"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

O PERIGO DA VOLTA DA INDEXAÇÃO SALARIAL

 
21 de outubro de 2014
Editorial O Globo

POLÍTICA DO COTIDIANO, DO JORNALISTA CLAUDIO HUMBERTO

 
21 de outubro de 2014

OS MEIOS E OS FINS

 
21 de outubro de 2014
Marcos de Barros Lisboa, Folha de SP

MARINA

 
21 de outubro de 2014
Eliane Cantanhede, Folha de SP

HERÓIS DO MENSALÃO TENTAM SOBREVIVER AO PETROLÃO

Luiz Inácio da Silva está de saco cheio - nas palavras dele, naturalmente. Caprichando no timbre pré-histórico que o Brasil consagrou, Lula atacou mais uma vez o denuncismo da imprensa burguesa, que fica publicando coisas desagradáveis sobre a Petrobras.
O ex-presidente em exercício disse que não aguenta mais a mesma coisa em toda eleição. De fato, se não fosse essa mídia golpista a serviço da elite branca, os companheiros poderiam continuar a roubar a maior empresa brasileira de forma silenciosa e discreta, sem esse falatório todo que só atrapalha os bons negócios privados feitos dentro da estatal (abaixo da camada pré-sal).

O mais estranho de tudo é que, pelo cenário da corrida presidencial, parece que o eleitorado começou a acreditar nas manchetes da imprensa golpista - um absurdo, pois Lula já cansou de avisar aos brasileiros para não acreditar no que sai na mídia.

Eles nunca acreditaram, como se viu na reeleição dele em pleno mensalão e na eleição da sucessora, em pleno escândalo Erenice Guerra. Para corrigir essa perigosa distorção, segue um retrato do segundo turno da eleição mais surpreendente da história em manchetes elaboradas especialmente para não transbordar o saco de Luiz Inácio:

O presidente dos Correios que distribui panfletos de Dilma é ligado ao tesoureiro do PT que está no petrolão. Vote 13 pela coerência.

Dilma calou os críticos. Mesmo com os preços de energia amordaçados, ela acaba de estourar o teto da meta de inflação. Pensam que é fácil?

O despachante de José Dirceu na Papuda, e governador do DF nas horas vagas, não foi nem ao segundo turno. Infelizmente, há unhas que nem Delúbio desencrava.

Fantasmas do passado assombram a elite vermelha (aterrorizada com a ideia de ter de trabalhar a partir de 2015).

A Bolsa subiu, o dólar caiu, as ações da Petrobras dispararam. Volta, Dilma!

Com a boa votação de Luciana Genro, o Brasil enfim discutirá a sério a reforma agrária, o imperialismo ianque e, quem sabe, até as Diretas Já.

Marcelo Freixo, o revolucionário do bem, já declarou seu voto para Dilma. O recado das ruas em junho de 2013, portanto, foi o seguinte: deixa pra lá.

Lá vem a direita gritar que mais um petista (ligado ao governador eleito de MG, Fernando Pimentel) foi pego com uma montanha de dinheiro. Pura inveja da elite vermelha. Eduardo Jorge apoia Aécio e pira o GPS dos bonzinhos. Fica a dica: a esquerda éado relógio, e a direita a da caneta.

Falando em pureza, Luciana Genro liberou seus fiéis para votar em Dilma. Pela margem de erro, os puros poderão escolher de Collor a Sarney.

Mantega diz que Armínio cortará programas sociais. É verdade. O Bolsa Ministro Ocioso, por exemplo, desaparecerá.

Delatores revelam: Vaccari, tesoureiro do PT, regia o petrolão. Delúbio está morrendo de ciúmes.

Armínio ao PT: "Comparações com FH precisam ser mais honestas". Pedir honestidade ao PT? É um fanfarrão, esse Armínio.

O Brasil aguarda ansiosamente o manifesto dos intelectuais de esquerda em defesa da Petrobras e dos heróis que fizeram dela um anexo do PT.

Dilma diz que o petrolão só apareceu porque ela investigou. As cabeças cortadas também só apareceram porque o Estado Islâmico filmou.

