"Quero imaginar sob que novos traços o despotismo poderia produzir-se no mundo... Depois de ter colhido em suas mãos poderosas cada indivíduo e de moldá-los a seu gosto, o governo estende seus braços sobre toda a sociedade... Não quebra as vontades, mas as amolece, submete e dirige... Raramente força a agir, mas opõe-se sem cessar a que se aja; não destrói, impede que se nasça; não tiraniza, incomoda, oprime, extingue, abestalha e reduz enfim cada nação a não ser mais que um rebanho de animais tímidos, do qual o governo é o pastor. (...)
A imprensa é, por excelência, o instrumento democrático da liberdade." Alexis de Tocqueville
(1805-1859)

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas." Winston Churchill.

sábado, 27 de abril de 2019

MORO CONTESTA BOLSONARO E DIZ QUE COAF DEVE PERMANECER NO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

Sergio Moro participou de evento em BH e disse entender que Coaf deva permanecer sob 'guarda' do Ministério da Justiça
Sergio Moro mostrou opinião contrária à de Guedes e de Bolsonaro
Indo de forma contrária ao que disse o presidente Jair Bolsonaro (PSL), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, disse nesta sexta-feira (26) que entende que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) deveria permanecer sob a responsabilidade de sua pasta. Para conseguir apoio do Congresso, o chefe do Executivo deixou aberta a possibilidade de retornar o Conselho para o Ministério da Economia, o que vai contra aos plano do ex-juiz.
Um dos pedidos que teriam sido feitos por Moro para deixar a magistratura e ocupar um lugar na Esplanada dos Ministérios foi de que o Coaf deixasse de ser vinculado ao Ministério da Fazenda e passasse para as mãos do atual ministro. No entanto, durante a palestra, Moro garantiu que não pediu para que o conselho ficasse subordinado à pasta da qual é titular.
FOI OFERECIMENTO – “Eu não sou tão ambicioso assim. Não pedi, ele me foi oferecido e eu aceitei”, afirmou. Ainda segundo ele, desde que o Ministério da Justiça passou a ser responsável pelo Conselho, o trabalho foi ampliado, sendo que há perspectiva de passar o número de servidores do grupo de 31 para 64: “Nosso objetivo é melhorar o Coaf”.
Moro afirmou ainda que entende que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem pautas importantíssimas para se preocupar, como taxa de juros, crescimento da economia e a nova Previdência. Por isso, segundo ele, o trabalho do Coaf tem relação com âmbito da segurança por investigar, entre outros pontos, crimes relacionados à lavagem de dinheiro.
“O importante é fazer o crime não compensar, mandar para prisão e confiscar o produto do crime. Pra isso, o Coaf é um importante mecanismo de detenção e prevenção de lavagem de dinheiro”, declarou.
DISSE BOLSONARO – Nesta quinta-feira, Bolsonaro confirmou que não se opõe a retirar o Coaf da responsabilidade do Ministério da Justiça para, assim, conseguir apoio do Congresso para aprovar a Medida Provisória (MP) que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. Essa MP precisa ser apreciada pelos deputados federais e senadores até 3 de junho, caso contrário a Presidência vai ter que reorganizar novamente a estrutura ministerial do governo.
O ministro Sergio Moro participou, na manhã desta sexta-feira (26), da segunda edição do “TSX Meetings”, que reúne líderes das esferas públicas e privadas do país em Belo Horizonte. O evento ocorreu em um hotel na região Centro-Sul da capital mineira e contou também com a presença do governador Romeu Zema (Novo), que fez um rápido discurso na abertura do encontro.
NOVOS PROJETOS – Para uma plateia formada por cerca de 300 empresários, o ministro da Justiça falou sobre os projetos que estão em andamento na pasta. Entre eles, o trabalho de reestruturação e fortalecimento das forças-tarefas de combate à corrupção e lembrou também da criação da Secretaria de Operações Integradas (Seop).
O ex-juiz voltou a defender a execução de cumprimento da pena logo após condenação em segunda instância, em alusão indireta a condenação do ex-presidente Lula (PT).
E, ao final da palestra, Moro reforçou a importância das pautas ligadas à segurança pública, apesar de o Congresso Nacional, neste momento, estar focado no projeto da nova Previdência. “Sei que há preocupação com relação a nova Previdência e eu concordo. Corremos o risco de não ter aposentadoria para nossos filhos e netos, mas essa pauta anticrime também é importante. São 60 mil pessoas que perdem as vidas todos os anos e poderiam não ter perdido”, concluiu.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Moro pode ficar tranquilo. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, já decidiu tocar com prioridade o pacote anticrime, que pode ser aprovado antes mesmo da reforma da Previdência(C.N.)

