"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

COMPRA E VENDA DE AÇÕES DA ELETROBRAS SÃO SUSPENSAS NA BOLSA DE NY

SEM BALANÇO, AÇÕES DA ELETROBRAS SÃO SUSPENSAS NA BOLSA DE NY

A ELETROBRAS ESTÁ SUSPENSA DA BOLSA DE NOVA YORK. FOTO: MARCOS DE PAULA/AE


Após não entregar às autoridades dos Estados Unidos o balanço auditado referente ao ano de 2014, as ações da estatal brasileira Eletrobras foram suspensas da Bolsa de Nova York, a maior do mundo. 
A Eletrobras já havia informado que não conseguiria entregar os balanços às autoridades da SEC (Securities and Exchange Comission), a Comissão de Valores Mobiliários de lá. 
A decisão causou uma queda vertiginosa no valor das ações da Eletrobras na terça e nesta quarta-feira.

Nesta quarta-feira (18) o valor das ações da Eletrobras chegaram a cair 6,7% antes das negociações serem suspensas; na terça, a desvalorização foi de 2,4%.



18 de maio de 2016
diário do poder

COMÉRCIO BILATERAL. SERRA: FORTALECER RELAÇÕES COM ARTENTINA SERÁ UMA DAS PRIORIDADES

PARCERIAS COM CHINA E ÍNDIA TAMBÉM FORAM LEMBRADAS PELO CHANCELER

PARCERIAS COM CHINA E ÍNDIA TAMBÉM FORAM LEMBRADAS PELO CHANCELER. FOTO: MRE


O ministro das Relações Exteriores, José Serra, anunciou hoje (18) as dez diretrizes que nortearão os novos rumos da política externa brasileira. 
Entre os principais pontos estão o fortalecimento de parcerias bilaterais com Argentina, por "semelhanças políticas e econômicas", e a intensificação das relações com países asiáticos China e Índia.

Serra destacou que a pasta atuará com outros ministérios, como Defesa, Planejamento e Fazenda para reverter o quadro que considerou "penúria de recursos" no Itamaraty.

"Quero retirar o Itamaraty gradativamente da penúria de recursos em que foi deixado pela irresponsabilidade fiscal que dominou a economia brasileira nesta última década", disse. “Nossa política externa será regida pelos valores do Estado e da nação, não de um governo, jamais de um partido”, completou.


O ministro informou ainda que atuará para reduzir o chamado “Custo Brasil”, que, segundo ele, impõe acréscimo de 25% em mercadorias e produtos com os custos de tributação do país.

Temas como meio ambiente, direitos humanos e proteção do território brasileiro no combate ao contrabando de armas e mercadorias e o tráfico de drogas também fazem parte das diretrizes apresentadas por Serra.

“Vou trabalhar muito, apresentar e receber idéias, tomar iniciativas e delegar responsabilidades, cobrar resultados e promover negociações efetivas, bem como ter presença marcante. Longe de cumprir um calendário de visitas inócuas para cumprir tabelas”, acrescentou.



18 de maio de 2016
diário do poder

PELA PRIMEIRA VEZ, UM DELATOR PERDE BENEFÍCIOS NA LAVA JATO E SERÁ PRESO DE NOVO


https://s3.amazonaws.com/gazetadopovo-videos/videos/2016/02/VIDA-PUBLICA-fernando-moura-lava-jato-2016.jpg
Moura achou que podia mentir e não haveria consequências

















