"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

A REVOLUÇÃO IRANIANA - PARTE 1/3


A Revolução Iraniana (parte 1 de 3)
27 de fevereiro de 2018
m.americo

CONTROLE DA NATALIDADE.O ISLAMISMO DOMINANDO O MUNDO

Controle da natalidade o Islamismo DOMINANDO O MUNDO - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=tYXkd4sTorw
16 de jun de 2009 - Vídeo enviado por TheNibiruSBO
ISLAMISMO x CRISTIANISMO: Conflito Religioso causa sofrimento no povo da REPÚBLICA CENTRO ...

27 de fevereiro de 2018
m.americo

BIOGRAFIA AYATOLLAH KOMEINI


Biografía Ayatollah Komeini

27 de fevereiro de 2018

IRÃ RELEMBRA 25 ANOS DA MORTE DO AIATOLÁ KHOMEINI

Irã relembra 25 anos da morte do aiatolá Khomeini - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=0TondahLQkM
4 de jun de 2014 - Vídeo enviado por afpbr
Um quarto de século após a morte do fundador da República Islâmica, o aiatoláRuhollah Khomeini, o ..

27 de fevereiro de 2018
m.americo

CNBB NO BANCO DOS RÉUS: GRANA, PODER E HERESIA

PROPOSTAS DE MUDANÇAS NOS CÓDIGOS PENAL E PROCESSO PENAL

Propõe-se um novo Código Penal e um novo Código do Processo Penal no sentido de corrigir os seguintes defeitos dos atuais códigos:

(1)Maioridade penal reduzida de dezoito para quatorze anos;

(2)Eliminação da pena de multa. As penas de multa não existiriam mais. Os mais ricos não poderiam pagar multa para se livrarem do crime e os juízes não teriam mais esse instrumento para aumentarem a renda do poder judiciário.

(3)Corporativismo - Advogado e ministério público seriam palavras excluídas dos novos Códigos Penais. O promotor teria apenas o papel de acusar, com exclusividade, o suspeito de determinado crime. Nada de MP investigar crimes ou de fiscalizar a polícia apuradora dos crimes.

(4) Crime de aborto – Provocar aborto em si ou em terceira pessoa. A pena desse crime seria aumentada de 1 a 3 anos para 3 a 10 anos de reclusão. É um mínimo que se pode fazer pela vida do inocente que tem o direito de nascer e de viver.

(5) Crime de estupro – Constranger mulher a praticar conjunção carnal, mediante violência ou grave ameaça. A pena de reclusão de três a oito anos, sem prejuízo da correspondente à violência, continua a mesma do atual Código Penal, mas o conceito foi simplificado como está em itálico.

(6) Crime de atentado violento ao pudor - Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, a presenciar, a praticar ou permitir que com ele pratique ato libidinoso diverso da conjunção carnal. A pena de reclusão de dois a seis anos continua a mesma, mas a definição do crime também foi simplificada, como se pode ver em itálico.

(7) Crime de consumo de entorpecente ou de droga proibida - Aquele que aceita ou consome a droga oferecida, induzida, instigada, auxiliada, vendida, produzida, fabricada, fornecida, transportada ou que seja de qualquer maneira consumida incorre no crime de consumo de entorpecente ou de droga proibida. Esse crime, com pena de detenção de 3 (três) meses a 6 (seis) meses, foi acrescentado para evitar o aumento desse grave crime contra a sociedade.

(8) Os crimes dependentes da atividade do funcionário público praticados contra a Administração Pública, como o peculato, a corrupção passiva, a prevaricação e a facilitação do contrabando ou descaminho não estariam no Código Penal porque seriam transferidos para o Código Administrativo.

O texto do novo código penal e processo penal propostos está no livro digital com acesso pelo endereço http://www.paco.org.br/livro.html


27 de fevereiro de 2018
in blog do navarro

RICARDO BOECHAT DEFENDIA LULA NUMA BOA, ATÉ APARECER UM PATRIOTA...



