Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores. Replicamos os melhores comentários e análises críticas, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
segunda-feira, 16 de maio de 2016
FINADO LULA
“A consciência tranquila ri-se das mentiras da fama”, cravou o romano Ovídio.
“Corrupção é o bom negócio para o qual não me chamaram”, ensinou o Barão de Itararé.
E na contramão de todos está alguém que abriu mão de si mesmo pelo poder. Lula construiu uma história de vida capaz de arrastar emoções e o levar à presidência. Agora, de modo desprezível, o mesmo Lula destrói-se por completo.
Não é preciso resgatar o tríplex, o sítio ou os R$ 30 milhões em “palestras” para atestar a derrocada do ex-presidente. Basta tão somente reparar a figura pitoresca na qual Lula se tornou.
O operário milionário sempre esbanjou o apoio popular e tomou para si o mérito de salvar o país da miséria. Contudo, junto disso, entregou-se aos afetos das maiores empreiteiras, não viu mal em lotear a máquina pública, nem constrangeu-se em liderar uma verdadeira organização criminosa.
Sem hesitar, brincou com os sonhos do povo e fez de seu filho, ex-faxineiro de zoológico, um megaempresário.Aceitou financiamentos regados a corrupção, fez festa junina pra magnatas e mentiu, mentiu e mentiu. O resultado, enfim, chegou: ao abrir mão de si mesmo, Lula perdeu o povo.
Pelas ruas, o ex-presidente é motivo de indignação e fonte de piadas. Lula virou chacota, vergonha, deboche. Restou-lhe a militância do pão com salame e aqueles que tratam a política com os olhos da fé messiânica.
Seu escárnio da lei confirma sua queda. Lula ainda enxerga o Brasil como um rebanho de gados e não percebe que está só, cercado por advogados que postergam seu coma moral. Enquanto ofende o judiciário e todos aqueles que não beijam seus pés, Lula trancafia-se na bolha de quem ainda acredita que meia dúzia de gritos e cuspes podem apagar os fatos.
O chefe entrou num mundo sem saída, trocou sua consciência pelo poder e corrompeu-se até dissolver sua essência. Lula morreu faz tempo. Restou-lhe, apenas, uma carcaça podre que busca a vida eterna no inferno de si mesmo.
16 de maio de 2016
Gabriel Tebaldi é graduado em História pela Ufes
Fonte: Gazeta On Line
COMENTO: no vídeo abaixo, pode-se ter uma visão da imagem do terror e da covardia do sujeito. Evitando as câmeras e temendo seu futuro nas masmorras de Curitiba.
in mujahdin cucaracha
in mujahdin cucaracha
Lula Desolado no Discurso de Despedida de Dilma - YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=olk6Zl_ESMY
4 dias atrás - Vídeo enviado por Geigê Nova York
PARTE 2 - ENTREVISTA COM MICHEL TEMER
Fantastico Entrevista com Michel Temer 15/05/2016 part. 2Futebol na Veia √6.743 visualizações
16 DE MAIO DE 2018POSTADO POR M.AMERICO
16 DE MAIO DE 2018POSTADO POR M.AMERICO
PARTE 1 - ENTREVISTA COM MICHEL TEMER (TEMER REITERA QUE NÃO SERÁ CANDIDATO À REELEIÇÃO, EM 2018)
ELE AVISA QUE DEMITIRÁ MINISTRO ENROLADO EM IRREGULARIDADES
"Se houver equívocos ou irresgularidades administrativos, eu demito o ministro". Assim o presidente Michel Temer resumiu a advertência que fez durante a primeira reunião ministerial, nesta sexta-feira (13), durante entrevista ao programa Fantástico, neste domingo (15).
Ele minimizou a crítica que se faz ao fato de não haver mulheres em seu ministério. O presidente disse achar curiosa a preocupação de algumas pessoas com status de ministro, mas, segundo ele, uma das pessoas mais importantes do governo é uma mulher, sua chefe de gabinete, considerada tão importante quanto qualquer ministro.
O presidente disse que uma investigação não pode tornar uma pessoa inválida para exercer qualquer função, ao responder questionamento sobre a nomeação do senador Romero Jucá (PMDB-RR) para o cargo de ministro do Planejamento. Mas admitiu que se Jucá se tornar réu vai "examinar" a possibilidade de afastá-lo do cargo.
Temer não quis comentar as confusões envomvendo o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, e reiterou a garantia de que não será candidato a presidente da República, em 2018.
Veja a entrevista do presidente Michel Temer ao "Fantástico":
Fantástico -Entrevista com Michel Temer -15/05/2016- Parte 1 ...
16 de maio de 2016
diário do poder
| MICHEL TEMER ELOGIOU A CAPACIDADE DE TRABALHO DE ROMERO JUCÁ E DISSE QUE INVESTIGAÇÃO NÃO PODE CRIAR INVÁLIDOS. (FOTO: MARCELO CAMARGO) |
"Se houver equívocos ou irresgularidades administrativos, eu demito o ministro". Assim o presidente Michel Temer resumiu a advertência que fez durante a primeira reunião ministerial, nesta sexta-feira (13), durante entrevista ao programa Fantástico, neste domingo (15).
Ele minimizou a crítica que se faz ao fato de não haver mulheres em seu ministério. O presidente disse achar curiosa a preocupação de algumas pessoas com status de ministro, mas, segundo ele, uma das pessoas mais importantes do governo é uma mulher, sua chefe de gabinete, considerada tão importante quanto qualquer ministro.
O presidente disse que uma investigação não pode tornar uma pessoa inválida para exercer qualquer função, ao responder questionamento sobre a nomeação do senador Romero Jucá (PMDB-RR) para o cargo de ministro do Planejamento. Mas admitiu que se Jucá se tornar réu vai "examinar" a possibilidade de afastá-lo do cargo.
Temer não quis comentar as confusões envomvendo o presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, e reiterou a garantia de que não será candidato a presidente da República, em 2018.