O juiz Sérgio Moro anulou pela primeira vez os benefícios de um delator na Operação Lava-Jato. O empresário e lobista Fernando Moura, condenado a 16 anos e dois meses de prisão, perdeu as vantagens após mentir em depoimento à Justiça Federal no início do ano. O lobista, que estava em sua casa em São Paulo, já teve o mandado de prisão expedido. “Não se trata de tratamento severo, pois o colaborador que mente, além de comprometer seu acordo, coloca em risco a integridade da Justiça e a segurança de terceiros que podem ser incriminados indevidamente”, afirmou o juiz Sérgio Moro na sentença divulgada nesta quarta-feira, em que também condenou o ex-ministro José Dirceu.
Moro determinou ainda que os depoimentos à força tarefa da Lava-Jato feitos por Moura percam o valor probatório em decorrência de seu comportamento passando apenas a valer como confissão.
CONFISSÃO DE CRIMES
“Os depoimentos (…) devem ser descartados como elemento probatório a ser considerado, em vista da falta de credibilidade do acusado em razão da alteração significativa de seus depoimentos em Juízo e sem justificativa” afirmou o juiz explicando: “Considero os seus depoimentos, portanto, apenas como uma confissão da prática de crimes por ele mesmo”.
O lobista recebeu pelo menos R$ 5 milhões em propina e atuou na indicação de cargos comissionados na Petrobras ao lado do ex-ministro José Dirceu, também condenado nesta quarta-feira, mentiu sobre sua delação ao prestar depoimento. Em 22 de janeiro, ao ser ouvido por Moro, o lobista negou que tivesse lido o acordo antes de assiná-lo e disse que não recebeu de Dirceu uma recomendação para deixar o país quando estourou o escândalo do mensalão.
VOLTOU ATRÁS
Seis dias depois, Fernando Moura voltou atrás após ser alertado que poderia perder os benefícios que recebera por causa da delação premiada, como o direito de responder ao processo em liberdade. Ao se retratar, disse que sofreu uma “ameaça velada” para mudar seu testemunho. No dia 28, ele disse novamente que recebeu uma dica para viver no exterior durante o processo do mensalão.
As investigações da força tarefa da Lava Jato não encontram indícios de que o lobista foi ameaçado e recomendou a anulação do acordo. O pedido foi aceito por Moro, que apesar da violação do acordo, considerou a confissão dos crimes como um atenuante na hora de definir a pena.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A matéria enviada pelo comentarista Guilherme Almeida é bastante esclarecedora. Revela que, diante do grande número de delações premiadas, a Lava Jato tem um índice espetacular de comprovações, no incessante cruzamento dos testemunhos. Até agora, apenas Moura foi apanhado em flagrante. Trata-se de um idiota, pensou que poderia mentir e ia ficar tudo por isso mesmo, como se dizia outrora. (C.N.)

18 de maio de 2016
Renato Onofre e Thiago Herdy
O Globo

DILMA CONVIDOU OS 22 SENADORES ALIADOS PARA JANTAR, MAS MUITOS DELES FALTARAM...


Costa diz que Dilma está tranquila e confiante. Será?






























Em conversa na noite desta terça-feira (17) com senadores que foram contra o seu afastamento temporário, a presidente Dilma Rousseff avaliou que ainda há chances de reverter a sua saída definitiva no julgamento final que será feito pelo Senado. A presidente afastada chamou os 22 senadores que votaram contra a abertura do seu processo de impeachment na semana passada para um jantar no Palácio da Alvorada, mas nem todos compareceram.
Segundo senadores, ela agradeceu o apoio e fez análises sobre os primeiros dias de governo do presidente interino Michel Temer.
“Ela pareceu tranquila e confiante de que pode reverter o cenário do Senado porque a opinião pública está modificando seu entendimento sobre esse processo. O governo interino vem cometendo erros sobre erros e a população não se sente representada pelas propostas”, afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE), ex-líder do governo de Dilma.
HÁ INDECISOS, DIZ COSTA
Ainda segundo Humberto Costa, como a Casa irá entrar na fase do julgamento de Dilma, o grupo aliado à petista considera que há um grupo de cerca de dez senadores que votaram pela abertura do processo, mas, agora, podem ser convencidos de que a presidente não cometeu crime de responsabilidade.
Disse também que, no encontro, Dilma avaliou ainda que Temer começou mal seu governo interino ao cometer uma série de erros, ao relegar a um plano secundário as políticas para mulheres, negros e minorias e a extinção do Ministério da Cultura. Temer repassou as atribuições da pasta para o Ministério da Educação com a criação da Secretaria Nacional de Cultura.
APOIO EM CANNES
Costa afirmou ainda que Dilma ficou “muito impressionada” com a manifestação feita por artistas do filme brasileiro “Aquarius” em Cannes, na França, nesta semana. 
Segurando cartazes com os dizeres em inglês e francês “Um golpe está acontecendo no Brasil”, “54 milhões de votos foram queimados”, “O Brasil não é mais uma democracia” e “Dilma, vamos resistir com você”, a equipe do filme, que está em competição pela Palma de Ouro no Festival de Cannes, protestou na sessão de gala que exibiu o longa nesta terça (17).
A equipe de “Aquarius”, que inclui atores como Sonia Braga, Humberto Carrão e Maeve Jinkings, posava para fotos na frente da escadaria que leva ao Palácio dos Festivais quando, impulsionados pelo gesto do diretor Kleber Mendonça Filho (“O Som ao Redor”), exibiram cartazes em protesto contra a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG 
– O tipo de reportagem necessita de tradução simultânea. A matéria está propositadamente incompleta, porque não revela quantos senadores aliados se deram ao trabalho de ir ao Alvorada. Não saiu nenhuma foto, embora Ricardo Stuckert esteja trabalhando no palácio… 

Se a presidente Dilma não consegue que atendam a um simples convite (o Alvorada fica próximo ao Senado), isso significa que muitos deles já estão debandando. 
Manter os 22 votos já seria uma façanha. Chegar a 28 votos para Dilma voltar ao poder, sem dúvida, é missão impossível sem Tom Cruise. (C.N.)

