"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

PIADA PRONTA DO DIA: A ÉTICA E A INDIGNAÇÃO DE KAKAY E SARNEY

OS JUDAS DO POVO BRASILEIRO NO SENADO.

(JUDAS RECEBEU APENAS 30 DINHEIROS, MAS A 'CAMBADA' QUER MAIS... MUITO MAIS...)




Os estimados leitores sabem que os quase 14 anos de PT no poder transformaram o Brasil num lixão, condenando os assalariados, principalmente os mais jovens, a conhecer a maldição da inflação, a violência sem limite que faz dos lares ainda de pé espécies de prisão domiciliar voluntária, principalmente à noite.

Os principais sócios do PT nessa tarefa criminosa são os deputados e senadores do Congresso Nacional. Espremendo bem tira-se um grupo reduzido de parlamentares que não entrou na dança tétrica da corrupção e da roubalheira sem limite. Se a maioria do parlamento tivesse dito não à sanha da ladroagem do PT o Brasil não estaria nessa condição miserável e humilhante. Concorreram também para esse banquete de abutres, os mega empresários que se transformaram em estafetas de Lula e seus sequazes.

Pois bem, sabe-se agora que muitos senadores que até mesmo votaram pela admissibilidade do impeachment estão neste momento fazendo corpo mole. Viciados em polpudos caraminguás oficiais que lhes concediam uma vida de esplendores, bacanais e orgias nas noites devassas de Brasília, esses vagabundos desgraçados estão reativando o esquema de propinas. Por uma maleta com milhões de dólares lavados em Cuba ou qualquer dessas republiquetas comunistas do Foro de São Paulo, eles se dispõem na maior cara de pau a trair o povo brasileiro na votação final do impeachment.

Portanto, todos os brasileiros têm o direito de saber a verdade e quem são esses vagabundos, esses ratos, essas pestes com mandatos de Senador da República que negociam o futuro de 204 milhões de brasileiros. Esses infelizes têm de ser denunciados e escorraçados pelos cidadãos brasileiros.

É de grande utilidade, portanto, a reportagem da revista IstoÉ desta semana, que traz a lista desses vendilhões da Pátria, desses semoventes imorais, mentirosos e trapaceiros. Todos são psicopatas e vivem soltos o porque os hospícios há muito tempo foram fechados pelos comunistas.

Transcrevo a reportagem de IstoÉ, que é ilustrada pelo ex-perna de pau Romário, que encabeça a lista dos trapaceiros do Senado. Leiam:


A LISTA DOS TRAPACEIROS

Uma dezena de senadores vive hoje como se fosse uma corda em um cabo-de-guerra na disputa por votos para a derradeira batalha do impeachment.
De um lado, puxa o presidente Michel Temer (PMDB). Do outro, a presidente afastada, Dilma Rousseff (PT). Eles se movem de acordo com os acenos feitos às duas forças. Pedem espaço no governo, liberação de emendas e apoio em suas bases eleitorais. 
As ofertas são feitas em almoços, jantares, cafezinhos ou recados enviados por emissários. 
Na corrida para “virar” votos esses senadores escancaram, em alguns casos, um fisiologismo ainda mais aperfeiçoado do que aquele em prática na Câmara, para conseguir angariar apoio dos deputados. Alguns senadores querem se aproveitar da situação urgente para garantir sua cota de vantagens. Para afastar Dilma de vez é necessário dois terços dos votos dos senadores presentes. Se os 81 comparecerem, o mínimo é 54.

Hoje, estão sob o oportuno manto da indecisão os senadores Acir Gurgacz (PDT – RO), 
Antônio Carlos Valadares (PSB – SE), 
Cristovam Buarque (PPS – DF), 
Edison Lobão (PMDB-MA), 
Eduardo Braga (PMDB – AM), 
Jader Barbalho (PMDB-PA), 
José Maranhão (PMDB-PB), 
Hélio José (PMDB – DF), 
Omar Aziz (PSD – AM), 
Reguffe (Sem Partido-DF), 
Roberto Rocha (PSB – MA), 
Romário (PSB – RJ) e 
Sérgio Petecão (PSD-AC). 

Alguns deles votaram efusivamente pela admissibilidade do impeachment, mas, agora, estranhamente, perderam a convicção. É o caso de Romário.

De acordo com um ministro de alto escalão do governo Temer, as mais recentes declarações do ex-jogador sobre o processo nada mais são do que “uma tentativa de valorizar o passe”. 

