Este é um blog conservador. Um canal de denúncias do falso 'progressismo' e da corrupção que afronta a cidadania. Também não é um blog partidário, visto que os partidos que temos, representam interesses de grupos. Falamos contra corruptos, que ameaçam a democracia. Apresentar um painel diário de notícias, que ocorrem por aqui, é o objetivo. Replicamos os melhores comentários e análises, bem como textos divergentes, para reflexão do leitor. Além de textos mais amenos... (ou mais ou menos...) .
"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville (1805-1859)
"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.
sábado, 10 de outubro de 2020
OS FATOS QUE IRÃO SACUDIR BRSÍLIA


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Os fatos que irão sacudir Brasília
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NINGUÉM ACABOU COM A LAVA JATO

O Presidente Jair Bolsonaro foi extremamente infeliz na ironia de que “acabou com a Lava Lato, porque não tem mais corrupção no governo”. O ânus (nem o ônus da bobagem dita) tem a ver com as calças. Bolsonaro gerou mais uma polêmica inútil contra si. Acabou com Lava Jato nenhuma, até porque seus poderes são limitados para tamanha façanha. Apenas falou besteira, sem maiores efeitos colaterais. Ficará o dito pelo não dito.
Decisão correta foi a do presidente do Supremo Tribunal Federal. Luiz Fux determinou que os casos da Lava Jato sejam julgados pelo plenário do STF, e não apenas pela 2ª Turma. O ministro Gilmar Mendes não gostou muito, mas não pode fazer nada, a não ser obedecer a “reforma regimental”. Ao contrário do que muito precipitado pensa, a Lava Jato não acabou. Merece até ser criticada por muita coisa que deixou de apurar, ou não conseguiu investigar. Mas o negócio não terminou...
O combate à corrupção continua... Do mesmo jeito de sempre... Não é fácil atacar a roubalheira, porque ela tem raízes culturais e estruturais... O ente ficcional Estado brasileiro é perdulário e corrupto. Os poderosos de plantão, também... A oligarquia, idem... O andar social de baixo, que muitas vezes se deixa corromper, é altamente prejudicado pela associação criminosa entre políticos, empresários e servidores públicos. Quem se dana sempre é classe média – que paga a parte mais alta das contas.
Até agora, ninguém acabou com a Lava Jato. Suas virtudes devem ser exaltadas. Suas falhas devem ser corrigidas... Infelizmente, a lerdeza judiciária e as manobras burocráticas permitiram que muitos crimes prescrevessem. Infratores e delinqüentes sofisticados foram beneficiados. Nada de anormal. O que a sociedade ainda precisa cobrar é mudanças estruturais na corrupta máquina estatal, para impedir a ocorrência de novos crimes. O resto é conversa fiada.
FEBRE CERVÍDICA

Fiquem sabendo, amáveis leitores, que um tal de “Zukabeca” é dono do Facebook, do Instagram e do WhatsApp.
Agora, o indigitado se arvora em Grande Censor Independente !
Suas empresas é que decidem o que pode e o que não pode ser publicado pelos usuários das redes sociais controladas por ele.
O mais cômico (ao mesmo tempo trágico) é a proibição de postagem de LIVROS sobre assuntos que não gosta.
Nossa postura é aguardar o declínio e derrocada de suas organizações.
Assim foi com o Orkut.
Sejamos como um rio cujas águas não combatem um obstáculo; apenas o contornam.
Em breve, teremos outras formas de interagir com nossos amigos e conhecidos.
Há muitos anos, um amigo viu pela primeira vez um aparelho de fac-símile (fax). Maravilhado, contou a um parente que tinha visto “um xerox por telefone: você põe o original de um documento numa máquina e a impressão é feita em outra, remotamente !”
Passou a era do faX; antes já tinha se acabado a era do telex; mais atrás, a era do código Morse, etc.
Aí então, o atual “arbiter elegantiarum” ficará chupando o dedo.
Sic transit gloria mundi (ou imundi ?)
10 de outubro de 2020
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
SE O DESMATAMENTO MUNDIAL SEGUIR NO RITMO ATUAL, BRASIL SERÁ DONO DE QUASE METADE DAS FLORESTAS
As Américas já possuem 41,4% das florestas primárias do planeta enquanto a Europa possuiu apenas 0,1%. É fato amplamente conhecido que ainda na época das navegações e descobrimentos o “Velho Mundo” já era considerado como esgotado, sendo o “Novo Mundo” esperança mundial de uma vida renovada.
