"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

DESARQUIVAMENTO DA CPI LAVA JATO DO STF. PROVA DE FOGO PARA DAVI ALCOLUMBRE

KAJURU EM DISCURSO IMPECÁVEL, DENUNCIA AS REGALIAS QUE O STF TEM EM ABSURDO EM CIMA DE ABSURDO

ALEXANDRE GARCIA DETALHA CASO CARLOS BOLSONARO E BEBIANO E A PEC QUE PODE DERRUBAR 4 MINISTROS DO STF

PETISTAS TENTAM COMEMORAR OS 39 ANOS DO PT, MAS INTERNAUTAS MELAM A 'FESTINHA'

GILMAR MENDES É MAIS RICO QUE LULA! "É MUITO DINHEIRO"

ENTENDA MELHOR A MOLECAGEM QUE BEBIANO FEZ COM BOLSONARO

GLOBO E ANTAGONISTA NO EPICENTRO DA CRISE BOLSONARO/BEBIANO

RESULTADO DA OPERAÇÃO DA TRANSFERÊNCIA DOS LÍDERES DO PCC

320 MILHÕES DE GILMAR MENDES E GUIOMAR




320 MILHÕES DE GILMAR MENDES E GUIOMAR

15 de fevereiro de 2019

PAULO DINIZ: "E AGORA, JOSÉ" (TEXTO DE CARLOS DRUMMOND)

28 de fev de 2010 - Vídeo enviado por ANuezaDaAlma
Paulo Diniz - "E agoraJosé" (texto de Carlos Drummond de Andrade) ...Musica Ruim, Principe ...

15 de fevereiro de 2019

https://lorotaspoliticaseverdades.blogspot.com/2019/02/paulo-diniz-e-agora-jose-texto-de.html

LEANDRO KARNAL: NÃO PERCA TEMPO COM GENTE BABACA

OS MELHORES POEMAS DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE... (ENTRE OUTROS TAMBÉM MELHORES!)

ARMÍNIO FRAGA ERROU! NÃO É VERDADE QUE O PAÍS GASTE 28% DO PIB COM A PREVIDÊNCIA

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Armínio Fraga disse uma asneira incrível sobre a Previdência
O ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, em reportagem de Daiane Costa e Cássia Almeida, edição de ontem de O Globo, disse que o Brasil gasta 28% de seu Produto Interno Bruto com o pagamento de aposentadorias pelo INSS e também pelas aposentadorias e pensões dos funcionários públicos, além de incluir nesse cálculo pagamento dos funcionários em atividade. Para mim, o ex-presidente do Banco Central exagerou na dose. Afinal de contas, o Produto Interno Bruto Brasileiro supera a escala de 6 trilhões de reais.
Projetadas sobre o PIB as despesas com todos esses itens, vamos verificar que o desembolso anual do governo com a folha de salários e a cobertura do déficit do INSS está muito longe de atingir a escala de aproximadamente 2 trilhões de reais.
FAZENDO AS CONTAS – Basta lembrar que recentemente o governo afirmou que o déficit do INSS em 2018 foi de 190 bilhões de reais. É preciso inclusive explicar que esse déficit decorre da diferença entre receita e despesa com o pagamento do INSS. O desembolso foi de 790 bilhões de reais, contra uma receita de 600 bilhões de reais. Daí o déficit apresentado pelo governo.
Não se pode confundir o déficit existente com o encargo total da folha de salários. De mesma forma, não vale a pena exibir a despesa do INSS como um todo isolado, sem incluir a receita. Da maneira equivocado que Armínio Fraga coloca, para os menos avisados pode parecer uma verdade absoluta. Mas no final de contas, não se pode achar que 790 bilhões devam entrar na relação de despesas, sem que também entrem os números da receita.
REDUÇÃO DE JUROS – Na última reunião do Copom, que manteve a taxa Selic em 6,5 ao ano (reportagem de Gabriela Valente, também em O Globo), foi atribuída à reforma da Previdência a redução dos juros cobrados pelo mercado, além de incentivo ao crescimento do PIB. Não vejo como vincular os dois assuntos repousando-os na reforma do sistema previdenciário.
Os juros reais cobrados a empresários e pessoas físicas são fixados pelos bancos, principalmente pelo Itaú, Bradesco e Santander. Quanto ao crescimento econômico, não depende da reforma da Previdência, mas sim da queda do nível de desemprego.
DESINFORMAÇÃO – Vejam os leitores os absurdos que estão povoando a administração brasileira. A desinformação, por exemplo, é um problema crítico para qualquer governo. Vejam só. O ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente, além de não atribuir importância a Chico Mendes, assassinado em 1988, ainda por cima classificou o líder dos trabalhadores como um grileiro atuando na Amazônia.
Demonstrou não ter o mínimo conhecimento da luta de Chico Mendes pelo meio ambiente. A reação veio de todos os lados, inclusive do vice-presidente da República Hamilton Mourão.
“Chico Mendes faz parte da história do Brasil”, destacou o general, respondendo à insignificância cultural do ministro.