Veja a entrevista do presidente Michel Temer ao "Fantástico":
Fantástico -Entrevista com Michel Temer -15/05/2016- Parte 1 ...
https://www.youtube.com/watch?v=HEUeJ30-CFQ
11 horas atrás - Vídeo enviado por Mailson Freitas
Fantástico -Entrevista com Michel Temer -15/05/2016- Parte 1.16 de maio de 2016
diário do poder
ATAQUES DE DILMA PIORAM SUAS RELAÇÕES COM MINISTROS DO STF
ALÉM DA FANTASIA DO 'GOLPE', DILMA INSINUOU 'TER' 5 MINISTROS DO STF
O discurso de Dilma após ser intimada a deixar o Planalto pode ter sido útil para inflamar a militância, mas piorou sua relações com Legislativo e principalmente com o Judiciário. Ministros do Supremo Tribunal Federal mal disfarçam a irritação com os ataques de Dilma, atribuindo o impeachment a uma “farsa jurídica” ou ao “golpe” no qual nem ela mesma acredita, ou teria alegado isso no próprio STF. E não o fez. A informção é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Às vésperas de um julgamento por crime de responsabilidade no Senado, não parece boa política insultar os próprios julgadores.
Condenada no Senado, Dilma poderá ainda ser processada e julgada no STF, como aconteceu com Fernando Collor.
Após o discurso de Dilma, o ex-ministro Jaques Wagner repetiu o insulto de fantasiosa “farsa jurídica” às instituições e sobretudo ao STF.
A situação da presidente junto ao STF deteriorou ainda mais neste domingo, com a divulgação de entrevista do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, à Folha de S. Paulo, em que ele revelou o teor de uma conversa que manteve com Dilma, antes do rompimento, quando ela insinuou que controlava "cinco ministros" da Corte e que eles poderiam ajudá-lo.
16 de maio de 2016
diário do poder
| DISCURSO INFLAMADO DE DILMA PARA A MILITÂNCIA IRRITOU MINISTROS. FOTO: ANTONIO AUGUSTO/CÂMARA |
O discurso de Dilma após ser intimada a deixar o Planalto pode ter sido útil para inflamar a militância, mas piorou sua relações com Legislativo e principalmente com o Judiciário. Ministros do Supremo Tribunal Federal mal disfarçam a irritação com os ataques de Dilma, atribuindo o impeachment a uma “farsa jurídica” ou ao “golpe” no qual nem ela mesma acredita, ou teria alegado isso no próprio STF. E não o fez. A informção é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Às vésperas de um julgamento por crime de responsabilidade no Senado, não parece boa política insultar os próprios julgadores.
Condenada no Senado, Dilma poderá ainda ser processada e julgada no STF, como aconteceu com Fernando Collor.
Após o discurso de Dilma, o ex-ministro Jaques Wagner repetiu o insulto de fantasiosa “farsa jurídica” às instituições e sobretudo ao STF.
A situação da presidente junto ao STF deteriorou ainda mais neste domingo, com a divulgação de entrevista do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha, à Folha de S. Paulo, em que ele revelou o teor de uma conversa que manteve com Dilma, antes do rompimento, quando ela insinuou que controlava "cinco ministros" da Corte e que eles poderiam ajudá-lo.
16 de maio de 2016
diário do poder
SONHAR É DE GRAÇA. A CONTA DA ESTUPIDEZ CHEGA DEPOIS...
DILMA PENSA EM RENÚNCIA PARA DISPUTAR GOVERNO ESTADUAL EM 2018
IDEIA É RENUNCIAR PARA DISPUTAR GOVERNO GAÚCHO OU FLUMINENSE
Dilma Rousseff pretende repetir o gesto do ex-presidente Fernando Collor e renunciar antes de o Senado iniciar seu julgamento. Alta fonte petista diz que a renúncia passou a ser considerada após a aprovação da admissibilidade do impeachment no Senado por 55x22 votos. Para condená-la, 54 votos bastam. A ideia seria fazer o caminho do ídolo Leonel Brizola, disputando o governo gaúcho ou o do Rio de Janeiro. A informção é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Confirmada a fortíssima possibilidade de impeachment, Dilma ficará inelegível por oito anos. A renúncia preservaria sua elegibilidade.
Dilma manterá estratégia de se vitimizar, repetindo à exaustão a lorota de “golpe” e mantendo mobilizada o que imagina ser sua militância.
A prioridade de Dilma seria disputar o governo do Rio Grande do Sul, onde se radicou. E foi até secretária estadual.
No caso de Collor não deu certo: na ocasião, o Senado ignorou a renúncia e decidiu manter o julgamento, aprovando o impeachment.
16 de maio de 2016
diário do poder
IDEIA É RENUNCIAR PARA DISPUTAR GOVERNO GAÚCHO OU FLUMINENSE
| IDEIA É PRESERVAR DIREITOS POLÍTICOS PARA TENTAR SER GOVERNADORA. FOTO: LULA MARQUES |
Dilma Rousseff pretende repetir o gesto do ex-presidente Fernando Collor e renunciar antes de o Senado iniciar seu julgamento. Alta fonte petista diz que a renúncia passou a ser considerada após a aprovação da admissibilidade do impeachment no Senado por 55x22 votos. Para condená-la, 54 votos bastam. A ideia seria fazer o caminho do ídolo Leonel Brizola, disputando o governo gaúcho ou o do Rio de Janeiro. A informção é do colunista Claudio Humberto, do Diário do Poder.
Confirmada a fortíssima possibilidade de impeachment, Dilma ficará inelegível por oito anos. A renúncia preservaria sua elegibilidade.
Dilma manterá estratégia de se vitimizar, repetindo à exaustão a lorota de “golpe” e mantendo mobilizada o que imagina ser sua militância.
A prioridade de Dilma seria disputar o governo do Rio Grande do Sul, onde se radicou. E foi até secretária estadual.
No caso de Collor não deu certo: na ocasião, o Senado ignorou a renúncia e decidiu manter o julgamento, aprovando o impeachment.
16 de maio de 2016
diário do poder
ALÔ, ALÔ, MICHEL TEMER. DEVOLVE O MEIRELLES DA CPMF PARA O LULA. OU JOGA DIRETO NO LIXO
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Nunca me esqueço quando Henrique Meirelles era Presidente do Banco Central no governo do Lula e integrou aquela comitiva que foi defender o Brasil como sede daquela desastrada Copa do Mundo.
Enquanto estava nos Estados Unidos prestando seus serviços ao Bank Boston, tendo sido inclusive presidente desse tradicional banco norte-americano, Meirelles jamais fez xixi fora do urinol.
De volta ao Brasil endoidou se tornando lulista de primeira hora.
Quando se aposentou voltou ao Brasil e passou a lamber os pés do Lula e de seus sequazes. Meirelles já fez rodízio por vários partidos. Já rendeu salamaleques à ratazana petista, ao PSDB e não sei mais quantos partidos.
