"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sexta-feira, 8 de maio de 2015

CONHEÇA OS CRIMES DE LULA QUE ESTÃO SENDO INVESTIGADOS




O Ministério Público Federal acredita haver indícios de crime nas atividades de Lula a serviço da Odebrecht, uma construtora com receita anual de cerca de R$ 100 bilhões. A investigação contra o petista por tráfico de influência internacional e no Brasil foi aberta há duas semanas pelo núcleo de Combate à Corrupção da Procuradoria da República em Brasília, como revelou a revista Época.
Eis o resumo do processo:
“TRÁFICO DE INFLUÊNCIA. LULA. BNDES. Supostas vantagens econômicas obtidas, direta ou indiretamente, da empreiteira Odebrecht pelo ex-presidente da República Luis Inácio Lula da Silva, entre os anos de 2011 a 2014, com pretexto de influir em atos praticados por agentes públicos estrangeiros, notadamente os governos da República Dominicana e Cuba, este último contendo obras custeadas, direta ou indiretamente, pelo BNDES”.
Os procuradores enquadram a relação de Lula com a Odebrecht, o BNDES e os chefes de Estado, a princípio, em dois artigos do Código Penal, segundo a revista.
O primeiro, 337-C, diz que é crime “solicitar, exigir ou obter, para si ou para outrem, vantagem ou promessa de vantagem, a pretexto de influir em ato praticado por funcionário público estrangeiro no exercício de suas funções, relacionado a transação comercial internacional”. O nome do crime: tráfico de influência em transação comercial internacional.
JUNTO AO BNDES
O segundo crime, afirmam os procuradores, refere-se à suspeita de tráfico de influência junto ao BNDES.
“Considerando que as mencionadas obras são custeadas, em parte, direta ou indiretamente, por recursos do BNDES, caso se comprove que o ex-presidente da República Luís Inácio Lula da Silva também buscou interferir em atos práticos pelo presidente do mencionado banco (Luciano Coutinho), poder-se-á, em tese, configurar o tipo penal do artigo 332 do Código Penal (tráfico de influência)”, diz o documento.
A maioria das viagens de Lula nos últimos anos foi bancada pela Odebrecht, a campeã, de longe, de negócios bilionários com governos latino-americanos e africanos embalada por financiamentos do BNDES.
GRANDES NEGÓCIOS
O BNDES financiou pelo menos:
– US$ 4,1 bilhões em projetos da Odebrecht em países como Gana, República Dominicana, Venezuela e Cuba durante os governos de Lula e Dilma.
– US$ 1,6 bilhão com destino final à Odebrecht após Lula, já como ex-presidente, se encontrar com os presidentes de Gana e da República Dominicana – sempre bancado pela empreiteira.
– 42% do total de US$ 848 milhões recebidos pela Odebrecht em operações de crédito para tocar empreendimentos no exterior.
Como diz a revista Época:
“Há anos o banco presidido por Luciano Coutinho resiste a revelar os exatos termos desses financiamentos com dinheiro público, apesar de exigências do Ministério Público, do Tribunal de Contas da União e do Congresso. É o segredo mais bem guardado da era petista.”
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – A matéria enviada por Mário Assis é reveladora. No dia em que a Justiça tomar vergonha e exigir transparência aos financiamentos do BNDES, na forma da lei, este país vai estremecer. A podridão do BNDES fede a quilômetros de distância. (C.N.)
08 de maio de 2015
Felipe Moura Brasil, Veja

CONFIDÊNCIAS INCONFIDENTES...

Ex-presidente do Uruguai diz que Lula lhe confidenciou um crime contra o Estado brasileiro. Babalorixá de Banânia tem de ser convocado a depor na CPI do Petrolão! Já!