Na última quarta-feira 1º, o senador renunciou à sua vaga na Comissão Especial do Impeachment e em seu lugar assumiu a senadora Lúcia Vânia (PSB-GO). 
Nesta reviravolta, estaria em jogo a negociação para que o senador e ex-ministro Romero Jucá (PMDB-RO) formulasse um novo relatório para a CPI do Futebol, da qual Romário é presidente. 
Nas redes sociais, o socialista disse que “novos fatos políticos” irão nortear sua decisão.

Alguns peemedebistas despertam especial preocupação para ambos os lados. É o caso do senador e ex-ministro de Minas e Energia dos governos Dilma e Lula Edison Lobão (PMDB-MA), que votou pela abertura do processo de impeachment, mas nos últimos dias enviou sinais de que pode mudar de ideia. 
Ele tem mantido diálogo com pessoas próximas a Dilma. Em seu voto, já havia deixado a porta de negociação aberta ao proferir: “Venho a esta tribuna sem prazer. Não quero tripudiar sobre uma gladiadora ferida”.

Cientes das investidas petistas, Temer e o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, convidaram Lobão e os correligionários José Maranhão (PMDB-PB) e João Alberto (PMDB-MA) para uma conversa no Palácio do Planalto, na tarde da última quarta. 
Maranhão votou pela admissibilidade e Alberto posicionou-se contra, mas agora ambos são apontados como indecisos. Porém, é claro, abertos ao diálogo.

Outro senador que visitou o Planalto no mesmo dia foi Hélio José (PMDB-DF), para uma conversa com Geddel. Recém-filiado ao PMDB, o parlamentar demorou a se posicionar e, novamente, recebeu a visita da dúvida. 
Na conversa, ele teria dito que a argumentação das “pedaladas fiscais” e da improbidade administrativa seria “frágil”. Entre os indecisos, prevalece a opinião de que a votação definitiva dependerá muito da capacidade de articulação do Planalto, bem como dos próximos desdobramentos da Lava Jato que impactam diretamente na opinião pública. Em outras palavras: buscam benesses no governo Temer.

Pressionado pela direção nacional do PDT, Acir Gurgacz sinalizou que pode ser contra o impeachment. Em dezembro, o senador relatou as chamadas “pedadas fiscais” e, contrariando o Tribunal de Contas da União (TCU), votou pela aprovação das contas do governo, apenas com ressalvas. Agora, ele diz que o voto do impeachment é “diferente”. “Em momento algum, manifestei como será meu voto na fase de julgamento”, disse o senador em nota. 
De toda forma, ele desautorizou o PDT a falar em seu nome contra o impeachment. 
Em maio, ele bradava a plenos pulmões que os brasileiros não suportavam mais “a crise moral, ética e econômica” e que não havia mais como “repactuar a governabilidade entre o governo e o Congresso Nacional”. Dilma não mudou. Mudou o Acir. Por que será?

Do site da revista IstoÉ


06 de junho de 2016
in aluizio amorim

ELEIÇÕES DE OUTUBRO: PETISTAS DESESPERADOS COMA DERROTA ANUNCIADA



Má notícia para os petistas, boa para o Brasil: segundo pesquisa interna, o PT não chegará a 10 por cento das prefeituras nas eleições municipais de outubro. Resume o Estadão em editorial: "não há o que defender num legado de roubalheira, irresponsabilidade e mentiras". Touché:

Uma pesquisa interna do PT, obtida pelo Estado, mostra uma perspectiva desastrosa para o partido nas eleições municipais de outubro. A avaliação indica que os petistas conseguirão se reeleger em apenas 7% das prefeituras que a legenda conquistou no Sul e no Sudeste no pleito de 2012. Já no Nordeste, que se tornou o principal reduto eleitoral do PT graças a seu populismo rasteiro, há chances de vitória em somente 8%. É esse horizonte sombrio que norteia a estratégia petista de jogar todas as suas fichas na histeria do “golpe”, transformando-a em mote de sua campanha eleitoral, pois foi somente isso o que restou ao partido, rejeitado em todo o País pelo imenso dissabor que causou em sua desastrosa passagem pela Presidência. Não há o que defender num legado de roubalheira, irresponsabilidade e mentiras.