Quando se aposentou voltou ao Brasil e passou a lamber os pés do Lula e de seus sequazes. Meirelles já fez rodízio por vários partidos. Já rendeu salamaleques à ratazana petista, ao PSDB e não sei mais quantos partidos.
Meirelles gostava de realizar festas temáticas quando vivia nos Estados Unidos, usar máscaras. Faz sentido.
Meirelles pode ser muito competente na área econômica, sobretudo no que se refere ao mercado financeiro, mas sofre da síndrome de cara de pau. Serve a qualquer senhor de acordo com as suas conveniências.
Além de ser cara de pau Meirelles é um cínico e mentiroso. Meirelles agora quer tapar o buraco em que o seu amiguinho Lula enterrou o Brasil.
Além de ser cara de pau Meirelles é um cínico e mentiroso. Meirelles agora quer tapar o buraco em que o seu amiguinho Lula enterrou o Brasil.
Meirelles quer ressuscitar a CPMF. Meirelles quer que o povo brasileiro que trabalha, estuda, rala todos os dias para sobreviver pague com o seu suor as sacanagens e roubalheiras levadas a efeito por Lula e seus sequazes.
Henrique Meirelles é um cínico, um impostor. Henrique Meirelles sabe que se instituir mais impostos, principalmente a deletéria CPMF, será escorraçado pelos brasileiros. Jamais poderá botar o nariz fora da porta de sua casa.
Meirelles vai ter que andar por aí vestido com uma daquelas fantasias de suas festas temáticas para que ninguém o reconheça.
16 de maio de 2016
in aluizio amorim
Henrique Meirelles é um cínico, um impostor. Henrique Meirelles sabe que se instituir mais impostos, principalmente a deletéria CPMF, será escorraçado pelos brasileiros. Jamais poderá botar o nariz fora da porta de sua casa.
Meirelles vai ter que andar por aí vestido com uma daquelas fantasias de suas festas temáticas para que ninguém o reconheça.
16 de maio de 2016
in aluizio amorim
ACHANDO É BOM
Brasileiro encara uma baita crise - política, econômica, moral, civilizacional - e vai em frente. A democracia (esta mesma, com todas as dificuldades e contradições) está funcionando, as instituições estão fazendo o que tem que fazer (quem leva a sério aqueles que não confiam de jeito nenhum no STF? Só é bom quando é a favor de nossos interesses?
Concordo, às vezes, é pequeno, mas é o STF com que podemos contar ). Mas eu tenho orgulho do que estamos fazendo. E como estamos fazendo. Se o mundo é um lixo eu não sou.
16 de maio de 2016
Mirian Macedo
E O CANALHA ENVELHECEU
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O fim de um mito, o cidadão era ufanado pelo mundo inteiro e hoje não passa de um arremedo do arrogante, prepotente dono do mundo que todos cansamos em ver.
O Seboso poderia ter virado um estadista, mas preferiu virar um bandoleiro, um vagabundo, um quadrilheiro.
Ele tinha apoio do populacho para ser lembrado pela história como o homem que mudou este país. Vai ser lembrado como o maior estelionatário ideológico, ladrão, corrupto e 171 nuncaantesvistonahistóriadestepaís.
Ele tinha apoio do populacho para ser lembrado pela história como o homem que mudou este país. Vai ser lembrado como o maior estelionatário ideológico, ladrão, corrupto e 171 nuncaantesvistonahistóriadestepaís.
Sua arrogância e ego extremamente inflados sempre foram muito maior que sua inteligência, e ele quando quis provar ao mundo que seu prestígio elegeria até um poste, deu no que deu.
O poste fez tanta merda que levou junto sua biografia.
27 títulos de Honoris Causa, mais pela "exoticidade" de sua figura do que pelo seu conhecimento sobre qualquer assunto, sem contar que tirando uma ou outra universidade de destaque o resto não passa de puro puxa saquismo ideológico de esquerda.
Surfou na onda do crescimento mundial e no sucesso do plano Real. Pegou um país com a economia em franca recuperação e jogou pesado, gastou o que tinha e o que não tinha, colocou o país na marcha lenta e por fim na ré.
Lembro que em seu primeiro mandato passou meses vendendo o álcool combustível para o mundo, depois o bio diesel, e por ultimo o milagre do pré sal.
O pré sal, esse só um milagre mesmo. Os poços que estão produzindo são aqueles que produziam nas bacias de Santos e Espírito Santo que foram rebatizados de Pré sal. mais um estelionato para a conta do beberrão ex presidente. Do Pré Sal mesmo, nem uma gota, é caro demais e a PTroubrás não tem como investir nesse projeto.
E por falar em PTroubrás, a jóia da coroa. O orgulho dos ufanos patriotas. O PT via EX presidente quebraram a empresa. Usaram para fazer caixa e para empilhar cumpanheru no cabidão de emprego. Phoderam a empresa. Hoje, só a privatização salva.
Não completou nenhum projeto, TODAS suas obras faraônicas não terminaram em seu mandato, e nem dos de sua sucessora.
A transposição do São francisco inaugurado à exaustão, até hoje está lá, parado, um sorvedouro de dinheiro público e não funciona.
A refinaria Abreu e Lima construída em parceria com a Venezuela, ficou na parceria ideológica, pois a conta ainda está em nossos débitos futuros.
Já está 10 vezes acima do preço inicial e não tem previsão de fim dessa obra. E a Venezuela do cumpanhêru Chavez não deu um puto de um centavo nessa parceria, mais uma vez phoderam o povo.
Depois partiu para o pão e circo, jogou pesado em uma FIFA extremamente corrupta a ponto de hoje alguns de seus dirigentes estarem na tranca ou em vias de, e conseguiu trazer a Copa do Mundo para Banânia, graças aos céus os sete gols da Alemanha acabaram com mais essa idiotia que certamente seria usada para dar mais um Honoris Causa para o genial Seboso.
Ainda teremos mais um evento fruto da megalomania desse crápula, as Olimpíadas, um país a beira da falência vai sediar o maior evento esportivo do planeta.
Seríamos novamente esculachados pelo mundo? Espero que sim. O Brasileiro precisa levar esculachos até entender que NÃO é o povo mais especial do planeta. Não passamos de cucarachas terceiro mundistas com a arrogância dos alemães.
Se for ficar listando o número de trampolinagens que esse crápula fez, passarei uns dois dias escrevendo, e como não sou nada prolixo...hehehe, prefiro deixar a idéia para que cada um de vcs, meus quatro leitores, exercitem suas memórias.
