"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 7 de abril de 2015

COMO DIZIA AQUELE CÔMICO "AÍ TEM!!!"

COM A ECONOMIA NO FUNDO DO POÇO, DILMA CONTRATA EMPRESA DE FESTAS POR R$ 49 MILHÕES.

A realeza fez em 1889 a mais luxuosa festa da história, às vésperas da proclamação da república. (Fotos: óleo de Francisco Figueiredo, do acervo do museu histórico nacional, e foto da Agência Brasil)
A economia está em frangalhos, o governo aplica calote até em programas sociais, mas a presidente Dilma contratou por R$49 milhões a empresa “Shows Serviços de Festa”, com o objetivo de tornar mais festivos os seus eventos. O caso guarda certa semelhança com o Baile da Ilha Fiscal, em 1889, quando a realeza se divertia na mais luxuosa festa da história do Império às vésperas da Proclamação da República.
 
Os R$ 49 milhões da empresa de festas contratadas por Dilma seriam suficientes para construir 530 casas populares ao custo de R$ 93 mil.
Pago com verba reservada ao socorro a flagelados da seca no Ceará, o Baile da Ilha Fiscal foi marcado pelo excesso e pela extravagância.
 
O Baile da Ilha Fiscal consumiu 10% do orçamento do Rio de Janeiro. A empresa de festas, o equivalente a 1,4 milhão de bolsas família.

07 de abril de 2015
in diário do poder

LULA MANDA PT APOIAR PROTESTOS DE RUA CONTRA TERCEIRIZAÇÕES




Sob orientação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a cúpula do PT declarou apoio à série de manifestações organizadas por centrais sindicais e movimentos sociais nesta terça-feira em algumas cidades. O Planalto, por sua vez, vai monitorar o alcance dos atos à distância, admitindo nos bastidores que a maior preocupação será com os protestos de domingo, dia 12, contra o governo Dilma Rousseff.

A CUT (Central Única dos Trabalhadores), o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), a UNE (União Nacional dos Estudantes) e outras centrais sindicais e movimentos sociais vão às ruas em São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba e Salvador, entre outras capitais, para protestar contra a aprovação do PL 4330, que regulamenta a terceirização em contratos de trabalho.

No Rio, ainda não há local nem horário para os atos, que são também em defesa da democracia, da Petrobras e dos direitos dos trabalhadores.

Durante as manifestações de 13 de março, também organizadas pela CUT e outras entidades, os petistas preferiram não declarar apoio oficial aos protestos, que eram críticos ao ajuste fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy. Com isso, argumentavam dirigentes do partido, evitariam qualquer tipo de constrangimento.

ERRO DO PT
Em conversas reservadas, porém, Lula avaliou que foi “um erro” o PT não estar ao lado da CUT e dos movimentos sociais, a base histórica do partido, e encorajou a sigla a apoiar e ainda convocar a militância para as manifestações desta terça, mesmo com o risco de haver discursos críticos ao governo.

Os sindicalistas reconhecem o que chamam de “conquistas dos últimos anos” do governo petista, mas não admitem “retrocessos ou perdas dos direitos conquistados”.

“Não vamos aceitar que o aumento da luz e o ‘tarifaço’ recaiam na nossa conta”, disse o presidente da CUT, Vagner Freitas, em evento com centrais sindicais na semana passada. Na ocasião, afirmou que, sem mudança na política econômica, o trabalhador ficará “bravo” e poderá não defender mais o governo.

As bandeiras “em defesa da democracia”, “em defesa da Petrobras” e “pela reforma política”, dizem petistas, deixam o PT mais à vontade para ir às ruas sem parecer afronta ao governo Dilma.

PROJETO
A CUT defende o projeto de lei apresentado pelo deputado Vicentinho (PT), que propõe a regulamentação da terceirização desde que haja igualdade de direitos entre funcionários efetivos e terceirizados, além da proibição da terceirização na atividade-fim e da responsabilização da empresa tomadora de serviços quando a terceirizada deixar de cumprir normas.

07 de abril de 2015
Marina Dias e Gustavo Uribe
Folha

GOVERNO FAZ NOVA TENTATIVA DE AMORDAÇAR A POLÍCIA FEDERAL



Novo Código de Ética surpreendeu os policiais federais

Com a Operação Lava Jato a pleno vapor, a cúpula da Polícia Federal lançou um Código de Ética para delegados e agentes da instituição. As novas regras foram publicadas no boletim interno e surpreenderam policiais. Para delegados e agentes, o código reforça a mordaça imposta pelo governo federal aos policiais e fere garantias constitucionais como o direito à liberdade de expressão.

As restrições surgem em momento no qual o governo federal tenta controlar as informações divulgadas sobre a Operação Lava Jato, que motivou a abertura de investigações contra 50 políticos no Supremo Tribunal Federal (STF) depois de revelar um megaesquema de corrupção na Petrobras.

