"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 4 de outubro de 2014

PT EMPURRA AÉCIO PARA CIMA

 



 
O que parecia certo, o segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) na disputa pela Presidência da República, começou a ficar incerto na última semana da eleição.

A estratégia do PT de desconstruir a ex-ministra do Meio Ambiente, com uma campanha eticamente questionável, surtiu resultado. Marina perdeu entre 3 e 5 pontos percentuais em menos de uma semana e ainda não conseguiu estancar o sangramento.

O efeito colateral e calculado da artilharia petista é o renascimento de Aécio Neves (PSDB) na campanha. Enquanto Dilma parece já ter sugado o seu máximo de votos vacilantes de Marina, o tucano continua a galgar uma escalada de última hora, reduzindo sua distância para a segunda colocada. A dúvida do PSDB agora é se até domingo dará tempo para reverter o jogo.

Para o PT, como demonstram todas as projeções de segundo turno, Aécio é um adversário mais fácil de ser batido. Como Marina não apoiaria o tucano e o PSDB é um adversário desgastado nacionalmente, é mais evidente visualizar o triunfo de Dilma. Já Marina, apesar da fragilidade e da falta de reação mostrada no primeiro turno diante da avalanche petista, ainda, sim, é um inimigo mais forte e enigmático.


CHANCES
A ex-ministra do Meio Ambiente, ao contrário de Aécio e de Dilma, encarna um personagem mais próximo ao eleitor mais pobre e, ao mesmo tempo, é apoiada por uma parcela descolada de personalidades atribuindo um ar alternativo a sua candidatura. Caso sobreviva e avance ao segundo turno, mesmo combalida, Marina Silva ainda deixará a eleição em aberto.

Por sua vez, caso Aécio avance, independentemente se ameaçará Dilma – provavelmente, não – ele conseguirá uma importante vitória pessoal e, principalmente, dentro do PSDB. Seu nome continuará gravitando dentro do partido como uma opção para 2018, hipótese descartada se o mineiro naufragar no próximo domingo e amargar um terceiro lugar.


MÁQUINA PÚBLICA
São vergonhosos o uso da estrutura de órgãos estaduais e federais nestas eleições e a falta de punição para essas irregularidades. Em Minas Gerais, o mailing da Cemig foi usado para disparar propaganda de candidatos do PSDB – Pimenta da Veiga e Aécio Neves – para todos os funcionários.

Deputado estadual do PT em Minas, Durval Ângelo também admitiu explicitamente em vídeo divulgado pelo jornal "Estado de S.Paulo" o uso de funcionários e do aparato dos Correios no Estado para impulsionar a campanha da presidente Dilma Rousseff e do candidato do PT ao governo, Fernando Pimentel.

Tão absurdo quanto os atos é o silêncio de parte de eleitores engajados sobre esses escândalos no processo eleitoral e também na Justiça.


(transcrito de O Tempo)
04 de setembro de 2014

Murilo Rocha

AÉCIO APOSTA TUDO NO ANTIPETISMO PARA CHEGAR AO SEGUNDO TURNO

 


 
O debate na TV Globo ontem deixou claro que Aécio aposta tudo no antipetismo para chegar ao segundo turno. O candidato citou as letras PT em praticamente todas as suas intervenções. Isto bate com o mostrado recentemente no horário eleitoral, no qual seu programa clamou abertamente pelo voto útil contra o PT.
 
Ao mesmo tempo o tucano mirou no ponto vulnerável da sua candidatura, a pouca penetração no eleitorado de menor renda, ao reafirmar o compromisso de “rever o fator previdenciário” (criado por FHC e que penaliza os aposentados). Logo depois, o tucano se referiria ao dirigente da Força Sindical, Paulinho, seu aliado, como “companheiro”.
Se em 2002 Lula lançou sua Carta ao Povo Brasileiro para agradar ao mercado, agora Aécio parece esboçar uma Carta ao Trabalhador Brasileiro, para lhe abrir um eleitorado que vem se mantendo distante do PSDB há muito tempo, e sem o qual dificilmente se ganha eleição.

As campanhas políticas de 2014 foram marcadas pela palavra “mudança”. Dilma, Aécio e Marina fabricaram slogans com ela: mais mudança, com coragem, mudança de verdade, para valer, ela só começou.

CONTINUIDADE

Na narrativa televisiva de país de Dilma as mudanças começaram em 2002 com a eleição de Lula e precisam ter continuidade. A transformação fundamental (ainda não concluída) foi a de que nos tornamos “um país de classe média”. Que com Lula 35 milhões de brasileiros saíram da pobreza e ingressaram na “nova classe média”, também chamada de “classe C” pelos institutos de consumo, aquela que ganha entre 2 e 5 salários mínimos de renda familiar.

A mudança é a continuidade dessa mudança, na qual agora todos (ou quase todos) os brasileiros podem “andar de avião”, ter acesso a universidades, uma mudança de longo prazo, na verdade permanente. A esta “mudança” deve-se incorporar todos os brasileiros, mas isto não se faz da noite para o dia, pareceu dizer a propaganda dilmista na TV durante a campanha, por isso, mudar é igual a continuar.

MUDANÇA DE MARINA

A mudança de Marina aparenta ser de outra natureza. É fundamentalmente uma mudança na forma de fazer política no país. Daí o mote da candidata da “nova política”. Nova política que parece pertencer ao reino da ética pessoal: o político-cidadão-presidente fazendo as escolhas certas a partir do seu raio de ação.
Se cada indivíduo fizer sua parte, o carro sai da lama. É “nova” no sentido que é uma “política feita pela sociedade”, é “autoral” como disse a candidata. Guarda alguma semelhança com a frase de Ghandi: devemos ser a mudança que queremos ver no mundo. Por esta visão, o nó brasileiro é a política, é via sua regeneração que o país vai melhorar. Nestes termos é preciso mudar tudo, a maneira como o Congresso atua, o modo como os partidos agem, o jeito de o Governo operar politicamente sua administração. Em Marina tudo isso parece encarnar nela, na sua pessoa, símbolo intransferível e síntese da “mudança”.

