Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos, e servem para encobrir o oportunismo político de bandidos. Falamos contra corruptos, estelionatários e fraudadores. Replicamos os melhores comentários e análises críticas, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
BEETHOVEN "SYMPHONY No. 6" - KARAJAN
Beethoven "Symphony No 6" Karajan - YouTube
21 de jul de 2014 - Vídeo enviado por VerachtetmirdieMeisternicht
Symphony No 6 in F Major, op 68 "Pastoral" 1. Awakening of pleasant feelings upon arriving the country ...
20 de maio de 2016
postado por m.americo
TEMER NOMEIA LAERTE RIMOLI NOVO PRESIDENTE DA EBC
A NOMEAÇÃO FOI PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DESTA SEXTA-FEIRA
O presidente em exercício, Michel Temer, nomeou o jornalista Laerte de Lima Rimoli para o cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 20.
Laerte Rimoli assume o comando da EBC em substituição a Ricardo Melo, que, nomeado por Dilma Rousseff no apagar das luzes do seu governo, tomou posse na véspera do impeachment.
| O JORNALISTA LAERTE RIMOLI É UM DOS PROFISSIONAIS MAIS RESPEITADOS DA IMPRENSA BRASILEIRA. |
O presidente em exercício, Michel Temer, nomeou o jornalista Laerte de Lima Rimoli para o cargo de diretor-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira, 20.
Laerte Rimoli assume o comando da EBC em substituição a Ricardo Melo, que, nomeado por Dilma Rousseff no apagar das luzes do seu governo, tomou posse na véspera do impeachment.
Temer o exonerou na terça-feira, 17. O Diário Oficial ainda traz a nomeação da jornalista Christiane Samarco para o cargo de diretora-geral da estatal.
A exoneração de Ricardo Melo por Temer mostra como a EBC virou foco de disputa política entre os governos peemedebista e petista. Ao ser afastado da empresa, Melo, que tomou posse em 10 de maio, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com mandado de segurança pedindo suspensão de sua demissão e reversão do ato do presidente em exercício. Melo considera sua exoneração "ilegal" e alega que tem um mandato de quatro anos para cumprir.
20 de maio de 2016
diário do poder
A exoneração de Ricardo Melo por Temer mostra como a EBC virou foco de disputa política entre os governos peemedebista e petista. Ao ser afastado da empresa, Melo, que tomou posse em 10 de maio, entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com mandado de segurança pedindo suspensão de sua demissão e reversão do ato do presidente em exercício. Melo considera sua exoneração "ilegal" e alega que tem um mandato de quatro anos para cumprir.
20 de maio de 2016
diário do poder
JANOT QUER INVESTIGAR JUCÁ E RENAN POR BELO MONTE
PEDIDO DE INQUÉRITO ATINGE UM DOS PRINCIPAIS NOMES DE TEMER
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (RR), e o presidente do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB, no inquérito que apura um esquema de pagamento de propina na obra da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Trata-se de um caso no âmbito da Operação Lava Jato.
Além de Jucá e Renan, também são alvos os senadores Jader Barbalho (PMDB-PA) e Valdir Raupp (PMDB-RO). No caso de Belo Monte, já vinha sendo investigado o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão, que é senador pelo Maranhão e também pertence a bancada do PMDB. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo e divulgada pelo Jornal da Globo.
Todos os congressistas foram citados nas delações dos ex-senador Delcídio do Amaral e do ex-executivo da Camargo Correa Luiz Carlos Martins. Ambos revelaram que os peemedebistas recebiam propina de um esquema específico em Belo Monte.
O dinheiro teria sido fruto de um acordo de Lobão para pagamento de campanhas do PMDB em 2014. Segundo Delcídio, campanhas do PT também teriam recebido de um percentual do total desviado de Belo Monte, cerca de R$ 30 milhões.
