"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 22 de junho de 2014

ESCASSEZ NA VENEZUELA CHEGA ÀS FUNERÁRIAS E FALTAM ATAÚDES.

DEFUNTOS FICAM ATÉ 3 DIAS INSEPULTOS SEM A URNA MORTUÁRIA.

Os ataúdes sumiram das funerárias. Há casos em que os defuntos permanecem até por três dias ou mais insepultos, criando uma situação dramática e constrangedora para a população.
A Venezuela vai ficando cada vez mais parecida com Cuba. Um dos aspectos mais dramáticos da aventura bolivariana é a escassez imposta aos 30 milhões de habitantes que compõem esse país. Ironicamente, a Venezuela possui a maior jazida de petróleo do mundo, enquanto as prateleiras de lojas, supermercados e farmácias estão vazias.

Falta de tudo. Desde uma simples caixa de palitos até um rolo de papel higiênico, passando por produtos de asseio pessoal, como sabonetes e desodorantes, além de coisas como esmalte de unha e tinturas para os cabelos. Tanto é que os homens já são obrigados muitas vezes a utilizar desodorantes femininos. 
 
Agora, segundo relata o site noticioso El Venezolano, começou a escassear as urnas funerárias, o que tem levado muitas famílias a postergar o enterro de seus familiares falecidos. Há casos, segundo consta, que os defuntos permanecem insepultos até por três dias ou mais, criando situações constrangedoras para essas famílias.
 
Há igualmente notícias dando conta de que concessionárias de automóveis também estão começando a ficar vazias e faltam peças de reposição para os veículos o que indica que realmente a Venezuela está caminhando para uma situação similar à cubana. 
 
Transcrevo do site El Venezolano no original em espanhol matéria que relata o drama dos venezuelanos castigados pela ditadura chavista.
Leiam:
 
Um grande supermercado na Venezuela e as gôndolas vazias
EN ESPAÑOL - Tintes para cabello, desodorantes, afeitadoras, piezas para equipos mecánicos, tapas plásticas para botellas y hasta ataúdes: la lista de productos que junto a alimentos y otros artículos básicos escasean en Venezuela debido al control de cambios y a la sequía de divisas es larga.
“¡Ahora escasean los ataúdes! La gente que pierde a un ser querido prolonga su dolor buscando la urna”, dijo Roberto León, presidente de la Alianza de Usuarios y Consumidores de Venezuela (Anauco).
La Anauco, organización de defensa del consumidor, acumula 15 denuncias de personas que han tardado hasta tres días en conseguir un ataúd en Venezuela, donde a las muertes naturales hay que sumar los homicidios, cuya tasa calculada por Naciones Unidas es de 53 por cada 100.000 habitantes, la segunda más alta del mundo.
“Los insumos para fabricar los ataúdes empezaron a escasear desde marzo, la producción va a la baja: un fabricante de Caracas hacía 1.000 mensuales, ahora entre 600 y 700″, explica Tomás Rodríguez, presidente de la Cámara de Empresas Funerarias.
“Registramos unos cuantos casos de familias que ante la dificultad de conseguir la urna, se olvidan del funeral y se llevan el cuerpo directo al crematorio”, sostiene por su parte el presidente de Anauco.
  • - ¿Maquillaje, desodorante, acetona…? “No hay” 
“Le llamé a mi mamá y le pregunté qué quería de regalito. ‘Desodorante’, me dijo. Traje una maleta llena y mi mamá es la mujer más feliz del mundo”, dice irónico José López, venezolano residente en Estados Unidos que visita Caracas.
En una tienda de artículos de belleza, la empleada repite con aburrimiento “no hay” a clientas que acuden en busca de quitaesmalte, maquillaje, lápices y determinados colores de tintes.
“Hace meses que no tenemos ni acetona, ni maquillaje, desaparecieron. Hay tinte, pero sólo dos o tres colores”, dice mientras muestra una estantería desbordada de cajas, pero todos del mismo tono.
  • Ni desodorantes, ni tornillos
En ferreterías la respuesta es similar, no se consiguen tornillos o tuercas de determinado tamaño, por no hablar de piezas para automóviles, uno de los sectores más afectados.
El desodorante se encuentra tras mucho buscar, pero sólo de una marca, para mujer y conocido por su “bolita mágica”, pero que no es del gusto del consumidor “porque huele a ‘antaño’”, observa José.
“Hasta los hombres tenemos que usar desodorante de mujer porque es lo que hay.Tampoco hay repuestos de afeitadoras, sólo nuevas al triple del precio”, se lamenta el presidente de Anauco.

Del sitio web El Venezolano

22 de junho de 2014
in aluizio amorim

AÉCIO NEVES LANÇA NESTA SEXTA-FEIRA AS DIRETRIZES DE SEU PLANO DE GOVERNO E ANUNCIARÁ RESPONSÁVEIS POR ÁREAS ESTRATÉGICAS


O economista Armínio Fraga (esq.), o senador Aécio Neves, e o empresário João Dória Junior (dir.) (Foto: Folha de S. Paulo)
A fórmula criada pelo senador Aécio Neves (PSDB-MG) para passar credibilidade na formulação de seu programa de governo para a disputa presidencial prevê a mistura de nomes alinhados ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, ao próprio Aécio e aos paulistas Geraldo Alckmin e José Serra.
 