Dilma disse que acha "muito estranha" a história contada pelos delatores da Petrobras. Bota estranha nisso, presidenta.

Dilma denuncia: divulgação dos podres da Petrobras é golpe. Cadê o manifesto dos intelectuais petroprogressistas contra o novo golpe da elite branca?

E os sonháticos... Cada vez mais erráticos. Nenhuma surpresa. A coletiva de Marina pós-eleição parecia um almoço de domingo. Haja poesia.

Um lembrete: nenhum jornalista, cientista político ou tucano genérico apostou em Aécio. Diziam que ele não batia no PT e estava no tom errado.

Aécio esterilizará as nordestinas (essa manchete é para poupar trabalho à central de inteligência dos companheiros).

Dilma reclamou das delações na Petrobras em época de eleição. É mesmo um absurdo. Mas roubar a empresa está liberado em qualquer época.

Se você também não suporta mais ver o filho do Brasil de saco cheio em véspera de eleição, siga @GFiu-za_Oficial: a política brasileira em manchetes que não ardem nos olhos e não irritam a alma sensível dos companheiros (só um pouco).

 
21 de outubro de 2014
Guilherme Fiuza, Época

LEITE DERRAMADO

Evidentemente não se pode atribuir à Justiça os defeitos nem se resolvem por meio de interferência legal os problemas decorrentes do uso de mistificação e da mentira nas campanhas eleitorais. Mas há parâmetros a serem observados a fim de se resguardar os limites da legalidade e, com eles, um grau razoável de civilidade entre os concorrentes.

Essa percepção parece ter levado o Tribunal Superior Eleitoral a adotar, desde a semana passada, uma atitude mais rigorosa nesta eleição. Suspendeu peças publicitárias dos candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves por serem consideradas de conteúdo meramente ofensivo e que fugiam do objetivo do horário eleitoral da apresentação das propostas e do perfil dos oponentes.

Decisão algo questionável, por inédita, uma vez que há exemplos de casos de propagandas agressivas em outras campanhas que não foram suspensas, e também por ensaiar um flerte com o controle de conteúdo - em português claro, censura.

Na realidade, o que o TSE fez foi tentar passar a tranca depois de a porta ter sido arrombada. Por falta de aviso não foi. Desde o início do ano passado o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello, por três vezes presidente do TSE nos últimos 20 anos, vem alertando para os riscos de uma tendência mais "flexível" em relação à legislação existente entre os integrantes do tribunal.

Vários deles se manifestaram contrários à interferência da Justiça no processo político, defendendo que o debate eleitoral transcorresse de maneira mais livre. Era a teoria da atuação mínima. Materializada, por exemplo, na liberdade dada à realização campanha antecipada. Quase um ano e meio antes das eleições, não obstante a lei só permita o início a três meses da data do primeiro turno da votação.

Os horários reservados aos partidos para que apresentem seus programas - e exclusivamente para isso - foram todos usados para enaltecer as figuras daqueles que viriam a ser oficializados candidatos nas convenções de junho último. Isso sem serem importunados pelo Judiciário.

No ano passado o ministro Marco Aurélio chamava atenção para o fato de que esse tipo de distanciamento por parte da Justiça abriria espaço para que nas eleições deste ano prevalecesse "a lei do mais ousado, do mais esperto". Assim ocorreu no primeiro turno com o PT em relação à candidata Marina Silva. Já no segundo, com o PSDB, o ambiente foi de "bateu levou".

Na opinião de Marco Aurélio, o TSE acordou tarde para o problema. "Pelo visto arrependeu-se, mas o fez em cima da hora, o que não permite a atuação da Justiça ser tão eficaz como poderia", diz ele, acrescentando que o limite às transgressões deveria ter sido imposto antes.

"A eleição é um período que se presta a paixões e se os candidatos percebem que a Justiça não age, a tendência é a de abusarem. Por isso consignei à época que deixei o TSE que o momento não seria o mais adequado para se aplicar flexibilidade com as normas jurídicas. Afinal, não vivemos na Suíça."

