos tucanos. Aliás, quando o impeachment começou a ser cogitado o PSDB encomendou a Reale Júnior um estudo profundo sobre a questão. 

Como se vê nesta forto exclusiva de O Antagonista o próprio Miguel Reale Júnior acompanhado de diversos tucanos está presente ao ato que, como se vê, não foi apenas um ato burocrático de protocolo do documento. A comitiva do impeachment foi recebida pelo presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, a mostrar que tucanada decidiu descer do muro.


17 de setembro de 2015
in aluizio amorim

2 comentários:

Data Venia disse...
O PT fez quatro pedidos de impeachment contra FHC! QUATRO! Agora que uma presidente petista vai ser o alvo, virou golpe. Nunca espere coerência desta corja vermelha.

Milton Temer (2 pedidos)
José Genoino
Orlando Fantazzini

2. Recordar é Viver – Temer Apresentou 02 Pedidos de ...

governoemercado.com › Governo

16 de fev de 2015 - Não custa lembrar que durante o governo FHC, o PT apresentounada menos que 04 pedidos de impeachment

17 de setenbro de 2015
.......................
Jurandir disse...
O PT se prepara para adotar o "PLANO B", caso não consiga barrar o impeachment de Dilma e/ou a prisão de Lula.

Agentes venezuelanos e cubanos já estão no Brasil, treinando o MST e CUT, para transformar estes grupos de jagunços em braço armado do PT.

Durante a Guerra Fria, os cubanos e soviéticos fizeram exatamente isto na Africa do Sul, Rhodesia, Namíbia, Angola e Moçambique. Esta matilha de hienas não vai aceitar o impeachment de Dilma; de jeito nenhum !

Reparem como todos os milicianos nesta foto usam o mesmo "uniforme de combate": Camiseta vermelha e jeans.

As três perguntas que ficam sem respostas (ao ver esta foto do campo de treinamento de guerrilheiros) são as seguintes:

(I) POR QUE RAZÃO AS FORÇAS ARMADAS PERMITEM QUE AGENTES ESTRANGEIROS OPEREM ESTES CAMPOS DE TREINAMENTO MILITAR CLANDESTINOS NO BRASIL ?

(II) DE ONDE ESTÃO SAINDO ESTES FUZIS FAL (CAL 7.62X51MM NATO); QUE SÃO ARMAS DE GUERRA PRIVATIVAS DAS FORÇAS ARMADAS?

III) O QUE MAIS ESTA FALTANDO PARA ENVIAR LULA E DILMA PARA PRISÃO?

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FRASE DO DIA

«Segundo a presidente, a oposição, chamada por ela de "esse pessoal", aposta no "quanto pior, melhor", como se fosse possível piorar aquilo que seu desastroso governo já fez e, lamentavelmente, ainda pode fazer ao País.» 


17 de setembro de 2015
in Editorial do Estadão, 17 set° 2015.

O HUMOR DO SPONHOLZ...

17 de setembro de 2015

INDÚSTRIA PREVÊ FECHAMENTO DE MAIS DE 610 MIL VAGAS

NÚMERO DE DEMISSÕES VAI MAIS QUE TRIPLICAR EM RELAÇÃO A 2014

SOMENTE A CONSTRUÇÃO CIVIL DEVE ELIMINAR 500 MIL POSTOS DE TRABALHO (FOTO: EBC)


Em meio a uma crise classificada como uma das piores da história, seis grandes setores da indústria nacional preveem que mais de 610 mil vagas de emprego serão fechadas neste ano. O número é puxado pelos trabalhadores da construção civil, segmento que deve eliminar 500 mil postos de trabalho. No ano passado, esses seis setores – construção, máquinas, siderurgia, automóveis, química e eletroeletrônicos – demitiram 200 mil pessoas.

O setor de máquinas, que depende fundamentalmente das obras da construção civil, já acusou o golpe. Mais de 25 mil vagas foram fechadas no 1.º semestre e outros 25 mil cortes estão a caminho até dezembro, carimbando 2015 como o pior ano na história para as empresas do segmento.

Sem obras ou máquinas, não há o que fazer na siderurgia, que já adiou US$ 2,1 bilhões em investimentos neste ano e desativou 20 unidades produtivas País afora. O resultado foi a demissão de 11,2 mil funcionários, 10% de toda a força de trabalho do setor. Outros 4 mil postos de emprego devem ser fechados até o fim do ano.

Com a paralisação da indústria e as demissões em massa, cresce a pressão sobre as vendas minguadas das montadoras, que já cortaram mais de 11 mil empregos até agosto e, para evitar novos cortes em massa, têm hoje 27 mil funcionários em férias coletivas ou em suspensão temporária do contrato, o chamado “lay off”.

O consumidor, que tem adiado a troca do carro, também decidiu postergar a compra de bens mais acessíveis, como telefone celular e computador, que viram suas vendas caírem 17% e 20%, respectivamente, no 1.º semestre deste ano em relação ao mesmo período de 2014.

