"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

domingo, 26 de março de 2017

A AGONIA DA NOVA REPÚBLICA VELHA

A política tem sido o melhor negócio dos últimos anos, um guichê até agora sem riscos para malfeitores protegidos por foros privilegiados. Assalto à mão desarmada, com chantagens a vender facilidades, a corrupção grassa desde sempre. Episodicamente, o circo desfralda a bandeira da moralidade para que, como na prestidigitação do Gattopardo, tudo mude para igual ficar.

A fachada do negócio tem nome: contribuição “voluntária” para propaganda eleitoral “gratuita”, venda de emendas, ameaça de CPIs, engrenagem azeitada para enriquecer os eleitos, escamoteando propinas e caixas de tons variados. A esta altura, vão sendo abertas as delações das empreiteiras. Falta abrir a lista da amável e desinteressada ajuda financeira das, digamos, 50 maiores empresas brasileiras e multinacionais com atuação no país... Aí teremos a real dimensão da falcatrua e de toda cadeia de valor dos corruptores aos beneficiados nos últimos anos.

Por que a propaganda “gratuita” ficou tão cara? Pesquisas de opinião, produções hollywoodianas, biombos com o fito de enganar o caro eleitor e o pobre cidadão, aqueles que pagam afinal toda a conta da corrupção.

O coronelismo marcou a República Velha. O jagunço da oligarquia do café com leite deu lugar a mulas que carregam envelopes, mas os beneficiários são os mesmos que não o povo: os políticos de ocasião, opositores dos ideais republicanos e inimigos da Nação, sem outro interesse senão locupletar-se pela manutenção do poder, esquecidos de que a política aristotélica é moral e que o fim do Estado é a virtude.

A confusão é grande: o judiciário assume ares de executivo, o executivo se traveste de legislador reformista e o legislador é mercador de facilidades ou dificuldades, dependendo de quem pagará mais.

O Brasil tinha pressa; agora, de fracasso em fracasso, destruídos a esperança e os sonhos, desperdiçados os sacrifícios e as conquistas, têm pressa de enterrar o Brasil. Vêem-se fantasmas nos palácios, enquanto, fora deles, as cidades se agitam, o povo grita, mas os gritos ainda são surdos. Os ratos querem safar-se do titânico assalto antes de botar o último prego no caixão.

A nova República começou a morrer com Tancredo Neves, assim como a velha República deu sinais de moribunda com a gripe espanhola que sepultou o segundo mandato de Rodrigues Alves. Não se sabe a que coveiro caberá enterrar a velha-nova República e junto dela os fantasmas dos coronéis praticantes da pior política. Ficará conhecida como a República da Propina como a República Velha foi chamada de República Oligárquica ou República da Bucha.


26 de março de 2017
Eduardo Simbalista

O EXEMPLO ALEMÃO

Sou leitor dos artigos assinados pelo Senador José Serra. Travei conhecimento com S. Exa. em 1982, durante a campanha de Franco Montoro ao governo de São Paulo. Na composição da equipe de secretários, Montoro convidou José Serra para chefiar a Secretaria do Planejamento, e me chamou para assumir a Secretaria do Trabalho. Estivemos próximos durante dois anos, pois em fevereiro de 1985 fui convocado pelo presidente Tancredo Neves para ser o Ministro do Trabalho da Nova República, posto no qual permaneci até setembro de 1988.

José Serra é exemplo de inequívoca vocação política. Dedica-se à vida pública 365 dias por ano, sem emitir sinais de desânimo ou cansaço. Foi deputado constituinte em 1986, prefeito, governador de São Paulo, várias vezes ministro de Estado. Não se elegeu presidente da República, mas deverá insistir na candidatura em 2018.

Li o texto de 5.800 caracteres publicado pelo Senador Serra na página A2 da edição de 23 deste mês, no jornal “O Estado de S. Paulo”. Leitura difícil, que cobra concentração, pois trata do sistema eleitoral vigente no Brasil para compará-lo com outros adotados em democracias avançadas, como faz questão de ressaltar o ilustre parlamentar do PSDB. Sugere “a adoção do voto distrital misto nos moldes da Alemanha, em que se preserva a sistemática proporcional”, para acabar com o descolamento entre os eleitores e os eleitos provocado pelo sistema adotado no País, como acredita S. Exa.