Luiz Inácio Lula da Silva, sim, ele mesmo!, tem tanta intimidade com as grandezas do universo que já se referiu à Terra, como “planetinha”. Tudo é uma questão de ponto de vista, não é mesmo? Pensem bem: o que é o universo perto de Lula? Mera distração de Deus nas horas intersticiais do tédio. O Senhor pensou grande mesmo quando deu à luz o Babalorixá de Banânina. Aí desafiou: “Agora eu vou mostrar para Michelangelo quem é o verdadeiro Michelangelo…”
O Altíssimo se referia, claro!, àquele momento em que o artista, depois de esculpir Moisés, deu-lhe num toquezinho no joelho e disse: “Parla” (“fala!), tal era a perfeição da obra. Sim, meus caros, Lula é um Moisés que rivaliza com o próprio — ele também abre as mares se preciso — e que supera o de Michelangelo: afinal, fala! Pelos cotovelos! Por isso mesmo, dada essa grandeza, Lula deve agora explicações ao mundo.
Como o mundo não se interessa mais pelas coisas que ele diz e pensa; como ninguém mais se importa com a personagem acidental que Marilena Chaui achava poder revolucionar a filosofia, basta, então, que se explique à CPI do Petrolão. Convocá-lo passou a ser, agora, um imperativo moral. E por quê?
José Mujica, o esquisito que já governou o Uruguai, e que também fala pelos cotovelos, revelou num livro-depoimento chamado “Una Oveja Negra al Poder” — “Uma ovelha negra no poder” —, escrito pelos jornalistas Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz, que, em 2010, o Moisés de Garanhuns e de São Bernardo lhe confidenciou que o mensalão “era a única forma de governar o Brasil”. Vale dizer: Mujica afirma em seu depoimento que Lula lhe confidenciou um crime contra o Estado brasileiro.
Notem: o que foi o mensalão? Consistia no uso de recursos públicos e privados para formar uma espécie de estado paralelo. O que é o petrolão? Trata-se de um mensalão muito mais ousado, em que, da mesma forma, recursos públicos e privados são empregados para capturar o Estado.
Mujica e Lula são companheiros à esquerda. Ambos se dizem socialistas, ainda que um cultive o socialismo à brasileira, e o outro, à uruguaia. Refiro-me, claro!, a dois exotismos sem paralelo no mundo, hoje ou em qualquer tempo. Em comum, no entanto, eles têm aquele papo-furado contra as elites, contra os conservadores, contra a tradição…  Cada um deles, também, é irresponsável a seu modo. De toda sorte, duvido que Mujica esteja mentindo. Lula certamente lhe fez mesmo aquela “confidência”, até porque é o que petistas vivem dizendo por aí.
Num debate eleitoral na televisão, em 1986, o empresário Antônio Ermírio de Moraes, que morreu no ano passado, afirmou que “a política é a arte de pedir voto aos pobres, dinheiro aos ricos e mentir aos dois”. Lula, como ninguém, levou adiante essa máxima.
Em entrevista recente ao jornal espanhol Elk País, afirmou Mujica: “A esquerda morre quando a cobiça de se fazer dinheiro entra na política. Por que a corrupção prolifera tanto? Parece sensato que pessoas de 60, 70 anos se emporcalhem com uns pesos imundos? Eles sabem que têm pouca vida pela frente. O tema de ter dinheiro para ser alguém pode ser uma ferramenta de progresso no mundo do comércio, onde se correm riscos empresariais, mas estamos fritos quando se mete na política. Isso aconteceu na Itália, em parte da Espanha. É inexplicável o que se passa no Brasil”.
Não é inexplicável, não! É muito explicável! Mujica, mesmo sendo meio doidivanas, não assumiu o poder com o propósito de aniquilar as demais forças políticas, de se estabelecer como partido único, de eliminar a oposição. Também não tinha e não tem a ambição de liderar a esquerda latino-americana.
O nosso Moisés tinha propósitos maiores, não é? Tanto é assim que criou o Foro de São Paulo, com Fidel Castro. Lula deveria ter feito outra confissão a Mujica: “É impossível dar um golpe nas instituições, como queremos, sem recorrer a coisas como o mensalão”. Aí, sim, estaria a dizer a verdade.
08 de maio de 2015
Reinaldo Azevedo

O FÜHRER DE GARANHUNS



O führer de Garanhuns e seus propagandistas goebbelianos precisam do ódio como fator de luta (segundo ensinou Che Guevara).

