Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores. Replicamos os melhores comentários e análises críticas, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
terça-feira, 22 de outubro de 2019
FUGA DE DÓLARES
O mercado financeiro, com a eleição de Bolsonaro, aparentava que seus
principais ativos já estavam predestinados. Imaginava-se naquela época uma
enxurrada de dólares entrando no País associados às reformas fiscais,
influenciando significativamente a valorização das ações, os cortes na Selic (taxa
básica de juros) e um câmbio valorizado.
Isso tudo em função da política liberal a ser adotado pelo seu ministro da Economia, o que tornaria o Brasil um porto seguro para o capital estrangeiro ancorar.
Decorrido quase um ano, quem acreditou na alta da Bolsa e na queda dos juros se deu bem. Para quem se posicionou vendendo a moeda americana ocorreu justamente o contrário, já que o dólar nesses últimos doze meses acumula um ganho em torno de 12% contra o real. Durante este período, considerando-se as contas comercial e financeira, a saída de recursos superou com desenvoltura a sua entrada.
A grande verdade é que tomamos uma incrível goleada nesse período: a saída de recursos foi a maior desde que abandonamos o regime de bandas cambiais em 1999 e passamos a adotar o regime de câmbio flutuante, chegando a atingir US$ 40 bilhões, o equivalente a 10,7% das nossas reservas internacionais.
Aquela expectativa traçada no início do ano com o ingresso considerável de recursos do investidor internacional na Bolsa, até o momento não se concretizou, mas felizmente, não inibiu a alta do Ibovespa (Índice da Bolsa de Valores de São Paulo).
A ausência de dólares no mercado veio corroborar a jurássica lei da oferta e da procura.
O comportamento do dólar é imprevisível, isto é, o fluxo que vai pode voltar em determinada ocasião e por qualquer motivo relevante. Na realidade, esse fenômeno já vem sendo sinalizado pelo BC (Banco Central) desde o final do primeiro trimestre desse ano e está relacionado a uma mudança estrutural no mercado de câmbio brasileiro, com a perda relativa de atratividade do financiamento externo e, com isso, haveria prejuízo em nossa liquidez em dólares.
Resumindo: o compromisso assumido pelo governo com uma agenda de ajuste fiscal favoreceu a queda da inflação e, consequentemente, a dos juros – já existe para 2020 uma projeção da Selic abaixo de 4%. Há três anos atrás quem poderia prever tal situação?
Em função disso, deixamos de ser o paraíso de operações de arbitragem de taxa de juros, que consistem em pegar dólar no mercado externo a custo próximo de zero e vir a aplicar a 14% ao ano ou até mais um pouco, como ocorreu em 2016, quando a Selic atingiu esse patamar.
Atualmente, a taxa básica da nossa economia encontra-se nos menores níveis da história, reduzindo assim, consideravelmente, a entrada de dólares do capital especulativo.
Aliás, as reformas no ambiente do crédito, especialmente com a redução pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) do crédito direcionado, geraram um acelerado crescimento do mercado de capitais doméstico.
Um grande exemplo de empresa brasileira é a Petrobras que está prépagando dívidas que foram contraídas lá fora e contratando financiamentos em real aqui dentro. De modo abrangente, somando-se as duas coisas, não temos um dólar no curto prazo vindo arbitrar juros, existindo na realidade uma maior demanda pela moeda a fim de honrar pagamentos externos.
Ocorre que, em primeiro lugar, quem dá liquidez são os bancos com suas posições vendidas, situando-se ao redor de US$ 30 bilhões. Todavia, existem limites regulatórios, sendo o BC que vem operando no mercado à vista, conforme avisou antecipadamente.
Parece que temos uma situação interessante de alta do dólar com a queda do risco país e também dos juros futuros.
A desvalorização não está associada a uma crise de balanço de pagamentos e o mercado também não está demandando mais juros para financiar a dívida brasileira.
A grande expectativa no momento gira em torno dos leilões de petróleo dos excedentes da cessão onerosa. Estruturalmente, fica a esperança na continuidade da agenda de reformas e privatizações para que o país atraia mais capital externo dirigido aos investimentos.
22 de outubro de 2019
Arthur Jorge Costa Pinto é Administrador, com MBA em Finanças pela UNIFACS (Universidade Salvador).
Isso tudo em função da política liberal a ser adotado pelo seu ministro da Economia, o que tornaria o Brasil um porto seguro para o capital estrangeiro ancorar.
Decorrido quase um ano, quem acreditou na alta da Bolsa e na queda dos juros se deu bem. Para quem se posicionou vendendo a moeda americana ocorreu justamente o contrário, já que o dólar nesses últimos doze meses acumula um ganho em torno de 12% contra o real. Durante este período, considerando-se as contas comercial e financeira, a saída de recursos superou com desenvoltura a sua entrada.
A grande verdade é que tomamos uma incrível goleada nesse período: a saída de recursos foi a maior desde que abandonamos o regime de bandas cambiais em 1999 e passamos a adotar o regime de câmbio flutuante, chegando a atingir US$ 40 bilhões, o equivalente a 10,7% das nossas reservas internacionais.
Aquela expectativa traçada no início do ano com o ingresso considerável de recursos do investidor internacional na Bolsa, até o momento não se concretizou, mas felizmente, não inibiu a alta do Ibovespa (Índice da Bolsa de Valores de São Paulo).
A ausência de dólares no mercado veio corroborar a jurássica lei da oferta e da procura.