Há 8 mil anos o Brasil possuía 9,8% das florestas mundiais, hoje são 28,3%. Dos 64 milhões de quilômetros quadrados de florestas existentes antes da expansão tecnológica e demográfica restam 15,5 milhões.
Mais de 75% das florestas primárias desapareceram e com exceção de parte das Américas todos os continentes desmataram e muito.
A Europa sem a Rússia detinha mais de 7% das florestas do planeta, hoje tem apenas 0,1%. A África possuía 11%, agora tem 3,4%. A Ásia que detinha quase um quarto (23,6%) tem hoje 5,6%. Já a América do Sul que detinha 18,2% das florestas agora possui 41,4%, o único número que aumentou positivamente.
Sendo o Brasil o grande responsável por esse resultado que cresce ano após ano, podemos comprovar com dados que o Brasil é o país que mais preserva o Meio Ambiente, tendo, segundo a Embrapa, 61% do seu território de mata nativa.
“Se o desmatamento mundial seguir no ritmo atual, o Brasil será dono em breve de quase metade das florestas primárias do planeta”, afirma o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GS), general Augusto Heleno.
Ainda de acordo com o ministro, pela primeira vez em 30 anos o governo decidiu encarar os desafios de frente, ou seja, levando em conta que essa é uma tarefa de estado e não de governo, além de ser fundamental para o futuro.
O nosso país sempre foi alvo de cobiça internacional e disputa desde que foi descoberto oficialmente em 1500.
Ocorre que o nosso território é riquíssimo em minério de todo tipo, água, petróleo, madeira, riquezas vegetais que podem servir de ajuda no processo de cura, e, além disso, o solo é altamente agricultável, cabendo ao Brasil alimentar boa parte do planeta.
É obvio que interessa a muitas potências mundiais denegrirem a imagem do Brasil para que não possamos disputar com eles e assim impedir nosso desenvolvimento.
Além disso, há séculos temos essas riquezas roubadas e os propagadores de falácias não querem ver a torneira fechar.
A Europa sem a Rússia detinha mais de 7% das florestas do planeta, hoje tem apenas 0,1%. A África possuía 11%, agora tem 3,4%. A Ásia que detinha quase um quarto (23,6%) tem hoje 5,6%. Já a América do Sul que detinha 18,2% das florestas agora possui 41,4%, o único número que aumentou positivamente.
Sendo o Brasil o grande responsável por esse resultado que cresce ano após ano, podemos comprovar com dados que o Brasil é o país que mais preserva o Meio Ambiente, tendo, segundo a Embrapa, 61% do seu território de mata nativa.
“Se o desmatamento mundial seguir no ritmo atual, o Brasil será dono em breve de quase metade das florestas primárias do planeta”, afirma o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GS), general Augusto Heleno.
Ainda de acordo com o ministro, pela primeira vez em 30 anos o governo decidiu encarar os desafios de frente, ou seja, levando em conta que essa é uma tarefa de estado e não de governo, além de ser fundamental para o futuro.
O nosso país sempre foi alvo de cobiça internacional e disputa desde que foi descoberto oficialmente em 1500.
Ocorre que o nosso território é riquíssimo em minério de todo tipo, água, petróleo, madeira, riquezas vegetais que podem servir de ajuda no processo de cura, e, além disso, o solo é altamente agricultável, cabendo ao Brasil alimentar boa parte do planeta.
É obvio que interessa a muitas potências mundiais denegrirem a imagem do Brasil para que não possamos disputar com eles e assim impedir nosso desenvolvimento.
Além disso, há séculos temos essas riquezas roubadas e os propagadores de falácias não querem ver a torneira fechar.
O revoltante é ver brasileiro contribuindo para jogar lama, com base em narrativa mentirosa, na imagem do país!
10 de outubro de 2020
Julliene Salviano é Gestora Pública, paisagista e assessora de imprensa.
10 de outubro de 2020
Julliene Salviano é Gestora Pública, paisagista e assessora de imprensa.
