"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

PROFISSIONALIZAÇÃO DA DEMOCRACIA



O cancro da corrupção - somado à falta de competência - tornou muitos países latino-americanos ingovernáveis e permanentemente em estado de crise. O discurso do presidente norte americano “primeiro eles e depois os demais nações do continente americano” bem explicita que o desequilibrio das economias e assimetrias comprovam a falta de profissionalização da democracia.

Ao chegarem no poder os governos populares e demagogos de esquerda deram um falso ar de melhoria, mas turbinaram números e quebraram as finanças públicas. É o preço amargo e salgado que hoje ameaça toda combalida América Latina com forte oscilação da moeda norte americana e a previsão no sentido de que a Argentina se socorrerá do FMI.

O caos é visível a olho nu com desigualdades sociais, invasões, falta de habitação e total desplanejamento dos governos eleitos. Carecemos de uma democracia nitidamente profissional e não de amadores. São muitos os candidatos à Presidência mas muito poucos talhados para o exercício do cargo e retirar o Brasil do divisionismo e das graves turbulências que poderão nos atingir dentro em breve.

As esquerdas marrentas e que não enxergam seus malfeitos levaram milhões de cidadãos para o exterior - somente em Portugal nos últimos cinco anos chegaram mais de cem mil brasileiros para conseguir colocação profissional e moradia. É o reflexo de uma situação caótica de violência, de nenhum serviço público,carestia do custo de vida e de milhões de cidadãos desempregados.

A democracia exige um status econômico que possibilite situação de vida digna,e não desumana como nos grandes centros, com a exploração e milhares de moradores de rua. Como profissionalizar a democracia não é simples, mas com metodologia e pessoas que conheçam os mais graves problemas e se proponham a um olhar propositivo.Teremos mais quatro anos de dificuldades com amplos poderes concentrados na consistente mobilização em torno dos novos eleitos junto ao parlamento, cujo combate incessante à corrupção é fundamental que prossiga.

O Brasil chega dividido e com pessimismo às urnas cujo eleitor já não mais acredita nos marqueteiros, nas promessas de campanha, e no amanhã colorido. Milhões de brasileiros estão endividados, as empresas perdem liquidez, o derretimento do mercado de capitais preocupante e a fuga de investidores palpável.

Teremos horizonte no cenário atual ou desacreditamos por completo da maré baixa para surfarmos nas expectativas de melhores governantes? Nossos dirigentes políticos exercem seus cargos como cartolas do futebol querem ganhar e rapidamente aprimorar seus ganhos com negociatas e falcatruas.

Enfim, sem uma pressão da sociedade e identificação de uma cidadania antenada com rarefação da ética e moralidade, nossos passos poderão ter fissuras à vista. A mudança deve ser completa e radical para acreditarmos na reconstrução do Estado Democrático.


14 de maio de 2018
Carlos Henrique Abrão (ativa) e Laércio Laurelli (aposentado) são Desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

UM MILHÃO DE FILHOTES PARA DONA ONÇA





“País Canalha é o que não paga precatórios”

Para tomar conta deste país continente, dona Onça precisará aumentar o número de seus filhotes, a curto prazo, para um milhão.

Caso contrário, a cobiça estrangeira poderá tentar uma invasão para tomar-nos parte do território.

Não acredito numa aventura de um país europeu. Seu continente está podre, efeminado e invadido por infiéis.O perigo está na Ásia.

Descarto uma ação norte americana. Foram nossos aliados na Segunda Guerra Mundial e conhecem a bravura, a obstinação e o patriotismo do soldado brasileiro. A águia querer-nos-á como coadjuvante na manutenção de seus valores democráticos e ocidentais em todo o continente descoberto por Colombo.

É verdade que na crise das Malvinas, o grande irmão do norte rasgou o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca (TIAR) para apoiar a potência extra continental, a Inglaterra.