O ministro não concorda que o TSE esteja praticando censura ao vetar conteúdo de programas, pois na opinião dele a prática de "enxovalhar o perfil do adversário" conflita com a legislação e, portanto, sua proibição tem legitimidade. "O espaço reservado à discussão de ideias não abre campo para a desqualificação pessoal, muito menos de caráter calunioso."

Marco Aurélio envereda por um terreno tão delicado quanto polêmico ao aventar outra hipótese para o aumento da temperatura entre os candidatos à Presidência da República: "A perda de parâmetros em passado recente no Supremo Tribunal Federal". Refere-se aos debates acalorados comandados pelo ministro Joaquim Barbosa durante o julgamento do processo do mensalão.

"Os termos das discussões na Corte não contribuíram para dar um bom exemplo aos demais cidadãos".

 
21 de outubro de 2014
Dora Kramer, O Estadão

A HORA DA ONÇA BEBER ÁGUA

Dilma Rousseff: seu duro passado de militância e luta lhe deixou um viés de rancor e vingança, justificáveis. Ela foi uma típica "tarefeira" da VAR-Palmares e hoje, como tarefeira do PT, ela quer realizar o sonho de sua juventude. Por isso, quer estatizar o que puder na economia, restos de sua formação... (eu ia dizer "leninista", mas é "brizolista").

Seus olhos fuzilam certezas sobre como converter (ou subverter) a pátria amada. Petistas e brizolistas acham que democracia é "papo para enrolar as massas", como já declarou um professor emérito da USP; ela idealiza o antigo "proletariado" e despreza a classe média "fascista", como acha outra emérita professora.

Ela desconfia dos capitalistas e empresários, ela quer se manter no poder e virar o PT num PRI mexicano; ela finge ignorar a queda do muro de Berlim, o fim da guerra fria, ela ama o Lula, seu operário mágico que encarnou o populismo "revolucionário".

Conheci muitas "dilmas" na minha juventude. As "dilmas" eram voluntariosas, com uma coragem irresponsável diante da muralha da ditadura. Professavam uma liberdade mais grave do que os hippies da época; era uma liberdade dolorosa, perigosa, sacrificial, suicida, sem prazer, liberdade e luta. Até respeitável.

Mas, para as "dilmas" e "dirceus" do passado, a democracia era uma instituição "burguesa". Ela se considerava e se acha ainda "membro" (ou "membra"?) de uma minoria que está "por dentro" da verdade, da chamada "linha justa" que planejava um outro tipo de "liberdade" (Lenin: "É verdade que a liberdade é preciosa; tão preciosa que precisa ser racionada cuidadosamente" ).

Ela se julgava e se julga superior - como outros e outras que conheci (inclusive eu mesmo - oh, delícia de ser melhor que todos; oh, que dor eu senti ao perder essa certeza...). Nós éramos os fiéis de uma "fé cientifica", uma espécie de religião da razão que salvaria o mundo pelo puro desejo político - éramos o "sal da terra", os "sujeitos da história". Toda a luta progressista de hoje se trava entre a esquerda que amadureceu e ficou socialdemocrata e a esquerda que continua na ilusão de 63. A velha esquerda brasileira existe como nostalgia de uma esquerda que desapareceu.

Dilma foi executiva da comissão de frente que organizou a aliança de Lula com a liderança sindicalista pelega e com a direita mais vergonhosa do País, liderada por Sarney et caterva. Como era "trabalhadeira", Lula se impressionava com ela (ele que odeia o batente) e transformou-a em um "poste" que se revelou persistente no erro, com a típica burrice dos teimosos.

E aí ela começou a governar com um medidas e táticas pretensamente "socialistas" em um país capitalista. Dá em bolivarianismo, esse terror contra o povo da Venezuela.

A "claque" sindicalista que subiu ao poder nunca desistiu de seus planos; suas mentes são programadas para repetir as mesmas táticas. A esquerda velha continua fixada na ideia de "unidade", de "centro", de Estado-pai, ignorando a intrincada sociedade com bilhões de desejos e contradições.