SOMOS A "BESTA" DOS GASTOS PÚBLICOS?

Previsões de câmbio e juros futuros indicam que o Brasil pode encarar uma crise da dívida pública, comprometendo o quadro de juros baixos e de inflação (também supostamente baixa, pelo menos nos indicadores oficiais). Por isso o governo federal terá de brigar pela manutenção do teto de gastos. Também terá de lutar pela aprovação de medidas DDD (Desindexar, Desvincular e Desobrigar) o Orçamento.
Não tem jeito. O governo terá de priorizar as reformas administrativa e tributária, enquanto enxuga gastos inúteis ou perdulários. Além disso, terá de vencer uma queda de braço oculta com os grandes bancos. São eles os roladores da trilhonária dívida pública. São eles que pressionam por “compensações” à política de juros baixos. São eles que dificultam que o Brasil evolua do modelo meramente rentista para um sistema que privilegie a produção, o trabalho e a geração de emprego e renda.
É missão quase impossível conter a tal da “Besta dos gastos públicos”. O brasileiro, estadodepentente, precisa mudar de mentalidade. Temos de evoluir do Capimunismo para o Capitalismo. O atalho para quebrar a maldição é reduzir os impostos. Para isso, é necessário que ocorra uma revisão, para baixo, das despesas. Sem isso, nunca vai sobrar recursos para investimento.
Uma onda de transparência é fundamental. A maioria da população não tem a menor ideia de como o dinheiro público é consumido. Isso tem de mudar. Não dá para ficar, a vida toda, socializando prejuízos, e entregando muito pouco para a sociedade. É hora de mudança efetiva de mentalidade e de atitude. O Presidente Jair Bolsonaro e seu vice Hamilton Mourão foram eleitos para isto.
Mas persiste a pergunta inconveniente: Será que o brasileiro realmente quer mudar as coisas erradas? Ou fazemos apenas jogo de cena, cumprindo o papel das "bestas" dos gastos estatais?
O BANCO "CONTRA" OS BRASILEIROS

A pandemia nos mostrou verdadeira cara do Banco do Brasil.
É uma espécie de retrato de Dorian Gray.
Seus objetivos principais deveriam ser:
-levar agências bancárias pioneiras aos locais em que a iniciativa privada não tem interesse comercial;
-prestar serviços de apoio aos poderes públicos nos âmbitos federal, estadual e municipal;
-educar a população sobre como funcionam a economia, a moeda, os bancos e outras instituições auxiliares.
Assim sendo, NÃO deveria ser uma Companhia Aberta em que os acionistas visam ao lucro e têm a expectativa de dividendos.
Deverá, paulatinamente, contratar apenas funcionários no regime da CLT e não mais concursados que se acham (com raras e louváveis exceções) “semideuses” que tratam os usuários com casca e tudo.
Também deverá, no futuro, incorporar a Caixa Econômica Federal.
Não há justificativa para o governo federal manter duas entidades enormes para atender aos mesmos fins.
O poder do Banco do Brasil é tão grande que quando foram criados os códigos de compensação, exigiu que o 001 fosse dele e não da autoridade monetária (Banco Central do Brasil).
Curioso também é observar que o seu CNPJ é 00.000.000/0001-91
Se isso não forem sinais exteriores de Poder, minha avó é bonde elétrico.
10 de outubro de 2020
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
REELEIÇÃO COMPLICA A GESTÃO POLÍTICA

Em Política, não dá para ser morno. Ou se é quente ou frio. Bancar o isentão ou ficar em cima do muro é postura covarde. Apoiamos a eleição de Jair Bolsonaro. Continuaremos apoiando o governo até seu último dia. Só que isso não significa que sejamos obrigados a assumir uma postura acrítica. A regra é aplaudir o que é certo, cobrar o que tem de ser feito e foi prometido e reclamar das posturas eventualmente erradas dos componentes da administração federal.
É fundamental aproveitar o momento pandemônico para antecipar posicionamentos estratégicos. Apoiar o governo Bolsonaro não significa apoiar a reeleição dele. No Brasil, a reeleição é uma desgraça gestada pelo ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente, o Príncipe dos Sociólogos é um dos críticos atuais da reeleição. Não importa a motivação oportunista do FHC – que teme o avanço temporal do Bolsonarismo. A reeleição é uma porcaria. Serve mais para manter os erros da gestão anterior. E menos para dar continuidade no bom trabalho.