A queda da Jumenta foi o tiro de misericórdia nas pretensões do Seboso, a imagem mostra que além de ter envelhecido muito, ele está com o "roskof" na mão, pois sabe que com o apeamento do PT do poder, ele virou alvo da Lava Jato e VAI ser enjaulado pelas mãos de Sérgio Moro, o eminente juíz que está passando o país a limpo. Não vai dar para os togados do STF ficarem segurando essa prisão por muito tempo.
O PT perdeu o poder, perdeu as ruas, e hoje só consegue juntar meia dúzia de mortos de fome pagos com dinheiro público para darem apoio ao que sobrou desse governo.
As ruas não viraram os apregoados campos de batalha, o exército do general Stédile não aconteceu, a militância está envergonhada ou revoltada pelo desemprego, e com o novo governo vai acabar a grana para essa vagabundalha.
Puseram o último prego no caixão dos bolivarianos do Foro de San Pablo.
Sobraram alguns vizinhos boquirrotos que ameaçavam invadir o Brasil...huá huá huá, caso a Jumenta fosse impixada. Ela foi e eles agora não sabem o que fazer.
O povo nas ruas fazendo manifestações mostrou que o PT vinha fazendo água já a algum tempo e foi a pique de vez com as investigações da Lava Jato que engaiolaram quase todos os próceres do partido. Agora só falta o chefe.
O Seboso não volta em 2018 ele não aguenta até lá, e a esquerda está fazendo pressão para que se tenham eleições antecipadas, a ideia é ainda tentar emplacar o Seboso com o que sobrou do prestígio dele.
Não sei se conseguem levar adiante essa ideia, mas Sérgio Moro é quem vai decidir se o Seboso volta ou não.
Está nas mãos dele o futuro do país.
O Seboso é tão podre que até minsitro tentou virar para ter foro privilegiado e fugir das garras do Moro, pois é...não deu...
O Seboso é tão podre que até minsitro tentou virar para ter foro privilegiado e fugir das garras do Moro, pois é...não deu...
Esse se cair na tranca vai abrir o bico rapidinho, ou morre de depressão. Sua covardia sempre foi latente, e não será diferente agora.
O legado do Seboso chegou ao fim e os resultados, a não ser pelo populismo das bolsas é nulo.
Um fracasso que viveu mais na propaganda do que na realidade. Muitos ratos vermelhos estão migrando para a tal "REDE" da Osmarina Selva, que na verdade é o novo PT, e a população terá que ter inteligência para não cometer o mesmo erro novamente ainda agora nas eleições de 2016. Chega desses políticos velhos e atrasados. precisamos de novas lideranças e a oportunidade está aí.
O Seboso suarento prepotente e arrogante virou um bosta, destruiu o sonho de milhões de otários que nele acreditaram, destruiu o esforço dos que produzem e dão emprego neste país, e destruiu a própria família.
Os "dasilva" por mais dinheiro que tenham surrupiado dos cofres públicos que fez com que saíssem da pobreza, a pobreza não saiu deles. Estão condenados a danação eterna.
Ainda falta cortar a cabeça da jararaca, tem uma legião de estúpidos que ufanam e acreditam nesse crápula, e eles podem dar trabalho para o país.
Prensa num cara que se phodeu?
Pois é....
16 de maio de 2016
o mascate
O PARTIDO DOS TRABALHADORES E O NAZISMO
O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães que deu origem ao Nacional Socialismo (Nazismo), na Alemanha, não coincide apenas no nome com Partido dos Trabalhadores do Brasil.
Apesar de ambos terem ideologias um pouco distintas, um é abertamente anticomunista e outro abertamente comunista, eles têm mais algo em comum do que vocês imaginam. Vejam só os cinco motivos pelo qual o PT lembra, e muito, o Nazismo:
1. Culto ao líder ou culto à Personalidade
Uma das estratégias do Nazismo é a propaganda política baseada na exaltação das virtudes – reais e/ou supostas – do governante, bem como da divulgação positiva de sua figura. Hitler era idolatrado pelo povo e o próprio estado estimulava isso através da Educação ou propaganda na mídia.
1. Culto ao líder ou culto à Personalidade
Uma das estratégias do Nazismo é a propaganda política baseada na exaltação das virtudes – reais e/ou supostas – do governante, bem como da divulgação positiva de sua figura. Hitler era idolatrado pelo povo e o próprio estado estimulava isso através da Educação ou propaganda na mídia.
Para fortalecer a idolatria de Hitler, os governantes criaram até uma cultura de saudação que consistia em levantar o braço e dizer Heil Hitler (em português, Salve Hitler).
No Brasil, diferentemente dos outros partidos, o Partido dos Trabalhadores (PT) é o único partido nacional que idolatra uma figura única. O PT, através de muita propaganda, criou um herói, um líder que “governa para os pobres”.
No Brasil, diferentemente dos outros partidos, o Partido dos Trabalhadores (PT) é o único partido nacional que idolatra uma figura única. O PT, através de muita propaganda, criou um herói, um líder que “governa para os pobres”.
A estratégia do partido de fazer do Lula um “salvador” nacional foi um trabalho intenso com muita propaganda; começa desde os livros de história disponíveis em escolas públicas – que retratam a história de um menino pobre, trabalhador que chegou a presidência da república e reduziu a miséria – até filme com sua história patrocinado por empreiteiras corporativistas.
Lula e Hitler são idolatrados pela classe trabalhadora, que busca por um salvador que vai acabar com um inimigo inexistente.
2. Bandeira Vermelha
A Bandeira Vermelha é um emblema socialista e comunista associado particularmente com a esquerda revolucionária. Na consciência popular coletiva, a bandeira vermelha está fortemente associada com o comunismo, o sindicalismo e as manifestações populares.
2. Bandeira Vermelha
A Bandeira Vermelha é um emblema socialista e comunista associado particularmente com a esquerda revolucionária. Na consciência popular coletiva, a bandeira vermelha está fortemente associada com o comunismo, o sindicalismo e as manifestações populares.
Ela foi adotada inicialmente por socialistas e radicais republicanos nos movimentos revolucionários franceses de 1848, ostentando como símbolo o “sangue dos trabalhadores irritados”.
O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Partido Nazista) foi criado com o objetivo de atrair os trabalhadores. A ideia era concorrer com outros partidos de esquerda como Partido Comunista da Alemanha (Kommunistische Partei Deutschlands, KPD).
