Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores. Replicamos os melhores comentários e análises críticas, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
domingo, 31 de julho de 2016
ASSISTA EM TELA CHEIA: DIA 31 DE JULHO: DIA NACIONAL DO BRASILEIRO HONESTO
MANIFESTAÇÃO NACIONAL 31 JULHO 2016 - YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=z7kcGBVX-hE
16 de jun de 2016 - Vídeo enviado por Universo
31 de JULHO de 2.016 " Manifestação Nacional " , Contra o Comunismo ... NOBRASIL DIA 31 DE JULHO ...
31 DE JULHO DE 2016
Postado por m.americo
TURQUIA: EXPURGOS PROSSEGUEM E ISLAMIZAÇÃO AVANÇA
Conforme havíamos informado em artigo anterior, existem evidências cada vez mais fortes de que o ditador Recep Erdogan esteja conduzindo uma autêntica revolução islâmica na Turquia, eliminando o caráter secular das instituições de estado do país e encaminhando para se tornar uma teocracia islâmica nos mesmos moldes do regime iraniano. Os expurgos e perseguições continuam a dar a tônica na vida política turca após o aparente fracasso da tentativa de intervenção militar de dias atrás.
Na quarta-feira, o regime de Erdogan mandou fechar 130 veículos de imprensa no país, incluindo emissoras de rádio e de televisão e agências de notícias, além de jornais e revistas e distribuidores de publicações. Os expurgos também prosseguem nas forças armadas. Na mesma quarta-feira, mais 1.600 militares foram expulsos das corporações, incluindo 149 generais e almirantes, o que representa quase a metade dos oficiais de alta patente da totalidade das forças armadas turcas. Fontes citadas pela Al Jazeera também informam que Erdogan já decidiu fechar todas as escolas militares do país, enviando os cadetes para escolas civis comuns.
Depois da derrota da tentativa de intervenção militar, a Turquia vive sob estado de emergência, o que confere ao regime do ditador Erdogan a possibilidade de mandar prender qualquer pessoa por até trinta dias sem qualquer acusação formal e sem necessidade de decisão judicial. O próprio Ministério do Interior reconhece que já foram efetuadas cerca de quinze mil prisões e que cerca de oito mil e quinhentos militares foram desligados das forças armadas do país.
A aparente revolução islâmica que vem sendo conduzida por Erdogan parece ter como alvo estratégico as forças armadas do país, que são a oitava do mundo em termos de poderio bélico e que há décadas têm sido as responsáveis por manter o caráter secular das instituições de estado da Turquia e por manter o país de maioria muçulmana na esfera do mundo ocidental. Caso Erdogan seja bem sucedido em seu esforço de promover expurgos nas forças armadas, excluindo de seu comando os elementos seculares, ele conseguirá derrubar a única barreira que impedia a Turquia de se tornar uma autêntico estado islâmico, com o agravante de que o país faz parte da OTAN.
A possível transformação da Turquia em um regime teocrático muçulmano, o surgimento e a estabilização da monstruosidade representada pelo Estado Islâmico no Levante e a consolidação do Irã como potência nuclear são todos eles fatos geopolíticos decorrentes da política externa do socialista muçulmano Barack Obama. Conforme mostramos nesse outro artigo aqui, Obama se constituiu na figura mais perniciosa para o mundo ocidental nesse início de século, e após oitos anos à frente da Casa Branca deixará como legado um mundo mais inseguro e mais vulnerável à guerra permanente que o islamismo trava contra a civilização ocidental.
31 de julho de 2016
Na quarta-feira, o regime de Erdogan mandou fechar 130 veículos de imprensa no país, incluindo emissoras de rádio e de televisão e agências de notícias, além de jornais e revistas e distribuidores de publicações. Os expurgos também prosseguem nas forças armadas. Na mesma quarta-feira, mais 1.600 militares foram expulsos das corporações, incluindo 149 generais e almirantes, o que representa quase a metade dos oficiais de alta patente da totalidade das forças armadas turcas. Fontes citadas pela Al Jazeera também informam que Erdogan já decidiu fechar todas as escolas militares do país, enviando os cadetes para escolas civis comuns.
Depois da derrota da tentativa de intervenção militar, a Turquia vive sob estado de emergência, o que confere ao regime do ditador Erdogan a possibilidade de mandar prender qualquer pessoa por até trinta dias sem qualquer acusação formal e sem necessidade de decisão judicial. O próprio Ministério do Interior reconhece que já foram efetuadas cerca de quinze mil prisões e que cerca de oito mil e quinhentos militares foram desligados das forças armadas do país.
A aparente revolução islâmica que vem sendo conduzida por Erdogan parece ter como alvo estratégico as forças armadas do país, que são a oitava do mundo em termos de poderio bélico e que há décadas têm sido as responsáveis por manter o caráter secular das instituições de estado da Turquia e por manter o país de maioria muçulmana na esfera do mundo ocidental. Caso Erdogan seja bem sucedido em seu esforço de promover expurgos nas forças armadas, excluindo de seu comando os elementos seculares, ele conseguirá derrubar a única barreira que impedia a Turquia de se tornar uma autêntico estado islâmico, com o agravante de que o país faz parte da OTAN.
A possível transformação da Turquia em um regime teocrático muçulmano, o surgimento e a estabilização da monstruosidade representada pelo Estado Islâmico no Levante e a consolidação do Irã como potência nuclear são todos eles fatos geopolíticos decorrentes da política externa do socialista muçulmano Barack Obama. Conforme mostramos nesse outro artigo aqui, Obama se constituiu na figura mais perniciosa para o mundo ocidental nesse início de século, e após oitos anos à frente da Casa Branca deixará como legado um mundo mais inseguro e mais vulnerável à guerra permanente que o islamismo trava contra a civilização ocidental.