Muitos riquinhos e mauricinhos hoje dizem que votam na Dilma porque ela seria "contra a pobreza". Não sabem de nada, tinham 10 anos quando FHC fez o Plano Real contra a vontade do PT e seus aliados. Hoje, esses mauricinhos se dão ao luxo de se sentirem de "esquerda", antes de irem para a balada.

São absolutamente ignorantes sobre política e acham o PT um partido de "esquerda", quando é claramente de "direita" ("É a economia, estúpidos!" - James Carville, assessor do Clinton contra Bush).

O povão do Bolsa Família não pode entender isso, mas esses babacas que estudaram deviam ser menos primitivos. Os petistas dão graças a Deus que muitos de seus eleitores não sabem ler. Por exemplo, eles não têm ideia do que seja o escândalo da Petrobrás e do aparelhamento do Estado cleptomaníaco que foi montado. Não entenderam nem o mensalão, pois, como disse o Lula, "povo pensa que dossiê é doce de batata". Votarão no escuro de suas vidas. Como se explica isso?

Resposta: o País tem um movimento "regressista" vocacional. O verdadeiro Brasil é boçal, salvacionista, para gáudio dos seus exploradores. E o PT aproveita.

A crescente complexidade da situação mundial na economia e na política os faz desejar um simplismo voluntarista que rima bem com o fundamentalismo islâmico ou com a boçalidade totalitária dos fascistas: "complexidade é frescura, o negócio é radicalizar e unificar, controlar, furar a barreira do complexo com o milagre simplista" (Lenin: "Qualquer cozinheiro devia ser capaz de governar um país").

O Plano Real e uma série de medidas de modernização que abriram caminho para a economia mundial favorecer-nos são tratados como se fossem uma política do governo atual, que só fez aumentar despesas públicas e inventar delírios desenvolvimentistas virtuais. Não houve um lampejo de reconhecimento pelo país que FHC deixou pronto para decolar e que foi desfeito (Stalin: "A gratidão é um sentimento de cachorros...").

Nesta eleição, não se trata apenas de substituir um nome por outro. Não. O grave é que tramam uma mudança radical na estrutura do governo, uma mutação dentro do Estado democrático. Querem fazer um capitalismo de Estado, melhor dizendo, um "patrimonialismo de Estado". Para isso, topam tudo: calúnias, números mentirosos, alianças com a direita mais maléfica.

Não esqueçamos que o PT não assinou a Constituição de 88, combateu a Lei de Responsabilidade Fiscal, foi contra o Plano Real para depois roubá-lo como se fosse obra do Lula. Alardeiam coisas novas que "vão" fazer, se eleitos de novo mas, pergunta-se: por que não fizeram nada durante doze anos?

É isso aí, bichos... Se Dilma for eleita, teremos o início de um bolivarianismo "cordial".

 
21 de outubro de 2014
Arnaldo Jabor, O Estadão

UM MILHÃO DA PTROUBRAS PARA GLEISI?



É meus caros, parece que os estragos da delação premiada do Paulo Roberto Costa estão abatendo muito mais gente no ninho dos ratos vermelhos do que poderia explicar nossa vã filosofia.
Agora é a vez da Senadora e ex-ministra, ex-paquita e ex-feia pra caraleo Gleisi Hoffmann.
Segundo o delator e EX comparsa, a senadora levantou uma milheta dos desvios nos cofres da PTroubrás, as acusações contra a PTralhada estão vindo em profusão, e segundo o jurista Luis Flávio Gomes do site Fim do político profissional AQUI ,ainda sairão uns cinquenta mandados de prisão para políticos nessas investigações. E caso você vá até o link indicado acima, aproveite leia e assine a petição por um Brasil menos vagabundo.
 
Voltando as Reinações de Narizinho, não culpem a EX ministra pela gatunagem na grana da PTroleira, afinal sair da aparência da primeira imagem até chegar na aparência da segunda imagem requer um uso de recur$o$ inimagináveis.
Quando olhamos Gleisi, pobrinha ativista da esquerda nos tempos de estudante fica óbvio que com aquela aparência sobraria apenas ser comunista. MAS!!!
A vaidade humana e a profusão de recursos não contabilizados fazem milagres, e hoje Gleisi ficou até comível, certo que exageraram no arrebitamento da napa e ela ficou com aquele ar de "cheira peido".  
 