O artigo me soa como uma espécie de ato de contrição. Membro atuante da Assembléia Nacional Constituinte (1986/1988), José Serra contribuiu com inteligência e dinamismo para construção dos capítulos IV e V da Constituição, que tratam dos Direitos Políticos e dos Partidos Políticos. A leviana facilidade com que são fundadas legendas partidárias se deve ao art. 17, cuja parte inicial diz: “É livre a criação, fusão, incorporação e extinção de partidos políticos, resguardados o regime democrático, o pluripartidarismo,os direitos fundamentais da pessoa humana....”. O parágrafo 3º do dispositivo consagra o imoral direito “a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e a televisão”, mantidos com dinheiro dos contribuintes.

Ao eleger o modelo alemão, S. Exa. deveria ter em conta as profundas diferenças existentes entre Brasil e Alemanha. Oliveira Vianna, na clássica obra “Instituições Políticas Brasileiras” adverte para o fato de os nossos legisladores e constitucionalistas julgarem ser possível, por uma lei, uma Constituição, ou um golpe, abolir as nossas realidades sociais, para decretar que os brasileiros passem, por exemplo, a praticar o parlamentarismo inglês, o regime federativo americano, o comunismo da extinta União Soviética.

A imposição do modelo partidário-eleitoral alemão exigiria que 200 milhões de brasileiros de súbito adquirissem, por mera alteração do texto constitucional e da legislação, os hábitos, a racionalidade, a cultura, a educação, o idioma, a determinação, os partidos, os salários, o Produto Interno Bruto da Alemanha. Em passe de mágica, a Praça dos Três Poderes resgataria o Brasil do terceiro mundo para colocá-lo ao lado dos países desenvolvidos.

Em parágrafo quase oculto no final do artigo, o Senador Serra propõe a eliminação do caciquismo “por meio de listas partidárias que, a exemplo do que ocorre no sistema atual, reflitam as preferências dos eleitores – e não das direções”.

Quem militou no velho MDB e no antigo PMDB (nada semelhante ao atual) sabe que o sistema de listas irá acentuar a ditadura dos caciques, dos donos dos partidos, dos presidentes escolhidos pelas cúpulas, daqueles que manobram diretórios estaduais, municipais e distritais. Quanto custará um bom lugar na lista?

O atual Congresso Nacional carece de autoridade moral para empreender reformas políticas e partidárias. Está desacreditado. Com manobras urdidas na vigésima quinta hora luta pela sobrevivência de deputados e senadores desprestigiados, atingidos pelas delações da operação Lava Jato.

O Senador José Serra tem extensa folha de bons serviços, iniciada como lider estudantil como presidente da União Nacional dos Estudantes. Como seu admirador e eleitor tomo a liberdade de pedir que, por ora, dedique-se mais ao combate à corrupção, resistente vírus HIV que tomou conta do organismo público.

Como disse alguém, se a legislação fosse dotada de poderes sobrenaturais, há muito tempo teriam sido abolidos a pobreza, o desemprego, a corrupção, o crime. Na política brasileira estamos perto do estilo mafioso da velha Itália, e longe do sistema racional alemão.


26 de março de 2017
Almir Pazzianotto Pinto, advogado, foi ministro do Trabalho e presidente do Tribunal Superior do Trabalho.

COM A DESISTÊNCIA DE LULA RÉ POR CORRUPÇÃO É COTADA PARA PRESIDIR O PT

ELA RELUTA, AFINAL É RÉ POR CORRUPÇÃO. MAS, NO PT, QUEM NÃO É?
"ISSO NÃO ESTÁ POSTO", DESCONVERSA GLEISI, TEMENDO O PIOR, AO SER JULGADA POR CORRUPÇÃO.
A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), que é ré na Lava Jato, acusada de receber propina, é o novo nome cogitado para presidir nacionalmente o PT. 
Ela integra a facção majoritária do partido, a 'Construindo um Novo Brasil (CNB)', onde um grupo prefere o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha.