O mineiro apresentará as diretrizes de seu plano e anunciará alguns dos responsáveis por áreas estratégicas nesta sexta-feira (20).
 
Para evitar que existam especulações sobre ministeriáveis e também uma ligação direta à campanha de opiniões pessoais emitidas por seus colaboradores, ele criou estruturas descentralizadas, em que não haja apenas uma pessoa como referência.
 
Aécio investe na divulgação do plano de governo por acreditar que isso irá diferenciá-lo do PT. Em 2010, o candidato dos tucanos, José Serra, apresentou um documento de 13 páginas, que era na verdade uma réplica de seu discurso de campanha.
 
O PT da presidente Dilma Rousseff, por sua vez, levou à Justiça Eleitoral uma cópia das diretrizes apresentadas pelo partido em um congresso nacional. O texto fazia referência a questões polêmicas, como "controle social da mídia" e "taxação de grandes fortunas". Após repercussão, o documento foi substituído.

A ideia de Aécio é fazer do programa uma vacina às críticas de que o PSDB é um partido privatista e sem sensibilidade social. Nesta área, dois políticos vão pilotar o plano: Rita Camata (PSDB-ES) e o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG).
 
A referência do plano em educação será a ex-secretária de Serra em São Paulo, Maria Helena de Castro.
 
Na ala da saúde, estão entre os colaboradores Barjas Negri, nome técnico ligado a Serra, e André Médici, especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento.
 
O coordenador-geral do programa de governo, Antonio Anastasia, terá como sub a economista Carla Grasso, que foi executiva da Vale após a privatização no governo FHC. Seus defensores dizem que ela foi essencial para a recuperação da empresa.
 
Para a segurança, área em que Aécio tem criticado fortemente a atuação do governo Dilma, o sociólogo Claudio Beato será uma referência. Ele chefiou o Instituto de Criminologia da UFMG.
 
O time que formulará o capítulo econômico, um dos mais sensíveis para o debate eleitoral, tem à frente o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, mas Aécio também tem destacado as colaborações dos economistas Mansueto Almeida, Samuel Pessôa, José Roberto Mendonça de Barros e Edmar Bacha, um dos formuladores do Plano Real.

Do site da Folha de S. Paulo

22 de junho de 2014
in aluizio amorim

CULPA DA DILMA

 

A edição online da revista alemã Der Spiegel publicou estes dias um artigo que analisa causas e possíveis consequências da afronta que dona Dilma sofreu quando de sua aparição no Itaquerão, na abertura da “Copa das copas”.
A análise é complexa. Inclui o resultado das últimas sondagens eleitorais, menciona a visita do vice-presidente americano, fala do empate da Seleção com o México.
Extraí o parágrafo que transcrevo abaixo, um bom exemplo da percepção que estamos transmitindo à mídia estrangeira.
 
Assim que Dilma Rousseff apareceu no telão, um coro obsceno se levantou no estádio Foto DPA - Deutsche Presse-Agentur
 
Assim que Dilma Rousseff apareceu no telão, um coro obsceno se levantou no estádio
Fonte: Der Spiegel     –     Foto DPA – Deutsche Presse-Agentur
 
«Rousseff steht seit Monaten in der Kritik. Ihr werden die immensen Kosten der WM angelastet, die nicht erfüllten Versprechen von mehr Sicherheit und besserer Infrastruktur, die lahmende Wirtschaft. Eigentlich alles, was in Brasilien schiefläuft. Es werden schon Witze darüber gemacht: Ein Eigentor? Dilma ist schuld. Reifen platt? Dilma ist schuld. Milch ist aus? Dilma… Wohl nur die Fifa hat derzeit ein schlechteres Image.»
 
«Faz meses que Rousseff amarga críticas. Dela serão cobrados os imensos custos engendrados pela Copa, as promessas não cumpridas de maior segurança e melhora da infraestrutura, a economia em marcha lenta. E resumo: tudo o que acontece de errado no Brasil. Estão na moda piadas do tipo: Gol contra? Culpa da Dilma. Pneu furado? Culpa da Dilma. Acabou o leite? Culpa da… Francamente, no momento, só a Fifa tem imagem pior.»
 
22 de junho de 2014
José Horta Manzano

A MÁFIA ESTÁ DE OLHO: A VULNERABILIDADE DA SUA SEGURANÇA

 
Atenção, muita atenção!
  É do seu interesse,
  diz respeito a você!...
 (Não deixe de ver o vídeo)
    
 
 
       INFOSEG 
 
       SEUS DADOS PESSOAIS À

DISPOSIÇÃO DE QUALQUER PESSOA.
O QUE ERA ARMA DO GOVERNO, QUE

SERVIRIA PARA COMBATER O CRIME

ORGANIZADO, ESTÁ SENDO USADO

PARA COMETER CRIMES CONTRA O

POVO BRASILEIRO.

VEJA E COMPARTILHE O VÍDEO, PARA

QUE OUTROS BRASILEIROS POSSAM

VER O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO

PAÍS.   

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE

                                          Dilma, um poste que cai!
 
 
 
 
 
 
 
 
22 de junho de 2014

UMA FAXINA DE VERDADE!!!