E os cabelinhos então? Ficaram da hora, e enloireceram, mas o nariz...PUTZ...
Infelizmente por melhor e mais bem acabada que fique uma esquerdopata, o ar de prepotência e a cara de nazista fora de época continuam.

Enfim, essa milheta deve ter sido bem gasta, não da mais para olhar para as PTralhas e enxergarmos um misto de chimpanzé deprimido e estivador com TPM. 
Tudo evolui, até a feiura.

E PHOD@-SE!!!

21 de outubro de 2014
omascate

AÉCIO PÁRA BELÉM EM MEGA COMÍCIO

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Esta é a capa do principal jornal do Pará. Uma multidão de 40.000 pessoas assistiu ao comício. Aécio discursou emocionado:

“O que está a nossa frente não é mais uma disputa eleitoral. O que está em jogo nesses próximos dias não é a vitória do partido ‘A’, ou a derrota desse ou daquele candidato. Temos nas nossas mãos a oportunidade que não temos o direito de perder, que é tirar o PT do governo e darmos ao Brasil a sua libertação, um governo honrado, generoso, de integração nacional. Está nas mãos dos homens e mulheres de bem mudar o Brasil".

Ao lado do candidato ao governo do Pará, Simão Jatene, do prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, dos senadores Flexa Ribeiro e Mário Couto, todos do PSDB, do presidente do Solidariedade, deputado federal Paulinho da Força (SP), da cantora Fafá de Belém e do ex-jogador de futebol Ronaldo Nazário, o Fenômeno, Aécio agradeceu a calorosa recepção dos paraenses, e destacou que escolheu estar em dois Estados do país nesse primeiro dia da última semana das eleições para simbolizar a sua caminhada por todos os cantos do Brasil.

“O primeiro foi a minha querida Minas Gerais. Estive lá hoje cedo, orando e pedindo à nossa padroeira Nossa Senhora da Piedade que me desse força e me iluminasse nessa caminhada em favor de um Brasil decente e eficiente. Deixei Minas Gerais nessa tarde e escolhi estar no Estado que tem, para mim, o melhor candidato a governador de todo o Brasil, Simão Jatene. Fiz questão de estar aqui hoje porque Minas e o Pará são Estados irmãos, na nossa fé, coragem e crença de que, pela nossa mão, é possível mudar de verdade o Brasil”, afirmou Aécio.

NÃO HÁ MAIS LIMITES PARA A PRIVATIZAÇÃO DO ESTADO PELO PT. ISSO É SÓ O COMEÇO.


Três bandeiras do PT em alusão à candidata à Presidência Dilma Rousseff foram penduradas em frente a um órgão público da Prefeitura de São Paulo, comandada por Fernando Haddad (PT).
O material estava exposto na fachada de um dos Centros de Acolhida de Adultos, administrado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social. Segundo a Justiça Eleitoral, a propaganda política de candidatos em prédios públicos é proibida por lei. Logo após a visita do Estado na tarde de ontem, o material de campanha foi retirado pela gerência do órgão.
 
O Centro de Acolhida Zancone, na Avenida Imperatriz Leopoldina, no Alto da Lapa, na zona oeste da capital, atende 220 pessoas em situação de rua por dia, inclusive aos finais de semana. As bandeiras com o slogan de Dilma estavam afixadas na parte superior do portão de entrada do local. 

Segundo moradores da região, as bandeiras já estavam na fachada desde a semana passada. “Eu passo aqui na avenida todos os dias e me lembro de ter visto há vários dias”, disse o administrador Alfredo Gomes. “Cheguei a comentar com as minhas vizinhas na semana passada que tinha bandeiras na frente do Centro, mas achei que podia, não sabia que era proibido”, contou a aposentada Clarice Nunes.
 