Ela desconversa. "Isso não está posto. O temos são as candidaturas do Lindbergh (Farias, senador e candidato das correntes de esquerda), do Marcio e do Padilha", disse. O senador Lindberh Farias (PT-RJ) está entre os citados nas delações da Odebrecht sobre o impressionante esquema de corrupção de petistas, durante os governos Lula e Dilma.

Esta não é a primeira vez que ela é cogitada para suceder Rui Falcão na presidência do PT. Gleisi recusou alegando o fato de ela ser ré ao lado do marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Mas, no PT, quem não é? Líderes da CNB defendem que Lula chame a senadora para uma conversa e tente persuadi-la em nome da unidade da sigla.

O ex-presidente reiterou a dirigentes petistas que não aceita disputar a presidência do PT. Foi a terceira vez que Lula mudou de posição a respeito do assunto. 
Alguns integrantes da CNB, corrente que o pressionava a aceitar o cargo, ainda vão insistir no nome do ex-presidente. "Para mim ainda tem de ser o Lula", disse o ex-ministro da Casa Civil Jaques Wagner. 


26 de março de 2017
diário do poder

TSE NÃO DEVE CONCLUIR CASO DILMA AINDA ESTE ANO

CASO CONTRA A CHAPA, NO TSE, NÃO DEVE SER CONCLUÍDO ESTE ANO
TSE TEM 600 PROCESSOS POR MINISTRO E NÃO VOTARÁ CASSAÇÃO EM 2017

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) dificilmente vai concluir ainda este ano o julgamento da ação contra abuso de poder econômico na reeleição da ex-presidente Dilma, de cuja chapa, como vice, participou o presidente Michel Temer. Os ministros têm outros processos a examinar (cerca de 660 por ministro, em média) e terão de analisar o voto do ministro-relator Herman Benjamin, com mais de mil páginas. A informaçao é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Em decisões tão grave, como cassação de registro de candidatura e consequente destituição do cargo, são habituais os pedidos de vista.

Ao pedir vista do processo que pretende cassar José Melo, governador do Amazonas, a ministra Luciana Lóssio citou o cuidado necessário.

Além do ritmo próprio, dois ministros deixam o TSE: Henrique Neves em abril, e Luciana Lóssio em maio.

Ainda que venha a ser julgado pelo TSE até 2018, já há jurisprudência que pode permitir que Dilma ou Temer escapem da condenação.



26 de março de 2017
diário do poder

EX-MINISTRA NA MIRA: OPERAÇÃO CARNE FRACA ESTÁ DE OLHO NA GESTÃO DE KÁTIA ABREU

INVESTIGAÇÃO PRINCIPAL É CONTRA EQUIPE DA EX-MINISTRA DE DILMA

ENVOLVIMENTO DA EQUIPE DA EX-MINISTRA ESTÃO NO CENTRO DA OPERAÇÃO

A gestão de Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura, ganhou as atenções da Operação Carne Fraca, a partir do envolvimento de integrantes de sua equipe, como o ex-assessor parlamentar Fabio Zenon Simão, no escândalo investigado. 
A PF também encontrou indício de crime e referência de dinheiro para políticos que votariam contra o impeachment. Kátia Abreu era da “tropa de choque” de Dilma.

Conversa gravada cita o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), por receber “muito dinheiro” do esquema para votar contra o impeachment.

No dia da operação, a PF não foi à Secretaria de Defesa Agropecuária, ligada ao agronegócio, mas à sala do assessor parlamentar de Kátia.

Ao assumir o cargo, há dez meses, o ministro Blairo Maggi demitiu Fábio Zenon Simão da chefia da assessoria parlamentar de Kátia.

Kátia Abreu está indignada. Diz que nunca soube do esquema no ministério e que jamais compactuou com qualquer conduta ilícita.