 
22 de junho de 2014


A GRANDE DÚVIDA É SABER ATÉ QUE PONTO LULA VAI APOIAR DILMA. LULA FARÁ O MESMO ESFORÇO EXTRAORDINÁRIO QUE FEZ EM 2010?

 



Como todos sabem, o tempero da política sempre leva elevadas doses de cinismo e hipocrisia. Um exemplo disso foi o discurso de Lula na Convenção do PT, tentando conter notícias de divergências entre ele e Dilma Rousseff. “Vamos provar que é possível terminar mandato sem que haja atrito entre nós”, afirmou o petista, em Brasília., acrescentando: “É possível o criador e a criatura viverem em harmonia. Quando tiver divergência, ela termina, porque Dilma sempre estará certa e eu errado.”

No Planalto, até os garçons que servem o cafezinho sabem das divergências entre a atual presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. No discurso, Lula tentou salvar as aparências, mas o fato é que nos dois últimos anos as divergências entre ele e a presidente Dilma se tornaram notórias e se agravaram muito depois do escândalo do caso Rosemary Noronha.

Lula e Dilma começaram a divergir no caso da demissão e substituição de ministros flagrados em corrupção. Depois, Dilma insistia, mas Lula jamais permitiu que ela mexesse na equipe econômica. Dilma sonhava em substituir Guido Mantega por Nelson Barbosa no Ministério da Fazenda, nunca conseguiu, e Barbosa, seu economista preferido, acabou saindo do governo.

CASO ROSEMARY

As divergências se agravaram depois que a Polícia Federal desfechou a Operação Porto Seguro, que envolveu Rosemary Noronha, antiga assessora direta de Lula e que na época ocupava o cargo de Chefe do Gabinete da Presidência da República em São Paulo, uma função que não existia e fora criada exclusivamente para abrigar a preferida de Lula, que em menos de dois anos viajou com ele para 32 países, sempre na ausência da primeira-dama Marisa Letícia.
Lula jamais perdoará Dilma por ter perseguido Rosemary de todas as maneiras, não apenas colocando contra ela a Comissão de Ética do Planalto e a Controladoria-Geral da União, mas também mandando o Planalto vazar informações à imprensa para atingir Rosemary e desmoralizá-lo pessoalmente.

CASO ERENICE

Em caso semelhante, quando a então ministra da Casa Civil Erenice Guerra foi apanhada em flagrante delito de corrupção para enriquecer a própria família, Lula era presidente e não fez a menor carga contra ela. Erenice sequer foi punida. Recebeu apenas uma “advertência” e continua “ficha-limpa”, podendo inclusive voltar a ocupar cargo público. Mas ela nem se interessa, pois dirige hoje a mais bem-sucedida empresa de lobby de Brasília, especializada em intermediar negócios com o governo federal.
O pior é que Lula realmente gosta de Rose e está segurando a barra dela e da família inteira. Mandou o PT custear a defesa da ex-assessora, a cargo de quatro importantes escritórios de advocacia, três em São Paulo e um no Rio de Janeiro. Lula nunca a abandonou nem vai abandonar, e até já participou de reuniões com os advogados dela, informação que na época divulguei aqui na Tribuna da Internet com absoluta exclusividade.

DILMA SOZINHA

A verdade é que Dilma resolver governar sozinha e passou a não mais ouvir Lula. A nomeação de Aloizio Mercadante para a Casa Civil foi a maior demonstração desse discreto grito de independência, pois Lula não suporta o ex-senador.

Traduzindo tudo isso: cinismo e hipocrisia à parte, a grande dúvida agora é saber se desta vez Lula vai se dedicar à campanha de Dilma com aquele entusiasmo demonstrado em 2010 ou deixará que ela se vire e tente arranjar votos sozinha.
Os candidatos de oposição estão eufóricos, porque apostam que Lula vai fazer corpo mole e deixar Dilma perder as eleições, para depois voltar glorioso em 2018.
E você, o que acha?

22 de junho de 2014
Carlos Newton

POR FAVOR, UM MELHOR SUPREMO

        


 
Este momento que precede a aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa, presidente do Supremo Tribunal Federal, merecia ser bem aproveitado pelo País para reflexões a respeito da forma como são escolhidos os integrantes da nossa mais alta Corte. Não interessa aos brasileiros que o Supremo tenha uma composição geradora de desconfianças e descrédito em grande parte da população, como se verifica no presente, merecendo, ao contrário, que todos nos orgulhemos e respeitemos incondicionalmente a escolha dos ministros e suas decisões.

Desde a Constituição de 1946 os ministros do Supremo Tribunal Federal são nomeados pelo presidente da República, dentre brasileiros maiores de 35 anos, com notável saber jurídico e reputação ilibada, após aprovação pelo Senado Federal. Nos dias atuais, infelizmente, verificou-se que esse processo nem sempre levou a sério o necessário saber jurídico, bem como prevaleceu como critério principal a sintonia do escolhido com o grupo político que está no poder.

O Supremo Tribunal é parte do Estado brasileiro e por isso mesmo não é admissível que as escolhas sejam feitas dessa forma, por um governo, que é passageiro (além de sofrível) e com essa conduta exprime desprezo por reais atributos e aptidão para a tarefa de julgar.