O texto prevê punição a servidores se concederem entrevistas a jornalistas sem acompanhamento da assessoria de imprensa da Polícia Federal. Menciona também proibições genéricas, como impedir o policial de “divulgar manifestação política ou ideológica conflitante com o exercício das suas funções”.

DELEGADOS PROTESTAM
“O Código de Ética é um reforço na tentativa de amordaçar o policial. Reflete uma preocupação muito grande do órgão com a pressão política”, afirmou o presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Marcos Leôncio Ribeiro.

Se for “conivente” com uma entrevista desacompanhada da assessoria de imprensa ou com uma manifestação ideológica, o servidor responde por “solidariedade”. Outro dispositivo que preocupa policiais é a proibição de “expor, publicamente, opinião sobre a honorabilidade e o desempenho funcional de outro agente público”.

Para o diretor da Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), Flávio Werneck Meneguelli, o código limita ainda mais o direito do policial de “expor opinião” e vai na contramão da “democratização” das forças policiais brasileiras. “Dificulta ainda mais o fornecimento de informações”, critica.

CENSURA ÉTICA
As regras foram decididas pelo Conselho Superior de Polícia (CSP), em reunião do diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello Coimbra, com sete diretores, cinco superintendentes regionais e um adido policial.

Procurada, a Polícia Federal afirmou que uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) exigia que cada órgão federal montasse uma comissão de ética. A corporação policial diz ainda que a única punição para quem desrespeitar o Código de Ética será a “censura ética”.

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, o código apenas repete normas internas da Polícia Federal e proibições do Código de Ética dos Agentes Públicos do Ministério da Justiça e do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal.

AUTONOMIA
Policiais avaliam que as restrições da corporação surgem pelo fato de o diretor-geral da PF ser nomeado pelo ministro da Justiça. Ribeiro, da ADPF, defende a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional 412/2009, que foi desarquivada neste ano na Câmara dos Deputados, para que a Polícia Federal tenha orçamento autônomo e o diretor da instituição tenha um mandato de atuação como o presidente do Banco Central. “O diretor-geral precisa ter mandato, para que não possa ser exonerado a qualquer instante por desagradar o político A ou B”, afirmou Ribeiro.

(texto enviado por José Guilherme Schossland)

07 de abril de 2015
Daniel Haidar
Veja

A MORTE DO PT EM CÂMARA LENTA


 
Da coluna do Lauro Jardim no site de Veja, um resumo do desgaste irremediável do governo do PT. Quanto mais o PT tentar consertar mais piora a situação do governo. Falta apenas uma cutucada final para varrer o PT do Brasil para sempre. Leiam

O governo até que tinha começado uma semana em situação menos pior que as últimas, mas a terça-feira nem bem iniciou direito e, pronto, está lá Dilma Rousseff enrolada novamente em problemas políticos.
 
A recusa de Eliseu Padilha em aceitar o convite para assumir a Secretaria de Relações Institucionais é prova contundente – como se precisassem outras – da fragilidade política do governo.
 
Dizer “não” a um chamado deste tipo é inusual. Deixar um presidente da República na mão, ainda mais já sendo ministro, menos usual ainda. Mas é a confirmação de que a autoridade de Dilma segue derretendo.
 
É preciso ressaltar ainda a trapalhada de deixar vazar um convite feito pela própria presidente. E recusado em menos de 24 horas.
 
O protocolo manda que convites deste tipo sejam precedidos por uma sondagem feita por um auxiliar do presidente, para preservar sua autoridade em caso de um “não”.
 
Desde ontem, com a cara amarrada de Eduardo Cunha para o convite (leia mais aqui ), o fracasso da operação já se prenunciava. 

07 de abril de 2015
in aluizio amorim

SOB PRESSÃO

Mirando o Congresso Nacional, centrais sindicais ligadas ao PT protestam contra a terceirização

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Nesta terça-feira (7), as centrais sindicais e os movimentos sociais vinculados ao PT fazem uma série de protestos contra a terceirização e pró-Dilma. As ações terão como alvo principal Congresso Nacional, justamente enquanto a presidente Dilma Rousseff tenta se acertar com os aliados do PMDB. As centrais miram o Legislativo, comandado pelo PMDB, embora as últimas mudanças em regras de direitos trabalhistas tenham sido iniciativa do Palácio do Planalto. Vale ressaltar que o PT está dando suporte às manifestações.

Os atos foram marcados em doze capitais brasileiras. Além de serem contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff, entidades como a CUT, CTB e o MST vão protestar contra o projeto de lei que pode ser votado nesta terça na Câmara dos Deputados e altera o sistema de contratação de profissionais terceirizados.