26 de março de 2017
diário do poder

sábado, 25 de março de 2017

CHINA ANUNCIA RETOMADA DAS IMPORTAÇÕES DE CARNE BRASILEIRA

CHINA ANUNCIA REABERTURA TOTAL DO MERCADO DE CARNES BRASILEIRAS

O Ministério da Agricultura informou que a China anunciou hoje (25) a “reabertura total do mercado de carnes brasileiras”. O país suspendeu as importações de carnes do Brasil no início da semana, após a deflagração da Operação Carne Fraca pela Polícia Federal (PF). As investigações da PF apontaram a existência de esquema criminoso que envolve empresários do agronegócio e fiscais agropecuários que facilitavam a emissão de certificados sanitários para alimentos inadequados para o consumo.

Em nota, assinada pelo ministro Blairo Maggi, a pasta destaca que a decisão das autoridades chinesas de retomar as importações de carne brasileira resulta de negociações intensas. “Nos últimos dias, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o Itamaraty e a rede de embaixadas do Brasil no exterior trabalharam incansavelmente para o êxito que se anuncia hoje.”

“Trata-se de atestado categórico da solidez e qualidade do sistema sanitário brasileiro e uma vitória de nossa capacidade exportadora”, destaca o ministro.

Na nota, Blairo Maggi agradece o “gesto de confiança” da China e ressalta que o país asiático nunca fechou mercado aos produtos brasileiros, “apenas tomou medidas preventivas para que tivéssemos a oportunidade de oferecer todas as explicações necessárias e garantir a qualidade da nossa inspeção sanitária”.

Para o ministro, “a regularização do ingresso da carne brasileira na China mostra o espírito de confiança mútua entre os dois países e a disposição para dialogar com boa-fé”. (Com informações da agência Brasil).


25 de março de 2017
diário do poder

SÉRGIO MORO COLOCA EM SIGILO OUTRO DEPOIMENTO DE DELATOR DA ODEBRECHT

JUIZ MORO DECRETA SIGILO EM DEPOIMENTO DE DELATOR DA ODEBRECHT
O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL HAVIA PEDIDO PUBLICIDADE AO DEPOIMENTO FOTO: FLICKR AJUFE


O juiz federal Sérgio Moro colocou mais um depoimento de delator da Odebrecht, gravado em vídeo, em sigilo em ação penal por propina destinada ao PT, via ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma). A decisão do juiz da Operação Lava Jato, nesta sexta-feira, 24, atende a pedido da defesa do ex-executivo da Odebrecht Pedro Novis.

Após falha no sistema de processo eletrônico, que em 13 de março exibiu os depoimentos de Emílio Odebrecht e Marcio Farias, também delatores, o juiz da Lava Jato, desta vez, aumentou o nível de sigilo dos vídeos.

Pedro Novis falou ao juiz Moro como testemunha de defesa do empreiteiro Marcelo Odebrecht, preso na Lava Jato desde 19 de junho de 2015.

O Ministério Público Federal havia pedido publicidade ao depoimento.

Moro citou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ao decidir. "O juízo decidiu colher o depoimento, mas manter o sigilo sobre eles até nova deliberação ou até o levantamento do sigilo pelo Egrégio Supremo Tribunal Federal, seguindo, neste ponto, decisão recente tomada pelo ministro Herman Benjamim no Tribunal Superior Eleitoral."

O juiz da Lava Jato determinou que o depoimento de Pedro Novis fosse juntado aos autos "sem permissão para as partes", em sigilo nível 4, e lembrou o erro ocorrido com o depoimento do patriarca da Odebrecht, Emílio Odebrecht, também delator.

"Devem ser tomadas as cautelas necessárias para prevenir erros no sistema. Levantarei o sigilo ou permitirei o acesso pelas partes quando houver o levantamento pelo Supremo Tribunal Federal ou quando das alegações finais, o que ocorrer primeiro", anotou o magistrado.

Em 13 de março, após o depoimento de Emilio Odebrecht e do executivo Márcio Faria, outro delator da empreiteira, o juiz também havia colocado sigilo nos vídeos. Naquele ocasião, o sigilo era nível 2.