O caso relacionado especificamente a Lobão, que foi ministro entre 2008 e 2015, também contaria com a participação do ex-ministros Antonio Palocci, Erenice Guerra e Silas Rondeau, trabalharam no governo Lula. Segundo Delcídio relatou em acordo de delação premiada, os quatro teriam movimentado juntos obras que chegaram R$ 25 bilhões. De total, pelo menos R$ 45 milhões teriam irrigado campanhas do PT e do PMDB nas eleições de 2010 e de 2014. (AE)
20 de maio de 2016
diário do poder
| PEDIDO DE ABERTURA DE INQUÉRITO SERÁ ANALISADO PELO MINISTRO TEORI ZAVASCKI (FOTO: GERALDO MAGELA/AG. SENADO) |
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão do ministro do Planejamento, senador licenciado Romero Jucá (RR), e o presidente do Senado, Renan Calheiros, ambos do PMDB, no inquérito que apura um esquema de pagamento de propina na obra da hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. Trata-se de um caso no âmbito da Operação Lava Jato.
Além de Jucá e Renan, também são alvos os senadores Jader Barbalho (PMDB-PA) e Valdir Raupp (PMDB-RO). No caso de Belo Monte, já vinha sendo investigado o ex-ministro de Minas e Energia Edison Lobão, que é senador pelo Maranhão e também pertence a bancada do PMDB. A informação foi publicada pela Folha de S.Paulo e divulgada pelo Jornal da Globo.
Todos os congressistas foram citados nas delações dos ex-senador Delcídio do Amaral e do ex-executivo da Camargo Correa Luiz Carlos Martins. Ambos revelaram que os peemedebistas recebiam propina de um esquema específico em Belo Monte.
O dinheiro teria sido fruto de um acordo de Lobão para pagamento de campanhas do PMDB em 2014. Segundo Delcídio, campanhas do PT também teriam recebido de um percentual do total desviado de Belo Monte, cerca de R$ 30 milhões.
O caso relacionado especificamente a Lobão, que foi ministro entre 2008 e 2015, também contaria com a participação do ex-ministros Antonio Palocci, Erenice Guerra e Silas Rondeau, trabalharam no governo Lula. Segundo Delcídio relatou em acordo de delação premiada, os quatro teriam movimentado juntos obras que chegaram R$ 25 bilhões. De total, pelo menos R$ 45 milhões teriam irrigado campanhas do PT e do PMDB nas eleições de 2010 e de 2014. (AE)
20 de maio de 2016
diário do poder
DILMA, A INVESTIGADA, MANDA CHAMAR RENAN, QUE A VAI JULGAR E ELE ATENDE
ELA AGE COMO SE ESTIVESSE NO PODER, DANDO ORDENS A SUBALTERNOS
Afastada do cargo para responder à acusação de cometer crimes contra a administração pública, a presidente Dilma Rousseff mandou chamar para uma conversa o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como se fosse um funcionário subalterno, e o senador a atendeu prontamente, na tarde desta quinta-feira (19).
O encontro durou cerca de uma hora e meia, no Palácio no Alvorada. Foi a primeira vez que os dois se encontraram desde que o Senado decidiu abrir o processo de impeachment contra Dilma e afastá-la por até 180 dias, período em que o País será presidido por Michel Temer e em que a Casa deverá julgá-la por crime de responsabilidade.
O primeiro vice-presidente do Senado, o petista Jorge Viana (AC) também participou da conversa. Na volta do encontro, sem dar detalhes do que foi dito, Viana elogiou no plenário a postura de Renan em todo o processo de impeachment.
"O presidente Renan tem um papel institucional que tem que ser respeitado, ele é presidente do Senado, do Congresso. E ele se reúne com Michel Temer, ele é do PMDB, isso ninguém põe dúvida, mas ele conversa com todo mundo aqui. E eu acho muito boa a atitude do presidente Renan de, por exemplo, tendo alguma motivação, interesse, conversar quantas vezes for necessário com a presidente Dilma, com o presidente Michel Temer e com o presidente do Supremo, (Ricardo) Lewandowski", afirmou Viana.
O petista fez questão de "denunciar" o fato de que, para se chegar ao Alvorada, teve de passar por uma barreira no Palácio do Jaburu, residência de Temer. Ele disse que Renan e Viana tiveram de se identificar e esperar um tempo para que ligações fossem feitas para ver se poderiam passar para fazer uma simples visita a Dilma.