EM CAUSA PRÓPRIA

Algumas escolhas difundiram a ideia de que havia interesse em colocar no Supremo pessoas confiáveis não para o País, mas para quem os indicava. Como estava em julgamento o processo do mensalão, que expunha os crimes praticados por elementos de cúpula do Partido dos Trabalhadores (PT), pareceu haver o empenho de constituir uma maioria capaz de se opor ao rigorismo do ministro Joaquim Barbosa. Pelo jeito, deu certo.

Chegou-se ao extremo de indicar para a Suprema Corte do País um ministro bastante jovem que havia prestado concurso para ingresso na magistratura de São Paulo e fora reprovado. Incrível, o não saber jurídico não foi nenhum obstáculo para a sua nomeação, porque outra credencial havia para lhe garantir a vaga: tratava-se do fato de ele ter sido advogado do PT.

Esse partido está no governo federal, ali chegou pelo voto e é normal que aproveite essa embriaguez do poder enquanto puder. Todavia, por questão de respeito ao Brasil e aos brasileiros, não deveriam ter sido feitas indicações que pareceram destinadas, desde o início, a uma conduta esperada dos indicados: a de que não falhassem no julgamento do mensalão.

Isso veio a acontecer, nenhum deles falhou, deixando a clara impressão de haverem pago obedientemente o favor da nomeação. Para os que amam o Direito e a Justiça, é muito triste verificar que essa imagem de submissão, de subserviência, acabou mesmo prevalecendo.

FORMAÇÃO DE MAIORIA

Em determinado momento do julgamento do mensalão, quando os 11 ministros do Supremo julgavam os embargos infringentes propostos por José Dirceu e outros petistas condenados, percebeu-se a formação de maioria favorável ao abrandamento das penas, mesmo diante da oposição vigorosa do ministro Joaquim Barbosa. Em gesto de extrema boa vontade, e de absoluta isenção, talvez se possa admitir que os componentes dessa maioria tenham votado, naquela ocasião, segundo suas próprias convicções. Mas mesmo que eles jurem, ao pé da cruz, que votaram segundo suas convicções jurídicas, prevaleceu em muitos milhões de brasileiros (quem sabe, a maioria) a ideia contrária, ou seja, a de que cuidaram de “livrar a cara” de José Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha e outros.

O ocorrido ensina que convém à Nação meditar sobre o critério de escolha dos ministros do Supremo Tribunal Federal e mesmo modificá-lo. Não é admissível que prevaleça a versão atual de que alguns ministros, formando bloco vencedor, estejam pagando com suas decisões o favor da nomeação para o cargo. A ideia de que isso possa ter ocorrido traz em si gigantesca dose de insuportabilidade, porque, afinal, estamos tratando da mais alta Corte do País.

Semanas atrás, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador José Renato Nalini, recebeu a visita da cúpula de governo da Coreia do Sul e ficou impressionado com a eficiência do sistema de escolha de ministros para o principal tribunal desse país. Lá existe uma alternância nas indicações, distribuídas entre o próprio tribunal, o Executivo e o Legislativo. Tal sistema afasta a ideia de que as decisões possam refletir interesses pessoais.

MUDAR A ESCOLHA

Neste momento de predomínio do PT no Congresso Nacional, torna-se inimaginável admitir uma modificação constitucional capaz de permitir forma menos vulnerável de escolha de nossos ministros. Isso abre caminho para que a próxima escolha traduza, outra vez, interesses políticos, e não a melhor habilitação do escolhido.

O ministro Joaquim Barbosa, que ainda teria mais 11 anos no Supremo, ao anunciar sua precoce aposentadoria fez milhões de pessoas se indagarem: quais os reais motivos de deixar tão importante cargo? É bastante provável que na raiz de sua decisão esteja a comprovação, por ele aferida, de que acabou constituído na Corte Suprema um bloco majoritário composto por seis ministros que poderiam derrotá-lo sempre nas votações que envolvessem os interesses de José Dirceu, José Genoino, João Paulo Cunha e outros.

O julgamento de mérito do mensalão terminou, mas nesta fase de execução das penalidades são corriqueiros incidentes cuja competência para decidir monocraticamente é do presidente do tribunal, que a partir de agosto será o ministro Ricardo Lewandowski.
Esse ministro deixou a sua marca naquele julgamento, mostrando-se na grande maioria das decisões a favor da absolvição ou de brandas condenações para os réus do Partido dos Trabalhadores, alguns dos quais haviam defendido, anteriormente, a sua indicação para o Supremo.