Multa. Segundo a Lei Eleitoral nº 9.504/97, a veiculação de propaganda política em bens públicos pode gerar uma multa que varia entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, caso o responsável pela irregularidade não remova a infração no prazo de 48 horas.
A regulamentação proíbe qualquer veiculação - pichação, inscrição à tinta, fixação de placas, estandartes, faixas - de candidatos em prédios, fachadas, iluminação pública e placas de trânsito.

(Estadão)

AÉCIO FAZ MEGA COMÍCIO EM BELÉM DO PARÁ



 
O candidato a presidente da República Aécio Neves (PSDB), em visita a Belém, defendeu um "choque de infraestrutura" contra a gestão petista, a qual chamou de "governo dos anúncios" por ter obras inacabadas ou adiadas. Aécio afirmou ainda que pretende renovar a matriz energética do país e preservar as riquezas da Amazônia. O tucano também garantiu manter as portas abertas do Palácio do Planalto caso o candidato tucano a governador Simão Jatene (PSDB) seja eleito. 

Na capital paraense, Aécio participou de comício em companhia da cantora Fafá de Belém, do ex-jogador Ronaldo, de prefeitos tucanos paraenses — Zenaldo Coutinho e Manoel Pioneiro, prefeitos de Belém e Ananindeua, respectivamente —, além de parlamentares aliados bem votados. Em meio ao barulho de fogos de artifício, terminou o evento errando o nome do candidato estadual ao governo, chamando-o "Jatone".

— Estamos no governo dos anúncios. Menos de 13% das obras do PAC estão concluídas e as propostas da campanha são 80% dos mesmos compromissos da campanha anterior. Este governo demonizou as parcerias com a iniciativa privada, atrasando as obras e aumentando custos. Por isso digo que precisamos fazer um choque de infraestrutura — declarou Aécio, defendendo Jatene e garantindo parceria para concluir obras com recursos federais hoje paradas ou em ritmo lento no Pará. Entre elas, o Pedral de São Lourenço, atrasando o trabalho de hidrovias.

Sobre os ataques sofridos nos debates e na campanha de Dilma, Aécio apenas disse que quer discutir propostas, apesar de ter perdido tempo de programa na TV e rádio. Entre elas, renovar a matriz energética, investindo em energia eólica e biomassa com etanol, que ele apontou como abandonadas pelo governo petista. 

— Neste segundo turno, das 22 novas inserções de 30 segundos da campanha de Dilma, 19 são me atacando. Vou enfrentar e responder cada uma. Eles é que nos últimos 12 anos jogaram fora as principais conquistas deste País. A cada infâmia e mentira que depositam sobre nós, nós dizemos dez verdades sobre eles — criticou o tucano.

Aécio destacou que o governo dele, caso eleito, será de propostas do desenvolvimento de hidrovias e ferrovias para a região. — O governo não será de obras anunciadas. Todas as obras em andamento, mesmo que sejam do governo anterior, serão todas concluídas. Obras não podem ficar inacabadas. 

O ex-governador de Minas Gerais fez questão de enfatizar que o estado do Pará terá portas abertas e que a parceria com o Simão Jatene será generosa. Aécio reforçou que o Pará e Minas são estados irmãos na matriz econômica. — Eu quero ser o presidente da união nacional para extrair riqueza dessa terra, para transformar em riqueza para nós, em forma de educação, saúde e tantos outros benefícios ao povo brasileiro e do Pará. A decisão desse país, principalmente de tirar o poder do PT, está nas mãos dos eleitores no próximo domingo. Agora não está mais nas nossas mãos, está nas mãos dos homens de bem desse país —concluiu Aécio.

(O Globo)

21 de outubro de 2014
in coroneLeaks 

SEGUNDO TURNO

 
21 de outubro de 2014
Celso Lafer, O Estado de S.Paulo

INTOLERÂNCIA À FRANCESA

 
21 de outubro de 2014
Osias Wurman, O Globo

DOIS CAMINHOS

 
21 de outubro de 2014
Samuel Pessoa, Folha de SP

DEBATE DA TV RECORD... ESTARRECEDOR...