Este erro histórico beneficiou o Brasil duplamente. Ao apoiarmos a causa argentina encerramos o secular conflito platino. Quase cem anos antes um seu presidente disse: “Tudo nos une, nada nos separa”. No instante que passamos a cuidar dos interesses diplomáticos argentinos em Londres, os demais países sulamericanos passaram a nos respeitar como seus possíveis protetores.

Com a “invasão” de venezuelanos desesperados e com fome, no norte brasileiro, penso que é dever das Forças Armadas intervirem, expulsando de Caracas a quadrilha sanguinária que escravizou seu povo.

Nossa crise interna é infinitamente menos grave que a do vizinho.

Aqui uma Intervenção Institucional resolve. Temos comida e um povo generoso que só precisa de mais Educação e menos corrupção.





14 de maio de 2018
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

LULA CANDIDATO É GOLPE CONTRA A JUSTIÇA





Permitir que o Presodentro Luiz Inácio Lula da Silva seja candidato a Presidente da República em 2018 é um golpe vergonhoso contra o princípio básico de Justiça. Só um partido que faz apologia ao crime como o PT pode ter o cinismo de registrar a candidatura de um presidiário. A petelândia e seus comparsas, há muito, perderam completamente o respeito pela verdadeira Democracia – aquela segurança jurídica, institucional e individual que o Brasil não tem ou talvez nunca tenha tido.

Ontem, o ministro do Tribunal Superior Eleitoral Admar Gonzaga defendeu o princípio óbvio ululante que qualquer pessoa condenada estaria inelegível. "Eu não vou falar de nomes aqui. Todas as pessoas que têm certidão positiva criminal, ou por improbidade administrativa ou a depender do crime, da condenação, seja ela quem for, está inelegível pela lei. Não sou eu quem está dizendo, é a lei que diz".

Gonzaga classificou de “fraude” qualquer tentativa ou possibilidade de um partido político pedir o registro de um candidato inelegível e substituir o nome dele no final do prazo permitido (segunda quinzena de setembro). "Toda vez que você está conspurcando com o interesse público, a Justiça Eleitoral tem que dar uma solução". O ministro defendeu que qualquer ministro do TSE pode indeferir o pedido de registro de uma candidatura à Presidência da República, mesmo se não houver um questionamento do Ministério Público ou de um adversário político.

Gonzaga foi claríssimo: "No momento em que o juiz verifica que aquela certidão está positiva, ou seja, que há uma condenação criminal e o crime é um daqueles previstos na Lei das Inelegibilidades, sem impugnação, ele indefere o registro de candidatura". O TSE tem o período de 15 de agosto até 30 de março para barrar a candidatura de qualquer criminoso condenado com sentença definitiva – como é o caso do companheiro $talinácio.

Acontece que, no Brasil, a Lei nem sempre é cumprida, mas sim interpretada conforme as conveniências. Por isso, o homem que vestiu todas as casacas de nossa republiqueta (foi deputado constituinte, Ministro da Justiça, Ministro e presidente do Supremo, Ministro da Defesa e agora é banqueiro) vem à público em defesa da petelândia. Nelson Jobim deveria ter vergonha de afirmar que o PT poderá registrar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato ao Planalto.

O banqueiro Jobim analisou que o PT tem três possibilidades para a eleição presidencial, defendidas por diferentes correntes no partido: indicar um substituto para Lula após a impugnação da candidatura; indicar um candidato a vice para herdar os votos do ex-presidente; ou ainda se coligar com Ciro Gomes (PDT). Jobim mencionou como potenciais vices de Lula o ex-ministro Jaques Wagner, o ex-prefeito Fernando Haddad, o ex-chanceler Celso Amorim e o deputado federal Patrus Ananias (MG).

Lula já era... Ele não tem mais condições morais de ser candidato a nada –a não ser a cumprir as penas a que foi e será condenado. A tentativa de registro da candidatura dele será mais um motivo para irritar os militares que defendem a legalidade e a democracia – na contramão do que pregam os meliantes de esquerda e fanáticos da seita lulista. Depois de mais um golpe, não adiantará reclamar se a Onça contratacar com o bafo forte e a pata amiga...








