"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

NAS URNAS DO 2o. TURNO COM AÉCIO 45 PELA RENOVAÇÃO E PELA DEMOCRACIA

Hino Nacional Brasileiro
Enquanto você se arruma para legitimar, obrigatóriamente, os representantes que representam interesses alheios aos seus, que representam interesses contrários ao bem comum e contrários aos interesses nacionais, ouça esta peça, emocione-se e tome como propósito trabalhar pela recuperação do sentimento nacional. O nacionalismo é o antídoto por excelência para o veneno mortal da submissão ao sistema financeiro internacional, da submissão às ideologias esdrúxulas e anacrônicas que ferem a essência da liberdade, da justiça e dos direitos humanos.
 
Até as próximas urnas do 2o. turno. Um abraço DEMOCRÁTICO.
 
 


 E tanto "brasileiro" desconhece esta peça magnífica.
 
06 de outubro de 2014

AÉCIO NEVES EM ASCENSÃO VAI AO SEGUNDO TURNO E LEVA LULA, DILMA E SEUS SEQUAZES À LOUCURA!



A GRANDE VIRADA
Foto do site da FSP e gráfico do site de O Globo
Para o desespero do PT, o oposicionista Aécio Neves, recuperou os índices perdidos com o enterro “festivo” e cinematográfico do defunto Eduardo Campos e ainda acrescenta pelo menos mais uns cinco pontos no seu cacife eleitoral na véspera da eleição que ocorre neste domingo, 5 de outubro de 2014  e que tem tudo para entrar para a história do Brasil. 
 
Em todos os principais institutos de pesquisa os índices são similares: Ibope, DataFolha e também CNT/DMA. As linhas dos gráficos mostram nitidamente a tendência de alta em cima da eleição, na reta final do primeiro turno. Se essa tendência se confirmar nas urnas Aécio Neves realmente chegará com força no segundo turno.
 
Como se sabe, o segundo turno é uma nova eleição e os dois contendores estarão em iguais condições, principalmente no que se relaciona ao tempo de exposição nos programas de televisão. E tem mais: os debates que ocorrerão estarão livres do circo dos nanicos. É cara a cara o embate e, sem qualquer dúvida isto beneficiará de forma extraordinária Aécio Neves, haja vista para o último debate presidencial produzido pela Rede Globo.
 
E não precisa acrescentar mais nada. Se os brasileiros querem se ver livres da Dilma, do Lula falastrão e, sobretudo, da corrupção e roubalheiras variadas com destaque para o mensalão, o escândalo da Petrobras, para citar os mais notórios e, por último, o mais recente do uso dos Correios na campanha petista, terão de votar maciçamente em Aécio Neves, porque é o mais preparado, tem saúde e ainda a força jovem!
 
Esta será uma noite e madrugada muito movimentada. Às brumas soturnas desta noite segue-se o dia. E isto é uma verdade inelutável. Oxalá o astro rei possa brilhar com força para que todos os eleitores votem com fervor para livrar o Brasil da desgraça que é o governo do PT!
 
E, para concluir: em São Paulo, Geraldo Alckmin poderá ser o campeão de votos entre os governadores a serem eleitos. Pesquisas indicam que alcança 59%! Para o Senado, José Serra navega com 50% e desbancará o ridículo Suplicy. 
E tudo isso apesar da Folha de S. Paulo e seus psicopatas da redação que tentaram de todas as formas culpar Alckmin e, mais do que isso, o PSDB, pela seca que castiga São Paulo. Ironicamente, deram com os burros n’água.
 
Aliás, ontem à noite assisti um vídeo da redação da Folha quando três malucos de cara feia já começavam a choramingar e, para variar, desancaram os “tucanos”, como se referem ao PSDB. As análises formuladas por esses psicopatas e histéricos foram patéticas. Eles pretendem ser mais comunistas que o defunto Lenin! E fico por aqui. Embora o blog não pare e estará atento a qualquer movimento desses algozes da democracia e da liberdade.
 
A Folha de S. Paulo, pode colocar na capa o que quiser. Pode correr atrás do Aécio com um fotógrafo e um repórter, com a Mídia Ninja, com os blak-blocs, com o diabo, porque o buraco é mais embaixo.
 
Sorry, rapazes e meninas da Folha de S. Paulo. Mas é isto que eu penso. E tenho nojo e asco de vocês. Sem falar que escrevem muito mal, têm um péssimo texto. Salva-se apenas o Elio Gaspari, quando não incorpora o caboclo tranca rua.
Costumo ler a Folha só nas sextas-feiras, por causa do artigo do Reinaldo Azevedo. E só!
 