27 de abril de 2019
Fransciny Alves e Sávio Gabriel
O Tempo

PARA OS MILITARES REFLETIREM: POLÍTICA DA PETROBRAS É A MAIS IRRESPONSÁVEL DO MUNDO

Paulo Guedes oculta os números e quer fazer seus negócios sob sigilo
Caramba, a ganância desse pessoal não tem limites! O presidente Bolsonaro disse num dia (quinta-feira) que a Petrobras poderia privatizar refinarias e no dia seguinte (sexta-feira) a direção da empresa já anunciava que venderá oito das 13 unidades de que dispõe aqui na filial Brazil. Esses entreguistas das riquezas da pátria deviam lembrar o grande magnata John D. Rockefeller. Lá na matriz USA, ele costumava dizer que “o melhor negócio do mundo é uma empresa de petróleo bem administrada e o segundo melhor é uma mal administrada”.
Quando Rockefeller falava em empresa de petróleo, na verdade estava se referindo às refinarias, porque quem faz prospecção pode não encontrar jazidas e quem extrai petróleo pode ver a reserva se esgotar. Mas a refinaria não tem esses riscos empresariais, está sempre no lucro. É preciso raciocinar sobre isso, neste momento em que o país tem um ministro da Economia (Paulo Guedes) que sonha em privatizar todas as estatais e a Petrobras é presidida justamente por um defensor dessa tresloucada ideia (Roberto Castello Branco).
Sei que os artigos da Tribuna da Internet são distribuídos aos chefes militares pelos serviços de inteligência. Por isso, faço esse apelo ao núcleo duro do governo, em especial ao almirante Bento Albuquerque, para que evitem esse crise de lesa-pátria, porque Guedes não abre a discussão sobre a Petrobras e quer fazer seus negócios sempre sob sigilo.
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A PIOR POLÍTICA DE PREÇOS DO MUNDO
Cláudio da Costa Oliveira      (Site da Aepet)
O ministro Paulo Guedes já falou muitas vezes que quer privatizar a Petrobrás. Nomeou Roberto Castello Branco, seu amigo de longa data, presidente da companhia. Em recente evento Castello Branco externou que seu “sonho” é vender a Petrobrás. Ambos afirmam que greve de caminhoneiros só existe no Brasil e que é causado pelo monopólio da Petrobrás no refino. Mais uma grande falácia.
Ocorre que à partir de 2016 a política de preços da Petrobrás passou a seguir a paridade internacional. Isto implica em fazer oscilar os preços no mercado interno em função do preço internacional do petróleo e da variação cambial real/dólar.
Acontece que a volatilidade cambial brasileira não encontra paralelo em nenhum país do mundo. Em apenas um mês o real pode se valorizar ou desvalorizar 20 ou 30%.
IMPACTO PROFUNDO – Havendo um aumento nos preços internacionais do petróleo, associado a uma desvalorização do real, o impacto nos preços internos podem ser insuportáveis.
Neste caso o consumidor normal tem a opção de deixar o carro na garagem e ir trabalhar de ônibus. O caminhoneiro não tem opção e terá de enfrentar uma difícil negociação com seus clientes. Fica claro que esta política de paridade internacional é incompatível com a realidade brasileira.
Por outro lado, é bom lembrar que a renda dos brasileiros não é a mesma de americanos, europeus e canadenses. Com renda menor, a capacidade de absorver os aumentos de preços nos combustíveis também é menor.