18 de maio de 2016
Mariana Haubert
Folha

NEM SEMPRE OS INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS ATENDEM AOS INTERESSES NACIONAIS


Charge reproduzida do Arquivo Google










Um país obtém moeda estrangeira com os saldos do comércio externo (cresceram no Brasil este ano, devido à redução das importações), mas estes recursos permanecem com os exportadores ou são trocados por moeda nacional com o governo, transformando-se em reservas. Também ocorre essa troca pelo resultado positivo da conta de capitais (entradas menos saídas), somando-se às reservas Internacionais da nação. Os países agrícolas – isso outrora ocorreu no Brasil – recebem materiais, equipamentos e mão de obra do exterior, outra forma de internação do capital estrangeiro. Para os que produzem esses bens, com trabalhadores habilitados, investimentos externos redundam em mais reservas lá fora, contra moeda nacional entregue internamente.

ENTRADA DE CAPITAIS

A entrada de moeda estrangeira nos países em desenvolvimento ocorre de três formas. O governo, trocando suas reservas Internacionais com importadores ou com investidores que estão repatriando seus recursos. Ou através de investimentos privados de curto prazo, trocados pela moeda nacional e aumentando as reservas Internacionais. Finalmente, por inversões em capital produtivo, novas empresas ou aquisição das existentes, também se constituindo em troca de divisas.

Por outras palavras, na verdade a moeda estrangeira não entra em uma nação, sendo apenas transformada em moeda nacional. E para obtê-la, ou se realizam novas emissões monetárias, causando inflação, ou se emitem títulos públicos, pagando juros aos aplicadores internos.

INTERESSES DO CAPITAL


Mas nem sempre os investimentos estrangeiros atendem aos interesses nacionais. É preciso facilitar o ingresso de investimentos em produção e controlar o capital externo meramente especulativo.

Os investidores internacionais são muito zelosos para preservar seus capitais. Dando-se qualquer marola, correm para os títulos do Tesouro norte-americano, trocando remuneração por segurança. Para aplicar em países menos desenvolvidos, desejam retorno mais elevado, embutindo taxas de risco. Também exigem garantias na legislação que lhes permitam rápida repatriação dos recursos aplicados. Os investimentos de risco terminam exigindo resultados ainda mais elevados, tendo em vista a possibilidade de eventual expropriação. Por outro lado a remessa de lucros acaba impactando o Balanço de Pagamentos, pois as taxas usuais são da ordem de 12% a. a. ou até mais. A saída de capitais pode acabar sendo mais alta do que a entrada.

Para uma empresa se implantar são necessários diversos fatores, a destacar: direito a produzir determinado bem; tecnologia para tal; disponibilidade do mercado para absorver as vendas; recursos financeiros e capacidade de gestão. Em tese os empresários brasileiros dispõem de quase todos esses atributos, faltando-lhes por vezes tecnologia e capital. Assim a entrada de empresas estrangeiras deve priorizar a oferta desses dois itens.

JUROS INTERNOS E EXTERNOS

Não tem sentido atrair capitais externos, que são trocados por reais disponibilizados pelo governo brasileiro, para participar com apenas pequena parte dos investimentos, o restante vindo dos Fundos de Pensão dos trabalhadores nacionais e de empréstimos subsidiados concedidos pelos bancos oficiais, especialmente o BNDES.

Acresce que, ao receber a moeda estrangeira e irrigar as reservas internacionais, o governo obtém por elas remuneração irrisória, enquanto paga juros bem acima da inflação (talvez os maiores do mundo) para os títulos da dívida pública que é obrigado a emitir. Assim, a ideia que vem sendo propagada de usar essas reservas para realizar investimentos no país é impraticável, cabendo mantê-las apenas por uma questão de prestígio no exterior.