06 de outubro de 2014
in aluizio amorim

A MAIORIA DOS ELEITORES É CONTRA O PT: 57 MILHÕES E OUTROS TANTOS COM 43 MILHÕES E OUTROS TANTOS


 
No texto que segue, a Folha de São Paulo tenta salvar o DataFolha, instituto que pertence ao Grupo empresarial que controla o jornal. Todavia, o próprio DataFolha, como também o Ibope, mostram que Dilma venceria em São Paulo. Não há nada que justifique esse erro, se é que isso se pode considerar como um “erro”.
Na imagem acima, do site UOL, a totalização final dos votos. Somando-se os votos de Aécio com os de Marina Silva, tem-se o total de 54,87%, ou seja, mais da metade dos eleitores brasileiros que rejeitam o governo do PT! Esta é a verdade e os números não mentem jamais!
Leiam o que diz o site do jornal:
 
O candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, surpreendeu e ficou em segundo lugar na corrida ao Palácio do Planalto com 33,62% dos votos válidos.
Com 99,34% das urnas apuradas, Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, ficou em primeiro lugar com 41,55% dos votos válidos, o pior desempenho do PT em 12 anos.
Já Marina Silva (PSB), que desidratou na reta final, ficou em terceiro com 21,29% dos votos.
 
A virada de Aécio na reta final da eleição tem forte influência no maior colégio eleitoral do país. No Estado de São Paulo, com quase 32 milhões de eleitores (22,4% dos 142,8 milhões de eleitores), o senador Aécio Neves conquistou mais de 10 milhões de votos, cerca de 44,25% dos votantes.
 
Considerado fora do jogo depois da morte de Eduardo Campos, o tucano ressurgiu das cinzas e garantiu na última hora a lógica da política brasileira desde 1994, com a polarização PT-PSDB, destaca a colunista da Folha Eliane Cantanhêde.
 
Já presidente Dilma teve desempenho próximo ao de Marina Silva no maior no Estado. A petista teve cerca de 5,9 milhões, ante 5,7 milhões da pessebista. Em 2010, quando Dilma disputou à Presidência com o ex-governador de São Paulo José Serra, eleito hoje senador com mais de 11 milhões de votos com 99,90% das urnas apuradas, a petista teve 46,9% dos votos.
 
Já em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral e Estado natal dos candidatos Aécio Neves e Dilma Rousseff, a petista levou a melhor. Com 99,99% das urnas apurados no Estado, Dilma teve 4,8 milhões de votos contra 4,4 milhões do tucano.
 
Na disputa estadual, Marina Silva venceu no Acre (Dilma ficou em segundo, e Aécio na sequência) e em Pernambuco (muito colada a Dilma, e Aécio ficou com míseros 5,9%) —o resto dos Estados do Nordeste ficou com a Dilma.
 
No consolidado do país, trata-se do pior desempenho do desde 2002, quando o ex-presidente Lula disputou à Presidência. Naquele ano, Lula teve 45,4% dos votos contra Serra. Quatro anos depois, Lula obteve 48,6% em disputa com Geraldo Alckmin (PSDB).
 
Para o diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, os resultados parciais das eleições vão ao encontro das últimas pesquisas feitas pelo Datafolha.
"O Aécio [PSDB] é mais forte para enfrentar Dilma [PT] no segundo turno.
 
Fizemos um estudo e vimos que a curva de crescimento dele é maior que a de Marina [PSB], pois tem menos eleitores que não votariam de jeito nenhum nele. Mas vamos esperar o resultado das urnas", diz Paulino.
 
 

DESTRUÍDA PELO PT, MARINA INDICA APOIO A AÉCIO


Maioria dos apoiadores de Marina Silva desejam o apoio a Aécio
 
Fora do segundo turno, Marina Silva indicou na noite deste domingo (5), em sua primeira manifestação pública após a abertura das urnas, que apoiará o tucano Aécio Neves contra a presidente Dilma Rousseff (PT). A candidata do PSB criticou a "inédita e despropositada agressividade" da campanha petista e afirmou: "O Brasil sinalizou claramente que não concorda com o que está aí". 

Em seguida, lembrou sua posição em outubro de 2013, quando descartou ficar fora da disputa pelo Palácio do Planalto após ver fracassada a criação de seu partido. "Minha postura quando não foi feito o registro da Rede, de não me recolher numa anticandidatura, pode ser uma tendência", disse, em resposta sobre se permaneceria neutra entre Dilma e Aécio. 

Em 2010, quando também ficou em terceiro na eleição presidencial, Marina não optou por nenhum dos dois candidatos finalistas. "Sabemos que uma boa parte do Brasil, desde 2010, vem dando sustentação a uma mudança que seja qualificada [...] Não dá para tergiversar com o sentimento do eleitor", afirmou. 

Durante entrevista num espaço de eventos em São Paulo, Marina afirmou, porém, que discutirá o eventual apoio com os partidos que sustentaram sua candidatura e que a afinidade com seu programa de governo é a "base para qualquer diálogo". Marina caiu 12 pontos nas pesquisas após sofrer forte ataque na TV da campanha de Dilma. Aécio também investiu contra a pessebista. "Estou aqui não como uma derrotada, mas como alguém que sabe que não teve que abrir mão dos princípios para ganhar a eleição", disse a ex-senadora, arrancando aplausos da militância. 

Apesar da inclinação de Marina, há setores do PSB que defendem o apoio a Dilma, entre eles o presidente do partido, Roberto Amaral. Em reunião antes do evento, a ex-senadora discutiu os termos de seu pronunciamento com um pequeno grupo de assessores e familiares. 