Sobre a farsa do memorando da CIA contra o governo dos presidentes militares no Brasil, leia o artigo de Nelson Bruni:Quem manda no cara do CFR que ataca militares?

Entrevista livre com Bolsonaro

O pré-candidato a Presidente pelo PSL teve liberdade para expor seus pensamentos e visão sobre o Brasil aos jornalistas de O Tempo, de MG. Fonte: https://youtu.be/n0-4slpJLNw

Três Neurônios: O mistério da Garrafa falante

No novo programa dos Três Neurônios, um milagre: a Garrafa fala e fica solidária ao STF que também concorda com a linha do “Cana para Lula”. Imagina o que nosso Presodentro faria com uma garrafa falante... Confira e divulgue em https://youtu.be/3Jcj4KgDNHQ















Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

14 de maio de 2018
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

BAFO FORTE, PATA AMIGA

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“País Canalha é o que não paga precatórios”

Este pobre observador das coisas da floresta, como biruta de aeroporto, a cada momento muda de posição, premido (ou espremido) pelas circunstâncias eólicas.

Ora penso que dona Onça oferecerá a pata amiga da reconciliação nacional; ora, que será levada a fazer fricassé da classe polititica.

Por imprudência e burrice, a esquerdalha esmerdalhada voltou a cutucar a felina com vara curtíssima. Para sua perdição, o dedo em riste acertou o ponto mais íntimo da referida, com a precisão de urologista experimentado.

Em minha modesta opinião, nossa heroína estava disposta a utilizar apenas o bafo forte para encaminhar a transição eleitoral como um casamento moderno : sem derramamento de sangue.

A totalidade de seus filhotes com quatro manchas estelares nos ombros, em 1.964 tinha apenas cerca de dez anos. Eram todos infantes, no sentido latino do termo : aqueles que não sabem ou não podem falar.

Mas de repente (não mais que de repente) vem um(a) idiota e propõe a reabertura da Cãomissão da (In)verdade. Avaria grossa a meia nau na tentativa da salvação eleitoral.

Como xarope de alcatrão, agora os bocós verão o que é bom pra tosse.

A quem interessa enfurecer os militares?

Os implantadores da Nova Ordem Mundial já sabem que “perderam”.

Só lhes resta provocar uma sangrenta luta fratricida para colher, no futuro, os frutos dos ódios gerados.

Se amanhã mudar o noroeste ou minuano, com toda humildade , voltarei a mudar de opinião.

14 de maio de 2018
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.

PROJETO DE LEI QUER DAR SALÁRIO, FÉRIAS, 13o. SALÁRIO E FGTS PARA PRESOS . PROJETO DE LEI DO DEPUTADO GLAUBER BRAGA / PSOL

Projeto de Lei quer dar salário, férias, 13º e FGTS para presos ...

https://www.jornalcontabil.com.br › Destaques

7 de mai de 2018 - Projeto de Lei quer dar salário, férias, 13º e FGTS para presos ... O deputadofederal Glauber Braga (PSOL-RJ) apresentou um projeto de lei ... prisão recebam um salário mínimopor mês, o equivalente a R$ 954. Mas não só isso. Braga propõe enquadrar detentos que executam algum tipo de trabalho em ...

14 de maio de 2018
m.americo

A REUNIÃO MILITAR QUE PREOCUPA A ESQUERDA E MÍDIA GLOBALISTA NAS ELEIÇÕES 2018



A Reunião Militar que preocupa a Esquerda e Mídia Globalista nas Eleições 2018
14 de maio de 2018

O QUE É O BRASIL? GUIA POLITICAMENTE INCORRETO



O QUE É O BRASIL? | GUIA POLITICAMENTE INCORRETO | HISTORY

14 de maio de 2018

CURITIBANO COMPRA MEGAFONE E VAI "A FORRA" CONTRA MILITANTES

DEGRADAÇÃO MORAL DE LULA E DO PT CHOCA O MUNDO

OPERAÇÃO LAVA JATO SURPREENDE E APRESENTA NOVOS DADOS QUE PODEM ESTREMECER UM QUARTO DO PLANETA

CARLOS MARIGHELLA E O MANUAL DO TERROR CONTRA A LIBERDADE




Sei que escrever com o intuito de mostrar uma face diferente desses personagens tidos como herois nacionais, salvo exceções, é quase uma “heresia” no círculo acadêmico e político brasileiro. Entretanto, como sempre somos alertados a pensar criticamente, eis o que proponho no artigo ora apresentado. Essa perspectiva é parte da diversidade que muitos dizem defender, mas que odeiam quando ela se manifesta.