31 de julho de 2016
Paulo Enéas
crítica nacional
crítica nacional
POR QUE SAKAMOTO NÃO COMENTA O TRABALHO ESCRAVO NA VENEZUELA?
Leonardo Sakamoto, o blogueiro do UOL, sempre denuncia trabalho escravo e "análogo à escravidão". Mas não na Venezuela. Por que será?
Estamos preocupados com Leonardo Sakamoto, o blogueiro do UOL. Aquele que é xingado na internet. Pobre Sakamoto. Desconfiamos que tenha sido seqüestrado. Talvez agora esteja trabalhando num porão úmido e escuro, sem contato com as notícias recentes. Assim, em condições de trabalho escravo.
Afinal, basta haver notícia sobre trabalho escravo que lá estará Leonardo Sakamoto, o impávido blogueiro, sofrendo pesado sob uma chuva de xingamentos, para heroicamente enfrentar o perigo e denunciá-lo.
Ontem o ditador Nicolás Maduro, da Venezuela – aquela das milhares de pessoas fugindo pela fronteira para ir comprar comida na capitalista Colômbia –, sob desculpa de combater a grave crise de fome que seu regime socialista-bolivariano impôs à pobre população venezuelana, instituiu, por decreto (ou seja, sem aprovação do Congresso, aquela coisa de democracia, respeitar divisão de poderes, representantes eleitos, blá blá blá) o trabalho escravo na Venezuela.
O decreto foi criticado pela Anistia Internacional – órgão induvidável, pelo seu apreço pelas teses sakamotianas – com palavras pesadas. “Tentar resolver a crise de alimentos na Venezuela forçando pessoas a trabalhar nos campos é como tentar corrigir uma perna quebrada com um band-aid”, disse a diretora da Anistia Internacional da América em uma declaração.
Tal fato foi tão gritante que foi citado em outra fonte da qual a esquerda não pode duvidar, a CNN Money, a principal força televisiva americana a impulsionar a campanha de Hillary Clinton e os ataques a Donald Trump e o Partido Republicano.
Através do decreto – legislar a partir do Executivo, como o fazem Hitler, Stalin, Mao etc – Nicolás Maduro pode, por exemplo, forçar toda a oposição a seu regime a trabalhos forçados, como Hitler fazia nos campos de concentração como Auschwitz, Treblinka e Dachau, Stalin no Gulag, Mao com sua desindustrialização e comunismo agrário (na época das maiores coletas de grãos para distribuição centralizada, mais de 10 milhões de mortes por ano), Pol-Pot em seus “campos de morte” e assim por diante.
Não parece uma situação muito hipotética: o Ministro da Defesa da Venezuela, Vladimir Padrino, é quem está controlando a produção e distribuição de comida no país bolivariano. O próprio ditador Maduro afirmou há dois meses que a “Assembléia Nacional sumirá em breve da Venezuela”, comorelatou a Folha (que contrata Sakamoto). A medida também já foi aplicada em Cuba, quando o embargo americano se iniciou, na década de 60, e Fidel Castro mandou trabalhadores para os campos.
A oposição venezuelana pode ser escravizada, como é comum no socialismo. A economia venezuelana diminuiu 10% apenas neste ano (todo o país está 10% mais pobre por ano) e a inflação é de 700%. O dinheiro do trabalhador venezuelano, portanto, está sendo usado pela ditadura de Maduro, como explicamos em um dos primeiros textos deste site.
Enquanto isso, Leonardo Sakamoto, ávido denunciador do trabalho escravo (ao digitar seu nome no Google, o mecanismo já sugere a inclusão “trabalho escravo”), ou, como diz de maneira vaporosa, “análogo à escravidão” (o que varia de salário baixo a hora extra em escritório chique), parece não ter sido ainda informado.
No Blog do Sakamoto sustentado pelo UOL/Folha, nada de denunciar a escravidão na Venezuela. Hoje, só um post sobre o Nego Fugido da Bahia, afirmando que a liberdade (ou seja, o fim da escravidão) ainda não chegou. Na Bahia. Pelo visto, os 88% de população negra da Bahia ainda são escravos, mas os venezuelanos, não. Leonardo Sakamoto está certamente impedido de ler notícias para se indignar.
É urgente ter notícias de Leonardo Sakamoto. Pode ser que o blogueiro, ele próprio, esteja sendo escravizado, sem contato com notícias, digitando de seu MacBook Air sem poder ler jornais ou acessar a internet. Talvez esteja até mesmo acorrentado, sendo alimentado apenas com fast food americano, levando tapas na cara, ou, melhor nem pensar nessa hipótese, sendo xingado na internet.
Não há como pensar outra coisa. Ninguém pensaria que o denunciador de escravidão-mor da nação, sobretudo trabalhos (aspas mongas com as mãos) “””””análogos””””” à escravidão, que denuncia analogias com a escravidão nas fazendas de oposicionistas do governo PT, fecharia os olhos e volveria o rosto perante à escravidão venezuelana.
Ninguém em sã consciência pode imaginar que toda a papagaiada de Sakamoto sobre “””””””””escravidão””””””””” seja mera palavra pesada para xingar na internet (*sinal da cruz*) adversários do PT, que o blogueiro, sempre enfrentando uma caixa de comentários perigosamente pouco amistosa, esteja pouco se lixando para escravidão, e que só se importe mesmo em colocar esquerdistas no poder.
Diga-se, exatamente os esquerdistas amiguinhos de Nicolás Maduro, como toda a esquerda brasileiraligada ao Foro de São Paulo, como o recém-golpista da Nicarágua Daniel Ortega, que deu um golpe ontem e se tornou o novo totalitário bolivariano com o mesmo dinheiro do PT, da Odebrecht, da “Grande Pátria Bolivariana” que querem Dirceu, Fidel e Raúl Castro etc.