Por outro lado, os investimentos vindos de fora devem ser selecionados, em especial priorizando-se os projetos que trazem recursos financeiros e tecnologia, jamais os que desejam adicional de recursos por parte das entidades brasileiras. Mesmo assim, relembrando, isso apenas irá engordar as reservas.

É PRECISO SER RACIONAL

No mundo de hoje não se deve ser discriminatório e muito menos xenófobo, mas cabe ser racional e priorizar o desenvolvimento nacional. As empresas estrangeiras em alguns setores têm mais experiência que as brasileiras e podem ter gerado metodologias gerenciais mais avançadas, sobretudo com o uso da informática. Mas cabe aprender e jamais se submeter, considerando-se subalterno.

O Brasil tem potencial e sua população precisa entender que seu papel é fundamental para que haja crescimento mais acentuado. Valorizando as nacionalidades. De braços abertos para aqueles que desejam vir para seu território e trabalhar junto aos brasileiros. Porém, rejeitando os que veem apenas oportunidade de lucro, sugando o esforço nacional.


18 de maio de 2016
Luiz Oswaldo Norris Aranha

DILMA E RAUL: UMA DUPLA E TANTO EM DIAS DE CÓLERA. ELA SE TORNOU ADMIRADORA DO IRMÃO DE FIDEL QUANDO AINDA ERA UMA GUERRILHEIRA APRENDIZ

Ele se esvai em derramamentos de pretendente ansioso ao topar com a mulher que o autorizou a baixar na Granja do Torto sempre que lhe der na telha



Depois da receber a ordem de despejo emitida pelo Senado, Dilma Rousseff resolveu animar a plateia de comício em vilarejo com uma frase soprada por algum marqueteiro ainda solto: 
“O golpe colocou no poder os sem-voto”. 
Além de confirmar que nunca leu as normas constitucionais sobre o impeachment, a presidente demitida por inépcia e irresponsabilidade revelou que disputou duas eleições sem ter lido o Código Eleitoral. Eis o que diz o artigo 178:

“O voto dado ao candidato a Presidente da República entender-se-á dado também ao candidato a vice-presidente, assim como o dado aos candidatos a governador, senador, deputado federal nos territórios, prefeito e juiz de paz entender-se-á dado ao respectivo vice ou suplente”.

Em 2014, portanto, o candidato a vice-presidente Michel Temer obteve os mesmos 54 milhões de votos atribuídos a Dilma, cabeça da chapa nascida da aliança entre o PT e o PMDB. 

 Sem-voto é, por exemplo, o cubano Raúl Castro, que resolveu enxergar numa demissão por justíssima causa um golpe igual ao ocorrido ocorrido em Cuba em 1959, só que na contramão. 
Aos olhos do ditador que se diz preocupado com a democracia brasileira, Dilma é uma espécie de Fulgencio Batista que reencarnou em forma de mulher e convertido ao bolivarianismo. Haja vigarice.

Comovida, a governante desgovernada, devolvida à planície porque assim quis o povo, acaba de retribuir a demonstração de afeto incondicional com o envio ao velho liberticida de outro buquê de afagos retóricos. 
Somadas a tirania de Batista e a ditadura comunista, Cuba não sabe o que é uma eleição de verdade há mais de 60 anos. Raúl só precisou do voto do mano Fidel para assumir a chefia do regime que enjaulou a liberdade.

Dilma e Raúl formam uma dupla e tanto. Ela se tornou admiradora do revolucionário caribenho quando ainda era uma terrorista em gestação. Ele se esvai em derramamentos de pretendente ansioso ao topar com a mulher que o autorizou a baixar na Granja do Torto sempre que lhe der na telha. Nasceram um para o outro. Talvez até acabem protagonizando uma versão circense de O Amor nos Tempos do Cólera.

Parece exagero? Pois nenhum dos romances de Gabriel Garcia Márquez é tão delirante quanto a existência de uma ilha congelada na metade do século 20, nem excede em assombros o Brasil lulopetista. 
Outro ponto a favor: em dias de cólera, Dilma é rima perfeita para Raúl. Além do mais, é doce sonhar com um mundo sem esses dois, nem que seja pelo curto período de uma lua de mel.


18 de maio de 2016
augusto Nunes, Veja online

REINALDO AZEVEDO CHAMA DE "VIGARISTAS MORAIS" ELENCO DO FILME "AQUARIUS" QUE PROTESTOU EM CANNES CONTRA O IMPEACHMENT DE DILMA , E QUESTIONA: "QUEM ANUNCIA UM GOLPE COM ESSA CARA FELIZ?"