À tarde, uma reunião de líderes definirá se o Projeto de Lei 4330/04 será ou não votado em plenário. Além da pressão nas ruas, representantes dos trabalhadores estarão em Brasília para tentar convencer os deputados e o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a não votar o projeto. “Estaremos focados no PL 4330 que, na nossa avaliação, é 1 milhão de vezes mais prejudicial aos trabalhadores que as MPs 664 e 665”, revelou Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores, referindo-se às medidas provisórias da presidente que restringiram o acesso a direitos trabalhistas, como seguro-desemprego e pensão por morte.

As MPs foram de autoria do Executivo e causaram constrangimento na relação entre o governo e as centrais. Inclusive, foram consideradas um estelionato eleitoral, já que na campanha presidencial Dilma prometeu que não mudaria direitos trabalhistas. Freitas ainda afirmou que nesta terça as bandeiras pró-Dilma não serão prioritárias, embora estejam presentes nos atos. “Vamos focar no Congresso porque é lá que hoje estão as maiores ameaças aos direitos dos trabalhadores”, ressaltou o presidente da CUT.
Lula
Ao avaliar a repercussão dos protestos anti-Dilma de 15 de março, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na semana passada que o PT errou ao não apoiar os atos organizados dois dias antes pela CUT, CTB e MST.

Um novo protesto nacional contra Dilma está agendado para o próximo domingo (12).
Adilson Araújo, presidente da Central dos Trabalhadores do Brasil (CTB), revelou que, apesar de o foco do protesto nacional ser o projeto de lei da terceirização, o desconforto com o governo ainda persiste, porque Dilma não recuou das MPs que restringem os benefícios trabalhistas. “Não ficou clara qual foi a flexão que o governo fez”, afirmou Araújo. “Será uma contraposição à agenda regressiva de um Congresso mais conservador que na legislatura passada.”

(Por Danielle Cabral Távora)

07 de abril de 2015
in ucho.info

À BEIRA DO CAMINHO

Contrariando convite de Dilma, PMDB barra ida de Padilha para o comando da articulação política

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No início da tarde desta terça-feira (7), o PMDB decidiu não aceitar a transferência do ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, para o comando da articulação política do Palácio do Planalto.
O convite foi feito na segunda-feira (6) pela presidente Dilma Rousseff, que acatou uma sugestão do ex-presidente Lula, aconselhando-a a abrir mais espaço para o PMDB no governo federal.

Com a decisão do PMDB, a presidente da República deverá decidir se mantém Pepe Vargas na Secretaria de Relações Institucionais, que tem sido alvo de críticas de integrantes da base governista desde a disputa pelo comando da Câmara dos Deputados, na qual o candidato apoiado pelo Planalto foi derrotado pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Dilma ainda terá de decidir se troca o comando do Ministério do Turismo, substituindo Vinicius Lages, afilhado político do presidente do Senado Federal, Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo ex-presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

O intento de levar Eliseu Padilha para a articulação política foi ironizada pelos peemedebistas do Congresso Nacional, chamando-a de “Operação Tabajara”.
Em resposta a essa operação, o PMDB vai desengavetar na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limita a 20 o número de ministério na administração pública federal.

Essa ideia tem sido defendida amplamente por Renan Calheiros e Eduardo Cunha, embora ambos tenham seus respectivos afilhados na máquina do governo federal.
A negativa

O ministro da Aviação Civil, Eliseu Padilha, havia sido convidado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar a Secretaria de Relações Institucionais.
Porém, desde o início, Padilha havia demonstrado resistência para mudar de pasta.
Essa informação foi passada por alguns integrantes da cúpula do PMDB, que acompanharam as reuniões realizadas na noite desta segunda-feira (6), em Brasília, após o aceno de Dilma. Os encontros para discutir o tema vararam a madrugada.

Na primeira reunião, no gabinete do vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, o ministro teria hesitado sobre o convite e ressaltado que está satisfeito na atual pasta. Padilha também integra o chamado núcleo político estendido, criado por Dilma para acomodar a legenda, o PSD e o PC do B nas discussões de propostas do governo.

No PMDB, prevalece o sentimento de que o modelo adotado por Dilma na SRI não é o ideal. Peemedebistas alegaram que o ministro da pasta não tem nenhuma autonomia para tomar decisões, e que por isso, é alvo constante de ataques dos “aliados”.

Diante o cenário, segundo relatos de integrantes do partido, no encontro no gabinete de Temer, o ministro Eliseu Padilha chegou até a comparar a SRI a um “cemitério de políticos”.
Nas negociações da ida de Eliseu Padilha para a SRI também estava inclusa a busca por uma cadeira na Esplanada para o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Caso Padilha aceitasse ir para a articulação, a Aviação Civil ficaria vaga. Mas, Henrique Alves deseja ir para o ministério do Turismo, que está ocupado por Vinicius Lages, apadrinhado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

Vale ressaltar que o presidente do Senado também esteve presente na reunião do PMDB na noite de segunda-feira. Calheiros tem dito a pessoas próximas que não vê problemas em Henrique Alves ocupar o Turismo, assim como a resistência ao nome do ex-deputado para ocupar um cargo na Esplanada dos Ministérios está em Dilma, não nele.