Não é possível pensar uma coisa dessas do fofo Leonardo Sakamoto. Mais fácil pensar que ele que está em perigo, escravizado, acorrentado, sem acesso ao mundo, tomando pescotapas, passaralhos e, oh horror!, sendo xingado na internet.
Pobre Sakamoto.
Post Scriptum: Uma sugestão óbvia para a crise humanitária na Venezuela: Nicolás Maduro pode liberar o povo venezuelano e a posição ao regime do trabalho escravo e usar nos campos esta galera abaixo. Como Sakamoto, eles são fofos e não podem estar errados – certamente se animarão e trabalharão de graça nas plantações para Maduro e para o povo venezuelano:
31 de julho de 2016
Flávio Morgenstern
senso incomum
ÂNGELA MERKEL: A PIOR GOVERNANTE ALEMÃ DESDE HITLER
Para a elite da esquerda globalista que governa a Alemanha, pouco importa o fato de que supostos refugiados muçulmanos estejam promovendo atos de terrorismo, assassinatos e agressões sexuais contra mulheres alemãs. Essa elite de esquerda também é indiferente ao fato de que muçulmanos de cidadania alemã, filhos de segunda ou terceira geração de supostos imigrantes que vieram para o país anos atrás, tenham se recusado sistematicamente a se integrar à sociedade alemã. Não apenas se recusaram, mas foram até mesmo estimulados pela esquerda a esse isolamento auto-imposto em nome de uma suposta preservação de identidade cultural, em nome do multiculturalismo.
Pois a falácia e o engodo do multiculturalismo inventado pela esquerda é uma via de mão única: o multiculturalismo exige que a sociedade ocidental abra mão de seus valores, de seus princípios, de suas crenças e até mesmo de sua segurança em nome de uma suposta tolerância com os invasores, sob o portexto de não lhes oprimir ou ofender. Mas ao mesmo tempo, o multiculturalismo diz a esses invasores que eles têm todo direito à intolerância e o direito de rejeitar integrar-se à cultura ocidental, também sob o pretexto de um direito de preservação de identidade cultural. Portanto, o multiculturalismo é uma ideologia de esquerda com duas facetas: uma destinada à cultura e à civilização a ser dizimada em nome da tolerância. A outra faceta é voltada para a cultura e a civilização invasora, dizendo-lhe de seu direito à intolerância com a civilização que a recebe.
Essa mesma elite esquerdista ignora também o fato de que centenas de muçulmanos de cidadania europeia trafegam mensalmente entre a Europa e o Estado Islâmico, usando o território da Turquia como via de passagem preferencial, conforme revelou semanas atrás o serviço de segurança francês. Esses viajantes nada mais são que muçulmanos jihadistas de nacionalidade europeia que aguardaram um período de três ou quatro gerações para dar início à missão para qual toda imigração muçulmana para o continente europeu sempre se propôs: dar início à desagregação e ao ataque por dentro da sociedade ocidental, valendo-se do ambiente propício criado pela lobotomia do politicamente correto e do multiculturalismo, que nesse interim foram sendo pacientemente e lentamente introduzidos pela esquerda na cultura e na mentalidade europeias durante décadas.
Uma das evidências do compromisso que a esquerda tem de levar adiante o projeto de destruição civilizacional da sociedade europeia, contando com os jihadistas muçulmanos como quinta coluna, foi dado essa semana pela própria Angela Merkel, a pior governante que a Alemanha já teve desde Hitler. Em uma entrevista coletiva dada essa semana, quando questionada sobre o aumento de violência e assassinatos e agressões sexuais por parte de muçulmanos contra cidadãos e cidadãs nacionais, Merkel declarou que os autores desses atos de terror “querem minar nosso senso de comunidade e nossa disposição e abertura para ajudar as pessoas necessitadas”, ocultando por completo o fato de que essa disposição e abertura representam apenas agenda ideológica da esquerda da qual ela faz parte, e não a vontade da maioria do povo que ela governa.
Merkel afirmou também que ataques terroristas muçulmanos em outros países europeus mostram que houve uma “quebra de tabus de civilização” e que servem apenas para “espalhar medo e ódio entre culturas e religiões”, numa afirmação completamente desprovida de qualquer sentido lógico. Sobre o plano apresentado por seu governo de trazer cerca de seis milhões de invasores muçulmanos para o país em um prazo de até cinco anos, Merkel foi enfática em dizer que não arredará o pé dessa política imigratória e que a meta de imigração nos últimos onze meses foi “muito bem” alcançada.
Por fim, ela completou afirmando que aceitar a invasão de milhões muçulmanos no país é uma obrigação dos alemães e que isso faz parte de um desafio histórico em tempos de globalização. Uma afirmação cínica e mentirosa, pois confunde a globalização como processo lento e gradual que sempre existiu na história da espécie humana, com o globalismo, que é a expressão das ambições autoritárias e antidemocráticas de uma elite de esquerda que pretende ser governante do mundo por meio da imposição à força de uma nova ordem.
Uma nova ordem onde não haverá lugar para a civilização ocidental de base judaico-cristã, mas tão somente para a elite globalista da esquerda em aliança com metacapitalistas como George Soros e outros, e seus aliados permanentes representados pelos combatentes jihadistas vindos do mundo islâmico.
(com conteúdo da bbc.com)
31 de julho de 2016
Paulo Enéas
crítica nacional
Pois a falácia e o engodo do multiculturalismo inventado pela esquerda é uma via de mão única: o multiculturalismo exige que a sociedade ocidental abra mão de seus valores, de seus princípios, de suas crenças e até mesmo de sua segurança em nome de uma suposta tolerância com os invasores, sob o portexto de não lhes oprimir ou ofender. Mas ao mesmo tempo, o multiculturalismo diz a esses invasores que eles têm todo direito à intolerância e o direito de rejeitar integrar-se à cultura ocidental, também sob o pretexto de um direito de preservação de identidade cultural. Portanto, o multiculturalismo é uma ideologia de esquerda com duas facetas: uma destinada à cultura e à civilização a ser dizimada em nome da tolerância. A outra faceta é voltada para a cultura e a civilização invasora, dizendo-lhe de seu direito à intolerância com a civilização que a recebe.
