"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

quarta-feira, 6 de março de 2019

JEAN WYLLYS EM PORTUGAL: A VITÓRIA MARXISTA EM COIMBRA

CONVERSAS OPRESSORAS

ESCOLA NO REINO UNIDO: A SUBMISSÃO PROGRESSISTA

BOLSONARO E VÍDEO DE BAIXARIA NO TWITTER SOBRE O CARNAVAL

PROCURADOR DO DF PERSEGUE BOLSONARO

BOLSONARO E O VÍDEO MALDITO

CARNAVAL GOSPEL DAS HERESIAS DO FIM DO MUNDO. O SAMBA DAS HERESIAS E O MUNDO CONVERTENDO A IGREJA

SÃO PAULO, CALDEIRÃO DE RAÇAS E CULTURAS

BOLSONARO CELEBRA SALDO POSITIVO DE R$ 30 BILHÕES NAS CONTAS DO GO VERNO



Ao comemorar o superávit primário de R$ 30,238 bilhões registrado em janeiro, Bolsonaro afirmou nesta terça-feira (5) que o Brasil está retomando a trajetória de crescimento.

Em seu perfil pessoal no Twitter, o presidente Jair Bolsonaro voltou a defender reformas, como a que prevê alterações da legislação previdenciária, para atrair investimentos que podem impulsionar a economia do Brasil.

“Nós estamos mudando o Brasil! Resgatar o crescimento de nossa economia é um dos primeiros passos rumo a prosperidade”, celebrou Bolsonaro.

O resultado das contas públicas foi divulgado na última quarta-feira (27) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

Os números mostraram que, apesar de uma leve queda das receitas, na comparação com janeiro de 2018, as receitas totalizaram R$ 137,049 bilhões, enquanto as despesas somaram R$ 106,811 bilhões. Os gastos também recuaram (2,3%).

O conceito primário não inclui os gastos do governo com o pagamento dos juros da dívida pública.

Quando as receitas do governo federal com impostos e contribuições superaram as despesas, o resultado é de superávit. Quando acontece o contrário, o resultado é de déficit.


06 de março de 2019
renova mídia

GENERAL HAMILTON MOURÃO E OS "DIVERGENTES". SERIA A "DIVERGÊNCIA" UMA NOVA CATEGORIA DA FILOSOFIA POLÍTICA?





Acima, na primeira foto, o governador comunista do Maranhão, Flavio Dino e o vice-Presidente da República, General Hamilton Mourão, num abraço cordial. Logo abaixo Flavio Dino no carnaval segura o martelo e a moça a foice, compondo o símbolo do comunismo. 
Dino é, segundo o manual de política de Mourão um "divergente".

Quando se constata nos veículos da grande mídia um volume muito grande daquilo que se pode considerar como "fofoca política" na verdade trata-se, como se costuma dizer, de um "balão de ensaio". Podem ser os primeiros passos de uma tomada de posição por determinado agente político e seus áulicos a médio ou longo prazo.

É o caso, por exemplo, do vice-Presidente da República, o General Mourão. Desde que foi entronizado no cargo o General Mourão tem falado mais do que o "homem da cobra", aquele sujeito dos velhos camelôs que atraia clientes mantendo uma serpente dentro de uma maleta e a todo momento ameaçando soltar o réptil.

Na verdade, Mourão fala como se fosse o próprio Presidente da República, quando o cargo de Vice-Presidente exige, além de total discrição e comedimento, uma inquestionável lealdade ao Presidente da República. 
Esses requisitos são imprescindíveis para que as mensagens e decisões do Presidente da República não sofram qualquer ruído, afinal ele, o Presidente, é o responsável pelas tomadas de decisão do Governo como um todo. A menos que o titular esteja ausente por qualquer motivo.

O caso da recente exoneração da ongueira esquerdista Illona Zsabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária é um dos casos emblemáticos. 
Zsabó dirige a ONG comunista Igarapé mantida financeiramente por organizações esquerdistas, como a Open Society Foundations, de propriedade do mega investidor milionário George Soros. Aliás Soros é na atualidade o maior apoiador financeiro do movimento comunista no mundo, inclusive nos Estados Unidos.

Acresce a tudo isso o fato de que até agora ninguém sabe a razão pela qual o Ministro Sergio Moro nomeou Ilona Zsabó. Mas se sabe que essa mulher fez uma ardorosa campanha contra o Presidente Jair Bolsonaro. E isso já é o bastante para jamais se colocar no Governo esse tipo de gente.