MUDANÇA DE AÉCIO

Já a mudança de Aécio parece recuperar algo qualquer de um tempo perdido. Mudar é, basicamente, tirar o PT do governo. Não por acaso o candidato se auto-definiu em entrevistas como “especialista em derrotar o PT”. O PT encarna, por esta visão, o mal no Brasil, associado a “quadrilhas” e “corrupção”. Se livrar do PT, enfim, é a grande mudança que o país precisa. O receituário se completa com promessas de cunho liberal: cortar pela metade o número de ministérios, “gastar menos com o governo e mais com as pessoas”, tolerância zero com a inflação. É uma mudança de orientação de governo, não é tanto de forma ou conteúdo. É uma mudança mais imediata, não é de longo prazo (como o PT reivindica) ou  profunda (como vislumbra Marina).

Ao longo da campanha a imprensa alardeou o forte desejo por mudanças por parte do eleitorado. Desejo detectado em pesquisas de opinião que apontam que 73% dos eleitores querem que o próximo presidente atue de maneira diferente do atual. O desejo por mudanças, porém, embute uma brecha para a continuidade. Se pelo Ibope 27% querem que o próximo presidente mude totalmente o governo do país, outros 46% dizem que gostariam que este mudasse muita coisa mas mantivesse “alguns programas”.
Há nuances no “mudancismo”. As pesquisas também mostram que, se insatisfeito no geral com os serviços públicos, o brasileiro está relativamente satisfeito com sua vida privada. A maioria dos eleitores (68%), por exemplo, declarou em levantamento recente que seu poder de compra está igual ou melhor do que há dois anos – e que a situação tende a melhorar no próximo ano.

Seja como for, o eleitor parece querer mudanças, mas em termos vantajosos. Isto significa mudanças e permanências ao mesmo tempo. Os candidatos buscam expressar este mix de sentimentos. O que sairá das urnas no domingo?

04 de outubro de 2014
Rogério Jordão
Yahoo

DATAFOLHA: AÉCIO PASSA MARINA A UM DIA DA ELEIÇÃO. DILMA SEGUE NA LIDERANÇA

 

Dilma (PT) continua com 40% dos votos totais, contra 24% de Aécio (PSDB) e 22% de Marina (PSB)   
Em simulação de segundo turno, Dilma vence tanto Aécio quanto MarinaEduardo Enomoto/28.09.2014/R7
Pesquisa Datafolha para presidente da República, divulgada neste sábado (4), mostra que Aécio Neves (PSDB) passou, numericamente, a candidata do PSB, Marina Silva. O tucano aparece com 24% dos votos totais, contra 22% da adversária.
Com a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, os dois estão empatados tecnicamente um dia antes da votação. A presidente Dilma Rousseff (PT) manteve a liderança e continua com 40%.

No último levantamente, divulgado na quinta-feira (2), Dilma já aparecia com 40%, enquanto Marina tinha 24% e Aécio, 21%. A pesquisa confirma o cenário de alta do tucano e de queda da ex-senadora. Desde a pesquisa de 29 de agosto, auge da ex-ministra do Meio Ambiente, Marina caiu de 34% para 22% — 12 pontos percentuais. Já Aécio subiu nove pontos no período, passando de 15% para 24%

Ainda considerando os votos totais, Luciana Genro (PSOL), Everaldo Pereira (PSC) e Eduardo Jorge (PV) têm 1% cada no levantamento divulgado hoje. Rui Costa Pimenta (PCB), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCO), Eymael (PSDC) e Zé Maria (PSTU) não chegaram a pontuar, mas, juntos, somam 1%. Enquanto 4% disseram que vão votar branco ou nulo, outros 5% dos entrevistados disseram não saber em quem votar. 

O Datafolha simulou também dois cenários de segundo turno. No primeiro, contra Marina Silva, Dilma tem 49% dos votos totais contra 39% da candidata do PSB.
Já se o adversário for Aécio Neves, a presidente tem 48% das intenções de voto, contra 42% do tucano.
 
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e pela TV GLobo. Foram entrevistadas 18.116 pessoas, em 468 municípios, entre sexta-feira (4) e hoje. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-01037-2014.

Votos válidos

O Datafolha divulgou também os números de intenção de voto considerando apenas os votos válidos — cenário em que se excluem os votos brandos e nulos e o percentual de eleitores indecisos. Esse recorte pode indicar se a eleição será definida no 1º turno, o que ocorre quando um candidato tem mais de 50% dos votos.

Nesse cenário, Dilma aparece com 44% na preferência do eleitorado, contra 26% de Aécio e 24% de Marina. Genro, Jorge e Everaldo repetem o resultado de 1% cada.
No segundo turno, Dilma vence seus dois adversários com os seguintes percentuais: contra Aécio, 53% a 47% dos votos válidos; contra Marina, 55% a 47%.

04 de setembro de 2014
 

O MEIO VOTO

 

Artigo publicado pelo Correio Braziliense em 4 out° 2014
O grande dia está aí. Todos os eleitores brasileiros vão escolher presidente, governador, senador e deputado. Infelizmente, felicidade perfeita não existe: o voto, por ter caráter compulsório, deixa de ser direito para tornar-se obrigação, o que, convenhamos, tira a graça e estraga a festa.
 
Expat 1
 
Melhor dizer que os eleitores brasileiros serão obrigados a comparecer às urnas amanhã. Para escapar (de graça), só há duas vias: voto nulo ou voto em branco. Ao fim e ao cabo, se o cidadão ficasse em casa, o efeito seria o mesmo. Por que, então, obrigá-lo a declarar pessoalmente, a uma máquina, que não lhe apetece escolher ninguém?
Um dia alguém ainda há de desvendar essa norma bizantina.
 