Essa mesma elite esquerdista ignora também o fato de que centenas de muçulmanos de cidadania europeia trafegam mensalmente entre a Europa e o Estado Islâmico, usando o território da Turquia como via de passagem preferencial, conforme revelou semanas atrás o serviço de segurança francês. Esses viajantes nada mais são que muçulmanos jihadistas de nacionalidade europeia que aguardaram um período de três ou quatro gerações para dar início à missão para qual toda imigração muçulmana para o continente europeu sempre se propôs: dar início à desagregação e ao ataque por dentro da sociedade ocidental, valendo-se do ambiente propício criado pela lobotomia do politicamente correto e do multiculturalismo, que nesse interim foram sendo pacientemente e lentamente introduzidos pela esquerda na cultura e na mentalidade europeias durante décadas.
Uma das evidências do compromisso que a esquerda tem de levar adiante o projeto de destruição civilizacional da sociedade europeia, contando com os jihadistas muçulmanos como quinta coluna, foi dado essa semana pela própria Angela Merkel, a pior governante que a Alemanha já teve desde Hitler. Em uma entrevista coletiva dada essa semana, quando questionada sobre o aumento de violência e assassinatos e agressões sexuais por parte de muçulmanos contra cidadãos e cidadãs nacionais, Merkel declarou que os autores desses atos de terror “querem minar nosso senso de comunidade e nossa disposição e abertura para ajudar as pessoas necessitadas”, ocultando por completo o fato de que essa disposição e abertura representam apenas agenda ideológica da esquerda da qual ela faz parte, e não a vontade da maioria do povo que ela governa.
Merkel afirmou também que ataques terroristas muçulmanos em outros países europeus mostram que houve uma “quebra de tabus de civilização” e que servem apenas para “espalhar medo e ódio entre culturas e religiões”, numa afirmação completamente desprovida de qualquer sentido lógico. Sobre o plano apresentado por seu governo de trazer cerca de seis milhões de invasores muçulmanos para o país em um prazo de até cinco anos, Merkel foi enfática em dizer que não arredará o pé dessa política imigratória e que a meta de imigração nos últimos onze meses foi “muito bem” alcançada.
Por fim, ela completou afirmando que aceitar a invasão de milhões muçulmanos no país é uma obrigação dos alemães e que isso faz parte de um desafio histórico em tempos de globalização. Uma afirmação cínica e mentirosa, pois confunde a globalização como processo lento e gradual que sempre existiu na história da espécie humana, com o globalismo, que é a expressão das ambições autoritárias e antidemocráticas de uma elite de esquerda que pretende ser governante do mundo por meio da imposição à força de uma nova ordem.
Uma nova ordem onde não haverá lugar para a civilização ocidental de base judaico-cristã, mas tão somente para a elite globalista da esquerda em aliança com metacapitalistas como George Soros e outros, e seus aliados permanentes representados pelos combatentes jihadistas vindos do mundo islâmico.
(com conteúdo da bbc.com)
31 de julho de 2016
Paulo Enéas
crítica nacional
DISPARA NA CÚPULA DO PT O TEMOR DIANTE DA EVENTUAL PRISÃO DE LULA, QUE CONTINUA ZOMBANDO DA JUSTIÇA
Na quinta-feira (28), quando a Polícia Federal divulgou laudo em que Lula e a ex-primeira-dama Marisa Letícia são mencionados várias vezes como tendo dado palpites e ordens na reforma do sítio Santa Bárbara, em Atibaia, no interior de São Paulo, a luz vermelha acendeu na cúpula do PT. Isso porque a perícia deixa evidente que o proprietário oficial do imóvel, Fernando Bittar (é sócio de Fábio Luís Lula da Silva), não tinha condições financeiras declaradas para adquirir o bem e reformá-lo.
Além disso, a PF anexou ao laudo mensagens e fotos encontradas no celular do arquiteto da OAS e que confirmam a participação de Lula na definição dos detalhes da reforma que ampliou a área construída do sítio e custou R$ 1,2 milhão.
Se com esse episódio o alerta foi acionado no PT, com a decisão do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, de aceitar denúncia contra o petista por tentativa de obstrução dos trabalhos da Justiça, no caso do fracassado plano de comprar o silêncio de Nestor Cerveró, fez com que a luz ficasse piscando nas altas esferas petistas. Afinal, cresceu exponencialmente nas últimas horas a possibilidade de Lula ser preso a qualquer momento.
No contraponto, a manobra rasteira e desesperada de recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, acusando o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Operação Lava-Jato de abuso de poder e falta de imparcialidade, deve dar em nada, pois os processos que têm Lula no foco seguem o estrito rito determinado pela legislação vigente no País.
Como antecipou o UCHO.INFO, em matéria publicada na edição de quinta-feira, a intenção de Lula, ao recorrer à ONU, foi politizar o fato e deixar pronto um cenário em que possa faturar politicamente sua eventual prisão. A ideia tem como alvo a tentativa de ressuscitar o PT nas eleições municipais de outubro próximo, algo que já era considerado muito difícil, mas que com os últimos acontecimentos alcançou o patamar do impossível.
O objetivo de dar caráter político a todos os fatos negativos que o envolvem fica claro nas declarações e afirmações de Lula. Nesta sexta-feira (29), após tornar-se réu em ação que está no guarda-chuva da Lava-Jato, Lula disse que se o objetivo era tirá-lo da corrida presidencial de 2018, a decisão do juiz foi desnecessária.