A reeleição é uma ilusão. Trata-se de mais uma “jabuticaba” tupiniquim. Não contribui para o processo de construção da Democracia. O ideal é a rotatividade de poder. Tal princípio vale para a gestão de governos e das organizações em gerais. O dirigente que tenta se perpetuar na função de comando fica refém dos próprios erros e defeitos. Não é à toa que as Forças Armadas, instituições permanentes, primam pela alternância dos postos de chefia ou comando.
É ético e saudável deixar claro o posicionamento editorial no momento em que o Presidente da República, em alta popularidade, também sofre as maiores críticas de seus aliados de primeira hora, principalmente na classe média para cima. Pelas regras atuais, Bolsonaro tem grande chance de ser reeleito. O perigo é se isso se transformar no principal alvo do Presidente. Aliás, por uma questão humana é até compreensível o desejo de seguir mandando (ou de ter a ilusão disso).
A reeleição complica a gestão política. Vide a insanidade que começa a tomar conta da discussão sobre o futuro da assistência social tocada pelo governo federal. A coisa ficou mais feia porque o “Auxílio Emergencial em tempos de Covid-19” é apontado como um fator decisivo para o aumento da popularidade de Bolsonaro. Assim, ganha importância o destino do “Renda Cidadã” ou “Renda Brasil”. Já se especula que Bolsonaro até prefere deixar para discutir o assunto em 2021, para implantar em 2022, tirando proveito no ano (re)eleitoral.
Os defensores mais radicais de Bolsonaro têm todo direito de reclamar: “Por que tirar dele o direito à reeleição?”. A questão não deveria ser bem esta. O mais sensato seria indagar se a reeleição é boa ou ruim para o Brasil. Desde FHC, passando pelos desastrosos governos petistas, até agora, a reeleição tem se mostrado uma tragédia. Quem está no poder tende a usar e abusar da máquina para se perpetuar no cargo. Este é o problema. Bolsonaro, por melhor que seja, dificilmente agirá diferente dos outros.
Alguém tem de acabar com a porcaria da reeleição. Bolsonaro poderia inovar e consertar a obrada cometida por FHC. A grande dúvida presente é se Bolsonaro vai ser fiel e coerente com suas promessas de reformas e mudanças, ou se vai ser mais um mero e medíocre refém do establishment, impedindo que avanços institucionais aconteçam no Brasil. O negócio é aguardar para ver o que acontecerá.
A eleição municipal já está mostrando a confusão entre o papel de prefeito e do candidato à reeleição. A situação patética vai se repetir na eleição do Presidente e dos Governadores. Vamos seguir neste mesmo esquema escroto?
POR FORA, BELA VIOLA. POR DENTRO, POR DENTRO, PÃO BOLORENTO

Deixo claro que sou CONTRA um Banco Central “independente”.
Esse é o sonho dourado dos globalistas (implantadores da Nova Ordem Mundial).
Tirar do Poder Executivo a capacidade de fixar diretrizes para o nosso Banco Central, é , esse sim, o verdadeiro GOLPE.
É entregar de mão beijada aos Rothschilds, o que resta de nossa SOBERANIA.
Há algum tempo, dois bancos virtuais solicitaram ao BC licença para operar no Brasil, contas correntes multi-moedas, o N26 (alemão) e o Revolut (inglês).
Doce ilusão ! O PayPal que já brindava essa possibilidade, foi obrigado, NA MARRA, a converter todos os saldos em moeda estrangeira de seus usuários, em reais.
Os globalistas e os traidores da Pátria, implantaram no passado, o Bacen-Jud, o maior sistema de intimidação e controle social jamais visto.
Muitas de suas vítimas ficaram em segundos, sem dinheiro para COMER !
Agora o Banco Central implementa uma nova ferramenta, também suspeita: o PIX !
Bem fazem os suíços que recentemente puseram em circulação a nota (papel-moeda) de CHF 1.000,00 (mil francos suíços= a 5.000,00 reais, aproximadamente)). O povo e o governo conhecem os perigos da perda de privacidade.