 (Por Danielle Cabral Távora)
07 de abril de 2015
 

A "CONSULTORIA" DO DIRCEU CAMINHA PARA O BREJO DAS PROPINAS...

JUIZ FEDERAL SERGIO MORO, RESPONSÁVEL PELA OPERAÇÃO LAVA JATO, DEFENDE A QUEBRA DE SIGILO DA CONSULTORIA DE JOSÉ DIRCEU.
O juiz federal Sergio Moro, responsável pela Operação Lava Jato (Foto: Veja)
O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato em Curitiba (PR), defendeu, em ofício encaminhado ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a legitimidade da quebra dos sigilos bancário e fiscal do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT), condenado no mensalão, e da JD Assessoria e Consultoria, empresa utilizada por ele para receber propina de empreiteiras envolvidas com o escândalo do petrolão, conforme disseram executivos presos pela Polícia Federal.
 
A empresa de Dirceu faturou, conforme a Receita Federal, 29,2 milhões de reais com a prestação de serviços de consultoria de 2006, depois de ele deixar o governo Lula, a 2013, quando começou a cumprir pena pela condenação no julgamento do mensalão. Em verdade, Dirceu ganhou mais no período: 39,1 milhões de reais - os 9,9 milhões de reais a mais vêm de pagamentos feitos por empresas estrangeiras, que não constam da Receita.
 
Em análise dos dados da Receita anexados ao processo do petrolão, é possível verificar que nenhum ano foi tão lucrativo para Dirceu quanto 2012: ele amealhou 7 milhões de reais. Foi neste ano que o ex-chefe da Casa Civil e homem-forte do governo Lula recebeu pena de dez anos e dez meses de prisão, depois revertida para sete anos e onze meses no mensalão.
Em 2013, nova enxurrada de dinheiro para a JD Consultoria: foram 4,159 milhões de reais.
 
"Nas quebras de sigilo fiscal e bancário das empreiteiras, o que foi judicialmente autorizado, foram identificados vários pagamentos de contratos de consultoria para a JD Assessoria e Consultoria Ltda., empresa de titularidade de José Dirceu de Oliveira e Silva", relata Moro, que informa ainda que o acesso aos dados sigilosos do ex-ministro era "imprescindível" para se investigar se os serviços de consultoria, na verdade, eram uma das formas de as empreiteiras pagarem propina no esquema criminoso.
 
NOTÓRIA INFLUÊNCIA
 
"Diante da notória influência de José Dirceu de Oliveira e Silva no Partido dos Trabalhadores e da prévia verificação de que as empreiteiras teriam se valido de consultorias fictícias para pagamento de propinas, razoáveis as razões para a decretação da quebra de sigilo bancário e fiscal diante dos lançamentos de pagamentos identificados", defendeu Moro. "Imprescindível para a investigação a quebra de sigilo fiscal e bancário, não havendo outro meio menos gravoso para esclarecer os fatos. Em investigações por corrupção e lavagem de dinheiro, imprescindível o rastreamento do fluxo financeiro e patrimonial", completou ele.
 
A manifestação do juiz Sergio Moro sobre a validade da suspensão dos sigilos como método de investigação ocorreu após despacho do desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos do petrolão na segunda instância. Dirceu recorreu ao tribunal contra a suspensão dos sigilos no dia 17 de março por considerar que a decisão que autorizou o acesso aos dados bancários e fiscais seria "ilegal".

Em decisão individual, tomada em 24 de março, o desembargador já havia rejeitado os argumentos de Dirceu de que parte das investigações da Operação Lava Jato teria sido direcionada para incriminá-lo. "O curso da denominada Operação Lava Jato demonstra que a atuação judicial não toma em conta pessoas, mas sim fatos.
A tese de que o impetrante Jose Dirceu de Oliveira e Silva está servindo de instrumento de expiação dos males do país não se sustenta quando confrontada com a dinâmica da própria Operação Lava Jato", disse Gebran Neto na ocasião.

Do site de Veja

07 de abril de 2015
in aluizio amorim

QUANDO O HUMOR DESENHA A REALIDADE...

                                     Limpando o cofre e mentindo!
 
 
 
 
 
07 de abril de 2015

FORA DILMA!


 
 
 
As redes sociais continuam fervendo. É como uma onda gigante, um verdadeiro tsunami anti-PT. Tanto n Twitter como o Facebook são uma amostragem relevante, uma verdadeira pesquisa revelando que os brasileiros não querem mais saber do PT e seus satélites de maneira nenhuma. 