“Se o objetivo de tudo isso é me tirar de 2018, isso não era necessário, a gente escolheria outro candidato mais qualificado, mas essa provocação me dá uma coceira” declarou. Lula lidera de forma extremamente antecipada a corrida ao Palácio do Planalto, de acordo com pesquisa Dafafolha divulgada no dia último dia 16. Contudo, o petista perderia em todos os cenários de segundo turno se a eleição fosse hoje.
31 de julho de 2916
ucho.info
O ESQUEMA LULA NO BNDES: O PRÓXIMO PASSO DA OPERAÇÃO LAVA JATO É COISA MUITO GRANDE
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Pelo que se constata nas reportagens da revista IstoÉ que vai às bancas neste sábado a Operação Lava Jato irá mais longe do que se pensa. O que se percebe por aquilo que tem chegado ao conhecimento público é que há material da Lava Jato para ser desovado que forma um petardo devastador capaz de fazer virar pó a miríade de partidos de vertente comunista como PT, PSOL, PCdoB, PSTU e assemelhados. O mais importante de tudo isso é o efeito pedagógico-político, ou seja, a revelação nua e crua a deletéria ação dos comunistas que na verdade constitui a principal tranqueira que impede o Brasil de se tornar uma Nação de verdade.
A edição desta semana de IstoÉ, além da eviscerar o desgoverno da Dilma, conforme postagem aqui no blog, faz um levantamento tenebroso sobre o assalto de bilhões de dólares cometido pelo PT no BNDES. Foi tudo meticulosamente planejado para transformar o Brasil numa grande Cuba onde uma corriola comandada por Lula se perpetuaria no poder em conluio com mega empresários e banqueiros. Não é novidade o fato de que grandes grupos econômicos sempre se perfilaram ao lado de comunistas, nazistas e fascistas, ou seja, sistemas totalitários que são verso e anverso da mesma medalha.
Por enquanto a grande mídia nacional e internacional continua sendo controlada pelos comunistas. E essa é a razão pela qual o episódio da corrupção e roubalheira dos cofres públicos no Brasil é desligado do seu aspecto ideológico. Entender esta questão é o pulo do gato. É o que tenho me dedicado a fazer em quase uma década de jornalismo na internet por meio deste blog e pelas redes sociais como Facebook e Twitter. Aliás, se não fosse a internet e, mais recentemente as redes sociais, todas essas verdades continuariam escamoteadas alimentando a ignorância geral e irrestrita do povo brasileiro.
A bem a verdade, um único jornalista brasileiro há pelo menos duas décadas é o dono absoluto do maior furo de reportagem da história do jornalismo brasileiro. Chama-se Olavo de Carvalho que trabalhou nos mais importantes veículos de mídia brasileiros. Foi ele quem denunciou o Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990 e que está de pé até hoje.
Por ter dito a verdade do que estava por vir com a ascensão do PT ao poder, Olavo de Carvalho foi escorraçado pelos comunistas que continuam até hoje a dominar todas as redações da grande mídia. Olavo de Carvalho vive há mais de uma década nos Estados Unidos e continua trabalhando, escrevendo e denunciando. É um dos escritores mais prolífico do Brasil. No entanto a canalhada da grande mídia continua desprezando-o. Não há um só veículo da grande mídia brasileira que tenha a honradez de reconhecer o trabalho de Olavo de Carvalho ou de contratá-lo. Agem como se ele nunca tivesse existido.
Feito esse interregno necessário, retomo o mote desta postagem que se refere à matéria de IstoÉ com relação ao BNDES. Transcrevo a parte inicial do texto com link para leitura completa. Leiam:
A BOMBA DEVASTADORA
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará no centro das investigações da operação Lava Jato. É que, nas próximas semanas, uma equipe da força-tarefa passará a dar prioridade às apurações que envolvem financiamentos feitos pelo BNDES às empreiteiras envolvidas com o Petrolão. Preliminarmente serão analisados os casos que envolvem obras realizadas no exterior e que até agora têm seus contratos tratados como segredo de Estado.
Feito esse interregno necessário, retomo o mote desta postagem que se refere à matéria de IstoÉ com relação ao BNDES. Transcrevo a parte inicial do texto com link para leitura completa. Leiam:
A BOMBA DEVASTADORA
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva estará no centro das investigações da operação Lava Jato. É que, nas próximas semanas, uma equipe da força-tarefa passará a dar prioridade às apurações que envolvem financiamentos feitos pelo BNDES às empreiteiras envolvidas com o Petrolão. Preliminarmente serão analisados os casos que envolvem obras realizadas no exterior e que até agora têm seus contratos tratados como segredo de Estado.
Depoimentos já prestados por executivos de diversas construtoras revelam que parte dos financiamentos concedidos pelo banco foi obtida mediante pagamento de propinas que seriam, na verdade, uma espécie de contrapartida ao tráfico de influência praticado pelo ex-presidente no exterior.
Na semana passada, membros da força-tarefa ouvidos por ISTOÉ afirmaram já dispor de indícios suficientes para acreditarem que no BNDES havia um esquema a serviço de Lula e que, além de ajudar a bancar campanhas petistas, o dinheiro desviado teria sido utilizado para financiar o instituto comandado pelo ex-presidente, por meio de palestras. Antes de colherem novos depoimentos de empresários e executivos já comprometidos com delações premiadas, a Lava Jato pretende recorrer ao Judiciário para ter acesso aos contratos e transações realizadas entre o BNDES e as empreiteiras.
Na semana passada, membros da força-tarefa ouvidos por ISTOÉ afirmaram já dispor de indícios suficientes para acreditarem que no BNDES havia um esquema a serviço de Lula e que, além de ajudar a bancar campanhas petistas, o dinheiro desviado teria sido utilizado para financiar o instituto comandado pelo ex-presidente, por meio de palestras. Antes de colherem novos depoimentos de empresários e executivos já comprometidos com delações premiadas, a Lava Jato pretende recorrer ao Judiciário para ter acesso aos contratos e transações realizadas entre o BNDES e as empreiteiras.