Nessa reunião ficou claro que a posição pró-Dilma é minoritária. "Confesso que é muito difícil pensar em votar na Dilma depois do que sofremos", afirmou o vice de Marina, Beto Albuquerque. Um dos partidos aliados à então candidata, o PPS, já defende abertamente a adesão ao tucano. A expectativa é que a decisão seja anunciada até quarta-feira (8).

Mesmo tendo detectado a curva de crescimento de Aécio, o resultado final deixou muitos marineiros perplexos com a queda na reta final. Em números e percentual, a pessebista teve resultado muito próximo ao de 2010, quando foi candidata pelo PV. Questionada sobre seu futuro político, disse: "Em determinados momentos, temos de esperar pela história". 

A Marina que chegou ao primeiro turno neste domingo não era a mesma de 20 de agosto, quando foi oficializada candidata. A comoção pela morte de Eduardo Campos, sete dias antes, deu lugar à euforia de favorita, quando a primeira pesquisa após a tragédia que matou o ex-governador de Pernambuco indicou que ela era a única capaz de vencer Dilma. Após os ataques de PT e PSDB, tentou recuperar fôlego com viagens ao Nordeste e ao Sul, mas os números não respondiam. Ficou mais arredia, mais magra e mais rouca.

(Folha de São Paulo)

06 de outubro de 2014
in coroneLeaks

PT É O MAIOR PERDEDOR NAS ELEIÇÕES PARA A CÂMARA


 
O Congresso em Foco apresenta aqui em primeira mão a lista dos deputados federais eleitos no Distrito Federal e nos 26 estados brasileiros.
Os resultados ainda estão sujeitos a alteração se candidatos com o registro atualmente negado pela Justiça eleitoral – como o ‘ficha suja’ Paulo Maluf (PP-SP) – conseguirem reverter essa decisão.
Mas o quadro das candidaturas pendentes não tem possibilidade de alterar de maneira significativa a distribuição das cadeiras entre os partidos.

Os resultados eleitorais disponíveis mostram que o número de partidos com representação na Câmara – e, de tabela, no Congresso Nacional – aumentará de 22 para 28. O PT, com 18 deputados a menos, foi o partido que mais perdeu parlamentares. Quem mais ganhou foi o PSDB, cuja bancada subiu de 44 para 55 integrantes. 

Um aspecto importante é que vários ex-deputados federais voltarão ao Parlamento como o mais votado de seus respectivos estados. É o caso de Moroni Torgan (DEM-CE), Alberto Fraga (DEM-DF) e Celso Russomano (PRB-SP), o deputado federal mais votado no Brasil, com mais de 1,5 milhão de votos.

Outra peculiaridade da disputa para a Câmara é a grande votação alcançada por políticos conservadores, como Jair Bolsonaro (PP-RJ) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS), ambos os mais votados em seus estados.

Veja como é hoje e como ficará a composição partidária da Câmara dos Deputados a partir de 1o de fevereiro, data de início da nova legislatura.

PT – tinha 88 – elegeu 70
PMDB – tinha 71 – elegeu 66
PSDB – tinha 44 – elegeu 55
PP – tinha 40 – elegeu 37
PSD – tinha 45 – elegeu 37
PR – tinha 32 – elegeu 34
PSB – tinha 24 – elegeu 34
PTB – tinha 18 – elegeu 26
DEM – tinha 28 – elegeu 22
PRB – tinha 10 – elegeu 20
PDT – tinha 18 – elegeu 19
SD – tinha 22 – elegeu 16
PSC – tinha 12 – elegeu 12
Pros – tinha 20 – elegeu 11
PPS – tinha 6 – elegeu 10
PCdoB – tinha 15 – elegeu 9
PV – tinha 8 – elegeu 8
Psol – tinha  3 – elegeu 5
PHS – nenhum – elegeu 4
PEN – tinha 1 – elegeu 3
PMN – tinha 3 – elegeu 3
PTN – nenhum – elegeu 3
PRP – tinha 2 – elegeu 2
PTC – nenhum – elegeu 2
PSDC – nenhum – elegeu 2
PRTB – nenhum – elegeu 1
PSL – nenhum – elegeu 1
PTdoB – tinha  3 – elegeu 1

06 de outubro de 2014
in coroneLeaks

O LIVRO NEGRO DO COMUNISMO


 