É imperioso ressaltar que não é por criticar Marighella que necessariamente me posiciono em favor dos militares. O que pretendo demonstrar é que duas forças, ainda que uma seja mais forte que a outra, podem ser antidemocráticas e mesmo assim, inimigas. Quando uma facção criminosa domina um morro e outra quer despojá-la do controle do narcotráfico, não o faz para trazer a paz, mas o contrário, isto é, para impor a sua ordem.

O Manual do Guerrilheiro Urbano, escrito por Carlos Marighella e datado de 1969, revela boa parte do que o mesmo pensava acerca de seus métodos políticos que, hoje considerados legítimos pelo contexto do governo militar, não passam de fórmulas criminosas de atuação política. Logo no início o próprio autor deixa bem claro que “a razão porque este manual leva [sua] assinatura é que as ideias expressadas ou sistematizadas [nele] refletem as experiências pessoais de um grupo de pessoas engajadas na luta armada no Brasil, entre as quais [ele tinha] a honra de estar incluído.”[1]

Poderíamos contextualizar a produção do material, difusão e quem foi Marighella, todavia, não há espaço para isso, já que o intuito principal é demonstrar como este guerrilheiro buscava a “democracia.” Sempre dizem que ao analisarmos situações históricas, devemos ser imparciais, no entanto, não apontar os crimes perpetrados ou planejados pelo líder da ALN – Aliança Libertadora Nacional – é ficar omisso, haja vista que até hoje Marighella é tido como grande personagem em busca da “libertação nacional”.

O que encontramos no Manual revela muito de suas aspirações criminosas, muito diferentemente do que aparece no filme Batismo de Sangue (2007), dirigido por Helvécio Ratton, onde o comunista é retratado como uma figura paternal, misteriosa e até messiânica.

Carlos Marighella, bem como vários de seus apoiadores até hoje, acreditam que são detentores de virtudes irrepreensíveis, o maior perigo de todos por acarretar vários outros. Escrevendo sobre a inferioridade bélica dos guerrilheiros, Marighella afirmou que sim, que nesse aspecto são inferiores, “mas vendo desde o ponto de vista moral, o guerrilheiro urbano tem uma vantagem que não se pode negar. Esta superioridade moral é o que sustém ao guerrilheiro urbano.”[2] Presunção? Se o leitor ainda não está convencido, podemos citar outra passagem, onde o autor diz que “Hoje, ser ‘violento’ ou ‘terrorista’ é uma qualidade que enobrece qualquer pessoa honrada, porque é um ato digno de um revolucionário engajado na luta armada…”[3] E alicerçado nessa torpe alegação, elaborou as barbaridades que o leitor verá em seguida.

Logo no início de seu manual, Marighella escreve que os objetivos essenciais do guerrilheiro urbano são:
A exterminação física dos chefes e assistentes das forças armadas e da polícia.
A expropriação dos recursos do governo e daqueles que pertencem aos grandes capitalistas, latifundiários, e imperialistas, com pequenas expropriações usadas para o mantimento guerrilheiro urbano individual e grandes expropriações para o sustento da mesma revolução.[4]

Logo depois, o autor realça que é necessário que “todo guerrilheiro urbano tenha em mente que somente poderá sobreviver se está disposto a matar os policiais e todos àqueles dedicados à repressão.”[5] Claramente, também diz que é necessário saber “falsificar documentos para poder viver dentro de uma sociedade que ele busca destruir.”[6] O leitor por acaso acredita que alguém que diz que é necessário “preparar bombas Molotov, granadas, minas, artefatos destrutivos caseiros, como destruir pontes, e destruir trilhos de trem”[7], é alguém em quem poderíamos depositar confiança? Que não seria um verdadeiro carniceiro ao alcançar o poder?