E para representar a luta dos trabalhadores, possui a mesma bandeira vermelha adotada pelos comunistas. O Partido Nazista adotava, além da bandeira, a mesma retórica, era contra o capitalismo, contra a burguesia e grandes empresários.
Mais tarde o foco do partido passou a ser antissemita e, apesar de semelhanças com os marxistas, se tornou antimarxista.
Da mesma forma que o Partido Nazista concorria com partidos comunistas para atrair os trabalhadores, o PT também enfrenta concorrentes no Brasil, como Partido Comunista do Brasil (PCdoB), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido da Causa Operária (PCO) e etc.
E todos esses partidos, assim como os nazistas, utilizam a bandeira vermelha para representar a luta de classe. Além da bandeira, todos essas partidos também possuem retórica semelhante ao dos nazistas com discurso anticapitalista e antiburguês.
3. Divisão por raça
Para tentar unir a maioria dos alemães e perpetuar-se no poder, Hitler encontrou uma maneira de colocar a culpa pela crise.
3. Divisão por raça
Para tentar unir a maioria dos alemães e perpetuar-se no poder, Hitler encontrou uma maneira de colocar a culpa pela crise.
A Alemanha em 1914-1923 passou por um período de hiperinflação causada por impressão de dinheiro do governo. E depois sofreu consequências da crise de 1929, causada pela expansão monetária pelo Banco Central americano, e efeitos do Pacto de Varsóvia [creio que o autor quis se referir ao Tratado de Versalhes].
Quando Hitler assumiu, ele precisava encontrar um culpado pelos problemas socioeconômicos da Alemanha, e resolveu colocar a culpa nos Judeus, que normalmente eram mais ricos que a média dos alemães, ou seja, eram da classe burguesa.
No Brasil, Lula enfrentou problemas com o aumento dos gastos públicos de seu governo e sofreu consequências da crise de 2008, causada novamente pelo Banco Central Americano que expandiu a moeda para fornecer crédito habitacional aos pobres.
Lula jogou a culpa da crise na “gente branca de olhos azuis”. Nas palavras do ex-presidente: “A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis, que antes pareciam saber de tudo, e, agora, demonstram não saber de nada”.
Além desse episódio, o PT usa a estratégia de dividir a sociedade entre negros e brancos como uma forma de enfraquecer a sociedade e se manter no poder.
4. Corporativismo
Apesar de ser socialista, Hitler não conseguiria chegar ao poder sem dinheiro do capital privado.
4. Corporativismo
Apesar de ser socialista, Hitler não conseguiria chegar ao poder sem dinheiro do capital privado.
O líder nazista teve que se aliar a grandes empresários alemães para governar a Alemanha, e utilizou uma retórica antiliberal e antimarxista, que fez unir grandes empresários alemães e a classe trabalhadora em uma mesma ideologia política.
No Brasil, a mesma estratégia se repetiu. Para o Lula chegar ao poder, teve que contar com a ajuda e financiamento de grandes empreiteiras.
E em troca, o Estado contratava os serviços dessas empresas ou destinava crédito subsidiado pelo BNDES. O resultado dessa aliança privado-estado, foi a criação do maior esquema de corrupção da história de um país democrático.
5. Desarmamento
Uma das formas de controle social estabelecidos por ditaduras é o desarmamento. O maior inimigo do estado não é somente um país que ameaça sua fronteira, mas também o povo armado que pode se rebelar contra o próprio governo.
5. Desarmamento
Uma das formas de controle social estabelecidos por ditaduras é o desarmamento. O maior inimigo do estado não é somente um país que ameaça sua fronteira, mas também o povo armado que pode se rebelar contra o próprio governo.
E o desarmamento, foi uma das estratégias de Hitler eliminar o inimigo interno declarado: o judeu. Primeiro, o ditador buscou saber quais judeus tinham armas e depois assinou uma lei em 1928, e também em 1938, para desarmar todos os judeus.
É óbvio que Hitler não iniciaria o holocausto antes de enfraquecer seus inimigos ao reduzir o número de armas nas mãos deles.
No Brasil, não se sabe qual é o principal objetivo do Partido dos Trabalhadores, se é por questão ideológica, de achar que desarmamento diminui criminalidade, ou se é questão política: desarmar o povo para governar com poder absoluto sem sofrer resistência.
O que acontece é que, independentemente do motivo, o PT passou pela vontade popular (no Referendo de 2005, o povo rejeitou o desarmamento civil), e criou o maior programa de desarmamento nacional de nossa história recente.
Algo semelhante aconteceu na Venezuela: o partido chavista, aliado dos petistas, também desarmou o povo. E o objetivo de reduzir a criminalidade (se é que era esse mesmo) falhou tanto na Venezuela quanto no Brasil.
O país chavista lidera no ranking de criminalidade mundial e o Brasil segue com a maior taxa de homicídios absolutos do mundo. Se não reduziu a criminalidade, qual seria o real motivo do desarmamento?
Não dá para afirmar, masdurante as manifestações na Venezuela contra o presidente Maduro, deu para perceber a força do presidente venezuelano com sua milícia bolivariana fortemente armada.
O povo foi desarmado e o presidente ficou protegido com uma milícia armada que chegou a matar muitos estudantes, e até uma ex-Miss Universo.
16 de maio de 2016
Cursou Ciência da Computação pela Unesp.
Trabalha em tecnologia da informação para o Valor Econômico.
in mujahdin cucaracha
PRESSÃO EM WASHINGTON
Graças à Dilma Rousseff, a ex-ministra Ideli Salvatti virou em 2015 assessora do secretário-geral da OEA, Luis Almagro. Nos EUA embolsa cerca de US$ 150 mil por ano, livres de impostos.
A petista conseguiu que o marido (o segundo tenente músico Jefferson Figueiredo) virasse representante do Brasil na Junta Interamericana de Defesa – salário anual da ordem de US$ 90 mil. Michel Temer pode demiti-lo quando quiser.
Já com Ideli, a decisão depende de pressão do Brasil sobre Almagro. Aliás, muita gente vê digitais da Ideli no recente comunicado da OEA, sobre não haver base legal no possível impeachment da presidente.
16 de maio de 2016
Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
GOLPE CUBANO
Cuba enviou uma nota para mais de uma dezena de organismos internacionais alertando para o “golpe” no Brasil.