20 de maio de 2016
diário do poder
| CALHEIROS PARECE NÃO TER A DIMENSÃO DO CARGO, E DILMA DEMONSTRA QUE A FICHA AINDA NÃO CAIU. (FOTO: EBC) |
Afastada do cargo para responder à acusação de cometer crimes contra a administração pública, a presidente Dilma Rousseff mandou chamar para uma conversa o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), como se fosse um funcionário subalterno, e o senador a atendeu prontamente, na tarde desta quinta-feira (19).
O encontro durou cerca de uma hora e meia, no Palácio no Alvorada. Foi a primeira vez que os dois se encontraram desde que o Senado decidiu abrir o processo de impeachment contra Dilma e afastá-la por até 180 dias, período em que o País será presidido por Michel Temer e em que a Casa deverá julgá-la por crime de responsabilidade.
O primeiro vice-presidente do Senado, o petista Jorge Viana (AC) também participou da conversa. Na volta do encontro, sem dar detalhes do que foi dito, Viana elogiou no plenário a postura de Renan em todo o processo de impeachment.
"O presidente Renan tem um papel institucional que tem que ser respeitado, ele é presidente do Senado, do Congresso. E ele se reúne com Michel Temer, ele é do PMDB, isso ninguém põe dúvida, mas ele conversa com todo mundo aqui. E eu acho muito boa a atitude do presidente Renan de, por exemplo, tendo alguma motivação, interesse, conversar quantas vezes for necessário com a presidente Dilma, com o presidente Michel Temer e com o presidente do Supremo, (Ricardo) Lewandowski", afirmou Viana.
O petista fez questão de "denunciar" o fato de que, para se chegar ao Alvorada, teve de passar por uma barreira no Palácio do Jaburu, residência de Temer. Ele disse que Renan e Viana tiveram de se identificar e esperar um tempo para que ligações fossem feitas para ver se poderiam passar para fazer uma simples visita a Dilma.
20 de maio de 2016
diário do poder
FORÇAS ARMADAS: MILITARES CRITICAM 'MEA-CULPA' PETISTA
"O ERRO DELES FOI TER TENTADO NIVELAR O BRASIL POR GOVERNOS POPULISTAS"
Resolução do PT sobre conjuntura política foi recebida com "indignação" pela cúpula militar. O texto diz que os petistas foram "descuidados" por não terem modificado os currículos das academias militares e por não terem promovido oficiais com "compromisso democrático e nacionalista". "O que eles queriam, que os militares tivessem ido para as ruas defender o governo? As Forças Armadas são uma instituição de Estado. O erro deles, entre outros, foi ter tentado nivelar o Brasil por governos populistas como Bolívia e Venezuela", disse ao jornal O Estado de S. Paulo o presidente do Clube Militar, general Gilberto Pimentel.
O trecho do documento do PT diz: "Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação".
De acordo com o general Rômulo Bini, ex-chefe do Estado Maior de Defesa, o documento expõe "total desconhecimento de como funcionam as Forças Armadas". "Eles queriam militares que abaixassem a cabeça para eles, como se tivéssemos Forças Armadas bolivarianas como na Venezuela? Isso é um absurdo".
Embora as falas sejam de oficiais da reserva, o mesmo sentimento foi observado entre oficiais-generais da ativa, que não se conformavam com a forma como foram tratados pelos petistas, no texto de mea-culpa do partido. Desde que o documento foi tornado público, ele se transformou em objetivo de discussão nas três Forças.
Na segunda-feira, 16, quando tomou posse no Ministério da Defesa Raul Jungmann elogiou exatamente o comportamento das Forças Armadas durante "uma das mais severas crises enfrentadas pelo País", lembrando que elas "se mantiveram impecáveis" e "no limite de suas competências". No mesmo tom, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, falando em nome das três Forças, ressaltou que "acertadamente as Forças Armadas se desengajaram da política partidária, deixando para os políticos esse engajamento". Rossatto disse ainda que a missão constitucional das Forças Armadas, hoje, "não deixa dúvidas quanto à priorização da defesa do País".