É dentro desse clima que crescem as adesões de grupos em mais de duas centenas de cidades brasileiras que se preparam para tomar as ruas para pedir o impeachament da Dilma e, mais ainda, a proscrição do PT e de todos os partidos de viés comunista revolucionário.

Neste momento estou fazendo um lanche num dos locais que costuma bombar todas as noite aqui em Florianópolis. O gerente desse restaurante veio até a minha mesa, enquanto tomo café e escrevo estas linhas, para lamentar que o movimento caiu brutalmente. Aliás, isso ocorre em todo o Brasil e pega em cheio principalmente a classe média que dá o tom na economia de qualquer país. Refiro-me à classe média verdadeira, não essa classificada pelo PT.

Portanto, estamos assistindo a quebradeira geral do Brasil sem que haja qualquer liderança política ou empresarial que se levante contra a bandalha do PT. O maior feito do PT foi apodrecer o Brasil. Lamentável que os empresários e banqueiros tenham se aliado a esse bando de gafanhotos vermelhos que destruiram o Plano Real, trouxeram de volta a inflação e esfarelaram o poder de compra dos assalariados.
 
07 de abril de 2015
in aluizio amorim

MEGA PROTESTO PARA A MUDANÇA: 12 DE ABRIL! POR UMA NOVA REPÚBLICA!



 
 
Motivos não faltam para o mega protesto de 12 de Abril.
 
07 de abril de 2015

SOCIAL-DEMOCRACIA APÓS A QUEDA DO MURO DE BERLIM

 


A derrubada do Muro de Berlim e o ocaso final do socialismo realmente existente ocorreu em 9 de novembro de 1989. Todavia, desde os anos 70, uma crise já se ocultava nos porões das datchas utilizadas pela nomenklatura das democracias populares dos países do Leste-Europeu e da União Soviética. Essa crise agravou-se conduzindo ao colapso do comunismo e dando fim ao Estado soviético.

O desmantelamento geral parecia ter deixado o caminho aberto para a Social-Democracia, que 30 anos antes, em 1959, havia feito, em Bad Goldesberg, sua opção histórica pelas reformas por via constitucional.  A Social-Democracia, defensora do Estado do bem-estar, do pleno emprego, de programas para reduzir o desemprego, de uma economia mista, parece agora impotente, pois todos esses elementos foram eclipsados pelo fenômeno da globalização da economia.

O pleno emprego desapareceu, trazendo maiores custos para a previdência social; o ensino público transformou-se em fonte de insatisfação, pois, incapaz\ de atender a todos; a autoridade dos governos e parlamentos vem sendo enfraquecida com a transferência de poder para conselhos intergovernamentais, para os mercados de capitais, que gozam da extraterritorialidade e, em alguns lugares, até mesmo para ONGs com sedes no exterior; e o espaço político deslocou-se dos comícios e contatos com os eleitores para os shows de TV, em horários certos e em dias determinados.

Em alguns poucos países, o marxismo-leninismo sobrevive, todavia tendo no horizonte um futuro incerto, pois o grau em que a esquerda rompeu com a doutrina e a disciplina ortodoxa, a partir de 1989, varia enormemente e não tem volta.

Entre nós, o Partido Comunista Brasileiro, já a partir do 9º Congresso, em 1991, dava mostras de sua opção em direção à Social-Democracia. Menos de um ano depois, no teatro Záccaro, abandona a denominação de comunista e, finalmente, no 11º Congresso, em 1996, transformava-se num partido social-democrata, como comprova a Resolução Política então aprovada.

Enquanto isso, a postura de outros partidos comunistas, como o Português e o Cubano, por exemplo, permanece basicamente inalterada. O PC Francês, assolado por um sem número de dissidências internas, continua uma versão do que sempre foi. O PC Italiano transformou-se rapidamente no Partido Democrático de Esquerda (Partido Democrático de La Sinistra), deixando, no entanto, como viria a ocorrer no Brasil, um resíduo ativo à sua esquerda, a Refundação Comunista. E o Partido Socialista Italiano, que governou o país por vários anos, simplesmente deixou de existir, desmoralizado pela corrupção de seus dirigentes após a descoberta dos “acordos de cavalheiros” concretizados com a máfia.

Embora em todos os países permaneça existindo uma esquerda além dos limites da Social-Democracia, ela pouco tem contribuído para a autocrítica que se tornou indispensável no sentido de superar os dilemas programáticos que Lenin anexou à doutrina.

É forçoso reconhecer, no entanto, que em época alguma os partidos da III Internacional, ou seus sucedâneos após a II Guerra Mundial, se assentaram em uma base social homogênea, embora até o final dos anos 60 o proletariado industrial manual ocupasse o centro de toda e qualquer coalizão social que os partidos de esquerda pudessem conformar, pois sempre foi o melhor organizado estruturalmente.