Assista na íntegra a "Os Pingos nos Is" 


ASSIM QUE "AQUARIUS" ESTREAR NO BRASIL, O DEVER DAS PESSOAS DE BEM É BOICOTÁ-LO. QUE OS ESQUERDISTAS GARANTAM A BILHETERIA. PARECE QUE PROTESTAM CONTRA O GOLPE, NA VERDADE APENAS SE ALINHAM COM LADRÕES DO DINHEIRO PÚBLICO.






Preparem-se! Assim que o filme “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, estrear no Brasil, as pessoas com vergonha na cara e amor à verdade têm uma obrigação: boicotá-lo. Não que faça grande diferença. A nossa grana pra fazer o filme, o tal Kleber já pegou. A sua obra levou a bufunfa do BNDES e da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco. Boa parte dos que se dizem artistas no Brasil vive do capilé que não compra o feijão dos pobres — se é que me entendem.

Vamos lá.


A delinquência intelectual e a farsa política chegaram a Cannes. Todos vocês viram a patuscada armada pelo diretor e por parte do elenco de “Aquarius”. Kleber Mendonça Filho e Sônia Braga, entre outros, levantaram cartazes em português, inglês e francês denunciando um suposto golpe no Brasil. Podiam-se ler coisas como “Um golpe ocorreu no Brasil”, “Resistiremos” e “Brasil não é mais uma democracia”. No sala do Grade Teatro Lumière, gritaram: “Fora!”

Era uma ação orquestrada pelos petistas. Na sua conta no Twitter, Dilma Rousseff, a afastada, se manifestava: “Obrigada, Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho), Sonia Braga (@bragasonia) e Maeve Jinkings – o talento do Brasil em Cannes. Ao elenco extraordinário do filme #Aquarius um beijo em nome da democracia. #Cannes2016″.

O que vocês acham que Kleber, Sônia Braga e os outros bobalhões entendem da Constituição e das leis, além de nada? Estão apenas repetindo as palavras de ordem que a esquerda espalha por aí. Fico cá a imaginar um diálogo:
— Sônia, você já leu o Artigo 85 da Constituição?
— O que é Constituição?
— É a Carta Magna, o documento maior que organiza a vida jurídica no país.
— O que é “magna”?
— Não há chance de você saber o que é Inciso VI, certo?

E o tal Kleber? Adoraria saber o que ele entende sobre o caráter jurídico e político do impeachment. Já que é um cineasta que gosta de nos dar lições, talvez devesse nos explicar por que os crimes de responsabilidade são julgados por uma corte política, não por um tribunal.

É gente como essa que está agora gritando por aí contra a extinção do Ministério da Cultura, como se um crime estivesse sendo cometido. É evidente que o incentivo oficial à produção cultural prescinde de um ministério, a exemplo do que ocorre em boa parte dos países civilizados do mundo. No fim das contas, tudo isso revela um medo enorme de perder a boquinha, de perder o cartório.

Quanto à Dilma…
Bem, chegou a hora de se tomar uma providência que é de natureza legal. Mesmo uma presidente afastada pode cometer crimes. Até quando Dilma abusará do dinheiro público e do conforto que lhe oferece o Estado brasileiro para difamar o governo legal do país?

Quanto aos bacanas de Cannes, dizer o quê? É preciso que se afirme com todas as letras: na prática, estão em defesa de um regime e de um modelo que praticaram o maior assalto aos cofres públicos de que se tem notícia.

Parece que protestam contra o golpe. Na verdade, apenas se alinham com ladrões do dinheiro público.


18 de maio de 2016
Reinaldo Azevedo, Veja online

DILMA É ESCANDALOSAMENTE DESONESTA

Em quatro meses, Dilma Rousseff torrou a verba publicitária do ano todo.

Diz Lauro Jardim:

"De janeiro até a quinta-feira da semana passada, o governo Dilma gastou toda a verba de publicidade da Secom prevista para 2016 — R$ 152 milhões.

Michel Temer encontrou os cofres vazios.

A Secom de Temer agora vai analisar se alguns gastos podem ser cancelados."

Trata-se de um escândalo monumental.


Para se salvar do impeachment, Dilma Rousseff queimou esses 152 milhões de reais como se fossem seus, tentando comprar o apoio de eleitores e da imprensa.

Os gastos com publicidade devem ser cancelados, claro. Mas é preciso também processar Dilma Rousseff.