O Ministério Público já dispõe de uma série de depoimentos e documentos a respeito do faturamento do Instituto Lula e da LILS Palestras e Eventos. Entre as empresas que negociaram com o petista e têm suas relações com o BNDES no alvo das investigações estão a Odebrecht, a Camargo Corrêa, a Andrade Gutierrez, a Queiroz Galvão e a OAS. Somadas, elas repassaram quase R$ 30 milhões às duas entidades ligadas a Lula, entre 2011 e 2014.
O "ESQUEMA LULA"
Em Curitiba, onde se concentra o comando da Lava Jato, a frente de investigação que coloca o ex-presidente no alvo da força-tarefa ganhou corpo após executivos de pelo menos três empresas terem denunciado o aparelhamento do banco para arrecadar recursos de campanha do PT. A mais recente acusação partiu do dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, que no mês passado prestou novas declarações em delação premiada.
O "ESQUEMA LULA"
Em Curitiba, onde se concentra o comando da Lava Jato, a frente de investigação que coloca o ex-presidente no alvo da força-tarefa ganhou corpo após executivos de pelo menos três empresas terem denunciado o aparelhamento do banco para arrecadar recursos de campanha do PT. A mais recente acusação partiu do dono da UTC Engenharia, Ricardo Pessoa, que no mês passado prestou novas declarações em delação premiada.
Ele disse que participou de uma reunião com Luciano Coutinho, ex-presidente do banco, às vésperas da eleição de 2014. No encontro, ocorrido no escritório do BNDES, os executivos discutiram o projeto de ampliação do Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP). Líder do consórcio, a UTC recebeu um empréstimo de R$ 1,5 bilhão, aprovado em dezembro de 2013. Ao final da reunião, Coutinho teria orientado a empresa a procurar o tesoureiro da campanha à reeleição de Dilma Rousseff, Edinho Silva (PT-SP), para acertar o repasse de doações da UTC à candidata petista.
A suspeita dos investigadores é de que Coutinho condicionava financiamentos do BNDES ao compromisso de doações eleitorais por parte dos empresários no caso de obras realizadas no Brasil. Mas, nas obras feitas no exterior, a propina seria transferida naquilo que os agentes da Lava Jato classificam de o “Esquema de Lula”. “Há evidente relação entre as empresas favorecidas pelo BNDES e os repasses de recursos ao Instituto Lula”, disse um dos procuradores da Lava Jato, na quarta-feira 27. “Vamos agora também apurar o superfaturamento em obras no exterior e esses pagamentos de palestras.” Clique AQUI para ler a reportagem completa
31 de julho de 2016
in aluizio amorim
31 de julho de 2016
in aluizio amorim
O DIREITO DE PROPRIEDADE RURAL NOS ENROSCOS DA IDEOLOGIA
| Uniformizado e patrocinado, o MST mais parece um “exército” |
O fato de ser a terra um dom do Criador aos homens confere a cada pessoa direito a uma fração dessa Criação? Há quem responda que sim, quem afirme que não, e há quem sustente que o próprio direito à propriedade é um roubo, pois tudo deveria pertencer ao Estado para que, mediante ele, os frutos da natureza pudessem chegar igualmente a todos. Onde essa utopia foi aplicada, só os néscios se surpreenderam com o resultado: o Estado somou poder econômico ao seu poder político, escravizou a sociedade e só produziu miséria.
No Brasil, a visão coletivista, marxista, se vale da cultura indígena para exibir o estado “natural” e “original” de um mundo sem cercas nem proprietários, onde as necessidades de todos eram atendidas pela natureza dadivosa. Se retirarmos dessa análise o conteúdo poético, nada resta: os índios eram poucos, a terra imensa, e ainda assim havia períodos de escassez.
Tal situação foi comum aos povos primitivos, nômades porque precisavam correr atrás do almoço. E quando faltava o almoço, era um alvoroço. O grupo mais forte jantava o mais fraco. A civilização começou exatamente quando – ofegantes e famintos – resolveram parar de correr, começaram a plantar seu próprio alimento, cravaram as primeiras divisas entre as propriedades e os muros foram envolvendo as cidades que nasciam.
BEM COMUM – O direito à propriedade privada surgiu, portanto, como uma concepção que corresponde ao bem comum, possibilitando e estimulando a produção e a organização da vida social. Desmentindo Malthus, viabilizou o atendimento das demandas alimentares de populações crescentes, mesmo com a acelerada urbanização das últimas décadas. Regimes que o suprimem geram a fome, o genocídio pela fome e a corrida às fronteiras em busca de alimentos, como agora se vê na Venezuela. Neles, o fracasso é regra sem exceção pela inadequação dos meios aos fins prometidos.
Ademais, no caso da propriedade da terra, tratamos de um bem não-elástico. Sua disponibilidade não aumenta com a população. O planeta não é inflável. Assim, o direito à terra não pode ser um direito “da pessoa”, nem é um direito que se configure pela simples manifestação do desejo de possuir.
Menos ainda é um direito que possa ser exercido automaticamente por quem não tem terra em relação à propriedade alheia. Invocá-lo é tão socialmente nefasto que o Decálogo, há quase quatro mil anos, lista como pecado a simples cobiça dos bens alheios. Finalmente, ainda que existisse, tal “direito” não poderia ser exercido por alguém (viu, MST?) em relação a um bem determinado de outra pessoa, por livre escolha do cobiçoso. Mas isso não significa que o contínuo parcelamento do solo rural seja um objetivo a ser perseguido.