Atualmente, o proletariado declina progressivamente e é um pouco mais de um quarto da população ativa, já sendo superado, em quase todos os países, pelo número de empregados no setor terciário. Malgrado isso, a produção aumenta. Com a queda das taxas de natalidade e o aumento da expectativa de vida, aumentou o peso dos idosos no conjunto da população e cerca de um terço da vida do adulto médio se passa atualmente após a sua saída do mercado de trabalho, sobrecarregando enormemente os sistemas de previdência e de assistência médica. Isso faz com que a força de trabalho assalariada, que diminui em todo o mundo, fique também sobrecarregada pelas necessidades previdenciárias da “terceira idade”.

Essa tendência, aliada à diminuição dos postos de trabalho, em todo o mundo, tende a desagregar o proletariado e outros trabalhadores, outrora um mercado cativo para as investidas dos partidos de esquerda, tornando a cada dia mais difícil  a tarefa de mobilização para qualquer mudança política radical, e sobretudo para a contestação do status quo.

Hoje, é impensável a antiga palavra-de-ordem da ortodoxia comunista de “colocar as massas na rua”, tornando-se básico que as esquerdas ultrapassem“conceitos clássicos como a centralidade da classe operária no movimento de transformação” (Roberto Freire, Folha de São Paulo de 15/06/97).

Na Europa Ocidental, desde os anos 80 e fundamentalmente após os Acordos de Maastrich, a perda da autonomia nacional sobre a política monetária vem se tornando, em geral, cada vez mais pronunciada; a política fiscal vem sendo afetada pela globalização da economia e do capital, e a antiga opção da Social-Democracia, na Europa Ocidental, onde historicamente ela sempre foi forte, de impor taxas elevadas aos empresários e ao capital, provoca, hoje, reações de retração. Recorde-se que, no período do pós-guerra, o nível geral de impostos cresceu, nos países da OCDE, ao longo do tempo, por cerca de 30 anos, período que correspondeu ao aumento constante dos gastos públicos.

Mas, na verdade, é que o peso desses gastos se tornou mais elevado, com o aumento do número de aposentados e desempregados e mais o peso dos direitos adquiridos, tornando a situação insuportável. Hoje, propor aumento de tributos equivale a um suicídio eleitoral. Além disso, não há como ignorar a presença do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial, desde um certo tempo, nos vestíbulos dos Estados nacionais, monitorando as economias.

A aversão a impostos colocou, em toda a parte, a esquerda na defensiva e a Social-Democracia imprensada entre uma base social em mutação e um horizonte político em contração, e parece ter perdido sua bússola. É sabido que,nos primeiros anos da II Internacional, ela orientava sua ação para a superação do capitalismo, empenhando-se depois por reformas parciais, consideradas passos gradativos em direção ao socialismo. Finalmente, hoje, parece contentar-se com o bem-estar-social e o pleno emprego dentro dos marcos ditados pelo capitalismo.

Ora, já que passa a admitir, onde quer que esteja governando, uma diminuição do bem-estar e desiste do pleno emprego em que tipo de movimento se transformará a Social-Democracia? A necessidade de competir se transforma na obrigação de podar e se ajustar e, nessa lógica, o culto ao talento empresarial, centralidade da empresa e ao dinamismo que proporciona lucros crescentes, tende a deslocar cada vez mais o antigo vocabulário da redistribuição, justiça e equidade social.

Nesse sentido, muitos partidos social-democratas transformaram-se em uma força francamente comprometida com o capitalismo, abandonando os ideais do socialismo, mas insistindo em manter uma desbotada noção de esquerda. Ao Partido Popular Socialista, portanto, resta a luta para resgatar e manter vivos os postulados originais definidos pela doutrina.

Nota da redação: Este artigo fora escrito por um “membro do PPS no Estado do Rio de Janeiro”, conforme os diligentes membros partidários publicaram na Tribuna de Debates do 12* Congresso do  PPS, fevereiro de 1998). Seguiu a mesma linha de "O Partido que Queremos". Foi publicado no Caderno de Debates do PPS, em 1998, como se eu fosse um militante do Partido. Não era nem nunca fui...

07 de abril de 2015
Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Emparedado pelo PMDB e acuado pela impopularidade, PT arma golpe e acirra seus movimentos aparelhados

O Presidente do PT, Rui Falcão, voltou a deixar claro como seu partido tenta armar um golpe institucional. Falcão e seus urubus querem trocar a legitimidade de um Congresso eleito pela imposição de grupos aparelhados ideologicamente, como os tais "movimentos sociais" (apenas os controlados pelo PT e aliados, e não aqueles movimentos espontâneos que lhes passam fazer oposição legítima).
A iniciativa conta com o respaldo total do líder máximo Luiz Inácio Lula da Silva. Por isso, o companheiro $talinácio convoca seus exércitos para engrossarem, hoje, as manifestações da CUT.