15 de fevereiro de 2019
Pedro do Coutto

BISPO REBATE OFENSIVA DO GOVERNO CONTRA A IGREJA: "IGUAL, SÓ VIMOS NA DITADURA"

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Governo não pode interferir nos assuntos da Igreja, diz o bispo
A Igreja Católica não deve se intimidar com a ofensiva do Planalto contra a sua atuação na Amazônia. O ministro Augusto Heleno fez críticas a um seminário convocado pelo papa Francisco para discutir os problemas da região. Em vez de calar os bispos, aumentou a insatisfação do clero com o governo.
O jornal “O Estado de S. Paulo” revelou que relatórios da Abin descrevem a CNBB como “potencial opositora”. O general Heleno se referiu ao Sínodo da Amazônia como “interferência em assunto interno do Brasil”. Acrescentou que pretende “neutralizar” o evento religioso.
“ARAPONGAS” – O bispo do Marajó, dom Evaristo Spengler, afirma que não cabe ao governo monitorar os debates da Igreja. Ele diz que o clero já suspeitou da presença de arapongas numa assembleia em Marabá. “Isso é um retrocesso que só vimos na ditadura militar”, protesta.
Dom Evaristo esclarece que o papa anunciou o seminário em 2017, muito antes da eleição de Jair Bolsonaro. Ele diz que a Igreja “não é neutra”, o que não significa que tenha partido. “A Igreja está do lado dos mais fracos, dos mais pobres, dos ribeirinhos e dos indígenas”, afirma.
INTERESSES – Para o religioso, o discurso do governo esconde interesses econômicos. “Estão incentivando um modelo predatório de desenvolvimento, que extrai as riquezas da floresta e deixa a população na pobreza”, critica. “Querem construir hidrelétricas, abrir rodovias e permitir o avanço do agronegócio e das mineradoras”.
Desde a campanha, Bolsonaro trata ONGs e ambientalistas como inimigos. Ele acusa as entidades de atentarem contra a soberania nacional e planejarem a “internacionalização” da Amazônia. A pregação tem eco no núcleo militar do governo. “Isso é uma fantasia para justificar a exploração predatória da floresta. Estamos no tempo das fake news”, rebate dom Evaristo.
CHICO MENDES – Na segunda-feira, o ministro do Meio Ambiente aumentou a tensão com a Igreja ao ofender a memória de Chico Mendes, assassinado em 1988. Segundo Ricardo Salles, o líder seringueiro usava a luta ambiental para “se beneficiar”.
A declaração revoltou a ala progressista do clero. “Querem desqualificar quem defende os povos da Amazônia”, afirma o bispo do Marajó.

15 de fevereiro de 2019
Bernardo Mello Franco
O Globo