GENTE!!!
O que é aquilo?
De onde tiraram aquela mulher?
Ela não consegue concatenar as idéias e menos ainda formar frases que sejam no mínimo inteligíveis, é um festival de gagueira e solavancos que chega a ser triste.
A idéia é desconstruir, e pelo visto os militares bateram demais na cabeçorra da Jumenta, desconstruíram o ir e vir cerebral da véia, é caso para estudos em psiquiatria ou seria fonoaudiologia?  Sei lá.
Na verdade o debate foi morno, retrancado, sem emoções, do lado da Jumenta ela não falou mais do aeroporto em Minas, nem da irmã do Aécio, e muito menos que FHC tinha quebrado o Brasil três vezes.
Do lado do Tucano, ele não bateu mais no irmão cabideiro encaixado em uma boquinha estatal, e não chamou a ruminante de mentirosa ou leviana como no último debate.
O que pareceu é que foi feito algum pacto de não agressão nos bastidores para aliviar o peso do debate e fazer de conta que estavam lá para discutir planos de governo e propostas para o Brasil.
Talvez o que tenha feito os PTralhas recuarem foram as notícias de que o Tucano tinha em mãos munição recebida do Rio Grande do Sul que dariam para abater a candidatura da criatura e que seriam usadas caso a Jumenta partisse para as agressões pessoais, uma espécie de carta na manga. Sei lá até onde isso é verdade, mas parece que surtiu algum efeito e amenizou a sanha pela baixaria que é endêmica nos PTralhas. Consequentemente esfriou o debate.
Na verdade quando o Tucano mandava algum assunto que incomodava a Jumenta saia com "Minas Gerais" ou a palavra da moda, "Estarrecedor". Não contei, mas com certeza (argh!) foi muito acima da razoabilidade a quantidade de vezes que citou Minas.
Parece até que TODOS os debates, por parte da cãdidata são para o governo mineiro.
Uma das melhores citações da Jumenta foi em economia quando ela disse que o Chile não seria de parâmetro por ser um país pequeno que tem um território menor que algum estado do Brasil. Sinceramente, não lembro qual foi citado. E para fazer a comparação tinha que pegar um país grande como a Alemanha. Aí quem ficou estarrecido certamente foram os telespectadores, geograficamente o Chile tem pouco mais que o dobro do território da Alemanha, E já que ela usou a ignorância geográfica para justificar a ignorância econômica, quem somos nós para discordar não é? 
Tá certo, a partir de ontem por decreto presidencial, para o Brasil a Alemanha é maior que o Chile e ponto final.
A pérola da noite foi quando a cãdidata soltou seu balanço sobre as obras de mobilidade urbana entre outras. 
"Eu conclui, só que ainda estão em obras"
Porra, ou concluiu ou ainda estão em obras, não da para ser as duas coisas. Mas isso prova a pratica PTralha em inaugurar obras inúmeras vezes, só a transnordestina e a transposição do São Francisco já foram inauguradas umas dez vezes e não estão...concluídas. Sem contar os PAC,  ESTELIONATÁRIOS do caraleo!!!!
O ápice da sandice foi quando ela sacou um sonoro "quando é nóis que fizemos", aí o neurônio macho alpha da Jumenta resolveu abandonar de vez a vida de reprodutor, sair do armário e virar um neurônio Drag Quen, não é possível que uma candidata ao maior cargo de uma nação não consiga ao menos manter um mínimo em concordância verbal.
Bem, quando ela decretou que deveria ser chamada de presidentA, foi a pá de cal na língua pátria, já dava para prever naquele momento que a coisa iria descambar para o bizarro.
Mas, para uma cãdidata que veio do seio dos Ratos Vermelhos e foi ungida ao planalto pela popularidade de um EX presidente que se ufanava por ser um boçal, seria até cruel esperar coisa melhor. Ela é o que é e ainda força pra cacete a barra para parecer  mais Jumenta na tentativa de se aproximar do eleitorado do mesmo segmento.  E não pensem vocês que o eleitorado jumento é só nos menos favorecidos sociais, tem muito jumento de raça por aí, jumento famoso, até jumento de circo.