Este print é do site do PCdoB, o partido do governador do Maranhão, Flavio Dino. A matéria é de 9 de outubro de 2018 descendo o cacete no então candidato a Vice-Presidente, General Hamilton Mourão. E bota "divergência" nisso. Confira clicando aqui

MOSCAS VAREJEIRAS EXCITADAS
A exemplo dos demais militares de alta patente Hamilton Mourão era um ilustre desconhecido até que começou a dar pitacos sobre política quando era Comandante do Exército na Região Sul, sediado em Porto Alegre.
Os  comunistas, que Mourão atualmente reputa como pessoas que têm "ideias divergentes", sentiu no próprio pelo como agem, quando a Dilma o destituiu do cargo. Mourão, se não me engano assumiu o setor de Economia do Exército até que foi para a reserva e daí pulou para candidato a Vice-Presidente. 
Seu partido é o nanico PRTB - Partido Renovador Trabalhista Brasileiro, uma dessas agremiações nanicas que enriquece a cúpula com a generosa verba destinada a partidos políticos. De repente virou candidato a Vice na chapa de Jair Bolsonaro.

Investido no cargo de Vice-Presidente da República passou a ser imediatamente paparicado pelas moscas varejeiras da grande mídia. Qualquer conversa de jornalistas com Mourão, como se diz no jargão de redação, rende matéria. 
E pelo ineditismo e contrariedade ao próprio discurso do Presidente Bolsonaro, muitas vezes essas matérias são replicadas ad nauseam por todos os veículos da grande mídia. Abram o Google e digitem Mourão para terem uma ideia.

E nem o longo feriado carnavalesco impediu o General Hamilton Mourão de continuar falando aos jornalistas. Tanto é que o jornal Valor Econômico mandou ver e o site O Antagonista repercutiu, anotando:

"Hamilton Mourão lamentou, em entrevista ao Valor, a dispensa de Ilona Szabó do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária.

“Eu acho que perde o Brasil. Perde o Brasil todas as vezes que você não pode sentar numa mesa com gente que diverge de você. O Brasil perde. Não é a figura A, B ou C. Perde o conjunto do nosso país e nós temos que mudar isso aí”.


O vice disse não ver influência dos filhos de Bolsonaro na saída, mas à “ala radical” de apoiadores do presidente e também dos que apoiam Ilona “que também diziam ‘você não tem que estar junto ai, você não tem que estar com esse pessoal'”.

Como se nota, Hamilton Mourão ou está equivocado, ou não entende de política, ou entende e está cumprindo uma missão no mínimo estranha, já que o Presidente Jair Bolsonaro foi generosamente eleito por milhares de eleitores justamente por suas propostas de viés eminentemente conservador que colidem frontalmente com propostas comunistas. E causa mais estranheza ainda o fato de Mourão considerar os comunistas como pessoas que apenas "divergem".


A julgar pelas análises de Mourão, esquerdistas como Nicolas Maduro, são apenas pessoas que " divergem" ou ainda o defunto Fidel Castro, que com as suas "divergências", estabeleceu uma ditadura comunista que já dura 60 anos!

Completando: recentemente Mourão recebeu em seu gabinete e se despediu com um abraço o governador comunista do Maranhão Flavio Dino, do PCdoB. 
Se o governador Dino foi bater às portas do Governo Federal no interesse de seu Estado teria, obviamente de ser recebido pelo Presidente da República. 
Flavio Dino, nas contas de Mourão, certamente é uma dessas pessoas "divergentes". Tão divergente que fez uma foto neste carnaval usando como adereço a foice e o martelo que compõem a bandeira comunista do seu partido, o PCdoB.

Se "divergência" é uma nova categoria da Filosofia Política, o General Hamilton Mourão está inovando. A ver.

06 de março de 2019
in aluizio amorim

CIRO GOMES PROFETIZA: "BOLSONARO VAI RENUNCIAR"