TODOS PERDEM – O pior da política de paridade internacional é que ela além de prejudicar o consumidor brasileiro, prejudica também a Petrobras, que fica com suas refinarias ociosas e perde mercado interno para os importadores.
Para comprovar isto, basta verificar os números publicados pela Petrobrás. No período de 2011 a 2013 quando vigorava um subsídio ao consumo interno, que muitos alegam que causou severos “prejuízos” à companhia, a empresa registrou a seguinte Geração Operacional de Caixa, em US$ bilhões: em 2011, 33,69; em 2012, 27,04; em 2013, 26,30; com Tota de 87,03.
No período 2016 a 2018, com implantação do preço de paridade internacional, a empresa registrou a seguinte Geração Operacional de Caixa, em US$ bilhões: em 2016, 26,10; em 2017, 27,11; em 2018, 26,35; com Total de 79,56. Notem que, mesmo com o aumento da produção, no período 2016 a 2018 a companhia gerou menos cerca de US$ 2,5 bilhões de caixa por ano.
SEM “PREJUÍZO” – No período 2011 a 2013, com o subsídio, nos pagávamos preços mais baixos do que os do mercado internacional, o que tornava o país mais competitivo, e a Petrobras gerava mais caixa. Portanto, o alegado “prejuízo” não existiu.
Já no período 2016 a 2018, nós passamos a pagar preços mais altos do que os do mercado internacional, prejudicando a competitividade do país, e a Petrobras gerou menos caixa. Isto foi causado pela ociosidade das refinarias, obrigando a empresa a exportar óleo cru. Hoje, sim, estamos tendo prejuízos.
Os únicos que lucram neste processo são as refinarias americanas, os traders internacionais e os produtores de etanol. Mas, Guedes e Castello Branco já disseram que querem privatizar a Petrobras. Vão começar vendendo seus ativos (refinarias, distribuidora, Transpetro etc).
EFEITO NA ECONOMIA – Como já demonstrado em diversos estudos, os investimentos da Petrobras, por serem autônomos, tem um forte efeito multiplicador na economia brasileira, segundo a Secretaria de Tesouro Nacional.
Existe uma forte correlação entre os investimentos da Petrobras e o resultado primário. Investimentos acima de US$ 35 bilhões ano podem trazer equilíbrio e até superávits primários. Portanto, num forte programa de investimentos da Petrobrás pode, por si só, provocar superávits fiscais, independentemente de reformas previdenciárias.
Pode também melhorar substancialmente o nível de emprego no país. A Petrobrás não é uma empresa do passado e nem do presente. A Petrobrás é uma empresa do futuro. Mas as últimas administrações tem tentado de toda forma esconder esta verdade.
MUITO COMPETITIVA – Com a descoberta do pré-sal e os investimentos feitos no período 2009/2014, a Petrobras está pronta para se transformar numa das maiores petroleiras do mundo. Mas a descoberta do pré-sal trouxe também a ganância e o poder do capital estrangeiro.
E a mídia hegemônica passou a atacar a empresa sistematicamente, como vemos no artigo “A saga da Petrobras e a torpe participação da rede Globo”:
http://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo- geral/item/2184-a-saga-da-petrobras-e-a-torpe-atuacao-da- rede-globo