A cúpula nazicomunopetralha tem duas prioridades imediatas: a regulação dos meios de comunicação (forma mascarada de censura econômica para impor a posterior e seletiva censura política) e uma "reforma política" feita na base de plebiscitos (cujos temas e resultados possam ser manipulados pela fanática máquina stalinista-leninista do partido seita). Falcão deixou claro em recente entrevista à Folha de S. Paulo: “Só vamos obter reforma política através de plebiscito com essas mobilizações. Só pelo Congresso, seja com a atual configuração, seja na futura, é praticamente impossível”.

Enquanto Lula arma seu golpe, o pandemônio (previsto pelo Eduardo Cunha) se instaura. Dilma Rousseff só não se torna mais impopular (com apenas 12% de aprovação) porque a estatística não permite.
A população começa a sentir os efeitos macabros da crise econômica: carestia, inflação, desemprego, e dificuldades para pagar em dia caríssimos impostos e as tarifas de água, luz, telefone.
Por isso, no domingão de 12 de abril, milhões saem novamente às ruas para protestar. O desgoverno e os políticos entram em tensão máxima. O cagaço deles tende a gerar atitudes e medidas desesperadas.

Nessa conjuntura, algumas perguntas se tornam fundamentais. Cada resposta correta gera vários flashes históricos: Que interpretações se podem tirar do fato de o PMDB usar o seu poder de pressão política para definir que uma CPI pode pedir a quebra dos sigilos telefônicos do Ministro da Justiça e do Procurador Geral da República? Que significado tal postura pode ter para a construção da democracia no Brasil?

Resposta: O jogo de poder começa a ficar interessante em favor do cidadão e da cidadania. Quando a máquina de triturar carne de Eduardo Cunha e Renan Calheiros, no comando da Câmara e do Senado, ameaça tirar aquela "blindagem" de supostos intocáveis, começa a valer a regra democrática de que a lei vale (ou deve valer) para todos, igualmente. Na democracia, pau que dá em Chico também dá em Francisco. No Brasil, a coisa ainda não funciona assim. Mas tudo começa a mudar...

Mais perguntas: Que saída tem o PT, em franca perda de hegemonia e aumento quase extremo da impopularidade presidencial, apesar do aparelhamento que fez da máquina estatal? No que pode redundar a tendência clara ao enfrentamento e ao radicalismo em uma conjuntura de impasse com alto risco de redundar em ruptura institucional?

Dilma parece desesperada, mas pode não estar. Sua tensão tem mais a ver com seu DNA stalinista, autoritário, que com a pressão que vem recebendo de todos os lados, do eleitor insatisfeito até o aliado mais inconfiável do PMDB. Dlima não pede socorro a José Sarney porque é uma ingênua. Ela faz isto porque sabe que o imortal maranhense tem condições de neutralizar a dupla Cunha-Renan. O problema é que o presidente do Senado é tido como "sócio" do Sarney - o que pode tornar tal aliança perigosíssima...

O PT aposta que consegue reunir suas supostas "forças populares" (movimentos sociais ideologicamente aparelhados e financiados por grandes esquemas de lavagem de dinheiro sob investigação do Ministério Público e da Justiça) para impor seu modelo político e econômico goela abaixo de todos. Se insistir nesta linha de confronto, a ruptura institucional pode acontecer mais rápido que o previsto. Eles apostam que vencem... Por isso, vêm com tudo para cima dos adversários e inimigos...

Outra grande dúvida: O Brasil segue no inevitável rumo do precipício, ou as mudanças necessárias têm efetivas chances de ocorrer, em breve?

Resposta: A conjuntura parece horrorosa... Fica pior ou menos ruim, dependendo de como os cidadãos fizerem a leitura da realidade. O tsunami de protestos indica clara insatisfação. Se a bronca ganhar foco em soluções objetivas, setoriais e seletivas, o governo e a classe política serão obrigadas a ceder, contra a própria vontade de deixar tudo como está.

Por isso, é preciso gritar: Acorda, oposição! Ou você se torna orgânica, ou vai ficar gritando no vazio, até o golpe nazicomunopetralha te forçar a um exílio em Miami (claro, para aqueles que têm muita grana para gastar).

A regra é clara: Quem não dá conta de gatinho não pode encarar um leão.

Nunca vi rastro de cobra...

Deputado Desafiado

Kim Kataguiri desafiou o deputado Jean Wyllys para um debate. Uma vez que o deputado o chamou de "analfabeto político" em um programa. E ridicularizou a Folha de São Paulo por ter dado ao garoto de 19 anos um espaço por ser um líder de movimentações da direita.

Nova versão Faroeste Caboclo

Renato Russo, certamente, aprovaria a nova versão parodiada de seu Faroeste Caboclo...

Casal que não sabe de nada...