O que efetivamente mobilizou o nazismo contra os judeus não foram as destrambelhadas especulações biológicas que apenas favoreceram o trabalho sujo dos que executaram as políticas de extermínio. A causa principal foi o mito da "conspiração judaica", difundindo a ideia do poder econômico do povo judeu e a ele atribuindo a culpa pelos males nacionais. Ao longo da história, mobilizações nacionalistas sempre procuraram identificar um inimigo interno ou externo, direcionando-lhe as animosidades. No nazismo, à exemplo do comunismo, foi acionado este fermento revolucionário que excita os piores sentimentos: a falácia de que o outro, como indivíduo, raça ou classe seja, objetivamente, causador da pobreza do pobre.
Observe, então, o que vem sendo proclamado sobre a "elite branca de olhos azuis" pelas personagens mais aguerridas do petismo (do topo lulista à base militante). Lula e os seus não cansam de repetir que essa elite não gosta de pobre, é contra sua prosperidade e se enoja com a presença de gente humilde nos aeroportos e nas universidades. Por quê? Ninguém esclarece. O importante é repeti-lo à exaustão. E o PT é perito em papaguear bobagens tantas vezes quantas sejam necessárias para assemelhar à verdade algo que não tem o menor fundamento. Além de tornar a nação respeitável ao proporcionar a dignidade de todos os cidadãos, o progresso material das classes mais humildes é desejável por todos os segmentos sociais, inclusive por aqueles contra os quais o PT pretende instigar a malquerença dos pobres. Entre os muitos benefícios humanísticos e ganhos de ordem ética, a ascensão social dos mais carentes significa, para todos, maior segurança e maior dinamismo na vida econômica e social. É para todo mundo. É assim que a civilização avança. No fundo, até o Lula sabe disso.
No entanto, o führer de Garanhuns e seus propagandistas goebbelianos precisam do ódio como fator de luta (segundo ensinou Che Guevara). E nada melhor do que aprender com Hitler o modo de suscitar ódio contra quem tem mais. Basta proclamar aos pobres que essas pessoas, brancas de olhos azuis, são a causa de sua pobreza, que estes iníquos não toleram conviver com eles e que, por soturnos motivos, querem preservá-los na miséria. Difundir tais teses após as experiências do nazismo deveria ser capitulado como crime. Numa hipótese mais branda, ser tratado como sociopatia.
Tão perigoso quanto o que estou descrevendo é não se importar com isso e considerar que se trata apenas de uma estratégia, sem efetivas consequências sociais e políticas. Era exatamente o que pensava a maioria dos alemães até bem perto do final da guerra.
08 de maio de 2015
Percival Puginna

UMA VISÃO PETRALHA DE GOVERNAR

A única forma (petista) de governar o país

Companheiros?
Mujica virou uma espécie de guru da esquerda caviar, pois se manteve, ao menos nas aparências, fiel ao estilo de vida espartano enquanto avançava com sua agenda “progressista”. Não há nada que arranque mais suspiros de um esquerdista desses do que alguém poderoso bancar o pobretão desleixado contra o “sistema”. Mas o assunto aqui não é Mujica, e sim o que ele disse em seu livro sobre Lula. Segundo o ex-presidente do Uruguai, Lula teria lhe confessado que o mensalão era “a única forma de governar o país”.
Haveria, ainda, outra testemunha no local. E então: a palavra do ex-presidente esquerdista conta ou não? Trata-se de mais uma evidência, entre tantas, de que Lula obviamente sabia do mensalão. Não só sabia, como aprovava. Afinal, como o próprio ex-presidente brasileiro já disse, é necessário fazer acordo até com Judas para governar o Brasil. O projeto da quadrilha dos mensaleiros, portanto, contava com o aval de Lula, ao que tudo indica. Era esta a única forma de governar o país: comprar todo o Congresso.
Mas era mesmo? Claro que não! Existe outra forma, alternativa, mais republicana, chamada negociação, concessão, contemporização. Às vezes será chata, não permitirá o avanço de um partido único, obrigará o governo a ceder. Às vezes vai ficar evidente o uso do toma-lá-dá-cá, nem tão republicano assim. Mas é o que chamamos política. Faz parte do mundo real. Partidos e políticos com diferentes inclinações ideológicas precisam chegar a um acordo, alguns terão de engolir projetos que não gostam para emplacar outros em que acreditam mais.
O que o PT não gosta, portanto, é da própria política, da democracia, das negociações. É um partido, afinal, nascido da mentalidade totalitária, que considerava essa “democracia burguesa” uma “farsa”, um instrumento de opressão dissimulada das “elites”. Para os petistas, a única forma de governar o país é comprar os deputados, é não ter oposição, é desqualificar o oponente, tratado como inimigo mortal. O mensalão era a forma petista de “governar”.
O PT em particular e a esquerda brasileira em geral empobrecem o debate e ameaçam a democracia, justamente porque não aceitam conviver com o contraditório, não entendem que, na vida, não podemos ter tudo, pois precisamos contemporizar com quem discorda de nós, ao menos se desejamos preservar a democracia plural e a tolerância. Mentes totalitárias não pensam assim, pois precisam abolir, exterminar o diferente. Marxistas sempre falaram em acabar com a oposição, pois nunca foram democratas.
Em sua coluna de hoje, Reinaldo Azevedo fala dessa postura das nossas esquerdas, usando o caso da indicação de Fachin como pano de fundo. Não há debate calcado em argumentos; apenas o uso de rótulos como “reacionário” para tentar intimidar e calar o oponente. É a morte da política. É o mesmo princípio por trás do mensalão: os “nobres” fins justificam os nefastos meios. Diz Reinaldo:

É preciso debater o que pensa Fachin. Cadê? Quando foi que começamos a substituir o debate por “likes” e “memes”? A ficar dependentes de bandidos para nos dividir ou nos juntar? A trocar a política pela polícia? A cultivar um ódio displicente pelas convicções? O que foi feito, em suma, do prazer da política, especialmente na imprensa, ou no pouco que dela restou imune àquela inflexão militante das redes (anti)sociais?
[...]
Esquerdistas me acusarem de reacionário por revelar o pensamento do candidato sugere que apontei um defeito que queriam esconder. Ora, mas eles não defendem o doutor justamente em razão dos predicados que repudio? Ocorre que essa turma quer xingar e calar vozes contrárias, não debater.
[...]
Homens desonestos podem ter ideias honestas. Homens honestos podem ter ideias desonestas. Os senadores não estão escolhendo os respectivos maridos de suas filhas, mas uma forma de entender o ordenamento social e jurídico. Quando as esquerdas fizerem a revolução, que Fachin seja ministro, ora! Enquanto não, não! 

Ou seja, a esquerda quer fazer sua revolução, mas não quer assumir que é revolucionária. Quer um militante do MST no STF, mas não quer que os outros mostrem sua militância em defesa de invasores de terras que não respeitam as leis. Não querem política; querem totalitarismo, e que aqueles que discordam fiquem bem caladinhos, pois não têm direito de chamar as coisas por seus nomes!
Se esses estiverem na política, então que sejam comprados com uma mesada paga com recursos públicos, de estatais. É a “única forma de governar esse país”. A única forma petista, sem dúvida!

08 de maio de 2015
Rodrigo Constantino

LULA, ISOLADO, JÁ PREOCUPA AMIGOS QUE NÃO O QUEREM BEBENDO


Assis, Itália - O jornalista Ricardo Kotscho, um dos amigos mais próximo de Lula, seu assessor de imprensa no primeiro governo, resolveu jogar a toalha e criticar publicamente o ex-presidente de quem foi confidente por várias décadas, desde que cobria para o Jornal do Brasil as greves do ABC lideradas pelo companheiro. Kotscho, um profissional brilhante, não se conteve nas críticas ao analisar, em artigo no Diário do Poder, o discurso retrógrado de Lula no Dia dos Trabalhadores, falando para uma plateia vazia e desmotivada.

“Lamento muito dizer, mas o discurso de Lula também não tem mais novidades, não aponta para o futuro. Tem sido muito repetitivo, raivoso, retroativo, sempre com os mesmos ataques à mídia e às elites, sem dar argumentos para seus amigos e eleitores poderem defendê-lo dos ataques.

 Não que Lula deixe de ter caminhões de razões para se queixar da imprensa, desde que o chamado quarto poder resolveu assumir oficialmente a liderança da oposição e fechar o cerco contra os governos petistas”.

Os comentários de Kotscho mostram a teimosia de um personagem que insiste em se manter vivo e que acha que o Brasil vive duas eras:a AL e a DL. Como um pregador desnorteado, Lula apresenta sintoma grave de comportamento. Acha e está convicto de que tudo de melhor no país foi obradele; que o povo não pode ser ingrato ao seu trabalho de levá-lo ao paraíso do consumo; que é o líder incontestável dos brasileiros desprotegidos; e que o mundo gira em torno das suas ideias e metáforas tupiniquins. Se a doutora Nise da Silveira anda estivesse viva certamente não se furtaria em convidá-lo para sessõespermanentes de psiquiatria. Um prato cheio para o seu grupo junguiano.

Mesmo dando um pito no amigo em público, Kotscho foi muito elegante nas suas críticas. Afinal de contas, o jornalista paulista foi um dos que apostaram na liderança política de Lula nos primeiros discurso dele nas portas das fábricas. Permaneceu pouco tempo na sua assessoria de imprensa, quando percebeu, ainda muito cedo, que a burocracia não combina com a notícia e que a notícia está do outro lado do balcão. Abandonou Brasília deixando bons amigos, antes que fosse contaminado pelas benesses do poder.