27 de abrtil de 2019
Carlos Newton

O GURU BOLSONARISTA ADULA SEU REI PARA ILUDI-LO, CONDUZINDO-O À BEIRA DO PRECIPÍCIO

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Olavo é um bobo da corte especializado em teses fúteis e equivocadas
Os soberanos renascentistas empregavam um profissional encarregado de entreter os cortesãos e, antes de tudo, a si mesmos: o bobo da corte. A entourage bolsonarista tem um personagem assim, que é Olavo de Carvalho. Mas, com uma diferença: por aqui, a corte é que presta serviço ao bobo. Nas cortes do passado, recrutavam-se bobos no próprio círculo da nobreza, entre jovens com deficiência mental. Mais comumente, eles eram pinçados entre comediantes que cantavam ou dançavam em grupos de saltimbancos. Salvo engano, Olavo enquadra-se no segundo caso.
Depois de tentar a sorte como astrólogo e islamita, ele vestiu a fantasia de filósofo e passou a exibir truques intelectuais primários no palco itinerante da internet. O ofício de comediante intelectual propiciou-lhe uma carreira precária no diversificado mercado da autoajuda —até que, miraculosamente, o colapso do sistema político brasileiro degenerou no governo dos ignorantes da extrema direita. Daí, ele virou um bobo singular: o guru de uma corte abobalhada.
FIEL À TRADIÇÃO – Os bobos eram contratados para cometer equívocos divertidos. Nesse ponto, Olavo, o bobo de plantão, é fiel à tradição. Segundo o que ele qualifica como uma “tese histórica irrefutável”, os militares brasileiros entregaram o país ao comunismo. O interessante, aqui, é que não há, entre pessoas medianamente informadas, nem mesmo um debate histórico relevante sobre o tema.
O golpe de 1964 não salvou o país da ascensão comunista pelo simples fato de que a hipótese inexistia: Jango e os seus, populistas da cepa varguista, não nutriam qualquer simpatia pelo comunismo. Os comunistas, cindidos em dois partidos rivais, eram colinas periféricas na paisagem nacional. Duas décadas depois, na hora da transição democrática, a esquerda aglutinou-se no PT, que de socialista só tem trechos esparsos de resoluções escritas para enganar trouxas.
Golbery do Couto e Silva tinha razão, se é verídica a versão de que enxergava em Lula o coveiro da esquerda radical no Brasil.
EQUÍVOCO PROPOSITAL – Mas, ainda que divertida, a “tese histórica irrefutável” de Olavo é um equívoco proposital de um profissional da comédia. O bobo que nada tem de bobo formulou uma galhofa destinada a ser levada a sério por seus devotos estúpidos da corte bolsonarista, entre os quais contam-se o presidente e seus rebentos.
No “Rei Lear”, o bobo desempenha papéis cruciais. Honesto, completamente leal, ele vai muito além de seu dever de entreter, agindo quase como superego do rei. Depois do injusto banimento de Cordelia, o bobo assume a função da única filha íntegra do rei, protegendo Lear e, por meio da ironia e do sarcasmo, alertando-o sobre seus impulsos autodestrutivos.
Na corte bolsonarista, tudo se passa ao inverso. Leal apenas a si mesmo, o bobo sabota incessantemente o rei, estimulando seus piores instintos e semeando perenes intrigas palacianas. O bobo de Lear não teme dizer a verdade desinteressada; o bobo de Bolsonaro só profere mentiras interessadas. Nesse país tão pouco shakespeariano, a corte presta vassalagem a um bobo que não almeja o triunfo do rei, mas unicamente seu triunfo pessoal.
OS PROFETAS – “Bobos frequentemente provam-se profetas”, diz Regan, a segunda filha de Lear, a Goneril, sua irmã mais velha. Olavo errou em todas as suas profecias, mas esforça-se para acertar na mais recente: a implosão do governo Bolsonaro “em seis meses”. O bobo shakespeariano, um sábio cético que vira a procissão inteira de vilezas humanas, ria da afetada pretensão de majestade de Lear. Entretanto, inarredável na sua decência, jamais o abandonou, acompanhando-o na trajetória da humilhação, rumo à loucura. Já o bobo bolsonarista, um malcriado untuoso, adula seu rei para iludi-lo, conduzindo-o à beira do precipício.
“Rei Lear” é a mais sublime tragédia da literatura. A nossa é uma farsa de terceira. Mas não é ficção.

27 de abril de 2019
Demétrio Magnoli
Folha

NÃO É UMA GRACINHA? E NÓS PAGAMOS O REQUINTADO PALADAR DOS "INTOGÁVEIS"...