O ódio aos Estados Unidos e à propriedade, como sempre, também fica evidente, pois lemos que “As empresas e propriedades norte-americanas no país, por sua parte, devem ser alvos tão frequentes de sabotagem que o volume das ações dirigidas sobrepasse o total de todas as outras ações contra os pontos vitais do inimigo.”[8] E ainda sobre os norte-americanos, diz que o “sequestro de residentes norte-americanos ou visitantes no Brasil constituem uma forma de protesto contra a penetração e a dominação do imperialismo dos Estados Unidos em nosso país.”[9] Já sobre execuções, e com mais ódio aos EUA, Marighella escreve que execução é “matar um espião norte-americano, um agente da ditadura…” e que ela deve ser feita por um atirador “operando absolutamente secreto e a sangue-frio.”[10]

Como ele mesmo destaca, “o objetivo da sabotagem é para doer, danificar, deixar sem uso e para destruir pontos vitais do inimigo,”[11] e, além disso, diz que a “guerrilha urbana deve pôr em perigo a economia do país, particularmente seus aspectos financeiros e econômicos, assim como as redes comerciais domésticas e estrangeiras, suas mudanças nos sistemas bancários, seus sistema de coleta de impostos, e outros.”[12] Quanto gosto por desolação!

Falando sobre a preparação e escola do guerrilheiro, Marighella deixa bem claro que “Este é o núcleo doutrinado e disciplinado com uma estratégia de longo alcance e uma visão tática consistente com a aplicação da teoria Marxista, dos desenvolvimentos do Leninismo e Castro-Guevaristas, aplicados às condições específicas da situação revolucionária.”[13]

E em outra parte, sobre o sempre almejado e nunca obtido apoio popular, Marighella escreve que “um dos problemas principais do guerrilheiro é sua identificação com as causas populares para ganhar o apoio popular.”[14] Mas por qual razão os guerrilheiros que pregam a morte de policiais, o sequestro de embaixadores e empresários e explosões não o têm? Será que é porque o povo que ele e outros diziam e dizem defender não quer a guerrilha nem o comunismo? Será que é porque o povo não quer saber de expropriação de propriedade privada, mas ao contrário, quer aumentar e/ou melhorar a sua própria?

Tenho uma versão impressa dessa obra destrutiva, contudo, utilizei uma versão que se encontra online [15] para que o leitor possa conferir a autenticidade da informação aqui utilizada.

Espero que cada um que acompanhou esta breve análise do manual antiliberdade de Carlos Marighella se lembre desse e de outros textos cada vez que vir algum professor universitário ou militante de algum partido e/ou movimento social cobrindo de glória o nome deste homem que não buscava democracia, mas que queria trocar uma ditadura por outra, vermelha em todos os sentidos. Se este guerrilheiro, hoje nome de escola e ruas, propunha tais atrocidades ainda que contrariamente à lei e perseguido pelos militares em uma ditadura, imagine então o que faria estando ele no poder e ditando as regras do jogo. O poder comprado com sangue jamais seria vendido por votos.

Hoje, quando algum indivíduo ou movimento luta pela liberdade, geralmente é visto como elitista e “fascista” pelos ideólogos, mas quando se luta pela servidão em prol de utopias como o socialismo, é visto como altruísta e defensor da liberdade. Que paradoxal, defender o terrorismo em prol da paz.

Terrorismo? Não seria demais dizer que os guerrilheiros eram terroristas? Creio que não, já que, além de demonstrar na prática que o foi, o próprio Carlos Marighella escreve que “o terrorismo é uma arma que o revolucionário não pode abandonar.”[16]

Acho que isso diz tudo.