Através dos tempos muito já foi escrito sobre o comunismo e a doutrina pretensamente científica que iria transformar o mundo, criar o homem-novo e conduzi-lo ao Paraíso.
Em 1977 foi editado na França – e em 1999 no Brasil – já tendo sido traduzido em 17 idiomas, o “Livro Negro do Comunismo”, organizado pelo historiador francês Stephane Courtois, um ex-maoísta convertido em crítico feroz do marxismo. Ele argumenta que o crime é intrínseco ao comunismo e não apenas u instrumento e Estado ou um desvio stalinista.Na França, o livro já vendeu cerca de 170 mil exemplares, e na Itália, a primeira edição, com 30 mil exemplares, está esgotada.
O livro, com 846 páginas, é fruto do trabalho de diversos historiadores e o primeiro compêndio abrangente dos crimes cometidos em todo o mundo pelos regimes comunistas e pelos partidos e movimentos revolucionários de inspiração marxista, desde a Revolução de Outubro.
Pela estimativa dos autores – que tiveram acesso aos arquivos da ex-União Soviética – as ações dos comunistas causaram cerca de 85 milhões de mortes. Destas, a maioria teria sido na China (60 milhões) e na ex-URSS (20 milhões). Na América Latina, os mortos teriam sido 150 mil, em Cuba, Nicarágua e Peru.
Eis a aritmética da matança: 60 milhões na China; 20 milhões na ex-União Soviética; 2 milhões no Cambodja; 2 milhões na Coréia do Norte; 1,5 milhão no Afeganistão; 1 milhão no Vietnã, 1 milhão nos países da Europa Oriental; e 150 mil na América Latina.
A lista dos crimes de Stalin contra a humanidade é especialmente longa e horripilante, envolvendo mais de 10 milhões de pessoas. Ele cometeu o crime de genocídio, conforme definido pelos tribunais internacionais, em diversas ocasiões:contra os kulaks russos, em que um genocídio de classe substituiu o genocídio de raça, em 1930/1932; contra os ucranianos em 1932/1933;contra os poloneses, bálticos, moldavos e bessarábios, em 1939/1941 e, de novo, em 1944/1945; conta os alemães do Volga em 1941; os tártaros da Criméia em 1943; os chechenos em 1944 e os inguches em 1944.
O XVI Congresso do Partido Bolchevique foi realizado em junho de 1934. Quando da votação para o Comitê Central, realizada por voto secreto, 292 delegados votaram contra Stalin, que ficou atrás de todos os demais candidatos. A vingança do ditador, assim desafiado pelos delegados, seria terrível. Em 1936/1938, Stalin liquidou 60 dos 63 membros da Comissão e Contagem de Votos, a maioria dos delegados ao Congresso (1108 em 1936) e a maioria dos membros do próprio Comitê Central eleitos nesse Congresso (98 dos 139 efetivos e suplentes).
Essa contabilidade do horror, no entanto, não chega a ser nenhuma novidade. Em 30 de outubro de 1997, quando do 80 aniversário da Revolução Bolchevique, o jornal “Izvestia” publicou uma ampla reportagem sobre essas matanças, sob o título “Outubro, 1917-1997”.
Recorde-se que nas vésperas da Revolução de Outubro, Lenin abordou a questão do estado em seu livro “O Estado e a Revolução”: “Aqui, o organismo de repressão é a maioria da população e não a minoria. Como sempre tinha acontecido no tempo da escravatura assalariada. Ora, na medida em que é a maioria do povo que domina os seus próprios opressores, deixa de haver necessidade de um poder especial de repressão. É nesse sentido que o Estado começa a extinguir-se”.
Trotsky tinha outra opinião: “Qualquer que seja a interpretação que se dê ao Estado soviético, uma coisa é incontestável: ao fim dos seus primeiros 20 anos, ele está longe de ter definhado; ele nem sequer começou a definhar; e o que é pior, tornou-se um aparelho de coerção sem precedentes na História. A burocracia, longe de desaparecer, tornou-se uma força incontrolável, dominando as assas; o Exército, longe de ser substituído pelo povo em armas, formou uma casta e oficiais privilegiados, na cúpula da qual apareceram marechais, enquanto que o povo, exercendo a ditadura através das armas, nem sequer pode possuir uma arma branca em toda a URSS”.
Segundo o “Izvestia”, o comunismo eliminou pelo menos 110 milhões de pessoas em todo o mundo. Ou seja, nos 23 países do chamado Bloco Comunista, dois terços do total das vítimas do total das vítimas causadas por todos os regimes ditatoriais do Século XX.
A título de comparação, a reportagem citou que a Alemanha nazista, no período de 12933 a 1945, foi responsável pelo extermínio de apenas 21 milhões de pessoas.
Para o “Izvestia”, Stalin pode ser considerado “o maior facínora do Século”, cujo regime assassinou 42,6 milhões de pessoas. A seguir aparece Mao-Tsetung, com 37,8 milhões, a partir de 1923, ou seja, muito antes de 1949, quando ele criou a República Popular da China.
Segundo o organizador do “Livro Negro do Comunismo”, os dados recolhidos por sua equipe estariam demonstrando que a violência é um elemento intrínseco à ideologia e à práxis comunista. Em seu longo prefácio Courtois vai além disso, chegando a comparar o “genocídio de raça” (o Holocausto dos judeus) perpetrado pelos nazistas, ao “genocídio de classe”,teorizado e posto em prática pelos comunistas.