Supremo faz licitação de R$ 1,1 milhão para comprar lagostas e vinhos especiais

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Charge sem assinatura, reproduzida do Arquivo Google
O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta sexta-feira (26/4), informações sobre um pregão eletrônico para “serviços de fornecimento de refeições institucionais”, com gasto estimado de R$ 1,134 milhão. O serviço se refere à contratação de um fornecedor para as refeições servidas pela Corte, conforme suas necessidades. Procurado, o Supremo disse que o edital segue padrão do Ministério das Relações Exteriores.
O menu inclui desde a oferta café da manhã, passando pelo “brunch”, almoço, jantar e coquetel. Na lista, estão produtos para pratos como bobó de camarão, camarão à baiana e “medalhões de lagosta com molho de manteiga queimada”. Exige ainda que sejam colocados à mesa bacalhau à Gomes de Sá, frigideira de siri, moqueca (capixaba e baiana), arroz de pato. Tem ainda vitela assada; codornas assadas; carré de cordeiro, medalhões de filé e “tournedos de filé”, com molho de mostarda, pimenta, castanha de caju com gengibre.
IMPORTADOS – Os vinhos recebem atenção especial. Se for vinho tinto fino seco, tem de ser Tannat ou Assemblage, contendo esse tipo de uva, de safra igual ou posterior a 2010 e que “tenha ganhado pelo menos 4 (quatro) premiações internacionais”. “O vinho, em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho francês, americano ou ambos, de primeiro uso, por período mínimo de 12 (doze) meses.”
Se a uva for tipo Merlot, só serão aceitas as garrafas de safra igual ou posterior a 2011 e que tenha ganho pelo menos quatro premiações internacionais. Nesse caso, o vinho, “em sua totalidade, deve ter sido envelhecido em barril de carvalho, de primeiro uso, por período mínimo de 8 (oito) meses”.
Para os vinhos brancos, “uva tipo Chardonnay, de safra igual ou posterior a 2013”, com no mínimo quatro premiações internacionais.
OS DESTILADOS – A caipirinha deve ser feita com “cachaça de alta qualidade”, leia-se: “cachaças envelhecidas em barris de madeira nobre por 1 (um) ou 3 (três) anos.”
Destilados, como uísques de malte, de grão ou sua mistura, têm que ser envelhecidos por 12, 15 ou 18 anos. “As bebidas deverão ser perfeitamente harmonizadas com os alimentos”, descreve o edital.
Reportagem de janeiro do jornal O Estado de S. Paulo mostrou que o STF, por determinação do ministro Dias Toffoli, fez uma reforma no gabinete da presidência que incluiu a substituição de carpete por piso frio e até a instalação de um chuveiro. A obra custou R$ 443.908,43 aos cofres públicos.
NOTA OFICIAL – Por meio de nota, o STF informou que “o edital da licitação do serviço de refeições institucionais em elaboração pelo STF reproduz as especificações e características de contrato semelhante firmado pelo Ministério das Relações Exteriores (que faz o cerimonial da Presidência da República)”.
A corte informou que seu conteúdo foi analisado e validado pelo Tribunal de Contas da União, “mas com redução de escopo: dos 21 itens contratados pelo ministério, 15 são objeto da licitação do STF”.
Sobre o custo, declarou que “o valor de R$ 1,1 milhão é uma referência, que será submetida à disputa de preços entre as participantes do pregão. Além disso, o contrato prevê que o STF pagará apenas pelo que for efetivamente demandado e consumido, tendo o valor global do contrato como um teto”.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – É por essas e outras que chamam Brasília de “A Ilha da Fantasia”. Os nobres que habitam a capital vivem como Maria Antonieta, sem se preocupar com o que acontece com o povo. É desanimador.(C.N.)


27 de abril de 2019
Deu no Correio Braziliense
(Agência Estado)

LOBÃO, ROGER, TICO SANTA CRUZ E ROGER WATERS, MESMO ERRADOS ESTÃO CERTOS!

ROBERTO CARLOS NUNCA FOI REI DE NADA... (O ÓBVIO ULULANTE!)

PRESIDENTE BOLSONARO SE PRONUNCIA SOBRE PLANOS PARA A EDUCAÇÃO NO BRASIL E SE ENCONTRA COM ...

MOURÃO ADMITE: SE BOLSONARO PEDIR: "PEGO AS COISAS E VOU EMBORA!"

"SUITE" DE LULA VIRA ESTÚDIO E ISSO É INACEITÁVEL