18 de março de 2016
o antagonista

PGR NÃO TEM MAIS DÚVIDAS DE QUE LULA COMANDOU TRAMA CONTRA A LAVA JATO

(Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula/VEJA) Parceria: Em acordo de delação premiada, o ex-senador Delcídio do Amaral revelou que seguia ordens do ex-presidente.


Em sua última aparição pública, na manhã de quinta-feira, Lula estava abatido. Cabelos desgrenhados, cabisbaixo, olhar vacilante, entristecido. 
Havia motivos mais que suficientes para justificar o comportamento distante. Afinal, Dilma Rousseff, a sucessora escolhida por ele para dar sequência ao projeto de poder petista, estava sendo apeada do cargo. 
O fracasso dela era o fracasso dele. Isso certamente fragilizou o ex-presidente, mas não só. 

Há dois anos, Lula vê sua biografia ser destruída capítulo a capítulo. Seu governo é considerado o mais corrupto da história. Seus amigos mais próximos estão presos. Seus antigos companheiros de sindicato cumprem pena no presídio. 

Seus filhos são investigados pela polícia. Dilma, sua invenção, perdeu o cargo. 
O PT, sua maior criação, corre o risco de deixar de existir. E para ele, Lula, o futuro, tudo indica, ainda reserva o pior dos pesadelos. 
O outrora presidente mais popular da história corre o risco real de também se tornar o primeiro presidente a ser preso por cometer um crime.

VEJA teve acesso a documentos que embasam uma denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República contra o ex-presidente. 
São mensagens eletrônicas, extratos bancários e telefônicos que mostram, segundo os investigadores, a participação de Lula numa ousada trama para subornar uma testemunha e, com isso, tentar impedir o depoimento dela, que iria envolver a ele, a presidente Dilma e outros petistas no escândalo de corrupção na Petrobras. 

Se comprovada a acusação, o ex-presidente terá cometido crime de obstrução da Justiça, que prevê uma pena de até oito anos de prisão. 
Além disso, Lula é acusado de integrar uma organização criminosa. Há dois meses, para proteger o ex-presidente de um pedido de prisão que estava nas mãos do juiz Sergio Moro, responsável pela Operação Lava-Jato, a presidente Dilma nomeou Lula ministro de Estado, o que lhe garantiu foro privilegiado. Na semana passada, exonerado do governo, a proteção acabou.

Há várias investigações sobre o ex-­presidente. De tráfico de influência a lavagem de dinheiro. 
Em todas elas, apesar das sólidas evidências, os investigadores ainda estão em busca de provas. 

Como Al Capone, o mafioso que sucumbiu à Justiça por um deslize no imposto de renda, Lula pode ser apanhado por um crime menor. 

Após analisar quebras de sigilo bancário e telefônico e cruzar essas informações com dados de companhias aéreas, além de depoimentos de delatores da Lava-Jato, o procurador-geral Rodrigo Janot concluiu que Lula exerceu papel de mando numa quadrilha cujo objetivo principal era minar o avanço das investigações do petrolão. 

Diz o procurador-geral: 
"Ocupando papel central, determinando e dirigindo a atividade criminosa praticada por Delcídio do Amaral, André Santos Esteves, Edson de Siqueira Ribeiro, Diogo Ferreira Rodrigues, José Carlos Costa Marques Bumlai e Maurício de Barros Bumlai (...), Luiz Inácio Lula da Silva impediu e/ou embaraçou a investigação criminal que envolve organização criminosa".

18 de maio de 2016
in blog do mario fortes

REINCIDÊNCIA FAZ DE DIRCEU UM MÁRTIR DO CINISMO

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Relembre a trajetória do ex-ministro José Dirceu28 fotos4 / 28
José Dirceu durante encontro do PT em 1982. Ele foi um dos fundadores do partido, em 1980
VEJA MAIS >Imagem: R.Silveira - 31.05.1982/Folhapress

Ao condenar José Dirceu a 23 anos e 3 meses de cadeia, nesta quarta-feira (18), o doutor Sérgio Moro transformou em pó a análise de conjuntura que o diretório do PT aprovara horas antes. Na sentença do juiz da Lava Jato, Dirceu não é o “heroi do povo brasileiro” retratado no grito de guerra da militância, mas um criminoso reincidente. Ainda assim, o documento do PT refere-se à Lava Jato como uma operação “golpista”.