A indústria de eletrônicos reagiu imediatamente. As demissões, que em 2014 atingiram 15 mil trabalhadores, reduzindo de 310 mil para 295 mil o número de empregados no setor, aceleraram o processo de deterioração neste ano.

A cada mês, 3 mil pessoas que trabalham para a indústria eletroeletrônica perdem o emprego. Em 2015, serão mais de 30 mil demitidos.

Problemas. “Começamos o ano com 3 milhões de empregados e fecharemos com 2,5 milhões. É realmente inacreditável o que estamos vivendo hoje, e o governo continua sem atacar os problemas reais, que são os gastos públicos”, diz disse José Carlos Martins, presidente Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic).

Luiz Moan, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), diz que, em termos de número de trabalhadores, as montadoras recuaram para 2010, com 134 mil funcionários. “Quanto à produção, retornamos ao nível de 2006. Hoje, nosso empenho está em buscar alternativas para evitar mais demissões.”

Até mesmo setores menos expostos às oscilações do varejo, como a indústria química, têm sentido o peso da paralisação da economia. O segmento conseguiu fechar 2014 com os mesmos 400 mil funcionários com os quais começou, mas neste ano as coisas se complicaram. Entre janeiro e julho, cerca de 6 mil pessoas já foram demitidas.

Os estragos na indústria e, consequentemente, no mercado de trabalho, estão refletidos nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho. Nos últimos 12 meses, a crise na economia já acabou com mais de 850 mil vagas no País, o pior desempenho da série desde a sua criação, em 1996. As previsões mais atuais indicam que o número poderá superar 1 milhão de cortes neste ano. (AE)



17 de setembro de 2015
diário do poder

"MEU PRESÍDIO, MINHA VIDA" SERIA A SAÍDA PARA A CRISE?

Brasília - O problema do Brasil não se resume à crise econômica, política e financeira. O problema do Brasil é, sobretudo, policial. Isso mesmo, enquanto os meliantes petistas, que vivem pendurados nas tetas do governo, não forem demitidos ou presos, não existe saída a curto prazo. Chega de dourar a pílula, o Brasil precisa ampliar o sistema carcerário para recolher todos os larápios petistas que roubam as empresas públicas ainda agarrados aos milhares de cargos no Governo. Dezenas deles já estão engaiolados no presídio do Paraná, mas muitos ainda serão candidatos ao “Meu presídio, minha vida”, o programa que poderá ser o mais bem sucedido e eficiente da Dilma.

Os economistas do PT, que afundaram o país, são figuras patéticas. Foram incapazes de apresentar à nação alternativas para revitalizar a economia. A mediocridade começou com o médico Antonio Palocci, prefeito de Ribeirão Preto, onde respondia a vários processos por falcatruas, logo guindado a gênio pela imprensa servil. Depois apareceu o outro coveiro, Guido Mantega, consultor de sindicatos petistas. Um cavou o buraco e o outro enterrou a economia. E agora, Joaquim Levy, a raposa no galinheiro, representante do Bradesco, que passa a maior parte do tempo negando que vai deixar o ministério. É o melhor que sabe fazer para tentar acalmar o mercado financeiro de quem perdeu a confiança.

A Dilma, como uma tonta, faz reunião todos os dias. Na última delas, disse que vai enxugar a máquina pública, começando pelos ministérios irrelevantes. Essa estória os brasileiros conhecem. Quando esteve ameaçado de deixar o Palácio do Planalto, Collor também trocou os ministros. Aliás, para melhor. Só que o seu tempo (“O senhor da razão”) acabou com o impeachment. A Dilma trilha pelo mesmo caminho, depois que perdeu o controle do Estado e da sua base de sustentação no Congresso Nacional. Quer mudar a cara do governo incompetente e ainda luta como pode para conquistar os votinhos na Câmara dos Deputados que a livrariam da abertura do processo de impeachment. Caiu nas mãos do venenoso Eduardo Cunha, que agora a mantém refém dos seus caprichos.

Enquanto isso, a Polícia Federal e o Ministério Púbico apertam o cerco contra os petistas mais gabaritados (?) . Depois de botarem na cadeia Zé Dirceu e os dois tesoureiros petistas João Vaccari Neto, Delúbio Soares, agora apontam seus mísseis para Edinho Silva, Ministro da Comunicação Social, acusado em delação premiada de ser o principal benfeitor do dinheiro roubado da Petrobrás para campanha da Dilma. É esse senhor, com essa folha corrida, que fala em nome do governo. Repreende a oposição e tenta dar aulas de ética e de comportamento. Se não tivesse fórum privilegiado, providenciado por Lula, certamente já estaria também em uma cela da Polícia Federal no Paraná.