Um agora ex-comunista, o Primeiro Ministro a Itália, Massimo D’Alema, definiu o sistema soviético como “uma forma odiosa e terrível de opressão”, enquanto Pietro Ingrao, um ex-lider do Partido Comunista Italiano, sublinhou as “conseqüências nefastas da interpretação da política como enfrentamento militar”, típica de todo o pensamento leninista.
O livro é, em suma, o balanço de uma relação histórica entre comunismo e violência. Entre marxismo e despotismo. Foi escrito para aqueles que, em todo o mundo, pregam um retorno a Marx, e ainda buscam fazer um boca-a-boca na doutrina, acreditando que ela não desapareceu totalmente.
O certoé que ela deixou marcas profundas. O tema de fundo da obra é a descrição do terror prolongado e ininterrupto como característica essencial da política soviética desde que, em 1919, Lenin fundou o Komintern, definindo-o como “o estado-maior político e ideológico do marxismo revolucionário do proletariado”.
Assim, tendo por base a estrutura orgânica do Komintern, e por seu influxo direto, surgiram todos os partidos comunistas e, sob sua égide, foi concretizado o sonho de Marx e Engels de construir uma organização mundial destinada a ganhar todas as nações para o comunismo e, a partir daí, uma vasta e vaga nebulosa, denominada pelo vocabulário do Komintern, de amplas massas.
Em troca da adesão ao Komintern, este outorgava aos demais partidos a patente de revolucionários, numa relação periferia-centro que por cerca de 70 anos ficaria conhecida como Movimento Comunista Internacional
A obsessiva imitação dos partidos comunistas de todo o mundo à imagem do PC Soviético recebeu o nome de bolchevização. Ou seja, uma ideologia compartilhada onde a política passou a ser traduzida nos termos de uma linguagem simultaneamente sagrada e fictícia. Uma espécie de Clero, destinado, como tal, a não ser compreendido, mas a ser acreditado piamente.
Após a II Guerra Mundial, a indiscutível constatação, por todo o mundo, da contribuição da União Soviética para a derrota do nazismo conduziu á não avaliação que as nações “libertadas” pelo Exército Vermelho passaram a ser submetidas a um regime tão totalitário quanto o nazista.
Em todos os lugares em que o comunismo, sempre pela força, se instalou, ele produziu terror, sem exceções. Alguns poderão dizer: “Ora, isso nós já sabíamos há um tempão”. Todavia, a importância e novidade do “Livro Negro do Comunismo” reside na divulgação da ampla dimensão em que os autores realizaram o exame radiográfico desse regime de terror. Essa obra é a primeira através da qual se poderá aprender que não existe País onde,  após instaurado um regime comunista, não tenha sido imposto, em seguida, um regime de terror.
Podem variar os mecanismos do exercício do terror, a quantidade e qualidade das vítimas, mas sempre, em todos os lugares, temos que repetir com força, em todos os lugares, com idêntica ferocidade, esteve presente a arbitrariedade e a enormidade do uso da violência para a busca e manutenção do poder total.
Esse universalismo despótico é imanente á própria natureza do comunismo histórico. O “Livro Negro do Comunismo” oferece provas irrefutáveis de que é assim como escrevemos e, nesse sentido, os que ainda têm dúvidas poderiam perguntar-se se a forma despótica desenvolvida quando no poder não seria congênita á própria essência da doutrina. Os que, ingenuamente ou de má fé, ainda tentam sua defesa assinalam que “o comunismo realmente existente foi uma forma degenerada do comunismo idealizado por Karl Marx”. Dessa forma, Stalin ou Mao não teriam sido senão “desvios” ou “degenerações” do comunismo. Todavia, como e por que motivos esses “desvios” e essas “degenerações” ocorreram sempre, sem exceção, em todos os lugares?
Há várias respostas, mas a colocação de Trotsky, o comandante do Exército Vermelho, já em 1920, talvez seja a mais importante de todas: “colocada à revolução a tarefa da abolição da propriedade privada – coisa que nenhum regime jamais tentara – não haverá outro caminho a não ser o de um poder ditatorial”.
Diz a doutrina científica que os partidos comunistas conhecem as leis do desenvolvimento da História. Nesse sentido, quem acredita conhecer essas leis se desresponsabiliza moralmente, pois acredita que aqueles que obstam a História devem ser varridos do mapa.
Uma das razões, talvez a principal, para continuar a luta, sem esmorecimento, contra a ocultação da natureza intrinsecamente totalitária e criminosa do comunismo, é a de que, mesmo tendo recuado consideravelmente depois do desmoronamento da União Soviética, ele prossegue sendo uma esperança para os inimigos da liberdade, sempre dispostos e ávidos a instalar a opressão em nome dos oprimidos. 