A princesa e o salário de rei



Dependência ou morte



 
                           
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

07 de abril de 2015
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

CLIMA DE TENSÃO

PL da Terceirização: manifestantes transformam o gramado do Congresso em praça de guerra

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O confronto entre policiais e manifestantes que protestam contra o Projeto de Lei 4330 (Terceirização), diante do Congresso Nacional, mostra o despreparo do governo do Distrito Federal para enfrentar situações de crise na área da segurança pública.

O gramado que emoldura a sede do Legislativo federal foi transformado em uma praça de guerra, onde policiais reagiram com violência à tentativa dos manifestantes de invadir o Congresso, que está cercado por integrantes da Polícia Legislativa, seguranças e viaturas da Polícia Militar do DF.

Com a participação de sindicalistas, integrantes do MST e baderneiros profissionais, todos custeados pelo suado dinheiro do contribuinte, a manifestação não apenas ultraja o bom senso e a civilidade, mas afronta o que determina a legislação, uma vez que a Esplanada dos Ministérios, por determinação constitucional, é área de segurança nacional.

A democracia deve ser exercida em todos os seus matizes, desde que ao conjunto legal do País seja dado o devido respeito. Quem está na parte interna do Congresso Nacional teme a possibilidade de uma invasão, a exemplo do que ocorreu em 6 de junho de 2006, quando Bruno Maranhão comandou um grupo de criminosos que, sob a desculpa de pleitearem terras agricultáveis, depredaram vários locais da Câmara dos Deputados, inclusive o Salão Verde.

O movimento criminoso que levou tensão aos freqüentadores do Congresso foi orquestrado pelo Partido dos Trabalhadores, sob a batuta de Luiz Inácio da Silva, agora um bem sucedido lobista de empreiteira. A incursão dos sindicalistas está sendo considerada um tiro no pé em termos políticos, pois o Congresso pode até ceder à pressão dos manifestantes, mas mandará a devida resposta ao Palácio do Planalto.

É importante lembrar que durante a campanha presidencial de 2014, a petista Dilma Vana Rousseff usou o termo “nem que a vaca tussa” para garantir que os direitos trabalhistas não sofreriam qualquer mudança. Independentemente da promessa de campanha feita pela presidente da República, partiu do próprio Palácio do Planalto a iniciativa de alterar os direitos dos trabalhadores, decisão tomada na esteira da necessidade do governo de promover um ajuste fiscal e cortar gastos.
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07 de abril de 2015
ucho.info

PENTE FINO

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Enquanto Dilma sangra politicamente, Senado Federal pode ter três novas CPIs em breve


Dilma Vana Rousseff tornou-se uma quase unanimidade no Congresso Nacional quando o assunto é incompetência política. Na Câmara dos Deputados e no Senado Federal o assunto é o nó institucional que surgiu no Palácio do Planalto, inviabilizando um governo paralisado e corrupto que tenta mostrar à população uma capacidade que só existe no discurso. Tirante os genuflexos que lhe dedicam palmas de encomenda, a presidente da República perde cada vez mais apoio no Parlamento.

O maior exemplo dessa lufada negativa que sopra na direção do Palácio do Planalto surgiu no Senado, onde três novas Comissões Parlamentares de Inquérito podem ser instaladas a qualquer momento, a depender da barganha que o PMDB decidir impor ao governo. Com os escândalos de corrupção brotando aos bolhões, senadores da oposição e alguns dissidentes conseguiram assinaturas em número suficiente para instalar as CPIs dos Fundos de Pensão, do BNDES e do CARF.

No caso do CARF, onde a roubalheira no âmbito dos recursos à Receita Federal deve chegar a R$ 19 bilhões, 32 senadores assinaram o requerimento de criação da CPI que pode colocar o governo petista de Dilma Rousseff em situação ainda mais complicada.

Em relação à CPI dos Fundos de Pensão, a iniciativa foi do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), ao passo que a CPI do BNDES teve o democrata Ronaldo Caiado (GO) como patrono da coleta de assinaturas.

Caso as três CPIs sejam instaladas – não há qualquer impedimento regimental para isso – o Senado terá simultaneamente quatro Comissões Parlamentares de Inquérito, já que um grupo de senadores já investigam o escândalo do HSBC, que na agência de Genebra abrigou contas bancárias de políticos, empresários e figuras públicas brasileiras.

Se Dilma Rousseff quiser evitar o avanço das três CPIs, a bancada petista terá trabalho de sobra, pois os partidos da base aliada já ensaia jogar a toalha, começando pelo PMDB, que vem impondo à chefe do Executivo seguidas situações de dificuldade.

07 de abril de 2015
ucho.info

CONTUNDENTE! DESCONFORTÁVEL! INFELIZMENTE, REAL...

Para pensar: a melhor charge sobre os últimos acontecimentos políticos no Brasil vem da Suiça!
 
 
 

 
 
                                                                  07 de abril de 2015