Se tivesse um mínimo de apreço pela democracia e pelas instituições, o PT já teria reconhecido seus inúmeros erros e oferecido alguma forma de compromisso com as demais forças políticas para que o País pudesse sair o mais breve possível da barafunda em que a presidente afastada Dilma Rousseff o meteu. Mas o espírito autoritário do partido, que se julga portador da verdade histórica, torna legítimo, aos olhos dos petistas, o falseamento da realidade e o insulto à inteligência na expectativa de criar confusão moral e, assim, tentar salvar a todo custo seu projeto de poder.

Foi esse espírito que presidiu a mais recente resolução da Comissão Executiva Nacional do PT. Com base nas conversas gravadas do ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, o partido diz ter ficado claro que “a deposição da presidente Dilma tem entre seus objetivos o estancamento das investigações no âmbito da Operação Lava Jato relacionadas aos partidos que engendraram o golpe”.

Não custa refrescar a memória da tigrada. Em primeiro lugar, o PT parece ter-se esquecido de suas ferozes críticas ao vazamento de gravações quando estas comprometiam correligionários. “Eu não respeito delator”, Dilma chegou a dizer. Mas agora parece que os vazamentos se tornaram úteis para denunciar o tal “golpe”. Em relação à tentativa de “estancar” a Lava Jato, também é bom lembrar que, por pressão do comando petista, Dilma foi obrigada a demitir da Justiça seu fiel escudeiro, José Eduardo Cardozo, acusado de não “controlar” a Polícia Federal, que não parava de investigar petistas. Além disso, pululam depoimentos que indicam que a própria Dilma pode ter agido para tentar livrar empreiteiros enrolados na Lava Jato e para obstruir a Justiça, sem falar na tentativa de blindar Lula, seu encalacrado padrinho, nomeando-o para a Casa Civil.

A resolução petista procura também desqualificar o atual Ministério pelo fato de ser “composto por inúmeros investigados por corrupção, com perfil conservador e de baixa qualidade técnica”. A tentativa soa como piada, quando se têm em mente os ministros que Dilma nomeou ao longo de seu governo, muitos deles demitidos em sucessivas “faxinas”, e principalmente às vésperas de seu afastamento, na agonia da compra de votos contra o impeachment.

Seria ingenuidade esperar coerência de um partido que cresceu com o discurso da pureza, mas que, uma vez no poder, adotou a corrupção e a desfaçatez como métodos de governo. O PT imagina estar numa luta pela sobrevivência, razão pela qual nenhuma estratégia, por mais suja que pareça, será descartada. Nesse vale-tudo, até o desemprego de 11,2% registrado no trimestre terminado em abril – quando Dilma estava na Presidência – foi atribuído pelos petistas ao governo de Temer. “Mas não era só tirar a Dilma que acabava a crise?”, perguntou, com a maior caradura, o senador petista Lindbergh Farias em seu Facebook.

Assim, os petistas, a título de salvar o partido, parecem na verdade empenhados em assegurar-lhe um fim melancólico. Em discurso recente, a propósito das dificuldades eleitorais do PT, o presidente da legenda, Rui Falcão, disse: “Acabou a era da militância paga. Nós teremos que fazer uma campanha com muitos voluntários e voluntárias e, para isso, é fundamental que a gente tenha ideias a oferecer”. Pelo jeito, a única “ideia” que o PT tem hoje para oferecer é a de que, para o partido, só a derrota é imoral.



06 de junho de 2016
in blog do orlando tambosi

O HUMOR DO SPONHOLZ...



06 DE JUNHO DE 2016

ALIADOS DE CUNHA FAZEM UMA TENTATIVA DESESPERADA PARA SALVAR O MANDATO DELE

Arthur Lira é aliado de Cunha e procura facilitar a defesa dele


Na véspera da votação do relatório que defende a cassação de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o aliado Arthur Lira (PP-AL) entregou nesta segunda-feira (6) à Comissão de Constituição e Justiça parecer que será usado para tentar salvar o mandato do presidente afastado da Câmara dos Deputados. O parecer de Lira é uma resposta a uma consulta formulada pelo presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), também aliado de Cunha, sobre mudanças nas regras de cassação de mandato.

Como esperado por aliados de Cunha, todas as respostas dadas por Lira se aplicam de forma benéfica ao peemedebista.