A descoberta escandalosa foi feita por Jamil Chade, do Estadão:
"Na mensagem datada de 15 de maio, o governo cubano descreve o conteúdo da declaração como sendo 'sobre o golpe do estado parlamentar e judicial no Brasil'.
Em anexo, os diplomatas que abriam o documento podiam ler a declaração assinada em Havana no dia 12 de maio e já publicada que acusava Temer de ter 'usurpado o poder', apoiado pela 'grande imprensa reacionária e o imperialismo'.
'Dilma, Lula, o PT e o povo do Brasil contam e contarão sempre com toda a solidariedade de Cuba', indicou a nota, que ainda denuncia as 'manobras' da 'oligarquia' e a 'contraofensiva reacionária'.
O e-mail com a declaração foi direcionado para altos dirigentes da Organização Internacional do Trabalho, Organização Mundial do Comércio, para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, para a secretaria da ONU, Alto Comissariado da ONU para Refugiados, Organização Mundial da Saúde, União Internacional de Telecomunicações, UNAids, para o Programa da ONU para o Desenvolvimento e para o Programa da ONU para o Meio Ambiente, além de várias outras".
16 de maio de 2016
in Libertatum
FINALMENTE, TEMOS UM MINISTRO DA JUSTIÇA QUE FALA EM NOME DA LEI E DA CONSTITUIÇÃO DEMOCRÁTICAS!
Alexandre de Moraes concede uma entrevista impecável da primeira à última palavra
Impecável da primeira à última linha a entrevista concedida por Alexandre de Moraes, ministro da Justiça, à Folha desta segunda. Não tenho um só reparo a fazer. Se palavras se transformarem em ações — e Moraes demonstrou isso em outras circunstâncias —, então o país avançará.
Vamos lá. A manchete da Folha é esta: “Procuradoria não é poder absoluto, diz novo ministro”. Data vênia, há excessiva liberdade interpretativa no título porque basta ler a entrevista para verificar que Moraes não disse exatamente isso. Cumpre, assim, reproduzir a fala para que se entenda que o novo ministro não está criando uma zona de atrito com o Ministério Público Federal. Leiam: “O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto”.
Bem, se nenhum poder é absoluto, e não é mesmo, então não o é também o do Ministério Público, ora bolas! Ou viveríamos sob uma tirania do… Ministério Público.
Explico o contexto. Sem haver nenhuma prescrição constitucional, os procuradores da República passaram a “eleger” o procurador-geral da República entre seus pares. E fazem isso onde? Numa associação de caráter sindical, corporativo, chamada ANPR (Associação Nacional do Procuradores da República).
Acontece, meus caros, que os procuradores compõem o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, e este é apenas um dos entes do MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO, formado por:
a) o Ministério Público Federal;
b) o Ministério Público do Trabalho;
c) o Ministério Público Militar;
d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Entenderam? Os procuradores se outorgaram o direito de “eleger” o procurador-geral. O que diz a Constituição do Parágrafo 1º do Artigo 128? Isto:
“§ 1º – O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.”
Como se vê, não há nada aí sobre lista tríplice ou eleição. O que o ministro está dizendo na entrevista é que ele também quer saber “o que diz o livrinho”. Se a entidade sindical dos procuradores quer continuar a fazer eleição e lista tríplice, que faça. Mas suponho que também eles defendem que se cumpra a Constituição, certo? Se Temer quiser indicar o primeiro da lista quando chegar a hora, que indique. Mas não é obrigado.
Disse Moraes:
“O [procurador-geral da República Rodrigo] Janot foi nomeado há seis meses, ainda tem mais de um ano no cargo [até setembro de 2017]. Por isso eu nunca conversei com o presidente Temer sobre o tema. Mas o meu posicionamento é o de que devemos cumprir a Constituição.”
Exato.
Então agora cumpre recuperar a resposta inteira de Moraes sobre o MP. A ela:
“O que garante a autonomia do MP, e isso foi muito discutido na Constituinte, não é só a forma de escolha –até 1988, o presidente poderia indicar alguém de fora da carreira do MP para o cargo, agora tem que ser alguém de dentro dela. Mas o que garante a autonomia é a forma de destituição do procurador-geral. Ele tem hoje um mandato de dois anos. E só pode ser destituído se o presidente da República pedir e o Senado aprovar por maioria absoluta. Portanto, o presidente da República tem essa liberdade constitucional [de indicar o procurador-geral que não foi eleito pela categoria] dentro desses requisitos. Não é algo arbitrário. É uma questão de freios e contrapesos. O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto.”
Que se note: há um movimento na Polícia Federal para que também o cargo de diretor-geral decorra de uma eleição. Já me manifestei contra neste blog e pelas mesmas razões apontadas por Moraes: “Cada agente de investigação, cada delegado, tem que ter total autonomia para investigar, não pode sofrer pressões. Agora, a polícia faz parte da estrutura do Executivo. Se cada órgão se transformar num novo poder, vamos ter uma estrutura anárquica”.
Resposta igualmente perfeita. A República não é uma soma de corporações de ofício. Adiante.
O novo ministro foi indagado também sobre as operações de reintegração de posse. Respondeu como devem responder os que se subordinam ao Estado de Direito:
“A postura vai ser de cumprimento à Constituição e à legislação. Eu às vezes sou criticado por parte da imprensa por cumprir a lei. O cumprimento da lei, com firmeza, é [visto como] truculência. Se há uma invasão de índios e a determinação judicial de retirada, toda negociação vai ser feita. Agora, se houver um impasse, a lei vai ser cumprida. O poder público não tem o direito de desrespeitar uma ordem judicial, dentro da razoabilidade e apurando, como eu sempre apurei, qualquer excesso. Mas não é possível, como alguns defendem, a anarquia total, cada um faz o que quer. Hoje se invade um prédio publico, amanhã se invade, como se invadiu, a Assembleia Legislativa [de SP, ocupada por estudantes], depois o Tribunal de Justiça, depois a casa de qualquer pessoa.”
Assino embaixo.