Um general quatro estrelas do Alto Comando do Exército, que pediu anonimato, disse à reportagem que "isso (mea-culpa do PT) é uma confissão de tentativa de aparelhamento em vão das Forças Armadas". E questionou: "e qual é o problema de as Forças Armadas terem cumprido o seu papel constitucional? Não é isso que teriam de fazer? O pior é que eles dizem e escrevem isso.
O efeito no Exército está sendo semelhante a 1935, quando tentaram implantar o anticomunismo na Força. Estão todos furiosos e incrédulos. Isso é quase uma declaração de guerra a nós", emendou ele, acrescentando que "os petistas queriam que nós fôssemos Forças Armadas bolivarianas, como a da Venezuela ou da Bolívia que as Forças Armadas são instrumento do governo e isso é inadmissível". Lembrou ainda que as críticas atingiram não só as Forças Armadas, mas várias instituições de Estado, como a Polícia Federal, o Itamaraty e o Ministério Público Federal.
Academia
"Nas escolas militares nós ensinamos honestidade, hierarquia, disciplina, o respeito aos mais velhos", declarou o general Bini. Ele lembrou que uma vez a esposa do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi à Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se surpreendeu com o número de matéria da área de humanas que ensinamos em nossas escolas desde 1961. Você tem entre as disciplinas direito constitucional, estudo da moral, filosofia, psicologia. Ela achava que nós estávamos só preparados para a guerra", contou ele. E ironizou: "será que acham que nós ensinamos tortura?"Já o general Pimentel emendou dizendo que "as escolas militares ensinam honestidade, competência e trabalho". Para ele, "se eles queriam encontrar em nossos quadros oficiais socialistas para promover com certeza não iam encontrar de jeito nenhum e pode escrever isso com todas as letras". (AE)
20 de maio de 2016
diário do poder
| A RESOLUÇÃO DO PT SOBRE CONJUNTURA POLÍTICA FOI RECEBIDA COM "INDIGNAÇÃO" PELA CÚPULA MILITAR. (FOTO: PAULO PINTO) |
Resolução do PT sobre conjuntura política foi recebida com "indignação" pela cúpula militar. O texto diz que os petistas foram "descuidados" por não terem modificado os currículos das academias militares e por não terem promovido oficiais com "compromisso democrático e nacionalista". "O que eles queriam, que os militares tivessem ido para as ruas defender o governo? As Forças Armadas são uma instituição de Estado. O erro deles, entre outros, foi ter tentado nivelar o Brasil por governos populistas como Bolívia e Venezuela", disse ao jornal O Estado de S. Paulo o presidente do Clube Militar, general Gilberto Pimentel.
O trecho do documento do PT diz: "Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de verbas publicitárias para os monopólios da informação".
De acordo com o general Rômulo Bini, ex-chefe do Estado Maior de Defesa, o documento expõe "total desconhecimento de como funcionam as Forças Armadas". "Eles queriam militares que abaixassem a cabeça para eles, como se tivéssemos Forças Armadas bolivarianas como na Venezuela? Isso é um absurdo".
Embora as falas sejam de oficiais da reserva, o mesmo sentimento foi observado entre oficiais-generais da ativa, que não se conformavam com a forma como foram tratados pelos petistas, no texto de mea-culpa do partido. Desde que o documento foi tornado público, ele se transformou em objetivo de discussão nas três Forças.
Na segunda-feira, 16, quando tomou posse no Ministério da Defesa Raul Jungmann elogiou exatamente o comportamento das Forças Armadas durante "uma das mais severas crises enfrentadas pelo País", lembrando que elas "se mantiveram impecáveis" e "no limite de suas competências". No mesmo tom, o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, falando em nome das três Forças, ressaltou que "acertadamente as Forças Armadas se desengajaram da política partidária, deixando para os políticos esse engajamento". Rossatto disse ainda que a missão constitucional das Forças Armadas, hoje, "não deixa dúvidas quanto à priorização da defesa do País".