QUESTÃO ECONÔMICA – A tendência mundial aponta para propriedades cujas extensões médias já são superiores à brasileira, e indica, também, uma constante redução da população rural. Um expressivo contingente de pessoas ativas no campo é característica compartilhada pelo Brasil com países como Paquistão, China, Etiópia, Índia, Nigéria, e Turquia. Sob o ponto de vista econômico, por fim, evidencia-se que quanto menor a população rural, maior a renda média do campo e maior a produtividade.
Penso, no entanto, que a questão não pode ser vista apenas em perspectiva econômica. Enquanto tivermos áreas não aproveitadas ou subaproveitadas, convém levar em conta o fato de que muitos brasileiros realmente desejam trabalhar a terra e de que a terra trabalhada serve ao bem de todos. Mas é preciso agir dentro do quadro institucional, num cenário político e não revolucionário, buscando a eficiência dos investimentos que a sociedade fará, se decidir que convém fazer. O governo não tem dinheiro seu; ele apenas gere o que a sociedade lhe repassa pelas vias fiscais.
ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA – O MST se converteu em uma associação para o crime, a serviço de um partido político e de uma causa ideológica falida. Enquanto esse movimento mantiver qualquer relação de causa e efeito com a questão agrária brasileira, os resultados serão, sempre, social e economicamente desastrosos. Até porque suas ações e a voz de seus líderes evidenciam não pretenderem, mesmo, aquilo que alegam.
A Criação é um dom de Deus aos homens. Foi concedido a todos e a todas as gerações para que a dominassem, deixando aos povos a liberdade de disporem sobre como fazer essa administração. A experiência histórica mostrou, de modo robusto e duradouro, ser a propriedade privada o meio mais eficiente e mais socialmente produtivo para essa gestão. Ela é um dos direitos naturais, junto com a vida e a liberdade.
Não é, porém, direito a um conjunto de brindes que se ganhe ao longo da existência, mas algo que deve ser conquistado mediante o trabalho, cabendo ao Estado, em justa medida, viabilizar condições essenciais aos mais carentes, mediante Educação e capacitação para a vida produtiva.
31 de julho de 2016
Percival Puggina
NO RIO, ATO PELO IMPEACHMENT MIRA ESTRANGEIROS
MANIFESTANTES VOLTAM ÀS RUAS, E DOMINGO DEVE SER DE PROTESTOS
Cerca de 200 pessoas estão concentradas na praia de Copacabana, no Rio, na manhã deste sábado, 31, para um protesto pelo impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Os organizadores querem aproveitar a presença de jornalistas estrangeiros na cidade por conta da Olimpíada, que começa na próxima sexta-feira, e também de turistas.
"Os olhos do mundo estão no Rio. Estamos aproveitando esse momento especial. Acho que os estrangeiros estão informados do que está acontecendo. Queremos chamar a atenção das Nações Unidas", disse Adriana Balthazar, do movimento Vem Pra Rua.
A manifestação será no posto 5, na altura da Rua Miguel Lemos, sem caminhada pela praia. O clima em Copacabana, onde ficam três instalações olímpicas - a Arena do Vôlei de Praia, o Centro de Transmissão de TVs estrangeiras e a megastore com produtos licenciados - é festivo, por causa da proximidade dos jogos, e os turistas olham com curiosidade a movimentação dos manifestantes.
As reivindicações são, além do "impeachment definitivo", a "prisão de todos os políticos corruptos" e o fim do foro privilegiado para políticos. Eles também manifestam apoio irrestrito à Operação Lava Jato.
O Vem pra rua não acredita que o resultado da perícia do Senado que concluiu que não houve crime de responsabilidade vá alterar a tendência dos senadores de votar pelo impeachment. "Não há mais clima para ela voltar", disse Adriana Balthazar. A votação está marcada para o fim de agosto. (AE)
31 de julho de 2016
diário do poder
| MANIFESTANTES VOLTAM ÀS RUAS, E DOMINGO DEVE SER DE PROTESTOS. FOTO: AE |
Cerca de 200 pessoas estão concentradas na praia de Copacabana, no Rio, na manhã deste sábado, 31, para um protesto pelo impeachment da presidente afastada, Dilma Rousseff. Os organizadores querem aproveitar a presença de jornalistas estrangeiros na cidade por conta da Olimpíada, que começa na próxima sexta-feira, e também de turistas.
"Os olhos do mundo estão no Rio. Estamos aproveitando esse momento especial. Acho que os estrangeiros estão informados do que está acontecendo. Queremos chamar a atenção das Nações Unidas", disse Adriana Balthazar, do movimento Vem Pra Rua.
A manifestação será no posto 5, na altura da Rua Miguel Lemos, sem caminhada pela praia. O clima em Copacabana, onde ficam três instalações olímpicas - a Arena do Vôlei de Praia, o Centro de Transmissão de TVs estrangeiras e a megastore com produtos licenciados - é festivo, por causa da proximidade dos jogos, e os turistas olham com curiosidade a movimentação dos manifestantes.
As reivindicações são, além do "impeachment definitivo", a "prisão de todos os políticos corruptos" e o fim do foro privilegiado para políticos. Eles também manifestam apoio irrestrito à Operação Lava Jato.
O Vem pra rua não acredita que o resultado da perícia do Senado que concluiu que não houve crime de responsabilidade vá alterar a tendência dos senadores de votar pelo impeachment. "Não há mais clima para ela voltar", disse Adriana Balthazar. A votação está marcada para o fim de agosto. (AE)
31 de julho de 2016
diário do poder
A NOVA BAHIA E A LEMBRANÇA DO GRANDE POLÍTICO ANTONIO BALBINO
| Balbino, governador da Bahia, quando a gente andava de trem |
SALVADOR – Quando o velho elevador do velhíssimo edifício da Rua da Quitanda, no centro do Rio, parou no escritório de advocacia do ex-governador da Bahia Antonio Balbino, eu já sabia o que ia lhe falar. Passei as quatro horas do voo germinando o “Jornal da Semana”, que ia lançar.