14 de maio de 2018
Thiago Kistenmacher Vieira é coordenador local do Estudantes pela Liberdade de São Lourenço (MG), gestor do Grupo de Estudos Ludwig von Mises, graduando em História na Universidade Regional de Blumenau e membro do Centro de Pesquisa em História da América (CEPHA) da Fundação Universidade Regional de Blumenau.

CARLOS MARIGUELLA: MINI-MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO

Carlos Marighella - Mini-manual do Guerrilheiro Urbano: index

https://www.marxists.org/portugues/marighella/1969/manual/index.htm

10 de jan de 2005 - Escrito: Junho de 1969. Fonte: Material mimeografado datado de 1970. [Note-se que não possuímos um fonte fidedigna deste documento.

14 de maio de 2018

m.americo

"COMISSÃO DA VERDADE" APONTA 377 RESPONSÁVEIS POR CRIMES COMETIDOS DURANTE A DITADURA, OS ATOS CRIMINOSOS DOS TERRORISTAS FORAM IGNORADOS


 Comento daqui a pouco. Após mais de dois anos e meio de trabalho, a Comissão Nacional da Verdade (CNV), que investigou os abusos do regime militar, divulgou nesta quarta-feira seu relatório final. O material entregue à imprensa tem cerca de 1.400 páginas e contabiliza 434 mortos e desaparecidos, principalmente no regime iniciado […]
Por Reinaldo Azevedo
access_time11 fev 2017, 16h59 - Publicado em 10 dez 2014, 15h03more_horiz

Por Gabriel Castro, na VEJA.com. Comento daqui a pouco.
Após mais de dois anos e meio de trabalho, a Comissão Nacional da Verdade (CNV), que investigou os abusos do regime militar, divulgou nesta quarta-feira seu relatório final. O material entregue à imprensa tem cerca de 1.400 páginas e contabiliza 434 mortos e desaparecidos, principalmente no regime iniciado em 1964 e encerrado em 1985. A prática de execuções, ocultações de cadáver, estupros e torturas por parte de agentes do governo é detalhada. A comissão responsabiliza os cinco presidentes do período militar por violações de direitos humanos e pede que a Lei de Anistia seja deixada de lado para que agentes públicos da época possam ser punidos. Crimes cometidos por grupos de esquerda, contudo, são ignorados pelo texto – que assim omite uma parte da história daqueles anos cinzentos.

O coordenador da comissão, Pedro Dallari, entregou o relatório à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), na sede da entidade, em Brasília. Representantes de familiares das vítimas, de sindicatos e de entidades como a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil estavam presentes. Em todos os discursos, surgiram apelos para que os responsáveis pelos abusos sejam punidos apesar da Lei de Anistia. O presidente da OAB, Marcus Vinícius Coêlho, prometeu que a entidade vai “perseguir a responsabilização dos agentes do Estado que perpetraram crimes de lesa-humanidade”.


Durante a cerimônia, os membros da comissão foram constrangidos por um imprevisto: Joel Câmara, que afirma ter sido militante da Vanguarda Leninista em Pernambuco, subiu ao púlpito sem ser convidado e pediu que a comissão investigasse também os crimes cometidos por terroristas de esquerda. Ele foi vaiado e obrigado a deixar o auditório.

O relatório conclui que as violações aos direitos humanos eram uma prática sistemática durante a ditadura. “Ao debruçar-se sobre as graves violações de direitos humanos praticadas entre 1946 e 1988, a CNV não se deparou com atos isolados, mas, no curso do regime militar, com pratica disseminada em larga escala”, afirma. Entre as vítimas, está a presidente Dilma Rousseff – que, em depoimento à comissão, relatou ter sido colocada em um pau de arara.

Dilma recebeu o relatório na manhã desta quarta-feira. Ela parabenizou os integrantes do órgão pelo trabalho – e voltou a afirmar que as investigações não se tratam de “revanchismo”. Dilma afirmou que, da mesma forma que reverencia os que lutaram pela democracia, o país “reconhece e valoriza os pactos políticos que nos levaram à redemocratização”. “A verdade não significa a busca de revanche. A verdade não precisa ser motivo para ódio ou acerto de contas”, disse. “A verdade produz consciência, aprendizado, conhecimento e respeito”, afirmou. “A verdade significa, acima de tudo, a oportunidade de apaziguar cada indivíduo consigo mesmo e um povo com a sua história”, prosseguiu. “A verdade é uma homenagem a um Brasil que já trilha três décadas de um caminho democrático. E que lutaremos sempre e mais pata que assim persista”, finalizou.