Seja como for, é melhor que nada. Considerando que metade da humanidade não goza do direito de designar dirigentes nem representantes, não podemos nos queixar. E é bom ter juízo ao escolher. Depois, não vale reclamar com o bispo.
 
Muita gente desconfia daquela engenhoca eletrônica que aposentou e substituiu a boa e velha urna. Prática, ela é. Mas por que será que nenhum outro país sucumbiu a seus encantos nem ao avanço revolucionário que ela garante?
Tão prática, segura e rápida, mas… ninguém quer saber dela. Sei não. Fico meio cismado com essa singularidade nacional.
Chega de divagar – vamos aos fatos. Nossa Constituição reza que o Legislativo, o Executivo e o Judiciário são Poderes da União, independentes e harmônicos. Diz ainda que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos.
 
Expat 2
 
A lei exige a escolha, por sufrágio universal e direto, do chefe do Executivo e dos membros do Legislativo. Características específicas do Poder Judiciário fazem que seus dignitários sejam designados por concurso ou por nomeação. Então, regozijemo-nos! Todos os eleitores brasileiros estão prestes a escolher os protagonistas do Executivo e do Legislativo. Correto?
Não, a verdade é outra.
Todos os brasileiros não são iguais perante a urna. Importante franja de cidadãos – maiores, vacinados, civilmente capazes e munidos de título de eleitor – não votará como os demais. Falo dos que residem fora do território nacional, entre os quais me incluo.
 
Expat 3
 
Se a obrigatoriedade do voto já incomoda muito brasileiro domiciliado em terra pátria, nós outros, residentes em outras plagas, vivemos situação ainda mais esquisita. Somos obrigados a votar, pouco importando que centenas de quilômetros possam nos separar da urna mais próxima.
No entanto, nosso voto é cerceado, circunscrito à escolha do chefe do Executivo nacional. Não nos é permitido escolher nosso representante no Legislativo. Temos direito a meio voto. Por que essa bizarria?
 
Porque a lei não prevê representação para os 3 milhões de brasileiros do exterior – população mais numerosa que a do DF ou a de Mato Grosso do Sul! E pensar que somos justamente os que não reivindicam bolsa nenhuma.
Ao contrário, as remessas enviadas pelos compatriotas do estrangeiro revigoram as finanças nacionais. Estima-se que entre 6 e 7 bilhões de dólares sejam por nós injetados, ano sim, outro também, na Economia nacional. Em moeda forte, líquida e certa.
 
Em 1988, quando se fez a Constituição, brasileiros no exterior eram poucos. De lá para cá, o aumento foi exponencial, mas o legislador não se deu conta. Para defender nossos interesses, continuamos a depender da boa vontade de algum parlamentar caridoso.
 
Expat 4
 
A França, que tem apenas um milhão e meio de expatriados, acode seus filhos distantes. A Itália também. Ambas permitem que os não residentes elejam certo número de parlamentares para representá-los. Nós não temos esse direito.
 
Há injustiça e incoerência nessa negação de representação democrática. Se servimos para escolher o presidente, não há razão para que nos soneguem o direito de eleger nossos deputados. Nossos interesses são específicos: transmissão da nacionalidade, serviço militar, casamento misto, registro civil, atos notariais, compra de uma casinha em Xiririca do Brejo, validação de contribuição previdenciária feita no exterior para aposentadoria no Brasil, dupla cidadania, acordos de bitributação. E muito mais.
 
Para esta eleição, já não há mais jeito, que as apostas estão feitas e a roleta está girando. Rien ne va plus! Só nos resta torcer para que algum parlamentar clarividente – escolhido pelo distinto leitor e pela gentil leitora – se apiade de nossa desdita e lance um projeto de emenda constitucional.
Quem sabe, daqui a quatro anos, o brasileiro do exterior já terá deixado de ser o primo pobre da República.
 
04 de outubro de 2014
José Horta Manzano

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

EU VOTO AÉCIO 45



VAMOS PARA O SEGUNDO TURNO E DE LÁ, PARA O PLANALTO !!! 2015 MARCO DE UM NOVO BRASIL
COM AÉCIO 45

03 de setembro de 2014
m.americo

LÁ DAS BANDAS DO SANATÓRIO...

DE 1,99 A SEIS REDES PÃO DE AÇÚCAR

Há bom tempo, ela já havia quebrado uma empresa tipo assim grande armazém de lojinhas 1,99 quando esse modelito de comércio estava no auge e podia mesmo 1,99 por tudo quanto expunha em suas prateleiras.

Agora, como primeira-mulher-president@ do Brasi, ela conseguiu fazer a Petrobras perder R$ 162 bilhões em dinheiro vivo e desvalorizar as ações da empresa em mais de 43% só no seu período de governo - coisa que começou em janeiro de 2011 e se arrasta até aqui.

Essa malfeitoria administrativa é - como diz a revista Veja desta semana - "como se a Petrobras tivesse perdido mais que um 'Bradesco' em menos de quatro anos, ou seis vezes a empresa TIM".

Pelas contas da revista, o jeito Dilma de governar que Lula lhe ensinou, se fossem contabilizadas as perdas da Petrobras até março deste glorioso ano de 2014, o brasileiro crente e ousado que investiu R$ 1.000 em papeis da empresa, estava em março com apenas 270 reais.

Tá bom assim, ou quer mais? Se quer mais, saiba que, com o montante perdido em valor de mercado pela Petrobras nos últimos quatro anos, tempo de des/governo de Dilma, daria para comprar quase seis franquias do porte da rede Pão de Açúcar.

Neste domingo, pois, faça o que seu coração mandar com o Coração Valente.