Um general quatro estrelas do Alto Comando do Exército, que pediu anonimato, disse à reportagem que "isso (mea-culpa do PT) é uma confissão de tentativa de aparelhamento em vão das Forças Armadas". E questionou: "e qual é o problema de as Forças Armadas terem cumprido o seu papel constitucional? Não é isso que teriam de fazer? O pior é que eles dizem e escrevem isso.
O efeito no Exército está sendo semelhante a 1935, quando tentaram implantar o anticomunismo na Força. Estão todos furiosos e incrédulos. Isso é quase uma declaração de guerra a nós", emendou ele, acrescentando que "os petistas queriam que nós fôssemos Forças Armadas bolivarianas, como a da Venezuela ou da Bolívia que as Forças Armadas são instrumento do governo e isso é inadmissível". Lembrou ainda que as críticas atingiram não só as Forças Armadas, mas várias instituições de Estado, como a Polícia Federal, o Itamaraty e o Ministério Público Federal.
Academia
"Nas escolas militares nós ensinamos honestidade, hierarquia, disciplina, o respeito aos mais velhos", declarou o general Bini. Ele lembrou que uma vez a esposa do então presidente Fernando Henrique Cardoso foi à Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e se surpreendeu com o número de matéria da área de humanas que ensinamos em nossas escolas desde 1961. Você tem entre as disciplinas direito constitucional, estudo da moral, filosofia, psicologia. Ela achava que nós estávamos só preparados para a guerra", contou ele. E ironizou: "será que acham que nós ensinamos tortura?"Já o general Pimentel emendou dizendo que "as escolas militares ensinam honestidade, competência e trabalho". Para ele, "se eles queriam encontrar em nossos quadros oficiais socialistas para promover com certeza não iam encontrar de jeito nenhum e pode escrever isso com todas as letras". (AE)
20 de maio de 2016
diário do poder
A QUEM INTERESSA A CULTURA APARELHADA?
Atenas, Grécia - A reação dos militantes ressentidos do PT já era esperada. Eles ainda vão espernear por muito tempo. À medida que estão sendo desalojados das boquinhas públicas cresce a vontade de atear fogo ao país. Afinal de contas, foram mais de dez anos mamando na tetas do governo, realizando negócios escusos e aparelhando o Estado. O resultado de tudo isso foi o surgimento da maior organização criminosa do Brasil. Dois tesoureiros petistas na cadeia e um na bica de também ser preso, o ex-ministro da Comunicação Social, Edinho Silva. Zé Dirceu, o maestro do esquema, voltou para a cadeia e agora foi novamente condenado a mais de 20 anos. E os grandes empresários, cúmplices de toda bandalheira, também estão amargando seus dias na prisão.
É natural que os desempregados petistas reajam de forma violenta a qualquer tipo de mudança institucional. Afinal de contas, como são desqualificados, certamente não vão conseguir emprego facilmente na iniciativa privada. Os mais exaltados, como era de se esperar, são aqueles que perdem os salários milionários e as negociatas nos ministérios. Agora, desolados, tentam de todas as formas reorganizar grupos para desestabilizar o governo e promover badernas. O eco dos ressentidos ainda será ouvido por todos os cantos, estimulado pelos pelegos da CUT que transformaram as entidades de classe em centrais de propaganda fascista com o dinheiro da contribuição sindical.
Os petistas do fundamentalista Rui Falcão estão atentos a tudo. E se o Temer vacilar, eles vão para o ataque. Veja o que acontece com a ocupação do ministério da Cultura nos estados. Alguns dos invasores condenam o governo peemedebista de destroçar a cultura com o fim do ministério. Acusam o novo governo de tentar acabar com a arte, o cinema, a literatura. É claro que a medida é impactante, mas não é o fim do mundo. A cultura desaparelhada, se tiver apoio do governo, certamente vai contemplar igualmente aqueles que nunca tiveram acesso a recursos públicos porque não rezavam na cartilha petista. A cultura da república sindical mostrou-se um desastre. O orçamento do ministério, segundo a própria Dilma, era de 1%, insignificante para a demanda, quase todo direcionado aos apadrinhados do PT.
