Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores.
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"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...) A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859) "A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
Segundo assessores, cancelamento se deu por 'comportamento antiprofissional da imprensa'. Organização do evento não foi avisada com antecedência
A coletiva de imprensa era uma das programações mais importantes desta quarta (Foto: Alan Santos/PR)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL), assim como três de seus ministros, cancelaram, em cima da hora, uma coletiva de imprensa durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. O cancelamento ocorreu nesta quarta-feira, 23, surpreendendo a organização do fórum e a imprensa internacional.
Toda a organização para a coletiva de imprensa já estava montada. Os nomes dos ministros, assim como do presidente, já constavam em frente às suas respectivas cadeiras. A organização do Fórum, porém, não havia sido avisada, com os jornalistas vendo uma movimentação incomum por parte dos auxiliares do evento.
“É normal que haja alterações de horário, que um ou outro ministro seja incluído ou excluído na entrevista, mas não sumirem todos”, afirmou um funcionário da organização ao Globo. Além de Bolsonaro, os ministros Ernesto Araújo, das Relações Internacionais; Paulo Guedes, da Economia; e Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, não compareceram à entrevista.
O cancelamento teria ocorrido por “comportamento antiprofissional da imprensa”, conforme foi dito por um assessor de Bolsonaro. Minutos depois, porém, outro pessoa da comitiva brasileira afirmou que a coletiva havia sido cancelada para poupar o presidente, pois sua agenda estava muito cheia.
A coletiva de imprensa era uma das programações mais importantes desta quarta-feira no Issue Briefing Room de Davos. O evento estava previsto desde a quarta-feira da semana passada, 16.
Diversas nações da América Latina estão reconhecendo o parlamentar Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.
Os governos do Brasil, Colômbia, Peru, Equador e Costa Rica anunciaram nesta quarta-feira (23), em Davos, na Suíça, que reconhecem Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.
O anúncio foi feito após uma reunião entre os presidentes do Brasil, Jair Bolsonaro; Colômbia, Iván Duque; Costa Rica, Carlos Alvarado; Equador, Lenín Moreno e a vice-presidente do Peru, Mercedes Aráoz, informa o “Público“.
“O Paraguai expressa seu apoio ao presidente da Venezuela, Juan Guaidó. Conte conosco para abraçar a liberdade e a democracia novamente”, publicou o presidente paraguaio Abdo Benítez, em sua conta no Twitter.
Jornais dos EUA e da Europa apontam que o presidente brasileiro perdeu uma grande oportunidade de se apresentar ao mundo
A atuação breve e superficial do presidente frustrou expectativas (Foto: Alan Santos/PR) O discurso do presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial, em Davos, repercutiu nos principais veículos de comunicação do mundo. Porém, não exatamente como esperava o governo brasileiro.
Jornais dos EUA, Alemanha, França, Reino Unido e Espanha chamaram atenção para a curta duração e a superficialidade do discurso do presidente brasileiro, que era aguardado com grande expectativa, pela falta de líderes presentes e pela curiosidade em conhecer aquele que se apresenta como um “Trump dos trópicos”.
No entanto, Bolsonaro, que tinha 45 minutos para discursar, passou apenas 15 minutos no palco. Durante pouco mais de sete minutos, ele prometeu abrir a economia do Brasil para o mundo, relembrou promessa de campanha de governar sem viés ideológico e de implementar as reformas tributária e da Previdência. Em seguida, respondeu a questões do presidente do fórum, Klaus Schwab.
A atuação breve e superficial do presidente frustrou as expectativas de quem esperava que Bolsonaro detalhasse propostas de tornar a economia brasileira mais liberal. Em geral, a atuação de Bolsonaro foi considerada uma oportunidade perdida.
Nos EUA, a jornalista chefe da editoria de economia do Washington Post, Heather Long, classificou o discurso do presidente brasileiro como um “grande fracasso”. “Para resumir: o presidente brasileiro Bolsonaro falou por menos de 15 minutos. Grande fracasso. Ele tinha o mundo inteiro o assistindo e o melhor que conseguiu dizer foi para as pessoas passarem férias no Brasil. Ele é chamado de ‘Trump da América do Sul’, mas pareceu morno”, escreveu Long, em sua conta no Twitter.
O serviço de inteligência da ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela, bloqueou o acesso da população ao YouTube e ao Google, de acordo com o agência NetBlocks.
A restrição teve início nesta quarta-feira (23), por volta do meio-dia, e engloba serviços do Google e da plataforma móvel Android.
“Confirmado: grandes interrupções na Venezuela em meio aos protestos. Youtube, Google Search e redes sociais foram colocadas offline”, disse o perfil Netblocks, no Twitter.
Nesta segunda-feira (22), a RENOVA já havia alertado que o Twitter e Instagram haviam sido tirados do ar pelo regime de Nicolás Maduro para conter o início dos protestos pelo País.