O que incomoda de verdade é a fixação que ela tem pelo FHC, faz doze anos que o velho tucano saiu de cena e ela ainda fala dele como se os governos do Seboso não tivessem acontecido, que os oito anos que separaram a saída de FHC para a posse da cãdidata não existiram, seria um providencial vácuo talvez. 
Uma espécie de tara íntima, a meu ver o grande sonho dela deve ser o de ter  um filho com um intelectual de verdade, essa fixação beira ao tesão reprimido, tá certo que o EX presidente Seboso. que segundo declarações dele mesmo, era chegado a relações pelo órgão excretor, lembram do menino do MEP?  Pois é... Só que no caso dele o sonho é impossível, então a frustração é maior e o amor recolhido se transformou em ódio virulento e eterno. Pura inveja.
Ahhh, nem vou comentar o PRONATEC, pois eu, assim como a maioria dos brasileiros já não aguentamos mais esse assunto.
Do lado do Tucano o que incomoda é perceber que a Jumenta quando começa a perder a linha parte para o "VOCÊ" ao se dirigir ao candidato, e o mequetrefe marqueteiro dele tem que orientar que essa é a hora de bater pesado, pois ela demonstra estar a beira de um ataque.
O Tucano perde as oportunidades em minar o emocional da Jumenta e deixa ela partir para cima dele com acusações como a tal pasta rosa e o caso sivam, AQUI e AQUI. 
No caso da pasta rosa, muitos dos acusados à época hoje estão na base de apoio do governo, Sarney e Renan o eterno trampolineiro, entre outros.
O candidato Tucano quando confrontado com essas acusações sai pela tangente e vem novamente falar em esquecer o passado e debater o futuro, isso é péssimo, já que ele enfrentou a acusação do bafômetro com altivez, que o faça nesses assuntos e enterre de vez a prepotência dos PTralhas em acusar de condenáveis atitudes no passado que eles mesmos fazem hoje. Pois, engavetar CPIs e não investigar porra nenhuma é recorrente TAMBÉM no governo Vermelho.
O mensalão que os ratos Vermelhos tentam tirar dividendos morais alegando que investigam e punem na própria carne é o maior exemplo disso, eles foram punidos pela justiça, pois o governo só tentou atrapalhar o julgamento a ponto de instrumentalizar o STF que hoje soltou todos os condenados.
Na verdade a campanha nas ruas está a um nível de baixaria que chega a ser nojento, e pelo que parece no debate os candidatos resolveram posar de civilizados. O PT deixou a baixaria das ruas a cargo do boçal dos nove dedos e o PSDB se fazendo de morto. Todos sabemos que foi muito maquiado esse encontro, a calidez do embate foi visível. O marqueteiro do PT sabe que não consegue transformar a Jumenta em uma brilhante oradora então baixa o tom na truculência e leva a batalha para um campo quase de neutralidade e com a falta de percepção ou um bunda molismo congênito dos Tucanos isso se torna uma tarefa fácil demais.
E assim o debate passa sem maiores estragos no campo eleitoral bom para todos e ruim para o país. Não que eu pregue a baixaria ampla geral e irrestrita,  mas é necessário se ter um mínimo de dureza para enfrentar uma campanha tão suja quanto a que vivemos neste momento.
Se a Jumenta recua é hora de ganhar terreno e consolidar a vitória, mas quando se tem inúmeros esqueletos no armário da corrupção fica complicado de meter o dedo na cara e acusar a quem quer que seja. 
O piti que a cãodidata teve ao final do último debate deve ter deixado Aécio com peninha ou medinho de matar a véia de raiva.
O que tenho percebido é que parcela da população está farta do PT e quer mudar e se não tem tu vai tu mesmo, o voto útil pode levar o Tucano ao Planalto. O voto consciente já não me daria tanta certeza.
O debate de ontem, para mim, colocou mais dúvidas do que certezas. O que tenho de certo é que não votarei jamais no PT, o resto é uma ESTARRECEDORA consequência.

Esperemos o debate da GROBO.
 
20 de outubro de 2014
omascate