É inconcebível, por exemplo, que filmes de chachadas patrocinados pela Globo Filme cheguem ao mercado incentivados pelo dinheiro público da Ancine. E que esse mesmo dinheiro tenha foco na produção dos filmes dos simpatizantes lulistas. O mercado cinematográfico brasileiro ainda está engatinhando porque o incentivo que chega ao cinema não é para capacitar os produtores mas para compensá-los por agir como petista, pensar como petista e serem amigos de petistas. Não se trata de combater o incentivo, o que se discute aqui é como esse dinheiro deve chegar, sem intermediários, ao mercado cinematográfico, ao teatro e as artes de modo geral.
Por que os filmes incentivados têm que cobrar ingressos já que recebem dinheiro público para serem realizados? Por que então não chegam aos cinemas com preços mais baixos, já que foram subsidiados, para que mais gente tenha acesso às salas? Por que uma quota desses filmes não é destinada gratuitamente para as comunidades pobres? Por que até agora o acesso aos recursos da Ancine não foi democratizado de forma a contemplar o cinema sem discriminação ideológica e partidária? Na Argentina, a vanguarda de filmes de qualidade, o dinheiro chega aos produtores por um fundo que administra um percentual dos ingressos vendidos. O governo não é tutor, apenas fiscaliza.
Ao passar o serrote no ministério, sem uma discussão ampla com os gestores sérios e apartidários da cultura no Brasil, Temer deu aos militantes petistas o pretexto que eles queriam para fazer protestos contra o governo nos festivais de cinema do mundo, a exemplo do que ocorreu no FESTin, de Lisboa, e em Cannes, na França, onde eles chegaram às custas do dinheiro público.
Alojar a cultura na Educação, em princípio, parece uma decisão coerente, desde que não se mexa nos avanços conquistados nos últimos trinta anos quando o ministério da foi criado por Sarney. Veja que interessante: um presidente conservador, mas que tinha visão ampla da cultura e da sua importância no país. Mesmo assim, o ministério nunca foi prestigiado por nenhum governo, especialmente os do PT.
Quem trabalha na produção de cinema no Brasil sempre teve dificuldade em realizar projetos se não se adequasse aos mandamentos petistas, em um setor aparelhado e discricionário. O ministério da Cultura e seus órgãos foram ocupados por militantes desqualificados e ideológicos que tinham rancor de quem não lesse na cartilha deles. O critério para aprovação de qualquer proposta na área sempre foi o partidário, o que restringiu o mercado cinematográfico a alguns “iluminados” , partidários do lulismo, para quem faziam orações diárias sempre de olho no caixa da Ancine.
É preciso desaparelhar o estado, torná-lo mais amplo, despolitizá-lo. Criar mecanismo para que todos que fazem cultura no Brasil, independente de partido e de cor ideológica, tenham as mesmas oportunidades. Não é um prédio ou o fim de uma nomenclatura que vai impedir que o país se abra para o mundo. O Brasil precisa, de verdade, de gente que pense um novo modelo para a cultura sem o peso da mão de ferro ideológica.
20 de maio de 2016
Jorge Oliveira, cineasta, já ganhou vinte prêmios com seus filmes. Seu mais recente, Olhar de Nise, recebeu dois prêmios no FESTin, em Lisboa, e está sendo exibido em vários outros festivais da Europa e dos Estados Unidos.
É natural que os desempregados petistas reajam de forma violenta a qualquer tipo de mudança institucional. Afinal de contas, como são desqualificados, certamente não vão conseguir emprego facilmente na iniciativa privada. Os mais exaltados, como era de se esperar, são aqueles que perdem os salários milionários e as negociatas nos ministérios. Agora, desolados, tentam de todas as formas reorganizar grupos para desestabilizar o governo e promover badernas. O eco dos ressentidos ainda será ouvido por todos os cantos, estimulado pelos pelegos da CUT que transformaram as entidades de classe em centrais de propaganda fascista com o dinheiro da contribuição sindical.