 
FORAM FEITAS UMAS PARA AS OUTRAS

Bem, agora é o seguinte: pelos institutos de pesquisa sob encomenda que já custaram milhões de reais aos cofres da Nação, faltam três pontos percentuais para Aécio suplantar Marina Silva e três pontos percentuais para Dilma não ter que se incomodar com Aécio no segundo turno.

Quer dizer, logo mais será anunciado que Dilma Vana está eleita sem necessidade de prorrogação. Bem como a inviolabilidade das urnas eletrônicas garantem.

Com essa crônica de vitória anunciada, as urnas eletrônicas serão mais infalíveis que o papa; e o poder do PT também será papal: vitalício. Não, não é que as urnas eletrônica não sejam de confiança; o que não merece confiança são aqueles que têm a senha que abre e fecha as urnas.

O que acontece mesmo no buraco negro que decorre entre o preciso momento em que você vota e instante exato em que a urna é aberta?

Para onde vão as urnas; onde ficam os votos que estão dentro dela? Existe algum hacker como contraveneno de hacker?

Então tudo que tenha sido dito e feito sob encomenda, precisa apenas de uma certa semelhança para ser tido e havido como verdade.

Pesquisas eleitorais e urnas eletrônicas foram feitas umas para as outras. Pelo menos aqui, nesse Brasil da Silva, capital mundial do fraude e da corrupção.
 
MAKTUB! OU, VAI TER SEGUNDO TURNO
Hoje deveria ser o último dia de massacre político na TV. Mas vai ter segundo turno, malgrado as pesquisas encomendadas possam anunciar, até que enfim, a vitória de Dilma Coração Valente no primeiro, sem direito a prorrogação.

A credibilidade conquistada pelo sistema de urnas eletrônicas, graças à mais carregada e grandiloquente campanha de publicidade da história de todas as eleições brasileiras, desfechada pelo Superior Tribunal Eleitoral, seria o fio desencapado do curto circuito que jogaria nas trevas o incômodo e indesejado segundo turno.

Presidido por Dias Toffoli, bem sucedido advogado do PT por muitos anos, hoje ministro supremo, por indicação de Lula então presidento da República, o STE mostrou o tempo todo o quanto as urnas eletrônicas são exatas, precisas, seguras e indevassáveis.

E este está sendo estabelcido como o selo de garantia de que - como os institutos previram - a fatura do governo estará liquidada já no primeiro e único pagamento popular, porque o destino assim quis; porque assim estava escrito.

Mas, vai ter segundo turno. É que a nação, os eleitores, não podem admitir baderna nesta eleição. Não vai ter baderna. Vai ter segundo turno.
 
03 de outubro de 2014
sanatório da notícia

PARA QUEM QUER O BRASIL DECENTE DE VOLTA, A HORA É AGORA DE AFUGENTAR OS CANALHAS, VELHACOS, LADRÕES

Costa devolverá mais dinheiro do que país conseguiu reaver até hoje
 
 
 
 
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O montante de dinheiro que será repatriado por conta do acordo de delação premiada firmado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa é superior a todo o valor que o governo brasileiro já conseguiu reaver desde 2004, ano da criação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI), vinculado ao Ministério da Justiça.

No acordo firmado com o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná e homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), ficou acertado que Costa renuncia a US$ 25,8 milhões (R$ 63,9 milhões, pela cotação do dólar de ontem) mantidos em contas bancárias nas Ilhas Cayman e na Suíça e se compromete com a repatriação do dinheiro ao Brasil. Até agora, ao longo de mais de dez anos da existência de um órgão exclusivo para tratar de lavagem de dinheiro, o Estado brasileiro só conseguiu reaver R$ 43 milhões que estavam no exterior após serem lavados em operações criminosas.

Em julho de 2013, o Ministério da Justiça divulgou que R$ 40 milhões haviam sido repatriados nos últimos cinco anos, a partir de pedidos do Judiciário e da atuação do DRCI, vinculado à pasta. O GLOBO apurou junto a fontes do MPF e do governo que o total recuperado não ultrapassou R$ 43 milhões em dez anos. É praxe que recursos desviados para contas bancárias no exterior só retornem ao país após o trânsito em julgado dos processos, ou seja, quando já não há nenhum recurso para ser apreciado. Por isso, a repatriação de quase R$ 64 milhões num único caso, em processos ainda numa fase inicial, é apontada por autoridades como um dos trunfos do acordo de delação premiada.

Os termos homologados pelo ministro do STF Teori Zavascki preveem a repatriação de US$ 2,8 milhões (R$ 6,9 milhões) mantidos por dois genros de Costa no Royal Bank of Canada em Cayman. Outros US$ 23 milhões (R$ 57 milhões) estão depositados em contas na Suíça em nome do ex-diretor e de familiares. Ele reconheceu que todo o dinheiro é “produto de atividade criminosa” e se comprometeu com “qualquer ato necessário” para a repatriação do dinheiro ao país.

A União conseguiu reaver, por exemplo, US$ 5 milhões (R$ 12,4 milhões) desviados das obras do TRT em São Paulo para contas na Suíça, dinheiro que só retornou ao país por conta de um processo penal que tramitou na Justiça Suíça e que já foi encerrado. A repatriação ocorreu no ano passado. No Brasil, o processo que pede o bloqueio dos bens no exterior e o retorno do dinheiro ainda não foi encerrado. Os R$ 43 milhões efetivamente recuperados contemplam ainda três obras de arte enviadas pela Justiça dos Estados Unidos no caso do Banco Santos, avaliadas em US$ 5 milhões (R$ 12,4 milhões), e dinheiro referente aos desvios do Banestado. O DRCI não conseguiu repatriar recursos desviados por Jorgina de Freitas, fraudadora do INSS na década de 90.