No entanto, um erro no sistema do processo eletrônico, porém, exibiu os depoimentos entre ''13h09min59s até 13h11min05s''. A falha permitiu que os vídeos fossem acessados.(AE)


25 de março de 2017
diário do poder

EX-MINISTRA NA MIRA

OPERAÇÃO CARNE FRACA ESTÁ DE OLHO NA GESTÃO DE KÁTIA ABREU
INVESTIGAÇÃO PRINCIPAL É CONTRA EQUIPE DA EX-MINISTRA DE DILMA

ENVOLVIMENTO DA EQUIPE DA EX-MINISTRA ESTÃO NO CENTRO DA OPERAÇÃO


A gestão de Kátia Abreu, ex-ministra da Agricultura, ganhou as atenções da Operação Carne Fraca, a partir do envolvimento de integrantes de sua equipe, como o ex-assessor parlamentar Fabio Zenon Simão, no escândalo investigado. A PF também encontrou indício de crime e referência de dinheiro para políticos que votariam contra o impeachment. Kátia Abreu era da “tropa de choque” de Dilma. A informação é do colunista Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Conversa gravada cita o deputado Sérgio Souza (PMDB-PR), por receber “muito dinheiro” do esquema para votar contra o impeachment.

No dia da operação, a PF não foi à Secretaria de Defesa Agropecuária, ligada ao agronegócio, mas à sala do assessor parlamentar de Kátia.

Ao assumir o cargo, há dez meses, o ministro Blairo Maggi demitiu Fábio Zenon Simão da chefia da assessoria parlamentar de Kátia.

Kátia Abreu está indignada. Diz que nunca soube do esquema no ministério e que jamais compactuou com qualquer conduta ilícita.


25 de março de 2017
diário do poder

STJ AUTORIZA PRISÃO DOMICILIAR DE MULHER DE SÉRGIO CABRAL (SÓ ELA??? CADÊ AS OUTRAS??? - PERGUNTARIA O MACACO SÓCRATES...)

STJ AUTORIZA PRISÃO DOMICILIAR DE MULHER DE SÉRGIO CABRAL
STJ DÁ LIMINAR QUE PERMITE PRISÃO DOMICILIAR DE ADRIANA ANCELMO


ADRIANA ANCELMO, MULHER DO EX-GOVERNADOR SÉRGIO CABRAL

A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), concedeu habeas corpus permitindo que Adriana Ancelmo, esposa do ex-governador Sergio Cabral, fique em prisão domiciliar. A decisão foi divulgada pelo tribunal na noite desta sexta-feira (24).

Adriana está presa no Complexo Prisional de Bangu, acusada de envolvimento em crimes de corrupção praticados pelo seu marido e outras pessoas, inclusive com a utilização de seu escritório de advocacia para receber altas quantias de propina.

Ela havia recebido o benefício de prisão domiciliar no dia 17, em decisão do juiz federal Marcelo Bretas, mas a medida havia sido cassada, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2).

Os advogados de Adriana recorreram ao STJ, que decidiu em caráter liminar pela saída dela de Bangu. O motivo alegado pela defesa é que ela tem dois filhos menores de idade para cuidar, de 11 e 14 anos, que estão privados da convivência de ambos os pais, pois Cabral também está preso. (Com informações da agência Brasil)


25 de março de 2017
diário do poder

AGUY PEDE REJEIÇÃO DE AÇÃO POR DANO MORAL MOVIDA POR LULA CONTRA DELEGADO DA PF

NA AÇÃO O EX-PRESIDENTE PEDE R$ 100 MIL DE INDENIZAÇÃO
ADVOCACIA-GERAL DA UNIÃO AFIRMA QUE NÃO HOUVE IRREGULARIDADE


A Advocacia-Geral da União (AGU) defende o delegado da Polícia Federal Filipe Hille Pace na ação em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pede R$ 100 mil de indenização por danos morais supostamente sofridos na atuação do delegado na Operação Lava Jato. O pedido partiu do próprio delegado, de acordo com a Advocacia-Geral. A ação corre na 5ª Vara Cível de São Bernardo do Campo.