Lula está vivendo no isolamento, embora tenha reeleito a Dilma. Ao contrario dos grandes estadistas que se recolhem às suas memória depois de deixar o governo, Lula preferiu sair em defesados mensaleiros. Envolveu-se com empreiteiras que depenam o país e participava ativamente da administração da Dilma até a chegada de Aloizio Mercadante. Resultado: assumiu para si todos escândalos de corrupção manchando para sempre a sua biografia, em  um dosperíodos mais corruptos da história do Brasil. Enquanto defendia a corja, Dilma espertamente tentava se desapegar da militância petista para vender a imagem de honesta e incorruptível, o que evidentemente não colou até agora.

As últimas reações do ex-presidente em tentar jogar contra o povo brasileiro o exército vermelho de Stédile, as bravatas de que “sou bom de briga e que não se metam comigo” e de que é o gênio transformador da humanidade mostram claramente a sua mente confusa e nos leva a uma constatação: Lula não estava pronto psicologicamente para ser presidente. As conseqüências desse despreparo intelectual e politico estão surgindo agora quando ele mostra total obsessão ao poder, um processo que tende a se agravar e transformá-lo num dependente manicomial.

Não adiantam as sofisticadas maquiagens para aparecer na TV. Um dos maiores problemas de Lula hoje é o alcoolismo. A família acompanhou a tragédia do pai que morreu de tanto beber. Outros parentes de Lula sofrem do mesmo mal. É bem verdade que Lula ainda não chegou ao estágio perigoso da dependência, quando precisaria de internação e tratamento, mas os amigos têm confidenciado que ele precisa de acompanhamento para evitar o destino trágicodo alcoolismo que levou familiares ao fundo do poço.

Infelizmente, as atitudes de Lula nos últimos pronunciamentospúblicos não são de uma pessoa que pense o Brasil com sabedoria ou de quem já esteve no topo do mundo como um dos maiores líderes da América Latina. Existem no Brasil casos de políticos que se dedicaram mais à bebida depois que perderam o poder. O mais notório deles é o deJânio Quadros que renunciou ao cargo de presidente depois de um porre e nunca mais parou de beber, mesmo sendo conhecido como um homem culto e um dos mais preparados intelectualmente do país.

No caso de Lula, fiquemos apenas com o político.

08 de maio de 2015
Jorge Oliveira

MUJICA REVELA EM LIVRO CONFISSÃO DE LULA SOBRE O MENSALÃO


A CONFISSÃO FOI DESCRITA EM LIVRO DO URUGUAIO JOSÉ MUJICA


A CONFISSÃO DE LULA AO AMIGO URUGUAIO 
JOSÉ MUJICA DURANTE UM ENCONTRO, EM 2010. 
(FOTO: RICARDO STUCKERT)


O ex-presidente Lula confessou ao seu colega uruguaio José Mujica a prática de corrupção em seu governo. A revelação está contida no livro-reportagem “Una oveja negra al poder” (Uma ovelha negra no poder), escrito pelos jornalistas uruguaios Andrés Danza e Ernesto Tulbovitz, que conta os cinco anos do governo de Mujica. A confissão - que teve testemunha - teria feito em 2010, segundo relato da jornalista Cristina Tardáguila,em reportagem para o jornal O Globo.

Mujica conta no livro que certa vez conversava com Lula quando passaram a falar sobre o escândalo do mensalão, que consistia na compra de apoio político. A certa altura, segundo o uruguaio, Lula afirmou que aquela era “a única forma de governar o Brasil”. Gentil com o brasileiro, Mujica afirmou que Lula "viveu esse episódio (do mensalão) com angústia e um pouco de culpa”.

“Segundo Mujica, quando o assunto veio à tona, numa reunião em Brasília nos primeiros meses de 2010, Lula lhe teria dito textualmente: “Neste mundo tive que lidar com muitas coisas imorais, chantagens”. Para logo em seguida, emendar: “Essa era a única forma de governar o Brasil”. Segundo Mujica, o ex-vice-presidente uruguaio Danilo Astori estava na sala e também ouviu a “confissão” do petista.

Lula sempre negou saber do escândalo do mensalão. Em agosto de 2005, pouco depois de o caso vir à tona, ele se disse “traído por práticas inaceitáveis das quais nunca tivera conhecimento” e que estava “tão ou mais indignado do que qualquer brasileiro” diante do episódio. Depois, passou a afirmar que a existência do esquema nunca havia sido comprovada e que seus colegas de partido tiveram um julgamento político no Supremo Tribunal Federal (STF).