(artigo enviado por Celso Serra)

22 de junho de 2014
Aloísio de Toledo César
Estadão

EM PARIS, A ORGANIZAÇÃO 'REPÓRTERES SEM FRONTEIRAS' CRITICA ATAQUES DO PT A OPOSITORES MIDIÁTICOS



 

Veja o que este blog acaba de receber de Paris, da presidência da prestigiosa entidade de defesa da liberdade de expressão:
 
Após dezoito agressões contra jornalistas desde o início do Mundial, o vice-presidente do Partido dos Trabalhadores acusou uma dezena de jornalistas e humoristas de propagar o ódio.
A tensão entre o governo e os jornalistas da oposição acaba de subir de tom. Num artigo publicado a 16 de junho de 2014 no site do Partido dos Trabalhadores (PT), atualmente no poder, o vice-presidente do partido Alberto Cantalice estabelece uma lista negra de jornalistas designados como os “pitbulls da grande mídia”.
Para o dirigente petista, o ódio de Reinaldo Azevedo, Arnaldo Jabor, Demétrio Magnoli, Guilherme Fiúza, Augusto Nunes Diogo Mainardi, Lobão e dos humoristas Danilo Gentili e Marcelo Madureira contra as medidas progressistas dos governos Lula e Rousseff se tornou ainda mais evidente desde o começo do Mundial, que esperam que fracasse.

Esses “inimigos da pátria” não demoraram em responder. O jornalista Demétrio Magnoli denunciou em Globo um artigo “calunioso” e uma ação de propaganda por parte do PT. Magnoli se mostra preocupado pelo fato de um político do partido no poder convidar à “caça” dos jornalistas opositores “na rua”. Já Reinaldo Azevedo, da revista Vejaafirmou sua intenção de processar Alberto Cantalice por “difamação”.

Repórteres sem Fronteiras expressa sua inquietação pelas graves acusações dirigidas contra os jornalistas provenientes de um alto cargo do PT”, declara Camille Soulier, responsável da seção Américas da organização. “Não ignoramos o contexto polarizado da mídia, que pode exagerar o descontentamento geral. No entanto, as dificuldades sentidas pelo PT não justificam o recurso à propaganda de Estado.”

Essas acusações foram lançadas num clima social tenso, com a multiplicação de movimentos populares contra as despesas do governo com a Copa do Mundo. A polícia militar tem respondido através da força e alguns jornalistas foram agredidos. No total, a Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (ABRAJI) já contabilizou 17 agressões de jornalistas no âmbito de manifestações desde a abertura do Mundial.
Entre as vítimas, contam-se correspondentes da CNN e de agências internacionais, como a Reuters e a Associated Press, assim como jornalistas da mídia local ou profissionais independentes. Karinny de Magalhães, jornalista e ativista do coletivo Mídia NINJA, foi detida e espancada até desmaiar.

Aos 17 casos citados se juntou a detenção arbitrária de Vera Araújo, do diário O Globo, no passado dia 15 de junho, elevando para 18 o número de abusos. A jornalista estava filmando a detenção de um turista argentino e acabou também sendo presa. Uma investigação foi aberta contra o policial militar responsável pela detenção.

O Brasil se situa no 111º lugar em 180 países na última Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa, elaborada por Repórteres sem Fronteiras. Por ocasião da Copa do Mundo de futebol, a organização lançou uma campanha para sensibilizar o público sobre a situação da liberdade de informação nos países participantes.

22 de junho de 2014

NO FUNDO, A LUTA CONTRA OS OLIGOPÓLIOS

 




Pela palavra de Ricardo Bersoini e Franklin Martins, na convenção de ontem, insistiu o PT na necessidade de regulação das atividades da mídia. Nada de controle do conteúdo, repetiram o ministro da Coordenação Política e o coordenador de Comunicação Social da campanha de Dilma à reeleição. O que pretendem, na teoria, é garantir espaço e tempo nos meios de comunicação para as notícias e opiniões de grupos e partidos contrariados por opiniões e notícias de outros partidos e grupos.

Leia-se: a possibilidade de ser equilibrado o noticiário nitidamente favorável às informações e posições conservadoras que caracterizam a imprensa nacional desde que D. João VI veio para o Brasil, com as exceções de sempre. Seria uma forma de contraditar campanhas uniformes contra mudanças e inovações sustentadas por ideologias opostas aos modelos vigentes. E seus excessos, como denúncias contra quem pretende mudar a ordem vigente.

Numa palavra, trata-se de um instrumento para o PT do passado defender-se. Fala-se do passado porque o PT de hoje encontra-se alinhado ao conservadorismo expresso pela mídia. A regulação imaginada serviria apenas, nos tempos de hoje, para os companheiros compensarem as acusações de corrupção generalizadas, aliás, não sem motivos.

Tudo isso na teoria, vale repetir, porque, na prática, o que pretendem é acabar com a prevalência de oligopólios empenhados em repelir quaisquer propostas de alterações fundamentais nas instituições políticas, sociais e econômicas. Traduzindo: visam as Organizações Globo e penduricalhos.

A Constituição de 1988 tem artigos até hoje mantidos na geladeira, sem regulamentação e, portanto, sem aplicação efetiva. É o caso de parte dos artigos 220 e 221.
Na questão da liberdade, esses dispositivos são até redundantes ao preceituar que “a manifestação de pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição”
E depois: “nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística”. Em seguida: “é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística”.

Preceitos para ninguém botar defeito, autoaplicáveis. O problema é que depois seguem-se parágrafos até agora congelados, como o de que “cabe à lei federal estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o respeito aos valores éticos da pessoa a e da família”.
Até hoje nenhum deputado ou senador, sequer algum companheiro, ousou propor a regulamentação desse artigo, para não correr o risco de ser banido das telinhas e microfones.