Ora, de que adianta corrigir os rumos da economia e da política se os petistas vão continuar roubando nas empresas públicas? Nada. Limpar a máquina administrativa desses gafanhotos que devoram a folha de pagamento do Estado, desratizar os órgãos públicos dos sindicalistas pelegos e investigar as centrais sindicais para onde vão bilhões de reais do FAT é uma medida urgente e necessária para passar o país a limpo. Sem essa providencia, a tendência é o povo assistir inerte o governo aumentar impostos e dissolver a economia com propostas autoritárias para penalizar a população.

Os jornais brasileiros, que até então apoiavam esse governo desastroso da Dilma,, agora fazem um mea-culpa a julgar pelo último editorial de primeira página da Folha de S. Paulo que encerra com um ultimato à Dilma: “O País, contudo, não tem escolha. A presidente Dilma tampouco: não lhe restará, caso se dobre sob o peso da crise, senão abandonar suas responsabilidades presidenciais e, eventualmente, o cargo que ocupa”.



17 de setembro de 2015
Jorge Oliveira

CRESCE CHANCES DE KÁTIA ABREU ASSUMIR A CASA CIVIL

SE LULA CONCORDAR, KÁTIA ABREU, EX-OPOSIÇÃO, ASSUME CASA CIVIL

ELA SÓ PRECISA DO AVAL DO EX-PRESIDENTE PARA SER CONFIRMADA NA CASA CIVIL. (FOTO: ANTONIO CRUZ/ABR)


Diante das resistências para aprovar o pacote fiscal, a presidente Dilma Rousseff vai mexer no "núcleo duro" do governo e reforçar a articulação política com o Congresso. A estratégia prevê o fortalecimento da Secretaria-Geral da Presidência, que hoje cuida dos movimentos sociais, e a volta de Ricardo Berzoini atual ministro das Comunicações, para fazer a "ponte" entre o Palácio do Planalto e o Congresso.

Dilma está sendo cada vez mais pressionada pelo PMDB e mesmo pelo PT a substituir Aloizio Mercadante (PT) na Casa Civil. Apesar de ser o homem de confiança de Dilma, Mercadante coleciona atritos no Senado e na Câmara.

Em conversas reservadas, o nome que voltou a ser citado para a Casa Civil é o da ministra da Agricultura, Katia Abreu (PMDB). Dilma, porém, ainda não bateu o martelo sobre essa troca. Para isso, a presidente pretende conversar com o ex-presidente Lula. Se ele concordar, Kátia Abreu substituirá Mercadante. Senadora de ferrenha oposição a Dilma, ela aderiu ao governo e foi premiada com o cargo de ministra da Agricultura, que exerce atualmente.

Preocupado com os desdobramentos da crise, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai desembarcar nesta quinta-feira, 17, em Brasília e, mais uma vez, aconselhará Dilma a convocar o titular da Defesa, Jaques Wagner (PT), para a Casa Civil.

Governadores

Na segunda-feira, governadores da base aliada que se reuniram com a presidente pediram mudanças urgentes na articulação política do governo com o Congresso. Alegaram que, diante do agravamento da crise política e econômica, Dilma não aprovará as medidas para reequilibrar as contas públicas se não mexer no coração do governo.

A maior cobrança partiu dos governadores Tião Viana (AC) e Wellington Dias (PI), ambos do PT. Mais tarde, pelo menos dois parlamentares do PT com expressão no Congresso chegaram a dizer a Dilma que, se ela não fizer alguma coisa, seu mandato corre sério risco.

A avaliação do Planalto é de que a mudança no núcleo do governo não é suficiente para aprovar remédios amargos, como uma nova versão da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) ou o congelamento do reajuste salarial do funcionalismo, mas pode ajudar nas negociações.

Trânsito

Berzoini já foi ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais (SRI), no primeiro mandato de Dilma. Ex-presidente do PT, ex-deputado e com bom trânsito com o Congresso, ele trabalhará com o assessor especial da Presidência Giles Azevedo.

O modelo da reforma administrativa ainda não está fechado, mas Dilma já anunciou que cortará dez dos 39 ministérios, com uma economia estimada em R$ 200 milhões. Uma das ideias é que a articulação política seja transferida para a Secretaria-Geral da Presidência, com Berzoini à frente da pasta. Hoje, a Secretaria-Geral é dirigida pelo ministro Miguel Rossetto.

A verba de publicidade sairá da Secretaria de Comunicação Social (Secom) e migrará para a Secretaria-Geral. Se Berzoini não for para a pasta, o ministro-chefe da Secom, Edinho Silva, pode ser deslocado para lá. Nesse xadrez, Dilma ainda avalia se a SRI será extinta ou se ficará sob o guarda-chuva da Secretaria-Geral.

Os ministérios de Previdência e Trabalho devem ser juntados. O plano é unir, ainda, as pastas de Agricultura e Pesca, além de Desenvolvimento Social com Desenvolvimento Agrário.



17 de setembro de 2015
diário do poder