Procurado no fim da tarde desta quinta-feira pelo jornal O Globo, para comentar o conteúdo do livro, o Instituto Lula informou que não teria “como encaminhar um comentário a essa hora”.

Danza e Tulbovitz, editor-geral e repórter de uma das revistas semanais mais respeitadas do Uruguai, acompanham a carreira de Mujica desde 1998. Viram-no ser eleito deputado e senador, se transformar em ministro da Pecuária, Agricultura e Pesca, e, depois, em presidente.

— São 17 anos de convivência com encontros pessoais semanais — contou Danza. — Quando ele assumiu a Presidência, no dia 1º de março de 2010, começamos a fazer registros oficiais da Presidência e combinamos que só publicaríamos esse material depois que ele deixasse o cargo. Todas as conversas estão gravadas.


08 de maio de 2015
diário do poder

CERVERÓ DIZ QUE SUA LIGAÇÃO É COM O PT, E NÃO COM O PMDB



Cerveró se enrolou todo com a “cessão” de um apartamento de luxo
















Em depoimento à Justiça Federal, Nestor Cerveró afirmou que sua ligação com o PT, e não com o PMDB, influenciou a sua indicação para a diretoria da área Internacional da Petrobras, no início do governo Lula.
A versão contraria depoimento do ex-diretor de Abastecimento Paulo Roberto Costa, um dos principais delatores da Lava Jato, afirmou que o PMDB era o beneficiário da propina paga por empreiteiras em troca de contratos com a diretoria Internacional.
Questionado pelo juiz Sergio Moro, Cerveró negou a influência do PMDB. “Eu assumi o cargo de diretor atendendo a um convite do presidente Lula e da ministra Dilma [Rousseff], de Minas e Energia, pelo meu conhecimento [técnico]. Quando assumi a diretoria já tinha 28 anos de companhia”, respondeu Cerveró.
Indagado se teve algum padrinho político na indicação ao posto, Cerveró cravou: “Do PMDB não”. O magistrado emendou: “E de algum outro [partido]?
O ex-dirigente da estatal apontou proximidade com o PT à época: “Havia uma ligação, porque eu trabalhei durante algum tempo com o… quer dizer, eu tinha uma atividade já dentro da Petrobras mais próxima ao Partido dos Trabalhadores, mas o que pesou foi meu conhecimento”.
DELCÍDIO AMARAL
No governo de FHC, o senador Delcídio Amaral (PT-MS) foi diretor de Gás e Energia na Petrobras e tinha entre seus subordinados Cerveró, que era gerente executivo de Energia. Após a posse de Lula na Presidência em 2003, Cerveró foi promovido a diretor da área Internacional. No ano passado, Delcídio já negou ligação com a indicação do ex-diretor.
No depoimento, Cerveró também afirmou que os empresários Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, e Júlio Camargo atuaram como lobistas em contrato de aluguel de navios-sonda para Petrobras, mas não apontou crimes ligados ao negócio.
Segundo acusação do Ministério Público Federal, houve pagamento de propina relativo a esse contrato com a participação de Soares e Camargo. Fernando Baiano é suspeito de ser o operador da propina para o PMDB.
MORADIA GRÁTIS
Cerveró diz que morou dois anos de graça em um apartamento em Ipanema, na zona sul do Rio, cujo aluguel mensal seria de R$ 18 mil, como um prêmio por ter ajudado o dono da offshore uruguaia Jolmey a encontrar o imóvel, que teve uma valorização excelente.
Ao ser questionado pelo juiz Sergio Moro se não tinha nenhum documento sobre a cessão do apartamento, Cerveró respondeu: “Eu não era um locatário normal. Fiz um acordo verbal”.
O apartamento duplex tem cinco quartos e outros dois para empregadas. Formalmente a Jolmey pertence ao uruguaio Oscar Algorta. Segundo a Procuradoria, Cerveró controlava a Jolmey e teria usado a offshore para ocultar a compra do apartamento. Na versão do ex-diretor de Petrobras, a Jolmey comprou um apartamento com o dinheiro de um “investidor uruguaio” de quem ele alegou não saber o nome.
Ele sustenta ter vivido no imóvel em troca de arcar somente com as despesas de IPTU, condomínio e parte da reforma do apartamento.
MINHA MULHER GOSTOU…
Durante o interrogatório, o ex-diretor cometeu um ato falho ao explicar como aconteceu a compra: “Minha mulher gostou do imóvel, eu também, nós vimos um potencial de otimização através do investimento que nós fizemos”, disse.
E, em seguida, corrigiu-se: “Nós, eu digo, que chamamos um construtor e uma arquiteta para reformar”.
O ex-diretor da Petrobras questionou duramente o juiz sobre as razões de estar preso há cinco meses, sem nenhuma prova, segundo ele.
Moro respondeu que não pretendia discutir a prisão e as provas na audiência: “O interrogado aqui é o senhor, não o juiz”.