Mas o principal vem depois.
O parágrafo 5 do artigo 220 estabelece que “os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio”. É aqui que a vaca pode ir para o brejo, abrindo discussão mesmo meramente acadêmica a respeito de um só grupo econômico dispor de jornais, revistas, emissoras de rádio, de televisão e agora também desse diabólico conjunto de comunicação eletrônica.

Será esse o alvo que a dupla Bersoini-Franklin pretende atingir, encontrando a chave do cofre no argumentos para a compensação destinada a enfrentar a midiática frente única conservadora? Ousarão o governo e a bancada do PT apresentar algum projeto capaz de abalar as estruturas dos oligopólios existentes no país?

22 de junho de 2014
Carlos Chagas

POR UM BRASIL DE TODOS

Campanha eleitoral - e não se trata de outra coisa - é assim mesmo, quando os poderosos de turno resolvem se beneficiar das fragilidades das instituições democráticas: vale o que parece, não o que é; importa a versão, danem-se os fatos. E nessa aventura marota, na qual mergulhou de cabeça para evitar um desastre para o PT em outubro, Luiz Inácio Lula da Silva é insuperável. Por isso, não se pode negar razão ao senador Aécio Neves, agora candidato oficial dos tucanos à Presidência, quando declarou, na segunda-feira à noite em São Paulo: "Não vamos cair nessa armadilha do debate que apequena a política, do nós contra eles, da disputa de classes".

A pregação da luta de classes, mote desde sempre das campanhas eleitorais do PT, desvirtua um dos fundamentos da sociedade democrática, o de que para se conquistar o bem comum é preciso somar e não dividir. Desde suas origens políticas na luta sindical, Lula notabilizou-se por "partir para cima" de seus "inimigos", atacá-los sem trégua, eliminá-los sob qualquer pretexto. Houve apenas uma ocasião em que mudou de tática: por recomendação de seus marqueteiros, para consolidar a tendência de vitória nas eleições de 2002 passou a encenar o "Lulinha paz e amor". Tal como faria pouco depois, ao renegar, na famosa Carta aos Brasileiros, a pregação estatizante com que até então combatia a política econômica do governo FHC, Lula abandonou temporariamente - só temporariamente - sua vocação visceral para "guerra e ódio".

A mesmíssima prática marqueteira de manipular os fatos para impor a versão que mais lhe convém Lula adota agora na tentativa de transformar em limonada o intragável limão da manifestação anti-Dilma ocorrida na Arena Corinthians. Ninguém provido de um mínimo de sensatez, educação e civismo aprova o modo grosseiro, com o uso de expressões chulas, com que a presidente foi ofendida pela multidão.

Feita a ressalva necessária, é preciso também repelir com veemência a canhestra tentativa lulopetista de apresentar o episódio do Itaquerão como prova de que Dilma é "vítima das elites". Absolutamente, não. Registre-se que o ministro Gilberto Carvalho, homem de Lula dentro do Palácio do Planalto, saiu-se na última quarta-feira com a aparentemente surpreendente versão de que o episódio do Itaquerão não deve ser debitado a uma iniciativa da "elite branca" presente no evento, mas é o resultado da "pancadaria diária" de que o governo e o PT são vítimas nos meios de comunicação. Trata-se de uma variante tática do jogo lulopetista, que merece comentário à parte.

O fato é que a contundente manifestação no estádio corintiano foi o resultado do mesmíssimo sentimento de insatisfação difusa que desde junho do ano passado tem levado diariamente às ruas brasileiros que, frustrados por mais de uma década de um ufanismo mirabolante e vazio, começam a se dar conta de que caíram num enorme conto do Lula. E mesmo que se admita, apenas para argumentar, que a manifestação anti-Dilma no Itaquerão tenha sido obra exclusiva da "zelite", esta pode ser condenada por se ter comportado em relação à chefe do governo do PT exatamente da mesma forma como o PT e seu governo se comportam em relação a ela, a "elite"? Colhe-se o que se planta.

De qualquer modo, é profundamente lamentável que, faltando ainda quase quatro meses para o pleito de outubro, a campanha eleitoral esteja enveredando pelo descaminho da retórica belicosa com que Lula e o PT pretendem, em desespero, aprofundar entre os brasileiros a divisão alimentada pelo ódio. E por essa perspectiva desanimadora é também responsável a oposição, que entra no jogo do lulopetismo em vez de se concentrar numa campanha propositiva, que desmistifique, com objetividade e clareza, a empulhação populista de Lula e sua sucessora, aponte caminhos viáveis para garantir as inegáveis conquistas sociais e econômicas dos últimos 20 anos e defina uma rota segura para devolver ao Brasil a certeza de que estará rumando em direção à prosperidade econômica e à justiça social.

É preciso tirar o ódio do caminho e estimular a cidadania, valorizar a unidade na diversidade e lutar, com genuíno espírito democrático, por um Brasil de todos.