VÍDEO POSTADO POR BOLSONARO SIGNIFICA QUEBRA DE DECORO E DA LITURGIA DA PRESIDÊNCIA

Imagem relacionada
Especialistas ouvidos pelo Globo nesta quarta-feira classificaram como inadequadas as publicações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro em relação a atos obscenos no carnaval de rua. Bolsonaro compartilhou na noite de terça-feira um vídeo em que dois foliões do Blocu, em São Paulo, praticavam o fetiche chamado de “golden shower” (chuva dourada, que envolve o ato de urinar no parceiro ou na parceira) ao ar livre — no dia seguinte, ele perguntou a internautas do que se tratava a expressão em inglês. Junto às imagens, o presidente fez ponderações sobre as manifestações carnavalescas e disse que era preciso “expor a verdade” sobre o que têm “virado muitos blocos de rua”.
Segundo o jurista Miguel Reale Júnior, a publicação do post  configura quebra do decoro e poderia até mesmo justificar um pedido de processo de impeachment do presidente. Em 2015, Reale foi um dos autores do pedido que levou à saída de Dilma Rousseff (PT) do cargo.
DESCONHECIMENTO – Para Roberto Romano, professor de Ética e Filosofia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a postura do presidente revela uma falta de conhecimento dele sobre o cargo para o qual foi eleito em outubro do ano passado. O filósofo compara as postagens de Bolsonaro a declarações dos ex-presidentes Fernando Collor de Mello (que em 1991 disse que tinha nascido com “aquilo roxo”) e Luiz Inácio Lula da Silva (em 2000, quando chamou a cidade de Pelotas, no Rio Grande do Sul, de “exportadora de veados”).
— Bolsonaro cometeu um atentado ao decoro público, ao decoro do cargo e da República brasileira. Foi um dos atentados mais violentos que um chefe de Estado já fez à moralidade pública. É ainda pior, para além das imagens, ele ter afirmado que esse comportamento é comum nas festas de carnaval do país. Ele atribuiu o comportamento de duas pessoas a milhões e milhões delas. Com que direito ele faz isso? — questiona Romano.
IGUAL A VÉLEZ – O especialista disse ainda que o presidente repetiu o comportamento do ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, que em entrevista à revista “Veja” classificou turistas brasileiros no exterior como “canibais” que roubam objetos de hotéis e aviões.
— Um chefe de Estado não pode caluniar o próprio povo. A suposição de que todos o Brasil vive à beira de uma eclosão obscena não pode ser provada. Bolsonaro precisa ter cuidado com as próximas publicações, ou vai conseguir conquistar a antipatia da população — projetou Romano.
LAMENTÁVEL – Professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em marketing político, Gaudêncio Torquato chamou a publicação de “lamentável” e disse acreditar que Bolsonaro até poderia tecer críticas ao carnaval, mas sem compartilhar as imagens. A publicação do conteúdo teria representado uma quebra da liturgia presidencial.
— O presidente tem que cumprir uma liturgia do poder. O cargo exige comportamentos e atitudes que contemplam a cena escatológica e pornográfica. Se ele tinha a intenção de mostrar que o carnaval tem práticas como essa, não poderia recorrer a esse fato dantesco — disse Torquato.
Para o profissional, o discurso de Bolsonaro vai contra à ideia que o próprio presidente costuma defender quando afirma que a socidade brasileira não pode se dividir em grupos maioritários e minoritários, mas sim ser tratada com unidade. “A atitude dele acirra o discurso do “nós contra eles”. Separa a socidade e faz com que nasçam mais barreiras entre grupos sociais” — sustenta Torquato.
IMPULSIVIDADE DO CLÃ – No campo do marketing político, Roberto Gondo, professor de Comunicação Política da Universidade Mackenzie, acredita que a atitude de Bolsonaro foi inadequada e desaconselhável mas está, em parte, coerente à estratégia que o presidente e os filhos têm adotado ao utilizar as redes sociais.
—  O clã dos Bolsonaro têm apelado muito mais para a impulsividade, usa mais a emoção do que a razão. Na tentativa de agradar a um determinado grupo, o presidente acabou se posicionando de forma agressiva para um ocupante do cargo. Mas ele e os filhos sabem exatamente o caminho que as redes percorrem, tanto que abusaram disso durante a campanha eleitoral. Seria mentira dizer que são ingênuos quando adotam posturas como essa —  defende Gondo.
FOI UM ERRO – O propósito de não demonstrar uma opinião equilibrada sobre o carnaval e outros inúmeros temas é, para o docente, um reforço da imagem responsável por conquistar a preferência do eleitorado e da expressiva base de admiradores bolsonaristas:
— A postagem o coloca ao lado dos eleitores mais cativos. Se ele deixar de posicionar como o “mito” que construiu, as pessoas podem identificá-lo como frágil. Dentro das percepções de comunicação estratégica, trata-se de um erro. Mas Bolsonaro nunca se vendeu como uma pessoa que busca o equilíbrio e tenta atender a todos os grupos — pontua Gondo.

06 de março de 2019
João Paulo SaconiO Globo

GAVIÕES DA FIEL: JESUS PERDE PRO DIABO

PRESIDENTE COLOCA ARTISTAS PRA CORREREM

BOLSONARO QUEBRA DECORO




Bolsonaro quebra decoro

06 de março de 2019