08 de maio de 2015

NENHUMA FORÇA PREVALECE SOBRE O CONJUNTO



Qual a maior força nacional? O leque está aberto, mas, felizmente, não há supremacia de nenhuma, ao contrário de tempos idos e vividos, desde o Descobrimento. Não dá para afirmar com segurança quem manda no Brasil, tantos os vetores que se cruzam e se revesam nas impressões de hoje.
Será o dinheiro, com seus detentores e manipuladores, o grande motor que nos move, ou seja, o capital? Tempo houve em que essa era a resposta. Hoje não mais, apesar de sua pujança.
A grande força será o trabalho, expresso nas entidades sindicais e penduricalhos? Muito se tem tentado, com significativos avanços, até da legislação, mas da mesma forma como o capital, também não é a força preponderante.
Serão os governos, entendidos nos planos federal, estadual e municipal? De jeito nenhum, dada desmoralização crescente das estruturas de que são formados e dos personagens que os representam. Faz tempo que saíram pelo ralo o medo e o respeito que o governos exprimiam.
As religiões? Devem ser excluídas, só pelo fato de se terem multiplicado, ao contrário do que representou o Cristianismo através dos séculos. Desapareceu aquela prevalência ditada pela fé e pelo temor do fogo eterno.
E AS FORÇAS ARMADAS?
Então a resposta estará nas forças armadas? Ledo engano. A última vez em que se arvoraram de ser a força definitiva, quebraram a cara e hoje se conformam em viver à margem do poder.
Juristas de alto saber e de reputação ilibada dirão estar a força nas instituições políticas, desde a Constituição e as leis até os três poderes da União, do Congresso ao Judiciário e ao Executivo. Nada mais tênue nem desfigurado neste começo de século, onde um simples bater de panelas assusta e intimida os que deveriam conduzir a nacionalidade.
Para os sociólogos e até os filósofos, a grande força repousa na juventude, na perspectiva do futuro que sempre ultrapassará em qualidade aquilo que passou ou ainda persiste em frangalhos. Outro malogro, porque os moços de hoje dividem-se entre o egoísmo e a confusão. Se um dia representaram esperança, agora significam desalento, por mais cruel que pareça a conclusão. Deles nada haverá que esperar além de que envelheçam.
Alguns poetas e outro tanto de cientistas fixam-se na natureza como a força motriz do planeta, detentora dos destinos da Humanidade, capaz de iluminar e construir tanto quanto de destruir e escurecer, até entre nós como nação continental. Nem a natureza dispõe de leis em condições de permitir previsões sobre seu comportamento e o dia de amanhã. Se é fator dominante na vida de todos, pelo menos seria aconselhável que se desse a conhecer.
Sendo assim, e passando do geral para o particular, ou seja, do universo infinito para essa insignificante bolinha de carbono perdida na imensidão, e desta para nossa triste nação, qual o resultado a tirar da ausência de uma força hegemônica que dirija nossos destinos? Por sorte, nenhuma, ou melhor, todas as relacionadas acima. Será do equilíbrio de fatores como o dinheiro, o trabalho, os governos, as religiões, os militares, as instituições jurídicas, a juventude e a natureza que poderemos encontrar meios para seguir adiante. Mas com a dúvida permanente: para onde?…