US$ 300 MILHÕES BLOQUEADOS
 
O bloqueio de um bem no exterior, com a consequente repatriação, depende de um pedido de cooperação internacional por parte da Justiça, do Ministério Público ou da Polícia Federal (PF). A maioria dos processos iniciados no momento da criação do DRCI ainda não foi encerrada, o que dificulta o retorno do dinheiro ou do bem bloqueado. A estimativa é de que US$ 300 milhões (R$ 744 milhões) estão bloqueados no exterior, dinheiro que só poderá voltar ao Brasil após os processos transitarem em julgado.

Dificuldades comuns à repatriação são a falta de informação por parte de autoridades no exterior sobre os valores bloqueados e a dificuldade de identificação das contas bancárias que precisam ser bloqueadas. Autoridades estrangeiras não aceitam pedidos genéricos de bloqueio, sendo necessário apontar quais contas precisam ficar indisponíveis.

O mais provável é que o dinheiro desviado pelo ex-diretor da Petrobras fique bloqueado numa conta no país, a ser indicada pela Justiça, até a conclusão dos processos. Contratempos como nulidades processuais podem fazer o dinheiro retornar a Costa.
CLIQUE PARA AUMENTAR

VARRE, VARRE... VASOURINHA...

 
 
03 DE OUTUBRO DE 2014


NOVOS ESCÂNDALOS REVELADOS NA REPORTAGEM-BOMBA DA VEJA


O BANQUEIRO - Preso, Youssef quer revelar o caminho do dinheiro em troca da redução da pena. Na lista do doleiro, João Vaccari, o secretário de Finanças do PT, é um dos mais encrencados


                             Doleiro Youssef diz que fará revelações que vão 'chocar o país'
 
 Revelações vão “chocar o país”, diz Youssef

Doleiro quer entregar os documentos que guardou em um lugar seguro por mais de uma década e que seriam as provas definitivas contra os corruptos e corruptores que atuavam na Petrobras
Robson Bonin - Veja
O BANQUEIRO - Preso, Youssef quer revelar o caminho do dinheiro em troca da redução da pena. Na lista do doleiro, João Vaccari, o secretário de Finanças do PT, é um dos mais encrencados      (VEJA)
Durante muito tempo, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa formaram uma dupla de sucesso nos subterrâneos do governo. Enquanto Paulo Roberto usava suas poderosas ligações com os altos escalões do poder e o cargo na diretoria de Abastecimento da Petrobras para desviar milhões dos cofres da estatal, Youssef encarregava-se de gerenciar a bilionária máquina de arrecadação que era usada para abastecer uma trinca de partidos e corromper políticos importantes. Paulo Roberto era o articulador, o cérebro da organização. Youssef, o caixa, o banco. Um apontava os caminhos para assaltar a estatal.
O outro era o encarregado dos malabarismos contábeis para fazer o dinheiro chegar aos destinatários da maneira mais segura possível, sem deixar rastros.

Em março deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava-Jato, que tinha o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro, a dupla caiu na rede. O que ninguém imaginava — nem mesmo os policiais — é que, a partir das informações dadas pelos dois criminosos, uma monumental engrenagem de corrupção, talvez a maior de todos os tempos, começaria a ruir.
VEJA revelou que Paulo Roberto Costa, o primeiro a assinar o acordo de delação com a Justiça, entregou às autoridades o nome de mais de trinta políticos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras, entre eles três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais, além de Antonio Palocci, o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, que pediu 2 milhões de reais ao esquema.

O ex-diretor forneceu o nome dos corruptos que se locupletavam do dinheiro desviado e das empreiteiras que contribuíam com a arrecadação da propina — um golpe já considerado letal na estrutura da organização criminosa. Se as revelações do ex-diretor — muitas ainda desconhecidas — já provocaram um cataclismo, o que está por vir promete um efeito ainda mais devastador. Alberto Youssef, o caixa, decidiu seguir o parceiro e contar o que sabe. E, nas palavras do próprio doleiro, o que ele sabe “vai chocar o país”.

Além de confirmar que o dinheiro desviado da Petrobras era usado para sustentar três dos principais partidos da base aliada — PT, PMDB e PP —, Youssef se colocou à disposição para fechar o elo da cadeia de corrupção, fornecendo as contas no exterior, as datas de remessa e os valores repassados a políticos e autoridades que ele tinha como clientes.

Youssef disse às autoridades que, durante o tempo em que operou o banco da quadrilha, por quase uma década, tomou o cuidado de esconder em um local seguro documentos que mostram a origem e o destino das cifras bilionárias que movimentou.

É o que ele garante ser a verdadeira contabilidade do crime — um inventário que está escondido em um cofre ainda longe do alcance das autoridades brasileiras. O acervo é tão completo que incluiria até os bilhetes das viagens que demonstrariam o que os investigadores já apelidaram de “money delivery”, o dinheiro entregue em domicílio.

03 de outubro de 2014
Robson Bonin - Veja
in caminho21

AÉCIO NEVES, O GRANDE CAMPEÃO DO DEBATE DA GLOBO, DEMONSTRA A MELHOR CONDIÇÃO PARA TIRAR O BRASIL DO ATOLEIRO DO ATRASO


Números de performance de citação no Twitter durante o debate coligidos por ferramenta do site G1 da Rede Globo. Aécio Neves foi o campeão conforme atestam os números.
Como já estamos aqui com a mão na massa depois de ver o debate dos presidenciáveis da TV Globo, tentarei alinhar algumas rápidas considerações que entendo serem pertinentes e que podem, pelo menos, contribuir de alguma forma para manter acesa a atenção dos brasileiros para essa eleição que definirá os próximos anos para o Brasil.