06 de outubro de 2014
Carlos I. S. Azambuja é Historiador.

URNA E LEPRA



Os membros do legislativo e os do executivo, por piores que sejam, tem que passar pelo crivo da urna de tempos em tempos.

Ainda  que fraudável, a urna gera uma comoção no sistema da pseudo representação política.

Sob a ditadura dos partidos (verdadeiros cartórios que dão legenda ou não, a seu bel prazer, aos que desejam se candidatar), o que resta de inteligência ao povo massacrado por mentiras e desinformação, faz a depuração possível: elimina o péssimo e se conforma com o ruim.

Infinitamente pior é o judiciário, antro de vaidades e compadrio, onde são abafados os maiores escândalos de negligência, morosidade e iniquidade.

Os cidadãos não escolhem seus juízes. Macabras  cerimônias lhes impõem  imprudentes jovens, quase sempre arrogantes e vaidosos.

Os que ficam velhos sucumbem à preguiça e  à negação das desgraças que ocasionam aos desesperados que não encontram amparo para suas aflições.

Sem controle, sem compromisso e sem escrúpulos, viceja a lepra da injustiça.

06 de outubro de 2014
Carlos Maurício Mantiqueira é Livre Pensador.

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO 2

Pesquisas superestimaram votação de Dilma que já calcula alto risco de perder para Aécio no 2º turno
 
 

 
As pesquisas eleitorais, que superestimaram os percentuais de vitória de Dilma Rousseff, foram as grandes derrotadas no primeiro turno eleitoral. A numerologia real dos votos, comprovando a insatisfação do eleitorado com o desgoverno petralha, indica que Aécio Neves tem chances concretas de vencer no segundo turno. A disputa tem tudo para ser um espetáculo de deslealdade e baixaria nunca antes visto na História do Brasil.

Corrupção e os efeitos iniciais de uma grave crise econômica devem ditar a tônica do confronto entre os “primos” tucanos e petistas. Aécio deve ser alvo de ataques pessoais. Dilma será confrontada na má gestão e no agravamento das denúncias de corrupção contra o núcleo político do governo. Também pesará contra Dilma a oposição já declarada da Oligarquia Financeira Transnacional. O tal “mercado” já manifestou o desejo de substituir o titular do trono do Palácio do Planalto. A classe média urbana também confirmou seu desejo de mudança.

Como de costume, Dilma posou de vitoriosa, embora os números confirmem que ela foi claramente derrotada pela oposição. A Presidente teve bem menos votos que a previsão dos institutos de pesquisa – que lhe davam entre 44 e 46%. Percentualmente, Dilma ficou com 41,59% dos votos. Somando apenas Aécio Neves e Marina Silva, 54,87% votaram, no mínimo, contra o governo. A petralhada espera agora virar o jogo, reconquistando os votos do chamado “eleitorado pobre” e do “socialista consolidado” que votou na ex-petista Marina.


A eleição será decidida por quem votou em Marina apenas por insatisfação ou a favor de “mudança”. Também pode acabar votando contra o governo aqueles que, na urna eletrônica inconfiável, dedaram nulo (5,80%) e branco (3,84%). A elevada abstenção de 19,39%, em uma eleição nada democrática, onde o comparecimento é obrigatório, indica duas coisas: elevada insatisfação ou que o eleitorado está superestimado, listando gente que não existe ou já morreu. Quem se absteve, se existir e resolver votar no segundo turno, tende a engrossar a turma do nulo, do branco ou da oposição.

O segundo turno, literalmente, “é outra eleição”. Mas a insatisfação consolidada da classe média urbana, principalmente a do Estado de São Paulo, contra o governo federal, é um sinal de que Dilma tende a sofrer uma grande derrota. Detonada ontem pelo líder máximo Luiz Inácio Lula da Silva, a Princesa da Floresta Marina Silva não deve embarcar no conto de fadas da Bruxa de Vermelho e tende a apoiar (muito a contragosto e forçadamente) Aécio Neves. O neto de Tancredo Neves tem dois imensos desafios. O primeiro é recuperar a confiança do eleitorado de Minas Gerais, onde o PSDB perdeu o governo estadual logo no primeiro turno para Fernando Pimentel - o melhor amigo pessoal de Dilma Rousseff. O segundo será mais difícil: conquistar o eleitor de classe economicamente baixa do Nordeste, onde Dilma parece ter preferência praticamente consolidada.

Neste caso, um grande fiel da balança no segundo turno será o PSB do falecido Eduardo Campos, principalmente em Pernambuco, e nos outros estados das regiões Norte e Nordeste onde o eleitorado mais pobre e grande parte da classe média apostaram em Marina Silva como “fator de mudança”. Dilma vem com toda força na Bahia, onde o PT conseguiu se manter no poder, lacrando, com aço inoxidável, a tampa do velho caixão do Carlismo. O grupo do falecido Antônio Carlos Magalhães sofreu a mais fragorosa derrota desta eleição. O mesmo pode se dizer da clã Sarney no Maranhão e da família Garotinho no Rio de Janeiro... As urnas foram cruéis com eles...

Derrota da Pesquisa Eleitoreira
Novamente, nesta eleição, tivemos o espúrio fenômeno de pesquisas eleitorais que induzirem, de forma espúria, o voto da maioria dos eleitores incautos e desinformados. 
 

Prova de Fraude: Na Bahia e em Pernambuco houve várias denúncias de eleitores que, ao chegarem para votar, já tinha alguém votado em nome deles, bem antes...

Biometria falhou

Além de Dilma e dos grupos politicamente em decadência, outro grande derrotado da eleição de ontem foi o sistema biométrico de identificação do eleitor.