 
22 de junho de 2014
Editorial O Estadão

A TROPA DE CHOQUE DIGITAL DO MINISTRO

Encontro de Gilberto Carvalho com blogueiros e jornalistas chapas-brancas é mais um reforço na previsão de que a campanha eleitoral tende à radicalização


A reunião do ministro-chefe da secretaria-geral da Presidência, Gilberto Carvalho, com blogueiros e jornalistas chapas-brancas poderia ser contestada por partidos de oposição pelo fato de ter sido realizada no Palácio do Planalto. O encontro, realizado quarta-feira e transmitido pela internet, tratou de estratégias de defesa do governo Dilma na rede mundial de computadores, com óbvias intenções eleitorais. Logo, um ato de campanha. Portanto, inadequado a um espaço cujo proprietário é o Estado e não o PT, ou qualquer outro partido.

Mas costumam ser tantas as transgressões à legislação eleitoral, e não apenas nesta eleição, que os transgressores parecem vencer pelo cansaço. No caso desse ilustrativo encontro, o mais importante terminou sendo as próprias características da reunião e a agenda discutida.

Talvez pela crescente preocupação com a tendência das pesquisas eleitorais, lulopetistas começam a se descuidar. Escancaram conversas sugestivas entre uma autoridade, blogueiros e jornalistas ligados ao PT, muitos dos quais atuam apoiados financeiramente por meio de anúncios de estatais. Recebem dinheiro público.

Essa reunião reforça a previsão de que a campanha deste ano tende à radicalização. E, como já aconteceu no passado, a internet será campo de uma guerra suja, espaço livre a calúnias e difamações. De lado a lado.

O tom já havia sido dado por Lula, líder máximo do partido, ao acusar a “elite branca” pela vaia e xingamentos a Dilma, no jogo de abertura da Copa, e responsabilizar pela clima oposicionista a “mídia conservadora". Só faltava esta: o PT racializar a disputa eleitoral. No lado oposto, o candidato Eduardo Campos (PSB) conclamara os eleitores a tirar os “ladrões” de Brasília. Enquanto Aécio Neves procurou razões para explicar a inaceitável ofensa pessoal à presidente da República.

O truque de animar a militância petista atiçando-a contra a imprensa profissional e independente não é novo. E o encontro de Carvalho com parte da tropa de choque petista no mundo digital serviu para atiçar ainda mais a militância. A que age muitas vezes sob anonimato na internet. O ministro, setorista de “movimentos sociais” no governo e no PT, quer apoio da tropa à criação da rede de comissões instituída por decreto-lei e sob risco no Congresso, pois ficou evidente seu objetivo de ampliar o aparelhamento da máquina pública e drenar poder do Legislativo. “Temos de comprar esta briga!”, conclamou Gilberto Carvalho. É o que ele chama de “fazer o debate na mídia" (sic).

Em troca, os militantes digitais petistas pediram mais dinheiro público (da verba de publicidade oficial), a “regulação da mídia" (censura à imprensa profissional) e até o uso da TV Brasil como instrumento político. Se podem fazer reunião partidária no Planalto, por que não colocar a TV pública na campanha? Tem uma lógica.

O encontro de quarta ensinou tanto quanto a mais profunda análise da conjuntura política.


22 de junho de 2014
Editorial O Globo

PROJETO ORVIL (LIVRO)

 
OPORTUNIDADE EXCELENTE DE SE TER UM LIVRO SERIO E COM ANALISES SERENAS E VERDADEIRAS.
 
TIVESSE SIDO VENCIDA A INEPCIA (+AÇODAMENTO " DEMOCRATICO" ) DE TODOS QUE NÃO SÓ  SE OPUSERAM AO EXCELENTE TRABALHO HISTORICO DO GEN DEL NERO E EQUIPE,   MAS TAMBEM PRIMARAM POR NAO APOIAR SUA DIVULGAÇÃO E , HOJE, A HISTORIA BRASILEIRA E OS BRASILEIROS SERENOS ESTARIAM , COM CERTEZA, AGRADECIDOS.
A. Santos
 
O documento que aterroriza a "Comissão da Verdade"
 
Repasso mensagem que poderá ser do seu interesse.
 
Constate o que os hipócritas e fariseus da tal Comissão da Verdade(sic) preferem que não seja contado: “...os esquerdistas nunca lutaram por democracia, mas sim por uma DITADURA TOTALITÁRIA igual à cubana...” 
 
Fiz download do livro de 1.000 páginas: o ORVIL que de trás pra frente = LIVRO. Contém a história dos comunistas em todas as suas tentativas em estabelecer esse regime no Brasil, apesar de já ter sido deletado na URSS .... 
Para quem de fato pretende compreender tudo nos mínimos detalhes. Um livro RESERVADO do Serviço de Inteligência do Exército e que agora graças às redes sociais é possível transmitir. A famigerada Comissão da Verdade teme esse livro como o diabo teme a cruz. 
 
É bom fazer o download. E depois repassar a mais não poder. Dia virá em que ninguém mais terá um exemplar desse livro.
 
O documento que aterroriza a "Comissão da Verdade"
 Em 1985 a inteligência do exército analisou a situação política do país e percebeu que os terroristas comunistas derrotados por eles preparavam uma vingança através da revisão da história, desinformação e mentiras, para transmitir às futuras gerações a lenda de que eram estudantes inocentes torturados por militares cruéis e que lutavam por democracia. 
A atual geração desconhece que os esquerdistas nunca lutaram por democracia e sim por uma ditadura totalitária igual às cubana e chinesa.
Não existe um único documento das esquerdas, da época, em que se pedia a volta da democracia, liberdade de expressão, eleições livres ou multipartidarismo.
 