A primeira consideração a ser feita é, como já me referi aqui no blog em outras oportunidades, é que os brasileiros farão uma opção no próximo domingo, dia 5 de outubro: manter a democracia representativa, o Estado de Direito Democrático e as liberdades civis ou sucumbir ao canto da sereia vermelha, mergulhando de cabeça num regime bolivariano, eufemismo do momento que designa nada mais nada menos do que um regime "socialista do século XXI". E isto quer dizer maior estatização, com aumento da regulação estatal em todas as áreas, inclusive sobre a imprensa e a diminuição progressiva das liberdades democráticas até que se extinga a liberdade individual.

Esse socialismo do século XXI, impulsionado pelo Foro de São Paulo, já está em franca vigência na Venezuela, um monstrengo que emula a China comunista onde pontifica uma economia de mercado meia-boca associada à camarilha comunista no poder e zero de liberdade política. Esse regime mata a cidadania e o partido do poder, no caso o PT, dita as regras do jogo. A ideologia do pensamento politicamente correto é utilizada destarte para mascarar essa ausência de liberdade individual que já é sentida no Brasil em toda a América Latina.

A Venezuela e agora a Argentina são os exemplos do que pode acontecer logo mais adiante, caso os brasileiros resolvam viver aventura bolivariana, espécie de carnavalização do velho regime soviético russo.

Dito isto, vamos ao debate. Quem acompanhou todos os lances desse debate realizado pela Rede Globo pôde notar o que saltou aos olhos de todos: o único candidato que reúne as qualidades necessárias para enfrentar o desafio de governar este Brasil que está no fundo do poço, com um PIB minúsculo, segurando a lanterna com menos de 1% de crescimento, é sem dúvida Aécio Neves. E nem precisa ser partidário de Aécio para chegar a esta conclusão.

CRITÉRIOS DE ESCOLHA


Eu, particularmente, tenho lado e sempre e, ao contrário da maioria dos analistas políticos que pretendem esconder-se atrás de uma pretensa imparcialidade, desde o começo da campanha escolhi o melhor que é Aécio Neves; ou como queiram, o menos pior. Aliás, em qualquer eleição em qualquer lugar do mundo, os eleitores inteligentes escolhem sempre o menos pior, até porque homens são imperfeitos por natureza, têm vida efêmera, são mortais e cheios de defeitos. A opção tem de ser em cima daquele, digamos assim, que possui mais qualidades do que todos os seus adversários.

Creio que não me enganei. Esse debate derradeiro, que ocorreu na reta final da campanha, mostrou, sem qualquer dúvida, que o mineiro Aécio Neves é a melhor escolha ou, pelo menos, a escolha mais racional e prudente. Tanto é que Aécio foi o candidato que exibiu mais segurança, objetividade, tranquilidade, bom humor e descontração. E estes, por si só, são atributos que se exige de todos aqueles cidadãos que postulam ou pretendam postular um cargo eletivo, mormente o de Presidente da República! 

A par disso, o tucano demonstrou conhecimento abalizado sobre todos os assuntos levantados durante o debate. Foi claro e objetivo nas suas asserções sem titubear, sentindo-se à vontade. Soube equilibrar suas intervenções dosando-as ora com contundência, em alguns momentos com humor e em outros com ironia. Foi o único entre os debatedores capaz de sorrir e de se sentir à vontade e com gana de vencer! 

EQUILÍBRIO ESSENCIAL


Os debates entre candidatos presidenciais, mais do que discutir propostas e planos de governo, coisa que é exaustivamente levada a efeito durante as campanhas (isto em qualquer lugar do mundo democrático) serve muito mais para medir o perfil psicológico, o humor e as reações dos contendores, bem como a rapidez de raciocínio e a forma como cada um se expressa.

As próprias regras impostas, como o tempo delimitado, exige do candidato o poder de síntese, ainda que o tema aventado seja extremamente complexo. Nesse aspecto se pode medir a capacidade de raciocínio, o domínio do vernáculo, a elaboração do discurso, o poder de síntese e a objetividade. 

Embora considere que o confronto ideológico fosse absolutamente necessário, isso não aconteceu de forma explícita. No entanto ficou evidenciado nas intervenções de cada um. Ouvindo-os sabe-se quem são os "bolivarianos" e quem são os democratas verdadeiros e daí sabe-se quem está tergiversando e quem está falando a verdade; quem está escondendo suas intenções políticas e quem as manifesta de forma clara sem rodeios.

SEGURANÇA DEMOCRÁTICA

Feitas todas essas considerações não resta a menor dúvida de que Aécio Neves é o candidato talhado para exercer a Presidência da República. Não se pode nunca adivinhar o futuro. Pode-se, pelo menos tentar evitar o pior. Além de reunir condições de equilíbrio e educação, Aécio Neves tem uma história política familiar que procede principalmente de seu avô Tancredo Neves, ou seja, uma escola que preza a democracia representativa.

Num momento em que o Brasil e a América Latina se transformaram num sinistro laboratório do neo-comunismo do século XXI, Aécio Neves surge como um bênção de segurança democrática e liberdade. E isto não é pouco! É Tudo!

Aécio Neves foi o grande vencedor deste debate e por tudo isso deverá ser o homem que trará de volta a saudável e segura hegemonia dos valores mais altos da democracia, rompendo esse funesto hiato de perversão política cujo emblema é um turbilhão de corrupção, roubalheiras e ameaça de golpe comunista, coisa como nunca se viu antes na história deste país!
 
03 de outubro de 2014
in aluizio amorim

DEGENERAÇÃO POLÍTICA

Não dá mais para esconder, a Petrobras se transformou num valhacouto de obscenidades a serviço do partido do governo. Degenerados compulsivos que fizeram dos Correios – instituição que até o mensalão era orgulho nacional – um aparelho do PT e do sindicalismo do calcanhar sujo.
De forma indecente chefetes de sindicato se utilizaram de simples carteiros como militantes da candidatura de Dilma Rousseff. Acintosamente, carteiros passaram a distribuir matéria de propaganda política da candidata oficial, sob o monitoramento da turma de cima ligada ao sindicato da categoria e ao PT.
 