Ricardo Boechat defendia Lula numa boa até aparecer um patriota...

27 de fevereiro de 2018

MORO ACHA FORTUNA EM CONTA DE PALOCCI: MAIOR BLOQUEIO DA LAVA JATO. A POLÊMICA DO MINISTRO DA JUSTIÇA



Moro acha FORTUNA em conta de Palocci: Maior Bloqueio da LavaJato. A Polêmica do Ministro da Justiça

27 de fevereiro de 2018

LUIS ROBERTO BARROSO MANDA RECADOS PARA GILMAR MENDES


VÍDEO 4134. LUÍS ROBERTO BARROSO MANDA RECADOS PARA GILMAR MENDES.
27 de fevereiro de 2018

ALEXANDRE GARCIA COMENTA O FATO DE LULA SER LÍDER EM "PESQUISAS" MAS NÃO PODER SAIR NA RUA!



ALEXANDRE GARCIA comenta o fato de LULA ser líder em "pesquisas" mas não poder sair na rua !
27 de fevereiro de 2018

ARNALDO JABOR COMENTA O QUE A PETRALHA GLEISI HOFFMANN E A MALANDRA CRISTIANE BRASIL TÊM EM COMUM



ARNALDO JABOR comenta o que a petralha GLEISI HOFFMANN e a malandra CRISTIANE BRASIL têm em comum
27 de fevereiro de 2018

ARNALDO JABOR COMENTA A INVEJA QUE GILMAR MENDES TEM DE SÉRGIO MORO E DA OPERAÇÃO LAVA JATO

'NÃO ESTÁ NADA FÁCIL A SITUAÇÃO DE MICHEL TEMER NO CONGRESSO NACIONAL

CARTA MAGNA

O rei Ricardo Coração de Leão da Inglaterra morreu na França em 1199, aos 41 anos. Sua morte prematura não deveria surpreender. Ricardo passou boa parte da sua vida em meio a batalhas, nas cruzadas ou em disputas pela Normandia com o rei Felipe Augusto de França. Foi sequestrado pelo duque da Áustria e liberado um ano depois, após o pagamento de um regaste equivalente a mais de duas vezes a renda anual da coroa.

As aventuras militares custavam caro e as seguidas aventuras do rei foram financiadas com impostos crescentes sobre seus súditos. Os registros indicam uma arrecadação anual 40% maior do que a recebida por seu pai, Henrique 2º, que já havia aumentado significativamente os tributos em seu mandato.

Ricardo foi sucedido por seu irmão, João Sem Terra, que compartilhava a brutalidade e estratagemas de seu irmão e de seu pai para controlar e obter recursos de seus súditos, mas nenhum de seus méritos ou a admiração dos súditos. Apesar da história registrá-lo como bom administrador, João era considerado cruel e mesquinho, sendo detestado pelos barões, segundo os relatos. Sua autoridade arrogante decorria do cargo, não das conquistas em batalha, e, previsivelmente, revelava-se intimidado quando agredido.

Felipe Augusto compreendeu a fragilidade de João e ocupou terras em França até então sob domínio inglês. Daí para a frente, foi ladeira abaixo. Enquanto a Inglaterra se encolhia, João aumentava o confisco de tributos dos seus súditos, alterando as normas e perseguindo os barões que o desafiavam. A arrecadação anual cresceu 30% durante o seu mandato.

Inadvertidamente, João iniciou a revolução que, séculos depois, resultou no Estado de Direito da democracia ocidental. Em 1214, barões ingleses iniciaram uma guerra civil contra o rei. Derrotado, João foi forçado a assinar a Carta Magna, essencialmente um contrato entre o rei e os seus súditos com muitas cláusulas, como a que estabelece que o rei não prenderá nenhum homem sem julgamento nem aceitará pagamento por decisão judicial.