E também falou sobre os tais movimentos sociais:
“Qual é o limite entre o direito de manifestação e a repressão a organizações que não estão se manifestando? É a prática de crime. Não importa se o movimento é de direita, de esquerda, de centro, liberal, conservador, para usar terminologias antigas. Todos têm direito de se manifestar. Absolutamente todos. São Paulo foi exemplo de tranquilidade e segurança nas grandes manifestações, tanto a favor como contra o impeachment. Então todos têm o direito de se manifestar, sem armas, de forma pacífica e com prévia comunicação às autoridades, à Polícia Rodoviária e à PF. O poder público tem que se prevenir, organizar e garantir que o protesto não fira os demais direitos. Ou seja, nenhum direito é absoluto. Manifestação em estrada que queime pneus, que por tempo não razoável impeça a circulação [de veículos], não é permitido. As pessoas precisam trabalhar, se locomover, o país precisa funcionar. Se a manifestação continuar por uma pista [da estrada], segue tendo visibilidade e não ultrapassa todos os demais direitos.”
É assim que fala um defensor da democracia. A minha paciência com chicaneiros no Ministério da Justiça já havia se esgotado. Não custa lembrar que o antecessor de Moraes na pasta, o senhor Eugênio Aragão, quando indagado sobre a violência dos movimentos de esquerda, saiu-se com uma resposta originalíssima: disse tratar-se apenas de uma das Leis de Newton: como, afirmou ele, havia um golpe em curso no país, então os defensores de Dilma e do PT respondiam com violência proporcional e contrária.
Entenderam a diferença entre um homem de estado e um estado ocupado por homens a serviço de ideologia?
Finalmente
A Folha indagou Moraes também sobre a momentosa questão das mulheres no ministério e da “visibilidade” que teriam certos temas porque sob os cuidados de “ministérios”. Mais uma vez, uma resposta que distingue o fato da demagogia: “Em 13 anos do governo anterior, tivemos essa Secretaria [de Política para as Mulheres] com status de ministério e o aumento da violência contra a mulher, no caso dos homicídios. E nenhum plano em relação a isso”.
Entenderam?
16 de maio de 2016
Reinaldo Azevedo
Impecável da primeira à última linha a entrevista concedida por Alexandre de Moraes, ministro da Justiça, à Folha desta segunda. Não tenho um só reparo a fazer. Se palavras se transformarem em ações — e Moraes demonstrou isso em outras circunstâncias —, então o país avançará.
Vamos lá. A manchete da Folha é esta: “Procuradoria não é poder absoluto, diz novo ministro”. Data vênia, há excessiva liberdade interpretativa no título porque basta ler a entrevista para verificar que Moraes não disse exatamente isso. Cumpre, assim, reproduzir a fala para que se entenda que o novo ministro não está criando uma zona de atrito com o Ministério Público Federal. Leiam: “O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto”.
Bem, se nenhum poder é absoluto, e não é mesmo, então não o é também o do Ministério Público, ora bolas! Ou viveríamos sob uma tirania do… Ministério Público.
Explico o contexto. Sem haver nenhuma prescrição constitucional, os procuradores da República passaram a “eleger” o procurador-geral da República entre seus pares. E fazem isso onde? Numa associação de caráter sindical, corporativo, chamada ANPR (Associação Nacional do Procuradores da República).
Acontece, meus caros, que os procuradores compõem o MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, e este é apenas um dos entes do MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO, formado por:
a) o Ministério Público Federal;
b) o Ministério Público do Trabalho;
c) o Ministério Público Militar;
d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios.
Entenderam? Os procuradores se outorgaram o direito de “eleger” o procurador-geral. O que diz a Constituição do Parágrafo 1º do Artigo 128? Isto:
“§ 1º – O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República, nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira, maiores de trinta e cinco anos, após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal, para mandato de dois anos, permitida a recondução.”
Como se vê, não há nada aí sobre lista tríplice ou eleição. O que o ministro está dizendo na entrevista é que ele também quer saber “o que diz o livrinho”. Se a entidade sindical dos procuradores quer continuar a fazer eleição e lista tríplice, que faça. Mas suponho que também eles defendem que se cumpra a Constituição, certo? Se Temer quiser indicar o primeiro da lista quando chegar a hora, que indique. Mas não é obrigado.
Disse Moraes:
“O [procurador-geral da República Rodrigo] Janot foi nomeado há seis meses, ainda tem mais de um ano no cargo [até setembro de 2017]. Por isso eu nunca conversei com o presidente Temer sobre o tema. Mas o meu posicionamento é o de que devemos cumprir a Constituição.”
Exato.
Então agora cumpre recuperar a resposta inteira de Moraes sobre o MP. A ela:
“O que garante a autonomia do MP, e isso foi muito discutido na Constituinte, não é só a forma de escolha –até 1988, o presidente poderia indicar alguém de fora da carreira do MP para o cargo, agora tem que ser alguém de dentro dela. Mas o que garante a autonomia é a forma de destituição do procurador-geral. Ele tem hoje um mandato de dois anos. E só pode ser destituído se o presidente da República pedir e o Senado aprovar por maioria absoluta. Portanto, o presidente da República tem essa liberdade constitucional [de indicar o procurador-geral que não foi eleito pela categoria] dentro desses requisitos. Não é algo arbitrário. É uma questão de freios e contrapesos. O poder de um MP é muito grande, mas nenhum poder pode ser absoluto.”
Que se note: há um movimento na Polícia Federal para que também o cargo de diretor-geral decorra de uma eleição. Já me manifestei contra neste blog e pelas mesmas razões apontadas por Moraes: “Cada agente de investigação, cada delegado, tem que ter total autonomia para investigar, não pode sofrer pressões. Agora, a polícia faz parte da estrutura do Executivo. Se cada órgão se transformar num novo poder, vamos ter uma estrutura anárquica”.
Resposta igualmente perfeita. A República não é uma soma de corporações de ofício. Adiante.
O novo ministro foi indagado também sobre as operações de reintegração de posse. Respondeu como devem responder os que se subordinam ao Estado de Direito:
“A postura vai ser de cumprimento à Constituição e à legislação. Eu às vezes sou criticado por parte da imprensa por cumprir a lei. O cumprimento da lei, com firmeza, é [visto como] truculência. Se há uma invasão de índios e a determinação judicial de retirada, toda negociação vai ser feita. Agora, se houver um impasse, a lei vai ser cumprida. O poder público não tem o direito de desrespeitar uma ordem judicial, dentro da razoabilidade e apurando, como eu sempre apurei, qualquer excesso. Mas não é possível, como alguns defendem, a anarquia total, cada um faz o que quer. Hoje se invade um prédio publico, amanhã se invade, como se invadiu, a Assembleia Legislativa [de SP, ocupada por estudantes], depois o Tribunal de Justiça, depois a casa de qualquer pessoa.”
Assino embaixo.