A leitura ótica das impressões digitais empacou – principalmente na cidade de Niterói (RJ), onde teve gente demorando mais de três horas na fila de votação.

O mecanismo terá de ser revisto para o segundo turno.

Olha o número...

A situação de Niterói, onde houve um recadastramento obrigatório dos eleitores para a votação por identificação biométrica, chama a atenção para a hipótese de o número total de eleitores no Brasil estar superestimado em cerca de 20%.

Em relação às eleições de 2012, Niterói perdeu 29.588 eleitores, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O percentual corresponde a praticamente o número médio de eleitores que se abstiveram de votar ontem em todo o Brasil...

Se não foi apenas uma coincidência matemática, a sobra de 20% é bastante alta para manipulações de fraude...

Tá de brincadeira, companheiro?

O Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva parece que voltou para a oposição.

A declaração dele, depois de votar ontem, caberia na boca de qualquer adversário:

“Tem que fazer a reforma política de verdade. Temos que moralizar a política no Brasil. Não pode mais brincar”.

Medo da corrupção

O tema “corrupção” continua apavorando a petralhada.

O chefão Lula da Silva já advertiu ontem que esta tende a ser a tônica dos debates no segundo turno:

“Aécio já deu a tônica no primeiro turno. Não sei se é ele quem vai, mas ele é um cara que tem falado muito em corrupção e eu acho que esse é o tema que a Dilma vai querer debater com o Aécio também. É um tema sempre apaixonante, cheio de diz-que-diz, muito cheio de insinuações e, como agora o debate será feito a dois, não tem candidato que não é para valer”.

Apelando

Pressentindo que Aécio Neves cresceria e iria disputar o segundo turno contra Dilma, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já mandou um recadinho sedutor para Marina Silva:

“Eu já disse antes que era necessária uma união. As pessoas têm que ter coerência. Quem é o adversário principal? Nesse momento é o PT, representado pela presidente Dilma. Acho que os eleitores, independente de tudo vão se juntar, porque é preciso mudar. As pessoas da Marina sabem que é necessária uma aliança maior”.

Marina deve apoiar Aécio, por absoluta falta de alternativa, para não terminar taxada como a que joga apenas a favor de seus interesses pessoais, após mais uma derrota em disputa presidencial...

Trunfo aguardado

Aécio Neves aguarda, com ansiedade, o anúncio de seu maior trunfo guardado desde o primeiro turno.

A arma fatal para derrotar a petralhada se chama Joaquim Barbosa.

O ex-presidente recém aposentado do Supremo Tribunal Federal, com a fama de “Xerife do Mensalão”, só não será ministro em eventual governo Aécio se não quiser...

Perdidos
 

(A) Poste no Futuro...
 
 
                           
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

06 de outubro de 2014
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.

NOTAS POLÍTICAS DO JORNALISTA JORGE SERRÃO

Pesquisas superestimaram votação de Dilma que já calcula alto risco de perder para Aécio no 2º turno
 
 

 
As pesquisas eleitorais, que superestimaram os percentuais de vitória de Dilma Rousseff, foram as grandes derrotadas no primeiro turno eleitoral. A numerologia real dos votos, comprovando a insatisfação do eleitorado com o desgoverno petralha, indica que Aécio Neves tem chances concretas de vencer no segundo turno. A disputa tem tudo para ser um espetáculo de deslealdade e baixaria nunca antes visto na História do Brasil.

Corrupção e os efeitos iniciais de uma grave crise econômica devem ditar a tônica do confronto entre os “primos” tucanos e petistas. Aécio deve ser alvo de ataques pessoais. Dilma será confrontada na má gestão e no agravamento das denúncias de corrupção contra o núcleo político do governo. Também pesará contra Dilma a oposição já declarada da Oligarquia Financeira Transnacional. O tal “mercado” já manifestou o desejo de substituir o titular do trono do Palácio do Planalto. A classe média urbana também confirmou seu desejo de mudança.

Como de costume, Dilma posou de vitoriosa, embora os números confirmem que ela foi claramente derrotada pela oposição. A Presidente teve bem menos votos que a previsão dos institutos de pesquisa – que lhe davam entre 44 e 46%. Percentualmente, Dilma ficou com 41,59% dos votos. Somando apenas Aécio Neves e Marina Silva, 54,87% votaram, no mínimo, contra o governo. A petralhada espera agora virar o jogo, reconquistando os votos do chamado “eleitorado pobre” e do “socialista consolidado” que votou na ex-petista Marina.


A eleição será decidida por quem votou em Marina apenas por insatisfação ou a favor de “mudança”. Também pode acabar votando contra o governo aqueles que, na urna eletrônica inconfiável, dedaram nulo (5,80%) e branco (3,84%). A elevada abstenção de 19,39%, em uma eleição nada democrática, onde o comparecimento é obrigatório, indica duas coisas: elevada insatisfação ou que o eleitorado está superestimado, listando gente que não existe ou já morreu. Quem se absteve, se existir e resolver votar no segundo turno, tende a engrossar a turma do nulo, do branco ou da oposição.