O rei não mais poderia usar do confisco para fragilizar adversários, e várias restrições foram criadas para limitar a cobrança de impostos, que deveriam ser aprovadas pelo que mais tarde ficou conhecido como Parlamento.

Diversas cláusulas evoluíram para princípios hoje usuais, como o direito de ser julgado por seus pares e o habeas corpus. Passou-se a esperar que a Justiça limitasse o arbítrio, como a concessão de privilégios à custa do público.

Por aqui, parece que os estamentos sustentados por favores, subsídios e auxílios, como o à moradia, ainda não entenderam que estamos demandando a nossa Carta Magna.


27 de fevereiro de 2018
Marcos Lisboa, Folha de SP

A ILUSÃO DE UMA BONANÇA ECONÔMICA DURADOURA

Indicadores positivos da economia tendem a se multiplicar, mas não se pode esperar que a retomada será consistente, sem a mudança do regime fiscal

A derrota do governo Temer — e do país — em não conseguir viabilizar a minirreforma da Previdência tende a ser contrabalançada por uma safra de indicadores econômicos alvissareiros. Que na verdade já vêm sendo colhidos. À medida que a recuperação esboçada há meses se firma, a retomada fica mais visível nas estatísticas.

Enquanto a aprovação da reforma se tornava inviável, o Índice de Atividade do Banco Central (IBC-Br), referente ao último trimestre do ano passado, era divulgado fechando quatro períodos consecutivos (12 meses) em alta, e com tendência ascendente. Os dados apontam para a possibilidade de o PIB do ano passado, calculado pelo IBGE, vir no início de março apontando para um crescimento acima de 1%. Estará sendo preparado o terreno para uma expansão na faixa de 3% este ano. Sem pressões inflacionárias — inflação esperada, próxima de 4% —, e portanto ainda juros baixos, para a realidade brasileira (6,5%).

Firmam-se, então, em tese, condições clássicas para a recuperação do crescimento em bases benignas. Mas a não realização da reforma previdenciária, mesmo modesta em comparação com o projeto inicial, impede que o crescimento ganhe velocidade de cruzeiro. Porque as expectativas sobre as contas públicas são negativas. Mesmo com a retomada do recolhimento de impostos, impulsionado pela volta da expansão do PIB.

Há muita capacidade ociosa a ser preenchida e, hoje, um colchão de ainda 12 milhões de desempregados para conter qualquer pressão nos preços via salários. Mas, sem a reforma da Previdência, seus gastos continuarão aumentando sem controle, dificultando o reequilíbrio das contas públicas.

Segundo o pesquisador da Fipe/USP Paulo Tafner, citado pelo jornal “O Estado de S.Paulo”, sem a reforma deixarão de ser economizados de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões no ano que vem. Portanto, se em 2018 parece garantido o objetivo de, com receitas extraordinárias, não se ultrapassar o teto dos gastos e cumprir a regra de ouro — o Estado não pode se endividar, também por imposição constitucional, como no caso do teto, para financiar gastos de custeio —, para o ano que vem, nada está garantido.

E logo no começo do próximo governo. Parecem, então, previsíveis, no segundo semestre, oscilações nos mercados em função de pesquisas eleitorais. Porque é certo que, seja qual for o próximo presidente, o regime fiscal da Nova República, de governos tucanos e petistas, preponderantemente, chegou ao fim, e já há algum tempo. Crescimento constante dos gastos, com o correspondente aumento do peso da carga tributária — a mais elevada entre as economias emergentes, de cerca de 35% do PIB —, é uma política que se esgotou a partir do Lula II.

O sinal da percepção da impossibilidade de serem feitas a tempo a reforma da Previdência e outras será a volta da inflação elevada e, em decorrência, a elevação dos juros. Marcarão o fim da ilusão de que a volta do crescimento, por si, acertará todas as contas. Já poderá acontecer este ano, ou não. Vai depender da política.


27 de fevereiro de 2018
Editorial O Globo