E também falou sobre os tais movimentos sociais:
“Qual é o limite entre o direito de manifestação e a repressão a organizações que não estão se manifestando? É a prática de crime. Não importa se o movimento é de direita, de esquerda, de centro, liberal, conservador, para usar terminologias antigas. Todos têm direito de se manifestar. Absolutamente todos. São Paulo foi exemplo de tranquilidade e segurança nas grandes manifestações, tanto a favor como contra o impeachment. Então todos têm o direito de se manifestar, sem armas, de forma pacífica e com prévia comunicação às autoridades, à Polícia Rodoviária e à PF. O poder público tem que se prevenir, organizar e garantir que o protesto não fira os demais direitos. Ou seja, nenhum direito é absoluto. Manifestação em estrada que queime pneus, que por tempo não razoável impeça a circulação [de veículos], não é permitido. As pessoas precisam trabalhar, se locomover, o país precisa funcionar. Se a manifestação continuar por uma pista [da estrada], segue tendo visibilidade e não ultrapassa todos os demais direitos.”
É assim que fala um defensor da democracia. A minha paciência com chicaneiros no Ministério da Justiça já havia se esgotado. Não custa lembrar que o antecessor de Moraes na pasta, o senhor Eugênio Aragão, quando indagado sobre a violência dos movimentos de esquerda, saiu-se com uma resposta originalíssima: disse tratar-se apenas de uma das Leis de Newton: como, afirmou ele, havia um golpe em curso no país, então os defensores de Dilma e do PT respondiam com violência proporcional e contrária.
Entenderam a diferença entre um homem de estado e um estado ocupado por homens a serviço de ideologia?
Finalmente
A Folha indagou Moraes também sobre a momentosa questão das mulheres no ministério e da “visibilidade” que teriam certos temas porque sob os cuidados de “ministérios”. Mais uma vez, uma resposta que distingue o fato da demagogia: “Em 13 anos do governo anterior, tivemos essa Secretaria [de Política para as Mulheres] com status de ministério e o aumento da violência contra a mulher, no caso dos homicídios. E nenhum plano em relação a isso”.
Entenderam?
16 de maio de 2016
Reinaldo Azevedo
A IMPLOSÃO DO PT, UM BENEFÍCIO PARA O PAÍS
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Editorial do Estadão fala "crise estrutural do PT", mas o que vemos, de fato, é a implosão desse partido que tem aversão à realidade à democracia, seguindo a trajetória traçada pelo tiranete Lula: "incoerência, corrupção e decepção". Já vão tarde:
O problema do PT não é apenas o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. As dificuldades da legenda são mais graves, mais profundas e mais duradouras que o afastamento de Dilma do cargo de presidente. Quem faz essa afirmação não é a oposição. A deplorável situação do partido foi detectada por pesquisa realizada no final de 2015 pela Fundação Perseu Abramo, entidade criada pelo PT como espaço de reflexão política e ideológica. Os resultados do estudo foram tão negativos que o seu acesso foi proibido até mesmo a alguns integrantes da executiva nacional do partido. Só agora, a partir de reportagem do Estado, os dados vieram a público.
Feita apenas com eleitores que votaram em Dilma Rousseff em 2014, a parte qualitativa da pesquisa apontou uma enorme disparidade entre a anterior imagem do partido e a atual. Os entrevistados pela Fundação Perseu Abramo referiram-se ao PT antes do governo como “progressista, convincente, esperançoso, promissor, de futuro, realizador, forte, evolutivo, em ascensão, limpo, ótimo, sólido e do povo”. Hoje, veem o PT como um partido “de direita, desacreditado, decepção, fracassado, sem expectativa, quebrado, deprimente, massacrado, desmoralizado, corrupção, ruim, dividido e traidor”.
Os resultados da pesquisa quantitativa, feita com eleitores de todas as tendências, são igualmente ruins para a legenda. No ranking de preferência partidária, o PT passou de 28% em maio de 2014 para 14% em novembro de 2015. E a rejeição do PT aumentou de 18% para 32%. Se, em março de 2013, 52% dos eleitores diziam que o PT era o partido que defendia os brasileiros, agora são apenas 14%.
Tendo em vista o discurso de transformação apregoado pelo PT desde sua criação, é mais que significativo o dado revelado na pesquisa da Fundação Perseu Abramo: o porcentual de pessoas que veem o PT como o partido das reformas caiu de 43% para 9%. Ou seja, a imensa maioria da população detecta uma profunda incoerência entre o que o partido diz e aquilo que o partido faz.
Outro dado que mostra como a população brasileira não é indiferente aos males causados pelo PT é a defesa da extinção do partido por quase metade (46%) das pessoas ouvidas na pesquisa. Os entrevistados também não manifestaram muita confiança na honestidade dos membros do partido, quesito que desperta em 72% das pessoas um sentimento negativo. Apenas 13% afirmaram ter um sentimento positivo em relação à integridade dos petistas.
O estudo é incisivo sobre as causas da crise petista: “À corrupção se atribui a origem de toda crise ora vivenciada. De modo difuso entende-se que o partido foi se perdendo ao longo do tempo. Fez alianças que contrariam seus princípios de origem e ‘entregou-se à ganância’, colocando interesses pessoais – leia-se enriquecimento ilícito – acima dos interesses do povo e, consequentemente, traindo o ideário do próprio partido. Tornou-se um partido igual a todos os outros. E, nesse processo, perdeu sua identidade e a confiança dos brasileiros”.
Para sair da profunda crise, alguns dirigentes do partido veem a necessidade de uma volta às origens, o que envolveria uma reconexão com movimentos sociais, além da depuração dos quadros partidários e do abandono de práticas ilegais. Isso, no entanto, parece estar ainda no plano da reflexão teórica. A depender de Lula, tudo fica como está – apenas muda a retórica. Como afirmou o ex-presidente numa reunião do partido em abril, “a elite nos empurrou de volta à luta de classes. Não fomos nós que pedimos”.
Aos olhos de Lula, tudo o que o PT sofre é obra dos outros. Manifesta assim uma absoluta incapacidade de enxergar a realidade – foi ele quem empurrou o partido para a profunda crise na qual se encontra. É certo que Dilma Rousseff contribuiu eficazmente para o aumento da rejeição ao PT. Mas não resta dúvida de que o condutor do partido nessa trajetória de incoerência, corrupção e decepção foi Luiz Inácio Lula da Silva.
16 de maio de 2016
in blog do orlando tambosi
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