O comportamento do dólar é imprevisível, isto é, o fluxo que vai pode voltar em determinada ocasião e por qualquer motivo relevante. Na realidade, esse fenômeno já vem sendo sinalizado pelo BC (Banco Central) desde o final do primeiro trimestre desse ano e está relacionado a uma mudança estrutural no mercado de câmbio brasileiro, com a perda relativa de atratividade do financiamento externo e, com isso, haveria prejuízo em nossa liquidez em dólares.
Resumindo: o compromisso assumido pelo governo com uma agenda de ajuste fiscal favoreceu a queda da inflação e, consequentemente, a dos juros – já existe para 2020 uma projeção da Selic abaixo de 4%. Há três anos atrás quem poderia prever tal situação?
Em função disso, deixamos de ser o paraíso de operações de arbitragem de taxa de juros, que consistem em pegar dólar no mercado externo a custo próximo de zero e vir a aplicar a 14% ao ano ou até mais um pouco, como ocorreu em 2016, quando a Selic atingiu esse patamar.
Atualmente, a taxa básica da nossa economia encontra-se nos menores níveis da história, reduzindo assim, consideravelmente, a entrada de dólares do capital especulativo.
Aliás, as reformas no ambiente do crédito, especialmente com a redução pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) do crédito direcionado, geraram um acelerado crescimento do mercado de capitais doméstico.
Um grande exemplo de empresa brasileira é a Petrobras que está prépagando dívidas que foram contraídas lá fora e contratando financiamentos em real aqui dentro. De modo abrangente, somando-se as duas coisas, não temos um dólar no curto prazo vindo arbitrar juros, existindo na realidade uma maior demanda pela moeda a fim de honrar pagamentos externos.
Ocorre que, em primeiro lugar, quem dá liquidez são os bancos com suas posições vendidas, situando-se ao redor de US$ 30 bilhões. Todavia, existem limites regulatórios, sendo o BC que vem operando no mercado à vista, conforme avisou antecipadamente.
Parece que temos uma situação interessante de alta do dólar com a queda do risco país e também dos juros futuros.
A desvalorização não está associada a uma crise de balanço de pagamentos e o mercado também não está demandando mais juros para financiar a dívida brasileira.
A grande expectativa no momento gira em torno dos leilões de petróleo dos excedentes da cessão onerosa. Estruturalmente, fica a esperança na continuidade da agenda de reformas e privatizações para que o país atraia mais capital externo dirigido aos investimentos.
22 de outubro de 2019
Arthur Jorge Costa Pinto é Administrador, com MBA em Finanças pela UNIFACS (Universidade Salvador).
HOMICÍDIOS NO BRASIL CAEM 22% EM 8 MESES DE GESTÃO BOLSONARO
![]() |
O Brasil apresentou uma queda de 22% no número de mortes violentas registradas nos primeiros oito meses de 2019 em comparação com o mesmo período de 2018.
O levantamento faz parte do Monitor da Violência, uma parceria do portal G1 com o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo (NEV-USP) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
No período que engloba os oito primeiros meses do ano, foram 27.517 mortes violentas — um montante 7,9 mil menor que o registrado de janeiro a agosto de 2018.
Em postagem no Twitter, na manhã desta terça-feira (22), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, celebrou o resultado.
“7.905 assassinatos a menos, queda de 22%, sem precedente. Cairão mais se não afrouxarmos a lei e se aprovarmos leis mais rigorosas. Diminuir a impunidade e não aumentá-la”, escreveu Moro.
22 de outubro de 2019
renova mídia
GRUPO DE PUEBLA: A NOVA ROUPAGEM DO FORO DE SÃO PAULO
![]() |
Criado em 14 de julho de 2019, na cidade de Puebla, no México, o grupo tem entre seus fundadores políticos socialistas da América Latina e da Espanha, entre os quais os brasileiros Lula da Silva, Dilma Rousseff, Fernando Haddad e Aloizio Mercadante.
O Partido dos Trabalhadores (PT) brasileiro, o Kirchnerismo da Argentina, o Correismo do Equador, e os socialistas do Chile compõem a parte central da iniciativa que foi batizada de “Grupo de Puebla”.
A motivação da cúpula foi discutir estratégias para impedir a direita conservadora de continuar ganhando espaço no continente americano.
De acordo com o documento de fundação, “a lawfare (guerra legal) que foi desencadeada nos últimos anos contra os líderes progressistas da América Latina é uma forma inédita e agressiva de substituir as armas militares pela manipulação de recursos legais”.
O texto aponta a prisão do ex-presidente brasileiro Lula da Silva como o caso mais emblemático da ruptura do Estado de direito. No vídeo abaixo, conforme publicado pela senadora paraguaia Esperanza Martinez, podemos ver os membros do grupo recitando o tradicional “Lula Livre” da extrema esquerda do Brasil durante o encontro em Puebla.
Para nosotros la situación es clara, el compañero @LulaOficial es un preso político, fue encarcelado para evitar que participe y gane unas elecciones en democracia. Por eso, desde @ProgresaLatam decimos: ¡#LulaLivre!
No Brasil, segundo o site oficial do grupo, estão alinhadas ao movimento político os blogs petistas DCM Online, Brasil 247, Carta Capital, entre outros.
No exterior, as fontes mais relevantes são o jornal espanhol El País, a bolivariana TeleSur e o as mídias alinhadas ao governo da Rússia: RT e Sputnik.
22 de outubro de 2019
renova mídia
Assinar:
Postagens (Atom)