Nem Hitler teve coragem de invadir a Suíça, porque sabia que cada cidadão era (e é) um soldado pronto a defender sua Pátria, sua família e sua honra.
10 de outubro de 2020
Carlos Maurício Mantiqueira é um livre pensador.
SEM REFORMA TRIBUTÁRIA, O BRASIL NÃO "VAE"

O Grupo Globo é muito previsível. Nos intervalos comerciais tem o VAE (Vamos Ativar o Empreendedorismo). Seu noticiário manipulado tem insistido em reportagens exaltando o heroísmo dos micro empreendedores individuais. O VAE é aparentemente bacana. Só que até a inocente Velhinha de Taubaté percebeu que a ação é um teaser da campanha presidencial do apresentador Luciano Huck.
A campanha se aproveita do mote de que 52 milhões de brasileiros estão à frente do próprio negócio. É previsível que o número cresceu nesta crise pós-pandemônio. Sem oportunidades de emprego formal, as pessoas têm de apelar para o trabalho criativo que garanta a sobrevivência. Cresce a quantidade de MÉIS (Micro Empreendedores Individuais). Quem tem uma estrutura financeira melhor, aposta nas Startups. Assim, em diferentes plataformas, o projeto da Globo se aproveita da narrativa empreendedora.
Tudo é lindo como a Angélica. Acontece que a realidade econômica brasileira é horrorosa. É sacrificante – e praticamente inviável – empreender em um País com uma insana carga de impostos. Na prática, os governos são os sócios indevidos de quem ousa produzir, trabalhar, comercializar produtos e serviços. O confisco tributário é indecente.
Desde a campanha presidencial de 2018, o governo federal vende a narrativa de que a reforma tributária é prioritária. No discurso, com certeza. Na prática, um teatro de fantoche com os políticos. O sistema é perverso. A máquina estatal perdulária demanda cada vez mais dinheiro. Quem sustenta a farra é o pagador de impostos. Por isso é tão difícil – quase impossível – fazer a reforma dos tributos. É pior que falar de corda na casa de enforcado. A demagogia prevalece e nada acontece. Talvez tenhamos uma reforma “meia-boca”.
O estresse econômico se amplia. Seguimos em estado de alerta e hipervigilância em função da Covid-19. Tem muita gente aloprando porque o custo de vida está subindo demais. Só se fala em “majoração de preço”. Só que os índices de inflação não refletem a dura realidade do dia-a-dia. Salários – para quem tem a sorte de ter um – ficam praticamente congelados. O poder de compra e consumo é prejudicado ou inviabilizado. Os caçadores do lobo-guará na nota de 200 sobrevivem na maior M...
A sociedade tem de pressionar pela Reforma Tributária. A própria Globo – que tem dificuldades de pagar impostos – deveria focar na campanha a favor da redução e racionalização do hospício que tem quase 100 impostos, taxas, contribuições, multas e por aí vai... O problema é que Brasília encastela os políticos. Eles são hiper muito-bem remunerados. A maioria pertence à Oligarquia que manda no Brasil desde as Capitanias Hereditárias. Por isso, obram e andam para qualquer mudança. O lema é “foda-se o Brasil”.
O País não vai mudar sem reforma tributária. Junto com ela tem de acontecer a reforma administrativa. O setor estatal precisa encolher. A máquina pública tem de custar menos. Enquanto nada mudar, vamos continuar patinando. Não tem como a economia crescer com a absurda carga tributária brasileira e com gigantismo do Estado perdulário.
Já que é para fazer campanha subliminar, Luciano Huck bem que poderia aproveitar sua imensa popularidade para, além de surfar na onda empreendedora, jogar pesado na discussão pela redução e reestruturação dos impostos no Brasil. Fica a dica ao Luciano Huck...
Já o Presidente Jair Bolsonaro, que prematuramente se deixa embarcar na aventura da reeleição, tem de fazer de tudo para cumprir sua promessa de campanha. Seu empenho pela Reforma Tributária precisa ser maior publicamente. Não é correto, nem inteligente, deixar a bomba apenas no colo do Paulo Guedes. Até o vice-Presidente Antônio Hamilton Mourão fala mais de reforma tributária que o Jair Bolsonaro. Assim, não dá, Presidente...
Alô, Rede Globo. Sem reforma tributária, o Brasil não “VAE”...
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