“A Operação Lava Jato desempenha papel crucial na escalada golpista”, anotou o PT na sua análise de conjuntura. “Alicerçada sobre justo sentimento anticorrupção do povo brasileiro, configurou-se paulatinamente em instrumento político para a guerra de desgaste contra dirigentes e governantes petistas, atuando de forma cada vez mais seletiva quanto a seus alvos, além de marcada por violações ao Estado Democrático de Direito.”

Preso em Curitiba desde agosto de 2015, Dirceu foi sentenciado por ter recebido pixulecos que somam R$ 15 milhões. Dinheiro roubado da Petrobras. O juiz espantou-se com a desfaçatez exibida pelo personagem em sua reincidência.

Para Moro, “o mais perturbador em relação a José Dirceu consiste no fato de que recebeu propina inclusive enquanto estava sendo julgada pelo plenário do Supremo Tribunal Federal a Ação Penal 470 [caso do mensalão], havendo registro de recebimentos pelo menos até 13 de novembro de 2013. Nem o julgamento condenatório pela mais Alta Corte do país representou fator inibidor da reiteração criminosa, embora em outro esquema ilícito.''

No seu documento, o PT se absteve de fazer uma defesa aberta de Dirceu. Preferiu nem mencionar os nomes dos seus mártires. Conforme já comentado aqui, o texto apenas lamentou que o partido tenha adquirido o hábito da corrupção por contágio, como quem pega uma gripe: “…Fomos contaminados pelo financiamento empresarial de campanhas, estrutura celular de como as classes dominantes se articulam com o Estado, formando suas próprias bancadas corporativas e controlando governos.”

No caso de Dirceu, a “contaminação” reforçou o patrimônio pessoal do condendo, não as arcas eleitorais da legenda. O companheiro conspurcou os fins e apropriou-se dos meios. Na juventude, sonhou ser uma espécie de Che Guevara brasileiro. Mas, que diabos, além do país Dirceu precisava reformar a mansão de Vinhedo.

Mas nem tudo está perdido. Apesar da sentença de Sérgio Moro, o documento do PT revela uma ótima notícia: não houve nenhum aumento no nível de cinismo do PT. Continua nos mesmos 100%. Com a vantagem de que Dirceu consolidou-se como mártir desse cinismo.



18 de maio de 2016
Josias de Souza

A CORRUPÇÃO SISTÊMICA NA PETROBRAS, COM O PT LULA E DILMA


Delcídio: corrupção na Petrobras se tornou 'sistêmica' com o PT. Lula e Dilma - Questionado se corroborava a afirmação de que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção, Delcídio repetiu que sim.




VEJA
Um dos principais delatores da Operação Lava Jato, o senador cassado Delcídio do Amaral (sem-partido-MS) afirmou nesta segunda-feira que o PT tornou "sistêmica" a corrupção na Petrobras e que o PMDB teve papel "proeminente" no petrolão. O ex-líder do governo, que teve o mandato cassado por quebra de decoro na última terça-feira, fez as declarações no programa Roda Viva, da TV Cultura.

Segundo Delcídio, já havia corrupção em estatais em governos anteriores ao PT, mas com a chegada da legenda ao poder "começou a haver uma espécie de atuação sistêmica nas diretorias e atuação partidária muito mais ampla, concatenada, com participação das principais lideranças partidárias que compunham a base do governo Lula e Dilma. Deu no que deu".

A respeito do PMDB, Delcídio disse que o partido teve uma "posição proeminente" nos desvios em estatais. O senador cassado afirmou que a participação de caciques peemedebistas no esquema "vai aparecer nitidamente" nas investigações da Lava Jato e citou o presidente do Senado Renan Calheiros (PMDB-AL) - a quem chamou de "cangaceiro" -, o senador licenciado e agora ministro do Planejamento Romero Jucá (PMDB-RR) e o senador Edison Lobão (PMDB-MA).

Em relação ao presidente interino Michel Temer, Delcídio declarou que não pode "botar a mão no fogo" por ele. Questionado sobre a indicação de Jorge Zelada para diretoria Internacional da Petrobras, atribuída em delações premiadas a Temer, Delcídio pontuou, contudo, que não sabe se o peemedebista tinha ciência dos desvios de Zelada no cargo. "Quando você indica alguém para o governo, não quer dizer que indicou alguém para roubar. Às vezes, você indica alguém que tropeça, lamentavelmente isso acontece nos governos", ponderou.