08 de maio de 2015
Carlos Chagas

COSTA ESTABELECE UM DIVISOR NA PETROBRAS: ANTES E DEPOIS DO PT


Costa disse que somente se curvou aos políticos em 2004







No curto discurso de apresentação do ex-diretor Paulo Roberto Costa em seu início de depoimento esta terça-feira na CPI da Petrobras, um pequeno trecho talvez passe despercebido, mas é de suma importância. Costa disse que entrou para a Petrobras por concurso público em 1977. Depois, acrescentou que, na empresa, para galgar cargo de diretor é preciso apoio político.
Ressalvou que durante a maior parte de sua carreira, resistiu a buscar esse apoio político, mas admitiu que 27 anos depois resolveu aceitar o apadrinhamento, que hoje lamenta, porque foi quando começou a desgraça na vida dele.
Conclusão: o desastre na trajetória de Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, começou em 2004. Vamos aguardar se algum parlamentar vai voltar a este assunto.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Com sua longa experiência de advogado que busca informações nos detalhes, o jurista Jorge Béja chama atenção para esta declaração espontânea de Paulo Roberto Costa, mostrando que o funcionário concursado da Petrobras somente se curvou às influências políticas no governo Lula, quando aceitou ser indicado pelo PP, partido da base aliada do governo, e assumiu o cargo na diretoria da estatal.
Depois desta importantíssima declaração do ex-diretor de Abastecimento, pode-se chegar à conclusão inegável e indiscutível de que existiam interferência política e corrupção na Petrobras antes de o PT chegar ao poder em 2003, mas foi a partir do governo Lula que a corrupção passou a ser institucionalizada, com cobrança de percentagem sobre o valor dos contratos, para abastecer partidos e políticos da base aliada, o que não existia antes. E isto mostra uma diferença absurda entre as fases antes e depois do PT. (C.N.)

08 de maio de 2015
Jorge Béja

OS DESPERDÍCIOS DO CONDOMÍNIO BRASIL






A imagem ao lado, que recebi por e-mail, fala muito ao Brasil sobre o modo como nós brasileiros lidamos com as questões do Estado, do governo e da política.
O que aí está exposto deveria conscientizar-nos da necessidade e das imensas possibilidades que se abririam a um projeto determinado, valente e moralmente indispensável, de redução do tamanho do Estado. Para onde olharmos, o que se agigantou no gigante adormecido, foi o zelador. É como se, na administração de um condomínio, se fossem criando mais e mais funções e cargos com o repasse mensal da conta para os proprietários ou inquilinos. E que isso prosseguisse assim, num crescendo sem limites, através dos anos. De repente, os moradores sustentam uma corte a que todos se submetem, sem saber bem por quê.
O Brasil poderia custar muito menos para todos nós! Os desperdícios estão por toda parte e são maiores onde menos se necessita do Estado.

08  de maio de 2015
Percival Puggina

O HUMOR DO ALPINO...

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08 de maio de 2015

CÂMARA TIRA DO PT PODER DE APARELHAR 100% DO STF



(Folha Poder) A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (5) em segundo turno uma emenda à Constituição que eleva a aposentadoria obrigatória na cúpula do Judiciário de 70 para 75 anos. A chamada "PEC da Bengala", que segue agora para promulgação, tira da presidente Dilma Rousseff a certeza da indicação dos cinco próximos ministros do Supremo Tribunal Federal, corte composta por 11 cadeiras. 

A nova derrota do PT e do Palácio do Planalto durante a gestão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) na presidência da Câmara ocorreu por 333 votos a 144 (houve 10 abstenções). Ainda seria votada na noite desta terça uma emenda ao texto, mas a tendência era a de que ela fosse rejeitada. 

Pelas regras até então em vigor, cinco ministros do STF que completam 70 anos até o final de 2018 teriam que deixar a corte antes do final do mandato de Dilma (Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski, Teori Zavascki e Rosa Weber). Agora, a petista só fará novas indicações para a mais alta corte do país caso algum ministro deixe voluntariamente o tribunal antes da data de aposentadoria compulsória. 

Dilma indicou cinco ministros para o STF em sua gestão. O último, Luiz Fachin, ainda depende de aprovação do nome pelo Senado. Nos seus oito anos de gestão, Lula indicou 8 ministros. Fernando Henrique Cardoso, 3. 

A aprovação da proposta foi combinada por representantes de nove partidos governistas e da oposição em almoço na casa de Eduardo Cunha. "Esta medida faz um bem para a República, pois é um primeiro passo para adequar todo o funcionalismo ao avanço da expectativa de vida [74,9 anos]. Do ponto de vista político, o país ganha ao anular essas indicações [as de Dilma] contaminadas com viés político e ideológico", afirmou Bruno Araújo (PSDB-PE), líder da oposição na Câmara. 

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ) negou que o partido seja contra devido a uma mera disputa entre PT e PSDB. "O que está em disputa aqui é uma PEC que contraria a posição de toda a magistratura e de todo o Ministério Público brasileiro. Uma PEC casuística que engessará toda a carreira do Judiciário".

08 de maio de 2015
in coroneLeaks