A Procuradoria Regional da União na 3ª Região, unidade da AGU que atua no caso, afirma que a independência da Polícia Federal (PF) e o bom funcionamento da Operação Lava Jato estarão comprometidos se os agentes públicos responsáveis pelas investigações criminais ficarem sujeitos a retaliações judiciais por parte dos acusados e investigados pela prática de atos ilícitos.

O dano moral alegado pelos advogados do ex-presidente teria acontecido na referência ao nome dele em um relatório feito sobre investigação contra Antonio Palocci. Mesmo sem ter Lula como alvo do inquérito, o delegado disse que havia respaldo probatório e coerência para se considerar que ele era o "Amigo" das planilhas da Odebrecht.

A AGU afirma que não houve irregularidade. "A postura do réu foi absolutamente correta. Deu-se ciência dos elementos encontrados durante a investigação sob sua presidência ao delegado competente para investigar o autor. Se assim não procedesse, o réu fatalmente incorreria em violação a dever funcional ou até mesmo responsabilização de ordem penal", diz a AGU, que pode representar agentes públicos federais em processos que respondem por atos praticados no cumprimento do dever.

Na representação, a advocacia alega que os agentes públicos não podem responder diretamente por eventuais danos causados a terceiros, e que a administração pública deve responder por tais danos e posteriormente buscar o ressarcimento junto ao agente, se comprovado dolo ou culpa na atuação individual.

A unidade da AGU ressalta que a simples indicação de que há elementos para apurar a prática de uma conduta supostamente ilícita "não é, por si só, suficiente para gerar indenização por danos morais, mesmo que se conclua, ao final, pela inocência do indicado, mormente quando não resta comprovada qualquer conduta arbitrária ou ilegal por parte da autoridade".

Os advogados da União também afirmaram que a conclusão de que há indício de que o ex-presidente era o "Amigo" da planilha de Marcelo Odebrecht não foi baseada em "meras conjecturas fantasiosas" ou na opinião pessoal "leviana" do réu, como alegado pelo ex-presidente, mas "em provas robustas colhidas ao longo de uma investigação minuciosa e exaustiva". Dizem ainda que "as provas foram geradas no corpo de uma investigação lícita, sem qualquer arbitrariedade, abuso de poder ou desvio de finalidade".

Outro ponto afirmado é que as publicações na imprensa de reportagens com esta referência a Lula "não decorreram da vontade do réu, mas do direito fundamental de informar e ser informado". "A proporção da repercussão jornalística é diretamente proporcional à imagem pública do autor", contesta a AGU.

Também de acordo com a representação da AGU, a ação deveria ser julgada pela Justiça Federal, por envolver a atuação de delegado em investigação de supostos crimes que teriam lesado os cofres da União.(AE)


25 de março de 2017
diário do poder

31 DE MARÇO DE 1964




GLOBO ANUNCIA A NOVA ORDEM MUNDIAL, ILLUMINATI. PROVAS CONCRETAS

"ANULAR A LAVA JATO É O CACETE!"

DILMA x DILMA. COMPLEXO DE CORNO, TERCEIRIZAÇÃO E MAMMA...

Dilma vs Dilma, Complexo de Corno, Terceirização e Mamma ... 

https://www.youtube.com/watch?v=qS_4nddkQao
19 horas atrás - Vídeo enviado por #CanalDoOtario
Pelo visto, a Dilma pré-impeachment é a maior opositora da Dilma ... Dilma vs Dilma, Complexo de ...

25 de março de 2017
postado por m.americo

NOVA ORDEM MUNDIAL E OS ILLUMINATI - A GRANDE AGENDA - HANGOUT

Nova Ordem Mundial e os Illuminatis - A Grande Agenda - Hangout ... 

https://www.youtube.com/watch?v=IwYYDC4vDLg
1 dia atrás - Vídeo enviado por Questione-se
Nova Ordem Mundial e os Illuminatis - A Grande Agenda - Hangout Com Inscrito. Questione-se ...

25 de março de 2017
postado por m.americo