Essa análise tem por volta de 1000 páginas e tem o nome de "Projeto ORVIL". Na época (1987) o Ministro Leônidas Pires Gonçalves não autorizou o lançamento do documento em forma de livro, para não criar conflitos políticos.
A esquerda se aproveitou da "covardia" do ministro Leônidas Pires e o resultado está aí: total e completo revanchismo; vingança dos derrotados, indenizações milionárias para criminosos; satanização das forças armadas e o anunciado fim da Lei da Anistia para os militares, mas não para os terroristas.
 
 O Projeto ORVIL está no link abaixo. Baixem, arquivem e repassem. Não permitam que criminosos façam lavagem cerebral nos seus filhos e netos contando a versão histórica "DELES".


http://www.averdadesufocada.com/index.php?option=com_content&task=view&id=737&Itemid=78

21 de junho de 2014
Recebido por email

NOTA AO PÉ DO TEXTO

O DOWNLOAD DESTE LIVRO, ENCONTRA-SE, TAMBÉM, NA HOME DO BLOG.
 

GÊNIO

Foto


22 de junho de 2014
facebook
 

CALA A BOCA, MAGDA!

               

a2

 
A única medida eficaz para incentivar a indústria – e os investimentos na economia produtiva em geral – seria revogar radicalmente a escalada do binômio mentiras nas contas + ameaças na política que vem embalando o PT desde que dona Dilma montou em sua decantada competência e alçou voo solo com a desmontagem geral de nada menos que o conjunto dos contratos nacionais e internacionais que mantinham em pé o sistema brasileiro de produção e distribuição de energia elétrica lá em 2012.
 
Desde então tem sido ladeira abaixo, uma coisa puxando a outra: numeros rebeldes levando à falsificação de contas; contas falsificadas levando à fuga de investidores; queda do desempenho econômico levando a piora nas pesquisas e piora nas pesquisas levando à radicalização do discurso político.
 
Isenções pontuais de impostos, incentivos ao consumo aqui e ali, mais “gastos sociais”, tipo adicional para motoboys, como os anunciados ontem, nada disso se traduz, para o mercado, como planejamento econômico, que é o que tem faltado; tudo se desnuda no ato como mais uma manobra tática eleitoreira visando clientelas específicas o que reconfirma e aprofunda a desconfiança no governo e, assim, piora as expectativas, aquele conceito chave cuja função o petismo faz questão de não entender ou de fingir que não entende em matéria de economia.
 
a8
 
Agora, alias, é tarde. A coisa já entrou para a seara de “Pedro e o lobo”: foram tantas as mentiras que já nem adianta mais tentar dizer a verdade.
 
De qualquer maneira, parece certo que não corremos esse risco. Tome-se como exemplo a reinterpretação da vaia à Dilma do seu fiel escuderio Gilberto que os jornais divulgaram hoje.
Diz o Secretario Geral da Presidência, ao contrário de Lula, que não, não é só a “elite branca” que vaia a patroa; que ele próprio pôde constatar nos metros que tomou para ver jogos da Copa que “essa coisa” do PT ser corrupto “já pegou, já desceu para o povão”.
 
Mas nem quando esbarra na verdade um petista deixa de ser um petista: “essa coisa” (o PT ser corrupto), fica no subtexto, não existe de fato, é uma fabricação da imprensa, e “está pegando” apenas e tão somente graças ao “bombardeio diário” que ela mantém contra esses inocentes, o que deixa subentendido que, quando o PT ganhar, “eles vão ver”, seja toda a “elite branca”, como já ameaça o Lula, seja só a imprensa livre como sempre quis o partido.
 
A imprensa tem para as vaias, portanto, os poderes que o PT lhe nega quando o caso é de aplauso. E assim, a cobra morde o próprio rabo e voltamos ao ponto de partida.
 
a8
 
A partir de quarta-feira, anunciam os mesmos jornais, o ministro Luis Roberto Barroso, aquele que fala de mansinho, vai provar ao Brasil que também o negro Joaquim Barbosa faz parte da “elite branca”, passando a reexaminar todos os pleitos da “elite da Papuda” e de seus aguerridos advogados que não admitem seus clientes iguais a nós outros perante a lei.
 
Tal revisão, de resultado absolutamente previsível, virá logo na sequência da que o ministro Teori Szavaski já fez das sentencas de um seu colega do Paraná (provavelmente da “elite branca”) mandando soltar Paulo Roberto Costa, outra “vítima da imprensa”, desta vez articulada com mendazes autoridades bancárias suissas, que inventa mentiras sobre “quadrilhas” que andam “assaltando a Petrobras” que, conquanto absolutamente inexistentes, produzem contas de dezenas de milhões de dolares em bancos daquele país europeu.
 
Enfim, quanto mais o PT se explica e age para “incentivar a economia”; quanto mais energicamente ele disciplina os fatos para que se ajustem às suas versões, piores ficam as coisas, de modo que a imobilidade e o silêncio seriam, certamente, a opção mais segura para este delicado momento no qual qualquer nova tentativa de ajudar, por bem intencionada que possa ser, pode desencadear um pânico sem volta.
 
a8

22 de junho de 2014
vespeiro