O parecer de Lira deve ser votado pela CCJ, a principal comissão da Casa, na terça-feira (7). No mesmo dia, o Conselho de Ética da Câmara vota o parecer do deputado Marcos Rogério (DEM-RO), que pede a cassação do mandato de Cunha devido à acusação de que ele ocultou contas no exterior abastecidas por propina do petrolão.

QUATRO PERGUNTAS

A consulta feita por Maranhão à Comissão de Justiça fazia quatro perguntas: 1) Se no caso de o Conselho de Ética decidir aplicar uma punição a um deputado, o plenário da Câmara deve votar um parecer ou um projeto de resolução vindo do Conselho; 2) se são admitidas emendas em plenário; 3) se essas emendas podem prejudicar o acusado; e 4) se no caso de o plenário rejeitar o projeto, é votada a denúncia original que pede a cassação ou ela é automaticamente arquivada.

Lira pediu para ser o relator da consulta, de acordo com o presidente da CCJ, Osmar Serraglio (PMDB-PR). O deputado de Alagoas nega.

O objetivo dos aliados de Cunha era o de que as respostas fossem a de que a votação é do projeto, que cabe qualquer emenda desde que não prejudique o acusado e que a rejeição do projeto não resulta na votação da denúncia original, pela cassação.

DEU AS RESPOSTAS

Lira deu exatamente essas respostas, com destaque para a última, que se aprovada sepulta de vez a possibilidade de o plenário da Câmara votar a cassação de Cunha caso o Conselho de Ética aprove apenas uma punição branda ao peemedebista.

“Rejeitado, pelo Plenário, o projeto de resolução destinado à aplicação da penalidade, a respectiva proposição é simplesmente arquivada, com a consequente absolvição do parlamentar processado”, diz o texto assinado por Lira.

ÚLTIMOS RECURSOS

A ação dos aliados de Cunha é uma das últimas tentativas de salvar o mandato do peemedebista, afastado do cargo e do mandato pelo Supremo Tribunal Federal, no dia 5 de maio, justamente sob o argumento de usar seu poder para tentar barrar as investigações da Lava Jato e de seu processo de cassação na Câmara.

O processo de cassação de Cunha já é o maior da história – deu início em outubro de 2015 – e tem sido marcado por sucessivas reviravoltas patrocinadas por manobras de Cunha e de aliados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – Vamos ver até que ponto chega a desfaçatez dessa gente. Não há justificativa capaz de inocentar um político flagrantemente corrupto, que usa a religião para ganhar votos e poder, mas o único deus que ele conhece é o Dinheiro. (C.N.)

06 de junho de 2016
Ranier Bragon
Folha

JANOT INCLUI DEPOIMENTO DE EX-DIRETOR DE FURNAS EM INQUÉRITO CONTRA AÉCIO



Aécio diz que agiu em Furnas sempre com “absoluta correção”























Em depoimento à Polícia Federal em 2006, o ex-diretor de Planejamento, Engenharia e Construção de Furnas, Dimas Toledo, admitiu que o senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, “costumava” procurá-lo na estatal para “assuntos envolvendo municípios onde (Aécio) tinha base eleitoral”.
O depoimento de Dimas Toledo foi anexado ao pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, encaminhado na semana passada ao Supremo Tribunal Federal no qual ele considera “imperioso” retomar as investigações contra o tucano por suspeita de recebimento de propinas na estatal elétrica.
O depoimento foi tomado em uma investigação iniciada na época após as denúncias do delator do mensalão e ex-deputado Roberto Jefferson de que haveria também um esquema de corrupção em Furnas envolvendo Toledo para abastecer partidos políticos, sobretudo o PSDB. O caso deu origem a uma denúncia em 2012 do Ministério Público Federal do Rio, que foi deslocada para a Justiça estadual por decisão da Justiça Federal.
ABSOLUTA CORREÇÃO
Por meio de nota, a assessoria de Aécio informou que o depoimento do ex-diretor mostra “a absoluta correção da atuação” do tucano nos contatos feitos com a empresa, em benefício de municípios de Minas Gerais.
Além disso, Dimas Toledo também foi apontado por delatores da Lava Jato como indicado de Aécio para operacionalizar um suposto esquema de corrupção na estatal nos moldes que vieram a ser implementados na Petrobras. Ele ocupou cargo de direção em Furnas entre 1995 e 2005. No depoimento, Toledo disse que era amigo do pai de Aécio, chamado Aécio Cunha e que era conselheiro de Furnas.
Além dos encontros com Aécio e a amizade com o pai do tucano, Toledo também admitiu em 2006 que sua filha trabalhava para a Bauruense, empresa que prestava serviços para Furnas e está na mira da Procuradoria-Geral da República – ao menos dois delatores da Lava Jato afirmaram que houve pagamento de propinas nos contratos de terceirização de mão de obra da estatal com a Bauruense.
INQUÉRITO
As suspeitas envolvendo a estatal de energia e o tucano deram origem a um inquérito da Procuradoria-Geral da República contra o senador mineiro. Para o procurador-geral Rodrigo Janot, as suspeitas trazidas tanto por Jefferson quanto pelos delatores da Lava Jato tornam “imperioso” investigar o tucano.
O caso está sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes, que inicialmente havia acatado um recurso da defesa de Aécio e determinado a suspensão do inquérito para que Janot avaliasse os argumentos do tucano. Janot, contudo, manifestou-se novamente pela necessidade da continuidade da investigação, o que foi acatado por Mendes.