De trabalhadores de uma instituição pública, os carteiros são vistos a partir dessas eleições como estafetas daquela gente despudorada quando se trata de manter as sinecuras. O material de campanha de Aécio Neves ficou jogado num canto sem que, propositalmente,  chegasse aos destinatários. A pistolagem saiu do Palácio do Planalto, alcançou a Petrobras e chegou aos Correios, tudo com um único objetivo: a manutenção, a qualquer preço, do poder temporal.
 
A patifaria está explícita no vídeo em que o deputado mineiro Durval Ângelo, do PT, aparece ao lado do presidente dos Correios agradecendo  a instituição por ter levado as candidaturas de Dilma Rousseff e Fernando Pimentel a 40% das intenções de votos. Está registrado em vídeo, sem qualquer montagem, e encontra-se à disposição dos eleitores. O discurso do deputado petista Durval Ângelo dá ânsia de vômito.
 
A depravação da campanha presidencial atinge agora o sindicato ligado aos petroleiros da estatal brasileira.
 
O sindicato encaminhou e-mails aos trabalhadores da Petrobras pedindo voto para Dilma Rousseff, onde no texto está dito que o PT garante o emprego e que a oposição vai partir para a terceirização.
 
Além de ilegal, o  e-mail do sindicato é pura vigarice, pois nenhum dos candidatos da oposição tratou sobre esse assunto. Na verdade, a mentira do sindicalismo oficial aproveita a roubalheira na estatal para criar um clima de terror e levar ao pânico os trabalhadores da Petrobras.
 
Coiteiros instalados na estrutura do Estado e a serviço do governo de plantão fazem vista grossa a bandidagem que tomou conta das campanhas nessas eleições. A medida que cresce a candidatura de Aécio Neves nos principais colégios eleitorais, o desespero dos adversários assume proporções nunca vistas antes. O vale-tudo da candidata Dilma Rousseff, viciando o pleito eleitoral, em determinados momentos chega ao nível do esgoto.
 
A falta de compostura da presidente da República nas críticas que faz aos adversários, por si só já dá uma ideia do que um segundo mandato de Dilma pode  representar para os brasileiros. O Brasil é um ótimo lugar para se fazer um país. Aécio Neves é o único candidato com qualificações para construir esse novo Brasil.
 
03 de outubro de 2014
Nilson Borges Filho
Nilson Borges Filho é mestre, doutor e pós-doutor em Direito

REPORTAGEM-BOMBA DA REVISTA VEJA REVELA PETARDO PRONTO PARA EXPLODIR NO SEGUNDO TURNO DA ELEIÇÃO E QUE VAI CHOCAR O BRASIL

 
Embora a capa da revista Veja que vai às bancas mais cedo - Edição Especial - do que de costume em função da eleição deste domingo destaque a briga sobre quem vai combater a Dilma no segundo turno, no alto há três chamadas sendo que a do meio é a verdadeira reportagem-bomba da revista: "Doleiro promete entregar material que vai chocar o país". 

É bem possível que o petardo seja detonado no segundo turno quando, até lá o famigerado doleiro Alberto Yousseff deverá abrir o bico em mais uma delação premiada. O fato do petista Paulo Roberto Costa já estar em casa, ainda que com um tornozeleira que ajuda a polícia a seguir seus passos, aguiça o desejo irrefreável de Yousseff de respirar a possibilidade de livrar-se da prisão pepétua, haja vista que sua pena não será pequena.
 
O último recurso para esse "banqueiro" da economia subterrânea que operava as bilionárias mutretas do PT, é revelar tudo. E, ao que parece, esse misterioso personagem já conhecido da polícia está disposto a abrir o bico, ou melhor, abrir um cofre secreto com documentos sobre toda a operação que há anos vem sangrando os cofres públicos ao longo dos governos do PT.

Mas ao que parece, essas revelações que serão feitas pelo criminoso devem vir a público no decorrer da campanha do segundo turno.
A julgar pelo que a edição de Veja desta semana traz no miolo da publicação a coisa é, no mínimo, bombástica, capaz de fazer ruir o sistema de poder do Foro de São Paulo comandado por Luiz Inácio da Silva, vulgo Lula, com assessoria do G2 cubano, o serviço de inteligência de Fidel Castro.
Mas esta é outra história que no rastro da corrupção mais assombrosa da história da República também pode vir à tona. Leiam o aperitivo da reportagem-bomba de Veja:
Alberto Yousseff na cadeia: o novo homem-bomba.
Durante muito tempo, o doleiro Alberto Youssef e o engenheiro Paulo Roberto Costa formaram uma dupla de sucesso nos subterrâneos do governo. Enquanto Paulo Roberto usava suas poderosas ligações com os altos escalões do poder e o cargo na diretoria de Abastecimento da Petrobras para desviar milhões dos cofres da estatal, Youssef encarregava-se de gerenciar a bilionária máquina de arrecadação que era usada para abastecer uma trinca de partidos e corromper políticos importantes.
Paulo Roberto era o articulador, o cérebro da organização. Youssef, o caixa, o banco. Um apontava os caminhos para assaltar a estatal.
O outro era o encarregado dos malabarismos contábeis para fazer o dinheiro chegar aos destinatários da maneira mais segura possível, sem deixar rastros.
 
Em março deste ano, quando a Polícia Federal deflagrou a Operação Lava-Jato, que tinha o objetivo de desarticular um esquema de lavagem de dinheiro, a dupla caiu na rede. O que ninguém imaginava — nem mesmo os policiais — é que, a partir das informações dadas pelos dois criminosos, uma monumental engrenagem de corrupção, talvez a maior de todos os tempos, começaria a ruir.
 