Responsabilidades
O documento apresenta 377 nomes de figuras que, de acordo com a comissão, são responsáveis pelos crimes da ditadura, em sua concepção política ou na execução direta. Na lista estão os cinco presidentes militares, os ministros da Marinha, do Exército e da Aeronáutica do período e figuras poderosas como Golbery do Couto e Silva, que foi chefe do Serviço Nacional de Informações (SNI), assim como comandantes dos serviços reservados militares e de batalhões. Há ainda delegados de Polícia Civil, suboficiais e praças, médicos e legistas a quem se atribuiu a responsabilidade direta na autoria dos crimes. Este grupo soma ao menos 240 pessoas.

É a primeira vez que um órgão oficial responsabiliza os ditadores do período militar. “No âmbito de cadeias de comando solidamente estruturadas, esses agentes estiveram ordenados em escalões sucessivos, por vínculo de autoridade, até o comando máximo da Presidência da Republica e dos ministérios militares. É possível afirmar, desse modo, que as ações que resultaram em graves violações de direitos humanos estiveram sempre sob monitoramento e controle por parte dos dirigentes máximos do regime militar”, afirmam os integrantes da comissão.

Anistia
A CNV justifica a defesa da revogação da anistia aos 377 apontados com base em jurisprudências de cortes internacionais como a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA), que rejeita as disposições da legislação de auto-anistia em vigor no Brasil. Promulgada em 1979, a Lei da Anistia perdoou crimes políticos cometidos por militares e civis – ou seja, por agentes da ditadura e por guerrilheiros – durante o período de setembro de 1961 a agosto de 1979. A lei também restabeleceu os direitos políticos suspensos durante a ditadura militar e permitiu o retorno dos exilados. Em decisão de 2010, o Supremo rejeitou uma ação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que pedia a revisão do texto.

”A extensão da anistia a agentes públicos que deram causa a detenções ilegais e arbitrárias, tortura, execuções, desaparecimentos forçados e ocultação de cadáveres é incompatível com o direito brasileiro e a ordem jurídica internacional, pois tais ilícitos, dadas a escala e a sistematicidade com que foram cometidos, constituem crimes contra a humanidade, imprescritíveis e não passiveis de anistia”, escrevem.

A CNV faz, contudo, uma ilação difícil de comprovar: a de que a anistia tem relação causal com violações, prisões arbitrárias, torturas e mortes ainda hoje cometidas no país.

Recomendações
A primeira das 29 recomendações da CNV é que as Forças Armadas reconheçam, institucionalmente, a responsabilidade pelos crimes na ditadura militar. Também desejam a desmilitarização das PMs, a revogação da Lei de Segurança Nacional e a proibição de comemorações oficiais do Golpe de 1964. A comissão sugere que o governo federal cobre dos torturadores, na Justiça, o ressarcimento de indenizações pagas a familiares e vítimas de perseguição política praticada por agentes públicos. E recomenda que seja criado um órgão permanente para dar seguimento aos trabalhos iniciados.

A comissão indicou no texto 230 instalações usadas para tortura, prisões de inimigos do regime – 25 delas, unidades policiais ou militares. O relatório final também lista locais cedidos por civis usados como cativeiros e centros clandestinos de tortura e repressão, a exemplo da Casa da Morte, casarão em Petrópolis, Região Serrana do Rio de Janeiro. Esses espaços funcionavam como uma estrutura paralela às unidades militares e policiais, e até navios-prisões, onde ocorreram violações.