Os petistas do fundamentalista Rui Falcão estão atentos a tudo. E se o Temer vacilar, eles vão para o ataque. Veja o que acontece com a ocupação do ministério da Cultura nos estados. Alguns dos invasores condenam o governo peemedebista de destroçar a cultura com o fim do ministério. Acusam o novo governo de tentar acabar com a arte, o cinema, a literatura. É claro que a medida é impactante, mas não é o fim do mundo. A cultura desaparelhada, se tiver apoio do governo, certamente vai contemplar igualmente aqueles que nunca tiveram acesso a recursos públicos porque não rezavam na cartilha petista. A cultura da república sindical mostrou-se um desastre. O orçamento do ministério, segundo a própria Dilma, era de 1%, insignificante para a demanda, quase todo direcionado aos apadrinhados do PT.
É inconcebível, por exemplo, que filmes de chachadas patrocinados pela Globo Filme cheguem ao mercado incentivados pelo dinheiro público da Ancine. E que esse mesmo dinheiro tenha foco na produção dos filmes dos simpatizantes lulistas. O mercado cinematográfico brasileiro ainda está engatinhando porque o incentivo que chega ao cinema não é para capacitar os produtores mas para compensá-los por agir como petista, pensar como petista e serem amigos de petistas. Não se trata de combater o incentivo, o que se discute aqui é como esse dinheiro deve chegar, sem intermediários, ao mercado cinematográfico, ao teatro e as artes de modo geral.
Por que os filmes incentivados têm que cobrar ingressos já que recebem dinheiro público para serem realizados? Por que então não chegam aos cinemas com preços mais baixos, já que foram subsidiados, para que mais gente tenha acesso às salas? Por que uma quota desses filmes não é destinada gratuitamente para as comunidades pobres? Por que até agora o acesso aos recursos da Ancine não foi democratizado de forma a contemplar o cinema sem discriminação ideológica e partidária? Na Argentina, a vanguarda de filmes de qualidade, o dinheiro chega aos produtores por um fundo que administra um percentual dos ingressos vendidos. O governo não é tutor, apenas fiscaliza.
Ao passar o serrote no ministério, sem uma discussão ampla com os gestores sérios e apartidários da cultura no Brasil, Temer deu aos militantes petistas o pretexto que eles queriam para fazer protestos contra o governo nos festivais de cinema do mundo, a exemplo do que ocorreu no FESTin, de Lisboa, e em Cannes, na França, onde eles chegaram às custas do dinheiro público.
Alojar a cultura na Educação, em princípio, parece uma decisão coerente, desde que não se mexa nos avanços conquistados nos últimos trinta anos quando o ministério da foi criado por Sarney. Veja que interessante: um presidente conservador, mas que tinha visão ampla da cultura e da sua importância no país. Mesmo assim, o ministério nunca foi prestigiado por nenhum governo, especialmente os do PT.
Quem trabalha na produção de cinema no Brasil sempre teve dificuldade em realizar projetos se não se adequasse aos mandamentos petistas, em um setor aparelhado e discricionário. O ministério da Cultura e seus órgãos foram ocupados por militantes desqualificados e ideológicos que tinham rancor de quem não lesse na cartilha deles. O critério para aprovação de qualquer proposta na área sempre foi o partidário, o que restringiu o mercado cinematográfico a alguns “iluminados” , partidários do lulismo, para quem faziam orações diárias sempre de olho no caixa da Ancine.
É preciso desaparelhar o estado, torná-lo mais amplo, despolitizá-lo. Criar mecanismo para que todos que fazem cultura no Brasil, independente de partido e de cor ideológica, tenham as mesmas oportunidades. Não é um prédio ou o fim de uma nomenclatura que vai impedir que o país se abra para o mundo. O Brasil precisa, de verdade, de gente que pense um novo modelo para a cultura sem o peso da mão de ferro ideológica.
20 de maio de 2016
Jorge Oliveira, cineasta, já ganhou vinte prêmios com seus filmes. Seu mais recente, Olhar de Nise, recebeu dois prêmios no FESTin, em Lisboa, e está sendo exibido em vários outros festivais da Europa e dos Estados Unidos.
MIX - ARNALDO ESTRELLA - ANTOLOGIA DA MÚSICA ERUDITA BRASILEIRA
Assinar:
Postagens (Atom)