06 de junho de 2016
Deu no Correio Braziliense

CERVERÓ DIZ QUE FOI 'SACANEADO' POR DILMA, A QUEM ELE CLASSIFICA DE 'MALUCA'



Cerveró se relacionava direto com Dilma e Collor


Um dos principais personagens da Lava Jato, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró revelou ter mágoa da presidente afastada Dilma Rousseff. Durante as tratativas de sua delação premiada, ele disse que foi “sacaneado” e “jogado no fogo” pela petista, a quem ele chegou a classificar de “maluca”. Cerveró reclamou, em pelo menos dois momentos, da versão apresentada por Dilma sobre a compra da refinaria de Pasadena (EUA).

Então presidente do Conselho de Administração da Petrobras, a petista disse que só aprovou a aquisição porque não tinha todas as informações disponíveis e que confiou no resumo executivo apresentado por Cerveró.

Em depoimento para a homologação de sua delação no STF (Supremo Tribunal Federal) –gravado em vídeo obtido pela Folha–, Cerveró disse que desconfiou das promessas do ex-senador Delcídio do Amaral (ex-PT-MS) de interferência do governo Dilma para tirá-lo da prisão e criticou a petista. Segundo ele, Dilma fugiu a suas responsabilidades no caso Pasadena, que trouxe prejuízo milionário à Petrobras.

“CONHEÇO A DILMA”

“Primeiro que eu conheço a Dilma, e aí eu fiquei muito cabreiro [sobre interferência]. Embora eu conheça a intimidade da Dilma com o Delcídio, se a Dilma gostasse tanto assim de mim, ela não tinha me sacaneado – desculpe a expressão – há um ano, quase dois anos atrás, quando fugiu da responsabilidade dizendo que tinha aprovado Pasadena porque eu não tinha dado as informações completas”, disse.

“Quer dizer, ela me jogou no fogo, ignorou a condição de amizade que existia, que eu acreditava que existia – trabalhei junto com ela 15 anos – e preferiu, para [se] livrar, porque estava em época de eleição, tinha que arrumar um Cristo. Então: ‘Ah, não, eu fui enganada’. É mentira! É mentira”, completou.

DILMA SABIA DE TUDO

Cerveró afirmou que Dilma sabia de tudo sobre a Petrobras e que, estatutariamente, a responsabilidade na empresa pela aquisição de ativos pertence ao Conselho, que foi comandado pela petista.

Em outra gravação, quando explicava sua indicação para a BR Distribuidora, Cerveró também disparou contra a presidente afastada. “Quando o negócio pegou fogo, a maluca da Dilma foi dizer que não sabia, que não estava informada”. Renan [Calheiros, presidente do Senado] jogou a culpa no Delcídio. Quando o negócio ficou ruim, ninguém tinha me indicado”.

Cerveró disse ainda que é impossível Dilma não saber que políticos do PT cobravam propina de diretores da Petrobras.

RECONHECIMENTO…

Aos investigadores, Cerveró disse que não foi indicado pelo ex-presidente Lula para a área internacional, mas ele entendeu que foi uma espécie de reconhecimento pela ajuda prestada para quitar um empréstimo de R$ 12 milhões considerado fraudulento pelos investigadores da Operação Lava Jato.

“Eu não fui indicado. O Lula virou para os outros, o José Sérgio Gabrielli e a Dilma, e disse: e o Nestor? O que vamos fazer com ele. Não podemos deixar o cara… ele quebrou nosso galho. Arrumou milhões para pagar a divida que o PT tinha.”