Os trabalhos da comissão foram iniciados em março de 2012. O grupo colheu 1.116 depoimentos, dos quais 633 se deram a portas fechadas. Em sua composição final, a CNV tinha como membros o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, a psicanalista Maria Rita Kehl, o embaixador Paulo Sérgio Pinheiro e os juristas Pedro Dallari, Rosa Maria da Cunha e José Paulo Cavalcanti Filho. O ex-ministro do STJ Gilson Dipp participou da formação inicial, mas afastou-se por motivos de saúde. O ex-procurador da República Claudio Fonteles pediu afastamento da comissão no ano passado por divergências com o grupo.

Instalada em 2012 para apurar “graves violações de direitos humanos entre 1946 e 1988”, a Comissão Nacional da Verdade concentrou-se no período do regime militar, de 1964 a 1985. Apesar de a presidente Dilma Rousseff ter declarado que a CNV não era movida por “ódio”, “revanchismo” ou “desejo de reescrever a história”, fica claro que inclinações ideológicas pesaram na seleção de quais episódios seriam objeto de investigação. Embora o texto da lei que criou a CNV sugerisse que todas as violações deveriam ser apuradas, tanto as cometidas por militares quanto as cometidas por grupos de extrema esquerda, os casos protagonizados pelos grupos guerrilheiros foram deixados de lado.

Guerrilhas
?Os assassinatos, atentados, sequestros e assaltos promovidos por grupos guerrilheiros de esquerda são ignorados. Dessa forma, líderes democráticos, cidadãos comuns e integrantes de grupos armados são tratados da mesma forma, apesar de uns terem lutado pela democracia e outros desejarem também uma ditadura – muito embora, comunista. Assim, o Grupo dos Onze, entidade liderada por Leonel Brizola e que planejava ataques violentos ainda antes do golpe, é chamado apenas de “um esforço de organização e mobilização popular”. Outras entidades que faziam uso da violência, como a Aliança Libertadora Nacional (ALN) e o VAR-Palmares, são chamadas apenas de “organizações políticas”.

Eufemismos como esses não deveriam ter lugar no documento de uma comissão instituída, por batismo, para buscar a verdade. Isso em nada enfraqueceria ou relativizaria as informações acumuladas nas muitas páginas do relatório. Ao relembrar o Golpe de 64 às vésperas de seus cinquenta anos, VEJA observou: “No regime de 64, os radicais, sob o apoio ou o silêncio de comandantes militares, endureceram o regime a ponto de implantar o terrorismo de Estado para combater o terrorismo de esquerda. Explodiram bombas e colocaram presos no pau de arara. (…) A força bruta descarnou o regime. Até hoje, meio século depois do golpe, num Brasil em quase tudo diferente do de 1964, os comandantes militares não admitem que ‘fugitivos’, ‘desaparecidos’ e ‘suicidas’ foram, na verdade, assassinados. Sendo uma instituição baseada na ética, na honra e na lealdade, as Forças Armadas ainda precisam reconhecer para a sociedade que esse passado é condenado também pelos militares.”


14 de maio de 2018
Por Gabriel Castro, na VEJA.com.
reinaldo azevedo

CARTAS NA MESA: QUAIS FORAM OS CRIMES DA ESQUERDA DURANTE O REGIME MILITAR

Cartas na mesa--quais foram os crimes da esquerda durante a ...

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9 de set de 2014 - 6 postagens - ‎4 autores
O /r/brasil é o local de encontro de brasileiros vivendo no país ou .... estão ignorando os crimes cometidos pelas guerrilhas de esquerda na ...

14 de maio de 2018
m.americo

MEU PAI FOI SEQUESTRADO E TORTURADO POR DILMA ROUSSEFF (DIÁRIO DO BRASIL)

Meu pai foi sequestrado e torturado por Dilma Rousseff - Diário do Brasil

https://www.diariodobrasil.org/meu-pai-foi-sequestrado-e-torturado-por-dilma-rousseff/
2 dias atrás - Meu pai foi sequestrado, torturado e espancado no final dos anos 60. Sequestradopela sra. ex-presidente da República Dilma Rousseff e os ...

14 de maio de 2018
m.americo