Lula e Dilma - Questionado se corroborava a afirmação de que Lula e Dilma sabiam do esquema de corrupção, Delcídio repetiu que sim. Para o ex-senador, a argumentação de que Lula não sabia dos desvios ou que Dilma recebeu um parecer "falho" para decidir sobre o investimento na refinaria de Pasadena é assumir que as pessoas são "idiotas". "Tenha paciência, é achar que todo mundo é ignorante, idiota. A Petrobras sempre foi do presidente."

(Com Estadão Conteúdo)

18 de maio de 2016
VEJA
in movcc

JOSÉ DIRCEU É CONDENADO A 20 ANOS POR CORRUPÇÃO NA PETROBRAS

DIRCEU MOVIMENTOU R$ 71,4 MILHÕES DESDE 2007 EM SUA EMPRESA

JOSÉ DIRCEU FOI MINISTRO-CHEFE DA CASA CIVIL DE LULA. (FOTO: GERALDO BUBNIAK)


O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) foi condenado pela Justiça Federal nesta quarta-feira (18) a 20 anos de prisão. Essa é a primeira condenação de Dirceu na Lava Jato por corrupção na Petrobras e a segunda dele na década, que também foi condenado no Mensalão.

A condenação foi ordenada pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, que julga casos da Operação Lava-Jato. Dirceu foi preso após a constatação de que movimentou, dentro da sua empresa JD Consultoria, R$ 71,4 milhões desde 2007, quantia em parte não justificada. Naquele ano ele já estava denunciado no processo do Mensalão (pelo qual o governo federal pagava parlamentares para ganhar apoio em determinadas votações). As movimentações irregulares aconteceram mesmo após o ex-ministro ter sido condenado naquele episódio, em 2012, fato ressaltado como "grave" pelo juiz Moro.

Na sentença proferida hoje, Moro diz que Dirceu usou laranjas para realizar operações ilegais, inclusive após a realização das primeiras fases da Lava-Jato. O Ministério Público Federal (MPF) responsabiliza José Dirceu po 31 atos de corrupção passiva entre 2004 e 2011. Foram decretados também o sequestro de imóveis e o bloqueio de contas bancárias dele.



18 de maio de 2016
Elijonas Maia
diário do poder

GILMAR MENDES ESCLARECE QUE NÃO ARQUIVOU O INQUÉRITO CONTRA AÉCIO NEVES


Gilmar Mendes explica que apenas suspendeu diligências



















O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), esclarece que não mandou cancelar o inquérito relativo ao senador Aécio Neves (PSDB). “Trata-se de mera suspensão de diligências, não houve cancelamento de absolutamente nada”, declarou o ministro.
Gilmar Mendes explicou que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, requereu, inicialmente, abertura de inquérito. E uma das bases do pedido de Janot é a delação do senador cassado Delcídio Amaral (ex-PT-MS), em que ele liga Aécio à suposta corrupção na estatal de energia em Furnas. A outra é a Operação Norbert, deflagrada no Rio.
Na petição ao Supremo, por meio da qual pede abertura de inquérito contra o senador tucano, Janot afirmou que a investigação sobre a suspeita de corrupção “merece reavaliação”
“O procurador pediu e eu determinei a abertura do inquérito”, observa Gilmar Mendes. “Aí ele (Janot) entregou documentos, por meio de uma petição no dia seguinte em que apresentava toda uma narrativa sobre uma irmã de Aécio, uma empresa de factoring que recebia esse dinheiro eventualmente vindo de Furnas e mandava para a fundação da mãe dele (Aécio) no exterior.”
ARQUIVADO DUAS VEZES
O procurador juntou documentos que mostram a factoring atuando até 1999. “A fundação educacional da mãe dele (Aécio) acabou nunca se constituindo de fato. Por isso o próprio Ministério Público Federal já havia arquivado duas vezes o procedimento, uma vez no Rio a outra pelo próprio Janot”, disse o ministro do Supremo.
“Suspendi as diligências e mandei os autos do inquérito para o procurador-geral apenas para ele reavaliar os documentos e verificar o que estão afirmando. Não houve cancelamento, só suspensão para evitar que saiam aí intimando testemunhas, ouvindo pessoas. Uma mera suspensão enquanto a Procuradoria analisa esses documentos que eles juntaram. Não tem nada de cancelamento.”
Em março de 2015, o Supremo arquivou, a pedido do próprio Janot, a investigação sobre o presidente nacional do PSDB. O procurador apontou “inexistência de elementos mínimos”. Naquela época, os investigadores tinham em mãos a delação premiada do doleiro Alberto Youssef, personagem central da Operação Lava Jato, citando Aécio.

18 de maio de 2016
Deu no Correio Braziliense