Não conhecia bem Balbino. Ele certamente menos a mim. Mas sempre tive uma admiração enorme pela sua biografia. Dos políticos da Bahia, só Octávio Mangabeira rivalizava com ele. Culto, talentoso, inteligente, formação universal, Balbino foi preparado “para brilhar lá fora”.
Nasceu em 1912 em berço de roça que era também um berço de ouro. O pai fazendeiro em Barreiras, extremo oeste da Bahia. E a mãe irmã de um dos brasileiros mais poderosos de seu tempo: Geraldo Rocha, homem de confiança de Getúlio Vargas, dono dos jornais “A Noite”, “A Nota”, “O Radical”, e o mais próximo amigo no Brasil do ditador argentino Perón.
ALUNO BRILHANTE – Pôs logo o sobrinho querido embaixo do braço. Balbino, moreno queimado, boca gorda, olhos apertados, estudou em Salvador e em 1929 foi para o Rio estudar Direito e trabalhar no jornal do tio, “A Noite”. Aluno brilhante, orador da turma, formou-se em 32 e foi fazer doutorado de Economia na Sorbonne em Paris, em 33 e 34. Voltou e saiu candidato à Constituinte estadual na legenda da oposição, liderada por Octávio Mangabeira, contra a chapa do interventor Juracy Magalhães. Elegeu-se.
Na Assembleia, fez parte da comissão encarregada de elaborar a Constituição do Estado. Getúlio deu o golpe de 37. Balbino foi ser professor, advogado, jornalista no “Diário de Notícias” que dirigiu de 1939 a 42. Professor, ensinava tudo: – Sociologia e Lógica, no pré-curso da Faculdade de Medicina; Finanças, na Faculdade de Direito; e História das Doutrinas Econômicas, na Faculdade de Filosofia.
FAMA DE GÊNIO – Em 45, candidato à Assembléia Nacional Constituinte, pelo pequeno PPS (Partido Popular Sindicalista), perdeu. Em janeiro de 47, já no PSD, elege-se para a Assembléia Constituinte estadual. Em 50, deputado federal. Chega ao Rio com fama de gênio.
Relator do projeto criando a Petrobras, a Lei 2004 afinal aprovada em outubro de 53, quando já era ministro da Educação e Cultura. Em 54, o PSD lhe nega a legenda para governador e lança Pedro Calmon. Balbino, com Juracy, que ganhou o Senado, saiu pelo PTB e UDN e venceu.
Sabia tudo da Bahia, do Brasil e do mundo. Terminado o governo, foi para a rua da Quitanda advogar e dar pareceres Em 1962, elege-se senador.
Estava em Paris na sua morte, em 1992. O Brasil foi frio. Como foi depois no seu centenário, em 2012. Não somos a Europa, que cuida de seus grandes mortos. E Balbino deixou plantada na história política do século passado uma forte presença. Era um homem excepcionalmente inteligente
NA DITADURA – Muitos de nós, que durante a ditadura militar fizemos a resistência, tivemos dele, em instantes duros, cruéis, uma solidariedade silenciosa mas sempre eficiente. Waldir Pires, Mário Lima, Hélio Ramos, eu, tantos outros que voltamos do exílio, saímos da cadeia ou nos livramos de IPMs e processos pela mão sábia e calorosa dele.
Devo-lhe uma absolvição no Superior Tribunal Militar que parecia impossível. E o fim de uma ordem de prisão na Bahia, assinada e já embalada. Ele fazia, depois sorria:
– “Tome juízo. Não os desafie. Eles têm os canhões”.
CAMINHOS ABERTOS – Balbino tem um título que a Bahia lhe deve. Foi ele quem começou a modernização do Estado. Governador em 54, entregou ao grande Rômulo Almeida o planejamento da nova Bahia. Com ele Rômulo criou a Comissão de Planejamento Econômico, da qual nasceram o Centro Industrial de Aratu, o Polo Petroquímico, a Coelba, a Tebasa, a Sabesb. Juracy, Lomanto, ACM, andaram caminhos abertos por Balbino e Rômulo.
Ministro da Indústria e Comércio de Jango, com o golpe de 1964 entrou para o MDB até 1971, quando voltou para a advocacia, no Rio, criando uma das mais poderosas bancas de advocacia do País.
Vai demorar muito para a Bahia fazer outro Balbino.
LEWANDOWSKI – O professor e economista baiano Helio Duque, tantas vezes iluminador desta coluna, mais uma vez acende a luz:
– O Conselho Nacional da Justiça, fiscalizador dos tribunais superiores na administração da Justiça, é presidido pelo ministro Lewandowski, do STF. Decisão surpreendente, em reunião do seu conselho, estabeleceu polêmica que desprestigia o Judiciário brasileiro. O ministro Lewandowski defendeu que juízes, desembargadores e membros dos tribunais superiores, ao proferir palestras promovidas por entidades privadas, ficam desobrigados de informar o valor recebido. De acordo com o jornal “O Estado de S.Paulo” (13-7-2016), teria afirmado: “Não somos obrigados a revelar quanto recebemos nas atividades privadas”.
Data vênia, Excelência. A Constituição, no artigo 95, determina que aos juízes é vedado receber, a qualquer título ou pretexto, auxilio ou contribuições de pessoas físicas, entidades públicas ou privadas, A atividade extra permitida pela Lei Orgânica é só o magistério superior.
31 de julho de 2016
Sebastião Nery
DEPOIMENTO 2 - MAIS BANDIDO ENTRETGANDO LULA, DILMA, PT - O FLÁVIO MACHADO (ELES TOMAVAM NA MARRA)
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