VEJA revelou que Paulo Roberto Costa, o primeiro a assinar o acordo de delação com a Justiça, entregou às autoridades o nome de mais de trinta políticos envolvidos no esquema de corrupção na Petrobras, entre eles três governadores, seis senadores, um ministro de Estado e pelo menos 25 deputados federais, além de Antonio Palocci, o coordenador da campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, que pediu 2 milhões de reais ao esquema. O ex-diretor forneceu o nome dos corruptos que se locupletavam do dinheiro desviado e das empreiteiras que contribuíam com a arrecadação da propina — um golpe já considerado letal na estrutura da organização criminosa.
 
Se as revelações do ex-diretor — muitas ainda desconhecidas — já provocaram um cataclismo, o que está por vir promete um efeito ainda mais devastador. Alberto Youssef, o caixa, decidiu seguir o parceiro e contar o que sabe. E, nas palavras do próprio doleiro, o que ele sabe “vai chocar o país”.
 
Além de confirmar que o dinheiro desviado da Petrobras era usado para sustentar três dos principais partidos da base aliada — PT, PMDB e PP —, Youssef se colocou à disposição para fechar o elo da cadeia de corrupção, fornecendo as contas no exterior, as datas de remessa e os valores repassados a políticos e autoridades que ele tinha como clientes. Youssef disse às autoridades que, durante o tempo em que operou o banco da quadrilha, por quase uma década, tomou o cuidado de esconder em um local seguro documentos que mostram a origem e o destino das cifras bilionárias que movimentou.
É o que ele garante ser a verdadeira contabilidade do crime — um inventário que está escondido em um cofre ainda longe do alcance das autoridades brasileiras. O acervo é tão completo que incluiria até os bilhetes das viagens que demonstrariam o que os investigadores já apelidaram de “money delivery”, o dinheiro entregue em domicílio.
 
 
03 de outubro de 2014
in aluizio amorim

ATENÇÃO UM DOS INSTITUTOS DE PESQUISA DETURPA A VERDADE ÀS VÉSPERAS DAS ELEIÇÕES

 
O jornalista Augusto Nunes foi na jugular. Diante da disparidade nas pesquisas do Datafolha e do Ibope, a conclusão é uma só: um dos institutos "produziu uma fotografia eleitoral que distorce a realidade".

Surrupio o texto: Na pesquisa Datafolha que acaba de ser divulgada, Dilma Rousseff repetiu o índice da anterior, Marina Silva sofreu uma ligeira queda e está tecnicamente empatada com Aécio Neves, que subiu mais um pouco. Os números informam que a eleição não será decidida no primeiro turno.

Na simulação do segundo, Dilma aparece como favorita e os dois candidatos da oposição alcançam o mesmo índice.
Na pesquisa do Ibope que acaba de ser divulgada, a candidata à reeleição ampliou a vantagem sobre Marina, que caiu, e Aécio, que não saiu do lugar.
Os números permitem acreditar que Dilma tem chances de vencer a eleição já no primeiro turno.
Na simulação do segundo, a performance de Aécio é inferior à de Marina. O confronto das duas pesquisas adverte: a três dias da votação, um dos institutos produziu uma fotografia eleitoral que distorce a realidade.

O Datafolha registrou o quinto tropeço consecutivo de Marina e o quinto avanço de Aécio. Os gráficos mostram que, se não ultrapassar a candidata do PSB, o senador tucano cruzará a linha de chegada a poucos centímetros da concorrente. Nesta quinta-feira, o Ibope avisou que a presença de Aécio na etapa final é uma hipótese remota. Pode deixar de ser em poucas horas.

O instituto vai divulgar nesta sexta-feira e no sábado mais duas pesquisas ─ que talvez acusem, como ocorreu tantas vezes, reviravoltas de bom tamanho. Precavidos, os donos do Ibope têm ensinado que, mesmo que nada de importante aconteça, tudo pode mudar quando se aproxima a hora da verdade.

03 de outubro de 2014
in orlando tambosi

COM DILMA, PETROBRAS PERDEU R$ 162 BILHÕES - SAIBA O QUE DÁ PARA COMPRAR COM ESSE VALOR

 

A Petrobras deixou de ser a maior empresa do Brasil em valor de mercado na última segunda-feira, depois que as ações da empresa caíram 11% na Bolsa de Valores. Com isso a Ambev, avaliada em 253 bilhões de reais, voltou a ser a maior companhia — posto que ocupava até março deste ano.
Até o dia 30 de setembro, as ações da estatal acumulam, apenas no governo Dilma, queda de 162,2 bilhões de reais em valor de mercado, ou 43%. É como se a Petrobras tivesse perdido mais que “um Bradesco” em menos de quatro anos, ou seis vezes a empresa TIM, por exemplo, de acordo com dados da consultoria Economática.

A estatal tem vivido um ano de altos e baixos na Bolsa. Investidores passaram a apostar nos papéis da empresa em março, quando as primeiras pesquisas de intenção de voto mostravam a presidente Dilma Rousseff com um baixo nível de aprovação e um alto nível de rejeição entre os eleitores. Se contabilizadas as perdas apenas até março deste ano, somam 73%. Isso significa que o brasileiro que investiu 1.000 reais em papéis da empresa em 2008, tinha em março apenas 270 reais.
 
Com a aproximação das eleições, tanto as ações da empresa quanto a de todas as estatais se valorizaram, com investidores apostando numa mudança de governo.
Alvo de corrupção e ingerência, a Petrobras atingiu no governo Dilma o título de empresa de petróleo mais endividada do mundo, com uma dívida de 300 bilhões de reais — maior, inclusive, que seu valor de mercado.
Saiba o que é possível comprar com os bilhões que a estatal perdeu em valor mercado durante o governo Dilma.
 
03 de outubro de 2014
Reinaldo Azevedo