O segundo turno, literalmente, “é outra eleição”. Mas a insatisfação consolidada da classe média urbana, principalmente a do Estado de São Paulo, contra o governo federal, é um sinal de que Dilma tende a sofrer uma grande derrota. Detonada ontem pelo líder máximo Luiz Inácio Lula da Silva, a Princesa da Floresta Marina Silva não deve embarcar no conto de fadas da Bruxa de Vermelho e tende a apoiar (muito a contragosto e forçadamente) Aécio Neves. O neto de Tancredo Neves tem dois imensos desafios. O primeiro é recuperar a confiança do eleitorado de Minas Gerais, onde o PSDB perdeu o governo estadual logo no primeiro turno para Fernando Pimentel - o melhor amigo pessoal de Dilma Rousseff. O segundo será mais difícil: conquistar o eleitor de classe economicamente baixa do Nordeste, onde Dilma parece ter preferência praticamente consolidada.

Neste caso, um grande fiel da balança no segundo turno será o PSB do falecido Eduardo Campos, principalmente em Pernambuco, e nos outros estados das regiões Norte e Nordeste onde o eleitorado mais pobre e grande parte da classe média apostaram em Marina Silva como “fator de mudança”. Dilma vem com toda força na Bahia, onde o PT conseguiu se manter no poder, lacrando, com aço inoxidável, a tampa do velho caixão do Carlismo. O grupo do falecido Antônio Carlos Magalhães sofreu a mais fragorosa derrota desta eleição. O mesmo pode se dizer da clã Sarney no Maranhão e da família Garotinho no Rio de Janeiro... As urnas foram cruéis com eles...

Derrota da Pesquisa Eleitoreira
Novamente, nesta eleição, tivemos o espúrio fenômeno de pesquisas eleitorais que induzirem, de forma espúria, o voto da maioria dos eleitores incautos e desinformados. 
 

Prova de Fraude: Na Bahia e em Pernambuco houve várias denúncias de eleitores que, ao chegarem para votar, já tinha alguém votado em nome deles, bem antes...

Biometria falhou

Além de Dilma e dos grupos politicamente em decadência, outro grande derrotado da eleição de ontem foi o sistema biométrico de identificação do eleitor.

A leitura ótica das impressões digitais empacou – principalmente na cidade de Niterói (RJ), onde teve gente demorando mais de três horas na fila de votação.

O mecanismo terá de ser revisto para o segundo turno.

Olha o número...

A situação de Niterói, onde houve um recadastramento obrigatório dos eleitores para a votação por identificação biométrica, chama a atenção para a hipótese de o número total de eleitores no Brasil estar superestimado em cerca de 20%.

Em relação às eleições de 2012, Niterói perdeu 29.588 eleitores, de acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O percentual corresponde a praticamente o número médio de eleitores que se abstiveram de votar ontem em todo o Brasil...

Se não foi apenas uma coincidência matemática, a sobra de 20% é bastante alta para manipulações de fraude...

Tá de brincadeira, companheiro?

O Presidentro Luiz Inácio Lula da Silva parece que voltou para a oposição.

A declaração dele, depois de votar ontem, caberia na boca de qualquer adversário:

“Tem que fazer a reforma política de verdade. Temos que moralizar a política no Brasil. Não pode mais brincar”.

Medo da corrupção

O tema “corrupção” continua apavorando a petralhada.

O chefão Lula da Silva já advertiu ontem que esta tende a ser a tônica dos debates no segundo turno:

“Aécio já deu a tônica no primeiro turno. Não sei se é ele quem vai, mas ele é um cara que tem falado muito em corrupção e eu acho que esse é o tema que a Dilma vai querer debater com o Aécio também. É um tema sempre apaixonante, cheio de diz-que-diz, muito cheio de insinuações e, como agora o debate será feito a dois, não tem candidato que não é para valer”.

Apelando

Pressentindo que Aécio Neves cresceria e iria disputar o segundo turno contra Dilma, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já mandou um recadinho sedutor para Marina Silva:

“Eu já disse antes que era necessária uma união. As pessoas têm que ter coerência. Quem é o adversário principal? Nesse momento é o PT, representado pela presidente Dilma. Acho que os eleitores, independente de tudo vão se juntar, porque é preciso mudar. As pessoas da Marina sabem que é necessária uma aliança maior”.

Marina deve apoiar Aécio, por absoluta falta de alternativa, para não terminar taxada como a que joga apenas a favor de seus interesses pessoais, após mais uma derrota em disputa presidencial...

Trunfo aguardado

Aécio Neves aguarda, com ansiedade, o anúncio de seu maior trunfo guardado desde o primeiro turno.

A arma fatal para derrotar a petralhada se chama Joaquim Barbosa.

O ex-presidente recém aposentado do Supremo Tribunal Federal, com a fama de “Xerife do Mensalão”, só não será ministro em eventual governo Aécio se não quiser...

Perdidos
 

(A) Poste no Futuro...
 
 
                           
Vida que segue... Ave atque Vale! Fiquem com Deus. Nekan Adonai!

06 de outubro de 2014
Jorge Serrão é Jornalista, Radialista, Publicitário e Professor.