Segundo ele, isso não foi literalmente dito, mas foi sua interpretação.

EMPRÉSTIMO DO SCHAHIN

Em 2004, José Carlos Bumlai obteve empréstimo do Banco Schahin e diz ter repassado R$ 6 milhões para o empresário de Santo André (SP) Ronan Maria Pinto, que, segundo a Lava Jato, detinha informações comprometedoras sobre o PT na região.

Anos depois, sob o comando de Nestor Cerveró, a diretoria Internacional da Petrobras aceitou contratar a Schahin Engenharia por US$ 1,6 bilhão para a operação de um navio-sonda, o Vitoria 10.000.

Segundo as investigações, o contrato seria uma forma de o PT retribuir o grupo Schahin pelo empréstimo.

Cerveró ficou na diretoria entre 2003 e 2008, e em seguida, foi nomeado diretor financeiro e de serviços de uma subsidiária da estatal petroleira, a BR Distribuidora.

RENAN E COLLOR

O ex-diretor também citou que o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), tinha participação ativa nas negociações da BR Distribuidora, que também era cobiçada pelo grupo do senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) e por petistas.

Ele disse que Renan “fez questão de ir” a uma reunião no Copacabana Palace que marcou “quem era quem” na BR. Cerveró apontou ainda que costumava ter reuniões com Renan em seu gabinete. Em 2012, os dois teriam rompido porque Renan considerava que não estava sendo atendido. “Eu disse: fica a seu critério, senador”.

Ao longo das gravações, o ex-diretor da Petrobras faz várias queixas e análises sobre o comportamento de Collor, que já foi denunciado ao STF pela Lava Jato. De acordo com a Procuradoria, a propina paga ao ex-presidente chega a R$ 30 milhões.

NINGUÉM GOSTA DE COLLOR

Cerveró afirmou aos investigadores que “ninguém gosta” de falar com Collor. “A imprensa ele cospe. Você vai no gabinete do Collor não tem ninguém. Ele não fala com as pessoas. Ele convoca. Ele é presidente, tanto que você tem que chamar de presidente.”

O ex-diretor disse que Collor tinha uma “demanda gigantesca” a ser atendida na subsidiária e que certa vez tiveram desentendimento na Casa da Dinda, após o ex-presidente afirmar que teria informado a Dilma que não era para tirar Cerveró do cargo.

“Não podia perder a oportunidade e perder a piada”, afirmou. “Eu queria lhe agradecer que o senhor falou com a nossa amiga Dilma e me manteve no cargo”, disse.

“Pois é falei com a presidenta e que o senhor estava mantido no cargo”, afirmou. “Vou continuar a fazer o que for possível”, rebateu Cerveró, afirmando que Collor teria ficado “puto e chateado”. E completou: “muita arrogância não ia deixar barato.”


06 de junho de 2016
Márcio Falcão
Folha

NELSON RODRIGUES, UM FILÓSOFO BRASILEIRO

OTTO LARA ENTREVISTA NELSON RODRIGUES

JE SUIS VENEZUELA!

Je suis Venezuela!
de Paula Maris

06 de junho de 2016
postado por m.americo

31 DE MARÇO DE 1964, CONTRA REVOLUÇÃO O CONTRA GOLPE MILITAR

31 de Março 1964, contra revolução o contra golpe militar ... - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=LJQ-EQBvyQ4
6 de set de 2015 - Vídeo enviado por ForadaMatrix 1
Pontos de referência da história do Brasil http://foradamatrix1.blogspot.com.br/2015/04/pontos-de ...

06 de junho de 2016
postado por m.americo

A VERDADE SOBRE O 31 DE MARÇO DE 1964

A verdade sobre o 31 de março de 1964 | Inacreditavel

inacreditavel.com.br/wp/a-verdade-sobre-o-31-de-marco-de-1964/
31 de mar de 2014 - Eu prefiro considerá-lo como a Contra-Revolução de 31 de março de ..... dodocumentário, “A Revolução de 1964 – A Verdade Sufocada”.

06 de junho de 2016
postado por m.americo

VERDADES NÃO CONTADAS PELA ESQUERDA DA "DITADURA MILITAR"

NUNCA HOUVE "DITADURA MILITAR NO BRASIL" - MENTIRAM PRA VOCÊ, JOVEM!